João Luiz de Lima assume a diretoria comercial nacional varejo da Tokio Marine

João Luiz de LimaA Tokio Marine anuncia que o executivo João Luiz de Lima assume o cargo de diretor Comercial Nacional Varejo. Com 36 anos de carreira na área de seguros, sendo 17 anos na própria seguradora, Lima foi escolhido para ocupar uma posição estratégica e terá como uma de suas missões manter a expansão do canal Varejo, que hoje representa 71,5% da produção da Companhia, que foi de R$ 3,82 bilhões em 2015.

“Assumir a diretoria Comercial Nacional Varejo é meu maior desafio desde 1999, quando comecei a trabalhar na Tokio Marine como gerente Comercial Corporate. Planejo fortalecer as ações que já vinham sendo desenvolvidas, compartilhando conhecimento e estimulando as equipes a aprimorar os processos de forma contínua. Isso será fundamental para alcançarmos a produção de R$ 4,3 bilhões em 2016”, afirma o executivo, que também destaca o papel fundamental que o time de Diretores e Superintendentes Regionais terão nesse trabalho.

Ao longo da sua carreira, João Luiz de Lima teve um papel importante no crescimento da companhia nos mercados de São Paulo – Capital e Interior. Esse trabalho foi desenvolvido nas posições de Superintendente e, em seguida, como Diretor Comercial Varejo SP Capital e Interior. Com o crescimento da atuação da seguradora no País, a área de Varejo foi reformulada em 2013. Nessa estrutura, Lima ficou com a Diretoria SP Capital, cargo que ocupava até sua atual promoção.

Na nova posição, ele terá o desafio de conhecer profundamente as regiões do País e suas peculiaridades para manter o ritmo de expansão da Tokio Marine no Brasil. Além disso, focará em fortalecer ainda mais o relacionamento com os Corretores e Assessorias, sempre apoiado pelas equipes regionais. “Planejei uma agenda de viagens, junto com o Diretor Executivo Comercial, Valmir Rodrigues, por todas as Regionais para me apresentar e demonstrar a importância de cada localidade na estratégia de crescimento da companhia”, afirma o executivo.

Com um estilo de trabalho alinhado aos valores da Tokio Marine, o novo Diretor Comercial Nacional Varejo ficará no comando das nove regionais da companhia: SP Capital, SP Interior I, SP Interior II, Minas Gerais, Centro-Oeste, Sul, RJ/ES, Norte e Nordeste.

IRB Brasil Re busca crescer até 20% em 2016, diz o vice-presidente Paul Conolly

paul conollyMais um ano diferente ao IRB Brasil Re. Depois de perder um monopólio que durou quase 70 anos, o dia a dia do maior ressegurador do Brasil e da América Latina é intenso. Assim que o setor foi liberado a concorrentes, mais de 100 resseguradores chegaram em menos de um ano. O susto foi grande, que o poder estatal e dos maiores sócios privados precisou ser acionado para preservar o mercado. A União é sócia majoritária do IRB, com 27,4% de participação, seguida de Banco do Brasil e Bradesco (20,4% cada um), Itaú (15%), e dos fundos de pensão e funcionários.

Uma nova lei deu ao IRB mais prazo para se adaptar e até 2020 a colocação obrigatória, que nunca foi usada, cairá de 40% para 15%. A oferta preferencial permanece indeterminadamente em 40%. Um prazo suficiente para fazer a lição de casa. Treinou funcionários, atraiu talentos, lapidou estratégias, ampliou horizontes e em 2015, ano em que faria a oferta inicial de ações, comemorou lucro recorde por ser considerado por clientes um dos melhores parceiros.

Em 2016, com a suspensão do IPO em circunstâncias do enfraquecimento do mercado de capital e da crise política e econômica do Brasil, o ressegurador segue sua missão de manter a liderança do mercado. Divulgou crescimento de 97% no lucro líquido recorrente de 2015, para R$ 764 milhões, e retorno sobre o patrimônio líquido, em bases recorrentes, de 29%, praticamente o dobro, quando comparado ao índice de 2014 que foi de 15%. As vendas superaram R$ 4,3 bilhões, avanço de 35% em relação a 2014. Desse montante, R$ 3,3 bilhões foram prêmios emitidos no Brasil e R$ 1 bilhão no exterior, que ampliou sua participação de 11% dos prêmios emitidos para 24% em 2015.

