Tokio Marine lança série de animações para explicar a importância dos seguros na vida das pessoas

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https://www.facebook.com/TokioMarineSeguradora/videos/1007246066029450/

Com o objetivo de disseminar a importância da contratação do seguro e fomentar a cultura da proteção em todo o País, a Tokio Marine Seguradora lança a série de vídeos animados “Toques e Histórias”. De maneira lúdica e didática, os filmes contam como os seguros fazem parte da vida das pessoas e são fundamentais para ajudar a recuperar o respeito e a dignidade, permitir a reconstrução e viabilizar o restabelecimento da atividade econômica em caso de acidentes.

Serão cinco vídeos: Auto, Vida em Grupo, PME (Pequenas e Médias Empresas), Responsabilidade Civil (RC) e Residencial. O primeiro a ser divulgado é o do seguro Auto, que estará disponível a partir de hoje, 26 de abril, nas redes sociais da Tokio Marine (Facebook e Youtube).

“Queremos mostrar de maneira simples e divertida a relevância do seguro no dia a dia da população, o amplo leque de coberturas e serviços que podem ser contratados e o quanto isso é importante para manter a tranquilidade no momento do sinistro. Além de disseminar a cultura do seguro, a campanha reforça em todo o território nacional o posicionamento da Tokio Marine como uma seguradora multiprodutos”, afirma o Diretor Executivo de Estratégia Corporativa, Masaaki Itakura.

Os roteiros dos vídeos foram desenvolvidos de acordo com a visão do cliente e simulam situações nas quais seus personagens se deparam com a necessidade de se precaver para colocar seus planos em prática com segurança e conforto. No filme de Auto, a Tokio Marine mostra a história de Marisa, personagem que vive em Paranaguá (PR) e que pretende fazer uma viagem ao Rio de Janeiro de carro. A animação explica como o seguro Auto pode apoiá-la em sua viagem, com cobertura nacional, benefícios e a importância do Corretor na contratação de uma apólice.

“Temos consciência da importância do nosso papel social como seguradora e queremos contribuir para disseminar conhecimento sobre o seguro entre a população e aumentar a participação dessa indústria no mercado brasileiro”, diz Itakura.

De acordo com o executivo, o Brasil tem um PIB de R$ 5,9 trilhões e um mercado de seguros que corresponde a apenas 6% desse valor. A Inglaterra, com um PIB de R$ 7,7 trilhões, tem uma indústria de seguros que corresponde a 12% deste valor, o dobro da brasileira “Temos muito espaço para crescer e diversas oportunidades de negócios, principalmente nos ramos de microsseguros, acidentes pessoais, responsabilidade civil e seguro garantia estendida, entre outros”, afirma.

Grupo Bradesco Seguros lança filme da promoção “Vai Brasil…Vai Você”, que sorteia pacotes de experiência olímpica

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O Grupo Bradesco Seguros, patrocinador e segurador oficial dos Jogos Rio 2016, lança o filme “Torcendo”, que faz parte da campanha de divulgação da promoção “Vai Brasil… Vai Você”. A iniciativa sorteia, entre clientes da Seguradora, pacotes de experiência olímpica e, ainda, prêmios de R$ 15 mil a cada vez em que o Brasil subir no pódio durante a competição. Ao todo, serão 50 pacotes, com direito a acompanhante, para presenciar o maior evento esportivo mundial.

Bem humorado, o filme, assinado pela AlmapBBDO, brinca com as diferentes formas de torcer pelas modalidades esportivas dos Jogos Rio 2016. Ao lado do pai, um garoto assiste a uma partida de futebol e grita “chuta, chuta”. Depois, em um jogo de basquete, entoa “arremessa, arremessa”. Numa competição de remo: “rema, rema”. E quando o evento é de pentatlo moderno? “Moderniza, moderniza”, brada, sem titubear, o jovem torcedor. A produção será veiculada principalmente em mídia on line e TV Fechada.

