A produção global do mercado segurador, considerando-se seguros, previdência e capitalização, somou R$ 224,2 bilhões, crescimento nominal de 9,62% e real (-) 0,95% em 2015, comparado aos R$ 204,6 bilhões do ano anterior. Excluindo o produto financeiro VGBL/PGBL, as vendas das seguradoras totalizam R$ 129,1 bilhões ante R$ 124,9 bilhões de 2014, crescimento nominal de 3,38% e real de (-) 6,59%, segundo análise feita pelo consultor Luiz Roberto Castiglione. O segmento de seguros apresentou um crescimento nominal de 4,61% e real de (-) 5,47%. Já o de previdência tradicional um crescimento nominal de 4,31% e capitalização uma queda nominal de 2,3%. “Ficam claros os efeitos da recessão da Economia. O VGBL/PGBL está contribuindo para que a manutenção das vendas globais, contudo já se encontra inferior a inflação média do período”, comentou Castiglione em estudo enviado ao blog Sonho Seguro.
Apesar da recessão, comenta o consultor, esse foi o melhor ano do mercado desde 2011. “Tivemos a melhor taxa média de retorno do Patrimônio Líquido (não consolidado tecnicamente) e a maior rentabilidade operacional”, afirma. A taxa de sinistralidade declinou, os custos de aquisição se mantiveram estáveis e os ganhos financeiros foram incrementados pelo aumento da taxa básica de juros, absorvendo um ligeiro acréscimo das despesas administrativas.
A precificação correta associada com uma regulação criteriosa justifica a melhoria do mercado, uma vez que a produção em termos reais declinou de forma importante (afora considerando o VGBL onde temos a mesma variação da inflação – IPCA – 12 meses, explica Castiglione.
Já 2016 haverá PIB negativo, o que afetará bastante o setor, prevê. Em 2015 as vendas foram tímidas, mas os estoques de prêmios foram suficientes para manter os níveis de sinistralidade comportados. “Para 2016 não termos mais gorduras e os prêmios sofreram aumentos, pelo menos para repor a inflação. Sem sombra de dúvidas a sinistralidade tenderá a crescer e a concorrência predatória se instalará”, finaliza.
Infarto e acidentes de trânsito foram os principais motivos de acionamento do seguro de vida da Prudential do Brasil, segundo dados de uma pesquisa sobre os principais pedidos de indenização. Nos homens, o infarto foi o de maior incidência, seguido por acidente de trânsito, fratura, câncer de testículo e câncer de tireoide. Nas mulheres, o câncer de mama, o câncer de tireoide, as infecções, o câncer de útero e o AVC (Acidente Vascular Cerebral) foram maiores razões de utilização do seguro.
Comparando as ocorrências entre os clientes homens e mulheres, percebe-se que idade média foi de 39 anos para público feminino e 42 anos para o masculino. “Além disso, a maioria dos pedidos de indenização, cerca de 83%, envolveu problemas de saúde. O lado positivo é que muitas dessas ameaças à vida podem ser prevenidas com uma rotina de exames e hábitos saudáveis”, avalia a diretora de administração de apólices, Andrea Vairo.
Os dados mostram que o seguro de vida não é apenas para a morte. Por meio de uma variedade de opções de produtos disponíveis no mercado, os segurados ficam protegidos de diversos imprevistos que podem afetar também a qualidade de vida. Em 2015, o prazo médio de pagamento crédito em Prudential do Brasil foi até cinco dias úteis, após o recebimento da documentação necessária. Os produtos com mais sinistros acionados foram: Renda Hospitalar, com 42%, e Doenças Graves, com 37%.
Veja no site da empresa quais os produtos disponíveis para prevenir perdas com acidentes e também os serviços prestados para prevenir doenças.
Com a chegada do feriado de Carnaval, muitas famílias estão programando deixar a cidade para aproveitar a folia. Preocupado com os altos índices de acidentes no período de folga, o Sindicato das Empresas de Seguros Privados, de Resseguros e de Capitalização dos Estados de Minas Gerais, de Goiás, do Mato Grosso e do Distrito Federal (Sindseg MG/GO/MT/DF) lança, no dia 1º de fevereiro, a sua primeira campanha educativa de 2016, intitulada Viajar Seguro.
