Família de Montagner terá indenização milionária e pacote de ajuda da Globo

Fonte: UOL

domingosA família –mulher e filhos– do ator Domingos Montagner, 54, que morreu afogado no rio São Francisco na semana passada, durante intervalo da gravação de “Velho Chico”, deverá receber três indenizações diferentes. Segundo notícia veicula no portal UOL, a primeira e imediata será de um seguro que a Globo mantém para seu elenco. Pode sair ainda nos próximos dias e está estimado pelo mercado entre R$ 1,5 milhão e R$ 3 milhões.

A segunda indenização deverá ser paga provavelmente pela Prefeitura de Canindé, que será acionada acionada judicialmente pela família do ator –com apoio do Jurídico da Globo. Essa indenização, no entanto, ainda poderá levar anos para ser paga, mas seu valor pode chegar a vários milhões de reais..

Segundo a coluna apurou, além da indenização do seguro, a TV Globo também vai oferecer um “pacote” de benefícios para a família Montagner. Esse pacote deve incluir não só o pagamento integral do contrato do ator (que terminaria apenas em 2020), como também bolsas de estudo e também planos de saúde ao menos até a maioridade dos filhos.

Procurada, a Globo, por meio da CGCom, não quis comentar detalhes do pacote de ajuda e disse apenas: “Neste momento tão doloroso a TV Globo está focada em adotar todas as medidas possíveis para confortar e apoiar os familiares do ator a enfrentar essa fatalidade, entre elas as de natureza legal.”

Start-ups de tecnologia na área de seguros crescem e aparecem

Fonte: CNseg

A consultoria Everis divulgou recentemente o relatório InsurTech Outlook, que aponta o crescimento mundial das empresas start-ups de tecnologia com foco na área de seguros. Apenas em 2015, essas empresas, conhecidas como insuretechs, receberam 3,1 bilhões de dólares em investimento, vindos, em boa parte de seguradoras tradicionais, que buscam integrar novos recursos digitais em suas estratégias de negócios para oferecer um portfólio de serviços mais alinhado às atuais demandas dos consumidores, que valorizam, cada vez mais, produtos e serviços que maximizem a experiência de consumo.

De acordo com o relatório, as insurtechs se voltam para diversas áreas relacionadas à indústria seguradora, como a cyber segurança, gestão de patrimônio, análise de dados, sistemas de pagamento, saúde, marketing, publicidade, entre outras, sendo que a maior parte é voltado ao e-comerce e plataformas sob demanda, com 32% dos investimento, como apontado na tabela abaixo:

graficoinsurtechs_int

Mas além de precisarem se adaptar às atuais demandas de consumidores e aos novos modelos de negócio, as seguradoras tradicionais ainda precisam enfrentar o desafio de competirem com as gigantes de tecnologia, que voltam seus olhos para o mercado segurador. Empresas como Google, Apple, Facebook, Amazon e Alibaba se valem da capacidade de processar a enorme quantidade de dados sobre seus clientes para identificar gostos, valores, renda, hábitos de consumo, comportamentos e desejos, entre outros, para desenvolver produtos bastante atrativos. Além disso, por meio de algoritmos avançados e inteligência arti­ficial, conseguem realizar melhores e mais sofisticadas análises de risco.

De acordo com o estudo da consultoria Everis, para serem bem sucedidas nesse novo ecossistema, as seguradoras devem abraçar a transformação digital, repensando o negócio e acelerando os processos de inovação ao invés de se ajustarem apenas em conformidade.

Veja o estudo completo no link:

http://www.everis.com/brazil/WCLibraryRepository/Home/everis_InformeInsurtech_210x297_RGB_PT_Final_web.pdf

AGENDA: Bônus demográfico e Longevidade

nilton molina 2Nilton Molina, presidente do Conselho de Administração da Mongeral Aegon, do Instituto de Longevidade Mongeral Aegon e membro titular do Conselho Nacional de Previdência Complementar (CNPC), participa da inauguração da nova sede da Quanta Previdência Unicred, dia 23 de setembro, às 18h. Na ocasião, o executivo apresenta palestra com o tema “Bônus demográfico e Longevidade”.