Para participar da promoção, é necessário efetuar o cadastro no Clube de Vantagens Bradesco Seguros até 26 de junho e para o prêmio final de R$ 15 mil, até 31 de julho. Podem participar da promoção clientes Bradesco Seguros com apólices individuais e CPF ativo. Os produtos participantes são dos segmentos Auto, Capitalização, Dental, Equipamentos, Fiança Locatícia, Náutico, Previdência, Residencial, Saúde, Vida e Cartão de Crédito Bradesco Seguros (Internacional, Gold e Platinum da bandeira Visa).

Cada produto dá direito a um número da sorte para concorrer aos prêmios. No caso dos segmentos de Capitalização e Previdência, o segurado poderá ganhar números extras de acordo com o saldo. Os sorteios estão atrelados à extração da Loteria Federal. Já os prêmios de R$ 15 mil serão pagos de acordo com a quantidade de vezes em que o Brasil subir ao pódio durante os Jogos Olímpicos Rio 2016. O sorteado receberá o valor em certificado de barras de ouro. O sorteio final será realizado no próximo dia 24 de agosto. Até o momento, clientes do Amapá, Ceará, Distrito Federal, Minas Gerais, Pará, Santa Catarina, São Paulo e Sergipe já foram contemplados com pacotes para os Jogos Olímpicos Ri o 2016.

Brasil tem elevado grau de solvência, diz presidente da CNSeg em palestra no CVG-RJ

Fonte: CNseg

marcio coriolano 3O presidente da Confederação Nacional das Empresas de Seguros Gerais, Previdência Privada e Vida, Saúde Suplementar e Capitalização (CNseg), Marcio Serôa de Araujo Coriolano, afirmou, durante almoço-palestra do Clube Vida em Grupo (CVG-RJ), que o mercado de seguros brasileiro possui um nível de solvência equiparado ao de países de primeiro mundo. “Embora digam que o Brasil ainda está ingressando no nível de solvência II, o nível de solvência I já basta para dar o conforto que as famílias e empresas que contratam seguro merecem, e isso já é uma grande garantia”, disse ele.

Coriolano destacou ainda que esse forte padrão de solvência é um dos fatores que dão segurança ao mercado em momentos de crise, como o atual. “As provisões técnicas e as garantias cresceram mais do que o esperado porque o nosso mercado é solvente, se não fosse essa solvência estaríamos enfrentando muito mais problemas do que enfrentamos hoje“, observou.

O evento fez parte das comemorações de 50 anos do CVG-RJ. Na ocasião, Marcio Coriolano, que também é economista e presidente da Bradesco Saúde e da Mediservice, foi homenageado recebendo uma placa com o Título de Sócio Honorário do CVG-RJ.

Ainda em sua palestra, o presidente da CNSeg destacou que o mercado de seguros é resiliente a crises. ”A arrecadação obedece ao PIB tardiamente, porque quando as pessoas aumentam a renda, elas demoram um pouco a investir. Por essa razão, embora o PIB venha caindo desde 2011, o mercado segurador, a partir de 2012, teve uma evolução positiva. Embora o PIB tenha caído 3,8%, nosso mercado, medido da mesma forma que o PIB, cresceu 11,8% em 2015”, disse Coriolano, observando que as expectativas para 2016 também são de crescimento.

O executivo também afirmou que a crise pode ser vista como uma oportunidade de superação. “A crise é a mãe das oportunidades porque ela nos força a reagir. Ela queima gorduras e acende bons fluidos para os mercados e para as pessoas”, afirmou o presidente da CNseg.

