O Relatório de Atividades das Ouvidorias 2015 foi lançado hoje, dia 29, pelo presidente da Comissão de Ouvidoria da CNseg, Silas Rivelle Junior, durante a 6ª Conferência de Proteção do Consumidor de Seguro, que acontece em São Paulo.
A publicação da CNseg apresenta um retrato do setor segurador a partir de informações fornecidas pelas empresas associadas às Federações que compõem a Confederação, trazendo indicadores sobre o tratamento conferido às demandas dos consumidores pelas ouvidorias das 32 empresas e grupos participantes.
Durante o lançamento, Silas informou que, ao longo de 2015, o total de demandas das ouvidorias participantes, incluídas as de Saúde Suplementar, foi de 110.681, com destaque para as ouvidorias de Seguros Gerais, que atenderam a 52.438 demandas no período.
Na mesma ocasião, foi lançado, ainda, o Guia de Acesso do Consumidor às Empresas do Setor de Seguros, publicação, também da CNseg, que traz as informações necessárias para o acesso dos consumidores aos diversos canais de relacionamento das empresas, esclarecendo algumas das funções básicas de cada um desses canais, de modo a melhor direcionar os questionamentos individuais dos consumidores.
Transparência de informação é a primeira atitude para mudar a meta do setor de resoluções de conflitos para prevenção, afirmou o presidente da Confederação Nacional de Seguros Gerais, Previdência Privada e Vida, Saúde Suplementar e Capitalização (CNseg), Marcio Serôa de Araújo Coriolano, em entrevista coletiva concedida durante a 6ª Conferência de Proteção do Consumidor de Seguros organizada pela Confederação Nacional de Seguros (CNseg), com apoio da Escola Nacional de Seguros, em São Paulo, que acontece nesta quinta-feira, em São Paulo.
“Temos de ir além da resolução de conflitos. Temos de priorizar a prevenção de conflitos e de danos ao consumidor. E isso começa com a oferta mais clara dos produtos que o mercado segurador oferta aos consumidores. Temos de ajudar o consumidor a saber o que ele quer, o que está comprando e saber também que não dá para ele ter tudo o que almeja e também ganhar na Justiça o que não está no contrato”, acrescentou. Boa parte dos conflitos entre consumidores e seguradoras está na oferta, que deixa espaço para divergências entre o que o consumidor pensa que comprou e o que efetivamente adquiriu.
Acontece hoje a 6ª Conferência de Proteção do Consumidor de Seguros organizada pela Confederação Nacional de SEguros (CNseg), com apoio da Escola Nacional de Seguros, em São Paulo. Os consumidores, razão de ser de qualquer empresas, estão no foco dos debates. Entre os temas, o programa traz a desjudicialização, as ouvidorias, títulos de capitalização e seguro auto popular.
Confira a programação preliminar do evento:
8h30 9h Café de boas vindas
9h 9h15 Abertura
Marcio Serôa de Araújo Coriolano, presidente da Confederação Nacional de Seguros Gerais, Previdência Privada e Vida, Saúde Suplementar e Capitalização (CNseg) e presidente da Bradesco Saúde S.A
Joaquim Mendanha de Ataídes, superintendente da SUSEP
José Carlos de Souza Abrahão, diretor-presidente da ANS
João Francisco Borges da Costa, presidente da FenSeg
Edson Franco, presidente da FenaPrevi
Solange Beatriz Palheiro Mendes, presidente da FenaSaúde
Marco Barros, presidente da FenaCap
Renato Campos, diretor-executivo da Escola Nacional de Seguros, ENS
Armando Vergílio, presidente da Fenacor
9h15 9h45
Palestra de Abertura Armando Luiz Rovai, Secretaria Nacional do Consumidor, Senacon
9h45 10h35 As Ouvidorias como instrumento de solução extrajudicial de conflitos / Lançamento do Relatório de Atividades das Ouvidorias do Mercado Segurador 2015
Claudia Francisca Silvano, presidente da Associação Brasileira dos Procons
Silas Rivelle Jr., presidente da Comissão de Ouvidoria da CNseg
Gisele Garuzi, ouvidora da Bradesco Seguros
Coordenadora de mesa: Maria Stella Gregori, advogada e consultora para empresas na área do Direito do Consumidor, Direito Regulatório e Direitos Humanos, sócio fundadora de Gregori Sociedade de Advogados
10h35 10h45 perguntas da Plateia
10h45 11h15 Intervalo para Café
11h15 12h15 O Projeto de Lei Complementar nº 220/16 e a Proteção dos Consumidores
Edson Franco, presidente da FenaPrevi
Deputado Vinicius Carvalho, Relator do PLC
Coordenador de Mesa: a definir
12h15 12h30 perguntas da Plateia
12h30 14h Almoço Livre
14h 15h Soluções de Negócios Inclusivos para o Mercado Segurador
Seguro Auto Popular Eduardo Dal Ri, vice-presidente da FenSeg
Capitalização a definir
Joaquim Mendanha de Ataídes, superintendente da SUSEP
Coordenador de Mesa: Marco Barros, presidente da FenaCap
15h 15h15 perguntas da Plateia
15h15 16h15 Confiança: O Caminho da desjudicialização
Solange Beatriz Palheiro Mendes, presidente da FenaSaúde
Werson Franco Pereira Rêgo, desembargador do Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro
Coordenador de Mesa: Ricardo Morishita, diretor de Pesquisas e Projetos do Instituto Brasiliense de Direito Público IDP, professor de Direito do Consumidor
16h15 16h30 perguntas da plateia
16h30 17h intervalo para Café
17h 17h45 Palestra de Encerramento: Tópicos Utópicos com Eduardo Gianetti
17h45 18h Perguntas da Plateia
18h Encerramento
SERVIÇO:
O que: 6ª Conferência de Proteção do Consumidor de Seguros.
