Órteses e Próteses: FenaSaúde aponta avanços para coibir fraudes e defende a implementação de outras medidas

Release

Após quase dois anos de trabalho, a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), apresentou nesta quinta-feira (15/12), o relatório final do Grupo de Trabalho Externo de Órteses, Próteses e Materiais Especiais (GTE OPME), coordenado pela ANS e pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), o estudo apresenta um conjunto de medidas resultantes de discussões do GT composto por mais de 50 instituições do governo e do setor, entre as quais a Federação Nacional de Saúde Suplementar (FenaSaúde).

A chamada “Máfias das Próteses” ficou conhecida depois da divulgação pela imprensa de denúncias graves envolvendo médicos, hospitais e distribuidores na comercialização fraudulenta de OPME. Representantes da saúde suplementar se mobilizaram para implementar uma agenda com foco em coibir fraudes nesse setor. “As fraudes em saúde, além de colocar em risco a saúde e a vida dos pacientes, encarecem o sistema”, aponta Solange Beatriz Palheiro Mendes, presidente da FenaSaúde. De acordo com a executiva, ainda é preciso avançar. “A discussão sobre incorporação tecnológica necessita ser mais técnica e inclusiva. Todos nós precisamos fazer escolhas, o que queremos como incorporação e seus resultados, e quanto podemos e queremos pagar.”

Parte do relatório divulgado pela ANS traz pesquisa inédita que mostra a variação de preços no mercado de órteses, próteses e dispositivos médicos implantáveis praticados pelo setor de saúde suplementar. De acordo com o levantamento a maior variação de preços chegou a 3.108,33%. Esse é o caso do valor de um produto – Resolute Integrity – Stent Coronário com Eluição Zotarolimus – adquirido em hospitais de duas regiões distintas. Outro exemplo de alta variação proporcional foi o caso do Sistema de Stent Coronário de Cromo e Platina com Eluição de Everolimus; neste caso, a variação proporcional entre o preço mínimo e máximo de compra chegou a 1.816,67%.

“Não é de hoje que a Fenasaúde vem denunciando essas distorções na utilização e nos preços. Materiais são um dos principais itens que incrementaram o aumento dos custos tanto no setor privado, quanto no SUS”, ressalta Solange Beatriz. “É por isso que buscamos transmitir o máximo de informação a fim de conscientizar o consumidor sobre as más práticas e o prejuízo para a boa saúde”.

Pacientes – Essa questão também fez parte das discussões do Grupo de Trabalho, o que resultou em um guia de perguntas sobre implantes, voltado para o pacientes. Trata-se de um roteiro de questões que irá ajudar quem se submeteu ao procedimento a obter informações e a entender os cuidados que deve tomar após a alta hospitalar. A proposta busca estimular o paciente a ter informações essenciais sobre o procedimento. As perguntas abordam desde o que foi implantado no corpo da pessoa, como funciona o dispositivo e se o aparelho precisa de manutenção até orientações sobre cuidados gerais com a saúde do paciente. “Disponibilizar informações corretas e transparentes ao paciente é essencial, mas os médicos também precisam se engajar nesse novo modelo”, alerta a presidente da FenaSaúde.

Orientações para operadoras e prestadores sobre o uso de OPME também são necessárias e para isso o relatório traz ainda um guia, sintetizando informações úteis para seu o uso racional. Essa medida busca favorecer a transparência nos procedimentos de indicação e autorização desse tipo de material no setor suplementar de saúde. As orientações foram objeto de consenso entre participantes das reuniões do GT. Também foi estabelecido um formato padrão e a sua incorporação por parte das respectivas entidades médicas, possibilitando a continuidade dos trabalhos.

“Todo jogo tem regras e as regras devem ser conhecidas por todos”, argumenta Solange Beatriz. Também foi implementada a padronização da nomenclatura de OPME. A Anvisa uniformizou nomes técnicos, o que gerou a revisão dos registros de produtos para saúde. Com isso, a ANS também reviu suas tabelas de nomenclatura de OPME. A medida ajuda a identificar os produtos disponíveis no mercado, permite comparar preços para equiparação mercadológica, facilita regulações sanitárias e econômicas e o monitoramento do mercado e o acesso aos produtos.