Marcio Coriolano disse ainda que, nos próximos anos, o setor de seguros deverá trabalhar com cinco requisitos para uma nova jornada: a estabilidade regulatória, a regulação contracíclica, a redução dos custos de observância, a ampliação dos canais de acesso ao consumidor e o aperfeiçoamento da comunicação com foco na educação em seguros. Entre esses aspectos, ele destacou principalmente o foco na educação. “A expressão educação financeira é vaga demais para o nosso setor. Nosso cliente não precisa só saber fazer conta, ou abrir conta em banco, ele precisa saber coisas como o que é mutualismo, por exemplo, alguns fundamentos básicos que não são do conhecimento de todos”, afirmou Coriolano, enfatizando a importância de ser realizado um trabalho duradouro e profundo nesse sentido.

Autoregulação dos corretores de seguros avança com Ibracor

13082552_1042704282444874_428384502487625985_nO consultor Francisco Galiza apresentou o estudo sobre a autoregulação dos corretores de seguros, já disponível no portal da Fenacor. Segundo ele, com a criação da Ibracor, não existe mais a exclusividade da Susep na fiscalização dos corretores. Pelas circunstâncias atuais, a Ibracor deverá operar dentro do modelo de adesão voluntária. “Saber se essa é a mlehor escolha gera uma boa discussão, sobretudo juridical, economica e administrativa”, disse. Mesmo reconhecendo a lógica juridica para a escolha, há dois problemas econômicos: a grande quantidade de corretores e a opção por participar voluntariamente na autoreguladora. Vale lembrar que os corretores tem participação de quase 50% nos sindicatos estaduais. Concluindo, Galiza afirmou que o Brasil está no caminho de modernizer a fiscalização dos corretores e não haverá retorno no futuro. “Assim , aqui acreditamos que a participação dos profissionais não deve ser desprezada nessa trajetória”.

Alexandre Camillo, vice-presidente da Fenacor e presidente do Sincor-SP, abordou as prioridades, do ponto de vista do corretor, da regulação e supervisão dos intermediários, em sua fala no painel Os Princípios Básicos de Seguros e Autorregulação na Intermediação de Seguros, na ‪Copaprose‬. “O mercado de seguros demostra crescimento inequívoco, dizia o nosso amigo falecido Marco Antonio Rossi. Ele dizia que havia tristeza, pois crescemos mas não evoluímos. O que de fato precisamos neste momento, neste ciclo novo, é promover o crescimento, mas que venha de mãos dadas com a evolução. Isso passa por iniciativas de todos nos. A regulação como está não se traduz no que esperamos. Aqueles que queiram participar, participarão. Mas lembro que o tempo é implacável e não nos permite gastar nossa energia em algo que será estéril. Apelo para conduzir a autoreguladora de forma eficaz”. Camillo ressaltou que o Ibracor representa todos os sindicatos de todo o Brasil. “Estamos todos juntos lutando pela contribuição do Ibracor. Estamos arregaçando as mangas e dando a nossa contribuição. A única forma de se prever o futuro é construi-lo. Entendo que temos competência para construir o futuro que queremos para o mercado segurador. Só é preciso ter atitude”, finalizou.

Paulo dos Santos, presidente do Instituto Brasileiro de Autorregulação do Mercado de Corretagem de Seguros, de Resseguros, de Capitalização e de Previdência Complementar Aberta, explica a plateia as principais atribuições do Ibracor. A principal função da autorreguladora é assessorar a Susep na regulação e fiscalização do mercado de corretagem de seguros. “A Susep não tem estrutura para fiscalizar todos os cerca de 80 mil corretores de seguros que atuam no mercado brasileiro. A autorreguladora não existe para multar ou penalizar o corretor, mas fiscalizar e orientar. Uma medida mais severa somente será tomada em caso de atitude condenável ou que manche a imagem da categoria”, afirma. Entre os desafios, ser responsável pela promoção de boas práticas e pela autoregulação, conseguir associados (ter um selo de qualidade é um dos argumentos, bem como a adesão ao código de ética).

