Swiss Re Corporate Solutions e TCS conquistam Prêmio Inovação em Seguros da CNseg

Fonte: Swiss Re

A Swiss Re Corporate Solutions e a TCS (Tata Consultancy Services) conquistaram o 2º lugar na edição 2016 do Prêmio Inovação em Seguros na categoria Processos. A cerimônia, realizada hoje no Rio de Janeiro, escolheu o projeto ‘Agro Field Inspection App’ como um dos mais inovadores do país. O aplicativo Agro Inspeções foi desenvolvido para apoiar as vistorias de campo, eliminando o uso de papel, padronizando o envio de imagens e utilizando satélite para a definição da área segurada. A expectativa é de que a tecnologia ajude a diminuir o tempo de contratação do seguro e traga mais precisão para as informações checadas in loco.

“Estamos bastante felizes com esse reconhecimento do mercado a uma iniciativa tão importante para o seguro agrícola. Acreditamos que esse é o primeiro passo entre novas possibilidades que esse tipo de tecnologia traz para o setor”, afirma José Cullen, Head Agro South America da Swiss Re Corporate Solutions.

Com o aplicativo, os dados coletados em campo são disponibilizados para o serviço de retaguarda da seguradora de forma mais estruturada e de acordo com um modelo de formulário digital específico para cada cultura agrícola. O sistema consegue eliminar ambiguidades e dados incorretos já no momento do preenchimento, no campo. Dentre os benefícios da informatização estão a qualidade dos dados, a segurança, a consistência, a padronização e a rapidez.

“Para nós é motivo de muito orgulho termos sido escolhidos como parceiro da Swiss Re Corporate Solutions no desenvolvimento dessa nova tecnologia. Esse prêmio é um reconhecimento muito importante ao trabalho que estamos fazendo junto aos nossos clientes e parceiros, criando soluções e serviços digitais inovadores e que impactam positivamente o mercado”, comemora Tushar Parikh, Country Head da TCS Brasil.

O aplicativo funciona online ou off-line e o preenchimento dos formulários, fotos e imagens de satélite são obtidos diretamente no dispositivo, podendo ser encaminhados por meio de uma conexão Wi-Fi ou conexão do celular. A Swiss Re Corporate Solutions projeta, até o fim do primeiro semestre de 2017, que 95% das inspeções sejam realizadas com o aplicativo.

Conheça os vencedores da 6a. edição do Prêmio Inovação em Seguros

Fonte: CNseg

Os vencedores da edição 2016 do Prêmio Antonio Carlos de Almeida Braga de Inovação em Seguros foram conhecidos nesta quinta-feira, 15 de dezembro, em cerimônia que contou com a presença dos principais líderes do mercado segurador brasileiro, realizada pela Confederação Nacional das Empresas de Seguros Gerais, Previdência Privada e Vida, Saúde Suplementar e Capitalização (CNseg), no Hotel Copacabana Palace. Os 109 trabalhos habilitados passaram por duas etapas de julgamento, sendo a primeira de avaliação individual e a segunda de defesa presencial dos projetos. Os primeiros, segundos e terceiros lugares de cada categoria receberão, respectivamente, prêmios de R$30 mil, R$15 mil e R$10 mil.

A categoria Processos foi a que recebeu o maior número de inscrições, totalizando 57 trabalhos, e após duas etapas de avaliação, o primeiro lugar ficou com o projeto “APP Rede UNNA”, de Carlos Roberto Montefusco, da empresa Odontoprev. O trabalho de autoria de Anna Bacelar, entitulado “Agro Field Inspector App”, da Swiss Re Corporate Solution em parceria com a empresa Tata Consultancy Services do Brasil conquistou o segundo lugar. Na terceira colocação “Casa Protegida: Regulação de Sinistro com WhatsApp”, de autoria de Alexandre de Souza Vieira, da seguradora Tokio Marine.

Na categoria Comunicação, o projeto “Plano de Comunicação de Combate à Corrupção” foi o vencedor. Ele é de autoria de Cassia Cristina Ferreira de Sousa Monteiro, da SulAmérica Seguros. Em segundo lugar ficou o projeto da Icatu Seguros, “O Arthur Vai Amar”, de Larissa Amado Osório de Almeida. O terceiro na classificação da categoria foi o trabalho “Somos Todos Ouvidores”, de Gisele Garuzi Oggioni de Araújo, da Bradesco Seguros.

