Tokio Marine lança o seguro Agro Safras, com proteção do capital empregado na lavoura e estabilidade financeira do produtor rural

felipe smith tokioA Tokio Marine lança o seguro Agro Safras para ampliar a sua atuação no segmento rural, que já oferece ao mercado o seguro Agro Equipamentos. Direcionado aos produtores rurais, cooperativas de produtores, revendas de insumos, instituições financeiras e fundos de investimento, o seguro Agro Safras está disponível em duas modalidades: o seguro de custeio e o de produtividade. O primeiro garante o retorno do investimento realizado no plantio e na manutenção da lavoura, por meio do ressarcimento das despesas de financiamento do produtor, cobrindo os danos causados por variações climáticas como granizo, geada, chuva excessiva, ventos fortes e seca, entre outras. Na segunda modalidade, o seguro cobre os recursos do produtor, de acordo com o nível de cobertura contratado, quando houver diferença entre a produtividade segurada e a colhida, causada também por variações climáticas.

O diretor executivo de produtos pessoa jurídica, Felipe Smith, destaca que o novo produto será estratégico para fortalecer a presença da seguradora no segmento, reforçar seu posicionamento como uma empresa multiprodutos e ampliar as oportunidades de negócios para Corretores.

O produto oferece diferenciais e benefícios especiais aos segurados, como opção de contratar diversas coberturas isoladas ou de forma conjunta, estabilidade financeira do produtor rural durante anos críticos e tranquilidade para os agentes financeiros no caso de crédito rural. “Os clientes também podem se beneficiar dos descontos referentes à subvenção estadual nos Estados participantes, com taxação específica por cultura e município”.

De acordo Smith, o ramo de seguro rural é extremamente especializado e a Tokio Marine possui equipes qualificadas que facilitam e agilizam a contratação das apólices, além de oferecer serviço de inspeção de risco sem custo para o produtor rural. O Agro Safras atende as necessidades de proteção e também tem vantagens nas condições de pagamento, que pode ser efetuado no boleto ou em débito em conta.

Investimento em gestão de risco é vital para reduzir incidentes na indústria de Energy e Power

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O relatório “As Empresas de Energia Podem Romper o Elo Histórico Entre as Quedas no Preço do Petróleo e Grandes Perdas?”, lançado pela Marsh, analisa a correlação sequencial histórica entre quedas no preço do petróleo e de acordo com o relatório, as perdas seguradas no setor atingiram um pico nos anos 80, logo após o preço do petróleo bruto sofrer uma queda de US$ 35 a US$ 15 por barril.

Historicamente, a queda de preços do petróleo teve como principais consequências cortes em infraestrutura e gastos com manutenção, menos investimento em prevenção à saúde e segurança e treinamento de funcionários. A análise de ciclos anteriores indica que as decisões de redução de custos foram seguidas por um aumento na frequência de grandes incidentes ou grandes perdas. Apesar da queda das receitas, as empresas de energia devem manter o seu investimento em gestão de riscos para reduzir o potencial para futuros grandes incidentes e sinistros de seguros. Esta é a conclusão do relatório apresentado na Conferência de Empresas Petrolíferas Nacionais (NOC), em Dubai.

No final da década de 90, este ciclo ocorreu novamente quando o preço caiu abaixo de US$10 por barril e novamente nos anos seguintes, culminando com o colapso de 2008, quando o preço caiu de US$ 100 para US$32 por barril.

A análise da Marsh relata um período de investimentos significativos em engenharia de risco por parte das empresas de energia no Oriente Médio, que está traduzido em outro estudo consistente da companhia: “Análise comparativa do Oriente Indústria de Energia Oriente: Pontos Fortes e Oportunidades de uma superpotência energética”.

O relatório destaca que o aumento acentuado na taxa de adoção e qualidade de metodologias de gestão de risco em instalações de energia do Oriente Médio entre 2013 e 2015, em comparação com seus pares globais.

Para ver o estudo completo acesse o link:

https://www.marsh.com/uk/industries/energy-power.html

MetLife lança plataforma digital para o corretor expandir suas vendas

metlifeA MetLife lança plataforma que inova a maneira como os corretores fazem e administram seus negócios em todo o país. A partir de agora a interação entre a MetLife, os corretores e seus clientes entra de vez na era digital. A nova plataforma proporciona mais facilidade para vender e administrar apólices voltadas para pequenas e médias empresas.