Outro ponto que vale destaque no relatório são as informações sobre modelos de remuneração, uma vez que o estudo e a adoção de novos modelos são importantes para favorecer a qualidade e a sustentabilidade do setor. Para isso, o grupo estudou critérios para transposição de tabelas de remuneração, cláusulas de negociação e informações e critérios de revisão de acordos, resultando em documento orientador para a transposição de tabelas que envolvam dispositivos médicos implantáveis.

Fórum – O setor de OPME mereceu especial atenção no 2º Fórum da Saúde Suplementar, realizado pela FenaSaúde, em novembro desse ano. “Tivemos uma excelente oportunidade de avaliar o que mudou após a denúncia. Debatemos sobre as mudanças no comportamento da indústria, da classe médica e das operadoras. E também como o Judiciário vem enfrentando as ações que muitas vezes se valem de expedientes desleais para auferir lucros na comercialização de materiais”, destacou a executiva.

Entre os dados apresentados no Painel sobre OPME, destacaram-se os números desse setor. O mercado mundial de implantes de coluna, por exemplo, movimentou, no ano passado, 12 bilhões de dólares, ou 20% do total dos implantes em ortopedia. A previsão é que até o ano 2020 haverá um crescimento anual de 5%, contra 2% dos implantes ortopédicos. Das quase 860 mil cirurgias de coluna realizadas no mundo, em 2015, dois terços usaram implantes.

Na América Latina o mercado de implantes de coluna movimentou 150 milhões de dólares, em 2015. E o Brasil com 27 mil cirurgias de coluna com implantes representou 83%. Prevê-se um crescimento anual no país de 7.5% até 2020. “Essa realidade demonstra a necessidade e a urgência em intensificar o combate às más práticas e fraudes, além do andamento efetivo das propostas elencadas: transparência de preços, nomenclaturas padronizadas, diretrizes de utilização de materiais, projeto de lei que criminaliza essas práticas, entre outros pontos”, conclui Solange Beatriz.

Acesse o estudo

Redução do DPVAT pode levar SUS a perder R$ 1,5 bi no orçamento

O colunista do O Globo, Lauro Jardim, informa que o SUS pode ter R$ 1,5 bilhão a menos no seu orçamento em 2017. A estimativa foi feita especialistas no setor de seguros, a partir de uma decisão tomada na sexta-feira pelo Conselho Nacional de Seguros Privados (CNSP), ligado ao Ministério da Fazenda.

O CNSP decidiu reduzir em 37,2% o valor do DPVAT, o seguro obrigatório pago anualmente junto com a primeira parcela do IPVA ou na Cota Única de carros, motos e caminhões.

Atualmente, o DPVAT arrecada cerca de R$ 8 bilhões por ano. Desse total, por lei, 50% é destinado ao SUS (os outros 50% às seguradoras). Com a redução definida na reunião de sexta-feira, estima-se que o SUS perderá em torno de R$ 1,5 bilhão por ano.

JLT espera maior interesse de investidor estrangeiro no setor de minério na AL

Mesmo com a crise das commodities, os investimentos estrangeiros no setor de mineração do Brasil e de outros países da América Latina devem crescer nos próximos anos. A razão, explica Marcelo Blanquier, diretor comercial especializado em mineração da JLT Brasil, são os crescentes problemas de segurança em áreas tradicionais de mineração da África e da Ásia, com regiões cada vez mais conflagradas, aumento do número de refugiados e dos riscos para os empregados das empresas.

Na avaliação de Blanquier, até para o mercado segurador, que vive de riscos, algumas regiões do planeta estão se tornando proibitivas. “Depois da questão ambiental, um dos maiores desafios para as mineradoras hoje é garantir a segurança dos trabalhadores. Já é complexo se considerarmos apenas os riscos da operação, e fica muito pior quando associamos a esses cenários geopolíticos mais conflagrados”, resume o diretor da JLT Brasil.