O objetivo é alertar as pessoas sobre a importância do respeito às leis de trânsito nas estradas. Para alcançar essa meta, foram criadas duas peças, no formato backbus, que serão veiculadas na traseira dos ônibus que circulam pelas principais ruas e avenidas de Belo Horizonte. De acordo com Augusto Frederico Costa Rosa de Matos, presidente do sindicato, essa ação é fundamental nesta época do ano e será estendida até o final de fevereiro.
Para reforçar e alcançar um público maior, a campanha também marcará presença nas mídias sociais e no site do Sindseg MG/GO/MT/DF. Serão produzidos posts com dicas de viagem e segurança. Durante a ação, serão utilizadas as hashtags #FoliaoPrevenido, #FoliaoFamilia, #MotoristaFoliao e #Viajar Seguro.
“Um dos focos do Sindseg MG/GO/MT/DF é disseminar a cultura do seguro, levar dicas de segurança para diversas pessoas que vão deixar a cidade. E, além dos motoristas, é importante conscientizar os passageiros. Eles também precisam estar atentos à importância do uso do cinto de segurança, entre outras atitudes que podem fazer a diferença”, diz.
A iniciativa foi inspirada pela Organização das Nações Unidas (ONU), pois, baseada em estudos da Organização Mundial de Saúde, a ONU estabeleceu que o período entre os anos de 2011 e 2020 seria a Década de Ação para a Segurança Viária. Somente em 2015, o projeto Viajar Seguro impactou mais de 1 milhão de pessoas.
Além da campanha Viajar Seguro, o Sindseg apoia o movimento Maio Amarelo e outras ações, dentro do programa Trânsito+Seguro, que promovem a redução e o combate da violência no trânsito e nas ruas.
Até pouco tempo atrás cada uma das 28 subsidiárias da empresa de seguros americana Liberty gerenciava os negócios à sua própria maneira. Isso começou a mudar em 2013, com a criação de um sistema padronizado de gestão. O escritório brasileiro, um dos maiores da empresa fora dos Estados Unidos, foi o primeiro a adotar a novidade — até agora outros três já seguiram o mesmo caminho.
Hoje, cada um dos 1.700 funcionários da subsidiária tem a meta de encontrar e resolver problemas em sua área todos os anos. “Precisávamos garantir que todos enxergassem sua contribuição nos resultados”, diz Carlos Magnarelli, presidente da Liberty no Brasil.
Até agora cerca de 10.000 melhorias foram identificadas e metade delas já foi implementada. Uma maneira poderosa de encontrar oportunidades de melhoria tem sido a comparação de resultado dos mesmos gastos em áreas diferentes. À medida que a empresa replicar o modelo em outros países, comparações globais deverão multiplicar os ganhos. Veja a seguir os pilares do novo sistema.
1- Problema para todos
Em 2013, na estreia do modelo, os funcionários foram convocados a identificar problemas em sua área, mas não havia metas. Em 2014, cada um teve de apontar e resolver ao menos um problema. Em 2015, a meta dobrou para duas melhorias.
2- Imersão
Uma equipe de dez pessoas, subordinada à diretoria de projetos, serve como consultoria interna. Nas áreas mais críticas, o time faz uma imersão. Na de cobrança, permaneceu por seis meses e elevou a produtividade em 37% de 2014 para 2015.
3- Embaixadores
Além da consultoria interna, outras 36 pessoas espalhadas pelas demais áreas da empresa foram treinadas e se tornaram responsáveis por prestar assistência no processo e garantir que todos seguissem corretamente o novo modelo.
4- Padronização
Comparar as mesmas atividades em áreas diferentes tem ajudado a localizar oportunidades de melhoria. Ao levar processos de venda de um produto na Região Sul para outros estados, as receitas desse produto saltaram 126% no país.
5- Transparência
Diretores e gerentes fazem reuniões individuais com os integrantes de suas equipes e usam painéis afixados à vista de todos para acompanhar o andamento do projeto de melhoria de cada funcionário.