“Para gerar mais oportunidades de negócio, a ferramenta 100% digital pode ser usada enquanto o corretor conversa com seus clientes. A plataforma pode ser acessada pelo tablet, smartphone, notebook e computadores desktop”, explica Breno Gomes, Diretor de Desenvolvimento de Negócios e Inovação da MetLife. De acordo com o executivo, a apólice pode ser adequada de acordo com as necessidades específicas de cada empresa, e a proposta final é gerada em segundos. Ele explica que é possível fazer movimentação de massa, controlar o pipeline de negócios e outras funções por meio da nova ferramenta.

A partir do painel de informações, o corretor consegue ter uma visão gerencial de todos os negócios em andamento, e ainda consegue obter o cálculo do prêmio rapidamente, logo depois de incluir quais coberturas são desejadas. A nova ferramenta ainda ajuda a alavancar os negócios: todos os documentos podem ser enviados via internet, basta fazer o upload dos arquivos necessários para a análise e aprovação do seguro de vida em grupo ou individual.

“A MetLife não quer apenas proporcionar uma experiência mais rápida e simples para os nossos parceiros, mas também quer atrair novos corretores para nosso time. Por isso, a partir de agora o cadastro para esse profissional é totalmente digital”, conta Cassia Gil, VP de Dental e Comercial para o Canal de Corretores . Além do cliente contar com atendimento personalizado, o corretor terá mais autonomia e poderá customizar suas cotações incluindo as principais informações da corretora, além de acessar materiais exclusivos para suporte à venda.

AXA lança plataforma que facilita corretor fechar contratos

axa logoA AXA, uma das maiores seguradoras do mundo, lançou o E-Solution, uma plataforma para cotações. A base de corretores parceiros da empresa conseguirá realizar cotações, transmitir propostas, emitir apólices online entre outras funcionalidades disponíveis da ferramenta. “A proposta do E-Solution é tornar o dia a dia dos nossos parceiros mais ágil. Sabemos que são muitos os processos que precisam do acompanhamento atento dos corretores. Por isso criamos a plataforma, 100% integrada e multiplataforma, que possibilita fechar o negócio junto com o cliente. Nossa iniciativa desburocratiza algumas etapas até a emissão da apólice’’, diz Michelle Brito, diretora de PME Digital da AXA. O explicativo sobre as funcionalidades da ferramenta pode ser encontrado no site https://www.youtube.com/watch?v=dX3H2Iak2IY.

A expectativa é contar com toda a base de corretores da AXA trabalhando com o E-Solution até final de 2016. ‘’Nossos produtos já contam com boa receptividade do mercado brasileiro, temos gerado um fluxo bastante elevado de negócios e de cotações, cerca de 4,5 mil por mês. A nova ferramenta nos ajudará ainda mais no processo de expansão’’, conclui Michelle.

Desafios da Previdência Social é tema do VIII Fórum Nacional de Seguro de Vida e Previdência Privada

Edson Franco - crédito Carlos Della Rocca (2)O evento, promovido pela Federação Nacional de Previdência Privada e Vida (FenaPrevi), contará com a participação de profissionais do setor, acadêmicos e representantes de entidades internacionais para debater a atual situação da Previdência Social brasileira e suas perspectivas e possibilidades futuras, além de avaliar as experiências de outros países na implantação de mudanças em seus sistemas.

Nos quatro painéis do VIII Fórum Nacional de Seguro de Vida e Previdência Privada serão apresentados “Aspectos Demográficos Globais e Consequências para o Sistema de Previdência Social”; “Mudanças Implementadas por outros países na previdência social”; “Perspectivas para a Previdência Social” e “Previdência Social no Brasil: O que deveria ser feito X O que é possível?”.

“As mudanças no perfil demográfico e socioeconômico, queda da natalidade, aumento da longevidade e o envelhecimento da população são fatores que tornam insustentável o atual modelo de previdência social brasileiro e exigem a implantação de reformas de curto e de médio prazo. No VIII Fórum iremos estimular o debate em relação ao que precisa ser feito para a sustentabilidade do sistema previdenciário e a importância da Previdência Complementar Aberta e dos Seguros de Pessoas neste cenário”, afirma Edson Franco, presidente da FenaPrevi.

