Capitalização encerra 2015 com R$ 21,5 bi, queda de 1,6%

RESERVAS DA CAPITALIZAÇÃO CRESCEM 3,7% EM 2015

No período foram distribuídos mais de R$ 1 bilhão em prêmios

Rio, 11/02/2015 – A FenaCap (Federação Nacional de Capitalização) divulgou o balanço das atividades do segmento no ano de 2015. O volume das reservas técnicas, montante relativo aos depósitos efetuados em títulos de capitalização e que retornam aos clientes sob forma de resgates ao fim dos planos, registrou um crescimento de 3,7%, em relação ao ano de 2014, atingindo a marca de R$ 31,058 bilhões.

Os títulos de capitalização da modalidade Incentivo, voltados para pessoas jurídicas, e os títulos para garantia locatícia têm contribuído para a consolidação dos produtos de capitalização como solução de negócios com sorteios – diz Marco Antonio Barros, presidente da FenaCap. Os títulos da modalidade Incentivo, que já representam 5% no faturamento global do setor, permitem a realização de ações promocionais de vendas ou de fidelização de clientes. “A versatilidade do produto permite sua vinculação a qualquer outro produto de empresas, independentemente de porte ou segmento”, completa Barros. As soluções para garantia locatícia, por sua vez, tiveram um crescimento superior a 6,46% . “O interesse é cada vez maior, pois o produto substitui o fiador nas transações de aluguel residencial e comercial.

Ainda de acordo com o balanço, o setor distribuiu em sorteios um total de R$ R$ 1,061 bilhão aos portadores de títulos em 2015, o equivalente a R$ 4,2 milhões por dia útil em premiações pagas. Outros R$ 17,349 bilhões retornaram à sociedade sob a forma de resgates totais ou parciais.

A instabilidade econômica acabou gerando um novo comportamento nas famílias brasileiras. Agora, o objetivo dos clientes de capitalização é constituir uma reserva financeira para depois utilizar esse montante da melhor forma, assinala o presidente da FenaCap.

Em 2015, a FenaCap em parceria com o Instituto Overview, realizou uma pesquisa qualitativa que mostrou, entre outros resultados, que o principal sonho dos entrevistados, segundo a pesquisa, continua sendo o de comprar a casa própria. A surpresa ficou por conta do segundo lugar na lista dos desejos: o custeio do estudos desbancou a compra do carro, que sempre foi imbatível nessa posição.

O faturamento do setor no ano de 2015 atingiu R$ 21,510 bilhões. “Em função do desempenho da economia no ano de 2015 a receita do segmento ficou dentro do esperado, apresentando um pequeno recuo (-1,65%).

A região Nordeste liderou o ranking de premiações em 2015. Ao todo os clientes contemplados de Alagoas, Bahia, Ceará, Maranhão, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Rio Grande do Norte e Sergipe dividiram cerca de R$ 125 milhões em prêmios, registrando um crescimento de 20,42% no montante das premiações para a região.

Seminário da APTS discutirá os impactos da crise econômica no seguro D&O

Por Márcia Alves

A crise econômica está provocando o aumento de contratações do seguro de Responsabilidade Civil para executivos, conhecido como seguro D&O (sigla em inglês de Directors and Officers Liability Insurance). “Com a crise, as pessoas se tornam mais sensíveis a riscos, o que reflete no aumento da demanda por este produto”, explica a advogada Thabata Najdek, Underwriter Financial Lines na Allianz Global Corporate & Specialty (AGCS).

Thabata abordará o assunto durante sua participação no seminário “Crise no seguro de Responsabilidade Civil: os reflexos de casos recentes no país”, que APTS promoverá no dia 24 de fevereiro, das 9h às 12h, no auditório da Funenseg, na Rua São Vicente, nº 181. Na ocasião, ela apresentará o tema “Impactos da crise econômica nos seguros de D&O e E&O”.

A advogada também analisará as consequências dos casos de corrupção no D&O, como o aumento de preços e o maior rigor das seguradoras na aceitação do seguro. Ela reconhece que houve considerável aumento de taxas e de restrições nas coberturas, mas esclarece que essas condições não se aplicam a todas as empresas. “Para as empresas com maior risco de corrupção, obviamente, a cobertura está mais restritiva e, em alguns casos, pode haver dificuldade na contratação. No entanto, para as demais empresas, os prêmios continuam baixos e a oferta de coberturas é bem ampla”, diz.

Programação

Seminário “Crise no seguro de Responsabilidade Civil: os reflexos de casos recentes no país”

Data: 24 de fevereiro de 2016, das 9h às 12h

Realização: APTS

Local: Auditório da Funenseg – Rua São Vicente, 181, São Paulo (SP)

1º Painel

۰“Os atos de corrupção e as consequências no seguro de Responsabilidade Civil”. Apresentação: Sergio Barroso de Mello, presidente do GNT de Responsabilidade Civil e Seguro da Associação Internacional de Direito do Seguro (AIDA) e sócio da Pellon & Associados.