Quando: quinta-feira, dia 29 de setembro, das 9 às 18 horas.
Onde: Hotel Caesar Business Rua Olimpíadas, 205 Vila Olímpia São Paulo/SP.
Depois do jornal Estado de S.Paulo ficar sócio de uma corretora de seguros para vender seguros, agora é a vez da Editora Abril entrar no lucrativo mercado segurador. Segundo comunicado distribuído na semana passada, a área de assinaturas do Grupo Abril anunciou uma parceria com a Tempo Assist. O investimento será para estabelecer a venda de serviços de assistência pessoal. Chamado de Multiassistência, o produto oferece suporte e auxílio em imprevistos com automóveis, motos e residências. Além disso, estará disponível um serviço de orientação nutricional e fitness. Produto custará R$ 14,90 por mês com todas as assistências inclusas.
O projeto faz parte de uma nova estratégia do Grupo Abril para venda de produtos e serviços. O grupo quer levar novas opções de serviços e soluções para o público. Dois lançamentos marcaram os primeiros passos da iniciativa. O primeiro deles foi uma plataforma de vendas do clube de assinaturas e o outro o e-commerce, que oferece a compra de produtos nos sites e revistas da Abril.
“Esta iniciativa está em linha com o objetivo de extensão dos nossos serviços para o mercado, utilizando uma expertise que a Abril já tem”, comentou Ricardo Perez, diretor de Assinaturas. Além dos canais de vendas e tecnologia de gestão de clientes usará a plataforma de mídia da Abril para lançar este novo serviço.
A Icatu Seguros alcançou faturamento de R$ 1,6 bilhão no primeiro semestre de 2016, aumento de 9% em relação ao mesmo período do ano passado. O patrimônio líquido alcançou a marca de R$ 1 bilhão ao final do semestre, após a distribuição de R$ 110 milhões dividendos. A seguradora fechou o semestre com aproximadamente R$ 513 milhões em volume de ativos livres, um aumento de 79% em relação ao mesmo período de 2015. Já o lucro líquido cresceu 29%, chegando a R$ 168 milhões no primeiro semestre de 2016.
A companhia fechou o primeiro semestre do ano com R$ 20,5 bilhões em ativos sob gestão da Icatu Vanguarda e de gestores independentes. “Iniciamos o ano de 2016 de forma positiva, apresentando bons resultados em todas as linhas de negócios. Destaco o desempenho consistente em cada uma das nossas regionais, com crescimentos acima da média de mercado. Esse resultado se deve à abertura de novas filiais e ao fechamento de negócios, além das operações do Sul e do Sudeste, que mantém sua relevância histórica para a Companhia ”- afirma Luciano Snel, presidente da Icatu Seguros.
No segmento de seguros de pessoas, o faturamento da companhia atingiu R$ 736 milhões no semestre, crescimento de 7% em relação ao mesmo período de 2015. Além de manter a relevância no Sul do país, onde ocupa a segunda colocação no ranking geral do mercado – e o primeiro lugar no Estado do Rio Grande do Sul-, a Icatu Seguros registra bons resultados na maioria das demais regiões. Por exemplo, no RJ, o mercado registrou contração, enquanto que a Seguradora cresceu 18%. Este bom desempenho em Vida deve-se, não só à ampliação da base de clientes, mas também ao aprimoramento contínuo da metodologia de subscrição de riscos e controle das carteiras.
