Lei poderá exigir seguro total para aumentar rigor em obras públicas

Fonte: O Globo

A queda de parte da Ciclovia Tim Maia, em São Conrado, no último dia 21, trouxe à tona uma discussão sobre a necessidade de maior fiscalização de obras públicas. Para especialistas, uma das alternativas para garantir que as construções sejam entregues, não apenas com qualidade indiscutível, mas também com o preço e o prazo acordados previamente, é a contratação, por parte das empreiteiras, de seguros que cubram 100% da obra. Na prática, a obrigatoriedade de cobertura total, um modelo adotado nos Estados Unidos há mais de cem anos, faria com que as seguradoras atuassem como um agente fiscalizador, já que elas teriam interesse que as obras corressem sem nenhum tipo de contratempo.

Atualmente, a Lei das Licitações (8.666) estipula apenas que as empreiteiras contratadas pelos municípios, estados ou União ofereçam uma garantia de 5% do valor da obra, podendo, em casos mais complexos, chegar a 10%, valor que pode ser pago com caução em dinheiro ou títulos da dívida pública, seguro-garantia ou fiança bancária. Esse percentual, considerado muito baixo por advogados, engenheiros e especialistas em gerenciamento de risco, poderá mudar em breve. Um projeto para que a 8.666 seja modificada e inclua, entre outros itens, a exigência de seguro total, está sendo discutido na Câmara dos Deputados desde o ano passado. E, segundo o deputado Mário Heringer (PDT-MG), relator da Comissão Especial da Lei de Licitações, deverá ser apresentado em, no máximo, 45 dias.

Diário Oficial traz nova estrutura da Susep

Finalmente saiu do discurso para ser publicado no Diário Oficial o o Decreto 8.722/16, assinado pela presidente Dilma Rousseff e publicado no dia 29 de abril, que define a nova estrutura regimental da Susep que tanto vem sendo explicada pelo titular Roberto Westenberg em suas palestras. A menina dos olhos do xerife do mercado de seguros é a Diretoria de Supervisão de Conduta, que, segundo Westenberg deverá inaugurar uma nova fase no processo de supervisão da Susep.

O Decreto 8.722/16 entra em vigor no dia 19 de maio e traz para a Susep a Secretaria de Gestão do Ministério do Planejamento, com 24 cargos em comissão do Grupo-Direção e Assessoramento Superiores (DAS).

Segundo o titular da Susep, a supervisão, com a nova Diretoria, não ficará restrita às informações contábeis das empresas. Vários outros aspectos serão levados em conta, o que vai ampliar as possibilidades de monitoramento feito pela Susep das entidades supervisoionadas.

Westenberger destacou ainda o projeto de modernização da Superintendência que engloba uma série de ações que visam a melhoria dos processos na autarquia, entre os quais a implantação do registro eletrônico de produtos, assinatura digital nas comunicações com as empresas supervisionadas, reformulação do sistema de envios de dados pelo mercado (Fip) e o processo eletrônico que vai eliminar de vez os processos em papel.

Entre as ações adotadas no âmbito do projeto de modernização da autarquia, a normatização do rito sumário do processo sancionador, incluindo a responsabilização da pessoa natural; a atualização das normas sobre aplicações dos ativos garantidores; a flexibilização das regras de resseguro; e a instituição de regra determinando a implantação do ERM (gestão de riscos corporativos para fins de solvência).

De acordo com o decreto assinado pela presidente Dilma Rousseff, a Diretoria de Supervisão de Conduta terá com alvo fiscalizar corretores de seguros e autorreguladoras, monitorar e fiscalizar produtos e operações de seguros, resseguros, previdência aberta complementar e capitalização, bem como garantir ao consumidor seus direitos ao fiscalizar as práticas de mercado. Também foram criadas a Diretoria de Organização do Sistema de Seguros Privado, que dará aval para novas companhias operarem no Brasil ou para determinar liquidações; a Diretoria de Administração e a Diretoria de Supervisão de Solvência.