2º Painel

۰ “Impactos da crise econômica nos seguros de D&O e E&O”. Apresentação: Thabata Najdek, Underwriter Financial Lines na Allianz Global Corporate & Specialty (AGCS).

۰ “Seguro de Responsabilidade Civil dos Estabelecimentos e Profissionais da área de Saúde: A complexidade da comercialização e a preservação dos interesses do consumidor”. Apresentação: Thalita de Fátima Barbato Graciolli, gerente de Sinistros da Zênite Assessoria e Consultoria.

Informações e inscrições: (11) 3227 4217 e 3229 6503 ou pelo e-mail: apts@apts.org.br

Programa Porteiro Amigo do Idoso capacitou mais de mil profissionais em 2015

eugenio velasquesNesta terça-feira, 16 de fevereiro, o Programa Porteiro Amigo do Idoso encerraa atual etapa, iniciada em março de 2015. No total, serão 50 turmase 600 horas de aula, totalizando 1.050 porteiros capacitadosao longo de 11 meses. Iniciativa do Grupo Bradesco Seguros,o programa capacita profissionais de portaria que lidam diariamente com moradores longevos a oferecer soluções e cuidados adequados às suas necessidades. As turmas acontecem no Rio de Janeiro – no bairro do Flamengo – e Santo André, de hoje (16) a quinta (18). Desde que foi lançado, em 2010, em Copacabana, bairro com maior concentração de idosos no país, o programa terá capacitado cerca de 1.700 porteiros.

Os porteiros foram apontados como “o melhor amigo do idoso”, em pesquisa realizada pela Organização Mundial da Saúde (OMS) em 32 países, com 1.500 pessoas da terceira idade. A metodologia de ensino, desenvolvida pelo Senac RJ, inclui uma vivência para que os alunos aprendam a se colocar no lugar dos idosos. Óculos para dificultar a visão, pesos nos pés e aparelho auricular, entre outros artifícios, são utilizados de forma que os porteiros sintam as limitações da idade e reflitam sobre as dificuldades enfrentadas pelos mais velhos.

Lançado há seis anos em Copacabana, no Rio de Janeiro, e dois anos mais tarde em São Paulo (bairro de Higienópolis), a iniciativa – pioneira e inteiramente gratuita – foi estendida, na fase que se encerra esta semana, a novos bairros do Rio de Janeiro — Botafogo, Flamengo e Tijuca —, outros municípios do estado de São Paulo — Campinas, Ribeirão Preto e Santo André —, e dois novos estados: Minas Gerais e Espírito Santo.

“Com a extensão das aulas para novas cidades do país, o programa Porteiro Amigo do Idoso ganhou ainda mais projeção. Esse investimento faz parte do compromisso do Grupo Bradesco Seguros com ações que incentivem a conquista da longevidade com qualidade de vida, saúde e bem-estar”, explica Eugênio Velasques.

A iniciativa se destaca em um cenário de envelhecimento acelerado. Segundo o último levantamento divulgado pelo IBGE, a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD/2013), até 2050 a população de idosos no Brasil passará dos atuais 13% para 30%, o mesmo percentual do Japão.

O programa Porteiro Amigo do Idoso foi desenvolvido sob a orientação do médico e pesquisador em saúde pública Alexandre Kalache, conselheiro sênior sobre Envelhecimento Global da Academia de Medicina de Nova York (The New York Academy of Medicine) e ex-coordenador de programas de envelhecimento da Organização Mundial da Saúde (OMS), onde idealizou o conceito Cidade Amiga do Idoso. Considerado uma das maiores autoridades internacionais em gerontologia, Kalache é consultor do Grupo Bradesco Seguros para questões relacionadas à longevidade.

Pesquisa realizada pelo Instituto para o Desenvolvimento do Investimento Social (IDIS) com os participantes do curso revelou que 86% tiveram suas expectativas superadas, 92% avaliaram o programa como ótimo e 92% o recomendariam a outros profissionais.

Alagoas receberá seminário “Lei do Desmonte, Acidentologia e Vitimação no Trânsito”

Release

A série de seminários “Lei do Desmonte, Acidentologia e Vitimação no Trânsito” segue com o seu calendário de apresentações na próxima quinta-feira, dia 18 de fevereiro, às 15h, na cidade de Maceió (AL). Promovido pela Federação Nacional dos Corretores (Fenacor), com o apoio da Federação Nacional de Seguros Gerais (FenSeg) e da Escola Nacional de Seguros, o evento que vem percorrendo o país desde agosto do ano passado tem o intuito de divulgar e informar ao poder público e aos cidadãos sobre os impactos positivos da Lei Federal 12.977/14, conhecida como “lei do desmonte”, em vigor desde o dia 20 de maio de 2015. “O combate à criminalidade urbana e ao comércio clandestino de autopeças são alguns dos objetivos desta norma”, comenta o diretor executivo da FenSeg, Neival Freitas.

