Senado aprova projeto que inviabiliza novo seguro garantia, diz FenSeg

Fonte: Risco Seguro Brasil, por Oscar Röcker Netto

O Senado aprovou na terça-feira, 13/12, um projeto de lei que prevê alterações na lei de licitações no qual estão incluídas mudanças no seguro garantia. De acordo com Roque Mello, presidente da comissão de Crédito e Garantia da Federação Nacional de Seguros Gerais (FenSeg), o modelo aprovado inviabiliza a aplicação do novo seguro por parte das empresas do setor.

O texto (PLS 559/2013) do relator Fernando Bezerra (PSB-PE) estabelece pontos defendidos pelo mercado segurador. O principal deles é a ampliação do teto de cobertura do seguro, dos 5% atuais para 30% do valor da obra. Mas foram incluídos quatro itens que, segundo Mello, as seguradoras não têm condições de assumir.

O projeto segue agora para a Câmara dos Deputados, onde a FenSeg vai procurar levar “mais racionalidade” aos pontos criticados. “Não esperávamos um endurecimento tão grande no texto da lei. Fizemos um esforço muito grande para explicar os porquês de alguns pontos não poderem ser executados, mas foi em vão”, afirmou Mello à Risco Seguro Brasil.

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ARTIGO: Perspectivas para o seguro de carro em 2017

por Marcelo Blay, CEO e fundador da Minuto Seguros

Em 2016, presenciamos alguns fatos relevantes na politica e na economia. E dentre aqueles que impactam diretamente o mercado de seguro de carros, notamos o significativo aumento do volume de roubos e furtos de automóvel de forma generalizada em função da grande deterioração da segurança pública, tendo como expoentes midiáticos os estados do Rio de Janeiro e Rio Grande do Sul, além de locais que até então não eram tão afetados como cidades de porte menor em comparação com as grandes capitais.

A falência dos governos estaduais teve como uma de suas consequências negativas o aumento de criminalidade. Praticamente todas as seguradoras experimentaram o crescimento significativo da sinistralidade na carteira de seguro de automóvel, com um aumento que variou de 3% a 8,5%, de acordo com dados da SUSEP no acumulado de janeiro a outubro de 2016.

Observando o cenário macroeconômico que está se desenhando para 2017, temos alguns movimentos que impactarão as vendas e os balanços das seguradoras. Julgamos que os mais significativos serão: o processo de redução da taxa Selic afetando o resultado financeiro da aplicação das reservas; a demora para retomada do emprego, impactando negativamente a venda de veículos novos; e o dissídio salarial trazendo pressão de custos.

Com relação à indústria de seguros de automóveis, notamos diversos movimentos. Tais como o lançamento do Auto Popular por diversas seguradoras, buscando trazer para o mercado os tão desejados 70% de veículos que não têm seguro. E a continuidade do desenvolvimento de produtos mais simples, almejando o cliente que já possui seguro, mas está passando por um momento de revisão e redução de suas despesas.

O uso intensivo de telemática ainda está distante e sua eficácia permanece questionável, dado que o custo de implantação de mecanismos de coleta de dados é elevado e os benefícios em termos de discriminação de riscos até agora não são comprovados — além do fato de que o uso de informações do perfil de crédito do cliente são altamente diferenciadores de risco e já estão em curso há muitos anos com sucesso.

Espera-se um início de retomada de investimento na economia em geral, gerando emprego e, consequentemente, renda e consumo, a partir do 2o Semestre de 2017. A produção de automóveis já deu um salto de 20% de outubro para novembro, de acordo com a ANFAVEA. No entanto, grande parte deste aumento se deve à reposição de estoques para exportação e ao término de uma greve na cadeia produtiva de uma das principais montadoras instaladas no Brasil.

A tão falada desintermediação na venda de seguros não deve vir tão cedo, se vier. Alguns modelos de venda direta estão sendo testados, mas as reações do mercado não são encorajadoras. Os consumidores continuam demandando o atendimento humano feito por um profissional independente, o que garante a sobrevivência dos corretores, além do fato de este canal de venda ser mais barato para as seguradoras. No entanto, os corretores vão encarar o desafio de se provar necessários aos clientes, agregando valor através da consultoria técnica, especializada e profissional.