Para ver a íntegra do decreto e seu anexo acesse:

http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2015-2018/2016/Decreto/D8722.htm

Especialistas debatem futuro da indústria de petróleo

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O futuro da indústria de petróleo no Brasil, que enfrenta nesse momento a maior crise de sua história, será o tema central discutido durante o 7º Seminário de Óleo & Gás, evento promovido pela JLT Re Brasil, empresa de gestão de riscos e resseguros do JLT Group (Jardine Lloyd Thompson). Será no dia 11 de maio, a partir das 13h30, no Prodigy Hotel Santos Dumont, no Rio de Janeiro,
Este seminário está entre os principais eventos do calendário do setor de óleo e gás e contará com a participação de Andrew Barnes, presidente do conselho da Divisão de Energia da JLT Especialidades, presidente do Conselho da Lloyd & Partners, e diretor da GCube, empresa de energias renováveis do grupo JLT.

Também o superintendente da Organização Nacional da Indústria do Petróleo (ONIP), Alfredo Renault, falará sobre as perspectivas da indústria do petróleo no Brasil. As questões regulatórias serão abordadas pela presidente da consultoria OGE, Claudia Rabelo. O evento também terá um painel específico sobre a Lei Anticorrupção e seus impactos na indústria do petróleo, com a participação do sócio do escritório Palma + Guedes Advogados, Álvaro Palma de Jorge, e do especialista em gerenciamento de crises Roberto Coutinho.

A JLT – Jardine Lloyd Thompson – companhia inglesa integrante do Grupo Jardine Matheson – é uma das maiores empresas especializadas em gestão de riscos, corretagem de seguros e resseguros e consultoria em benefícios em todo o mundo. Com cerca de 11 mil funcionários e atuação em mais de 135 países, seu faturamento mundial no ano passado foi de US$ 1,7 bilhão. No Brasil, o grupo atua desde 1989 e está presente nas mais importantes cidades de todas as regiões do país.

SulAmérica encerra primeiro trimestre com lucro líquido de R$ 105,9 milhões

Proporcionar a melhor experiência de marca para o cliente, o corretor e demais públicos está no centro da estratégia de negócios

gabriel portellaA SulAmérica chegou ao final do primeiro trimestre de 2016 com lucro líquido de R$ 105,9 milhões, um crescimento de 2,4% em comparação com mesmo período de 2015. As receitas também apresentaram aumento no período, com alta de 5,4%, totalizando R$ 3,9 bilhões.

“A SulAmérica abre o ano de forma positiva, com expansão das receitas operacionais, do resultado financeiro e também do lucro líquido. Acreditamos que o desempenho das nossas operações foi bastante relevante, principalmente quando levamos em conta o cenário de retração econômica que marcou o trimestre”, explica o presidente da SulAmérica, Gabriel Portella.

O segmento de saúde e odonto manteve um bom desempenho, com receitas operacionais crescendo 13,5% na comparação com o primeiro trimestre de 2015, alcançando R$ 2,9 bilhões, com uma carteira de beneficiários 5,4% maior.

Na área de automóveis, o comportamento da carteira, refletindo o cenário macro e o ambiente competitivo, registrou retração de receita de 13,1% e deterioração da sinistralidade.

“Em nossa avaliação, o desempenho positivo de algumas linhas de negócios equilibra os resultados de outras carteiras que possam não ter obtido desempenho tão bom, mantendo a companhia numa trajetória muito satisfatória”, complementa Portella.

As reservas de previdência tiveram um relevante avanço, chegando ao montante de R$ 5,5 bilhões, com crescimento de 15,6%. Na área de gestão de ativos, o total de recursos administrados pela SulAmérica no final do trimestre era de R$ 31,7 bilhões, com crescimento de 13,5% em relação ao mesmo período do ano anterior.