Além de corretores de seguros, executivos de seguradoras, autoridades do trânsito, do meio ambiente e da segurança pública, o evento também contará com a presença do diretor do Centro de Pesquisa e Economia do Seguro, Claudio Contador; do integrante da Frente Parlamentar de Redução de Acidentes no Brasil e presidente do Observatório Nacional de Segurança Viária, José Aurélio Ramalho; do economista Marcio Norton; e do ex-deputado, autor da lei, e atual presidente da Fenacor, Armando Vergilio. Na ocasião, os participantes debaterão a formulação, estruturação e aplicabilidade da lei, além de questões como os custos para a sociedade. “Vamos trabalhar juntos para que mudanças realmente aconteçam no cotidiano das pessoas”, afirma Armando Vergilio, acrescentando que a venda de peças ilegais é uma realidade do país, que precisa mudar, pois afeta vários setores da sociedade, como a segurança pública e o mercado de seguros.

Para Neival Freitas o combate ao comércio clandestino de peças também irá reduzir o índice de roubos e furtos. “A maior parte dos veículos roubados ou furtados e não recuperados são direcionados para desmanches clandestinos”, afirma o diretor executivo da FenSeg. Dados de 2015 (janeiro a dezembro) compilados pela Secretaria de Segurança Pública dos estados brasileiros apontam que foram roubados ou furtados no país mais de 505 mil veículos, o que representa uma média de 57 veículos roubados a cada hora. Uma das vantagens da Lei será a possibilidade da criação de um mercado formal de comercialização de peças usadas com origem comprovada, para atendimento de um público potencial de mais de 30 milhões de motoristas.

Mas, a Lei Federal 12.977/14 ainda é bem mais abrangente. Segundo Neival Freitas (FenSeg), além de refletir diretamente na questão da criminalidade, trata outros aspectos importantíssimos como o descarte adequado de resíduos sólidos e fluidos dos veículos (em acordo com a Política Nacional de Resíduos Sólidos – PNRS). “O combate eficiente ao desmanche clandestino permitirá uma redução nas fraudes em seguros, realizadas através de falsa comunicação de roubos e furtos com a destinação do veículo àqueles desmanches”, acredita o diretor executivo da FenSeg. Os benefícios também poderão ser sentidos no meio ambiente com a preservação dos solos, principalmente próximos a rios e lençóis freáticos e na saúde. “Acreditamos que também haja uma redução da concentração de veículos em pátios com a mitigação de doenças, principalmente a zika e a dengue”, complementa Neival.

Depois de Maceió (AL), o seminário seguirá para Florianópolis (SC), no dia 1º de março; Teresina (PI), no dia 15 de março; São Luís (MA), no dia 17 de março; Palmas (TO), no dia 29 de março; e Belém (PA), no dia 31 de março.

Serviço: Seminário “Lei do Desmonte, Acidentologia e Vitimação no Trânsito”

Maceió

Data: 18 de fevereiro de 2016 (quinta-feira)

Horário: 15h

Local: Auditório do Detran AL (Avenida Menino Marcelo, 99 – Cidade Universitária)

Inscrição gratuita: http://www.funenseg.org.br/eventos/evento.php?idrc=2398

Seguro de crédito ajuda a minimizar prejuízos gerados pela inadimplência

magno AonRelease

No atual panorama econômico, com crescimento da inflação, aumento nas taxas de juros, disparada do dólar e alta do desemprego, o consumo vem caindo e as empresas têm dificuldade para equilibrar seus caixas, chegando ao ponto de recorrer a medidas extremas para continuar em operação. Segundo levantamento da consultoria e corretora de seguros Aon, isso vem ocorrendo com mais intensidade: de janeiro a outubro, o número de recuperações judiciais subiu cerca de 40% em relação ao mesmo período de 2014. Os números de mercado relativos aos estabelecimentos devedores também chamam atenção, pois atualmente são quatro milhões de empresas inadimplentes, ou seja, quase a metade das que estão em operação no País, que totalizam 7,9 milhões.

Para Magno Guimarães, gerente de produtos financeiros da Aon, esses dados refletem não somente o momento da crise pelo qual passa o país, mas também a falta de preparo das empresas para manter a competitividade e evitar grandes perdas. “É preciso fazer um planejamento de longo prazo e é justamente nesse ponto que entra o seguro, pois além de garantir o recebimento de vendas futuras, ele possibilita às empresas fazer melhor a utilização de seu capital produtivo melhorando a rentabilidade e competitividade no mercado”, recomenda.

Nesse sentido, a principal cobertura é o seguro de crédito, que é elaborado para evitar perdas em todas as faixas de carteira e transferir o risco para o mercado segurador. “Ao garantir o recebimento de vendas futuras, as empresas podem planejar melhor a utilização de seu capital produtivo”, explica Magno. Outros benefícios para as empresas com essa modalidade são o acesso a um capital mais barato, redução de custos de cobrança e com agências de informação e melhora nos índices de balanço, entre outros. “O seguro de crédito é uma ferramenta estratégica importante que resulta em aumento de vendas e na melhoria nas práticas de governança corporativa, duas condições fundamentais para atravessar a crise”, comenta o executivo.