Em previdência aberta, a captação líquida (entradas – saídas) cresceu 40% em relação ao primeiro semestre do ano passado, alcançando R$ 378 milhões. Já as contribuições cresceram 10% no primeiro semestre de 2016, comparado ao mesmo período do ano anterior. Especialmente nos estados de RJ, ES, MG e na região Sul, os aumentos das contribuições foram superiores aos registrados pelo mercado. A Icatu Seguros ultrapassou R$ 10 bilhões em reservas de previdência.
Já no segmento de capitalização, a empresa alcançou R$ 1,9 bilhão em provisões técnicas. Com faturamento de R$ 410 milhões, crescimento de 13% em relação ao primeiro semestre de 2015, a Icatu Capitalização distribuiu aos clientes na forma de sorteios o montante de R$ 21,5 milhões. Seu crescimento foi obtido generalizadamente, em nível nacional.
A Icatu Vanguarda, gestora de recursos do grupo, fechou o semestre com R$ 13 bilhões em ativos sob gestão. A empresa figura nos principais rankings de investimento, destacando-se na gestão de fundos de inflação, crédito e dividendos, tendo captado mais de R$ 490 milhões no semestre.
Na Icatu Fundos de Pensão, o patrimônio administrado chegou a R$ 2,6 bilhões ao final do semestre, distribuídos entre os 39 planos do fundo Icatu Multipatrocinado e 5 planos Instituídos.
Considerando a falta de concorrência e o monopólio mantido há mais de 10 anos na indicação pela CEF de apenas duas seguradoras e duas corretoras de seguros para a contratação dos seguros de todas as agências lotéricas espalhadas pelo território nacional, o Sincor-DF cobrou transparência da referida instituição financeira acerca dessa operação.
O presidente do Sincor-DF, Dorival Alves de Sousa, que foi comunicado pela Procuradoria da República da abertura de procedimento preparatório de instrução para apuração desses fatos, acredita que essa decisão poderá comprovar a “afronta à liberdade de concorrência”, que acaba provocando um desequilíbrio financeiro para todos os concessionários das agências lotéricas. “A operação seria transparente caso a CEF estivesse utilizando para a exigibilidade e obrigatoriedade das contratações das apólices de seguros, o mesmo sistema utilizado para a outorga da permissão da exploração da atividade lotérica, que é realizada através de licitações”, observa.
Já o diretor do Sincor-DF, Francisco Parente, diz que não é do conhecimento do Sindicato que a CEF tenha disponibilizado, publicamente, editais de licitações dirigidos ao mercado brasileiro de seguros, abordando o tema seguro das lotéricas, as suas condições e pré-requisitos, possibilitando, enfim, a participação das demais sociedades seguradoras e empresas corretoras de seguros nessas licitações. “Nota-se claramente que a CEF optou em blindar a operação de comercialização de apólices de seguros dos lotéricos para apenas duas seguradoras e duas corretoras de seguros, não permitindo a competição com preços menores aos ofertados”, alega Parente.
A diretoria do Sincor-DF entende que a CEF deve explicações à sociedade brasileira e, mais especificamente, às seguradoras, aos corretores de seguros e aos correspondentes lotéricos, quanto ao fato de conduzir uma operação de seguros milionária, sem a devida transparência nos processos de contratação e renovação das apólices de seguros, em total desrespeito aos princípios da livre concorrência, da moralidade e da isonomia.
O Google está tentando parcerias entre seguradoras e alguns dos negócios de sua controladora, a Alphabet, incluindo o Nest, que faz termostatos inteligentes e detectores de fumaça, disse o diretor administrativo de sua divisão francesa.
Mas a empresa norte-americana não está focada em entrar diretamente no mercado de seguros, acrescentou Nick Leeder. “Com algumas das coisas que fizemos com Nest, temos trabalhado com seguradoras na França como AXA e Allianz para desenvolver pacotes de produtos que misturem tecnologia e hardware com seguros”, disse Leeder numa reunião anual do setor em Monte Carlo nesta terça-feira.
“Temos mais clareza sobre o papel que desempenhamos e o que podemos acrescentar e estamos buscando parceiros.” Mais de 40 por cento das seguradoras veem o Google como um potencial rival e ameaça, devido à sua forte marca e capacidade de gerenciar dados dos consumidores, descobriu um relatório da consultoria Capgemini neste ano.
Veja a prévia do Terra Report, divulgado pela Terra Brasis, com dados das resseguradoras locais referentes ao primeiro semestre de 2016. A íntegra será publicada brevemente:
• O volume de resseguro cedido pelas seguradoras brasileiras (bruto de comissão) foi de R$ 4,9 bilhões, aumento de 11,5% em relação aos R$ 4,4 bilhões apresentados no mesmo período de 2015.
• Deste volume cedido, R$ 3,6 bilhões foram colocados nas Resseguradoras Locais (crescimento de 7% em relação ao primeiro semestre de 2015) e R$ 1,3 bilhões colocados nas Resseguradoras Offshore (crescimento de 25% em relação ao primeiro semestre de 2015).