Zika Vírus: associadas à FenaSaúde preparam redes de atendimento para os exames de detecção

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Brasileiros, com razão, estão bastante apreensivos com o atual quadro epidemiológico, preocupação partilhada pelas afiliadas à FenaSaúde (Federação Nacional de Saúde Suplementar) – entidade representativa de operadoras de planos e seguros de assistência à saúde –, que estão empenhadas em assegurar aos beneficiários o atendimento adequado para diagnóstico e tratamento do Zika Vírus, respeitando os critérios da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS). As ações das associadas à Federação incluem o mapeamento e a mobilização de toda a rede de atendimento. Além disso, auxiliam os órgãos de saúde na identificação de pessoas que tenham sido internadas com suspeita ou confirmação da enfermidade.

A FenaSaúde participou ativamente no debate sobre Resolução Normativa (RN) da ANS que definirá o protocolo de solicitação para o exame de diagnóstico do Zika Vírus. O objetivo é atender os pacientes nos casos cientificamente indicados e seguindo os critérios estipulados, a fim de maximizar resultados e evitar desperdícios.

“Atualmente com 40% do total de beneficiários de seguros e planos no país, as afiliadas à FenaSaúde já estão promovendo as ações necessárias para cumprir a norma da ANS, oferecendo os melhores serviços que as configuram como operadoras de referência em qualidade para o mercado de Saúde Suplementar”, afirma Solange Beatriz Palheiro Mendes, Presidente da FenaSaúde.

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) liberou, recentemente, alguns testes laboratoriais para o diagnóstico do Zika Vírus, que têm metodologias distintas: uns detectam a quantidade de anticorpos e outros a presença direta do vírus. Como todos os exames laboratoriais estão sujeitos a falhas, a melhor forma de evitar o erro é a indicação precisa – ou seja, o quadro clínico deve sugerir a doença, e o prazo de coleta tem que ser dentro do recomendado pelo fabricante.

Qualquer exame fora do período indicado acarretará, inevitavelmente, a elevação de resultados falsos (positivos ou negativos), prejudicando pacientes e o trabalho das equipes de saúde. Assim, é preciso seguir sempre protocolos e diretrizes dos órgãos de saúde a fim de dar atendimento efetivo ao público a ser definido. Vale ressaltar que os exames não estavam previstos inicialmente no Rol de coberturas obrigatórias. Consequentemente, representarão custos adicionais ao sistema de Saúde Suplementar.

Hoje, no país, circulam simultaneamente os vírus da Dengue, da Chikungunya e da Zika. Os quadros clínicos e meios de transmissão dessas enfermidades guardam similaridade e podem causar efeitos cruzados nos diagnósticos laboratoriais. Não há, ainda, terapia medicamentosa, vacina ou conduta clínica que previna a infecção pelo Zika Vírus. A única forma de combate, por ora, é a eliminação dos focos de procriação do mosquito, uma responsabilidade de toda sociedade.

Dados do Ministério da Saúde apontam que 85% dos focos são encontrados em residências particulares. Para contribuir com a disseminação de informação correta, a FenaSaúde está elaborando uma cartilha para esclarecer como identificar e eliminar esses criadouros. A publicação também tem como objetivo estimular gestantes a não deixar de fazer o pré-natal e seguir as recomendações médicas atuais.

A comunidade científica, assim como entidades do setor de saúde, está aprendendo diariamente sobre a dinâmica de infecção do Zika Vírus. Estudos vêm apontando risco médio de 1% de malformações neurológicas em fetos expostos à doença, o que pode ser significativo. Além disso, os quadros de paralisia flácida em crianças e adultos, conhecidos como Síndrome de Guillain-Barrè, vêm sendo relacionados a essa infecção.

Na maioria das vezes, é observado que o Zika Vírus é assintomático. Já quando há sintomas, os mais comuns são: febre, manchas avermelhadas pelo corpo, coceira generalizada e conjuntivite. Manifestações incomuns incluem dores articulares, musculares e cefaleia. Em geral, esses sinais são de curta duração, com variação de 3 a 5 dias nos casos sem complicações.