Serviço:

Inauguração da nova sede da Quanta Previdência Unicred

Endereço: Rua São João Batista, 109 – Agronômica – Florianópolis/SC

Informações: (48) 3037-8400

Zurich Corporate Conference debate como a Inovação Disruptiva pode afetar a macroeconomia

Zurich Corporate ConferenceRelease

A Zurich, empresa global de seguros que atua em mais de 170 países, tem 144 anos de existência e mais de 70 anos de experiência no mercado do Brasil, promoveu nesta quinta-feira, 15 de setembro, a 7ª Edição do Zurich Corporate Conference, evento que já é referência no mercado para entender riscos e analisar precauções no setor de seguros. O tema do encontro neste ano foi Inovação Disruptiva.

“O objetivo do evento foi avaliar como as inovações advindas das novas tecnologias e startups influenciam nossa economia e sociedade. Afinal, muitas destas inovações alteram padrões existentes e geram perguntas em diversos setores, não sendo diferente no segmento de seguros, que ainda busca respostas para muitos destes casos”, declara Emanuel Baltis, CEO Global Corporate da Zurich no Brasil, idealizador do evento. “Nosso intuito também foi mostrar as tendências de inovação disruptiva que existem hoje e despertar, nas grandes empresas brasileiras, a percepção de que elas podem formar parcerias com estas startups para incentivar suas próprias inovações”, complementa o CEO.

As inovações tecnológicas são inegáveis e alteraram não apenas a forma como nos relacionamos com as pessoas, mas também a maneira que as companhias disponibilizam produtos e serviços para os consumidores. E os exemplos são diversos.

Há desde e-commerce brasileiro que inovou ao comercializar moda feminina pela internet, abrindo as portas da Web para esse mercado – tornando-se o maior site de e-commerce brasileiro no segmento – até exemplo de iniciativa que revolucionou a forma de consumir filmes e séries ao disponibilizar milhares de títulos via streaming, cobrando mensalidades atrativas.

Outros modelos de inovação entre mercados e consumidores incluem oferta de serviços de transporte público a preços mais atraentes e serviços diferenciados para o passageiro, assim como a transformação do mercado hoteleiro quando proprietários puderam disponibilizar suas casas para turistas, geralmente por um valor abaixo do praticado por hotéis.

Todos estes exemplos são startups de modelo de negócios que romperam com a maneira tradicional com a qual o mercado se relaciona com seus consumidores. Mais do que isso, provocaram debates, causaram polêmica e forçaram alterações no mercado. É isto que a inovação disruptiva causa: uma ruptura em modelos antes encarados como consolidados.

Zurich Virtual Go
Demonstrando o quanto entende de inovação e que possui constante investimento em análises para entender melhor o funcionamento do mercado, a Zurich também apresentou sua contribuição durante a 7ª Edição do Corporate Conference. A empresa ofereceu aos participantes a sua própria versão de jogo que aplica realidade virtual. Desenvolvido sob o conceito de gamification, cuja essência é utilizar estratégias de interação lúdica para estimular o conhecimento, e denominado Zurich Virtual Go, o jogo disponibiliza um treinamento diferenciado de novas metodologias de análise de riscos. “O Zurich Virtual Go tem por objetivo fazer com que os participantes identifiquem os riscos existentes em uma fábrica. Esta ferramenta é uma invenção da Zurich Brasil e foi desenvolvida para ser usada em nossos treinamentos internos. Porém também é possível que, no futuro, possa ser utilizado por clientes e corretores. Sem dúvida, é uma excelente atividade para entender como funciona nosso segmento e especialmente nossa companhia, afinal, somos reconhecidos internacionalmente por nossa expertise em análise e engenharia de riscos”, avalia Baltis.

