Fundación Mapfre apresenta o estudo “O seguro na sociedade e na economia do Brasil”

Toneto: Acreditamos que as diversas medidas de revisão técnica adotadas em nossa carteira de Auto e a melhora do cenário macroeconômico devem gerar efeitos positivos em nossos resultados locais em 2018

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Se o seguro não existisse, teria de ser inventado. Essa é a frase de abertura do estudo “O seguro na sociedade e na economia do Brasil”, que foi apresentado ao público na manhã desta terça-feira, 19, no auditório do SindsegSP, em São Paulo. Para o lançamento, que foi concebido com a contribuição de agentes institucionais, órgãos reguladores e profissionais do setor, o evento contou com a presença do doutor em economia José Antonio Herce, que apresentou as peculiaridades do estudo.

Desenvolvido pela Fundación Mapfre, instituição sem fins lucrativos que promove atividades de interesse geral da sociedade em linha com os princípios institucionais da Mapfre, em parceria com a Afi – Analistas Financieros Internacionales, uma das maiores consultorias da Europa, o estudo apresenta comparativos entre a penetração do mercado de seguros na América Latina e no Brasil.

Entre os resultados, destaca que o Brasil tem ganhado expressão no mercado segurador. Nos segmentos de não vida (auto e danos), a América Latina tem 3,5% do PIB segurado, enquanto o Brasil, isoladamente, atinge a marca de 1,7% desse montante.

“Fruto do trabalho de formação e disseminação da cultura de seguros promovido pela Fundación Mapfre, o estudo confirma a importância social e econômica do seguro para a sociedade brasileira, apresentando uma análise sobre os diferentes aspectos dessa atividade em nosso país”, afirma Wilson Toneto, CEO da Mapfre Regional Brasil.

Com conteúdo variado descrito em 140 páginas, o estudo traça um panorama atual do mercado segurador brasileiro apresentando os principais temas que envolvem o desenvolvimento da atividade em seus diferentes setores de atuação, como automóveis, agrícola, saúde, vida, previdência, riscos especiais, etc. Entre os temas, segundo o estudo, o que mais se destaca no Brasil é o de saúde suplementar, que tem conquistado famílias brasileiras à procura de uma cobertura cada vez mais completa.

Com estimativas e argumentos que confirmam a contribuição social e econômica do seguro no Brasil, a publicação dá a oportunidade de entender como o setor funciona em economias emergentes. “O seguro permite que as pessoas, empresas e entidades públicas façam o seu planejamento financeiro e de gerenciamento de riscos. Estar segurado, muitas vezes, pode significar a diferença entre manter a estabilidade econômica financeira diante de uma situação adversa e inesperada, que possa comprometer toda a renda familiar”, comenta Herce.

O estudo ainda destaca a rápida adaptação às mudanças que o mercado brasileiro de seguros tem promovido para se aproximar do segurado e atuar, cada vez mais, como instituição responsável pelo futuro e o bem-estar da sociedade.

Zurich seleciona alguns aplicativos para ajudar na direção segura

waseVoltada para o gerenciamento de riscos, a área de Risk Engineering Zurich desenvolve e divulga materiais com o intuito de informar, e disponibiliza material voltado para a segurança durante as viagens de carro. As dicas vão além da segurança na direção e do automóvel, passando pela organização da bagagem e listando aplicativos com recursos que facilitam o planejamento. Carlos Cortés, Superintendente de Risk Engineering da Zurich, faz um alerta: “A tecnologia pode ajudar motoristas de diversas formas, seja mantendo-os sempre no caminho certo, planejando o roteiro da viagem, evitando distrações, ajudando na manutenção do veículo e até avisando dos perigos à frente durante a condução. Apenas lembre de que nunca se deve manusear smarthphones ou outros dispositivos enquanto se dirige”.

Confira as dicas de aplicativos que podem ajudar:

Road Tripper – Planejar o roteiro de viagem é um elemento importante da direção segura, garantindo que sempre se esteja em uma rodovia segura e evitando desvios ou retornos não planejados. Utilizando o Google Maps, esse app permite o planejamento da rota, adicionando pontos de interesse, informações, datas de partida e chegada, horários, etc. Também permite compartilhar o planejamento com outras pessoas. Disponível para IOS e Android

Waze – Diferente dos navegadores por GPS tradicionais, o Waze é uma comunidade de motoristas, possuindo mapas sempre atualizado e complementado com informações de trânsito fornecidas pelos próprios usuários. O Waze recebe dados automaticamente dos usuários e fornece de forma precisa informações de roteirização e tempo de percurso. Ele é muito útil para evitar ficar preso no trânsito, principalmente em cidades que não se conheça muito bom. Disponível para IOS e Android.