Infelizmente, segundo especialistas, não há ainda tratamento que previna ou impeça o desenvolvimento de malformações neurológicas em gestantes infectadas pelo Zika Vírus. Importante: os bebês que venham a apresentar Microcefalia associada à infecção – estando inclusos no plano materno ou outro – estarão cobertos para exames e procedimentos conforme determinam contratos e o Rol da ANS.

A conduta clínica e os procedimentos a serem adotados nessas situações são de responsabilidade da equipe médica de cada paciente. Por ocasião de bebês acometidos pela Microcefalia associada ao Zika Vírus, não há protocolo clínico de atendimento ou procedimento específico validado por associação médica ou órgão oficial de saúde. A FenaSaúde sempre estará à disposição para participar de discussões sobre o tema tão relevante para a sociedade brasileira.

Braço segurador responde por 33,6% do lucro do banco Bradesco

Captura de Tela 2016-04-28 às 08.25.29O Bradesco obteve lucro líquido ajustado de R$ 4,1 bilhões no primeiro trimestre deste ano, queda de 3,8% em relação ao ganho obtido no mesmo período do ano passado. O lucro líquido ajustado é composto por R$ 2,7 bilhões provenientes das atividades financeiras, correspondendo a 66,4% do total, e por R$ 1,38 bilhão gerado pelas atividades de seguros, previdência e capitalização, representando 33,6% do total.

Os prêmios emitidos de seguros, contribuição de previdência e receitas de capitalização totalizaram R$ 15,1 bilhões, no 1o trimestre de 2016, evolução de 11,4% em relação ao mesmo período de 2015. As provisões técnicas alcançaram R$ 182,9 bilhões, evolução de 16,3% em relação ao saldo de março de 2015. Segundo comunicado do banco, o lucro manteve-se em linha com o resultado apresentado no trimestre anterior e apresentou um retorno anualizado sobre o Patrimônio Líquido Ajustado de 24,9%. No comparativo entre o 1o trimestre de 2016 e o mesmo período do ano anterior (R$ 1,283 bilhão), o lucro líquido apresentou crescimento de 7,6%.

Abaixo, release enviado à imprensa

O Grupo Bradesco Seguros, líder do mercado segurador brasileiro com atuação multilinha e presença em todas as regiões do país, fechou o primeiro trimestre de 2016 com crescimento de 11,4% sobre igual período do ano anterior e faturamento de R$ 15,2 bilhões nos segmentos de seguros, capitalização e previdência complementar aberta. Desde 2006, o Grupo Segurador registra crescimento médio anual de dois dígitos.

O lucro líquido evoluiu 7,6%, quando comparado a igual trimestre do ano passado, apresentando Retorno Anualizado sobre o Patrimônio Líquido Ajustado de 24,9%.

Na comparação com o primeiro trimestre de 2015, os segmentos de Saúde e Vida e Previdência apresentaram evolução de dois dígitos -16,8% e 13,6%, respectivamente.

De janeiro a março de 2016, os ativos financeiros do Grupo Segurador cresceram 17,4%, totalizando R$ 200 bilhões, equivalentes a cerca de 30% do total administrado pelo mercado segurador brasileiro.

O volume de provisões técnicas também apresentou considerável aumento, de 16%, alcançando R$ 183 bilhões, contra R$ 157 bilhões no mesmo período de 2015.

O total pago em indenizações e benefícios atingiu R$ 12,2 bilhões, evolução de 17,3% sobre os R$ 10,4 bilhões registrados em 2015, na mesma base de comparação.

No segmento Saúde, todos os produtos apresentaram crescimento, com destaque para a Carteira de Pequenas e Médias Empresas, que atingiu crescimento de 11,7% no número de beneficiários – contabilizados, hoje, em mais de um milhão de vidas – em relação ao mesmo período do ano anterior. O resultado consolida a liderança da Bradesco Seguros no mercado brasileiro de saúde suplementar.

