Tokio Marine lança seguro para Obras de Arte

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A Tokio Marine lançou um seguro para obras de arte. O seguro é direcionado para a proteção de obras de arte de Pessoas Físicas e Jurídicas em Exposições Públicas e Privadas, Museus, Instituições Culturais e Universidades, Coleções Corporativas e Privadas; Galerias Comerciais, Restauradores/Curadores e Carros de Coleção. “O mercado de obras de arte vem apresentando um crescimento progressivo. Estamos atentos ao potencial deste segmento e desenvolvemos um produto que atende as necessidades dos apaixonados pelas artes”, afirma o diretor executivo de Produtos Pessoa Jurídica, Felipe Smith.

Os segurados também têm a opção de contratar coberturas adicionais para necessidades específicas, como permanência em instalações de emolduradores, restauradores, embaladores e consignatários; bens ao ar livre, varandas, terraços e edificações abertas ou semiabertas; e ampliação do âmbito geográfico.

De acordo com Smith, a companhia oferece diferenciais e benefícios especiais aos segurados, tal como a possibilidade de emissão de uma apólice de transportes de responsabilidade civil do transportador (RCTR-C) para os casos de deslocamentos por meio de transportadores. Além disso, possui equipe especializada de underwriters e coberturas prego a prego. Outro destaque é o contrato de resseguro da Tokio Marine, que está ainda mais vantajoso para garantir segurança aos segurados.

Além de atender as necessidades de proteção, o novo produto tem vantagens como atendimento personalizado e excelentes condições de pagamento, que pode ser efetuado em até 4 vezes sem juros. “Agora os clientes podem contar com nossa solidez e expertise para proteger seus acervos e coleções em suas instalações ou exposições públicas e privadas”, afirma Smith, que ressalta a importância do cumprimento das exigências contidas na apólice para garantir a segurança da obra e indenização em caso de sinistro.

Itens segurados pelo produto Tokio Marine Obras de Arte:
Pintura, gravura, desenho, fotografias, esculturas (de bronze, de ferro, de mármore); cristal, vitrais, artigos de vidro; cerâmica, porcelana, tapete, tapeçarias, antiguidades (ex.: móveis), selos e moedas, veículos, armas, instrumentos musicais, joias (análise específica e caso a caso), maquinário, equipamento, trajes, prataria, livro, entre outros. Também inclui objetos históricos, de memória, de design e raros, além de carros de coleção.

ARTIGO: Visto como “país amigo”, Brasil deve estar atento para terrorismo em Jogos Olímpicos

Álvaro Igrejas editPor Alvaro Igrejas é diretor de Riscos Corporativos da Willis Towers Watson Brasil.

A fama do Brasil no exterior é de um país amigo, alegre, com um povo acolhedor, diplomático, sem grandes conflitos com outras nações, apesar da onda de violência civil que enfrenta. Ou seja, um ótimo anfitrião. No entanto, com a aproximação dos Jogos Olímpicos, o alerta diante do terrorismo é um fato. Afinal, o Brasil estará recebendo nações de todo o mundo e com isso, diversas questões étnicas e religiosas estarão envolvidas.

Muito se fala na mídia local e no exterior sobre a questão do Zika Vírus, obras atrasadas, greve de policiais e outros problemas estruturais no Brasil durante a temporada esportiva, mas um tema importante como o terrorismo, que têm assustado o mundo, não está sendo tão difundido.

Há poucos meses foi divulgado um relatório da ABIN (Agência Brasileira de Inteligência) informando que o Brasil estava bastante exposto a ataques terroristas durante as Olímpiadas. Inclusive foi confirmada a autenticidade de um perfil de rede social e de uma mensagem postada em novembro do ano passado que dizia: “Brasil, vocês são nosso próximo alvo”. Um suposto integrante do Estado Islâmico teria publicado a ameaça, logo após os atentados na França.

Com os ataques recentes na França, Bélgica, e outros países da Europa, entendo que este cenário tem de ser considerado pelo universo do seguro e das consultorias em riscos corporativos e seus clientes. Principalmente empresas com operações no Rio de Janeiro, cidade sede do evento.

A probabilidade de o país ser alvo de terroristas cresceu nos últimos meses devido aos recentes ataques citados, e também pelo aumento do número de adesões de brasileiros à ideologia do Estado Islâmico.

Portanto, amigo ou não amigo, o país reunirá diversas nações, haverá concentrações de pessoas, aglomerações, e isso é um chamariz para este tipo de ataque. Assim como Governo e Federações, as empresas também podem e devem se proteger com seguros adequados aos seus perfis.