Em função da necessidade de proteção, as empresas acionam mais o seguro: a sinistralidade das apólices para os casos de inadimplência no período de junho de 2014 a junho de 2015 foi de R$ 749,9 milhões, o equivalente a 97% dos prêmios contratados no mesmo período para seguros de crédito e de responsabilidade (R$ 764,3 milhões). O que, no entanto, não tem impactado o setor de seguros de forma negativa. “A expectativa é que, mesmo com o aumento da sinistralidade, o mercado se mantenha estável e aberto para a contratação de novas apólices”, complementa Magno Guimarães.

Zurich divulga lucro menor em 2015 e ações para retomar lucratividade

zurich_Logo_4c [Konvertiert]A Zurich divulgou um lucro líquido de US$ 1,8 bilhão em 2015, praticamente a metade do ganho obtido em 2014, de US$ 3,9 bilhões. No quarto trimestre, a seguradora suíça divulgou prejuízo de US$ 424 milhões, diante de um lucro de US$ 860 milhões do resultado 2014. “Foi um resultado decepcionante, mesmo com todas as ações tomadas”, disse o CEO interino Tom Swaan. O lucro operacional chegou a US$ 2,9 bilhões em 2015, uma queda de 37% de US$ 4,6 bilhões em 2014. Entre as ações para retornar a rentabilidade o grupo informou que vai cortar 8 mil empregos até 2018, deixar de operar em carteiras não rentáveis, melhorar a eficiência de custos e simplificar ainda mais a organização.

O último trimestre de 2015 foi duramente impactado por pedidos de indenizações de US$ 275 milhões com as tempestades Desmond, Eva e Frank no Reino Unido e na Irlanda. Em setembro, a Zurich abandonou sua tentativa de comprar a rival RSA, depois de uma perda no terceiro trimestre US$ 200 milhões, em razão de indenizações estimadas de US$ 275 milhões com a explosão no porto de Tianjin, na China, em agosto. O índice combinado foi de 103,6%. Entre os principais focos de perda de rentabilidade estão a carteira de riscos corporativos da Zurich Global na América do Norte e dos Estados Unidos, com perdas em linhas como responsabilidade civil, construção e automóveis.

Sobre 2016, Swaan foi cauteloso. “Dado os desafios dentro do segmento de seguros gerais, é improvável que o grupo vai atingir o alvo de retorno sobre o patrimônio de 12-14% em 2016. No entanto, Zurich está no caminho certo para alcançar outras metas para 2014 a 2016”, disse. “Nós aceleramos nosso programa de eficiência e agora o objetivo é superar as ações já comunicadas anteriormente o objetivo é reduzir custos em US$ 300 milhões em 2016 e mais de US$ 1 bilhão até o final de 2018. Essa economia será alcançada através de novas tecnologias, processos enxutos e saída de ramos não rentáveis. Isto significa uma redução de 8 mil empregos nos próximos três anos.” Ele também ressaltou que o grupo tem a melhor equipe e que será reforçada com a chegada de Mario Greco, que irá liderar os preparativos para o novo ciclo estratégico”, acrescentou.

Seguro auto popular poderá trazer 20 milhões de novos clientes, diz presidente do Sincor-SP

Por Márcia Alves

Cumprindo a tradição, o Clube dos Corretores de Seguros de São Paulo (CCS-SP) reservou o primeiro evento do ano para a diretoria do Sindicato dos Corretores de Seguros de São Paulo (Sincor-SP) apresentar um balanço dos últimos doze meses e as perspectivas para o ano atual. No dia 2 de fevereiro, em almoço exclusivo para associados, realizado no Circolo Italiano, o mentor Adevaldo Calegari e toda a diretoria do CCS-SP receberam o presidente do Sincor-SP, Alexandre Camillo, e sua diretoria Executiva.

Entre as realizações do sindicato, Camillo destacou a propagação do conceito de empreendedorismo da categoria por meio de diversas ações estruturadas. Em 2015, segundo ele, o Sincor-SP contabilizou mais de dez mil credenciamentos em seus eventos com foco na capacitação e criação de um cenário favorável para a atuação dos empresários da corretagem de seguros.

Entre os exemplos, estão a grande reunião estadual Oficinas do Empreendedorismo, que contou com mais de 1,2 mil corretores de seguros em Atibaia; o Encontro dos Corretores de Seguros, que aconteceu bimestralmente em cada uma das 30 regionais; o Fórum de Oportunidades, que levou eventos de grande porte do sindicato ao interior, em dez apresentações em diferentes regiões, com programação intensa durante um dia; e o Voz do Empreendedor, que propiciou a aproximação de seguradoras, individualmente, com corretores de cada regional, além de outros. Somados às festas de fim de ano, as ações totalizam o envolvimento de 15 mil pessoas.

