Augusto Frederico Costa Rosa de Matos foi reeleito presidente do Sindicato das Empresas de Seguros Privados, de Resseguros e Capitalização dos Estados de Minas Gerais, de Goiás, do Mato Grosso e do Distrito Federal (Sindseg MG/GO/MT/DF). A eleição para o novo mandato de três anos foi realizada hoje (4) na sede do sindicato.
O presidente agradece em nome de todos os membros da nova diretoria. “Somos gratos às companhias associadas pelo reconhecimento e pela confiança depositada em nós, para mais um mandato à frente do Sindseg. Mais uma vez, ao representar as empresas seguradoras, nos colocamos em defesa de todo o mercado, consolidando a imagem da instituição ‘seguro’ junto à sociedade, promovendo o setor e difundindo a cultura do seguro nos estados de Minas Gerais, Goiás, Mato Grosso e no Distrito Federal”, declara Matos.
A Federação Nacional de Previdência Privada (FenaPrevi) entende que incidência de Imposto sobre Transmissão Causa Mortis e Doação (ITCMD) fere princípios, normas técnicas e legais do produto VGBL, bem como causará prejuízo ao consumidor, o qual poderá sofrer tributações diferentes e cumulativas. A federação estuda medidas e possibilidades para a rever a norma que cria a incidência do imposto pelo governo do Estado do Rio de Janeiro. Os percentuais do tributo, hoje fixados em 4%, serão progressivos: 4,5% para transmissões até 400 mil UFIR-RJ (cerca de R$ 1,2 milhão) e 5% para heranças ou doações de bens acima desse valor. O aumento do imposto foi fixado pela Lei nº 7.174, que substitui a Lei nº 1.427, de 1989. As normas, publicadas em janeiro deste ano no Diário Oficial, entram em vigor no dia 29 de março.
Muitas novidades na Generali. Werner Stettler, que deixou a vice presidência da área corporate da Zurich Brasil em dezembro, assumiu a vice-presidência de global corporate e comercial Brasil da Generali neste ano. Ele já dá expediente no elegante escritório da seguradora italiana na avenida Juscelino Kubitschek, no bairro Itaim Bibi. Ele se reporta a Neri Silva, que é o head regional da América Latina, que por sua vez está subordinado a Antonio Cássio dos Santos, CEO das Américas. O grupo também criou uma área de massificado (mass consumer) em São Paulo, comandada por Claudia Papa. Conrado Morgan, ex-Zurich e AIG, também ingressa no grupo italiano com head de subscrição.
O economista Hyung Mo Sung, que assumiu em agosto de 2014 como CEO Generali Brasil Seguros, segue como o principal homem da seguradora italiana no Brasil. Ele cuida da área de seguros individuais e também de vida, agora sediado no Rio de Janeiro. As novas áreas criadas pelo grupo, não se reportam a ele, que está em meio ao processo de consolidação dos canais tradicionais.
Ecossistemas digitais – ninguém sobrevive sozinho”, proferido por Kleber Bacili, presidente da Sensedia, com mediação do superintendente executivo técnico da CNseg, Alexandre Leal, revelou um grande desafio para o setor. “A continuidade da indústria de chicletes hoje é questionada porque a venda era feita geralmente nas gôndolas próximas de caixas de pagamentos. Hoje, as pessoas estão com os olhos grudados nas telas dos smartphones e os chicletes ficam lá, esquecidos”, disse Bacili, para ilustrar a necessidade de inovação que o avanço das redes sociais impõe às empresas, mesmo as que até pouco tempo atrás eram as mais ricas do mundo.
O que se vê hoje é uma busca incessante das empresas para atrair a atenção das pessoas. Isso está pressionando muito as empresas, em todos os sentidos, e ninguém quer ser o próximo chiclete. Mas as estatísticas mostram que 40% das companhias tendem a morrer nos próximos 10 anos, de acordo com pesquisas recentes divulgadas por John Chamber, CEO da Cisco, em consequência dos efeitos do que chama hoje da internet das coisas, carros sem motorista, longevidade e outras tantas tendências com potencial para mudar o mundo das indústrias. “Hoje, já vemos um porta como o AIBnb, que não tem sequer um quarto de hotel, com valor de mercado maior do que a rede hoteleira Mercury presente em todo o globo”, citou o palestrante.