A reestruturação, que antecedeu a abertura do setor em abril de 2008, até a desistência do IPO em fevereiro deste ano, deu ao IRB credibilidade diante de um cenário desafiador como o que o Brasil enfrenta desde 2014. A agência A.M.Best destacou em recente texto em que manteve o rating Excelente (A-), com perspectiva de estabilidade, pois “em geral, o IRB continua a ter uma posição ímpar e forte no crescente mercado de (res)seguros brasileiro, juntamente com uma estratégia bem definida e um experiente quadro de funcionários para executar a sua expansão internacional”.

Leia abaixo a entrevista que Paul Conolly, vice-presidente de resseguro do IRB, deu ao blog Sonho Seguro.

Em 2016, a estratégia de buscar negócios fora do país será ampliada diante da retração da economia? Mesmo com projeções de uma retração que pode chegar a 4% do PIB, quais as expectativas do IRB com negócios no Brasil?

Nossa estratégia de diversificação será mantida e, independente do cenário no Brasil, estamos prevendo um crescimento de 15% a 20% no faturamento do IRB como um todo. A economia não tem previsão de crescimento, mas hoje o IRB conta com uma nova área de inteligência de mercado e de gestão de clientes, que adota uma nova postura, com uma visão global das nossas carteiras. A empresa também conta com novos sistemas, que nos permitem atuar em bloco para conquistar mais espaço no mercado, mesmo com o cenário desfavorável. O Market Share do IRB em 2015 aumentou, aproximadamente, 10% se comparado com 2014. E vamos continuar crescendo, mesmo tendo uma retração na base, como disse. O IRB conseguiu um resultado recorde, tanto financeiro, quanto operacional. Em particular, no operacional, o resultado de subscrição totalizou R$ 511 milhões, uma expansão de 21% em relação a 2014, o que correspondeu a mais de 80% do resultado do mercado entre os resseguradores locais, com uma sinistralidade recorrente abaixo de 60%.

Quais os segmentos que se mostram promissores?

Acreditamos em praticamente todos os ramos, entretanto, em alguns com provável crescimento nominal, como os riscos Financeiros, Vida e Rural.

Quais as principais linhas de negócios do IRB no exterior?

A principal linha foi o property, que hoje corresponde a 40% do prêmio retido do exterior. Vida é uma linha em que o IRB tem crescido bastante e quer desenvolver ainda mais no exterior; e no Agro, estamos trabalhando em busca de parcerias para ter um desenvolvimento sólido, com bons resultados.

Neste ano, várias seguradoras têm de fazer ajuste de capital. Está no radar do IRB a venda de resseguro das carteiras para reduzir a necessidade de aporte das companhias?

Já tivemos um caso de sucesso de risco financeiro estruturado no final de 2014, entretanto, não estamos dando foco nisso. Mas o IRB pode fazer, tem capital para fazer, tem conhecimento técnico e know-how desse tipo de produto e está totalmente aberto para analisar, se houver oportunidade.

A abertura gradual do mercado agora, de alguma maneira você vê isso de forma saudável para o IRB?

Essa mudança de legislação brasileira não é uma preocupação porque o IRB já tem uma posição conquistada de mercado, um market share que não é beneficiado pela legislação. As parcerias com os nossos clientes são muito sólidas, não me preocupo com a redução dos 40% obrigatórios. E com relação ao aumento do intragrupo de 20% para 75%, acontecerá gradualmente. O IRB hoje tem um índice de retenção acima de 70%, o que mostra que não somos uma empresa de fronting. Enfim, o IRB está preparado. Está posicionado com a estratégia consistente e de longo prazo, protegendo o seu prêmio retido e o seu Market Share.

O que significa o IRB ter mantido o rating A-?

Esta é mais uma vitória para o IRB. Manter o rating excelente, com viés estável, neste momento, é uma valiosa conquista. Além de nos encher de orgulho, demonstra que nossa nova estratégia está dando certo. Agora, vamos continuar nosso trabalho, nos prevalecendo dessa nova avaliação positiva para a empresa.

O quanto do lucro do IRB foi impulsionado pela variação cambial?

Na verdade, muito pouco, porque a variação cambial representou mais ou menos 6% do faturamento. Quando replicamos isso para o resultado, o número é ainda menor; por isso, acho que é irrisório diante do todo.