Merece destaque, também, a melhora nos indicadores de desempenho: enquanto o Índice de Despesa de Comercialização passou de 10,4%, no primeiro trimestre de 2015, para 9,9%, o Índice Combinado também evoluiu, reduzindo de 86,8% para 86,1%, mantidos os parâmetros de comparação – em ambos os casos, quanto menor o valor, melhor a performance.

Bradesco Seguros promove museu itinerante para levar espírito olímpico em todo o país

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Uma verdadeira volta olímpica pelo Brasil. Com o objetivo de levar o espírito olímpico às cinco regiões do país e preparar a população para o maior evento esportivo mundial, o Grupo Bradesco Seguros, patrocinador e segurador oficial dos Jogos Rio 2016, promove o Museu Itinerante Se Prepara Brasil — O Caminho do Esporte até o Rio de Janeiro. Entre 30 de abril e 31 de julho, duas carretas passarão por 45 cidades em todo o território nacional para apresentar uma exposição gratuita sobre rodas, com mais de 100 peças do acervo do Comitê Olímpico Internacional (COI), do Comitê Olímpico do Brasil (COB) e do Comitê dos Jogos Rio 2016, além de coleções particulares. Juntos , os veículos percorrerão cerca de 30 mil quilômetros em dois roteiros distintos, partindo de Vitória (ES) e Goiânia (GO), em 30 de abril. Os trajetos se encontrarão em agosto, no Rio de Janeiro, onde o Museu Itinerante Se Prepara Brasil ficará exposto durante os Jogos Olímpicos e Paralímpicos Rio 2016 nos Bulevares Olímpicos Parque Madureira e Porto Maravilha.

“O Museu Itinerante Se Prepara Brasil levará um pouco dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos para quem não puder assistir ao maior evento esportivo mundial no Rio de Janeiro e ainda deixará um legado de conhecimento olímpico que poderá estimular novos talentos para o futuro do esporte no país”, declara Alexandre Nogueira, Diretor do Grupo Bradesco Seguros. “Apoiamos os ideais dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos e nos orgulhamos de nosso papel de poder colaborar para que os Jogos Rio 2016 se tornem uma experiência memorável para todo o Brasil”, completa o executivo.

Dividido em cinco seções — “História”, “Esportes”, “História Brasileira”, “Curiosidades” e “Rio 2016” — o Museu Itinerante Se Prepara Brasil apresenta peças que retratam todas as edições dos Jogos Olímpicos da Era Moderna. Dentre os objetos, destacam-se as réplicas das medalhas de prata e bronze dos Jogos Olímpicos de Atenas, em 1896, e da carta do Barão de Coubertin, criador dos Jogos Olímpicos da Era Moderna, na qual, em 1913, aparece pela primeira vez a imagem dos aros olímpicos; Tochas Olímpicas, pictogramas e medalhas de diversas edições; além de imagens de atletas brasileiros e internacionais, entre elas a equipe de tiro do Brasil nos Jogos da Antuérpia, em 1920, primeira vez que o país disputou o evento esp ortivo. Há também vídeos temáticos e totens interativos.

De acordo com Maria Eugênia Saturni, Diretora da Base7 — empresa responsável pela curadoria do Museu Itinerante Se Prepara Brasil — um dos pontos mais interessantes do projeto, e que o torna inovador, é o fato de o Museu ir até o público.

“O objetivo é propiciar um ambiente em que o público entenda o significado dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos e possa ter acesso a um acervo histórico bastante rico e instigante. Cada peça da exposição traz uma memória. Por meio delas é possível apreender o desenvolvimento tecnológico, as conquistas sociais, momentos históricos e manifestações culturais das mais diversas. Tudo isso tem como fio condutor o esporte e a emoção que ele desperta nas pessoas”, destaca Maria Eugênia.

Os atletas-embaixadores Bradesco Seguros Giba e Leila, medalhistas olímpicos, estarão presentes em algumas cidades para interagir com o público, assim como as mascotes dos Jogos Rio 2016, Vinicius e Tom, e do Time Brasil, Ginga. O Museu Itinerante Se Prepara Brasil tem patrocínio do Grupo Bradesco Seguros e do Ministério da Cultura.A iniciativa tem a concepção do Grupo de Ativações e Experiências Live (Gael) e curadoria da Base7 Projetos Culturais.