Sobre o desempenho do seguro automóvel, que cresceu apenas 3% no último ano, e de todo o setor, que cresceu 10% no mesmo período, Camillo considerou ambos os resultados positivos. “Enquanto a indústria decresceu 27%, aumentamos nossas vendas em 3%. É um grande feito”, disse. Ele também reforçou o conceito de valorização da categoria ao reconhecer o mérito dos corretores na consolidação do seguro de automóvel.

“Para os que dizem que o seguro automóvel não é vendido, mas comprado, lembro que 25 anos atrás os corretores iniciaram um trabalho de conscientização do consumidor e de melhoria do produto junto às seguradoras. Hoje, temos o melhor produto do mundo e isso é resultado do nosso trabalho, feito com muita resiliência e criatividade”, afirmou. “Também somos responsáveis por termos hoje um consumidor consciente da necessidade de ter seu automóvel segurado”.

Início de ano tumultuado

Na percepção do presidente do Sincor-SP, o ano começou um tanto tumultuado. Uma das notícias mais preocupantes foi impasse em relação à comercialização do DPEM (seguro obrigatório de Danos Pessoais Causados por Embarcações ou por suas Cargas), oferecido, atualmente, por única seguradora, que já anunciou para março o fim desta operação. “Até lá deverá ocorrer um pronunciamento da Susep. Mas, acredito que, em breve, haverá uma solução”, disse, acrescentando que o Sincor-SP, juntamente com outras entidades, está empenhado em solucionar o problema.

O seguro de auto popular também esteve no centro dos debates da categoria logo no início do ano, quando a Susep colocou em consulta pública a minuta de resolução da nova modalidade. Entretanto, o cerne da discussão foi a interpretação – incorreta, na avaliação de Camillo – da cláusula que definia a obrigação ao corretor de informar ao segurado o valor da comissão. “Não é verdade. Quem leu a minuta viu que havia apenas o pedido para constar no frontispício da apólice uma informação ao segurado. Ou seja, não era para constar a comissão, mas o pedido”, disse.

Novos clientes com o seguro auto popular

Na opinião de Camillo, o foco na questão da comissão desviou atenção dos corretores do mais importante, que é a estrutura técnica do produto. Coube ao grupo de trabalho constituído pela Fenacor e pela FenSeg, segundo ele, identificar que o diferencial do seguro é a possibilidade de utilizar peças recicladas na reparação de veículos, bem como os potenciais clientes, estimados em 20 milhões de automóveis com mais de cinco anos de uso. Porém, concluindo que o mercado não dispõe de peças recicladas suficientes para esse volume, o Sincor-SP sugeriu à Susep incluir na resolução a possibilidade de serem usadas também peças originais, remanufaturadas e de segunda linha.

Em meio à crise, o grande ganho que o seguro auto popular trará aos corretores, segundo a avaliação de Camillo, será a entrada de 20 milhões de clientes, predominantemente de baixa renda. Ele aconselhou aos corretores que se prepararem para prospectar esse contingente, que necessitará de orientação e assessoria. “Além desse volume de novos clientes, esse seguro trará a reboque o combate à pirataria e à atuação ilegal de cooperativas e associações”, disse.

O dirigente reforçou que o Sincor-SP está preparado para auxiliar os corretores em quaisquer demandas, mencionando, especialmente, o trabalho das comissões técnicas. Neste ponto, ele aproveitou a oportunidade para apresentar alguns membros das comissões presentes no evento, elogiando a atuação de todos e, em especial, de Paulo Bosísio e de Evaldir Barboza de Paula, ambos membros da diretoria do CCS-SP.

Atuação da diretoria

Durante o almoço do CCS-SP, a diretoria Executiva do Sincor-SP prestou contas dos trabalhos realizados. O 1º vice-presidente Boris Ber comunicou o início da reformulação na área de comunicação do sindicato, que inclui a modernização do site, e, ainda, o lançamento de mais uma pesquisa. Ele convocou os corretores a acessarem o site e responderem à pesquisa de satisfação de serviços e produtos de seguradoras. A 2ª vice-presidente Simone Martins informou que o material apurado no canal Disque Sincor será transformado em cartilha de orientação aos corretores.

Já o 1º secretário Marcos Abarca comentou os resultados do processo de gestão de pessoas no Sincor-SP e, também, a implantação de novas regionais. “Até março, teremos novidades com a nova Casa do Corretor de Seguros”, disse. De acordo com o 2º tesoureiro Carlos Cunha, em 2015, mais de três mil pessoas realizaram cursos na Unisincor e Sebrae, parceiro do Sincor-SP. Em seguida, o 1º tesoureiro Marco Damiani comunicou os resultados da reformulação da gestão financeira do sindicato e da área de TI.

Homenagens

Além da homenagem póstuma ao associado Osvaldo Ohnuma, falecido em janeiro, a diretoria do CCS-SP prestou homenagem a Camillo, na condição de ex-mentor. “Se ascendi uma posição no mercado é porque iniciei minha participação aqui. É uma alegria estar com vocês”, disse Camillo. Em seguida, o diretor tesoureiro Paulo Bosisio informou sobre as iniciativas do CCS-SP com enfoque na sucessão familiar e empresarial. Além de eventos sobre o tema, ele contou que haverá reportagens no site com a participação de especialistas.

