Alexandre Malucelli é premiado como líder do Estado do Paraná

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Na noite de 12 de dezembro, em São Paulo, o Grupo JMalucelli – representado pelo seu presidente Alexandre Malucelli, recebeu o PRÊMIO LÍDERES DO BRASIL 2016, na categoria LÍDER DO ESTADO DO PARANÁ, promovido pelo LIDE em São Paulo. Na ocasião, entre homenageados e convidados especiais, foi lançada a revista LÍDERES DO BRASIL 2016, com o perfil de cada empresa e gestor ganhador.

“Em nome de todos os componentes do Grupo JMalucelli, estamos muito agradecidos pela homenagem recebida através deste importante evento promovido pelo LIDE em São Paulo, na noite de 12 de dezembro, no Palácio dos Bandeirantes. Este prêmio – em que fomos agraciados na categoria LÍDER DO ESTADO DO PARANÁ entre os LÍDERES DO BRASIL 2016, vem nos incentivar ainda mais na jornada diária desta difícil missão empresarial em que todos os setores estão atravessando, devido o momento de grandes mudanças econômicas, entre outas, dentro do nosso país”. Alexandre Malucelli, presidente do Grupo JMalucelli.

CCJ aprova reforma da Previdência; comissão especial será instalada em fevereiro

Fonte: Agência Câmara – Lucio Bernardo Junior

A Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ) da Câmara dos Deputados aprovou, na madrugada desta quinta-feira (14), a admissibilidade da reforma da Previdência (Proposta de Emenda à Constituição 287/16, do Executivo). Foram 31 votos favoráveis e 20 contrários à PEC. O texto seguirá para análise de uma comissão especial a ser criada na Câmara dos Deputados.

Como parte de um acordo entre líderes partidários, essa comissão especial só será instalada após o recesso parlamentar e a eleição da nova Mesa Diretora da Câmara, em fevereiro. “Mesmo que haja convocação extraordinária em janeiro, isso não muda nosso acordo”, declarou o líder do governo, deputado Andre Moura (PSC-SE).

O relator da proposta, deputado Alceu Moreira (PMDB-RS), votou pela admissibilidade da matéria e defendeu a necessidade de uma reforma para, segundo ele, evitar que a Previdência se torne insolvente na próxima década. “Nasce menos gente e vivemos muito mais, teremos que necessariamente achar uma saída porque essa conta não fecha”, disse.

Ausência de cálculos

Logo após o voto do relator, o deputado Alessandro Molon (Rede-RJ) questionou a ausência de cálculos demonstrando a situação real da Previdência, a fim de que os deputados possam sugerir mudanças para equilibrar as contas caso realmente haja deficit.

Molon questionou pontos da reforma, como aumentar de 15 para 25 anos o tempo mínimo de contribuição. “A maioria absoluta das pessoas não consegue comprovar esse período de contribuição e, normalmente, são os mais pobres, que trabalham na informalidade”, comentou.

Muitos deputados, apoiados por institutos de pesquisa previdenciária, afirmaram que não haveria rombo se o dinheiro destinado à Previdência fosse, de fato, entregue para esse fim. “Se não houvesse a DRU, que retira 30% dos recursos previdenciários para aplicar em outras áreas, não haveria rombo nenhum”, apontou o deputado Arnaldo Faria de Sá (PTB-SP). O deputado calcula que, apesar das dificuldades de 2015, a seguridade social teve superavit de R$ 22 bilhões.

Necessidade

Aos críticos da medida, o deputado Betinho Gomes (PSDB-PE) lembrou que a ex-presidente Dilma Rousseff já planejava uma reforma da Previdência, inclusive com o aumento da idade mínima exigida para a aposentadoria. “Há necessidade de acharmos o equilíbrio entre as contas do País e o direito daqueles que contribuíram durante toda a vida. Se há pontos errados, vamos melhorar a proposta, mas uma reforma precisa ser feita”, afirmou.

O deputado Arthur Oliveira Maia (PPS-BA) também ressaltou que os parlamentares poderão alterar a proposta. Ele destacou que é preciso criar um sistema que seja igual e comum para todos. “Dez anos atrás, tínhamos dez trabalhadores para cada aposentado, mas atualmente esse número caiu para sete trabalhadores para cada aposentado”, informou. “E o IBGE prevê que, em dez anos, serão apenas três trabalhadores para cada aposentado. É óbvio que essa conta não fecha”, acrescentou.