Mercado
Para entender como estas inovações influenciam mercados e países, o encontro contou com a palestra do economista, doutor em economia pela Unicamp e professor do Programa de Mestrado Profissional da FGV/SP, Carlos Kawall, que trouxe balanço e reflexões sobre o desempenho da economia doméstica nos últimos anos e perspectiva para os próximos. “Dados os fatores que contribuem para que a recuperação econômica seja lenta, teremos, em 2017, uma recuperação pequena do PIB. Acredito em 0,5%, embora a média dos analistas aponte para alta de 1,2%. Ainda neste cenário, imaginamos que a Selic pode chegar a 10% ao final de 2017”, avalia. Mas, as perspectivas são positivas. “Assim como já saímos de diversas outras crises, com esta não será diferente”, ponderou o Kawall.

Também esteve presente ao evento o renomado estudioso sobre inovação, Hitendra Patel, que apresentou um panorama sobre a inegável inovação que as startups trouxeram para o ambiente de negócios. “O que não podemos deixar de observar é que estas influências levam cada vez menos tempo para alterar as dinâmicas de mercados antes estabelecidos. Isso nos prova que é preciso estar atento às mudanças, pois elas virão e teremos que aprender a nos adaptar a elas: tanto enquanto consumidores, quanto como companhias”, avalia.

Demonstrar como essas startups são criadas e como elas alteram dinâmicas econômicas de países e companhias foi a missão de André Monteiro, CEO do Innovators, que oferece capacitação para empreendedores brasileiros se tornarem competitivos e oferece suporte para grandes empresas que desejam inovar dentro de mercados consolidados. Monteiro explicou como criou uma rede de mais de seis mil startups, auxiliado dezenas delas a performarem com captação de investimentos, metodologias, estratégia e internacionalização de negócios globalmente inovadores. “Isso nos faz refletir o quanto as startups também influenciam na diminuição do período em que uma empresa precisa para estar entre as maiores do mundo, afinal, na década de 1960, o tempo médio para que o valor de uma companhia atingisse o patamar de estar entre as maiores do mundo era de 20 anos”, explica. “Hoje, este tempo pode ser reduzido para dois anos.”

Todas estas inovações trazem um mundo novo para diferentes mercados. E o mercado de seguros integra essa lista, passando a ter de entender quais desdobramentos as disrupções podem gerar, assim como meios de precificar os riscos que devem estar contidos em uma apólice de seguros. “Muitas variáveis influenciam este mercado e estas são compostas por perguntas às quais ainda não temos respostas”, avalia o Superintendente da área de Risk Engineering da Zurich, Carlos Cortés. Para ilustrar estas variáveis, Cortes apresentou um vídeo em que hackers atacam o computador de um carro através da conectividade à internet do sistema de entretenimento, permitindo desativar o sistema de aceleração e os freios, por exemplo. “Nestes casos, de quem seria a responsabilidade dos possíveis acidentes que esta ação pode causar?”, indaga o superintendente. “Embora ainda não tenhamos as respostas, acreditamos que o setor caminha para, cada vez mais rápido, estar apto para contribuir com estas avaliações”, diz Cortés.

Allianz firma parceria com Comitê Paralímpico Internacional por mais quatro anos

RIO DE JANEIRO, BRAZIL - SEPTEMBER 09: Rio 2016 Paralympic Games on September 9, 2016 in Rio de Janeiro, Brazil. (Photo by Raphael Dias/Getty Images for the International Paralympic Committee)
RIO DE JANEIRO, BRAZIL - SEPTEMBER 09: Rio 2016 Paralympic Games on September 9, 2016 in Rio de Janeiro, Brazil. (Photo by Raphael Dias/Getty Images for the International Paralympic Committee)
RIO DE JANEIRO, BRAZIL – SEPTEMBER 09: Rio 2016 Paralympic Games on September 9, 2016 in Rio de Janeiro, Brazil. (Photo by Raphael Dias/Getty Images for the International Paralympic Committee)

Durante a Paralimpíada, Philip Craven, presidente do Comitê Paralímpico Internacional (IPC) e Jean-Marc Pailhol, head global de Gestão de Mercado e Distribuição do Grupo Allianz, assinaram um contrato que consolida o patrocínio da seguradora com a entidade.

“A Allianz tem sido um parceiro extremamente proativo e leal, que está com o IPC há 10 anos. Eu, realmente, acredito que estamos fazendo a diferença no mundo e eu estou feliz por ter assinado esse contrato por mais quatro anos”, afirmou Philip Craven.