Começamos a ver algumas seguradoras se movendo no sentido de avaliar a experiência do usuário em todo o processo e não apenas na navegação em seu site. Os clientes de seguro ainda não têm uma visão positiva da experiência como um todo, desde a contratação e a vistoria prévia, passado pela emissão da apólice, endosso, assistência 24 horas, sinistros, etc. Algumas atividades já se encontram num patamar de excelência, enquanto outras ainda podem ser melhoradas.

Neste sentido, a solução dos problemas passa pela discussão com os corretores respeito dos principais pontos que causam desconforto para os clientes, bem como a busca de otimização de processos que poderiam reduzir o tempo de atendimento, assim como a redução de custos na cadeia como um todo. Estas economias poderiam ser transferidas para o preço, ajudando a aumentar a penetração do produto na base de clientes sem seguro.

A maior disseminação do seguro na sociedade continuará com o mesmo desafio da indústria por décadas: como criar produtos adequados ao perfil socioeconômico dos clientes, enfrentando aspectos regulatórios não tão flexíveis e, ao mesmo tempo, rompendo barreiras culturais a respeito da indústria? Ainda estamos longe do dia em que as pessoas entenderão que ter um seguro não é um mal necessário, pelo contrário. A maior penetração de seguros na população ilustra um amadurecimento da sociedade como um todo, que passa a pensar em como proteger seu futuro em comparação com o imediatismo que vemos hoje.

Cada vez mais o big data será importante não apenas em questões de precificação e subscrição de risco, mas também para a elaboração de estratégias de marketing mais eficazes. Com relação à cross-sell e up-sell, ainda não vislumbramos o tão esperado sucesso de diversificação da base de produtos comprados por nossos clientes que são basicamente monoproduto (seguro de auto apenas), dado que até hoje nenhuma estratégia se mostrou vencedora. Acredito que a proximidade das seguradoras com os corretores avaliando os erros e acertos até o momento poderia dar pistas para a construção de uma solução eficaz.

Finalmente, tendo ouvido diversos líderes do setor, pode-se esperar um crescimento da carteira de automóvel na faixa de 5 a 10%, dos mais pessimistas aos mais otimistas, parecendo haver consenso num avanço de 7%.

Sompo mantém investimento na marca para 2017

Francisco Caiuby Vidigal Filho, diretor-presidente da Sompo Seguros, manterá o investimento na divulgação da marca em 2017.

Peter Rebrin é o novo CEO da QBE Brasil

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A QBE anunciou hoje o nome de Peter Rebrin como novo CEO da QBE Brasil, a partir de 1º de fevereiro de 2017. Atualmente, Peter ocupa o cargo de CEO da operação da QBE em Porto Rico.

Peter será responsável por liderar a equipe da QBE Brasil na execução da Estratégia de Crescimento Rentável dos Mercados Emergentes, consolidando a posição de liderança em Seguros Massificados que a QBE ocupa hoje no mercado brasileiro e dando também continuidade ao desenvolvimento do negócio de Linhas Comerciais.

Totalmente alinhado com a visão da QBE de ser a seguradora que constrói as parcerias mais fortes com seus clientes, Peter estará a frente das operações da QBE no Brasil, trabalhando em estreita colaboração com nossos clientes e parceiros de distribuição.

Alessandro Jarzynski, Chief Underwriting Officer da América Latina, comentou: “A nomeação do Peter dá início a mais um ciclo importante no desenvolvimento das operações da QBE no Brasil. Peter traz muitos anos de experiência na indústria de seguros, tanto no Brasil quanto em outros países. Peter é um dos nossos maiores talentos na Divisão de Mercados Emergentes e tenho certeza de que Peter ajudará a expandir e consolidar os negócios da QBE no país e, junto com a talentosa equipe que temos, alcançar os objetivos ambiciosos que definimos para a QBE no Brasil.”

Peter uniu-se à QBE em 2014 vindo da Zurich, onde trabalhou como CEO Regional de P&C na América Latina e Diretor de Parcerias Globais. Ele tem uma vasta experiência em posições de liderança, estratégia e gestão. Peter trabalhou em vários países e também ocupou vários cargos de liderança na AIG, IMCO e CIGNA no Brasil.

Liberty Seguros vence Prêmio Inovação em Seguros da CNSeg

A Liberty Seguros foi a vencedora da categoria Produtos e Serviços do Prêmio Inovação em Seguros promovido pela CNSeg (Confederação Nacional das Empresas de Seguros). A seguradora foi escolhida pelo Programa Direção em Conta, que utiliza a telemetria para a precificação de seguros de automóvel.