Leia o estudo aqui

Bradesco Seguros aprimora atendimento online de sinistro

Release

A Bradesco Seguros implantou melhorias no acompanhamento on-line do sinistro de auto por parte de segurados e corretores. O serviço aprimora o sistema já existente, permitindo o upload de documentos, disponibilização de orçamentos, de dados da apólice e do aviso do sinistro, além de chat para corretores.

Para acompanhar a evolução do processo de sinistro, basta ao segurado acessar o portal www.bradescoseguros.com.br, clicar na aba “Acesso”, “Auto”, cadastrar login e senha e clicar no menu “Meu Seguro Auto”, disponível à esquerda da página. Já o corretor poderá acompanhar o processo de seus clientes por meio do portal 100% Corretor (destinado exclusivamente aos corretores cadastrados no Grupo Segurador).

Nessa primeira fase, o novo layout permitirá ao Grupo Segurador aprimorar a qualidade do serviço e aproximá-los (segurado e corretor) ainda mais da marca Bradesco Seguros. “Trabalhamos na melhoria e em mudanças contínuas em serviços que agreguem cada vez mais valor e qualidade, garantindo a satisfação de quem mais importa: o cliente”, explica José Sergio Bordin, Diretor-Geral de Auto/RE do Grupo Bradesco Seguros.

Zurich pagará R$ 270 milhões para vender seguros na Via Varejo

ATUALIZADA EM 21 DE DEZEMBRO

O ano ainda promete muitas notícias de negócios no mercado segurador. A Via Varejo por meio da subsidiária Cnova Comércio Eletrônico contratou a Zurich Minas Brasil Seguros para vender seguro contra roubo, furto e quebra acidental de celulares, nos canais de venda que utilizem as marcas Casas Bahia e Ponto Frio e também seguro prestamista (exceto cartão de crédito), seguro de acidentes pessoais e seguro residencial nos canais de venda que utilizem e marca Ponto Frio.
Em contrapartida à exclusividade e a título de adiantamento de remunerações pela venda dos Produtos de Seguro, a Zurich pagará R$ 270 milhões que poderá ser compensado com vendas de Produtos de Seguro dentro dos próximos seis anos nos termos do Contrato de Distribuição, segundo comunicado divulgado na Comissão de Valores Mobiliários (CVM), na sexta-feira.

“Com este acordo, a Zurich espera agregar cerca de R$ 3 bilhões ao volume de negócios de afinidades no período do contrato (seis anos), consolidando a liderança neste segmento de mercado”, afirma Edson Franco, CEO da Zurich no Brasil, acrescentando ainda que “esta parceria com o maior varejista do Brasil permite a diversificação do nosso portfólio e fortalecimento dos canais digitais, acompanhando a evolução e tendência do mercado.”

Senado aprova projeto que inviabiliza novo seguro garantia, diz FenSeg

Fonte: Risco Seguro Brasil, por Oscar Röcker Netto

O Senado aprovou na terça-feira, 13/12, um projeto de lei que prevê alterações na lei de licitações no qual estão incluídas mudanças no seguro garantia. De acordo com Roque Mello, presidente da comissão de Crédito e Garantia da Federação Nacional de Seguros Gerais (FenSeg), o modelo aprovado inviabiliza a aplicação do novo seguro por parte das empresas do setor.

O texto (PLS 559/2013) do relator Fernando Bezerra (PSB-PE) estabelece pontos defendidos pelo mercado segurador. O principal deles é a ampliação do teto de cobertura do seguro, dos 5% atuais para 30% do valor da obra. Mas foram incluídos quatro itens que, segundo Mello, as seguradoras não têm condições de assumir.

O projeto segue agora para a Câmara dos Deputados, onde a FenSeg vai procurar levar “mais racionalidade” aos pontos criticados. “Não esperávamos um endurecimento tão grande no texto da lei. Fizemos um esforço muito grande para explicar os porquês de alguns pontos não poderem ser executados, mas foi em vão”, afirmou Mello à Risco Seguro Brasil.