Resultados
No período entre janeiro e novembro de 2015, as vendas da Liberty no segmento de automóveis, principal negócio da companhia, foram de 2 bilhões de reais — 11% mais em relação ao mesmo período do ano anterior. A média de crescimento do mercado foi de 3%. O índice de clientes satisfeitos subiu de 53% para 59% ao longo de 2015.
Os segurados e corretores da Liberty Seguros já podem sinalizar de maneira online sinistros residenciais pelo Meu Espaço Cliente e do Meu Espaço Corretor. A novidade oferece uma alternativa ao atendimento via central telefônica.
“O aviso sinistro web é mais um serviço que a Liberty Seguros oferece com foco no atendimento excepcional para clientes e corretores”, diz Etienne Gonçalves, gerente de Marketing Digital e DBM. “Além de comodidade, o novo sistema também vai agilizar o contato do corretor e do segurado”, finaliza.
O aviso web está disponível para sinistros residenciais como alagamentos ou inundações, incêndio, furto ou roubo de bens, impacto de veículos, todos especificados no Meu Espaço Cliente/Corretor. Para outros sinistros que não estiverem na lista, o atendimento continuará sendo feito via central telefônica.
A comodidade também é oferecida para sinistros de automóvel e, em breve, deve ser disponibilizado para os sinistros de vida. Inicialmente, o serviço pode ser acessado apenas via desktop.
Não vamos esperar o que o governo pode fazer pelo mercado segurador. Vamos discutir o que nós podemos fazer para ajudar o Brasil a crescer. Essa foi a linha mestra para as discussões sugerida por Alfredo Lalia, executivo que presidiu a abertura do 2o. Seres – Fórum Seguros e Resseguros, que acontece hoje e amanhã em São Paulo.
Os indicadores mostram que os economistas erraram a mão nas projeções no inicio de 2015 e a economia teve um desempenho bem pior do que as previsões. Já em seguros, se observa um crescimento nominal de 10% quando se analisa o todo. Porém, quando se analisa os segmentos do setor, percebe-se que linhas antes rentáveis enfrentam desafios. “Produtos de boa margem apresentaram crescimento nominal médio de 5%, menos do que a inflação, enquanto as despesas avançaram 10%. Isso mostra que as seguradoras estão com suas margens sob pressão e seria interessante discutirmos a estratégia para lidar com isso”, sugeriu o presidente da mesa do Seres, referindo-se a nichos como automóvel e patrimoniais.
Laila, que deixa a HSBC Seguros, absorvida pelo Bradesco, para assumir novos desafios (todos comentam que ele vai comandar a Zurich Santander, mas ele não confirma), comentou trechos da conversa que teve com seu novo chefe durante o processo seletivo. Segundo ele, a aposta da nova empresa é seguir investindo no Brasil por vários motivos, entre eles, os recursos naturais incríveis; a demografia, com mais jovens do que idosos, o que ajuda muito uma economia crescer; a força do sistema financeiro, citando o episódio de um presidente de banco ter tido a prisão decretada e isso não ter gerado grandes problemas; e também ressaltou a legitimidade do poder judicial. “Para ele, não tem porque deixar de investir no Brasil. O país está em crise por escolhas que fizemos no passado, mas o eixo central está ai, pronto para ser desenvolvido e tomar corpo na economia mundial”, conclui.
Samy Hazan, diretor de planejamento corporativo da Yasuda Marítima, apresentou à plateia alguns indicadores financeiros da indústria de seguros. O que mais chamou a atenção foi a diferença da lucratividade entre seguradoras ligadas a bancos e as independentes. O retorno do investimento (ROE) das seguradoras ligadas a bancos chegou a 43% em 2014, enquanto as companhias que operam com canais de distribuição tradicionais apresentaram índice de 10,8%. Em 2010, o ROE era de 19,5% e 13,1%, respectivamente. “A tendência é das seguradoras independentes aumentarem a lucratividade, uma vez que já melhoraram muito a eficiência operacional e a implementação de modelos de subscrição de riscos”, acredita o executivo da Yasuda.