Um dos momentos marcantes do almoço foi o lançamento de mais uma ação da campanha “Fazer o bem… TRANSFORMA”, que se dedica à doação de cadeiras de rodas a pessoas carentes com deficiência motora. Cristina Faviere, idealizadora da campanha, lançou a ação “Ajude e doe” com o propósito de captar recursos para a doação de cadeiras de rodas adaptadas, que custam entre R$ 3,8 mil e R$ 10 mil. Antes mesmo de concluir sua fala, Cristina foi surpreendida por um grupo de associados que se comprometeu a doar quatro cadeiras especiais. “Em nome das crianças, agradeço do fundo do coração o apoio do mentor Calegari e dos associados”, disse.

Espanhola Mapfre cresce em vendas, mas lucro recua em 2015; no Brasil, lucro avança 7,3% e representa 18% do ganho mundial

Mapfre Antonio HuertasA receita total da Mapfre, maior grupo segurador da Espanha, avançou 4,1%, para 26,7 bilhões de euros em 2015, com as vendas de seguros e resseguros superando 22,3 bilhões de euros, sem considerar a contribuição de CatalunyaCaixa, um aumento de 2,3%. O lucro líquido, por sua vez, recuou 16,1%, para 709 milhões de euros, devido a queda do resultado técnico no ramo de seguros gerais (não vida), impactado, principalmente, pelas indenizações aos clientes com perdas nas nevascas nos Estados Unidos. A atividade de resseguros, que responde por mais de 15% dos prêmios, aumentaram 11,6 % e agora responde por 17,9% do lucro líquido do grupo.

Em nota sobre o balanço financeiro de 2015 divulgado nesta quarta-feira, o grupo citou a redução do ganho financeiro diante da volatilidade dos mercados e a depreciação das principais moedas face ao euro como fatores que impactaram o ganho do ano. O patrimônio líquido totalizou 8,574 bilhões, e os ativos totais 63,4 bilhões de euros. O índice combinado geral ficou em 98,6%, aumento de 2,8 pontos percentuais, dos quais 1,3 ponto percentual é resultado de perdas extraordinárias causadas por tempestades de neve nos Estados Unidos.

Em seguros, o grupo registrou vendas de 18,4 bilhões em 2015, ligeira alta de 0,6% sobre o ano anterior. A área Iberia Regional (Espanha e Portugal), que responde por 27,8% dos prêmios totais, registou prêmios de 6,6 bilhões de euros, sendo 6,4 bilhões de euros (-2,5%) na Espanha, com 2 bilhões de euros provenientes de seguro de carro.

Apesar do fraco crescimento de vendas no Brasil, o país é um dos principais destaques do balanço do grupo espanhol, parceiro do Banco do Brasil em seguros gerais e seguro de vida. A unidade brasileira é a segunda maior em vendas, superada apenas pela matriz, e respondeu por mais de 20% das receitas do grupo, com 4,8 bilhões de euros, 13,3% menos, devido a depreciação do real frente ao euro. Em moeda local o crescimento foi de 3,6%. O grupo destacou o desempenho do seguro de carro, que cresceu 1,1% e de seguro agrícola com alta de 13,2%. O resultado líquido avançou 7,3%, para 153 milhões de euros, e agora responde por 18% do ganho total do grupo.

A operação da Mapfre no Brasil em 2015 teve volume de prêmios de R$ 17,7 bilhões, 3,6% a mais que o ano anterior, e lucro antes de impostos de R$ 3 bilhões, 34% superior ao exercício de 2014. Segundo o CEO regional da Mapfre no Brasil, Wilson Toneto, “o menor crescimento no Brasil, quando comparado a anos anteriores, decorre basicamente da performance das vendas no segmento de Vida (-0,4%), notadamente, o prestamista, ressentido pelo menor volume de operações do canal Bancário e dos seguros de autos (+1,1%), afetado pelo posicionamento prudencial das tarifas praticadas. Por outro lado, o crescimento de mais de 13% no segmento de seguros rurais, e 19,4% em transportes, 20,6% em seguros de danos (riscos industriais), 39% na Operação de Previdência e 41% em Capitalização, merecem destaque positivo”, comentou em comunicado distribuído à imprensa.

Segundo Toneto, a melhora do resultado do grupo foi resultante da manutenção de um excelente índice combinado do Grupo de 93,6%, contenção importante dos gastos administrativos e operacionais, e incremento significativo do resultado financeiro. O ROE (Return On Equity), da Mapfre no Brasil também melhorou, passando de 13,1% em 2014 para 15,5% em 2015. “Mesmo num ano de crescimento negativo da Economia, tivemos um desempenho excelente em quase todos os segmentos que operamos no Brasil. A desvalorização do real obviamente afetou a representatividade do Brasil na posição Global da Mapfre, mas estamos confiantes na retomada do crescimento acima de dois dígitos em 2016 mantendo o nível de rentabilidade definida pela nossa Holding e melhorando ainda mais nossa posição no grupo”, finaliza Toneto.