“Estamos orgulhosos em apoiar o movimento paralímpico, fomentar a conscientização da população e, assim, gerar interesse na modalidade e no tema inclusão”, disse Jean-Marc Pailhol. “Queremos contribuir para construir uma sociedade mais igualitária em que todos tenham as mesmas oportunidades”, acrescentou o executivo.

Para Miguel Pérez Jaime, presidente da Allianz Seguros, os jogos paralímpicos são uma oportunidade para que a modalidade ganhe mais visibilidade no Brasil, além de viabilizar discussões a respeito de uma sociedade mais igualitária. “Durante as competições é possível observar a superação constante de cada um dos atletas. Com o apoio do IPC, vamos além da formação esportiva e dos resultados. Queremos a inclusão social dos atletas e também promover a diversidade” afirmou.

A parceria é um sinal que está crescendo a conscientização em relação à força e o potencial das pessoas com algum tipo de deficiência. Além da cooperação global, 14 subsidiárias da Allianz apoiam localmente os comitês paralímpicos nacionais, são elas: Australia, Argentina, Colômbia, Croácia, Republica Checa, Alemanha, Grécia, Hungria, México, Irlanda, Eslováquia, Sri Lanka, Suiça e Reino Unido.

A Allianz também apoia o time independente de atletas paralímpicos (IPA) com seguro viagem para o Rio de Janeiro. Segundo, Werner Zedelius, membro do conselho da Allianz SE, “dar aos refugiados a oportunidade de competir no Rio significa muito para a seguradora e se encaixa perfeitamente com nosso comprometimento e dedicação. Eu sempre fui inspirado pela motivação de todos os atletas paralímpicos e a busca pela excelência. Além disso, quem está sem pátria para morar tem barreiras ainda maiores para transcender”.

Em adição à parceria com o IPC, a Allianz integra a campanha #FillTheSeats, que em tradução literal significa preencher cadeiras, e até o final da competição levará 3 mil crianças e adultos com deficiência para assistir aos Jogos Paralímpicos Rio 2016. A campanha, iniciada por Greg Nugent, diretor de marketing da edição de Londres, em 2012, visa levar 20 mil pessoas com deficiência para os estádios paralímpicos.

Além do apoio financeiro, a Allianz tem criado campanhas de conscientização do esporte paralímpico e convida atletas para irem à companhia e palestrar para os seus colaboradores. Dessa maneira, amplia o número de embaixadores da modalidade ao redor do mundo. Com essa estratégia, a Allianz quer mostrar que pessoas com deficiência são parte da sociedade.

O novo contrato de quatro anos irá abranger os jogos Paralímpicos, incluindo o suporte da Allianz nos Comitês Paralimpícos Nacionais (NPCs) em seu caminho para os Jogos de Inverno PyeongChang 2018 e os Jogos de Verão Tóquio 2020.

Aplicativo Parpe permite compartilhamento de carros em todo o Brasil

O Parpe (www.parpe.com.br), empresa de compartilhamento de veículos, lançou aplicativo para Android e iOS. Segundo noticiou a mídia, Guilherme Cury, porta-voz da empresa, explicou que a ferramenta desembaraça a transação tornando-a mais prática. “A ideia é simplificar ao máximo, e deixar o processo bem mais rápido. Com o aplicativo, dentro de poucos minutos o condutor já terá seu carro aprovado”.

Sobre o Parpe – Com um propósito de aprimorar a mobilidade e trazer maior qualidade de vida as grandes metrópoles, o Parpe (www.parpe.com.br) empresa que viabiliza locações de carros entre pessoas, entrou no mercado no início de 2016. A ideia é compartilhar o carro que fica durante um período parado com alguém que precise do automóvel. A empresa é responsável por realizar a transação entre proprietário e condutor segundo a possibilidade e necessidade de cada caso, podendo a locação ser por dia, semana ou mês através do aplicativo ou site. A empresa conta também com um serviço inédito no compartilhamento de carros que é o “Levo até você”, que possibilita o condutor a receber o carro no local de preferência. Todos os carros da plataforma são segurados pela Mapfre Seguros, que oferece uma apólice durante todo o período de locação que cobre 100% da tabela Fipe e qualquer eventual dano.