Mãos no volante – O aplicativo Mãos no Volante foi desenvolvido pelo Ministério das Cidades com o objetivo de evitar distrações ao motorista enquanto estiver ao volante. Ao receber uma ligação ou SMS, os mesmos serão cancelados e um SMS será enviado avisando que o motorista está dirigindo naquele momento. A mensagem enviada pode ser personalizada pelo motorista, mas o SMS padrão é: “Estou dirigindo no momento. Ligo mais tarde.” Assim que o aplicativo for desabilitado o motorista poderá checar as ligações e SMS recebidos. Disponível apenas para Android.

Estacione – É um aplicativo que utiliza o sistema de GPS do aparelho para mostrar a posição no mapa. Depois, faz uma pesquisa breve e exibe opções de estacionamentos credenciados para guardamos o carro. Evitam-se, assim, dores de cabeça desnecessárias com a falta de segurança e possíveis avarias ao veículo. O que realmente não se quer durante um passeio ou viagem. Disponível para IOS e Android.

Text Arrest – Este aplicativo bloqueia a tela do smartphone evitando a digitação de mensagens e e-mails enquanto o motorista está dirigindo (o app automaticamente percebe quando o carro está se deslocando em velocidade superior a 10km/h). Disponível apenas para Android.

iOnRoad – Entre todos os apps apresentados aqui, esse tem o maior potencial para ajudar a dirigir com mais segurança. O aplicativo utiliza realidade aumentada para “ver” o que está à frente na rodovia e informa sobre riscos em tempo real. Usando uma combinação entre câmera, GPS e acelerômetro do smartphone, ele pode medir a distância entre o seu carro e o veículo à frente, e avisa por meio de alertas sonoros e visuais caso fique muito próximo. Também é possível bloquear recebimento de ligações, SMS e e-mails durante a condução do veículo. Disponível para IOS e Android.

A Zurich Seguros deixa à disposição o site da área de Risk Engineering, onde se pode conhecer melhor todos os serviços disponíveis e como e eles podem ajudar pessoas e empresas a estarem sempre mais seguros. www.zurichriskengineering.com.br

Fontes consultadas:
Departamento de Engenharia de Riscos Zurich Brasil
Road Safety Magazine – March 2016 – http://www.onemoresecond.net/

SulAmérica lança portal para médicos

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A SulAmérica, maior seguradora independente do país, acaba de lançar um canal digital voltado exclusivamente para médicos e profissionais da saúde. O portal oferecerá conteúdo técnico e informativo sobre medicina e saúde, além de artigos, pesquisas sobre saúde populacional e diretrizes da SulAmérica. O objetivo é incentivar o intercâmbio de conhecimento entre a equipe médica especializada da SulAmérica e os atuais e potenciais médicos referenciados.

Além de conteúdo, o médico tem à disposição alguns serviços como consulta à rede de prestadores por meio de geolocalização, cadastro para recebimento da newsletters e acesso a informações sobre benefícios e descontos exclusivos que a companhia oferece para referenciados. Os profissionais de saúde também podem, por meio da plataforma, indicar pacientes para o Programa Saúde Ativa, conjunto de iniciativas de promoção à saúde e ao bem-estar. É possível, ainda, sinalizar interesse em ser um prestador.

“A SulAmérica tem como prioridade investirem iniciativas para o fortalecimento do relacionamento com prestadores médicos e este novo portal é mais uma ação nesse sentido. Queremos apoiar nossos parceiros na busca pela excelência na prática médica, contribuindo para o aprimoramento constante do atendimento aos segurados”, afirma o vice-presidente de Saúde e Odonto da SulAmérica, Maurício Lopes.

O site pode ser acessado por meio do endereço eletrônicowww.sulamerica.com.br/referenciadosaude.