Antonio Huertas, presidente da Mapfre, disse em comunicado: “As receitas e os prêmios sinalizam evolução, o que demonstra a confiança que os clientes têm na Mapfre, mas nossos esforços seguem para melhorar nossos indicadores de eficiência e de rentabilidade”. O grupo aprovou recentemente um plano estratégico para o período de 2016-2018, no qual o foco está no crescimento rentável e em inovação voltada ao cliente, com transformação digital, excelência na gestão técnica e fortalecimento da cultura interna no desenvolvimento do talento humano.

O grupo ressaltou os progressos no desenvolvimento da sua estratégia digital com o lançamento internacional da marca VERTI a partir de 2017. Alemanha e Itália serão os primeiros países em que o projeto será implementado. Hoje, o negócio digital representa 4% do negócio total de Mapfre. Na mesma linha, a Mapfre fechou um acordo com a empresa britânica Admiral para criar uma joint venture chamada Preminen, que desenvolverá em diferentes países um sistema de vendas online, comparando preços, como o que já opera na Espanha sob a marca Rastreator.com.

Exigências ambientais em infraestrutura devem manter o mercado de seguros aquecido para 2016

clemens freitgRelease

O adiamento das concessões de rodovias para 2016 abre uma grande oportunidade para o setor de seguros no Brasil. Por se tratarem de importantes pilares das obras de infraestrutura de que o país necessita e terem como característica grande impacto para o entorno onde são realizadas, elas impulsionam a demanda por contratação de seguros para cobrir esses riscos. “A legislação e todas as exigências contratuais para essas concessões motivam empresas, acionistas e investidores a serem mais cuidadosos, pois no caso da concessão de rodovias, grande parte das licitações para essas obras de potencial poluidor pode exigir a contratação de seguro ambiental, o que deve impulsionar esse tipo de modalidade”, afirma Clemens Freitag, diretor de Infraestrutura e Engenharia da Aon.

De acordo com executivo, o mercado de seguro ambiental deve movimentar pouco mais de R$ 40 milhões até o final deste ano, com tendência de aumento significativo devido ao recente acidente ambiental das barragens da Samarco. A tragédia ambiental gerou um alerta da necessidade do seguro para as empresas, bem como a possibilidade de obrigatoriedade legal de contratação de Seguro Ambiental para as barragens de mineração no Novo Código de Mineração, que está em tramitação na Câmara dos Deputados. “Outra obrigação legal que impacta na maior contratação de seguros é a fiscalização mais rigorosa da Política Nacional de Resíduos Sólidos que instituiu a responsabilidade compartilhada dos geradores de resíduos, fazendo com que empresas que atuam em obras com grande produção de resíduos passem a contratar mais os seguros”, destaca ele.

Freitag chama atenção ainda aos riscos das operações de infraestrutura que devem ser mitigados para evitar perdas financeiras, já que o investidor está receoso com o momento econômico. “Existem medidas que podem ser muito importantes, como a Gestão de Risco de Projeto que visa ajudar as empresas na mitigação dos riscos e nas perdas financeiras ao longo das etapas de construção de uma rodovia, por exemplo. Assim como o Seguro Performance Bond e Garantia Financeira, que assegura o cumprimento do contrato, cobrindo prejuízos decorrentes da falta de pagamento do contratante de obrigações assumidas, fornecimento ou prestação de serviços”, explica.

O executivo alerta, ainda, para acontecimentos inesperados envolvendo concessões deinfraestrutura viária que são cobertos pelos seguros exigidos pelo poder concedente. “Se ocorrer a queda de um viaduto em uma estrada administrada por meio de concessão, por exemplo, o fato gera interrupção do tráfego e, consequentemente, a diminuição de receitas, já que por um tempo não há cobrança de pedágio. O seguro certamente seria de extrema valia nesse tipo de acontecimento, pois daria ao investidor mais tranquilidade por proteger a perda financeira”, destaca Clemens Freitag.

Cenário atual

A segunda etapa do Programa de Investimentos em Logística (PIL), do governo federal, estima a concessão de 7 mil quilômetros com investimentos da ordem de R$ 66,1 bilhões apenas para as estradas.

“Cerca de 77% desse montante são direcionados para novas concessões de rodovias que serão realizadas até 2016, sobrando apenas 23% para as concessões que já existem. Em outras palavras, ainda há muito a se fazer”, explica o diretor deInfraestrutura e Engenharia da Aon.

No cenário de infraestrutura do Brasil como um todo, existe uma demanda de investimentos que só devem crescer em 2017, quando a confiança no país for mais bem percebida pelos investidores. “O Brasil destina apenas 2% do seu PIB, valor considerado menos da metade em comparação com outros países em desenvolvimento, por isso, as companhias precisam enxergar oportunidades que possam ser plantadas hoje e colhidas amanhã”, complementa Clemens Freitag.