Que locais estariam mais expostos? Bom, diante de uma cidade com um evento tão grandioso é difícil prever, mas meios de transportes, estádios, shoppings, hotéis, hospitais, tanques de armazenamento de material inflamável, pontes, túneis, atrações turísticas, estações de tratamento e abastecimento de água, empresas de comunicação e infraestrutura, representações estrangeiras e seus eventos, marcas icônicas, entre outros, são locais com maior exposição, certamente.

Aqui no Brasil, o seguro contra o terrorismo é pouco difundido, mas pode proteger as empresas dos danos materiais sofridos por ela, além de lucros cessantes, remoção e proteção de salvados, despesas de salvamento, danos materiais decorrente da tentativa de evitar o sinistro, etc. Essas exposições ocorrem antes, durante e depois do evento, por isso todo cuidado é pouco.

É preciso adequar a estrutura da empresa à realidade do evento e ao tipo de cobertura: reunir 10 ou 20 pessoas é diferente de reunir milhares. Portanto, as coberturas e valores podem variar muito. Algumas podem chegar a dezenas de milhões, de acordo com o grau de exposição – o que ajuda a mitigar riscos e danos imensuráveis.

Terrorismo no Brasil parecia algo distante e inimaginável, mas não dá para pagar para ver se ele está na nossa porta.

Mapfre Saúde investe em aplicativo mobile para beneficiários

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Com o objetivo de facilitar a vida do beneficiário e ajudar com que ele tenha todos os seus dados à mão, a Mapfre Saúde disponibiliza para download seu aplicativo mobile. Gratuito para as plataformas IOS e Android, o app identifica médicos e indica clínicas, laboratórios e demais estabelecimentos de saúde.

Com interface simples e intuitiva, o aplicativo aponta ainda o caminho mais próximo entre o beneficiário e o prestador que ele procura, utilizando o sistema de geolocalização do aparelho, e permite definir rotas pelo mapa. Com apenas um toque, o prestador ou estabelecimento pode ser incluído na lista de favoritos.

Periodicamente, o usuário também pode acessar a área de notícias do app para manter-se informado sobre o seu plano de saúde ou então ler conteúdo com dicas de saúde preventiva e bem-estar. Com o aplicativo, o beneficiário ainda obtém extrato detalhado com os serviços utilizados no período.

“Qualquer pessoa pode deixar em casa sua carteirinha do plano de saúde, mas dificilmente esquecerá o celular. Com isso, por que não juntar esses dados em um aplicativo?”, diz Claudio Tafla, diretor médico da Mapfre Saúde.

“Estamos sempre pensando no que é melhor e mais prático para o nosso beneficiário, em linha com nosso compromisso de estimular práticas de saúde preventiva. Ativo desde dezembro de 2015, quase um terço da nossa base de usuários, que conta com 14 mil beneficiários, já acessa e usa o aplicativo de forma efetiva no dia a dia. E ainda virão mais facilidades e aplicabilidades, que aumentarão o interesse pelo uso”, complementa.

O aplicativo de Mapfre Saúde é gratuito, restrito a usuários dos planos de Saúde da Mapfre, e pode ser baixado nas lojas virtuais da Apple e Google Play.

FenaSaúde orienta beneficiários dos planos de saúde quanto às doenças relacionadas ao Aedes aegypti

Solange (reduzida)Fonte: FenaSaúde

A Federação Nacional de Saúde Suplementar (FenaSaúde) – entidade representativa de operadoras de planos e seguros de assistência médica – acaba de lançar duas novas publicações voltadas à orientação dos beneficiários de planos e seguros: são elas o ‘Guia Zika, Dengue e Chikungunya’ e o ‘Guia Zika Vírus e a Gestação’ – ambos elaborados com base em informações oficiais. De fácil entendimento, em formato de perguntas e respostas, os dois materiais, gratuitos, se prestam a esclarecer as principais dúvidas quanto às doenças ocasionadas pelo vetor Aedes Aegypti – desde prevenção e causas, passando pelo diagnóstico, pelas implicações e sequelas, até os tratamentos disponíveis no Brasil.

Além disso, são abordadas questões como a relação das doenças com malformações congênitas, vacinas, Síndrome de Guillain-Barré e as diretrizes da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) para diagnósticos e cuidados médicos. Importante destacar que o Ministério da Saúde e as secretarias estaduais também têm divulgado orientações e protocolos de atendimento para casos suspeitos dessas enfermidades, além de investirem em campanhas de conscientização da população sobre a importância do combate ao mosquito transmissor.