Brasil permanece com risco político médio para investimentos, revela pesquisa

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Com a finalidade de auxiliar as empresas na avaliação de investimentos em mercados emergentes, a consultoria e corretora de seguros Aon em parceria com a Roubini Global Economics divulga a nova edição do estudo Mapa de Risco Político. A pesquisa, que avaliou 162 países em 2015, apontou pela primeira vez nos últimos três anos mais reduções de riscos políticos do que índices elevados, fator esse que deve encorajar cada vez mais os países emergentes a executarem reformas políticas e econômicas.

No entanto, o levantamento constatou que por conta da crise política e também o desempenho da economia, o Brasil se manteve com o risco considerado médio. “A atual situação tem aumentado os riscos em curto prazo, em particular os riscos não-políticos, porém, o país possui instituições robustas e grandes reservas de divisas, o que pode a médio prazo levar a uma certa recuperação”, considera Keith Martin, consultor de riscos políticos e investimentos no exterior da Aon Brasil.

Para o executivo, o Brasil está vivendo uma das recessões mais prolongadas de sua história, o que tem exercido uma considerável pressão sobre o país. “Os escândalos de corrupção feriram não só a imagem do governo, mas também afetaram a competitividade das empresas, principalmente no setor de construção pesada e infraestrutura, além de deixar o país mal preparado para enfrentar a baixa dos mercados das commodities”, acrescenta Martin. Porém, o consultor ressalta ainda que esse cenário abre oportunidades para as empresas estrangeiras, já que permite processos mais abertos e grandes possibilidades de fusões e aquisições com instituições brasileiras.

De acordo com Keith Martin, embora o cenário caminhe para uma retomada econômica, as Olimpíadas do Rio de Janeiro podem ser um divisor de águas. “De um lado existe a oportunidade do país em se vender para atrair importantes negócios, na expectativa de uma melhora no ambiente de investimentos a médio e longo prazo. De outro, há chances de um aumento no risco político com possibilidade de protestos, manifestações e até mesmo violência política”, afirma.

Além disso, o executivo esclarece que outros países da América Latina também estão vivendo um ano muito histórico, com desdobramentos que vão se estender ao longo dos próximos anos. “As eleições presidenciais na Argentina, as legislativas na Venezuela, a derrota do referendum pró-Morales na Bolívia e a crise política no Brasil mostram que há um grande desejo de mudança de rumo após mais de 12 anos de governos da esquerda, o que deve movimentar ainda mais a América Latina”, diz. Contudo, Keith Martin observa que as atuais reformas na Argentina oferecem ao Brasil tanto uma oportunidade como um desafio. “De um lado, ficará mais fácil exportar à Argentina. Do outro, o Brasil terá mais dificuldade na concorrência global de investimento estrangeiro direto (IED), já que comparando o Brasil e a Argentina o investidor pode ver mais potencial no país vizinho”, adverte.

Mesmo que em curto prazo resulte em um cenário de incertezas, e particularmente na Venezuela existir um risco elevado de violência entre os apoiadores e oponentes dos regimes de esquerda, o consultor afirma que a médio e longo prazo pode haver um ambiente mais favorável à iniciativa privada, mais segurança jurídica e regulamentar, e mais oportunidades de investimentos.

Avaliação Global

Além do panorama sul-americano, o estudo Mapa de Risco Político revelou que, pela primeira vez nos últimos três anos, alguns países tiveram reduções do risco político, como China, Irã, Paquistão, Etiópia, Sérvia, Jamaica, Nepal e Haiti. Dando destaque a China e ao Irã, Keith Martin comenta que reformas anticorrupção e suspensão de sanções políticas e econômicas auxiliaram no upgrade desses países, mas ainda existem ressalvas. “O reequilíbrio e a desaceleração da segunda maior economia do mundo, provavelmente, resultarão em desafios para os vizinhos e principais parceiros comerciais da China. Entretanto, a reentrada do Irã nos mercados globais tende a aumentar o fornecimento de petróleo à medida que for ganhando acesso aos mercados estrangeiros, oferecendo preços mais ajustados, inclusive para a Europa”, esclarece.

Martin explica ainda que no topo da lista dos riscos políticos que os investidores de mercados emergentes estão enfrentando neste ano está o impacto do preço do petróleo, que tem afetado países já fragilizados dependentes do valor do barril, como o Iraque, Líbia, Rússia e Venezuela. “Esse fator está elevando os riscos de transferência cambial, exercendo pressão sobre as empresas e indivíduos que procuram moeda estrangeira, e por consequência, desestimulando os investidores”, aponta.