Prudential comemora estreia no segmento de vida em grupo

Marcelo Mancini-2Depois de negociar um ano, a Prudential adquiriu a carteira de seguro de vida em grupo do Itaú. Sem divulgar valores, o vice-presidente financeiro da Prudential do Brasil, Marcelo Mancini Peixoto, contou ao blog Sonho Seguro que a notícia foi extremamente comemorada por todos, especialmente pelos acionistas americanos, que apostam no Brasil. “Somos a operação do grupo que mais cresce”, enfatizou.

A compra do Itaú Group Life complementa a operação existente de seguro de vida individual da Prudential do Brasil. Após aprovação regulatória, prevista para acontecer no primeiro semestre de 2017, o Itaú fornecerá apoio para o período de transição por aproximadamente um ano para evitar interrupções no atendimento de clientes. Contratações previstas. Segundo ele, a aquisição do Itaú exigirá novas contratações, uma vez que a parte de backoffice da operação precisará ser toda montada pela Prudential.

A Prudential vem fechando parcerias importantes. Há um ano, fechou acordo com o próprio Itaú para vender o seguro Vida Inteira para os clientes do segmento Private. No primeiro semestre de 2016, a seguradora firmou mais uma importante parceria – por meio do seu canal de Parcerias Comerciais -, com a Escolher Seguro, que mudou o nome para Genial Seguros, que é a corretora de seguros ligada à Geração Futuro e que hoje anunciou que 50% do capital agora pertence ao grupo Estado, que edita o jornal Estado de S.Paulo, um dos mais influentes do Brasil.

“Chegamos a 304 mil apólices de seguro vida individual no fim do primeiro semestre deste ano. Como consequência, apresentamos um aumento expressivo de 39,9% no capital segurado, em comparação com o primeiro semestre de 2015, chegando a mais de R$ 175 bilhões”, comemora Mancini. Agora é desenvolver o seguro de vida coletivo. A operação de seguros de vida em grupo do Itaú traz a Prudential prêmios líquidos no valor aproximado de R$ 465 milhões em 2015 e mais de 1,9 milhão de vidas seguradas.

Jornal Estado de SP compra 50% da corretora Genial e passa a ofertar seguro

estado de spO jornal Estado de São Paulo passa a vender seguros. Isso mesmo. Virou corretor. Uma daquelas coisas que muitos irão pensar: como eu não pensei nisso antes. Realmente uma notícia muito importante para o mercado segurador, pois se trata de um dos principais veículo de comunicação que passará a divulgar muito mais os produtos ofertados pelo setor, atuando como um educador financeiro sem igual.

Segundo notícia do próprio jornal, o Grupo Estado celebrou uma operação para a compra de 50% da Genial Seguros (ex-Escolher Seguro), corretora de seguros do grupo Geração Futuro. A companhia, que concentra sua atuação na venda online, tem hoje uma base de 10 mil clientes e pretende dobrar essa carteira até o fim de 2017. Recentemente, foram adicionados aos serviços oferecidos pela corretora os seguros de vida – por meio de uma parceria de longo prazo com a Prudential Seguros – e também o atendimento a grandes empresas, resultado de uma joint venture com a corretora V3 e criação da Sinapse Seguros.

De acordo com a notícias, para Flávio Pestana, diretor executivo comercial do Grupo Estado, a credibilidade e o alcance das plataformas do Estadão poderão ser peças fundamentais para a expansão da Genial Seguros. “Temos um público de alguns milhões de leitores que mensalmente lê o nosso jornal, acessa o nosso site e ouve nossas rádios. Trata-se de um público qualificado e que está sempre buscando soluções inovadoras para investimentos e proteção patrimonial.”

Itaú vende carteira de vida para Prudential

itau seguros logoO Itaú Unibanco divulgou comunicado hoje informando seus acionistas e ao mercado em geral que celebrou, nesta data, um contrato de compra e venda de ações com a Prudential do Brasil Seguros de Vida por meio do qual o Itaú Unibanco compromete-se a alienar a totalidade de suas operações de seguros de vida em grupo comercializado principalmente por meio de corretores.