O primeiro colocado em Produtos e Serviços foi o projeto “Telemetria: Direção em Conta”, o autor é José Luiz Pessoa de Mello, da Liberty Seguros. Na segunda colocação ficou o projeto de Waldir de Menezes Júnior, da Ifaseg Corretora de Seguros, “A Solução que o Mercado de Turismo Aguardava”. Em terceiro ficou o trabalho “Protector Bikes – Tecnologia e Inovação em um Único Produto”, de Fernando Figueiró Cantreras, da Argo Seguros Brasil.

Para o presidente da CNseg, Marcio Serôa de Araujo Coriolano o objetivo da premiação é incentivar os demais colaboradores do mercado segurador e aprimorar sua relação com os consumidores. “Iniciativas como o Prêmio de Inovação em Seguros buscam estimular todos aqueles que formam o setor a torna-lo mais dinâmico, para atender as demandas da população, que está sempre em evolução”, afirmou Coriolano.

Nesta edição, a Comissão julgadora foi composta pela economista Maria Eugenia Buosi; a Defensora Pública Estadual Patrícia Cardoso Maciel Tavares; o professor de economia da Unicamp Antônio Márcio Buainain; o gerente geral da Associação Palas Athena do Brasil, Julio Albuquerque Bierrenbach; o diretor da Associação Brasileira de Gerentes de Riscos e cronista do jornal Estado de S. Paulo, Antonio Penteado Mendonça; o presidente nacional do Brasilcon, Bruno Miragem; o economista Sergio Besserman; o professor de Direito Constitucional da FGV – RJ Joaquim Falcão; e o economista e professor da UFRJ Helio Portocarrero.

Coriolano enfatiza o ingresso de novos produtos no mercado diante do atual cenário político-econômico do País

Fonte: CNseg

Os avanços em relação à aprovação do Seguro de Vida Universal (Universal Life), tema que estará na pauta de amanhã do Conselho Nacional de
Seguros Privados (CNSP), e a retomada da discussão em torno da regulamentação do Previ Saúde estão entre as expectativas do setor de seguros brasileiro para o início de 2017. A afirmação foi feita pelo presidente da Confederação Nacional de Seguros Gerais, Previdência Privada e Vida, Saúde Suplementar e Capitalização (CNseg), Marcio Serôa de Araujo Coriolano, durante o tradicional almoço de confraternização das lideranças do mercado segurador realizado nesta quinta-feira, 15/12, no Rio de Janeiro.

Ainda no âmbito regulatório, Coriolano destacou o empenho da Superintendência de Seguros Privados (Susep) para que fossem concluídos, satisfatoriamente, os ajustes do Seguro Auto Popular e a tramitação do Seguro-Garantia para obras de infraestrutura no Congresso Nacional. O executivo também citou o encaminhamento da reforma da previdência pelo Poder Executivo e o estudo de um novo modelo para o Seguro Rural que se encontra em discussão em comissão governamental, já criada, e com participação da Federação Nacional de Seguros Gerais (FenSeg).

“Não há dúvidas de que o ano de 2016 que está se encerrando caracterizou-se como de extrema dificuldade para o país. Em todas as dimensões: na econômica, na política, na social, e na dimensão ética”, pontuou o executivo, ressaltando que todos os indicadores de desempenho da economia mostraram recuo: a produção industrial recuou 7,8%; a produção da indústria de transformação caiu 7%; a produção de bens duráveis caiu 18,6%; a fabricação de veículos reduziu-se em 17%; o financiamento imobiliário teve queda de 41,5%.

Segundo Coriolano, os analistas são unânimes em apontar a retração econômica de 2016 como a maior dos últimos 25 anos. “Os combustíveis de nossa indústria de seguros, o emprego, a renda e o produto, pioraram muito. O rendimento médio voltou a níveis observados ainda no início de 2013. A taxa de desocupação aumentou consistentemente, de 6,2% ao final de 2013 para os atuais 12%. Quanto ao produto, não há nenhuma aposta melhor do que uma queda de 3,5%. Entretanto, o setor deu mostras de resiliência, trimestre pós trimestre. Até outubro, o crescimento da arrecadação aproximava-se de 8%”, enfatizou.