Segundo o consultor, as perspectivas para muitas economias de mercados emergentes dependerá das implementações de reformas para atrair mais investimentos. “Quando se tem um comércio global mais fraco e com baixo crescimento econômico, a competição por capital aumenta”, complementa.

Por fim, o Mapa de Risco Político mostrou que apenas quatro países tiveram seus índices elevados: Filipinas, Cabo Verde, Micronésia e Suriname.

Sobre o Mapa de Risco Político

A Aon mensura os riscos políticos de 162 países e territórios para avaliar os riscos associados à transferência cambial, inadimplência soberana, interferência politica, interrupção da cadeia de abastecimento, regimes jurídicos e regulatórios, violência política, facilidade de fazer negócios, vulnerabilidade do setor bancário, e a capacidade de o governo proporcionar estimulo fiscal. Para cada categoria de risco específica, assim como para a classificação geral, cada um dos países recebe a seguinte classificação: Baixo, Médio-Baixo, Médio, Médio-Alto, Alto ou Muito Alto.

A classificação de cada país reflete uma combinação de análises realizadas pela Aon e Roubini Global Economics. Os países membros da União Europeia e da Organização de Cooperação Econômica e Desenvolvimento não foram classificados no mapa.

Mais informações sobre o mapa de riscos políticos da Aon podem ser acessadas pelo site: www.aon.com/2016politicalriskmap

Estudo resume tributos em seguros ao redor do mundo

tributosA Insurance Europe – entidade que representa as seguradoras européias – realiza um estudo, atualizado anualmente, denominado “Indirect taxation on insurance contracts in Europe”. Francisco Galiza comenta que o objetivo do texto é comparar todos os países membros, no que se refere à tributação em cada ramo de seguros. Esse assunto preocupa também por aqui. “Por exemplo, recentemente, as seguradoras brasileiras argüiram oficialmente a constitucionalidade do aumento da alíquota do CSLL. Ou seja, um tema bem atual; assim, sempre pode ser oportuno comparar com a realidade de outros países, para tomar como referência”, cita em uma de sua análises.

Quem tiver interesse em conhecer o estudo, em inglês, segue o link:

http://www.insuranceeurope.eu/sites/default/files/attachments/Indirect%20Taxation%202016.pdf

Allianz reformula seguro residencial apostando na flexibilidade e diversidade de coberturas e assistências

Christina Carneiro Said, superintendente de Massificados da Allianz Seguros (1)Release

Durante o ano de 2016, a Allianz Seguros continuará apostando no desenvolvimento de negócios ligados aos produtos Massificados. E é por isso que, nesta sexta-feira, 15, apresenta ao mercado o Allianz Residência com novos planos de coberturas e assistências. A novidade chega um mês depois do anúncio das reformulações no seguro de automóvel, o Allianz Auto Instituto Ayrton Senna.

De Norte a Sul do Brasil, há 68 milhões de domicílios. No entanto, somente 9,1 milhões possuem seguro residencial, de acordo com estudo realizado pela Comissão de Riscos Patrimoniais – Massificados da FenSeg, com base em dados do PNAD/IBGE e da Susep. Sendo assim, a fatia de lares protegidos é de 13,3%. Esse percentual, além de demonstrar a necessidade de o brasileiro despertar para esse seguro, que custa apenas entre 0,2% a 0,6% do valor do imóvel, aponta o quanto ainda é possível difundir e explorar comercialmente a modalidade no país.

“O Allianz Residência chega com planos voltados a diversos perfis de consumidores. As coberturas e assistências estão ainda mais flexíveis para que corretores e clientes avaliem quais realmente são adequadas para a residência a ser segurada”, afirma Christina Carneiro Said, superintendente de Massificados da Allianz Seguros. A executiva ainda lembra que “o produto tem um novo formato de cotação, com menos páginas”.

Com as mudanças, a seguradora passa a disponibilizar dois planos, o Tradicional e o Simplificado. O primeiro tem a possibilidade de ser totalmente configurado, de acordo com a solicitação do segurado, ou ser ofertado com opções sugeridas pelo sistema. Há cerca de vinte coberturas disponíveis para contratação. Entre elas, estão desmoronamento, vazamentos acidentais da rede de água e esgoto, indenização no valor de novo, inclusive para equipamentos de informática, e despesas com recomposição de registros e documentos.