Estão confirmadas para o evento participações importantes de representantes do governo; do superintendente da Susep, Roberto Westenberg; do presidente da FenaPrevi, Edson Franco; Marcio Coriolano, presidente da CNSEG e Armando Vergílio, presidente da Fenacor. Entre os palestrantes internacionais destaques para a presença de Larry Hartshorn, da LIMRA & LOMA International e de Solange Berstein, do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID). Os especialistas e professores Cássio Turra, do Departamento de Demografia da UFMG e Luís Eduardo Afonso, do Departamento de Contabilidade e Atuária FEA/USP, também estão entre os palestrantes do VIII Fórum da FenaPrevi.

No encerramento haverá um talk show com o tema “Previdência Social no Brasil: o que deveria ser feito X o que é possível”? Debate com a participação do presidente da FenaPrevi, Edson Franco; Hélio Zylberstajn, professor do Departamento de Economia da FEA/USP e presidente e co-fundador do Instituto Brasileiro de Relações de Emprego e Trabalho (IBRET); e do economista e especialista em Previdência, Paulo Tafner.

Serviço

VIII Fórum Nacional de Seguro de Vida e Previdência Privada

Data: 23 de agosto

Horário: 08h00 – 18h00

Local: Hotel Grand Hyatt – Av. das Nações Unidas, 13301 – Brooklin, São Paulo

Planos e seguros de saúde: mais de 1,4 bilhão de procedimentos em 2015

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A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) publicou, na última terça-feira (12/7), mais uma edição do Mapa Assistencial, que apresenta informações sobre o atendimento prestado pelas operadoras de planos médico-hospitalares e odontológicos no País. Em 2015, o segmento realizou mais de 1,4 bilhão de procedimentos clínicos.

Diante dos indicadores do Mapa Assistencial, confirma-se que não há problemas de acesso à saúde suplementar. “Somente em 2015, foram realizados quase quatro milhões de procedimentos por dia, como consultas, exames, internações e procedimentos de alta complexidade realizados pelo setor”, afirma Solange Beatriz Palheiro Mendes, presidente da Federação Nacional de Saúde Suplementar (FenaSaúde) – entidade representativa de operadoras de planos e seguros de assistência médica.

A executiva ressalta que alguns exames apresentam taxas acima da média dos países desenvolvidos. Um exemplo é a ressonância magnética: nos últimos dois anos (2014 e 2015), o número realizado no Brasil – por mil beneficiários – oscilou de 119 a 132, enquanto que os países membros da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) relataram, em 2013, uma média de 23 exames por mil habitantes. “Nesse caso, será que essa é uma necessidade real dos pacientes ou mais uma mostra de desperdícios no setor?”, questiona Solange Beatriz.

Em sua opinião, a sociedade precisa debater a escalada dos custos em saúde. E um ponto a ser discutido é se não há excessos e tratamentos desnecessários: “É preciso fornecer informações ao consumidor, para que ele faça escolhas inteligentes e efetivas quando se trata de saúde, porque tudo tem um custo. Somente com exames complementares, esse gasto foi de mais de R$ 47 bilhões, segundo o Mapa Assistencial”.

Atualmente, o setor de saúde suplementar atende a mais de 70 milhões de brasileiros. De acordo com pesquisa realizada pelo Ibope, os planos de saúde foram apontados como o terceiro item mais desejado pela população, perdendo apenas para educação e casa própria. Além disso, mostra a aferição, 70% dos beneficiários estão satisfeitos ou muito satisfeitos com o serviço oferecido pelas operadoras e seguradoras de saúde.

Liberty Seguros implementa home office para funcionários de Operações e Sinistros

Luciane RodriguesRelease

A Liberty Seguros acaba de ultrapassar a marca de cem funcionários que trabalham em sistema de home office na área de Sinistros e Operações. A área implementou o projeto em setembro de 2014 com apenas dez funcionários trabalhando remotamente.

Atualmente, a diretoria de Operações e Sinistros adota dois modelos de home office, integral e parcial. No primeiro caso, são mais de 60 funcionários que trabalham remotamente durante toda a semana. Os outros dividem seu tempo entre o trabalho no escritório e em casa, de acordo com suas funções.