Em caso de complicações ocasionadas por essas doenças, os beneficiários dos planos de saúde são atendidos normalmente pela rede assistencial privada, sempre seguindo as determinações da ANS e observando-se as coberturas obrigatórias descritas no Rol de Procedimentos e Eventos em Saúde, além das demais previstas nos contratos firmados entre consumidores e operadoras. Lembre-se de que é importante estar com as carências cumpridas e, no caso de necessitar de internações, o contrato deve contemplar a segmentação hospitalar.

“As associadas à FenaSaúde entendem que essa é uma questão sensível e querem estar próximas do cidadão no combate a essas doenças, prestando orientação aos beneficiários de planos e o habitual atendimento de qualidade que as tornaram referências. Somente com a união e a participação de todos, será possível erradicar essas doenças”, destaca Solange Beatriz Palheiro Mendes, presidente da FenaSaúde.

No último dia 6 de julho, os exames para detecção do Zika Vírus passaram a ser obrigatórios no Rol. Estão assegurados para gestantes, bebês de mães com diagnóstico de infecção pelo vírus, bem como recém-nascidos com malformação congênita sugestiva dessa infecção. As associadas à FenaSaúde cumprem as determinações do órgão regulador, estando empenhadas em assegurar aos beneficiários o atendimento adequado para diagnóstico e tratamento da doença, respeitando critérios estabelecidos no normativo da Agência.

As medidas de proteção individual para evitar as picadas do mosquito são extremamente importantes, e primeiras, para se conter a evolução da epidemia, especialmente para as gestantes, uma vez que o vírus é capaz de atingir o feto e provocar malformações irreversíveis para o bebê. Por isso, a postura preventiva é crucial: segundo o Ministério da Saúde, 80% dos criadouros estão dentro das residências e podem ser evitados por iniciativa dos próprios cidadãos.

Os novos guias fazem parte da plataforma de comunicação Plano de Saúde – O Que Saber da FenaSaúde, que conta com hotsite www.planodesaudeoquesaber.com.br e página no Facebook. O ‘Guia Zika, Dengue e Chikungunya’ e o ‘Guia Zika Vírus e a Gestação’ podem ser acessados e estão disponíveis para download gratuito no endereço: http://planodesaudeoquesaber.com.br/noticias-e-publicacoes/publicacoes/

75% das companhias de seguro pesquisadas pela KPMG não pretendem mudar o modelo operacional vigente

luciene magalhaes kpmgDe acordo com o estudo “Capacitado para o futuro: setor de seguros reinventado” (Empowered for the future: insurance reinvented), realizado pela KPMG Internacional em parceria com a Forbes Insights, 75% das companhias de seguro entrevistadas não preveem rupturas e quebra de paradigmas nos modelos operacionais atrelados ao cliente. A pesquisa apontou que, apesar disso, mais da metade (53%) acredita que mudanças modernizadoras na empresa podem gerar ganhos em curto prazo. O levantamento conta com entrevistas de 70 executivos de seguradoras, sendo 48% são da Europa, 33% das Américas e 19% da Ásia-Pacífico.

Segundo a sócia da KPMG, Luciene Magalhães, as empresas têm consciência da necessidade de transformação visando ao cliente, mas um número pequeno realmente se modificou. “Parece que muitas seguradoras estão mais focadas em políticas regulatórias e não estão dando a atenção necessária às mudanças nas preferências e nas necessidades do usuário. Essa deveria ser a inspiração para os esforços das seguradoras em reinventar-se. Aprimorar a empresa para os clientes é o que a diferencia”, afirma ela ao blog Sonho Seguro.

O relatório mostra, ainda, que o setor de seguros enxerga a tecnologia como um catalisador de mudanças. De acordo com a pesquisa, os fatores que mais incentivariam uma transformação nas empresas seriam novas plataformas móveis (47%), redes e colaboração sociais (45%) e análise de dados (41%). Já mais de 30% dos entrevistados disseram que observam organizações de outros setores que utilizam tecnologias disruptivas para encontrar inspirações que os ajudem a se reinventarem.

Para o estudo completo, acesse: https://home.kpmg.com/xx/en/home/insights/2016/06/empowered-for-the-future-insurance-reinvented-fs.html

Resseguradoras locais lucram R$ 262 milhões no 1o. tri

terra brasisAs resseguradoras locais apresentaram um lucro de R$ 262 milhões no primeiro trimestre de 2016, ante um lucro de R$ 193 milhões em 2015. Nesse período, o IRB Brasil RE lucrou R$ 212 milhões e as demais resseguradoras R$ 50 milhões, ante um lucro de R$ 193 milhões em 2015, segundo o mais recente estudo elaborado pela Terra Brasis.