Ferrara: drible na crise com inovação
José Adalberto Ferrara, CEO da Tokio Marine e que trabalhou por quase 20 anos em bancos, concorda com Hazan. Esse retorno elevado do bancassurance (venda de seguro por meio de bancos) atrai os investidores, ainda mais aqueles acostumados a apostas no longo prazo, como é o caso da cultura japonesa. “O ânimo é de investir no Brasil. A visão do japonês é de longo prazo. A questão do ambiente macro é cíclica e tem a ver com o momento politico. Há um enorme mercado a ser conquistado”, reforçou Ferrara.
Para ilustrar seu discurso, o CEO da Tokio apresentou alguns números. A penetração do consumo de seguros no PIB brasileiro é de 4%. Se o Brasil quisesse perseguir os EUA e chegar a 7%, significaria mais R$ 200 bilhões a cada ano nas vendas do setor. Se a meta fosse fazer como a Inglaterra, cujo setor responde por 12% do PIB, seriam R$ 470 bilhões a mais aos números locais. “Se consideramos que a economia da Inglaterra é só 30% maior do que a do Brasil, percebemos o potencial que temos para conquistar”, comenta.
A questão é: como crescer diante de indicadores macroeconômicos tão perversos. A queda das vendas da indústria automotiva de 23%, até novembro de 2015, afeta sobremaneira a venda de seguro de carro. A redução de crédito bancário impacta tanto a demanda por seguro de carro como de residência. Os seguros vendidos pelas lojas de varejo, como garantia estendida, acidentes pessoais e prestamista, sofrem com o fato de as lojas entrarem em recuperação judicial. A redução nos investimentos em projetos afeta a área de transportes, de grandes riscos e também de seguros financeiros como i seguro garantia. E, finalmente, o crescimento da taxa de desemprego devasta tudo e todos.
Para manter o crescimento, Ferrara conta que a saída tem sido a aposta em pessoas e processos, inovação em produtos e serviços, eficiência na entrega para o cliente e muita, muita paixão no que faz. Com essa receita, a Tokio Marine tem crescido em vendas e rentabilidade, sem prejudicar a eficiência operacional, com índice combinado abaixo de 100%. Em 2011, o grupo faturava R$ 1,6 bilhão e fechou 2015 com R$ 3,8 bilhões. A meta é crescer 15% em 2016 e outros 15% em 2017, para encerrar esse ciclo com R$ 5 bilhões em prêmios emitidos.
“Temos buscado novos mercados, como os produtos de nichos para PME e também nos preparando para o seguro popular de carro, que acaba de sair de consulta pública e previsto pela Susep para entrar em vigor ainda neste semestre”, citou. Em suas contas, estão sem seguro 3 milhões de veículos, 59 milhões de moradias e 2,4 milhões de pequenas e médias empresas. “Tenho convicção que podemos buscar essa produção em parceria com o corretor, cada dia mais consciente da necessidade de empreender. Nossa missão, minha e de todos nós do setor, é trabalhar para difundir a cultura de seguros na sociedade brasileira. Para isso, é preciso inovar e simplificar para que o consumidor seja atraído por algo que é importante para ele”, afirmou.
Eduardo Kozma, superintendente de canais diferenciados da Porto Seguro, abordou o empreendedorismo do corretor e afirmou que o grupo vem apostando no desenvolvimento do corretor de seguros e que tem obtido muito sucesso com essa jornada. “Assim como as seguradoras, os corretores já perceberam que se não embarcarem na tecnologia hoje disponível perderão mercado”.
Além do corretor, canal tradicional de vendas das seguradoras, as companhias têm apostado, desde 2000, no desenvolvimento de canais alternativos de vendas, como o seguro ofertados nas contas de concessionárias de serviços, nas faturas de cartões de crédito e pelo vendedor da loja de varejo. Só que essas três grandes máquinas de vendas estão sem fôlego atualmente, seja por conta da determinação de órgãos reguladores, seja pelo enfraquecimento do poder de compra das classes C e D.