O Direção em Conta é um programa de telemetria para a precificação do seguro de automóvel, que foi implementado em meados de 2015, e permite calcular o preço do seguro com base na forma como o motorista dirige. Atualmente, 35% das apólices comercializadas em pontos de venda onde o programa está disponível, aderem ao programa.

“A inovação tem sido uma das nossas diretrizes para a criação de novos produtos”, diz José Mello, superintendente de Inteligência de Marketing e Inovação. “Reconhecimentos como esse mostram que estamos no caminho certo e nos incentivam a criar produtos e serviços cada vez mais inovadores, que mudam a experiência dos nossos clientes”.

Swiss Re Corporate Solutions e TCS conquistam Prêmio Inovação em Seguros da CNseg

Fonte: Swiss Re

A Swiss Re Corporate Solutions e a TCS (Tata Consultancy Services) conquistaram o 2º lugar na edição 2016 do Prêmio Inovação em Seguros na categoria Processos. A cerimônia, realizada hoje no Rio de Janeiro, escolheu o projeto ‘Agro Field Inspection App’ como um dos mais inovadores do país. O aplicativo Agro Inspeções foi desenvolvido para apoiar as vistorias de campo, eliminando o uso de papel, padronizando o envio de imagens e utilizando satélite para a definição da área segurada. A expectativa é de que a tecnologia ajude a diminuir o tempo de contratação do seguro e traga mais precisão para as informações checadas in loco.

“Estamos bastante felizes com esse reconhecimento do mercado a uma iniciativa tão importante para o seguro agrícola. Acreditamos que esse é o primeiro passo entre novas possibilidades que esse tipo de tecnologia traz para o setor”, afirma José Cullen, Head Agro South America da Swiss Re Corporate Solutions.

Com o aplicativo, os dados coletados em campo são disponibilizados para o serviço de retaguarda da seguradora de forma mais estruturada e de acordo com um modelo de formulário digital específico para cada cultura agrícola. O sistema consegue eliminar ambiguidades e dados incorretos já no momento do preenchimento, no campo. Dentre os benefícios da informatização estão a qualidade dos dados, a segurança, a consistência, a padronização e a rapidez.

“Para nós é motivo de muito orgulho termos sido escolhidos como parceiro da Swiss Re Corporate Solutions no desenvolvimento dessa nova tecnologia. Esse prêmio é um reconhecimento muito importante ao trabalho que estamos fazendo junto aos nossos clientes e parceiros, criando soluções e serviços digitais inovadores e que impactam positivamente o mercado”, comemora Tushar Parikh, Country Head da TCS Brasil.

O aplicativo funciona online ou off-line e o preenchimento dos formulários, fotos e imagens de satélite são obtidos diretamente no dispositivo, podendo ser encaminhados por meio de uma conexão Wi-Fi ou conexão do celular. A Swiss Re Corporate Solutions projeta, até o fim do primeiro semestre de 2017, que 95% das inspeções sejam realizadas com o aplicativo.

Conheça os vencedores da 6a. edição do Prêmio Inovação em Seguros

Fonte: CNseg

Os vencedores da edição 2016 do Prêmio Antonio Carlos de Almeida Braga de Inovação em Seguros foram conhecidos nesta quinta-feira, 15 de dezembro, em cerimônia que contou com a presença dos principais líderes do mercado segurador brasileiro, realizada pela Confederação Nacional das Empresas de Seguros Gerais, Previdência Privada e Vida, Saúde Suplementar e Capitalização (CNseg), no Hotel Copacabana Palace. Os 109 trabalhos habilitados passaram por duas etapas de julgamento, sendo a primeira de avaliação individual e a segunda de defesa presencial dos projetos. Os primeiros, segundos e terceiros lugares de cada categoria receberão, respectivamente, prêmios de R$30 mil, R$15 mil e R$10 mil.

A categoria Processos foi a que recebeu o maior número de inscrições, totalizando 57 trabalhos, e após duas etapas de avaliação, o primeiro lugar ficou com o projeto “APP Rede UNNA”, de Carlos Roberto Montefusco, da empresa Odontoprev. O trabalho de autoria de Anna Bacelar, entitulado “Agro Field Inspector App”, da Swiss Re Corporate Solution em parceria com a empresa Tata Consultancy Services do Brasil conquistou o segundo lugar. Na terceira colocação “Casa Protegida: Regulação de Sinistro com WhatsApp”, de autoria de Alexandre de Souza Vieira, da seguradora Tokio Marine.