O documento destaca que embora o mercado de resseguros seja o foco do Terra Report, nesta edição foi dado um foco na composição e evolução recente do mercado brasileiro de seguros. “Analisando o crescimento de prêmio dos diferentes segmentos que compõem o mercado brasileiro de seguros, observamos um crescimento menor na maioria dos segmentos em 2015 em comparação ao ano de 2014. No entanto, a maioria dos segmentos continua a crescer acima do crescimento do PIB, em valores nominais”, informa.

Quanto ao mercado brasileiro de resseguros, o volume de resseguro (bruto de comissão) acumulado de 12 meses findos em março de 2016 foi de R$ 10,2bi frente a R$ 9,3bi do mesmo período do ano de 2015, um crescimento anual de 10,3%.

Para este mesmo período, o volume de resseguro (bruto de comissão) emitido por resseguradoras locais provenientes de cedentes brasileiras foi de R$ 7,4bi, aumento de 10,5% em relação aos R$ 6,7bi apresentados no acumulado de 12 meses findos em março de 2015.

O volume vindo de cedentes offshore atingiu R$ 1,3 bilhão contra R$ 527,7 milhões reportados no período anterior, um crescimento anual de 148,4%, volume expressivo, equivalente a 17,8% do volume total recebido das cedentes brasileiras, em comparação a 7,9% do mesmo período de 2015.

O estudo completo pode ser acessado no link:

http://www.terrabrasis.com.br/pt/Report/

PASI inclui assistência social, psicológica e nutricional no seguro de vida

Fonte: Pasi

O PASI – Plano de Amparo Social Imediato desenvolveu novos benefícios de Assistência Social, Psicológica e Nutricional, que podem ser contratados juntos ou separados. O serviço proporciona ao segurado, seus respectivos cônjuges e filhos, amparo e ajuda na resolução de problemas de ordem pessoal, familiar e profissional, prestando apoio nas mais diversas situações ocorridas no dia a dia no âmbito das assistências, sendo prestado por psicólogos, nutricionistas e assistentes sociais. Entre as assistências poderá haver uma integração entre os profissionais, onde um presta suporte ao outro, fornecendo informações para a resolução das situações apresentadas nos atendimentos, sempre respeitando o sigilo profissional e a vontade dos segurados, atuando de forma alinhada e complementar, na obtenção de resultados ainda mais efetivos através do apoio profissional disponibilizado.

Este serviço também está disponível para os departamentos de RH, Administrativo e de Pessoal, para apoiar e orientar estes profissionais nas questões relacionadas aos temas abordados pelas assistências. Uma grande inovação é que em caso de morte ou invalidez do titular do seguro, os beneficiários terão direito a mais 6 meses de utilização do serviço de Assistência Psicológica para dar suporte no período do luto, sem ônus para o empregador e nem para o empregado.

Este novo benefício oferecido pelo PASI leva às classes menos favorecidas serviços que antes não tinham acesso. Com ele será possível gerar informações relevantes que futuramente poderão assessorar na criação de campanhas e novos benefícios, nos mais diversos setores da economia que o PASI atende. A expectativa é que em 6 meses após o lançamento, 100 mil© Copyright 2008 Corbis Corporation segurados estejam com estes serviços disponíveis em suas apólices.

Patricia Chacon recebe troféu Personalidade ClienteSA

Premio Personalidades 2016[7]Patricia Chacon, diretora de Marketing e Estratégia da Liberty Seguros, recebeu durante o Congresso Internacional de Gestão de Clientes 2016, o troféu Personalidades ClienteSA – CIC Brasil 2016. Concorrendo com executivos de diversas indústrias como construção civil, aviação, e telecomunicações, Patricia foi reconhecida como uma das profissionais do mercado que mais se destacou na área de gestão de clientes.

“Na Liberty Seguros, nossa estratégia é entregar uma experiência excepcional para todos os clientes. Prêmios como este são fundamentais para o reconhecimento e o incentivo às iniciativas que temos colocado em prática”, diz Patricia Chacon. “Além disso, nos inspiram a continuar em busca de práticas inovadoras na gestão de clientes”, finaliza.