“Apesar deste momento difícil, a boa notícia é que desenvolvemos muita inteligência para vender seguros massificados, com requer produtos com preços acessíveis, linguagem simples e muita tecnologia tanto no pré como no pós venda”, disse Evandro Baptistini, diretor comercial da Pan Seguros, cujo controle está sendo negociado pelo BTG Pactual com a francesa CNP, controladora da Caixa Seguros.
Velasques: Sabedoria humana aliada à TI
No entanto, só a tecnologia não basta, afirma Eugênio Velasques, diretor executivo da Bradesco Seguros, que abordou em sua palestra no Seres as transformações de seguros para os próximos anos. “A mudança é inevitável. As locadoras de vídeos foram substituídas pelo Netflix, as empresas de internet tem valor de mercado maior do que grandes bancos, já estamos vendo testes com carros sem motoristas e crianças de um ano já usam o celular com desenvoltura por ser esse o primeiro brinquedo da nova geração. No entanto, a sabedoria humana é essencial em um setor como o de seguros, pois os milhares de aplicativos de seguradoras já disponíveis nas lojas como Apple e Google Play servem para muitas coisas, mas não são capazes de entender a urgência do nosso cliente em tratamento de saúde ou daquele que espera ser socorrido por um guincho porque o carro quebrou no meio da noite. A sabedoria humana, como ter alguém que saiba mudar a rota se algo saiu da curva de sequências traçada no aplicativo, é vital para o sucesso da operação”, sentenciou Velasques.
Ou seja: há oferta para todos os públicos e a demanda está enfraquecida momentaneamente, porém todos trabalham desesperadamente para elevar vendas e lucratividade e assim manter o acionista interessado em apostar capital no mercado segurador brasileiro. Há muito ainda a ser feito, principalmente na entrega do produto. O maior volume de queixas vem do não entendimento do que estava coberto na apólice de seguro e da demora em ressarcir o cliente insatisfeito. Incluídos aqui grandes empresas ou singelos compradores de televisores em lojas do comércio. Fora isso, basta apostar na propaganda e nas mídias sociais para entender quem é o consumidor, o que ele quer em proteção, como quer ser atendido e como quer pagar. Feito isso, o projeto de seguro ter participação de 8% no PIB será finalmente conquistado.
A Zurich, seguradora global que atua em mais de 170 países, tem 143 anos de existência e mais de 70 anos de experiência no Brasil, montou uma equipe especial para atender as vítimas das fortes chuvas que atingiram a região de Poços de Caldas (MG) na última semana. O grupo, em esquema de força-tarefa, foi criado para atender melhor e com total agilidade os casos de sinistros comunicados. Além de pontos de alagamento, incluindo ruas centrais, a tempestade arrastou diversos carros, muitos dos quais colidiram entre si.
A Zurich assegura uma frota significativa na cidade e, devido à ocorrência, já foram registrados dezenas de sinistros em veículos afetados. Com a força tarefa, os sinistros são cadastrados, regulados, e os prejuízos definidos no mesmo dia em que o segurado efetua a comunicação.
A Zurich tem como compromisso prestar auxílios junto às comunidades onde está inserida e tem como missão manter o foco no cliente, por isso considera importante ter equipe alocada na região, prestando assistência e apoio neste momento delicado.
Zurich em Poços de Caldas
– Elaboração de um plano de atendimento emergencial
– Orientação junto aos Corretores da cidade e região a abrir o sinistro e enviar relação de avisos duas vezes ao dia, para que seja agilizado o atendimento junto à reguladora
-Definição do prejuízo no mesmo dia em que a ocorrência é comunicada
O Bradesco divulgou hoje lucro líquido ajustado do exercício de 2015 de R$ 17,8 bilhões, avanço de 16,4% em relação a 2014. Quanto à origem, R$ 12,5 bilhões provenientes das atividades financeiras, correspondendo a 70,4% do total, e por R$ 5,2 bilhões gerados pelas atividades de seguros, previdência e capitalização, representando 29,6% do total e 20% acima do ganho divulgado em 2014, de R$ 4,4 bilhões. Os prêmios emitidos de seguros, contribuição de previdência e receitas de capitalização totalizaram R$ 64,6 bilhões em 2015, evolução de 15,1% em relação ao ano anterior. As provisões técnicas alcançaram R$ 177,8 bilhões, apresentando uma evolução de 16% em relação ao saldo de dezembro de 2014.
