A Liberty Seguros é uma das empresas parceiras das edições de São Paulo e Porto Alegre do projeto cultural Fronteiras do Pensamento, que completa dez anos em 2016. Neste ano, o ciclo será aberto pelo jornalista, dramaturgo, ensaísta e ganhador do prêmio Nobel de literatura de 2010, Mario Vargas Llosa.
Nesta temporada, que ocorre até novembro, o tema é “A Grande Virada” e o projeto trará ao país, uma série de conferencistas que são referências em seus campos de atuação para responder quais são as revoluções, sejam individuais ou coletivas, capazes de promover uma grande virada contemporânea.
Entre os convidados estão os escritores Ian McEwan, Valter Hugo Mãe e Michel Houellebecq, a historiadora Elisabeth Roudinesco, o arquiteto e urbanista Jan Gehl e a diplomata Mary Robinson, líder internacional na área de sustentabilidade.
“A Liberty Seguros acredita que incentivar discussões, como as propostas pelo Fronteiras do Pensamento, sobre os vários aspectos da vida contemporânea, incluindo a sustentabilidade do mundo em que vivemos, é um dos principais passos para incentivar transformações positivas na sociedade”, diz Patricia Chacon, diretora de Marketing e Estratégia da Liberty Seguros.
Em São Paulo, os encontros acontecerão no Teatro Cetip, no Complexo Ohtake Cultural, em Pinheiros e em Porto Alegre, no Salão de Atos da UFRGS. Mais informações sobre o evento estão disponíveis na página www.fronteiras.com.
Fonte: A prolongada fragilidade econômica está levando a maior parte das seguradoras que operam no Brasil a ter que esperar mais para alcançar uma rentabilidade adequada, mas a aposta na recuperação do mercado nos próximo anos deve limitar as chances de consolidação no setor, disse o presidente-executivo da BNP Paribas Cardif no país, Adriano Romano.
“Mesmo com o mercado crescendo nos últimos anos, a figura já não era tão positiva para as seguradoras não ligadas a grandes bancos”, disse à Reuters. “Desde o ano passado, a coisa está mais complicada e acho que a maioria esta perdendo dinheiro.”
Na esteira de um ciclo histórico de crescimento do mercado no Brasil, apoiado no aumento da renda das famílias, da maior penetração de serviços financeiros e da demanda por produtos para proteção de vida e patrimônio, várias seguradoras, a maioria subsidiárias de grupos globais, abriu ou expandiu a atuação no país.
Mais recentemente, no entanto, o segmento tem acusado os efeitos da recessão brasileira, com o volume de prêmios emitidos pelas seguradoras no país em 2015 avançando 3,17 por cento sobre o ano anterior, segundo a Superintendência de Seguros Privados (Susep). O número é negativo em termos reais, considerando uma inflação superior de 10,7 por cento no período.
Para Romano, as seguradoras do país ligadas a bancos de varejo têm conseguido atravessar esse período relativamente bem, dados fatores como vantagens de escala. Para as demais, o retorno do investimento feito demora mais, especialmente as ligadas a setores mais cíclicos da economia.
A própria BNP Paribas Cardif do Brasil viu sua emissão líquida de prêmios cair 5 por cento em 2015, a 1,73 bilhão de reais, após nove anos com crescimento médio anual de 30 por cento, dado que tem cerca de 90 por cento das receitas de prêmios ligadas aos combalidos setores de varejo e veículos.
Ainda assim, a subsidiária da europeia BNP Paribas Cardif teve aumento de 10 por cento no lucro antes de impostos ante 2014, para 255 milhões de reais, movimento apoiado em parte em maiores vendas diretas de seguro pela Internet, produtos de fiança locatícia, além de cortes de custos e renegociação de contratos com fornecedores.
Segundo Romano, o desempenho reflete em parte o foco da companhia na rentabilidade, mesmo sob pena de eventual perda de participação de mercado. Mas ele já avisa que vai ser difícil entregar aumento na última linha para 2016. Além da tendência de retração na emissão de novos prêmios, a companhia deve sofrer com mais intensidade o efeito do aumento do desemprego, que tem como consequência uma elevação do pagamento de indenizações.