Leia a íntegra no portal da Risco Seguro Brasil

Leia aqui

ARTIGO: Perspectivas para o seguro de carro em 2017

por Marcelo Blay, CEO e fundador da Minuto Seguros

Em 2016, presenciamos alguns fatos relevantes na politica e na economia. E dentre aqueles que impactam diretamente o mercado de seguro de carros, notamos o significativo aumento do volume de roubos e furtos de automóvel de forma generalizada em função da grande deterioração da segurança pública, tendo como expoentes midiáticos os estados do Rio de Janeiro e Rio Grande do Sul, além de locais que até então não eram tão afetados como cidades de porte menor em comparação com as grandes capitais.

A falência dos governos estaduais teve como uma de suas consequências negativas o aumento de criminalidade. Praticamente todas as seguradoras experimentaram o crescimento significativo da sinistralidade na carteira de seguro de automóvel, com um aumento que variou de 3% a 8,5%, de acordo com dados da SUSEP no acumulado de janeiro a outubro de 2016.

Observando o cenário macroeconômico que está se desenhando para 2017, temos alguns movimentos que impactarão as vendas e os balanços das seguradoras. Julgamos que os mais significativos serão: o processo de redução da taxa Selic afetando o resultado financeiro da aplicação das reservas; a demora para retomada do emprego, impactando negativamente a venda de veículos novos; e o dissídio salarial trazendo pressão de custos.

Com relação à indústria de seguros de automóveis, notamos diversos movimentos. Tais como o lançamento do Auto Popular por diversas seguradoras, buscando trazer para o mercado os tão desejados 70% de veículos que não têm seguro. E a continuidade do desenvolvimento de produtos mais simples, almejando o cliente que já possui seguro, mas está passando por um momento de revisão e redução de suas despesas.

O uso intensivo de telemática ainda está distante e sua eficácia permanece questionável, dado que o custo de implantação de mecanismos de coleta de dados é elevado e os benefícios em termos de discriminação de riscos até agora não são comprovados — além do fato de que o uso de informações do perfil de crédito do cliente são altamente diferenciadores de risco e já estão em curso há muitos anos com sucesso.

Espera-se um início de retomada de investimento na economia em geral, gerando emprego e, consequentemente, renda e consumo, a partir do 2o Semestre de 2017. A produção de automóveis já deu um salto de 20% de outubro para novembro, de acordo com a ANFAVEA. No entanto, grande parte deste aumento se deve à reposição de estoques para exportação e ao término de uma greve na cadeia produtiva de uma das principais montadoras instaladas no Brasil.

A tão falada desintermediação na venda de seguros não deve vir tão cedo, se vier. Alguns modelos de venda direta estão sendo testados, mas as reações do mercado não são encorajadoras. Os consumidores continuam demandando o atendimento humano feito por um profissional independente, o que garante a sobrevivência dos corretores, além do fato de este canal de venda ser mais barato para as seguradoras. No entanto, os corretores vão encarar o desafio de se provar necessários aos clientes, agregando valor através da consultoria técnica, especializada e profissional.

Começamos a ver algumas seguradoras se movendo no sentido de avaliar a experiência do usuário em todo o processo e não apenas na navegação em seu site. Os clientes de seguro ainda não têm uma visão positiva da experiência como um todo, desde a contratação e a vistoria prévia, passado pela emissão da apólice, endosso, assistência 24 horas, sinistros, etc. Algumas atividades já se encontram num patamar de excelência, enquanto outras ainda podem ser melhoradas.

Neste sentido, a solução dos problemas passa pela discussão com os corretores respeito dos principais pontos que causam desconforto para os clientes, bem como a busca de otimização de processos que poderiam reduzir o tempo de atendimento, assim como a redução de custos na cadeia como um todo. Estas economias poderiam ser transferidas para o preço, ajudando a aumentar a penetração do produto na base de clientes sem seguro.

A maior disseminação do seguro na sociedade continuará com o mesmo desafio da indústria por décadas: como criar produtos adequados ao perfil socioeconômico dos clientes, enfrentando aspectos regulatórios não tão flexíveis e, ao mesmo tempo, rompendo barreiras culturais a respeito da indústria? Ainda estamos longe do dia em que as pessoas entenderão que ter um seguro não é um mal necessário, pelo contrário. A maior penetração de seguros na população ilustra um amadurecimento da sociedade como um todo, que passa a pensar em como proteger seu futuro em comparação com o imediatismo que vemos hoje.