Porto Seguro obteve lucro líquido de R$ 1 bilhão em 2015, alta de 14%

Porto-Seguro-logoA Porto Seguro encerrou 2015 com lucro líquido de R$ 1 bilhão, avanço de 14% comparado a 2014. Na operação de seguros, os prêmios avançaram 7% no ano, para R$ 13,6 bilhões, crescimento suportado principalmente pela expansão do número de itens nos segmentos de seguro de auto e residência, segundo nota divulgada pela companhia. A frota de veículos segurados aumentou em mais de 200 mil itens, ultrapassando 5,2 milhões de carros (+4%) e o número de residências atingiu 2,4 milhões, uma evolução de 8%.

Em auto, a Azul apresentou uma evolução 12,3%, para R$ 2,4 bilhões, chegando a representar praticamente metade do tamanho da Porto Seguro, que avançou 4,7% em prêmios na carteira, para R$ 4,6 bilhões. A Itaú Auto registrou vendas de auto de R$ 2 bilhões no ano passado, um avanço singelo de 0,3% em relação a 2014.

Entretanto, ressalta nota do balanço, a companhia obteve um crescimento maior do que a média de mercado (6% vs. 3%) com melhora no resultado da carteira. Além disso, no trimestre, o Itaú Auto iniciou uma recuperação nas vendas, alcançando um aumento nos prêmios de 10%, impulsionada pelo aprimoramento do modelo de seleção de riscos e pelas ações de posicionamento junto aos clientes do Banco Itaú.

O ano também se encerrou com diversos segmentos de seguros apresentando crescimento superior a 2 dígitos, como os produtos Patrimoniais, Pessoas, Transportes e Odontológico. O desempenho operacional de seguros, demonstrado pelo índice combinado, tanto no trimestre quanto no ano, foi impactado pelo retorno do pagamento de imposto COFINS, que aumentou o índice em mais de 1 p.p., resultando num efeito líquido anual de R$ 75 milhões.

O índice combinado do trimestre atingiu 97,1% (+1,0 p.p.) e permaneceu estável no ano (96,5%), ambos períodos beneficiados principalmente pelas menores frequências de sinistros nos produtos de automóvel. Nos negócios financeiros e de serviços, as receitas aumentaram 4% no 4T15 e 14% no ano. A desaceleração no crescimento é explicada pela queda das receitas de operações de crédito, devido a redução do consumo, e das medidas adotadas pela Companhia para redução gradual do risco. No entanto, as receitas de operações de crédito aumentaram 13% no ano.

O resultado financeiro atingiu R$ 1 bilhão (+18%), obtendo um desempenho superior ao índice de referência no trimestre, favorecido principalmente pelos ativos indexados ao Juro Real+Inflação. A rentabilidade trimestral da carteira foi de 3,7% e de 12,3% no ano, excluindo-se os recursos previdenciários. O lucro líquido sem business combination foi de R$ 294 milhões no trimestre e de R$ 1.009 milhões no ano, correspondendo a um aumento de 6% e 14% respectivamente. O ROAE sem business combination atingiu 20,8% (-0,6 p.p.) no 4T15 e 18,6% no ano (+1,4 p.p.).

Principais Destaques:

Crescimento das receitas totais de 5% no 4T15 e de 8% em 2015 em comparação ao mesmo período do ano anterior.

Aumento de 3% nos prêmios auferidos de seguros no trimestre e de 7% no ano (2015 x 2014).

Lucro líquido no 4T15 de R$ 294 milhões (+6%) e de R$ 1 bilhão no ano (+14%).

O ROAE atingiu 20,8% (-0,6 p.p.) no trimestre e 18,6% (+1,4 p.p.) em 2015 – sem business combination.

Índice combinado de seguros alcançou 97,1% no trimestre e 96,5% no ano, com uma variação de +1,0 p.p. no 4T15 e permaneceu estável no ano. O índice combinado ampliado foi de 89,4% (+0,5 p.p.) no 4T15 e de 89,6% (-0,5 p.p.) no ano – 2015 x 2014.

Resultado financeiro de R$ 306 milhões no 4T15 (+19% 4T14) e de R$ 1.070 milhões no ano (+18% vs. 2014). No trimestre, a rentabilidade total atingiu 3,8% (112% do CDI) e a rentabilidade (ex. previdência) foi de 3,7% (109% do CDI). No ano, a rentabilidade (com e sem previdência) foi de 12,3%, correspondendo a 93% do CDI.

Ajustando (proforma) os resultados para uma performance financeira neutra (100% do CDI), o lucro líquido alcançaria R$ 284 milhões (-0,5%) no trimestre e R$ 1.035 milhões (+16%) no ano e o ROAE atingiria 19,9% (-2,1 p.p.) no 4T15 e 19,0% (+1,7 p.p.) em 2015 – comparativo com mesmo período do ano anterior, sem business combination.