“Devemos ter retração no faturamento; espero ao menor poder repetir o lucro de 2015”, disse.
Segundo o executivo, a seguradora já fez em 2015 provisões maiores para despesas com sinistros para este ano, prevendo justamente os efeitos do cenário atual, que leva a companhia a cobrir maiores indenizações provocadas pelo aumento do desemprego.
Apesar disso, em 2015, a BNP Paribas Cardif investiu cerca de 330 milhões de reais no país, especialmente na renovação por mais 10 anos do contrato da Luizaseg, joint-venture com o Magazine Luiza, para venda de serviços de garantia estendida. A seguradora também fez acordos com a unidade brasileira do varejista francês Carrefour e a BV Financeira.
A seguradora avalia que o mercado brasileiro segue como uma boa aposta para o longo prazo e que tem uma posição sólida para resistir a um prolongamento da recessão em curso.
“Temos condição de resistir por bastante tempo”, disse Romano, para quem esta não é a realidade da maioria das concorrentes no país. Segundo ele, por terem sócios internacionais, a maioria das rivais menores no Brasil também está apostando numa recuperação mais adiante. “Muitas delas têm as costas largas, com donos internacionais, por isso eu não esperaria uma consolidação nesse mercado”, disse executivo.
A Mongeral Aegon, companhia com 181 anos de atuação no mercado brasileiro de seguros e previdência, lançou dia 12 de abril o Instituto de Longevidade Mongeral Aegon. A entidade nasce com a missão de contribuir com ações concretas, especialmente na área do trabalho, de cidades e mobilização social, para colocar a questão da longevidade na agenda de desenvolvimento da sociedade brasileira e propor soluções em torno dos seus impactos sociais e econômicos.
O Instituto de Longevidade inova com a idealização do Movimento REAL.IDADE que busca reunir apoiadores em todos os segmentos da sociedade em torno do tema. Ao engajar indivíduos, a iniciativa privada, as instituições e o próprio poder público na discussão sobre a rápida mudança demográfica pela qual o Brasil está passando, espera-se aprofundar a percepção das oportunidades e desafios provocados por esse processo.
O Instituto encabeça duas iniciativas inéditas. A primeira delas é uma proposta de Projeto de Lei que cria o Regime Especial de Trabalho do Aposentado (RETA), que prevê relações trabalhistas mais flexíveis e incentivos para empresas que contratarem profissionais aposentados e com mais de 60 anos, ideia que está em linha com o Estatuto do Idoso. A redação do projeto de lei coube aos professores Hélio Zylberstajn, da FEA, e Nelson Mannrich, da Faculdade de Direito da USP.
“O que era uma ideia hoje tornou-se urgência. Pretendemos implementar diversas iniciativas e criar uma agenda de discussões que irá beneficiar os indivíduos, além do setor privado e a sociedade como um todo”, explica Nilton Molina, presidente executivo e membro do conselho de administração da Mongeral Aegon, que passa a presidir o Instituto. “Hoje no Brasil, o déficit nas contratações já começa aos 50 anos. O país e as empresas precisam facilitar a reinserção dessas pessoas ao mercado de trabalho e a sua requalificação”.
O outro projeto do Instituto destacará anualmente as cidades brasileiras mais bem preparadas para atender as necessidades de suas comunidades, cada vez mais longevas. Trata-se da criação do Índice e Prêmio REAL.IDADE de Longevidade. O desenvolvimento da iniciativa foi encabeçado pelo pesquisador Wesley Mendes da Silva, do Instituto de Finanças da FGV/SP. O Índice REAL.IDADE de Longevidade reunirá mais de 80 indicadores de 500 cidades brasileiras, agrupados em 7 variáveis – desde saúde e bem-estar até finanças e habitação.