No mundo das instituições financeiras, o que se vê é que o banco está sendo fatiado em pequenas partes, desafiado por pequenas startups desconhecidas, que se tornam gigantes com o desenvolvimento de um aplicativo que faça parte da jornada digital da sociedade. Um exemplo citado pelo especialista em plataformas foi o portal de viagens TripAdviser.
A família toda entra na internet, acessa o portal para programar a viagem. Lá, pesquisa os melhores destinos, hotéis paradisíacos e voos com preços promocionais. E por que não ter uma oferta pontual de um seguro para resolver os problemas de mala perdida, do voo cancelado e até mesmo pensar em deixar a casa protegida enquanto passeia com a família? “Se ofertar de forma segura, no momento certo e de maneira personalizada pode ter um ponto de venda diferenciado”, diz.
Segundo ele, para que isso aconteça, tem de haver parcerias e plataformas para unir vendedores e compradores. Um exemplo citado foi o Uber, aplicativo de táxis, que tem parceria com o portal Spotify, no qual ao entrar no táxi a preferência musical do cliente será tocada durante o trajeto. Outro exemplo bem-sucedido de parcerias citado foi o do portal Submarino com diversos nomes da rede varejista, nas quais o internauta é beneficiado com um leque maior de ofertas por um preço acessível e apresentado de forma já classificada, do menor para o maior preço dos produtos pesquisados.
Segundo ele, essa é uma realidade que precisa ser perseguida pelas seguradoras. “Eu, por exemplo, não me lembro qual é a seguradora do meu carro. E isso acontece porque a empresa não mantém um relacionamento com o consumidor final”, avalia.
Esses exemplos citados compartilham negócios com múltiplos participantes. As mais bem-sucedidas são as que atuam como plataforma e que conseguem se diferenciar. A gravidade, o fluxo e a conexão são os pontos que determinam o sucesso deste empreendimento, afirma. “O AirbBnb só atrai usuários se tiverem quartos legais e classificados pelos usuários. Esse magnetismo é importante para que esses sistemas de parcerias funcionem”, alerta.
A base do sucesso, segundo ele, está em ser simples, aberto e rápido. “Esses três elementos são decisivos para ter plataformas que interagem com aplicativos móveis”, enumerou, citando algumas seguradoras que já criaram startups para pensar nessas soluções, como Allianz Digital com a Accelerator; a Porto Seguro, com a Oxigênio; e a Bradesco Seguros, com a InovaBra.
Segundo ele, as instituições financeiras abrem espaço para trazer um universo de startup. “Para isso, precisam ser mais aberta, expor mais as suas estratégias e, assim, colocar as ideias em prática. Um ponto destacado pelo palestrante foi a agilidade, que exige das empresas uma governança mais simplificada para esse tipo de projetos inovadores. ” É preciso realmente ser diferenciado e fazer a oferta no local certo, na hora certa e de forma totalmente personalizada. Não basta mais apenas colocar um banner. Tem de ser algo mais sofisticado ou seguro pode correr o risco de ser o próximo chiclete”, finaliza.
Protasio: meta no Brasil é dobrar de tamanho em 4 anos
Protasio: meta no Brasil é dobrar de tamanho em 4 anos
Crescer, em um país com projeção de queda de 4% no Produto Interno Bruto e que enfrenta a maior crise já vista desde 1929 pelos economistas, é um missão quase impossível, mas que muitas companhias do mercado segurador brasileiro enxergam como possível. Investir em pessoas, bem como inovar na oferta de produtos e serviços são as duas principais estratégias do grupo inglês JLT, que atua com consultoria e corretagem de seguros.
“O Brasil é a segunda maior operação na América Latina, superada pela Colômbia. Em termos de PIB, população e penetração de seguros fica claro o potencial de crescimento”, diz Rodrigo Protásio, CEO da JLT Re, uma das empresas controladas pela holding, com seguros, resseguros, benefícios e massificados. Protasio conta que o grupo tem a América Latina como uma das prioridades de crescimento, bem como Ásia e Estados Unidos, operação iniciada há 18 meses.