Agora, enquanto o Tradicional tem quatro opções com coberturas pré-selecionadas, além do plano Personalizado, o Simplificado é feito de seis pacotes de prateleira, ou seja, com coberturas fixas. No entanto, leva em consideração as particularidades das casas e apartamentos usados como moradia e aqueles de veraneio.

Ambos contemplam, por exemplo, indenizações após incêndio, queda de raio e de aeronave, explosão, quebra de vidros, mármores e granitos, danos elétricos, roubo e furto qualificado, além de coberturas de responsabilidade civil familiar e perda e pagamento de aluguel. Já o Tradicional, tem uma lista maior de coberturas, incluindo também desmoronamento, impactos de veículos, responsabilidade civil de danos morais, acidentes pessoais, entre outros.

No que diz respeito às assistências 24 horas, há duas versões de planos. “Nós ampliamos os serviços gratuitos, com conserto de ar condicionado, desinsetização, desratização e socorro mecânico. E também aumentamos o limite de indenização para reparos hidráulicos, conserto de linha marrom e recuperação de veículos”, ressalta Christina. O Allianz Residência ainda ajuda o segurado no combate ao mosquito Aedes Aegypti, com serviço de limpeza de caixas d’água e calhas incluído nas assistências gratuitas.

Além do plano “Assistência Essencial”, que é gratuito, pode haver a contratação do “Assistência Completa”, que é opcional e contempla, além dos serviços da assistência básica, serviços de fixação e instalação. Pode ser solicitado desde a colocação de varal, passando por ganchos para rede, vasos e bikes até travas de segurança para portas e janelas.

Serviços sustentáveis disponíveis em todos os planos

A Allianz foi uma das primeiras seguradoras a incluir os serviços sustentáveis no seguro residencial. Desde 2012, já foram recolhidas 340 toneladas de móveis, eletrodomésticos e eletroeletrônicos em casas e apartamentos de todo o território nacional, em parceria com a Ecoassist. Os bens coletados seguem para entidades assistenciais cadastradas, se estiverem em condições de uso. Caso contrário, são descaracterizados e as peças enviadas para indústrias de reciclagem. Todo processo é homologado com base nas melhores práticas da sustentabilidade e o segurado Allianz recebe um certificado que garante que o resíduo foi corretamente descartado e reciclado.

Agenda: Eventos no Rio movimentam a semana de 18 a 22 de abril

copaproseA semana de 19 a 21 de abril vai momentar o mercado segurador brasileiro e internacional. O Rio de Janeiro será palco de dois grandes eventos, que reunirão profissionais de todo o setor.

A Superintendência de Seguros Privados (Susep) será anfitriã da XXVII Assembleia da Associação de Supervisores de Seguros da América Latina (Assal), que tem entre seus objetivos trocar informações sobre legislação dos mercados de seguros, métodos de controle e fiscalização, promoção de cooperação entre seus associados. O evento acontece entre 18 a 21 de abril, no hotel Windsor Atlânta, no Rio de Janeiro

O XXVI Congresso Panamericano COPAPROSE, que conta com o apoio institucional da CNSEG e Escola Nacional de Seguros, terá como tema central “Para onde caminha o Seguro na América Latina?” e acontece de 20 a 22 de abril de 2016, no Rio de Janeiro. Essa é a primeira vez que o congresso acontece no Brasil e deve reunir mais de 400 profissionais de seguros de 20 países da América Latina, do Canadá, Espanha e Portugal, incluindo alguns dos maiores corretores e produtores de seguros da região. Dessa forma, torna-se uma excelente oportunidade para os profissionais brasileiros trocarem experiências com colegas do exterior.

Entre os temas que serão discutidos no encontro constam questões de extrema relevância para o mercado brasileiro e da América Latina, como os riscos cibernéticos tecnológicos, os aspectos regulatórios e o resseguro. Para saber da programação completa acesse http://www2.fenacor.org.br/congresso/copaprose/programacao.php

Estudo da Swiss Re revela baixa contratação de seguros mesmo no mundo corporativo

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Estudo realizado pela resseguradora Swiss Re em 10 países da América Latina mostra que a lacuna de proteção patrimonial na região, ou seja, a diferença entre perdas seguradas e totais, cresceu de 75,9% para 82% nas últimas quatro décadas. Grande parte desse índice se deve ao risco de catástrofes naturais não seguradas que compreendem desde terremotos até enchentes e períodos drásticos de seca.