Para os indivíduos acima de 50 anos, o Instituto lança também o portal do Movimento REAL.IDADE (www.movimentorealidade.org), no qual será encontrado um rico conteúdo formado por entrevistas, estudos e reportagens sobre temas atuais ligados à longevidade no Brasil e no mundo. Também serão disponibilizados gratuitamente serviços e ferramentas úteis como cursos de requalificação profissional, auxílio na reinserção ao mercado de trabalho, auxílio tecnológico, orientação financeira, programa de desconto em medicamentos, entre outros benefícios.
Segundo pesquisa exclusiva realizada pelo Data Popular, os brasileiros acima de 50 anos movimentam R$ 1,58 trilhão por ano, sendo que 51% da renda dessas pessoas vêm do trabalho. Dados da pesquisa revelam ainda que 66% da faixa etária pesquisada recebem amigos em casa; 26% costumam sair com certa frequência para jantar; e 27% das mulheres vão ao salão de beleza. O estudo mostrou também que a internet está cada vez mais presente na vida dessas pessoas, 24% acessam a internet. Desse total, 98% estão presentes no Facebook e 40% utilizam regularmente o Whatsapp.
A preocupação da Mongeral Aegon com a transformação demográfica da sociedade brasileira é baseada em números. Em 1955, a expectativa de vida ao nascer era de 52,9 anos e, em 2015, já alcançou 75,4 anos. A taxa de fecundidade passou de 6,1 filhos por mulher, em 1955, para 1,7 filhos em 2015. Hoje, o país possui 46 milhões de pessoas acima dos 50 anos e este número será mais que o dobro em três décadas. A redução da taxa de fecundidade aliada ao aumento da expectativa de vida do brasileiro fará com que pessoas acima de 50 anos passem a representar um percentual maior da população. Em 2050, o país terá mais de 95 milhões de habitantes com mais de 50 anos, o que corresponderá a quase metade do total, segundo estimativas do IBGE.
O Instituto de Longevidade Mongeral Aegon conta ainda com a parceria de diversas entidades internacionais com histórico importante de contribuição aos temas ligados à longevidade no mundo, tais como AARP, entidade norte-americana, voltada a atender o segmento de pessoas acima de 50 anos e com mais de 40 milhões de integrantes; a ANBO, entidade holandesa com mais de 120 anos de atuação e os centros de pesquisa MIT AgeLab, Stanford Center of Longevity e Leyden Academy, na Holanda. Além disso, o Instituto está associado a outros Institutos de Longevidade apoiados pelo grupo Aegon: O Instituto Transamerica, nos Estados Unidos, e o Centro Aegon para Longevidade e Aposentadoria, na Holanda.
As tentativas de fraudes contra a Seguradora Líder-DPVAT representam um número pequeno ao se comparar com o volume de pagamento das indenizações, cerca de 1,09%, por isso é um equívoco achar que o cenário de aumento ou diminuição das indenizações sofre influência dessas variantes. A Seguradora vem fechando o cerco aos fraudadores e, constantemente, apresenta às autoridades policiais denúncias de fraudes, além de municiar os Ministérios Públicos Estaduais e as autoridades policiais com informações e notícias de crime contra tais práticas. Justamente por isto, a Seguradora Líder-DPVAT foi admitida como assistente de acusação pelo Poder Judiciário e pelo Ministério Público de Minas Gerais contra fraudadores e que foram objeto da operação Tempo de Despertar.
As estatísticas de Seguro DPVAT são os dados mais atualizados para a sociedade acompanhar o comportamento dos acidentes de trânsito no Brasil. O seguro cobre três tipos de indenização: morte, invalidez permanente e reembolso de despesas médicas. Motoristas, pedestres e passageiros têm direito a essas coberturas quando sofrem um acidente de trânsito com um veículo automotor. É importante observar as diferenças de cada categoria de veículo e a evolução das políticas de trânsito para a redução da gravidade dos acidentes no País.