Como já havia ocorrido na segunda-feira, a reunião que começou nesta quarta e só terminou na madrugada desta quinta-feira (15) foi tensa e tumultuada. Para atrasar os trabalhos, os partidos de oposição utilizaram novamente requerimentos de obstrução, inclusive a tentativa de apreciar antes uma proposta (PEC 227/16) do deputado Miro Teixeira (Rede-RJ) que prevê eleições diretas para presidente e vice-presidente da República caso os dois cargos fiquem vagos até seis meses antes do final de seus mandatos. Hoje, esse prazo é de dois anos.

IRB Brasil RE comemora cinco anos na Argentina

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O IRB Brasil RE, líder em resseguros no Brasil, está comemorando os cinco anos de inauguração de seu escritório na capital argentina – em funcionamento desde setembro de 2011. A companhia recebeu, em um evento especial, os principais representantes do mercado segurador, na última terça-feira, dia 13, em Buenos Aires. Além dos funcionários do escritório de Buenos Aires, a comemoração contou com as presenças do presidente Tarcísio Godoy, do vice-presidente de Resseguros José Carlos Cardoso, da vice-presidente de Riscos e Compliance Lucia Valle, e do gerente geral do escritório em Buenos Aires, Vandro da Cruz.

Com mais de 70 seguradoras em carteira, incluindo processos de subscrição de contratos e de facultativos, a sucursal portenha concentra as operações em toda América Latina, atendendo aos mercados do Uruguai, Paraguai, Bolívia e Chile. As principais linhas de negócio são nos ramos de Incêndio, Vida, Garantia e Agrícola que, juntas, respondem por 80% dos prêmios emitidos por lá.

Para Tarcísio Godoy, nenhuma parceria se sustenta no longo prazo se não é uma via de mão dupla e o escritório em Buenos Aires prova isso desde a sua inauguração. “O IRB trabalha em Buenos Aires com o firme propósito de promover o fortalecimento da economia local e de todo o Mercosul. Brasil e Argentina são as maiores economias da região e essa união é fundamental. Hoje, vivemos um novo período de mudanças e faço questão reafirmar o compromisso com nossos vizinhos”, reforça o presidente da companhia.

De acordo com o executivo, ter uma base própria local traz diversas vantagens em relação aos demais resseguradores, pois fortalece a gestão de negócios e as relações pessoais com os corretores e companhias de seguros, sem a interferência do idioma. Outro aspecto favorável é que traz maior capacidade de subscrição para dar respostas rápidas aos clientes.

“O mercado argentino é um pólo de oportunidades para o desenvolvimento dos nossos negócios e ampliação das nossas fronteiras. Estamos bem posicionados no mercado latino-americano e atuamos com as principais seguradoras locais e internacionais. Além disso, somos vistos pelos nossos clientes como parceiros que levam solução e inovação para o negócio. Queremos continuar nesse caminho dedicando toda nossa competência, know how, comprometimento e busca pela excelência para manter esta confiança e parceria”, avalia Cardoso.

A comemoração aconteceu no espaço cultural El Zanjon e teve o conceito “Unidos no hay fronteras”, expressão que reforça a superação de negócios e as fronteiras geográfica-culturais dos dois países. O potencial de união entre Brasil e Argentina será lembrado também através de uma exposição com momentos históricos em que ambos países estiveram juntos. Esse recorte cronológico foi desenvolvido pelo historiador argentino Gustavo Daniel Salceek, especializado nas culturas brasileira e argentina.

Swiss Re Corporate Solutions desenvolve solução inédita no setor de seguros

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A Swiss Re Corporate Solutions desenvolveu o aplicativo Agro Inspeções, o primeiro do Brasil para a subscrição de riscos voltado ao seguro agrícola. O objetivo é apoiar as vistorias de campo, eliminando o uso de papel, padronizando o envio de imagens e utilizando satélite para a definição da área segurada. A expectativa é de que a tecnologia ajude a diminuir o tempo de contratação do seguro e traga mais precisão para as informações checadas in loco.