Sincor-SP inova e amplia comemoração às mulheres com Cruzeiro da Família

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Em 2016, a comemoração pelo Dia Internacional da Mulher, tradicionalmente realizada pelo Sincor-SP, ganhou novas dimensões e se tornou um evento para toda a família, com duração de três dias, em alto mar. A ideia do Cruzeiro da Família Sincor-SP foi apresentada às corretoras de seguros na comemoração do ano passado e a inovação escolhida pela maioria. Além de incluir homenagem às mulheres, a viagem foi uma maneira de agregar também a parcela masculina dos corretores de seguros e seus familiares.

“Nós corretores de seguros trabalhamos com proteção, e não existe lugar onde estamos mais protegidos nem pessoas que queremos mais proteger do que nossa família. Porém, muitas vezes temos a vida tão corrida que deixamos de aproveitar o que nos é mais valioso”, disse o presidente do Sincor-SP, Alexandre Camillo.

O cruzeiro aconteceu entre os dias 26 e 29 de fevereiro, com percurso de Santos a Búzios, passando pelo Rio de Janeiro, e voltando ao ponto de partida. O Sincor-SP reservou quase a metade das cabines de passageiros do navio Sovereign, da Pullmantur, numa aposta do sucesso da iniciativa. As inscrições foram lançadas no primeiro mês somente para as mulheres corretoras de seguros, depois abertas aos demais associados do Sindicato, e em pouco tempo as vagas foram esgotadas. Estiveram reunidas mais de 800 pessoas, entre corretoras e corretores de seguros e seus convidados.

A programação do evento seguiu as atrações do navio, com algumas inclusões exclusivas obtidas pelo Sincor-SP, como a palestra de Silvio Acherboim, especialista em desenvolvimento de pessoas, que conduziu uma experiência lúdica, com humor e emoção pensada para agradar toda a família. Em um domingo de muito sol, as corretoras de seguros e seus acompanhantes deixaram um pouco a piscina e lotaram o auditório. O palestrante instigou a plateia iniciando com a provocação: “Quando foi a última vez que você pensou em você mesmo?”. Ele também fez refletir sobre os valores da família e de construir sonhos, tendo o apoio de quem mais nos ama.

O grupo do Sincor-SP foi recebido por uma dupla de atores contratada pelo Sindicato, que a cada momento representava diferentes personagens, cantando paródias criadas especialmente para esse público e animando a todos por onde passavam.

“Pelo sucesso do evento, devemos repetir a iniciativa. Quem sabe então conseguimos fechar um navio todo para o nosso público e aí teremos liberdade para personalizar ainda mais as atrações”, afirma o presidente do Sincor-SP, Alexandre Camillo.

“Em um jantar passei por todas as mesas cumprimentando corretores de seguros e seus familiares, e pude sentir a receptividade e o sucesso do Cruzeiro. Foi muito satisfatório ver as famílias reunidas, conhecer os familiares dos colegas que estão conosco em eventos durante todo o ano. Este foi um momento para o corretor de seguros descansar um pouco da correria do dia a dia, na companhia de seus entes queridos, para voltar para os seus negócios com as energias renovadas para os desafios do ano”.

Divulgação da cartilha ‘Entenda o Seguro de Garantia Estendida’ reuniu seguradoras, redes varejistas, Procon e Susep em SP

Fonte: CNseg

Representantes do mercado segurador, de órgãos de defesa do consumidor, da Superintendência de Seguros Privados (Susep) e de redes varejistas estiveram reunidos, na última segunda-feira, dia 29/02, em São Paulo, a convite da Federação Nacional de Seguros Gerais (FenSeg) que, por meio da sua Comissão de Seguro de Garantia Estendida, apresentou a cartilha “Entenda o Seguro de Garantia Estendida: orientações para o consumidor” e a versão atualizada do “Manual de Boas Práticas em Seguros – Orientações Gerais para Varejistas”, realizada pela Confederação Nacional das Empresas de Seguros Gerais, Previdência Privada e Vida, Saúde Suplementar e Capitalização (CNseg).