O número de pagamentos de indenização, em 2015, referente a reembolso de despesas hospitalares, invalidez permanente e morte, é 15% inferior ao ano de 2014. A maior queda registrada no período foi na cobertura de morte (19%), seguida de reembolso de despesas hospitalares (18%) e invalidez permanente (13%). As indenizações pagas por acidentes com motocicletas correspondem a 76% do total pago em todas as categorias em 2015, apesar de a frota deste veículo corresponder a 27% da frota nacional. Dos acidentes causados por motos, 83% geram algum tipo de invalidez permanente, por isso que o número de indenização por invalidez é maior do que em outras categorias de veículos.
A vítima em uma motocicleta fica mais exposta a sofrer um dano físico, lesionando membros, coluna e cabeça, devido às próprias características do veículo. A Região Nordeste apresenta um quadro mais agudo de solicitação de indenizações, motivada pelo crescimento da frota de motocicletas com a popularização do transporte. Conforme dados do DENATRAN (Departamento Nacional de Trânsito), a frota de motocicletas da Região Nordeste chega ao 44,8% do total de veículos. Outra informação importante sobre o crescimento do número de veículos de duas rodas é que, entre 2008 e 2015, a frota de motocicletas cresceu 83%, enquanto os demais veículos somados registraram um crescimento de 60% no mesmo período, o que evidencia a quantidade cada vez maior de motocicletas nas ruas e estrada do País. Já nas regiões Nordeste e Norte, o crescimento da frota de motocicletas, entre 2008 e 2015, foi de 146% e 134%, respectivamente.
A boa notícia é que a queda no número de pagamento de indenizações começou a ser percebida nos últimos anos, primeiramente na cobertura de morte, após várias medidas para conter o elevado volume de acidentes. Aumentaram a fiscalização e as leis de tolerância zero para o uso do álcool na direção, por outro lado, houve uma redução da velocidade em rodovias e ruas e, finalmente, uma maior conscientização da população. Antigamente motoristas e passageiros não usavam nem o cinto de segurança. Hoje tornou-se um hábito, crianças passaram a utilizar cadeirinhas especiais e andam no banco traseiro. Temos também os efeitos da desaceleração da economia e a redução da venda de veículos novos, estes aspectos influenciando as estatísticas a partir do ano de 2015. Os resultados dessas medidas também foram percebidos em outras organizações que tentam medir a acidentalidade das ruas e estradas do país, mesmo utilizando diferentes critérios de pesquisa.
Todos os dados da operação do Seguro DPVAT, inclusive o histórico das estatísticas, estão disponíveis a qualquer cidadão no site da Seguradora e no portal da Superintendência de Seguros Privados (SUSEP). Semestralmente, a Seguradora publica nos principais veículos do País seu balanço financeiro, agindo com transparência e lisura junto à sociedade. Site: www.seguradoralider.com.br
A realização da XXVII Assembleia Anual da Associação de Supervisores de Seguros da América Latina (ASSAL), a partir do próximo dia 18, no Rio de Janeiro, consolida a retomada da participação da Superintendência de Seguros Privados (Susep) nas organizações internacionais de supervisores de seguros iniciada em 2014. “Precisamos defender nossos interesses e nosso protagonismo nesses órgãos e essa participação é fundamental para esse objetivo”, afirmou o superintendente da Susep, Roberto Westenberger, em entrevista coletiva à imprensa nesta terça-feira (12).
De acordo com o superintendente, o primeiro passo nessa direção foi dado em 2015, quando a Susep passou a integrar a diretoria da ASSAL, além de tornar-se membro de dois comitês da Associação Internacional de Supervisores de Seguros (IAIS). “Nossa participação na ASSAL e na IAIS contou com apoio do governo e de todo o mercado”, afirma Westenberger.
De acordo com o superintendente, a participação da Susep nas organizações internacionais vem sendo vista também como uma outra vertente nas discussões travadas nesses fóruns. Ele citou como exemplo os debates em torno das operações de resseguros, tema que o Brasil tem grande interesse em discutir no âmbito da IAIS, principalmente por ter aberto seu mercado em 2007. No entanto, o Comitê Executivo da Associação coloca o assunto em segundo plano, priorizando questões de estabilidade financeira global.