Helena Venceslau, Diretora de Fiscalização da Susep, aborda medidas que podem auxiliar na autoregulação e construir um mercado melhor para todos em sua palestra. Ela agradece que o Ibracor venha a ajudar a sua função. “Vai me ajudar, pois vocês não sabem como tenho trabalhado”, brincou. Isso porque entre as vantagens da autoregulamentação dos corretores geraria uma redução dos processos que chegam à Susep. Também entre as vantagens da autoregulação está a maior capilaridade de fiscalização do poder público, bem como a possibilidade de construção de um ambiente regulatório estatal mais focado em estratégias de supervisão e controles mais eficientes, sem que seja eliminada a possibilidade do estado intervir quando necessário. Uma das formas da Susep ajudar a viabilizar o Ibracor é incentivar corretores a se associados e contribuir. “O convênio do Ibracor com a Susep ainda depende de pontos políticos, mas vamos chegar lá”, diz Helena, ressaltando que é preciso estimular a educação continuada, independente de qualquer outra definição.

Sem estar no programa, ele pediu a palavra. “Como político, tenho de falar sobre esse assunto”, disse Armando Vergílio, presidente da Fenacor e ex-deputado federal. “Os sindicatos têm de ser mantenedores do Ibracor, até que o Instituto conquiste a sua independência financeira.

Segue o link do estudo de Francisco Galiza sobre autoregulação: http://www.ratingdeseguros.com.br/…/autorregulacaocorretora…

Para onde caminha o Seguro na América Latina?

13062363_1104405416249608_7819159980149110819_nFonte: Fenacor

Para onde caminha o Seguro na América Latina? (link do estudo: http://www.ratingdeseguros.com.br/pdfs/EstudoCopaprose2016.pdf)

A resposta para o tema central do XXVI CONGRESSO PANAMERICANO DE PRODUTORES DE SEGUROS DA COPAPROSE surge ao final do evento, após intensos e profícuos debates e troca de experiências entre profissionais de 20 países, dirigentes de órgãos supervisores e executivos de grandes companhias de seguros.

Os novos desafios tecnológicos e profissionais e a baixa penetração do seguro na América Latina exigem a reinvenção do mercado local. Como os países latino americanos enfrentam problemas semelhantes, é recomendável seguir as boas práticas adotadas por nações vizinhas, inclusive na regulação do mercado de seguros, consolidando um marco regulatório muito próximo da padronização.

À necessidade de mudanças na regulação somam-se os inadiáveis e indispensáveis ajustes do mercado de seguros para enfrentar os novos riscos, principalmente os Cibernéticos, Climáticos, Catastróficos e Ambientais, que provocam prejuízos elevados e ameaçam a rentabilidade do setor.

Os intermediários devem estar preparados e qualificados para oferecer uma ampla rede de proteção securitária contra esses riscos. Nesse contexto, é preciso haver também maior capacidade no Resseguro e mais sinergia entre brokers e corretores de seguros. A instalação de um novo polo regional de resseguros contribuirá para o aumento da oferta de coberturas na região, principalmente para aprimorar a subscrição nos grandes riscos. A Autorregulação, com a implantação de entidades que atuam como auxiliares dos órgãos supervisores, também é fator primordial para o amadurecimento do mercado e a difusão de boas práticas.

A Copaprose divulgará sua posição sobre os Princípios Básicos de Seguros promulgados pelo IAIS, especialmente os relacionados com a atividade de intermediários de seguros. Entre 2009 e 2014, o faturamento do mercado de seguros latino americano cresceu 71%, muito acima do Produto Interno Bruto (PIB) da região, que avançou 45%, enquanto a média mundial de crescimento ficou em 18%.

Apesar das dificuldades econômicas enfrentadas por muitos países, o mercado de seguros apresenta grande potencial de crescimento. Para tanto, é preciso remover obstáculos visando a aumentar a penetração do seguro, principalmente entre os segmentos da população de menor poder aquisitivo, e difundir a educação financeira.