Segundo José Cullen, diretor de seguros rurais da Swiss Re Corporate Solutions, com o aplicativo, os dados coletados em campo são disponibilizados para o serviço de retaguarda de forma mais estruturada e de acordo com um modelo de formulário digital específico para cada cultura agrícola. “O sistema consegue eliminar ambiguidades e dados incorretos já no momento do preenchimento, no campo. Dentre os benefícios da digitalização estão a qualidade dos dados, a segurança, a consistência, a padronização e a rapidez. Economizamos horas, e em alguns casos até dias de trabalho nos processos de subscrição e monitoramento”, afirma o executivo.

No mercado em geral, as inspeções de campo são realizadas com formulários de papel, sujeitos a diversas fragilidades como rasuras, extravio e preenchimento com resultados ambíguos, inválidos ou com letras ilegíveis. Outro problema é a entrega desse material, uma vez que a cada vistoria, os documentos precisam ser enviados por correio ou digitalizados em computador.

Com a nova ferramenta, todas essas dificuldades são superadas. Os croquis das áreas seguradas, antes feitos à mão, agora são construídos com imagens via satélite. A aplicação também possui um banco de dados de cada cliente, o que agiliza ainda mais as inspeções, uma vez que não é preciso recuperar o histórico em arquivos físicos.

O aplicativo funciona online ou off-line e o preenchimento dos formulários, fotos e imagens de satélite são obtidos diretamente no dispositivo, podendo ser encaminhados por meio de uma conexão Wi-Fi. “O aplicativo centraliza, em uma única plataforma, todas as ferramentas necessárias anteriormente para uma vistoria: câmeras digitais, papeis, scanners e laptops. Assim, os técnicos saem da lavoura com todo o material preenchido e pronto para envio, sem a necessidade de reter informações para preenchimento posterior ou retrabalhos por rasuras e não conformidades”, diz Cullen.

A Swiss Re Corporate Solutions projeta, até o fim do primeiro semestre de 2017, que 95% das inspeções sejam realizadas com o aplicativo, reduzindo o tempo do ciclo de cada transação comparado com o modelo atual, queda significativa no custo operacional, padronização dos dados e agilidade dos processos.

O aplicativo foi desenvolvido em parceria com a Tata Consultancy Services (TCS), empresa líder em soluções de negócios, consultoria e serviços de TI. Juntas, a Swiss Re Corporate Solutions e a TCS inscreveram a novidade na edição 2016 do Prêmio Inovação em Seguros realizada pela CNseg (Confederação Nacional das Empresas de Seguros Gerais). O projeto foi classificado como um dos finalistas na categoria Processos. O vencedor será revelado durante a cerimônia de premiação no dia 15/12.

Companhia aérea Lamia anuncia indenizações para vítimas de tragédia

Agência Efe

A companhia aérea boliviana Lamia anunciou nesta quarta-feira que iniciará os trâmites perante sua seguradora para indenizar os sobreviventes e familiares dos mortos na queda do avião que transportava a delegação da Chapecoense no último dia 28 de novembro na Colômbia.

O montante da indenização para cada vítima é de US$ 165 mil, segundo o estabelecido no Convênio Internacional sobre Aviação Civil, afirmou à Agência Efe por telefone de Santa Cruz o advogado da Lamia, Nestor Higa.

As solicitações de indenização devem ser efetuadas nos escritórios da Lamia em Santa Cruz juntando os documentos que correspondam segundo o caso (falecidos ou feridos), acrescentou.

O advogado disse que no caso das vítimas de nacionalidade brasileira se requer a “declarativa de herdeiros e atestado de óbito” traduzidos ao castelhano e legalizados no consulado boliviano no Brasil.

Segundo Higa, a linha aérea já estabeleceu contato com a empresa seguradora, mas para continuar com o trâmite, primeiro deverá tramitar perante a procuradoria boliviana a devolução de certos documentos que foram confiscados pelos investigadores durante a operação de busca e apreensão nos escritórios da Lamia na semana passada.

O advogado também pediu que o Ministério Público estorve os lacres de segurança que colocou nos escritórios da companhia aérea para que os funcionários possam atender estes requerimentos.