Westenberger falou ainda do projeto do Polo de Resseguros do Rio de Janeiro, que conta com amplo apoio para sua criação e que deverá ser apresentado em breve ao governo federal. Segundo ele, apesar do polo ser tema de debate na Reunião da ASSAL, as bases da proposta ainda estão em fase de elaboração. O superintendente ressaltou, no entanto, que o projeto deverá levar em conta as condições de outros centros internacionais de resseguros. “Se não tiver as condições necessárias de competitividade internacional, não tem sentido apresentar esse projeto”, disse ele.
Até o dia 20 de abril, os interessados em realizar o 2º exame da Certificação Profissional da Confederação Nacional das Empresas de Seguros Gerais, Previdência Privada e Vida, Saúde Suplementar e Capitalização (CNseg), a CPC, podem efetuar a inscrição para a prova por meio do hotsite http://cpc.cnseg.org.br. Nesse mesmo ambiente, o candidato poderá acessar todas as informações relacionadas ao exame, incluindo o conteúdo programático, o calendário e os locais onde serão realizadas as provas. Este ano, as avaliações serão aplicadas em 13 cidades do país e o candidato deverá alcançar a nota mínima final de sete (7) para obter a CPC1.
O presidente da CNseg, Marcio Serôa de Araújo Coriolano, acredita que as transformações no setor de seguros exigem mais qualificação de seus agentes. “É cada vez mais veloz a transformação pela qual passa o setor de seguros, tanto mundialmente quanto localmente. Essa é uma característica estrutural do mercado segurador, que exige, portanto, uma maior qualificação de todos os seus agentes, sejam eles os técnicos e executivos das seguradoras, sejam eles os distribuidores. Nesse cenário, as seguradoras precisam estar ainda mais atentas às novas oportunidades e às novas demandas dos consumidores, desenvolvendo produtos flexíveis e aderentes à capacidade de aquisição destes”, avalia, salientando ainda que a qualificação já é naturalmente necessária em um setor em evolução permanente. “Mas, em momentos de crise, de aumento dos custos e de maior necessidade de eficiência, é evidente que pessoas mais capacitadas estarão mais preparadas para atuar em um ambiente mais competitivo”, observa.
Provas
As provas acontecerão no dia 22 de junho, simultaneamente no Rio de Janeiro, São Paulo, Campinas, Ribeirão Preto, Curitiba, Blumenau, Brasília, Porto Alegre, Belo Horizonte, Salvador, Recife e Goiânia. No total, o exame terá 100 questões de múltipla escolha embasadas em cinco disciplinas com legislação vigente até 31/03/2016: 1) Estrutura dos Sistemas de Seguros Gerais, Previdência Complementar Aberta, Capitalização e Saúde Suplementar; 2) Aspectos Legais e Regulamentares; 3) Ética, Ouvidoria, Aspectos Contábeis e Financeiros, Controle Interno; 4) Canais de Distribuição de Seguros; e 5) Operações de Seguros.
Curso preparatório online para o exame
Elaborado pela Escola Nacional de Seguros, o curso preparatório para o exame em ambiente online é opcional e visa auxiliar o candidato na preparação para a prova. O curso inclui o estudo das provas de 2015 com gabarito comentado, tutoria, vídeo-aulas, apostilas e simulado de prova. Para informações sobre valores e condições de pagamento é necessário entrar em contato por meio da seção ‘Fale Conosco’ do hotsite http://cpc.cnseg.org.br.
Marcelo Amaral é o novo Diretor de Canais da Rede. Possui 30 anos de experiência no mercado segurador, sendo 20 anos ocupando cargos executivos em seguradoras nacionais, internacionais e corretoras de seguros multinacionais. Atuou em empresas como: Sul América Seguros, Porto Seguro, HDI Seguros, Marsh & McLennan, Aon Risk / Aon Affinity e Citibank Seguros.
Formado em Administração com ênfase em Finanças, pós-graduado em Marketing e com MBA em Gestão Empresarial, é o novo responsável pela Unidade de Canais Estratégicos da Rede Lojacorr, que tem como objetivo efetivar um canal de distribuição complementar para venda de soluções e produtos da indústria de seguros, com capacidade de elaboração de um Programa de Seguros e Serviços.