Abaixo o release divulgado pelo grupo:
O Grupo Bradesco Seguros, com atuação multilinha no mercado segurador brasileiro e presença em todas as regiões do país, encerrou 2015 com faturamento de R$ 64,3 bilhões, o que representa crescimento de 15,1% sobre o ano anterior, nos segmentos de seguros, capitalização e previdência complementar aberta. Com esse resultado, o Grupo segurador completa uma década com evolução anual acima de dois dígitos.
O lucro líquido registrou evolução de 20,0%, apresentando Retorno sobre o Patrimônio Líquido Ajustado de 24,2%.
Na comparação com 2014, os segmentos que apresentaram evolução acima de dois dígitos foram Saúde (20,1%) e Vida e Previdência (18,1%).
No segmento Saúde, todos os produtos apresentaram expansão, com destaque para a carteira de pequenas e médias empresas, que superou a marca de um milhão de vidas e encerrou o ano com crescimento de 15,2%. Foram realizados mais de 130 milhões de atendimentos e procedimentos, entre partos, cirurgias e outros.
No total, são mais de 4,4 milhões de segurados em Saúde, consolidando a liderança do Grupo Bradesco Seguros em faturamento no mercado brasileiro de saúde suplementar.
Outro resultado importante ocorreu no segmento de Vida e Previdência, com a evolução da Previdência Privada em 19,8%, na comparação com 2014.
Em 2015, os ativos financeiros alcançaram a marca de R$ 192 bilhões, equivalentes a cerca de 30% do total administrado pelo mercado segurador brasileiro, o que corresponde a um crescimento de 15,6% em relação ao ano anterior.
Já as provisões técnicas registraram aumento de 16%, fechando o ano em R$ 178 bilhões, ante R$ 153 bilhões em 2014. O total pago em indenizações e benefícios atingiu R$ 45,3 bilhões, evolução de 17,5% em relação aos R$ 38,5 bilhões registrados em 2014.
Entre os indicadores de desempenho, merece destaque o Índice de Eficiência Administrativa, que, na comparação com 2014, passou de 4,3% para 4,1% – quanto menor o valor, melhor a performance.
Essas conquistas decorrem diretamente dos investimentos feitos nos últimos anos pelo Grupo Bradesco Seguros, no sentido de aprimorar sua estratégia de atuação.
A estratégia do Grupo contempla uma estrutura multirramo, com aprimoramento da visão única de clientes e corretores, rapidez e dinamismo no atendimento, maior eficiência da força de vendas e redução de custos operacionais.
Pelo 14º ano consecutivo, a marca Bradesco Seguros – patrocinadora oficial dos Jogos Rio 2016, com o Banco Bradesco, e seguradora oficial do evento – foi apontada pelo Instituto Datafolha como Top of Mind na categoria “Seguros”. O reconhecimento é concedido anualmente às marcas mais lembradas pelo consumidor.
Vinculado à Comissão de RG, Grupo acompanhará o planejamento operacional dos Jogos
A CNseg criou, no âmbito de sua Comissão de Recursos Humanos (CRH), o Grupo de Trabalho Olimpíadas 2016, com o objetivo de acompanhar o planejamento operacional da Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro durante o evento, disseminando as informações para as empresas do setor, como também fazendo sugestões, a fim de diminuir possíveis impactos operacionais.
Em 13 de janeiro, ocorreu a terceira reunião dos Agentes Olímpicos, organizada pela Empresa Olímpica Municipal (EOM), da qual, na qualidade de Agente Olímpico do Mercado Segurador, compareceu o superintendente de Administração e Finanças da CNseg, Luis Felipe de Oliveira Santos. Entre os assuntos tratados, o da ampliação da área de restrição à circulação de veículos de carga e operações de carga e descarga durante o período dos Jogos, quando serão estabelecidas faixas dedicadas, prioritárias e compartilhadas nas principais vias da cidade. Na Av. Brasil, haverá ainda restrições a caminhões de carga, que só poderão circular por um período de 6 horas diárias.