Patricia Chacon entrou no Grupo Liberty Mutual em 2012. Chegou ao Brasil em fevereiro de 2013, onde assumiu a diretoria de Marketing e Estratégia em agosto de 2014. Desde então, liderou os projetos de planejamentos estratégico para 2014-2018, envolvendo estratégia de relacionamento com clientes e corretores. A executiva é graduada em economia pela Vassar College, com MBA na Harvard Business School, nos Estados Unidos.

HDI dá mais autonomia ao cliente com a função de envio de imagens para inspeção residencial

13615285_1152392871485317_1323586665374366023_nA HDI Seguros, a quinta maior seguradora automotiva do País, acaba de lançar mais uma funcionalidade em seu aplicativo para dispositivos móveis: a inspeção residencial. Com essa função inédita no mercado, a empresa, que investe na tecnologia como aliada na relação com os segurados, permite aos clientes tirarem fotos da residência, economizando tempo na solicitação de seu seguro residencial.

Para a inspeção residencial, o próprio segurado poderá inserir as fotos para que a HDI Seguros faça a análise de risco. São necessárias fotos da fachada e laterais da residência, e itens de segurança (opcionais). Caso a empresa não consiga definir o risco com as imagens enviadas, a HDI poderá solicitar novas fotos e, se ainda assim não for possível fazer a análise, será marcada uma inspeção presencial.

“Desenvolvemos essa funcionalidade com o objetivo de tornar mais fácil a vida dos clientes que querem contratar o seguro residencial da HDI, pois não há a necessidade de agendar uma vistoria presencial. É uma função inédita no mercado, que torna o processo mais rápido e dá autonomia ao cliente”, comenta Paulo Moraes, diretor de Marketing e Planejamento Comercial da HDI Seguros.

Lançado em 2012, o aplicativo da HDI também permite ao usuário acessar de forma rápida e prática diversas informações, como a localização das unidades mais próximas de Bate-pronto para registro e vistoria de sinistro, checar a relação de oficinas credenciadas, acessar o manual do segurado, vencimento da franquia, além de telefones úteis em casos de emergência. Recentemente, a ferramenta apresentou a novidade de permitir ao segurado, em caso de acidente com terceiro, usar o aplicativo para enviar o registro fotográfico dos danos causados ao veículo.

Resultados positivos da Argo Seguros trazem CEO global ao Brasil para discutir plano de crescimento

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O bom desempenho da filial brasileira em seu quinto ano de operação fez com que Mark E. Watson III, Argo Group International Holdings CEO, viesse ao Brasil para discutir com os executivos locais os próximos passos da estratégia global de crescimento no país.

“É um grande prazer estar aqui para comemorar com a equipe o sucesso que estamos alcançando no Brasil. Estar entre os 10 maiores players em Transportes e em Linhas Profissionais, e tendo desenvolvido localmente a plataforma de negócios digitais Protector (atualmente sendo implementada também nos Estados Unidos), são realizações extraordinárias em um curto período de tempo. No entanto, ainda queremos mais e vamos continuar trabalhando para expandir a nossa presença no mercado local”, afirma o executivo.

Durante os três dias de visita, a agenda foi tomada por reuniões internas e com alguns dos principais parceiros da seguradora. “Esses encontros nos permitiram conhecer em detalhes a situação atual no Brasil e suas consequências para o nosso negócio. Apesar dos desafios que o país enfrenta neste momento, estamos otimistas quanto ao futuro e preparados para o crescimento sustentável, especialmente com esta equipe altamente motivada e criativa”, complementou o CEO global.

Justamente com Mark Watson, na comitiva estavam também John Tonelli, membro do Conselho de Administração do Grupo Argo; Axel Schmidt, Group Chief Underwriting Officer; Stuart Boyne, Group Human Resources Senior Vice-President; e Gary Grose, Group Marketing and Producer Management Senior Vice-President.

A visita ao Brasil também possibilitou realizar pessoalmente o “Talent Review”, processo anual do grupo que avalia o desenvolvimento de talentos e define os planos de sucessão. “O Grupo Argo tem uma grande preocupação com o desenvolvimento dos seus profissionais, buscando que trabalhem com autonomia e responsabilidade, num ambiente sempre aberto a novas ideias e soluções. Essa é uma base fundamental para o sucesso de quem, como nós, aposta em especialização, diferenciação e inovação”, explica Pedro Purm, CEO da companhia no Brasil.

O Grupo Argo encerrou o primeiro trimestre do ano com prêmios emitidos de US$ 519,8 milhões e um índice combinado de 94%, resultando num lucro operacional de US$ 29,9 milhões. O patrimônio líquido atingiu US$ 1,7 bilhão, com ativos totais de US$ 6,8 bilhões.