Segue o link para o vídeo

https://drive.google.com/file/d/0B25UabYRQrZXbFRudDU1c0xKQWs/view

Sexta-feira é o dia com maior número de ocorrências de trânsito no interior de MG

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Estudo efetuado pelo BB e Mapfre nas cidades de Uberlândia, Uberaba e Muriaé, aponta que a sexta-feira é o dia da semana com maior número de acidentes de trânsito. Segundo o levantamento, a sexta-feira concentra 17,91% (367 ocorrências) dos 2049 acidentes registrados pela empresa nas três cidades dentro do período pesquisado. A quinta-feira é o segundo dia com maior número de incidentes, com 321 casos (15,67%); seguida pela quarta-feira, com 316 (15,42%), e terça-feira, com 296 (14,45%) dos casos.

Os dados são fruto de um levantamento efetuado pela seguradora com base nos atendimentos registrados pelos P.A.R.E. (Posto de Atendimento Rápido Especializado), espaço destinado a atender os clientes de seguro automóvel do grupo na região. O estudo aponta ainda que o domingo é o dia com menor número de ocorrências, com 222 (10,83%) dos registros. O sábado responde por 252 (12,30%) dos casos e a segunda-feira, por 275 (13,42%) dos acidente.

Quando o fatiamento é efetuado pelo horário das ocorrências, o período da tarde concentra a maior parte dos incidentes, com 39,24% dos registros. O segundo período mais propenso à um colisão nas regiões é a parte da manhã, com 28,40% do total; seguido pela noite, com 27,38% e madrugada, com 4,98%.

O levantamento indica ainda que, assim como constatado em outras localidades brasileiras, os motoristas do sexo masculino são os responsáveis pela maior parte das colisões nas cidades pesquisadas. Entre as ocorrências registradas pelos P.A.R.E.s no período analisado, 73,21% dos casos foram registrados por segurados do sexo masculino, enquanto as seguradas responderam por apenas 26,79% dos casos.

Quando observado a faixa etária dos condutores envolvidos nas ocorrências, os segurados com idade de 27 a 36 anos respondem pela maioria dos incidentes, com 537 (26,21%) dos incidentes, seguidos pelos motorista com faixa etária de 37 e 46 anos, com 419 (20,45%) dos casos.

Os segurados com idade entre 47 e 56 anos responderam por 362 (17,67%) dos registros, número semelhando ao dos motoristas mais jovens, com idade até 26 anos, que representaram 17,62% (361) do total. O estudo analisou os atendimentos registrados pela empresa nos período de janeiro a novembro de 2015.

Prudential do Brasil e Geração Futuro firmam parceria

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A Prudential do Brasil anuncia a chegada de mais um parceiro comercial, a Escolher Seguro, que é a corretora de seguros ligada à Geração Futuro. A iniciativa visa fortalecer o crescimento de ambas as companhias ao levar o seguro de vida individual para cada vez mais brasileiros.

Para a Geração Futuro a parceria complementa os seus investimentos no mercado de seguros, que iniciou com a compra da corretora Escolher Seguro, em 2015, e do plano de expansão da companhia neste segmento.

“Compartilhamos com a Prudential do Brasil a mesma filosofia de transparência e a proximidade com os nossos clientes. Nossa missão sempre foi a de ajudar os clientes com propostas diferenciadas e agora iniciamos o foco em outro tipo de produto, que é o seguro de vida individual, com o qual vamos oferecer essa proteção importante para as vidas de nossos clientes e de suas famílias”, destaca Eduardo Moreira, sócio-diretor da Geração Futuro.