Segundo o estudo “Lacuna de Proteção Patrimonial na América Latina”, a parte não segurada de perdas ocasionadas por catástrofes naturais vem crescendo de forma contínua na região. Apesar de enchentes e tempestades corresponderem aos riscos mais frequentes, com 60% e 17% respectivamente, foram os terremotos os responsáveis pelo maior volume de perdas – o correspondente a US$ 90,5 bilhões desde 1990, dos quais 83,3% (cerca de US$ 15 bilhões) não eram seguradas.

Uma das principais razões para o aumento da exposição a catástrofes naturais na região pode ser atribuída ao desenvolvimento econômico e urbanização que aumentaram o valor do patrimônio, criando concentrações de risco mais altas. A partir de 2014, a América Latina se tornou a segunda região mais urbanizada do mundo, com 80% da população morando em cidades – um percentual que deve chegar a 86% em 2050.

Levando-se em consideração a modelagem de riscos sísmicos, estima-se que dentre os US$ 6,9 bilhões em perdas causadas por terremotos na América Latina, cerca de US$ 6,1 bilhões (88%) equivalem a perdas patrimoniais não seguradas. O país com os maiores prejuízos relacionados a abalos sísmicos é o Chile, com uma média de US$ 854 milhões anuais no período de 1985 a 2015.

Diferentes fatores podem explicar o subseguro na região, tais como falta de conhecimento sobre o produto, percepção de risco, acessibilidade, dependência da ajuda do governo local pós-ocorrência, desconfiança das seguradoras, acesso limitado e facilidade para realizar negócios.

Seguro Patrimonial no Brasil

O mercado de seguro patrimonial movimentou US$ 16,9 bilhões em 2014 na América Latina, representando 21,5% dos prêmios “não-vida” na região. A média de crescimento dos prêmios de seguros patrimoniais no país ultrapassou 7% de crescimento real nos últimos 10 anos. O Brasil tem o maior mercado de seguros patrimoniais da região, é o segundo maior mercado entre os emergentes e o décimo maior do mundo. No entanto, a penetração desse seguro no país foi de apenas 0,3% em 2014, apesar de ter acumulado mais de US$ 6,5 bilhões em prêmios.

Em contrapartida, o Chile, que alcançou apenas US$ 1,4 bilhão em prêmios em 2014, tem o maior índice de penetração do seguro patrimonial da América Latina (0,53%). Isso ocorre porque o país está altamente exposto a riscos de abalos sísmicos e também possui um setor financeiro bastante desenvolvido.

A maioria dos países na América Latina ainda não atingiram o máximo de seu potencial na cobertura de seguros, dado os níveis de renda da população. No estudo, é mencionado que um esforço coordenado entre o setor público e privado, no sentido de mitigar riscos e criar um ambiente regulatório favorável, poderá fechar a lacuna de proteção patrimonial que deixa tantas residências e negócios na América Latina vulneráveis às perdas em potencial advindas de intempéries climáticas.

Consulte o estudo completo com mais detalhes e informações em “O gap de proteção de seguros patrimoniais na América Latina”:

Também disponível nas versões em inglês e espanhol.

AGENDA: Estrutura de gestão de riscos em empresas de seguros será debatida dia

Por Márcia Alves

Conforme estabelece a Circular Susep 521/2015, até o final deste ano as empresas de seguros deverão definir um cronograma de implantação da estrutura de gestão de riscos e nomear seus gestores de riscos. Até o final de 2017, a estrutura de gestão de riscos deverá estar completamente implantada.

Assizio Oliveira, presidente da Comissão de Controles Internos da CNseg, aconselha a não deixar as providências de planejamento e de implantação para a última hora: “A preparação, desde já, de um projeto de estrutura de gestão de riscos, com ações coordenadas e sinérgicas, distribuídas em um planejamento bem elaborado, coloca a seguradora em situação confortável, evitando correrias e improvisações inconvenientes”, diz.