Nesta semana, o grupo divulgou seus resultados financeiros do ano de 2015, comcrescimento da receita de 5%, para £ 1,15 bilhão, sendo 2% com crescimento orgânico. As divisões de gestão de risco, resseguro e seguro foram as que puxaram a alta das vendas. Em benefícios, a receita orgânica diminuiu 6 % devido aos desafios específicos dentro Reino Unido e Irlanda, mas cresceu 7% nos outros mercados. O lucro antes de impostos caiu a £ 170 milhões, queda de 7 %, impactado pelo investimento realizado nos EUA. Excluindo o investimento nos Estados Unidos, o ganho registrou aumento de 3 %, para £ 190 milhões.
Segundo comentários do CEO, Dominic Burke, na divulgação dos resultados mundiais, o grupo enfrenta uma série de desafios externos à medida que avança em 2016. “No entanto, estamos mantendo nosso foco em fatores que podemos gerenciar e em manter o controle sobre receitas e custos estabelecido ao longo dos últimos dez anos. Continuamos confiantes em nossa estratégia, nossa plataforma e nossa capacidade contínua de crescer “.
A JLT América Latina apresentou resultados fortes, com receitas 16% maiores em termos orgânicos (sem aquisição). O lucro operacional aumentou 10 %, para £ 21,3 milhões, com a colaboração dos escritórios da JLT em outras regiões. O grupo tem ganhado negócios significativos em energia , garantia , logísticas e propriedades industriais. “Apesar do cenário macroeconômica, nossos negócios no Brasil, em particular , teve boa performance”, afirma Protásio.
No Brasil, segundo maior mercado da América Latina, enquanto o mercado de petróleo sofre com os efeitos da Lava Jato, bem como o de resseguros de grandes obras, uma vez que as principais construtoras estão envolvidas nas investigações do Ministério Público, a JLT investe em novos negócios e também em sua equipe. A meta é dobrar de tamanho em 4 anos. “Para atingir tal objetivo será preciso fazer aquisições”, afirma Protasio.
Além do PIB em queda, o grande desafio do Brasil está em recursos humanos. “O problema não é atrair talentos. O desafio está em manter esses profissionais incentivados, pois essa geração busca mobilidade. Mas isso pode ser conquistada dentro da própria empresa e temos cada dia mais buscado ofertar a nossa equipe uma experiência internacional”, contou.
Em janeiro, o grupo realizou um evento de dois dias, com 96 líderes, para discutir o futuro, em Angra dos Reis (RJ). “Nossa cultura é construída por nós localmente e não imposta pela matriz. O reflexo é ter um ambiente leve, com superação de metas e dificuldades, bem como a consolidação de um dia a dia permeado pela ética e valores”, afirmou.
A Argentina é a bola da vez de novo para os investidores e também para a JLT. Em 16 de março, o grupo realiza uma conferência em Buenos Aires para discutir os desafios e oportunidades de negócios na região. Também inaugura as operações de seguros no escritório aberto há um ano para atuação em resseguros.
O Sindicato das Seguradoras do Estado de São Paulo (Sindseg SP) teve, em eleição realizada neste último dia 02 de fevereiro, a aprovação do mandato da sua Diretoria para o triênio 2016-2019. Reunida em chapa única, foi eleita por unanimidade pelas empresas do setor. Com a reeleição, há um entusiasmo renovado entre os membros da diretoria. Todos nós mantemos a firme vontade de ser contributivos e convergentes na busca de novas conquistas para a indústria seguradora, para o Estado e para a população do país, disse o presidente do Sindseg SP, Mauro César Batista.
Ele destacou a importância do Sindseg SP para o sistema federativo institucional do setor de seguros, ressaltando a representatividade do sindicato paulista. Praticamente todas as seguradoras e resseguradoras têm sede no Estado de S. Paulo, lembrou. A representatividade confere legitimidade à instituição no enfrentamento dos grandes desafios que se apresentam ao setor e que ganham maior importância sob uma conjuntura econômica desfavorável. Seguiremos reforçando junto à sociedade brasileira a positividade do seguro, em um momento em que a crise econômica afeta a renda da população, destacou Batista. O Sindseg SP manterá também sua cruzada contra o elevado número de mortes no trânsito, o que Batista define como uma tragédia permanente para a sociedade brasileira. Essa luta é antes de tudo uma questão de cidadania para o Sindseg SP, afirmou ele.