A área de Canais será responsável pela busca de novas formas de distribuição de seguros e de serviços, bem como: assistências por conveniência, emergências e capitalização, por meio da massificação ou da identificação de oportunidades dentro da Rede e com parcerias estratégicas.
Para o diretor, as soluções serão encontradas para os corretores da rede, clientes e para o mercado consumidor. “Com inovação e flexibilidade, em produtos ou pacotes diferenciados em sua forma de abordagem, embalagem e valor. Seremos responsáveis também pela gestão conjunta de Programas de Seguros em Canais e das oportunidades internas e externas relacionadas a área, sempre alinhados com nossas estratégias e valores”.
A intenção desse novo setor é agregar novos negócios aos tradicionais. Amaral conta que, ainda existem mercados que não foram abordados de forma plena. “Com parcerias e responsabilidade, levaremos nossa missão de proteger e teremos a preocupação em alavancar receitas adicionais para as parcerias de negócios que traremos para Rede”.
Para o vice-presidente da Rede Lojacorr, Diogo Arndt Silva, conta que a entrada do novo diretor de Canais Estratégicos, irá agregar conhecimento e relacionamento. “Para explorarmos novas oportunidades no mercado, gerando ainda mais valor para os corretores que operam com a Rede. Esperamos que essa unidade faça parte do nosso posicionamento estratégico, para ser uma solução completa para corretoras de seguros de todos os tamanhos além de ser uma importante alavanca para diversificação da nossa carteira de negócios”, enfatizou.
O Conselho Diretor da Superintendência de Seguros privados (Susep) decidiu por unanimidade suspender a comercialização, e novas autorizações dos títulos de capitalização, na modalidade popular, das seguintes empresas: Aplub Capitalização, Sulacap, Invest Capitalização e Aplicap. A suspensão se deu em virtude de irregularidades constatadas na comercialização desses títulos.
Os seguros de pessoas, que incluem seguros de vida, de acidentes pessoais, viagem, educacional, entre outras modalidades de proteção, registraram R$ 29,76 bilhões em prêmios (valor pago pelos segurados para contratação de coberturas para seus riscos pessoais) em 2015. O volume representou expansão de 7,63% frente ao ano anterior.
“O brasileiro está mais consciente da necessidade de adquirir proteção para riscos pessoais, o que impulsionou o mercado”, avalia Edson Franco, presidente da FenaPrevi (Federação Nacional de Previdência Privada e Vida).
Na análise por categoria de produto, o seguro de vida somou prêmios de R$ 12,38 bilhões, registrando alta de 10,13% frente aos R$ 11,24 bilhões destinados ao custeio desta modalidade de proteção no ano anterior. “Foi um ótimo desempenho para o produto com maior representatividade e volume de prêmios no mercado de seguros de pessoas”, diz o presidente da federação.
O seguro prestamista, conhecido também como proteção financeira, que cobre o pagamento de prestações do titular da apólice em caso de morte, invalidez ou perda involuntária do emprego, registrou prêmios de R$ 8,23 bilhões. Em 2014, foram verificados R$ 7,98 bilhões.
Já o seguro viagem registrou prêmios de R$ 224,57 milhões, evolução de 47,52% em relação aos R$ 152,23 milhões contratados no acumulado do ao anterior. O auxílio funeral, por sua vez, movimentou R$ 388,85 milhões em prêmios, alta de 18,89% em relação aos R$ 327,07 milhões contratados em 2014. “O uso do seguro viagem vem se popularizando no país, acompanhado o aumento do fluxo de passageiros, o que explica o forte crescimento da carteira. O caso do auxílio funeral segue a mesma linha. É crescente a conscientização dos consumidores em buscar proteção para evitar transtornos e despesas para os familiares em caso de falecimento”, explica Franco.