O avião da Lamia, no qual viajavam jogadores e dirigentes do Chapecoense, além de jornalistas e tripulantes, caiu no dia 28 denovembro perto da cidade colombiana de Medellín supostamente após ficar sem combustível.

No acidente morreram 71 dos 77 passageiros do avião e sobreviveram três jogadores, dois tripulantes e um jornalista. Dentro das investigações na Bolívia, na semana passada foi preso o diretor-geral da Lamia, Gustavo Vargas Gamboa, acusado por diversos crimes, entre eles o de homicídio culposo.

Também foi enviado à prisão seu filho, Gustavo Vargas Villegas, que sendo diretor de Registro Aeronáutico Nacional da Direção Geral de Aeronáutica Civil (DGAC) autorizou em 2014 a importação e matrícula provisória do avião da companhia aérea.

O Ministério Público também indiciou o diretor de Operações de Lamia, Marco Antonio Rocha Venegas, e a ex-técnica aeronáutica Celia Castedo, que fez um relatório sobre as irregularidades no plano de voo do avião no aeroporto de Viru Viru, em Santa Cruz, antes que decolasse.

Rocha saiu do país rumo ao Paraguai dias antes do acidente, enquanto Castedo, que pediu refúgio no Brasil, denunciou que foi objeto de pressões de seus superiores na entidade de administração aeroportuária onde trabalhava para mudar o conteúdo de seu relatório.

Mongeral Aegon tem novo diretor financeiro

Raphael de Almeida Barreto é o novo diretor financeiro da Mongeral Aegon Seguros e Previdência. Aos 42 anos, Barreto é formado em Economia pela PUC-Rio, com MBA em Finanças pelo IBMEC e em Administração de Empresas pela mesma instituição. Há oito anos atuando na área financeira e de controladoria da seguradora, o executivo tem 16 anos de experiência no mercado de Seguros de Vida, Previdência e Capitalização.

Check-up, equilíbrio entre vida pessoal e profissional e atividade física são oferecidos pelas empresas

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Em um ambiente de negócio cada vez mais competitivo e de excesso de trabalho, o check-up executivo passou a ter mais importância dentro das empresas. É o que mostra estudo 1º Benchmarking em Saúde & Bem-Estar do Brasil da consultoria Mercer Marsh Benefícios, que analisou programas de saúde e bem-estar de 264,8 mil funcionários de 58 grandes empresas atuantes no Brasil. Do total de companhias analisadas, 83% oferece check-up executivo para profissionais que ocupam cargos de liderança.

“O check-up executivo é um benefício consagrado nas empresas para os colaboradores que ocupam posições estratégicas. O objetivo é promover prevenção à saúde dos executivos, cada vez mais pressionados pela competição, por resultados e acumulando excesso de trabalho”, explica Helder Valério, líder de gestão de saúde da Mercer Marsh Benefícios. “Embora a maioria das empresas ofereça o check-up, é comum constatar que os executivos usam bem menos esse benefício do que as corporações gostariam”, diz o consultor”, afirma.

Outro programa de saúde e bem-estar prioritário para as empresas é o de equilíbrio entre vida pessoal e profissional: 60% mantem políticas de apoio para equilibrar questões pessoais e profissionais. “É uma preocupação crescente das empresas a busca por práticas que ajudam a conciliar trabalho e vida pessoal. São iniciativas que contribuem para o bem-estar dos funcionários”, diz.

Ainda segundo pesquisa da Mercer Marsh Benefícios, a atividade física é oferecida por 53% das 58 companhias participantes. Já o EAP (Programa de Assistência ao Empregado), e a opinião médica especializada está presente em 47% das companhias. “O EAP consiste na assistência especializada para ajudar empregados a se preparar e enfrentar de maneira bem-sucedida assuntos pessoais delicados e situações do dia a dia. Pode ser uma assistência psicológica, jurídica, financeira e/ou social por meio de serviços qualificados, que atendem os colaboradores com as mais diversas dificuldades”, explica o consultor.

A gestão de crônicos, gestão de estress e central de ajuda são também os três programas de saúde e bem-estar mais presente nas empresas. A gestão de doenças crônicas faz parte da estratégia de saúde de 41% das empresas. Trinta e quatro por cento (34%) oferece programas de gestão de stress, e 24% disponibiliza central de dúvidas em saúde.