Celso Luiz D. de Paiva destacou a gestão da equipe, que, segundo ele, se caracterizou pela atuação bem-sucedida de membros com elevado grau de especialização e capacitação nas diferentes frentes de enfretamento dos desafios. Esse é um legado dessa diretoria para futuras gestões, afirmou ele. Paiva ressaltou que fará parte de sua missão dar prosseguimento a uma maior aproximação com a Escola Nacional de Seguros (Funenseg) com o objetivo de proporcionar cursos para aprimoramento da formação do corpo técnico das seguradoras. Já neste ano deveremos ter dois cursos com esse objetivo, informou Paiva.
A RGA Global Reinsurance Company Ltd. (“RGA Global”), subsidiária da Reinsurance Group of America, Incorporated (RGA), anunciou hoje que obteve a aprovação da Superintendência de Seguros Privados (Susep) para operar como ressegurador admitido de vida e saúde no Brasil. “Estamos satisfeitos em expandir nossa presença no Brasil”, disse Ronald Poon Affat, CEO da representante da RGA, empresa baseada em São Paulo, em comunicado distribuído à imprensa. “Vários dos nossos grandes clientes globais já operam aqui ao lado de muitas seguradoras locais fortes, e estamos ansiosos para trabalhar com estes clientes e ajudá-los a crescer e gerenciar suas empresas.”
A RGA oferece uma linha abrangente de produtos e serviços incluindo atividades de resseguro de vida individual, resseguro de benefícios de vida individual, resseguro de saúde individual, resseguro em grupo e soluções financeiras. A empresa também oferece desenvolvimento de produtos e serviços, além de ressegurar coberturas catastróficas e acidentes pessoais.
Reinsurance Group of America está entre os principais resseguradores mundiais de resseguro de vida e soluções financeiras. Fundada em 1973, hoje a RGA é amplamente reconhecida por seu profundo conhecimento técnico de risco e gestão de capital, soluções inovadoras e com o compromisso de servir seus clientes. A RGA tem filiais operacionais, sucursais e escritórios de representação em 26 países. Com cerca de US$ 3 trilhões de resseguros de vida em vigor e ativos de US$ 50,4 bilhões. Para saber mais sobre a RGA e suas empresas, visite o site www.rgare.com
A Argo Seguros prevê um 2016 bom para a companhia. “Somos uma seguradora nova, de nicho, ágil e a cada dia mais digital”, diz o CEO Pedro Purm. Semana passada, o grupo divulgou o balanço financeiro de 2015. Em seu quarto ano de operação, apresentou prejuízo de R$ 12 milhões, em linha com o seu planejamento financeiro para o ano e representando um aevolução de R$ 6,1 milhões em relação a 2014. “Estamos preparados para atingir o equilíbrio financeiro (break-even) neste ano”, comentou ele ao blog Sonho Seguro.
A receita da Argo totalizou a R$ 179,2 milhões, crescimento de 13%. Os prêmios ganhos, bruto de resseguro, chegou a R$ 177,7 milhões, alta de 21%. A sinistralidade, bruta de resseguro, foi de 67,9%. “Claro que o ano poderia ter sido melhor, mas dentro das condições da economia fizemos um bom resultado”, avalia.
A estratégia deste ano conta com a entrada da companhia no segmento de Directors & Officers (D&O), ramo que enfrentou problemas desde o início da Lava Jato, com muitos executivos presos por suposto envolvimento em contratos de corrupção. Apesar de o seguro não arcar com fraudes, há cobertura para custos com advogados, até que tudo seja tramitado na justiça. Se culpado, o segurado tem de devolver o valor a seguradora, uma vez que fraude é uma cobertura excluída de todo e qualquer contrato. “Muitas companhias se assustaram com os resultados da carteira e deixaram de atuar,o que reduziu a concorrência. Também os preços praticados voltaram a patamares técnicos, o que nos estimulou a colocar o produto na prateleira”, disse Purm, afirmando que a demanda está muito aquecida, tanto pelas investigações do Ministério Público, como pela entrada em vigor da Lei Anticorrupção.
A plataforma digital desenvolvida em 2012 já está consolidada e passa agora a oferecer outros produtos, além do Erros e Omissões (E&O), para o qual foi criada. Outros produtos, como o D&O e seguros para bicicletas também já estão disponíveis para a venda digital. “Os corretores aprovaram o sistema e isso nos ajuda a ter sucesso com essa estratégia”, comemora Purm.