O levantamento da FenaPrevi mostra também que o seguro de acidentes pessoais, que oferece coberturas em caso de morte e invalidez permanente (total ou parcial) e outros riscos causados por acidentes involuntários, provocando lesões físicas ou até mesmo falecimento, obteve leve alta de 0,09% em 2015 e acumulou R$ 5 bilhões.
No mês de janeiro de 2016, o setor registrou R$ 2,11 bilhões em prêmios, com retração de 1,7% frente aos R$ 2,14 bilhões verificados em janeiro de 2015. “O mercado de seguros de pessoas não está blindado contra os efeitos da retração econômica. Na avaliação mensal tivemos resultado com leve queda. Mas, mesmo com o cenário adverso, algumas modalidades de proteção apresentaram um desempenho positivo”, avalia Edson Franco, presidente da federação.
Na análise de desempenho por modalidade de produto, o seguro de vida, que representa o maior volume do segmento, registrou prêmios de R$ 935,89 milhões, o que representou uma lata de 3,08% frente ao verificado em janeiro do ano anterior.
Já, o seguro viagem registrou prêmios de R$ 26,07 milhões, evolução de 98,70% em relação aos R$ 13,12 milhões contratados em janeiro do ano anterior. O auxílio funeral, por sua vez, movimentou R$ 34,19 milhões em prêmios, alta de 21,78% em relação aos R$ 28,43 milhões contratados em janeiro de 2015.
O seguro prestamista, por sua vez, que cobre o pagamento de prestações do titular da apólice em caso de morte, invalidez ou perda involuntária do emprego, registrou recuo de 23,51%, movimentando R$ 436,32 milhões em prêmios. “O desempenho desta carteira foi afetado diretamente pela queda nas vendas do varejo registradas nos últimos meses”, diz Franco.
Os dados do balanço da FenaPrevi mostram também que no período, as seguradoras pagaram R$ 573,97 milhões em indenizações aos segurados, enquanto que em janeiro do ano anterior os pagamentos foram de R$ 569,53 milhões. “As indenizações proporcionam proteção e garantia para a continuidade dos projetos pessoais e da vida econômica, do segurado e de seus familiares”, afirma.
De acordo com o balanço da FenaPrevi, dos R$ 2,11 bilhões em prêmios pagos pelos segurados em janeiro de 2016, São Paulo é o Estado mais representativo para os negócios de seguros de pessoas, concentrando, 46,7% do volume de prêmios emitidos no período. O Rio de Janeiro respondeu por 9,4%, do total, seguido por Rio Grande do Sul (8,6%), Minas Gerais (7,6%) e Paraná por 6,3% dos prêmios verificados em janeiro de 2016. Os demais estados têm representatividade menor, inferior a 3%.
Solange Beatriz, presidente da Fenasaúde: não acredito em uma mudança na legislação a curto prazo
Solange Beatriz, presidente da Fenasaúde: não acredito em uma mudança na legislação a curto prazoFonte: CNseg
Os sistemas internacionais de saúde são divididos, basicamente, em dois modelos. Um, mais antigo, chamado de bismarkiano, em homenagem ao chanceler alemão Otto von Bismarck, é o modelo que trabalha na lógica securitária. O outro modelo, surgido na Inglaterra durante a 2ª Guerra Mundial, é chamado de beveridgiano, em homenagem ao ministro da saúde inglês de então, William Beveridge, que entende a saúde como direito de cidadania que deve ser provido pelo estado.
No Brasil, temos um sistema de Saúde Suplementar que deveria ser puramente bismarkiano mas, na prática, não é, pois tem componentes beveridgianos, devido à Lei nº 9656/98, que dispõe sobre os planos e seguros privados de assistência à saúde e diz que as operadoras devem garantir a atenção integral à saúde dos clientes, sem limite financeiro para isso. Com essa explicação histórica, teve início a palestra do diretor-presidente da Seguros Unimed, Helton Freitas, durante o painel “O potencial do Resseguro na área de Saúde”, no segundo dia do 5º Encontro de Resseguro do Rio de Janeiro.