A proteção das camadas de menor renda pode ser assegurada também com a oferta de produtos de baixo custo, como os microsseguros, que demandam uma regulação específica. Os intermediários têm papel relevante a cumprir como protagonistas desse processo, indicando aos clientes mediante o seu assessoramento profissional as melhores opções de cobertura para cada demanda.

Veja a íntegra do estudo

http://www.ratingdeseguros.com.br/pdfs/EstudoCopaprose2016.pdf

Padrão de solvência forte e taxa de sinistralidade estável são pontos positivos do mercado segurador

13010633_1042630155785620_1086786446705622864_nFonte: CNseg

O presidente da Confederação Nacional das Empresas de Seguros Gerais, Previdência Privada e Vida, Saúde Suplementar e Capitalização (CNseg), Marcio Serôa de Araujo Coriolano, disse, durante a abertura do XXVI Congresso Pan-americano de Produtores de Seguros da COPAPROSE Brasil 2016, que o evento chega a sua 26ª edição com um duplo significado especial. Segundo ele, o primeiro, pela oportunidade de fortalecer a região constituída pelo bloco “latino-americano estendido”, que agrega Espanha e Portugal, em face de um mundo no qual se reposicionam novos blocos econômicos, baseados em identidades culturais e geográficas. E o segundo, por ter ocorrido em um momento de contração econômica da região, particularmente no Brasil.

Em sua fala, Coriolano frisou que, historicamente, o mercado segurador tem demonstrado resiliência a crises. “O setor de seguros pode contribuir decisivamente para viabilizar políticas contracíclicas no continente”, observou, levando em consideração a capacidade do setor de seguros de proteger patrimônios e rendas. “Por se constituir como um grande investidor institucional, o mercado é capaz de carrear poupanças que podem se transformar em investimentos de infraestrutura e outros negócios”, sinalizou ao lado da presidente da Federação Interamericana das Empresas de Seguros (Fides), Pilar González de Frutos, do presidente da Associação de Supervisores de Seguros da América Latina (Assal), Carlos Pavez, do titular da Superintendência de Seguros Privados (Susep), Roberto Westenberger, e do presidente do Comitê Executivo da Confederação Pan-americana de Produtores de Seguros (COPAPROSE) e da Federação Nacional dos Corretores de Seguros (Fenacor), Armando Vergílio.

Durante o painel ‘Possíveis Cenários Econômicos: uma visão pan-americana’, Coriolano destacou que, em relação aos prêmios de seguro, o Brasil vem crescendo mais do que a América Latina, mas ressaltou que o País passa por um cenário conjuntural delicado, com projeção de redução do Produto Interno Bruto (PIB) de 3,7%, podendo alcançar 4%, e uma taxa de desemprego que pode chegar a 11% até o fim do ano. “Sem dúvidas, o crescimento da renda dos brasileiros na última década ajudou a alavancar o setor de seguros, mas agora vivemos uma grade reversão de expectativas”, salientou, pontuando que o mercado segurador responde de forma desajustada aos ciclos econômicos. “Apesar da crise, o mercado cresceu mais de 11% em 2015. Foram dois os ramos que contribuíram para este incremento: a Saúde Suplementar e os planos de acumulação (PGBL e VGBL), que oferecem incentivos fiscais muito bons”, enumerou.

Em relação ao perfil do mercado segurador brasileiro, Coriolano afirmou que o País mantém uma taxa de sinistralidade estável e tem um padrão de solvência muito forte, o que é uma segurança adicional para o mercado. “Se não houvesse esse provisionamento, o Brasil estaria sofrendo muito mais. Somos dependentes das políticas governamentais ativas e é nosso dever cobrar do governo políticas anticíclicas, que ajudem a minimizar os efeitos dos ciclos econômicos”, observou, considerando que o setor de seguros ainda está em situação bem melhor que outros, como o da indústria de transformação, de produtos e bens duráveis e da automobilística.