Cada vez mais o big data será importante não apenas em questões de precificação e subscrição de risco, mas também para a elaboração de estratégias de marketing mais eficazes. Com relação à cross-sell e up-sell, ainda não vislumbramos o tão esperado sucesso de diversificação da base de produtos comprados por nossos clientes que são basicamente monoproduto (seguro de auto apenas), dado que até hoje nenhuma estratégia se mostrou vencedora. Acredito que a proximidade das seguradoras com os corretores avaliando os erros e acertos até o momento poderia dar pistas para a construção de uma solução eficaz.

Finalmente, tendo ouvido diversos líderes do setor, pode-se esperar um crescimento da carteira de automóvel na faixa de 5 a 10%, dos mais pessimistas aos mais otimistas, parecendo haver consenso num avanço de 7%.

Sompo mantém investimento na marca para 2017

Francisco Caiuby Vidigal Filho, diretor-presidente da Sompo Seguros, manterá o investimento na divulgação da marca em 2017.

Peter Rebrin é o novo CEO da QBE Brasil

Release

A QBE anunciou hoje o nome de Peter Rebrin como novo CEO da QBE Brasil, a partir de 1º de fevereiro de 2017. Atualmente, Peter ocupa o cargo de CEO da operação da QBE em Porto Rico.

Peter será responsável por liderar a equipe da QBE Brasil na execução da Estratégia de Crescimento Rentável dos Mercados Emergentes, consolidando a posição de liderança em Seguros Massificados que a QBE ocupa hoje no mercado brasileiro e dando também continuidade ao desenvolvimento do negócio de Linhas Comerciais.

Totalmente alinhado com a visão da QBE de ser a seguradora que constrói as parcerias mais fortes com seus clientes, Peter estará a frente das operações da QBE no Brasil, trabalhando em estreita colaboração com nossos clientes e parceiros de distribuição.

Alessandro Jarzynski, Chief Underwriting Officer da América Latina, comentou: “A nomeação do Peter dá início a mais um ciclo importante no desenvolvimento das operações da QBE no Brasil. Peter traz muitos anos de experiência na indústria de seguros, tanto no Brasil quanto em outros países. Peter é um dos nossos maiores talentos na Divisão de Mercados Emergentes e tenho certeza de que Peter ajudará a expandir e consolidar os negócios da QBE no país e, junto com a talentosa equipe que temos, alcançar os objetivos ambiciosos que definimos para a QBE no Brasil.”

Peter uniu-se à QBE em 2014 vindo da Zurich, onde trabalhou como CEO Regional de P&C na América Latina e Diretor de Parcerias Globais. Ele tem uma vasta experiência em posições de liderança, estratégia e gestão. Peter trabalhou em vários países e também ocupou vários cargos de liderança na AIG, IMCO e CIGNA no Brasil.

Liberty Seguros vence Prêmio Inovação em Seguros da CNSeg

A Liberty Seguros foi a vencedora da categoria Produtos e Serviços do Prêmio Inovação em Seguros promovido pela CNSeg (Confederação Nacional das Empresas de Seguros). A seguradora foi escolhida pelo Programa Direção em Conta, que utiliza a telemetria para a precificação de seguros de automóvel.

O Direção em Conta é um programa de telemetria para a precificação do seguro de automóvel, que foi implementado em meados de 2015, e permite calcular o preço do seguro com base na forma como o motorista dirige. Atualmente, 35% das apólices comercializadas em pontos de venda onde o programa está disponível, aderem ao programa.

“A inovação tem sido uma das nossas diretrizes para a criação de novos produtos”, diz José Mello, superintendente de Inteligência de Marketing e Inovação. “Reconhecimentos como esse mostram que estamos no caminho certo e nos incentivam a criar produtos e serviços cada vez mais inovadores, que mudam a experiência dos nossos clientes”.