E além das exigências da lei, prosseguiu Helton, fatores como o envelhecimento da população, a incorporação de novas tecnologias de diagnóstico e tratamento e a judicialização da saúde são outros elementos que contribuem para a elevação dos custos da saúde suplementar. Elevação de custos que não preocupa só as operadoras, mas também as empresas que oferecem planos de saúde a seus funcionários e viram seus gastos com o benefício saltarem de uma média de 8% dos custos operacionais para cerca de 20% nos últimos anos, impactando severamente os negócios, de acordo com outro palestrante, o diretor médico da Mapfre Seguros, Claudio Tala.
E nesse cenário de aumento de custos muito acima dos índices de inflação média, o resseguro saúde poderia ser uma saída para o setor, protegendo as operadoras contra sinistros de valores elevados causados por doenças de alta complexidade ou reclamações atípicas que aumentam substancialmente os gastos em um período específico.
Entretanto, devido a uma série de fatores, o resseguro saúde é muito pouco utilizado no Brasil. A começar pela limitação da lei, que só permite que este seja contratado por seguradoras que também operem nos ramos elementares, sendo que, por aqui, são apenas nove as empresas que comercializam planos de saúde e se enquadram nesse requisito, todas de grande porte e, teoricamente, as menos necessitadas dessa proteção.
Além disso, o complexo cenário regulatório brasileiro e todos os outros problemas já citados que afetam o sistema de saúde suplementar também desestimulam as resseguradoras a comercializarem o produto que, de acordo com Claudio Tafla, já é complexo por natureza, pois, diferentemente de outros tipos de sinistros, é muito difícil mensurar os impactos financeiros que um tratamento de saúde pode gerar.
Assim, boa parte dos debates ocorridos durante o painel foram sobre como alterar esse quadro. Uma maior utilização de coparticipação e franquia foram pontos colocados por André Azevedo, da Swiss Re, que, como os demais participantes, também defende mudanças na legislação. “Devido à obrigatoriedade de todas as operadoras atenderem ao Rol de Procedimento da ANS, o mercado de saúde é um mercado de um produto só, variando apenas a rede, o que torna os custos proibitivos”, afirmou ele.
title
Presente na plateia, a presidente da FenaSaúde, Solange Beatriz Palheiro Mendes, afirmou que a Federação Nacional de Saúde Suplementar desenvolve um frequente e intenso debate com o poder público e está convencida que os congressistas têm uma boa compreensão da situação do setor. Entretanto, ela não acredita em uma mudança na legislação a curto prazo, pois a população não compreenderia o fim da integralidade da saúde suplementar e os políticos geralmente optam pelas decisões populistas.
Tomando a palavra já no fim da palestra, o gerente-geral de Acompanhamento das Operadoras e Mercado da ANS, Leandro Fonseca, também na plateia, disse achar que a importância do setor para a economia e a produtividade do País é muito pouco divulgada. “A saúde suplementar é um tema sensível e transversal a vários outros. Entretanto, quando leio sobre ele nos jornais, vejo muito mais na seção de defesa do consumidor e que na de economia”. Assim, segundo ele, o debate no congresso acaba sendo mais contaminado pelas questões sociais que as de desenvolvimento. Por fim, Leandro trouxe aos presentes a informação de que, em reunião da diretoria colegiada da ANS, foi confirmado que os gastos com resseguro em saúde poderão ser abatidos das necessidades margens de solvência.
Este site utiliza cookies para aprimorar a sua experiência enquanto navega. Desses cookies, os que são categorizados como necessários são armazenados no seu navegador visto que são essenciais para o funcionamento básico do site. Nós também usamos cookies de terceiros que nos ajudam a analisar e entender como você usa o site — esses só são armazenados no seu navegador mediante a sua autorização. Você também tem a opção de cancelar esses cookies, mas isso pode impactar a sua experiência de navegação.
Cookies necessários são absolutamente essenciais para este site funcionar de forma apropriada. Esta categoria só inclui cookies os quais garantem funcionalidades básicas e recursos de segurança do site. Esses cookies não armazenam nenhuma informação pessoal.