O executivo reconhece que a equipe econômica do atual Governo empenhou-se em ações que, ao menos, contribuíram para impedir o progresso do ciclo de contração iniciado desde o segundo trimestre de 2014. “O comportamento altista da inflação foi contido, abrindo a possibilidade da retomada, pelo conselho monetário nacional, da redução da taxa de juros, embora ainda em nível inferior às expectativas dos agentes econômicos. Medidas de natureza estrutural estão sendo intentadas, como a emenda que permitiu o teto dos gastos públicos, a tramitação da emenda da reforma previdenciária, e o projeto de lei que deverá mudar o moroso processo de licitação de obras públicas”, concluiu.

José Ismar Torres é o novo presidente da seguradora Líder

José Ismar Torres é o novo presidente da Seguradora Líder, que administra o seguro DPVAT. O nome do até então diretor da Federação Nacional de Captilização (FenaCap) de 2011 a 2016 foi referendado hoje pelo Conselho de Administração da Seguradora Líder do Consórcio DPVAT e ainda aguarda a aprovação pelo órgão regulador. “Sinto-me muito honrado com o convite de presidir uma seguradora que tem como projeto um seguro inclusivo, que atinge 100% da população”, comenta cheio de orgulho o executivo.

Entre os desafios, Torres cita a urgência de melhorar a educação no trânsito. De 2005 a 2015, mais de 435.853 mil pessoas faleceram por acidentes no Brasil, segundo dados da seguradora. “Temos um papel importante para ajudar a mudar esse cenário. A educação no trânsito é uma das nossas principais pautas”, comentou.

O seguro DPVAT oferece cobertura por morte de R$ 13,5 mil e a mesma quantia para invalidez permanente , com R$ 2,7 mil em reembolso por despesas médicas e hospitalares. Amanhã o Conselho Nacional de Seguros Privados (CNSP) se reunirá. O reajuste, para cima ou para baixo, do DPVAT também está na pauta, tanto para os valores pagos pelos motoristas com também no valor da importância segurada que está estagnada desde 2008.

Em 2015, a seguraodora pagou 652.349 mil indenizações por acidentes de trânsito em todo o Brasil, 15% a menos que no ano anterior, de acordo com balanço divulgado em fevereiro deste ano. A maior queda foi registrada na cobertura de morte (19%), seguida de reembolso por despesas hospitalares (18%) e invalidez permanente (13%). Em valores, as indenizações chegaram a R$ 3,381 bilhões no ano passado.

Colocar o setor no centro da política pública é o mantra do setor para 2017, diz Coriolano

2016 se caracteriza como um ano difícil para o Brasil em todas as dimensões, da ética ao desenvolvimento da economia. Apesar dos pesares, o setor de seguros deu sinal de resiliência, afirma Marcio Coriolano, presidente da Cnseg, durante a abertura do almoço de confraternização dos líderes do setor e também de entrega dos prêmios da sexta edição do Prêmio Inovação em Seguros.

Segundo Coriolano, a expectativa do setor para 2017 é alcançar um crescimento entre 9% e 11% sobre 2016, que deve encerrar ao avanço de 10% sobre o ano anterior. O presidente da CNseg afirmou que o setor está preparado para os desafios de 2017. O nosso compromisso é contribuir para que o as pessoas, famílias, empresários e governos superem esta crise e sigam empreendendo e realizando seus sonhos. “O mantra da Confederação em 2017 seguirá sendo o de colocar o mercado segurador no centro da política pública, sendo protagonista do crescimento do país”, disse.

Uma notícia importante é que amanhã acontecerá uma reunião do Conselho Nacional de Seguros Privados (CNSP), que traz ânimo ao setor de ter a normatização tão esperada do produto Universal Life. O titular da Susep, João Mendanha Athaide, não pode comparecer em razão de uma cirurgia de cálculo renal, segundo informaram membros da sua equipe.