Na abertura do evento, que reuniu mais de 60 pessoas, o representante da Susep, Carlos Roberto Alves de Queiroz, parabenizou a iniciativa das entidades que representam o setor de seguros, ressaltando que nos últimos anos, de fato, havia um baixo nível de informações sobre o seguro de garantia estendida. “Em relação à adequação das informações dos diversos tipos de materiais informativos voltados ao consumidor e aos canais de distribuição parceiros do setor, a Susep vem sendo cada vez mais criteriosa na observação desse conteúdo”, pontuou, enfatizando que em muitas vezes, o seguro de garantia estendida, por ser, no segmento de danos, um dos produtos mais comercializados no Brasil, funciona como a porta de entrada de muitas pessoas no mercado segurador.

Em linha com a proposta do evento de ampliar o diálogo com o consumidor e disseminar as boas práticas na venda de seguros no varejo, a especialista de Proteção e Defesa do Consumidor da Fundação Procon-SP, Rosimeire Santiago, que atua na área de Conciliação, informou que o órgão recebe muitas demandas por conta da falta de informações dos consumidores. “A maioria dos problemas ocorre na fase pré-contratual e com ações como esta, que têm como foco a ampliação das informações sobre os produtos, acreditamos que os conflitos serão reduzidos”, sinalizou. Já a representante da Via Varejo e do Instituto do Desenvolvimento do Varejo (IDV), Tereza Mellin Gimenes, relembrou que a jornada em prol de regras mais específicas para o seguro de garantia estendida começou há alguns anos, mas que até hoje, às vezes, o consumidor sai das lojas sem entender que tem uma apólice de seguro. “Mesmo com as obrigatoriedades impostas às redes varejistas e às empresas do mercado segurador em relação às informações sobre os produtos, como podemos transcender o que é obrigatoriedade na forma de comunicar e chegar a uma linguagem mais clara ainda para que o consumidor consiga realmente compreender?”, indagou.

Na sequência, o coordenador do Grupo de Trabalho responsável pela elaboração da cartilha “Entenda o Seguro de Garantia Estendida: orientações para o consumidor”, Rodrigo Zanini, apresentou pontos da publicação que, em 14 páginas, busca esclarecer e simplificar o entendimento do produto com uma linguagem simples, clara e precisa. “Esta é mais uma iniciativa. Nós estamos em processo de evolução já que as normas para este produto são relativamente novas e contamos com a contribuição de todos para continuarmos melhorando o mercado segurador”, disse. A cartilha aborda os direitos e as obrigações de todas as partes envolvidas na contratação do seguro, suas coberturas e seus benefícios, além de chamar a atenção do consumidor para práticas ilegais como a ‘venda casada’.

Por último e em continuidade a apresentação de Rodrigo Zanini, o presidente interino da Comissão de Seguro de Garantia Estendida da FenSeg, Allan Rocha, fez uma observação ao fato do seguro de garantia estendida ser um produto novo, embora já esteja há dez anos no mercado, e falou sobre a atualização do Manual de Boas Práticas em Seguros – Orientações Gerais para Varejistas. “O Manual foi revisado em atendimento à Circular Susep nº 480/13 e é fruto do comprometimento de todo o mercado segurador”, declarou Allan, salientando ainda que, de 2011 até hoje, as ações do setor de seguros estão mais concentradas na qualidade da venda do produto e em levar mais informações sobre aos consumidores. “Se por um lado a cartilha tem o objetivo de alcançar o consumidor final, o manual tem o objetivo de levar mais informações ao varejo, com exemplos mais lúdicos e mais próximos ao vendedor para que ele possa se identificar com o conteúdo”, finalizou.

A cartilha “Entenda o Seguro de Garantia Estendida: orientações para o consumidor” já está disponível no site da FenSeg (http://www.fenseg.org.br/) e sendo distribuída para os Procons, os sindicatos das seguradoras, as defensorias públicas e as redes varejistas. Outras informações sobre o produto estão disponíveis no hotsite http://www.osegurogarantiaestendida.org.br/

Felipe Orsi assume a diretoria da área de Property da AGCS Brasil

Felipe OrsiA resseguradora Allianz Global Corporate & Specialty (AGCS Brasil) anuncia o novo diretor da área de Property para o Brasil, Felipe Orsi. Com cerca de 15 anos de atuação profissional em grandes multinacionais das áreas de seguros e resseguros, Orsi continuará baseado no escritório da AGCS em São Paulo, onde já dedicava-se na área de Engenharia da AGCS desde 2014. O setor de Property, conhecido também no Brasil como “Danos Patrimoniais”, é responsável por contratos e cobertura para perdas materiais e paralisação de negócios (ou Lucros Cessantes). Os produtos e serviços da AGCS que estarão sob a liderança do novo diretor são desenhados para proteger o patrimônio das grandes empresas. Felipe Orsi é pós-graduado em Engenharia de Segurança do Trabalho pela Universidade de São Paulo (USP) e graduado em Engenharia Elétrica pela Fundação FAC-FITO (SP).