Coriolano finalizou a sua apresentação com uma reflexão sobre como o setor pode alavancar a economia. “Quanto mais proteção requerida, mais ativos protegidos. Como o seguro é o maior investidor institucional da economia internacional, as atividades protegidas pelo seguro precisam reter menos capital”, concluiu, citando ainda cinco requisitos que ele considera fundamentais para uma nova jornada de crescimento: 1) Estabilidade regulatória; 2) Regulação contracíclica; 3) Redução de custos de observância; 4) Ampliação de canais de acesso; e 5) Comunicação e educação em seguro. Coriolano pediu ao público presente para que o evento fosse registrado e lembrado como ‘Congresso Marco Antonio Rossi’, pela contribuição que ele deu para o mercado segurador brasileiro e para Fides, onde estendeu os seus “tentáculos” de administrador talentoso, aguerrido e comprometido com a causa da integração latino-americana do mercado de seguros.

O XXVI Congresso Pan-americano de Produtores de Seguros, promovido pela COPAPROSE e pela Fenacor, reuniu, entre os dias 20 e 22 de abril, em Copacabana, no Rio de Janeiro, representantes do mercado segurador da América Latina, Espanha e Portugal. O evento teve como tema central ‘Para onde caminha o Seguro na América Latina?’ e propôs uma reflexão sobre as perspectivas do setor de seguros para os próximos anos, diante de um cenário econômico instável e de profundas mudanças na sociedade.

Paulo Valle é o novo diretor-presidente da Brasilprev

paulo valleEscolhido para ser presidente da Brasilprev pelo conselho da companhia em dezembro do ano passado, a nomeação de Paulo Fontoura Valle foi homologada ontem pela Superintendência de Seguros Privados (Susep). Valle era subsecretário de Dívida Pública do Tesouro Nacional desde 2006, responsável pela administração das dívidas interna e externa da União e relacionamento com investidores e agências de rating. Antes disso, entre 1999 e 2006, foi Coordenador Geral de Operações da Dívida Pública, liderando a criação e implantação do programa Tesouro Direto. Também fez parte do grupo técnico entre Ministério da Fazenda, Banco Central, CVM, SUSEP e PREVIC, responsável por modernizar a regulamentação do mercado de capitais e incrementar o funding de longo prazo na economia brasileira.

O executivo tem MBA em Finanças pelo IBMEC e especialização em Economia pela George Washington University. Atuou como membro do Conselho de Administração da Brasilprev, entre 2007 e 2009, e teve participação ainda em conselhos como o de Administração da Caixa Econômica Federal e nos Fiscais do BNDES, BR Distribuidora e Vale.

Folha de S.Paulo: BTG fecha venda da Pan Seguros, mas Caixa ameaça vetar

O jornal Folha de S.Paulo traz matéria nesta quinta-feira (21) na qual informa que o BTG Pactuai anunciou um acordo com a francesa CNP Assurances para a venda de sua participação (51%) na Pan Seguros e na Pan Corretora por R$ 700 milhões. Em comunicado, o BTG informou que “o negócio está sujeito ao cumprimento de determinadas condições precedentes” e à aprovação dos órgãos reguladores. Essas “condições” se referem à Caixa Econômica Federal, que ameaça barrar a transação.

Ambos os bancos são sócios nas duas empresas. O BTG detém o controle, e a Caixa, os outros 49% de participação. No início de março, a Folha revelou que, pelo acordo de acionistas, a Caixa tem poder de veto, caso o controle das companhias seja vendido, e só aceitaria a venda para a CNP se o grupo francês também comprasse sua participação pelo mesmo valor oferecido ao BTG. Hoje, essa condição elevaria o valor da transação para R$ 1,4 bilhão.

Por meio de sua assessoria, a Caixa disse que “não foi informada oficialmente dessa operação”. Ainda não se sabe qual posição o banco tomará depois de o BTG assinar contrato com a CNP.