• Estimamos que o resseguro aceito pelas Resseguradoras Locais relacionado a Riscos do Exterior teve um crescimento perto de 37%, ficando em R$ 706 milhões nos seis primeiros meses de 2016, contra R$ 515 milhões apresentandos no mesmo período do ano anterior.
• No primeiro semestre de 2016, a sinistralidade bruta das Resseguradoras Locais ficou em 72% (64% para o IRB e 82% para o conjunto das outras locais) contra 85% do mesmo perído do ano anterior. No mesmo período, o Combined Ratio ficou em 99% (93% para o IRB e 107% para o conjunto das outras locais) em comparação aos 101% apresentados no mesmo período de 2015 .
• O Resultado após impostos foi de R$ 510 milhões (R$ 414 milhões do IRB) tendo sido de R$ 445 milhões (R$ 342 milhões do IRB) no mesmo período do ano anterior. Com estes números, o R.O.E. (Return on Equity) anualizado do conjunto de Resseguradores Locais foi de 15,6% (26,3% para o IRB e 3,0% para o conjunto das demais Resseguradoras Locais), sendo que no mesmo período do ano anterior, o R.O.E. foi de 14,7% (23,3% para o IRB e 6,6% para as demais Resseguradoras Locais).
A BR Insurance, a maior corretora nacional multiprodutos do mercado, anuncia a contratação da venezuelana Stephanie Jeg Fazis como nova Diretora Financeira, de Controle e de Relações com Investidores da companhia. A chegada da executiva representa um importante reforço para a empresa e consolida o processo de reestruturação que a BR Insurance vem executando.
Graduada em economia, Stephanie Jeg Fazis agrega mais de 15 anos de experiência em seu currículo. A profissional possui especialização em Administração de Empresas, Finanças e Marketing pela Universidad Católica Andrés Bello Venezuela, e conta com ampla experiência na área econômica, tendo ocupado diretorias estratégicas no Grupo Atento em países como Venezuela, Espanha e Brasil. Na Atento do Brasil foi responsável pela Diretoria Executiva de Finanças, Administração, Eficiência e TI.
De acordo com o CEO da BR Insurance, Marcelo Epperlein, “Stephanie traz em seu portfólio uma ampla experiência em finanças e chega com a missão de consolidar a sinergia da empresa com as necessidades dos investidores, contribuindo de maneira significativa para o nosso crescimento”, finaliza.
Com o moto de conquistar novos clientes com seu seguro Auto e proporcionar mais oportunidades de negócios para seus corretores e assessorias, a Tokio Marine lança o “Tokio Marine Auto Roubo + Rastreador”, produto que oferece vantagens como cobertura básica para furto, roubo e incêndio. Com assistência 24 horas, prevê a instalação em comodato gratuita do rastreador. O produto pode custar, dependendo das coberturas escolhidas, até 50% mais barato em relação aos produtos tradicionais, com a garantia e a qualidade da Tokio Marine.
Entre os principais diferenciais de mercado estão a possibilidade de inclusão de cobertura para terceiros – responsabilidade civil danos materiais e corporais – vidros, carro reserva e todas as demais coberturas e serviços de seguro Auto, destaca a seguradora em nota divulgada. “Com o Tokio Marine Auto Roubo + Rastreador, vamos ampliar significativamente as oportunidades de negócios dos profissionais que comercializam nossos seguros e suprir as necessidades da parcela de consumidores que não contratam seguro porque não encontram preços acessíveis. Somos a primeira grande seguradora a oferecer um seguro de qualidade com rastreador, em vez de um rastreador com seguro”, afirma o Diretor de Automóvel, Luiz Padial. O pagamento pode ser efetuado em até 6 vezes sem juros ou 12 vezes fixas.
Em 2015, a Tokio Marine cresceu 19,3% neste segmento, enquanto o mercado avançou 2,8%. De acordo com Padial, a expectativa da Empresa é fechar o ano com um crescimento entre 5% e 6% em relação ao ano passado, mantendo o melhor desempenho entre as congêneres. A Tokio Marine tem 1,2 milhão de veículos segurados, incluindo os seguros Auto, Auto Clássico, Auto Frota, Caminhão e Utilitário Carga, e registrou R$ 1,108 bilhão em produção no primeiro semestre de 2016. Com esses números, a participação de mercado da seguradora passou de 6,8% para 7,3%. “Atribuímos esse desempenho ao nosso foco na qualidade dos produtos e serviços, à flexibilidade dos seguros Tokio Marine e ao apoio dos mais de 20 mil corretores que trabalham conosco”, diz o executivo.
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