2016 será um ano pior para o setor, segundo pesquisa realizada durante evento da CNseg

12802875_10207207617203689_2871740167451577767_n2016 realmente será um ano desafiador para todos, inclusive para o mercado segurador, segundo revelou pesquisa realizada com os participantes do 21o Encontro de líderes promovido pela CNseg na Praia do Forte (BA), entre os das 25 e 28 de fevereiro. Cerca de 63% afirmaram que 2016 será um ano pior do que 2015, 38% que será equivalente e 7% deles escolherem a opção “será melhor”.

O tema regulação, estabilidade política e econômica foi citado como o maior desafio para o mercado segurador atualmente e para os próximos 2 a 3 anos, com 65% dos votos, enquanto 29% escolherem canais de distribuição e a relação com o consumidor como principais desafios. Gestão de talentos e formação de lideranças, como a qualidade de gestão de riscos ambientais, sociais e de governança receberam apenas 9% e 7%, respectivamente, dos votos.

Entre as áreas das empresas que mais podem contribuir para o crescimento em tempos de crise está a de desenvolvimento de produtos e serviços, com 36% dos votos. A alternativa Estratégias e governança foi escolhida por 22%, comercialização e marketing por 18% e regulação e liquidação de sinistros por 7%.

A revolução digital é o tema que mais demanda uma atuação pró-ativa e imediata do mercado segurador, segundo 39% dos participantes. Inclusão financeira e acesso ao seguro e também transições demográficas, com crescimento, envelhecimento e longevidade foram citados por 24%. Já mudanças climáticas, que ocupam a liderança do ranking mundial de riscos mais temidos teve apenas 5% dos votos.

Quando o assunto foi desafios e oportunidades de negócios disruptivos, o segmento de seguros gerais, que inclui automóvel, residencial entre outros, foi mencionado por 42% dos participantes da pesquisa. Previdência e vida vem em seguida, com 29% dos votos, saúde com 26% e capitalização apenas 7%.

Yasuda Marítima economiza mais de R$ 1.5 milhão com plataforma da DocYouSign para certificação digital de documentos

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A DocYouSign, empresa que detém a marca DocYouSign no Brasil, é líder mundial do mercado de assinaturas eletrônicas, que possibilita assinar documentos a qualquer hora, em qualquer lugar e via qualquer dispositivo.

A plataforma de Digital Transaction Management (DTM) pode gerar uma economia de tempo e dinheiro para empresas, de todos os portes e segmentos. A Yasuda Marítima, empresa do Grupo Sompo Holdings – um dos maiores grupos seguradores do mundo – utiliza a plataforma da DocYouSign desde 2012, investiu R$ 50 mil para a implantação e teve uma economia de R$ 500 mil ao ano nos trâmites de assinatura e envio de documentos, que envolve demanda de funcionários, Correios, impressão e papel. Além de tornar os processos mais ágeis, pois antes a assinatura de apólices da seguradora levava de três a dez dias pelo Correio, hoje a assinatura pode ser feita em minutos se o cliente assinar digitalmente no momento em que receber o documento.

“Vimos a necessidade de agilizar o processo de assinatura de apólices de seguro garantia e na resposta a recusa de risco para sempre oferecer um serviço mais completo e rápido para nossos clientes e parceiros. Como trabalhamos com produtos que influenciam diretamente a vida dos nossos segurados e temos mais de 18 mil corretores ativos, ter meios de agilizar a resolução do problema é sempre nosso foco”, explica o diretor de TI da Yasuda Marítima, Jayme Umehara.