Assizio participará do evento “Estrutura de Gestão de Riscos – Circular Susep 521/2015”. Além de destacar as origens, os conceitos e os aspectos obrigatórios da circular, ele debaterá o tema com Phelipe Linhares, sócio da KPMG na área de Financial Risk Management e com Rafael Kozma, gestor da área de riscos do Grupo Porto Seguro, em um painel coordenado por Alexandre Leal, superintendente Executivo Técnico da CNseg. O evento será realizado pela Editora Roncarati no dia 27 de abril, das 8h às 13h, no auditório da KPMG.

Serviço

Workshop “Estrutura de Gestão de Riscos – Circular Susep 521/2015”

Data e horário: 27 de abril de 2016 – das 8h às 13h

Local: Auditório da KPMG, na Rua Arquiteto Olavo Redig de Campos, nº 105, Torre A, 6º andar, Chácara Santo Antonio, em São Paulo (SP)

Painelistas:

● Assizio de Oliveira, presidente da Comissão de Controles Internos da CNseg

● Phelipe Linhares, sócio da KPMG na área de Financial Risk Management

● Rafael Kozma, gestor da área de riscos do Grupo Porto Seguro

Coordenador:

● Alexandre Leal, superintendente Executivo Técnico da CNseg

Realização: Editora Roncarati

Apoio: KPMG

Investimento: R$ 650,00 (desconto de 10% para clientes da Editora Roncarati)

Inscrições pelo link: https://www.editoraroncarati.com.br/v2/Cursos/Conteudo/A-realizar.html

Informações pelo e-mail: cursos@editoraroncarati.com.br ou telefone (11) 3073 0106

Filme Truman chama atenção sobre com quem deixar animais de estimação em caso de morte do dono

filmes_10974_truman4O filme Truman (Direção de Cesc Gay, Espanha / Argentina, 2015), que estreia nesta quinta-feira, dia 14, no circuito nacional de cinema, traz em seu enredo a preocupação do personagem principal sobre quem cuidará de seu cão após sua morte. Na fita, Ricardo Darín é Julián, um ator argentino que vive em Madri e desiste do tratamento de câncer, já em estágio avançado. Mas a real preocupação de Julián não é com a morte iminente, mas sim, sobre quem cuidará de Truman, seu velho cachorro da raça bullmastiff.

A película chama a atenção para a responsabilidade de cuidar dos animais e, principalmente, sobre um ponto que pode afligir muitas pessoas que não teriam com quem deixar seus animais de estimação caso uma eventualidade viesse acontecer.

Pensando nisso, a Yasuda Marítima, subsidiária da Sompo Japan Insurance Inc. – um dos maiores grupos seguradores do Japão e do mundo – acaba de estabeleceu uma parceria com a Pet Assist, empresa especializada na assistência a cães e gatos, para disponibilizar um serviço de assistência que propicia um novo lar aos animais de estimação no caso de falecimento do dono.

Por meio da iniciativa, quem contratar o serviço terá a garantia do Seguro de Vida Yasuda Marítima para que seu cão ou gato seja acolhido e receba os cuidados necessários em caso de uma eventualidade. O objetivo é possibilitar que a qualidade de vida do animal de estimação seja mantida, mesmo na falta de seu dono.

A ideia surgiu a partir da experiência da Pet Assist em perceber que a morte do dono é um dos motivos que faz crescer o índice de abandono e consequente aumento do número de animais de estimação que vivem sem alguém que se responsabilize pelo seu bem estar. A Organização Mundial de Saúde (OMS) estima que só no Brasil existam mais de 30 milhões de animais abandonados, entre 10 milhões de gatos e 20 milhões de cães.

Como funciona o serviço

O serviço foi criado e só é possível contratá-lo por meio da parceria entre a Pet Assist e a Yasuda Marítima. Em caso de falecimento do segurado Yasuda Marítima, um profissional especializado busca o cão ou gato, onde ele estiver, e o transporta da forma mais adequada e confortável até o seu novo lar na Pet Assist, que possui um amplo espaço especialmente adaptado para recebê-los. Esse serviço visa replicar o ambiente em que o Pet vivia antes. Como benefício adicional, o segurado terá o direito, no dia-a-dia, a orientações online sobre o comportamento e saúde do animal. Mais informações sobre o serviço podem ser obtidas por meio do telefone 0800 056 2409.