A ideia da Geração Futuro é oferecer inicialmente os produtos da Prudential do Brasil para a base de 300 mil clientes das empresas do grupo, por meio de um time focado exclusivamente nesta parceria. A comercialização iniciará em todo país. A Prudential do Brasil aplicará treinamentos e dará suporte contínuo para a equipe indicada pela Geração Futuro, esclarecendo dúvidas e acompanhando ao lado da sua corretora todo o processo das angariações realizadas.

O canal de Parcerias Comerciais da Prudential do Brasil iniciou suas atividades em 2013. O modelo firmado com as corretoras de seguros das empresas parceiras mantém conceitos essenciais da Prudential, como a venda baseada nas necessidades, com uma solução de proteção que combina coberturas para se ajustar à realidade de cada segurado, e o processo de subscrição de riscos.

“Mesmo com uma atuação relativamente recente, marcos importantes já foram conquistados pelo canal de parcerias comerciais, como a conquista de mais R$ 1 bilhão de capital segurado. Estamos confiantes de que a chegada da Geração Futuro, por meio da Escolher Seguro vai manter essa trajetória de crescimento, tendo um papel importante na disseminação da importância do seguro de vida para a sociedade”, acentua Patrícia Freitas, vice-presidente de Parcerias Comerciais da Prudential do Brasil.

Ciclovia Tim Maia, afinal onde está o erro?

tim maiaPor Gustavo Mello, especialista em gerenciamento de risco

Muito se fala sobre os erros que levaram ao acidente da ciclovia. A prefeitura cria fatos e discursos que confundem a todos. Afinal onde está o erro? Como não repetirmos as falhas em obras públicas?

Seguem então algumas definições para ajudar os jornalistas em suas matérias

PROJETO ARQUITETÔNICO: Trata da estética, da harmonia com a paisagem, do conforto e beleza do que se constrói;

PROJETO DE ENGENHARIA CIVIL OU PROJETO ESTRUTURAL: Trata dos cálculos de peso, volume, materiais usados, distâncias, etc. Determinando pilares, vigas, paredes, fundações, amarrações (ancoragem), etc. de uma construção.

PROJETO: definição ampla conforme o PMI (Project Management Institute) apresenta uma metodologia para qualquer projeto (inclusive de obras) que tem entre seus pilares a eficiência de custos, o respeito aos prazos, o Gerenciamento de Riscos, entre outros.

PROJETO (PMI) É MAIOR E MAIS AMPLO QUE UM PROJETO DE ENGENHARIA.

Como avançar e evitar os erros do passado?

Uma licitação de obras públicas precisa iniciar na compra de um projeto PMI (robusto, amplo e detalhado, incluindo a análise de riscos) para a obra desejada. Num segundo momento se faz a licitação (pelo menor preço) para a execução do projeto.

Qual foi o erro de topo (primeiro dominó da sucessão de falhas)?

Ao licitar projeto e execução todos juntos, após um projeto básico e resumido, teremos mais do mesmo: Ciclovia Tim Maia, Engenhão, entre outras obras mal terminadas ou de duração curta e qualidade duvidosa. Quem não sabe comprar direito, recebe qualquer coisa. Se licitar uma obra pelo menor preço sem definir os parâmetros mínimos e a qualidade desejada (definida em projeto), receberá uma ciclovia que desaba e mata!!!!

Falar em erro de projeto sem caracterizar o que é esse erro, não ajuda para evitarmos que se repita.
Não pensar na onda não foi um erro de projeto de engenharia. Errou quem licitou (pelo menor preço) sem exigir um projeto robusto (PMI). Pois a licitação inicial não pediu um projeto PMI para a ciclovia, mas pediu apenas uma ciclovia. Está, portanto, tudo errado desde a origem. Punir a construtora atual não resolve, e juridicamente – em alguns anos após o assunto cair no esquecimento, pois ela provará que atendeu o que a Prefeitura lhe pediu e pagou. Se a construtora colocasse uma obra robusta perderia a concorrência (menor preço) para outra empresa que não tivesse a mesma preocupação.

Não defendo a construtora, mas quero evitar que a prefeitura se isente ao apontar o dedo para o empresário.