O mercado mundial de DTM movimenta US$ 30 bilhões, de acordo com a Aragon Research. A DocYouSign conta com mais de 100 mil clientes e 50 milhões de usuários em 188 países, com plataforma disponível em 43 idiomas, como: português (brasileiro e europeu), inglês, chinês, holandês, francês, alemão, italiano, japonês, coreano, russo e espanhol. Desde a criação da DocuSign US$ 9.3 milhões são poupados pelas empresas em transporte de documentos nos EUA, mais de 385 mil árvores foram preservadas, cerca de 1.4 bilhão de litros de água foram economizados e mais de 40 milhões de quilos de carbono deixaram de ser emitidos.​

Liberty Seguros apresenta o Time Liberty em nova campanha publicitária

A Liberty Seguros apresenta a nova fase da campanha de comunicação, protagonizada por Bernardinho e Fernanda Venturini, embaixadores da marca desde 2015. A campanha destaca o Time da Liberty, que está sempre próximo do cliente e Entrega Mais, oferecendo soluções práticas para o cliente no seu dia a dia.

No filme, Bernadinho e Fernanda são convidados a irem para a “rede”, enquanto o Time Liberty trabalha para garantir que eles possam aproveitar alguns dos benefícios oferecidos como o Leva-e-Traz o carro de revisões, o Descarte Responsável de Móveis pelo Seguro Residência e orientação remota de umpersonal fitness com o Seguro de Vida.

“Em 2015, contamos como a Liberty Seguros entrega atendimento excepcional aos nossos clientes”, diz Patricia Chacon, diretora de Marketing e Estratégia da Liberty Seguros. “Em 2016, reforçamos esta mensagem, e mostramos que temos um time que está sempre próximo do cliente e Entrega Mais, já que além de resolver imprevistos, oferece soluções práticas para o cliente no seu dia a dia.”

Criada pela agência Rai, a campanha será veiculada em todo o país, entre os meses de fevereiro e julho, em canais de TV aberta e paga, emissoras de rádio, revistas e mídias Out Of Home.

O vídeo da campanha está disponível no Youtube oficial da Liberty Seguros.

João Gilberto Possiede se mantém na presidência do SindSeg PR MS

possiedeVeja abaixo a chapa eleita para o triênio 2016/2019 do Sindicato das Seguradoras do Paraná e Mato Grosso do Sul. João Gilberto Possiede se mantém na presidência.

DIRETORIA

Presidente: João Gilberto Possiede
Vice Presidente: Ileana Maria Iglesias Teixeira Moura
Diretor Financeiro: Moacir Abba de Souza
Diretor 2º Financeiro: Marcelo Camargo Polato
Diretor Secretário: Vanderlei Scarpanti
Diretor 2º Secretário: João Malta de Albuquerque Maranhão Neto

Diretor: Dudevan Hipólito Pereira
Diretor: Luciana Sobreda Zago
Diretor: Luiz Carlos Soluchinsky Junior
Diretor: Luiz Henrique de Menezes Durek
Diretor: Marli Lenzi
Diretor: Rosimário Pacheco
Diretor: Wilson Bessa Pereira
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CONSELHO FISCAL
Conselheiro Efetivo:Leandro Poretti
Conselheiro Efetivo:Vania Giacomelli
Conselheiro Suplente:Luciana Maria de Almeida Gomes
Conselheiro Suplente:Richard Jean Coelho

Tragédia em Mariana, a Operação Lava-Jato e até o zika vírus impactaram o seguro de RC

aptsPor Márcia Alves

Questões contemporâneas do cenário nacional serviram de pano de fundo para a APTS discutir as mudanças – ou a necessidade delas – no seguro de Responsabilidade Civil. A Operação Lava-Jato e seus impactos no seguro D&O, a tragédia em Mariana (MG) e o subseguro de forma geral, e, ainda, o zika vírus e as consequências de erros de diagnósticos no seguro RC Profissional, foram analisadas por especialistas durante o seminário “Crise no Seguro de Responsabilidade Civil: os reflexos de casos recentes no país”. O evento foi realizado pela APTS no dia 24 de fevereiro, no auditório da Escola Nacional de Seguros, em São Paulo (SP).

Se, por um lado, os inúmeros atos de corrupção desvendados pela Operação Lava-Jato refletiram na elevação da sinistralidade de D&O (Directors and Officers Liability Insurance), por outro, fizeram aumentar a contratação do produto. Esta modalidade de RC registrou sinistralidade de 53,50% em 2014, contra 32,30% em 2013. Já as contratações aumentaram 49% apenas nos primeiros quatro meses de 2015.