Na categoria Comunicação, o projeto “Plano de Comunicação de Combate à Corrupção” foi o vencedor. Ele é de autoria de Cassia Cristina Ferreira de Sousa Monteiro, da SulAmérica Seguros. Em segundo lugar ficou o projeto da Icatu Seguros, “O Arthur Vai Amar”, de Larissa Amado Osório de Almeida. O terceiro na classificação da categoria foi o trabalho “Somos Todos Ouvidores”, de Gisele Garuzi Oggioni de Araújo, da Bradesco Seguros.

O primeiro colocado em Produtos e Serviços foi o projeto “Telemetria: Direção em Conta”, o autor é José Luiz Pessoa de Mello, da Liberty Seguros. Na segunda colocação ficou o projeto de Waldir de Menezes Júnior, da Ifaseg Corretora de Seguros, “A Solução que o Mercado de Turismo Aguardava”. Em terceiro ficou o trabalho “Protector Bikes – Tecnologia e Inovação em um Único Produto”, de Fernando Figueiró Cantreras, da Argo Seguros Brasil.

Para o presidente da CNseg, Marcio Serôa de Araujo Coriolano o objetivo da premiação é incentivar os demais colaboradores do mercado segurador e aprimorar sua relação com os consumidores. “Iniciativas como o Prêmio de Inovação em Seguros buscam estimular todos aqueles que formam o setor a torna-lo mais dinâmico, para atender as demandas da população, que está sempre em evolução”, afirmou Coriolano.

Nesta edição, a Comissão julgadora foi composta pela economista Maria Eugenia Buosi; a Defensora Pública Estadual Patrícia Cardoso Maciel Tavares; o professor de economia da Unicamp Antônio Márcio Buainain; o gerente geral da Associação Palas Athena do Brasil, Julio Albuquerque Bierrenbach; o diretor da Associação Brasileira de Gerentes de Riscos e cronista do jornal Estado de S. Paulo, Antonio Penteado Mendonça; o presidente nacional do Brasilcon, Bruno Miragem; o economista Sergio Besserman; o professor de Direito Constitucional da FGV – RJ Joaquim Falcão; e o economista e professor da UFRJ Helio Portocarrero.

Coriolano enfatiza o ingresso de novos produtos no mercado diante do atual cenário político-econômico do País

Fonte: CNseg

Os avanços em relação à aprovação do Seguro de Vida Universal (Universal Life), tema que estará na pauta de amanhã do Conselho Nacional de
Seguros Privados (CNSP), e a retomada da discussão em torno da regulamentação do Previ Saúde estão entre as expectativas do setor de seguros brasileiro para o início de 2017. A afirmação foi feita pelo presidente da Confederação Nacional de Seguros Gerais, Previdência Privada e Vida, Saúde Suplementar e Capitalização (CNseg), Marcio Serôa de Araujo Coriolano, durante o tradicional almoço de confraternização das lideranças do mercado segurador realizado nesta quinta-feira, 15/12, no Rio de Janeiro.

Ainda no âmbito regulatório, Coriolano destacou o empenho da Superintendência de Seguros Privados (Susep) para que fossem concluídos, satisfatoriamente, os ajustes do Seguro Auto Popular e a tramitação do Seguro-Garantia para obras de infraestrutura no Congresso Nacional. O executivo também citou o encaminhamento da reforma da previdência pelo Poder Executivo e o estudo de um novo modelo para o Seguro Rural que se encontra em discussão em comissão governamental, já criada, e com participação da Federação Nacional de Seguros Gerais (FenSeg).

“Não há dúvidas de que o ano de 2016 que está se encerrando caracterizou-se como de extrema dificuldade para o país. Em todas as dimensões: na econômica, na política, na social, e na dimensão ética”, pontuou o executivo, ressaltando que todos os indicadores de desempenho da economia mostraram recuo: a produção industrial recuou 7,8%; a produção da indústria de transformação caiu 7%; a produção de bens duráveis caiu 18,6%; a fabricação de veículos reduziu-se em 17%; o financiamento imobiliário teve queda de 41,5%.