Programas para trabalhadores afastados

O acompanhamento dos trabalhadores afastados é tão importante quanto o acompanhamento dos trabalhadores ativos. Setenta e quatro por cento (74%) das companhias tem um programa de saúde e bem-estar focado nos funcionários afastados.

E do total que oferece programa, 44% tem iniciativas de acompanhamento e cuidados do colaborador para o retorno ao trabalho. O mesmo grupo de empresas, ou seja, 44%, desenvolve e aplica métricas para monitorar casos de funcionários afastados e adota uma política de saúde e bem-estar para os mesmos. Além disso, 40% faz comunicação continua com o empregado que está licenciado e 23% desenvolve ações de identificação de riscos de saúde em grupos de trabalhadores.

Amostra da Pesquisa

O estudo “1º Benchmarking em Saúde & Bem-Estar do Brasil” analisou os programas de saúde e bem-estar de 264,8 mil trabalhadores de 58 grandes empresas que atuam no Brasil. Cada uma das 58 companhias analisadas emprega em média 4.566 colaboradores. São empresas multinacionais e nacionais presentes em 19 segmentos da economia (alimentos, varejo, T.I., financeiro, energia, automotivo, logística, construção e comunicação), com matrizes nacionais nos Estados de São Paulo, Minas Gerais, Rio de Janeiro, Paraná e Santa Catarina.

O estudo foi realizado durante o primeiro semestre de 2016 pela consultoria Mercer Marsh Benefícios™, em parceria com o Instituto Hero (Health Enhancement Research Organization), instituição norte-americana sem fins lucrativos especializada em estudos, análises e desenvolvimento das melhores práticas de saúde e bem-estar nos EUA.

BB Seguridade avalia sair de grandes riscos, informa Reuters

A BB Seguridade avalia a possibilidade de se desfazer de participação na área de seguro de grandes riscos, a exemplo do que fizeram Itaú Unibanco e Bradesco, mas que não há pressa para isso, segundo divulgou a Reuters com base na informação do diretor de relações com investidores da companhia, Werner Suffert, em encontro com jornalistas. Segundo noticiou a agência de notícias, a holding das empresas de seguros do BB com sócios privados trabalha com cenário de elevação do lucro líquido em 2017 sobre este ano, uma vez que melhores resultados operacionais devem compensar com sobras a queda prevista nas receitas financeiras, disse nesta terça-feira “O aumento do lucro é o nosso cenário base”, disse Suffert durante apresentação a analistas de mercado. “Temos percebido uma tendência crescente de pessoas preferindo poupar uma parcela da renda que costumam direcionar para consumo e isso beneficia a previdência complementar”, disse Suffert mais tarde a jornalistas.

Para o executivo, o anúncio recente do BB de que vai fechar ou reduzir a estrutura de cerca de 800 agências para cortar custos não deve ter efeito sobre as vendas de produtos da BB Seguridade, dado que essas unidades representam pouco mais de 2 por cento das vendas da seguradora. Além disso, a BB Seguridade vai ampliar os esforços para venda de seguros por canais digitais. Isso deve inclusive reduzir a participação das vendas por meio de corretores nos próximos anos,

Câmara aprova relatório que moderniza legislação sobre contratos de seguros

Fonte: Monitor Mercantil

Brasília Em votação unânime, a Comissão Especial da Câmara dos Deputados criada para debater o Projeto de Lei 3555/2004, que estabelece normas gerais em contratos de seguro privado, aprovou nesta terça-feira (13) o relatório do deputado Lucas Vergilio (SD-GO). O texto propõe uma série de adequações nas normas que regulam a relação entre empresas e segurados. As alterações aprovadas modernizam a legislação do setor de seguros, reforçando a segurança jurídica dos contratos. O substitutivo segue diretamente ao Senado Federal.
O relatório final retirou do PL os artigos 35 e 36, que dispunham sobre os chamados “intervenientes no contrato”. O texto original previa a figura do “agente autorizado de seguro”, uma espécie de preposto das empresas seguradoras, que atuaria na intermediação dos contratos. A regulamentação dessa atividade não continha qualquer amparo legal, sendo que os agentes eram desprovidos de exigências básicas para exercício da profissão.