Os profissionais da área que trabalham em casa integralmente recebem da Liberty Seguros um kit com teclado, mouse, câmera e um Thin Client, dispositivo que permite que a rede de trabalho seja acessada remotamente. Eles também passam por uma avaliação para garantir que tenham um espaço de trabalho apropriado, com bom acesso à internet e ergonomicamente adequado.

“A implantação do home office impactou não só a performance, mas também a qualidade de vida dos funcionários da área de Operações e Sinistros. Pessoas que antes perdiam três horas ou mais no trânsito, agora podem investir este tempo nos seus estudos ou com suas famílias, por exemplo”, diz Luciane Rodrigues, superientendente de Operações da Liberty Seguros.

Todos que trabalham remotamente têm seu desempenho acompanhado em tempo real pelo gestor e avaliado em reuniões mensais de feedback. “Os resultados do trabalho em home office reforçam nosso compromisso com o atendimento excepcional. Temos percebido, principalmente, que neste ambiente, a produtividade tende a subir”, explica Dennis Milan, diretor de Operações e Sinistros da Liberty Seguros.

“Ao contrário do que se imagina, o foco dos funcionários em home office tende a ser maior. A quantidade de atendimentos deles é, em média, 17% maior do que a daqueles que trabalham no escritório e o tempo de atendimento é cerca de 15% mais rápido, índices que também impactam a satisfação e a experiência dos clientes e corretores com a seguradora”, finaliza.

Agenda: Para onde vai a Previdência?

nilton molina 2O presidente do Conselho de Administração e do Instituto de Longevidade da Mongeral Aegon, Nilton Molina, fala sobre o tema “Bônus
demográfico e longevidade”. O Fórum “Para onde vai a previdência?” discutirá, ainda, sobre a idade mínima para aposentadoria e a criação de um teto único de aposentadoria para trabalhadores dos setores público e privado, entre outros tópicos.

Data: 21/07
Local: Hotel Pestana, Av. Atlântica, 2964. Rio de Janeiro/RJ

Rodrigo Pecoraro é o novo Gerente Comercial Corporate Brasil da Berkley

imagem_release_700835_smallGraduado em Administração de Empresas, com MBA em Finanças pela FGV, Rodrigo Pecoraro acaba de assumir o cargo de Gerente Comercial Corporate Brasil da Berkley.

O executivo tem atuado há 17 anos no mercado segurador com foco na área comercial e, na Berkley, estará à frente do atendimento aos grandes corretores, com objetivo de consolidar uma divisão estratégica com modelos de gestão específicos.

A estratégia será desenvolvida em todo território nacional, juntamente com as Regionais e Filiais, através de novas operações e projetos.

Allianz vê setor cibernético como motor do seguro no século 21

Fonte: BERLIM – Reuters

A crescente ameaça de pirataria e o dever de proteger os dados de forma mais rigorosa vai acelerar a demanda por seguros cibernético na Europa, afirmou a seguradora Allianz nesta quarta-feira, ao lançar seu primeiro produto destinado a empresas pequenas e médias da Alemanha.
O seguro cibernético tem crescido lentamente na Europa, com menos de uma em cada 10 empresas tendo tomado medidas, disse Christopher Lohmann, diretor da região da Europa Central e Oriental na Allianz Global Corporate & Speciality (AGCS).

Mas ele acredita que uma maior consciência entre empresas e novas leis, como a que entrou em vigor na Alemanha no ano passado e as ordem para que 2 mil prestadores de infraestrutura crítica relatem violações graves, estimulem a demanda.

“Há muitas razões para acreditar que o seguro cibernético irá evoluir para o seguro contra incêndio do século 21”, disse ele, acrescentando um sistema de funcionamento de TI e dados seguros são essenciais para muitas empresas e suas reputações.

Matriz de grandes corporações mundiais, a Alemanha oferece terreno fértil para hackers e os ataques a locais de produção industrial, segundo um relatório de segurança do governo.

Quarenta por cento das empresas alemãs foram afetadas por e-crimes ao longo dos últimos dois anos, segundo um estudo da consultoria KPMG em 2015, um aumento de 50 por cento sobre 2013.

(Reportagem de Caroline Copley e Klaus Lauer)