Seguro de vida resgatável da Mapfre oferece garantias em vida

Maristela GoraybRelease

Escolher por um seguro de vida é uma importante etapa na vida familiar, já que o serviço oferece proteção e tranquilidade para o futuro de pessoas próximas e importantes. No entanto, não é necessário esperar por um acontecimento drástico para que o valor do seguro retorne aos familiares. A realidade do mercado brasileiro de seguros está mudando e levando outras opções aos consumidores como o seguro pago em vida.

É pensando nesse mercado e nos imprevistos que em muitas vezes são difíceis de serem mensurados que a MAPFRE Previdência oferece produtos e soluções que dão a proteção e a tranquilidade essenciais para o futuro. “Um bom planejamento financeiro deve observar objetivos e riscos presentes em nossa vida, tanto no curto quanto no longo prazo, e hoje temos soluções inovadores em seguro de vida para essas questões”, diz Maristela Gorayb, diretora Comercial da Mapfre Serviços Financeiros.

O mercado já conta com opções de seguros para resgate em vida, como é o caso do Bién Vivir, oferecido pela Mapfre, que dá a oportunidade do segurado em obter o que é chamado cobertura por Sobrevivência, ou seja, enquanto o segurado estiver vivo, o seu tempo contratado da apólice de seguro de vida terá um capital segurado para ele mesmo.

Inovador e flexível, o Bién Vivir é competitivo com produtos de nível internacional e as reservas que se acumulam dentro do seguro podem ser resgatadas a partir de 24 meses. Essas reservas tem rentabilidade garantida de 3%aa somados ao IPCA – Índice de Preços ao Consumidor Amplo e o que exceder a isso é repassado progressivamente ao segurado com o passar do tempo de vigência da apólice.

“Diante dos desafios do atual cenário econômico, ter uma proteção por meio de um produto como o Bién Vivir pode proporcionar um equilíbrio financeiro fundamental para o bem estar de familiares e empresas no caso de um imprevisto com o segurado”, diz Maristela Gorayb, diretora de Vida, Previdência e Fundos da Mapfre. Se o segurado tem de 18 a 70 anos incompletos pode contratar um Bién Vivir até R$ 25 milhões de cobertura visando diferentes metas de proteção tanto da segunda como da terceira idade.

Mais interessante ainda é o fato de que o mesmo seguro pode ser solução para projetos de Planejamento Sucessório em empresas com objetivo de evitar que, no caso de falecimento de um dos sócios, seus herdeiros, que porventura não tenham aptidão ou afinidade com o negócio, ingressem na sociedade. Os sócios podem contratar o seguro tendo como beneficiária a própria empresa, o que permitirá capitalizá-la para a compra das cotas dos seus herdeiros de um sócio que vier a falecer.

Esse seguro tem flexibilidade ainda para resolver questões de proteção em caso de perda de uma “pessoa chave”, numa empresa ou negócio, por exemplo, um sócio que detém a propriedade intelectual de seu negócio ou se um alto executivo cujo know-how técnico é vital para a sustentabilidade de um determinado segmento da empresa.

Para mais informações sobre o seguro de vida da Bién Vivir e outros produtos da Mapfre Vida e Previdência acesse: https://www.mapfre.com.br/seguro-br/para-voce/vida-previdencia/seguro-previdencia/.

Alexandre Boccia será consultor de negócios exclusivo da AXA

Alexandre_Boccia_presidente_da_Cardif_do_Brasil_bA AXA no Brasil anuncia a chegada de Alexandre Boccia. Com anos de experiência em grupos seguradores, ocupando posições de liderança, como CEO de Vida, Previdência e Capitalização na Zurich Insurance Group, CEO do Group BNP Paribas Cardif para Espanha e Portugal e antes no Brasil e Vice-presidente da ACE Latin America, Boccia atuará como consultor de negócios exclusivo da AXA. Boccia terá como principal foco de atuação a área de Affinity e Vida. Para o desafio, Boccia constituiu a consultoria AB Partners, que será responsável pela prospecção e condução dos negócios para a AXA.