Outra iniciativa da Prefeitura é a disponibilização do Cartão de Transporte Olímpico, que permitirá a integração de diversos modais de transportes (ônibus municipais, metrô, vans credenciadas, trens, VLT e barcas, além dos teleféricos), com a venda sendo feita pela internet.
Durante a reunião dos Agentes Olímpicos, foi afirmado, ainda, que, caso os modais de transportes da cidade não deem vazão adequada no período dos jogos, é esperado que as empresas concedam férias coletivas e/ou organizem esquemas de trabalho home office.
Além de Luis Felipe, participam ainda do Grupo de Trabalho GT Olimpíadas 2016 da CNseg Renata Abreu do V. Schaeffer, da Generali; Rosana Gonçalves de Rosa, da Bradesco Seguros, e Vera Lucia Videira, da Tokio Marine.
A próxima reunião dos Agentes Olímpicos está agendada para 29 de fevereiro, quando os membros do GT devem apresentar uma pauta de sugestões e questionamentos.
“Foco e disciplina; estratégico e sagaz. Determinado. Um italiano que parece alemão na determinação, mas com um coração de italiano. Um grande homem, antes de ser o melhor executivo com quem trabalhei ate hoje”, disse Antonio Cassio dos Santos, CEO das operações da seguradora italiana para a região Américas, sobre Mario Greco, que deixa de ser o CEO mundial da italiana Generali para retornar para a Zurich como CEO mundial de Seguros Gerais, posto que deixou em junho de 2012 para colocar a seguradora italiana no caminho da rentabilidade. Meta cumprida, o executivo aceitou o desafio e a polpuda oferta para agregar valor no time do grupo suíço.
Em comunicado, Greco afirmou: “Como muitos jogadores globais, a empresa tem enfrentado desafios nos últimos tempos, mas eu sei que o grupo Zurich, a amplitude do talento e a poderosa marca podem fornecer todos os ingredientes para o nosso sucesso futuro”. Segundo noticiou o jornal inglês Financial Times, ele recebeu uma proposta irrecusável, com números que chegam a 12 milhões de francos suíços. Ele permanecerá no cargo até o encontro anual de acionistas, evento que ocorrerá em breve para aprovar os resultados financeiros consolidados de 2015.
Segundo notícia da Reuters no início de janeiro, ambas são candidatas a comprar a Pan Seguros, cujo controle foi colocado a venda pelo BTG Pactual, que por sua vez ainda está no prazo de negociação exclusiva com a francesa CNP. A operação da Zurich no Brasil e América Latina foi completamente reformulada em 2015 e várias nomeações foram anunciadas: Emanuel Baltis como CEO de Global Corporate para o Brasil; Alexandre B. Boccia como CEO de Vida, Previdência e Capitalização para o Brasil; Edson Franco, CEO de Vida e Previdência para América Latina; Claudia Dill como CEO de Seguros Gerais para a América Latina; e CEO de Seguros Gerais David Colmenares para o Brasil, no cargo desde o início de 2015.
A Zurich Brasil tem cerca de 1,5 mil funcionários e 31 filiais no país, com mais de 10 mil corretores. Seus principais produtos são automóvel, garantia estendida, D&O, risco de engenharia, property e linhas financeiras. Faturou R$ 1,8 bilhão em 2014, 5% acima de 2013.
Já a Generali, comandada por Hyung Mo Sung desde agosto de 2014, segue seu plano estratégico no Brasil. Deixou de operar em alguns segmentos e ingressou em outros, com a reformulação em abril de 2015, quando Antonio Cassio dos Santos assumiu o comando das operações da seguradora italiana para a região Américas, com seis países da América Latina e também os negócios na América do Norte. É uma das principais seguradoras estrangeiras na América Latina, com presença significativa no Brasil, Argentina, Colômbia, Guatemala, Equador e Panamá, com € 1,3 bilhão em prêmios em 2014. O grupo também está presente na América do Norte com uma ampla gama de produtos e serviços de seguros atendendo clientes multinacionais do grupo.
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