Para Sergio Barroso de Mello, presidente do GNT de Responsabilidade Civil e Seguro da Associação Internacional de Direito do Seguro (AIDA) e sócio da Pellon & Associados, a Lava-Jato aumentou a consciência do empresariado. “Muitos entenderam que poderiam expor seu patrimônio pessoal, caso um ato de administração, ainda que involuntário, viesse a gerar dano à empresa, à sociedade ou a terceiros”, disse.

A evidência conquistada pelo D&O, após os escândalos de corrupção, também resultou em maior aprendizado sobre a forma correta de utilizar o seguro. De acordo com Thabata Najdek, Underwriter Financial Lines na Allianz Global Corporate & Specialty (AGCS), até dois anos atrás, era comum a perda de cobertura por falta do aviso de sinistro à seguradora. “Antes, o cliente avisava apenas quando o caso chegava à Justiça. Mas, hoje, já avisa logo que é notificado pelo terceiro sobre o prejuízo”, disse.

Ela também fez questão de registrar que a contratação de D&O está sim mais restritiva e os preços mais elevados, porém, apenas para as empresas que apresentem risco de corrupção. “O mercado não é hard para todos, só para algumas empresas, sobretudo as públicas. Para as demais, as taxas não aumentaram e ainda estamos num mercado soft”, disse.

Em relação ao aumento de sinistralidade de D&O, provocado pelo volume de indenizações pagas pela cobertura de custo de defesa, depois da Lava-Jato, Sergio Mello levantou outra questão. Ainda que seja do interesse do segurador a boa defesa do segurado, a suspensão da cobertura em decorrência dos acordos de leniência e de delação premiada gerou um problema para a carteira de RC.

“Na medida em que o segurado recebe a antecipação da indenização para pagar a sua defesa e, posteriormente, admite a má-fé, a consequência será a perda da cobertura. Mas, como fica o segurador?”, questionou, referindo-se à eventual impossibilidade de ressarcimento às seguradoras. “Tem muita gente do mercado preocupada, mas esse é um risco do negócio”, acrescentou.

Outra questão atual que tem mobilizado a opinião pública, o desastre ambiental em Mariana (MG), não afetou diretamente o seguro de RC, mas trouxe à tona o grave problema do subseguro. Apesar de ter provocado prejuízos estimados até o momento pelo governo mineiro em mais de R$ 1 bilhão, a cobertura de RC Ambiental do seguro da mineradora responsável pela barragem que causou o acidente não passa de R$ 80 milhões.

Para Sergio Mello, o caso não apenas evidencia que o risco ambiental foi subdimensionado, como, também, acende o alerta para todos os seguros contratados por empresas com potencial de danos ambientais. “É preciso avaliar o risco real com extremo cuidado, especialmente o ambiental, para mostrar ao segurado as suas vulnerabilidades e as coberturas disponíveis em termos de responsabilidade civil. A contratação de seguros de RC como subproduto ou em valores fora da realidade do risco deve ser evitada, exatamente para que não aconteça o mesmo que ocorreu com o sinistro em Mariana”, disse.

Thalita de Fátima Barbato Graciolli, gerente de Sinistro da Zênite Assessoria e Consultoria, outra especialista convidada do evento, chamou a atenção para os impactos do zika vírus no seguro de RC na área da saúde. Diante da quantidade de doenças provocadas pelo mosquito aedes aegypti e do pouco conhecimento da comunidade científica a respeito, o setor de seguros se prepara para um forte aumento de sinistros em RC Profissional. O maior risco seria o erro de diagnóstico.

Entretanto, Thalita destacou a falta de conhecimento do segurado sobre o seguro. Ela frisou que o RC Profissional cobre o dever de pessoa física ou jurídica de indenizar a terceiros, em função do exercício da profissão por si ou por meio de outros, que resulte em perdas ou danos à vítima (paciente ou consumidor).

A questão é que o RC Profissional não é apenas um seguro de defesa, embora possua esta cobertura. Um dos maiores equívocos dos médicos, segundo ela, “é pensar que o seguro é uma espécie de poupança e que basta ser acionado na Justiça para a seguradora realizar a indenização. Este seguro requer a apuração do dano e a comprovação de culpa do profissional”, disse.

No encerramento do seminário, o presidente da APTS, Osmar Bertacini, e o secretário, Evaldir Barboza de Paula, homenagearam cada palestrante com uma placa. “Além de o seguro de RC ser tema empolgante, este evento atende à finalidade da APTS de fortalecer a técnica de seguros”, disse Bertacini.