Cerca de 12% das vendas da seguradora já vêm da plataforma digital, com mais de 15 mil clientes na linha financeira E&O. Neste ano, as negociações via plataforma devem aumentar significativamente com a oferta de D&O, com todas as condições do contrato disponíveis em aplicativos na loja Apple ou Google Play. As vendas de seguro para bicicletas também apresentam bom resultado, com 300 magrelas seguradas por mês, com prêmio médio de R$ 700.
O sucesso de ser uma seguradora com custos baixos e poder estar presente em todos os estados de forma digital é comemorado com a matriz adotando a idéia e tecnologia aqui desenvolvida. “Neste semestre, a plataforma começa a ser utilizada por um nicho de negócio da subsidiária nos EUA”, contou. Neste ano, a companhia promete desenvolver novos produtos e serviços para otimizar ainda mais a plataforma digital, que tem os corretores como vendedor oficial dos produtos. “Temos várias novidades no forno, criadas a partir do entendimento do desejo do consumidor, e estamos animados, mesmo diante desta situação do Brasil. Nosso acionista tem visão de longo prazo e todos nós torcemos para que o país consiga rapidamente resolver os problemas políticos para que a economia retome um ciclo positivo”, finalizou.
A Brasil Assistência, uma das líderes no País na prestação de assistência a pessoas, residências e veículos, divulga as ocorrências mais comuns em serviços personalizados às mulheres, público que, segundo último levantamento do Instituto Nacional de Geografia e Estatística (IBGE), corresponde a mais da metade da população do país (51%). De acordo com a companhia, a maioria dos atendimentos (40%) são chamados em residências para a resolução de problemas como vazamentos em encanamentos, panes elétricas ou auxílio chaveiro.
Ainda de acordo com a companhia, outros serviços como desconto em medicamentos e troca de pneus e socorro em caso de panes mecânicas e elétricas em carros estão entre os mais solicitados pelas mulheres. Entre janeiro e fevereiro de 2016, a contratação de soluções combinadas cresceu 39% se comparado com o mesmo período do ano anterior.
Segundo Almir Fernandes, presidente da Brasil Assistência, o aumento no uso do produto pelas mulheres dá às empresas oportunidades relevantes de negócio e fidelização de um público segmentado. “Ao integrar essa gama de serviços, as empresas conseguem oferecer às mulheres soluções rápidas, customizadas e eficientes para problemas do dia a dia e melhorar assim sua rentabilidade, imagem e, como consequência, a fidelização, pois leva em consideração todas as características da rotina multitarefa da mulher hoje em dia”, afirma o executivo.
Com atendimentos especializados, o produto da Brasil Assistência foi desenvolvido para facilitar o dia a dia da mulher e ajudá-la nas situações de emergência em casa (encanador, eletricista e chaveiro), com o automóvel (socorro mecânico e reboque, troca de pneus e transportes emergenciais), ou até mesmo para conveniência em saúde e bem-estar (assistência nutricional e farmacêutica, delivery de medicamentos e descontos em compras de remédios e segunda opinião médica internacional).
Para saber como incorporar as modalidades de soluções combinadas de serviços de assistência emergencial e conveniência à mulher da Brasil Assistência nas categorias Imóvel, Pessoas e Veículo aos produtos e seguros oferecidos, basta contatar a equipe Comercial da empresa pelo telefone 11 4689-5800 ou pelo site www.brasilassistencia.com.br.
A AXA no Brasil anuncia a chegada de Karine Brandão para a superintendência comercial do Rio de Janeiro e Espirito Santo. Com 20 anos de experiência no mercado segurador, atuando em posição de liderança em clientes, corretoras e seguradoras como Grupo Brascan, Brookfield Corretora, Aon e Zurich Seguros, onde recentemente ocupava a posição de Diretora Comercial RJ/ES, Karine possui sólida experiência e networking nos Estados.
Entre os desafios iniciais, a executiva terá a missão de consolidar a sinergia SulAmérica e AXA, que desde 2006 mantêm uma parceria de sucesso no Brasil em seguros de ramos elementares e anunciaram recentemente que fecharam o acordo de aquisição por parte da seguradora francesa, através da AXA Corporate Solutions Brasil e América Latina, da divisão de grandes riscos da seguradora brasileira.
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