“O texto aprovado pela Comissão garante o equilíbrio na relação entre todos os agentes envolvidos nos contratos de seguros. Foi revogada uma série de dispositivos do Código Civil, do Código Comercial Brasileiro e do Decreto-Lei 73/66, que já estavam defasados. Essas mudanças foram possíveis após amplo diálogo com entidades representativas do setor, como a Fenacor, a CNseg e o Instituto Brasileiro do Direito do Seguro”, frisou Lucas Vergilio.

O relatório final recebeu ainda a importante contribuição de juristas, dirigentes de entidades sindicais e técnicos nacionais e estrangeiros. As leis que regem os contratos de seguros estão no Decreto-Lei 73, de 1966. Ou seja, um documento que completa 50 anos e contém falhas para os dias atuais. A nova “Lei Geral dos Contratos de Seguros”, como é chamada, impedirá, por exemplo, que uma seguradora se negue a pagar indenização de seguro de vida, após período de carência, sob alegação de doença preexistente.

O texto aprovado evitará ainda mudanças que onerem os contratos de seguros, com prejuízos para o consumidor final. No Brasil, são mais de 80 milhões de contratos de seguros vigentes. Em 2015, houve apenas 30 mil reclamações no Procon. Grande parte dessas queixas, mais de 70%, diz respeito a produtos securitários distribuídos pelas redes varejistas e empresas de telefonia, sem intervenção direta do corretor de seguros.

Um exemplo da necessidade de atualização está no fato de que, nos últimos anos, 27 países da Europa editaram novas regras para contratos de seguros. “O Brasil, como país de destaque neste setor, não pode se manter de fora deste mercado, que é globalizado e precisa estar integrado para que não haja retrocessos”, pontua Lucas.

Marsh adquire AD Corretora

E o mercado de corretores está agitado. Depois da AON comprar a Admix recentemente, hoje a Marsh, líder global em corretagem de seguros e consultoria de riscos, anunciou que chegou a um acordo para adquirir a AD Corretora de Seguros, líder em corretagem de seguros no Estado de São Paulo. Os termos da transação, que deverá ser finalizada até o final do mês, não foram divulgados.

Fundada em 1980, a AD é uma corretora de seguros de renome e altamente especializada no mercado de médias e pequenas empresas com grande experiência em setores como o Sucroenergético e Infraestrutura, além de outros. Com sede em Bauru, a AD também possui escritórios em Ribeirão Preto, Araçatuba e São Paulo.

“A aquisição da AD Corretora de Seguros demonstra ainda mais o compromisso da Marsh em expandir nossa presença na América Latina, e no Brasil em particular, para atender às necessidades em constante evolução das empresas em toda a região”, disse John Doyle, presidente da Marsh. “Além disso, nos permite oferecer serviços aprimorados às organizações locais e multinacionais que operam em alguns dos setores mais importantes da economia brasileira”.

“São Paulo é uma das regiões mais dinâmicas do Brasil e estou entusiasmado com a oportunidade de trazer o nosso conhecimento a uma gama ainda mais ampla de empresas no estado”, disse Eugenio Paschoal, presidente e CEO da Marsh Brasil. “Ao longo dos anos, a AD construiu uma reputação de excelência na prestação de serviços. Ao combinar nossas duas organizações, poderemos garantir que as empresas em São Paulo obtenham a melhor consultoria em riscos e seguros. Estamos ansiosos por receber os colegas e líderes da AD Corretora de Seguros na Marsh.”

Alberto Dabus, Fundador & CEO da AD, complementou: “As necessidades de nossos clientes seguem evoluindo e temos refletido muito na melhor maneira de atendermos suas crescentes expectativas. Ao mesmo tempo queremos garantir que nossos colaboradores tenham maiores oportunidades de desenvolver suas carreiras. A complementariedade da Marsh e da AD, tanto em negócios, quanto em capacidades é tão substancial que permitirá que as duas empresas entreguem alto valor agregado para seus clientes, tanto no conhecimento do setor quanto na colocação de seguros. Este anúncio é uma grande notícia para nossos clientes e colaboradores”.