Segundo Coriolano, os analistas são unânimes em apontar a retração econômica de 2016 como a maior dos últimos 25 anos. “Os combustíveis de nossa indústria de seguros, o emprego, a renda e o produto, pioraram muito. O rendimento médio voltou a níveis observados ainda no início de 2013. A taxa de desocupação aumentou consistentemente, de 6,2% ao final de 2013 para os atuais 12%. Quanto ao produto, não há nenhuma aposta melhor do que uma queda de 3,5%. Entretanto, o setor deu mostras de resiliência, trimestre pós trimestre. Até outubro, o crescimento da arrecadação aproximava-se de 8%”, enfatizou.

O executivo reconhece que a equipe econômica do atual Governo empenhou-se em ações que, ao menos, contribuíram para impedir o progresso do ciclo de contração iniciado desde o segundo trimestre de 2014. “O comportamento altista da inflação foi contido, abrindo a possibilidade da retomada, pelo conselho monetário nacional, da redução da taxa de juros, embora ainda em nível inferior às expectativas dos agentes econômicos. Medidas de natureza estrutural estão sendo intentadas, como a emenda que permitiu o teto dos gastos públicos, a tramitação da emenda da reforma previdenciária, e o projeto de lei que deverá mudar o moroso processo de licitação de obras públicas”, concluiu.

José Ismar Torres é o novo presidente da seguradora Líder

José Ismar Torres é o novo presidente da Seguradora Líder, que administra o seguro DPVAT. O nome do até então diretor da Federação Nacional de Captilização (FenaCap) de 2011 a 2016 foi referendado hoje pelo Conselho de Administração da Seguradora Líder do Consórcio DPVAT e ainda aguarda a aprovação pelo órgão regulador. “Sinto-me muito honrado com o convite de presidir uma seguradora que tem como projeto um seguro inclusivo, que atinge 100% da população”, comenta cheio de orgulho o executivo.

Entre os desafios, Torres cita a urgência de melhorar a educação no trânsito. De 2005 a 2015, mais de 435.853 mil pessoas faleceram por acidentes no Brasil, segundo dados da seguradora. “Temos um papel importante para ajudar a mudar esse cenário. A educação no trânsito é uma das nossas principais pautas”, comentou.

O seguro DPVAT oferece cobertura por morte de R$ 13,5 mil e a mesma quantia para invalidez permanente , com R$ 2,7 mil em reembolso por despesas médicas e hospitalares. Amanhã o Conselho Nacional de Seguros Privados (CNSP) se reunirá. O reajuste, para cima ou para baixo, do DPVAT também está na pauta, tanto para os valores pagos pelos motoristas com também no valor da importância segurada que está estagnada desde 2008.

Em 2015, a seguraodora pagou 652.349 mil indenizações por acidentes de trânsito em todo o Brasil, 15% a menos que no ano anterior, de acordo com balanço divulgado em fevereiro deste ano. A maior queda foi registrada na cobertura de morte (19%), seguida de reembolso por despesas hospitalares (18%) e invalidez permanente (13%). Em valores, as indenizações chegaram a R$ 3,381 bilhões no ano passado.

Colocar o setor no centro da política pública é o mantra do setor para 2017, diz Coriolano

2016 se caracteriza como um ano difícil para o Brasil em todas as dimensões, da ética ao desenvolvimento da economia. Apesar dos pesares, o setor de seguros deu sinal de resiliência, afirma Marcio Coriolano, presidente da Cnseg, durante a abertura do almoço de confraternização dos líderes do setor e também de entrega dos prêmios da sexta edição do Prêmio Inovação em Seguros.

Segundo Coriolano, a expectativa do setor para 2017 é alcançar um crescimento entre 9% e 11% sobre 2016, que deve encerrar ao avanço de 10% sobre o ano anterior. O presidente da CNseg afirmou que o setor está preparado para os desafios de 2017. O nosso compromisso é contribuir para que o as pessoas, famílias, empresários e governos superem esta crise e sigam empreendendo e realizando seus sonhos. “O mantra da Confederação em 2017 seguirá sendo o de colocar o mercado segurador no centro da política pública, sendo protagonista do crescimento do país”, disse.

Uma notícia importante é que amanhã acontecerá uma reunião do Conselho Nacional de Seguros Privados (CNSP), que traz ânimo ao setor de ter a normatização tão esperada do produto Universal Life. O titular da Susep, João Mendanha Athaide, não pode comparecer em razão de uma cirurgia de cálculo renal, segundo informaram membros da sua equipe.