Para a conclusão da Operação a Itaú Seguros, companhia controlada pelo Itaú Unibanco, será cindida e as operações de seguros de vida em grupo serão vertidas para a IU Seguros, cuja totalidade do capital será alienada à Prudential.

A operação de seguros de vida em grupo contou com prêmios líquidos no valor aproximado de R$ 465 milhões em 2015 e mais de 1,9 milhão de vidas seguradas.A transferência das ações e a liquidação financeira da Operação ocorrerão após o cumprimento de determinadas condições previstas no Contrato, incluindo a obtenção das autorizações regulatórias necessárias.

Estima-se que a Operação não tenha efeitos contábeis relevantes nos resultados do Itaú Unibanco em 2016. A alienação dessa operação reitera a estratégia já divulgada do Itaú Unibanco de focar em seguros massificados, tipicamente relacionados ao varejo bancário.

Segundo comunicado da Prudential, a compra do Itaú Group Life complementa a operação existente de seguro de vida individual da Prudential do Brasil. Após aprovação regulatória, sujeita às condições acordadas de fechamento, a transação está prevista para ser concretizada até o primeiro semestre de 2017. Após o fechamento, o Itaú fornecerá apoio para o período de transição por aproximadamente um ano para evitar interrupções no atendimento de clientes. A Prudential do Brasil planeja operar o negócio adquirido como uma empresa

Fundado em 1997, a Prudential do Brasil é a segunda maior seguradora de vida individual no Brasil com base nos prêmios contabilizados até junho de 2016. A Prudential do Brasil apresentou para o Brasil o conceito único de Life Planner®da Prudential, que utiliza o sistema de vendas baseadas nas necessidades por profissionais de seguro de vida altamente qualificados. Em junho de 2016, a seguradora tinha 27 agências, mais de 1100 corretores franqueados Life Planner® e mais de 300.000 apólices ativas.autônoma.

AXA fecha contrato de R$ 2 bilhões com Pernambucanas

axa logoRelease

A AXA, maior marca de seguros do mundo, e a Pernambucanas, um dos maiores varejistas do Brasil, firmaram hoje um contrato de 10 anos no valor total de R$2 bilhões em prêmios. O acordo é um dos maiores programas de seguros já realizados no varejo brasileiro.

A transação contempla garantia estendida, proteção financeira, seguro residencial, perda e roubo de cartão, além de um amplo conjunto de assistências que são estratégicas para fortalecer e melhorar a experiência do cliente em relação aos serviços prestados. Com este acordo, a Pernambucanas será o maior cliente da AXA no Brasil.

Segundo Philippe Jouvelot, CEO da AXA, o acordo é um marco não só para a seguradora, mas também para o setor varejista e, principalmente, para os consumidores. “Esta é uma grande oportunidade com a Pernambucanas, pois iremos administrar todos os seguros e assistências da varejista. Este deal representa uma tendência de mercado, ou seja, ter sob gestão todos os produtos de seguros e assistências de uma mesma empresa. É bom para o cliente, que passa a ter apenas uma empresa como seguradora, com atendimento totalmente especializado e exclusivo”, explica Jouvelot.

“A Pernambucanas irá representar uma importante parcela nos números da AXA no Brasil, elevando significativamente o nosso faturamento. A partir de 2017, a linha de Vida e Afinidades representará mais de 30% dos prêmios da empresa, o que mostra a resiliência, força e equilíbrio do nosso portfólio”, completa Jouvelot.

Para Guilherme Menezes, diretor de Afinidades da AXA, o diferencial da empresa para conquistar a concorrência, que envolveu diversos e importantes players do setor, foi a expertise da seguradora. “Aliamos dois importantes pilares estratégicos para ter êxito no processo: uma ampla e estruturada proposta de seguros e assistências, onde disponibilizaremos toda a expertise da AXA para os consumidores da Pernambucanas, e uma inteligente proposta comercial com foco na rentabilidade e sustentabilidade da operação”, finaliza Menezes.