Alexandre Malucelli é premiado como líder do Estado do Paraná

Release

Na noite de 12 de dezembro, em São Paulo, o Grupo JMalucelli – representado pelo seu presidente Alexandre Malucelli, recebeu o PRÊMIO LÍDERES DO BRASIL 2016, na categoria LÍDER DO ESTADO DO PARANÁ, promovido pelo LIDE em São Paulo. Na ocasião, entre homenageados e convidados especiais, foi lançada a revista LÍDERES DO BRASIL 2016, com o perfil de cada empresa e gestor ganhador.

“Em nome de todos os componentes do Grupo JMalucelli, estamos muito agradecidos pela homenagem recebida através deste importante evento promovido pelo LIDE em São Paulo, na noite de 12 de dezembro, no Palácio dos Bandeirantes. Este prêmio – em que fomos agraciados na categoria LÍDER DO ESTADO DO PARANÁ entre os LÍDERES DO BRASIL 2016, vem nos incentivar ainda mais na jornada diária desta difícil missão empresarial em que todos os setores estão atravessando, devido o momento de grandes mudanças econômicas, entre outas, dentro do nosso país”. Alexandre Malucelli, presidente do Grupo JMalucelli.

CCJ aprova reforma da Previdência; comissão especial será instalada em fevereiro

Fonte: Agência Câmara – Lucio Bernardo Junior

A Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ) da Câmara dos Deputados aprovou, na madrugada desta quinta-feira (14), a admissibilidade da reforma da Previdência (Proposta de Emenda à Constituição 287/16, do Executivo). Foram 31 votos favoráveis e 20 contrários à PEC. O texto seguirá para análise de uma comissão especial a ser criada na Câmara dos Deputados.

Como parte de um acordo entre líderes partidários, essa comissão especial só será instalada após o recesso parlamentar e a eleição da nova Mesa Diretora da Câmara, em fevereiro. “Mesmo que haja convocação extraordinária em janeiro, isso não muda nosso acordo”, declarou o líder do governo, deputado Andre Moura (PSC-SE).

O relator da proposta, deputado Alceu Moreira (PMDB-RS), votou pela admissibilidade da matéria e defendeu a necessidade de uma reforma para, segundo ele, evitar que a Previdência se torne insolvente na próxima década. “Nasce menos gente e vivemos muito mais, teremos que necessariamente achar uma saída porque essa conta não fecha”, disse.

Ausência de cálculos

Logo após o voto do relator, o deputado Alessandro Molon (Rede-RJ) questionou a ausência de cálculos demonstrando a situação real da Previdência, a fim de que os deputados possam sugerir mudanças para equilibrar as contas caso realmente haja deficit.

Molon questionou pontos da reforma, como aumentar de 15 para 25 anos o tempo mínimo de contribuição. “A maioria absoluta das pessoas não consegue comprovar esse período de contribuição e, normalmente, são os mais pobres, que trabalham na informalidade”, comentou.

Muitos deputados, apoiados por institutos de pesquisa previdenciária, afirmaram que não haveria rombo se o dinheiro destinado à Previdência fosse, de fato, entregue para esse fim. “Se não houvesse a DRU, que retira 30% dos recursos previdenciários para aplicar em outras áreas, não haveria rombo nenhum”, apontou o deputado Arnaldo Faria de Sá (PTB-SP). O deputado calcula que, apesar das dificuldades de 2015, a seguridade social teve superavit de R$ 22 bilhões.

Necessidade

Aos críticos da medida, o deputado Betinho Gomes (PSDB-PE) lembrou que a ex-presidente Dilma Rousseff já planejava uma reforma da Previdência, inclusive com o aumento da idade mínima exigida para a aposentadoria. “Há necessidade de acharmos o equilíbrio entre as contas do País e o direito daqueles que contribuíram durante toda a vida. Se há pontos errados, vamos melhorar a proposta, mas uma reforma precisa ser feita”, afirmou.

O deputado Arthur Oliveira Maia (PPS-BA) também ressaltou que os parlamentares poderão alterar a proposta. Ele destacou que é preciso criar um sistema que seja igual e comum para todos. “Dez anos atrás, tínhamos dez trabalhadores para cada aposentado, mas atualmente esse número caiu para sete trabalhadores para cada aposentado”, informou. “E o IBGE prevê que, em dez anos, serão apenas três trabalhadores para cada aposentado. É óbvio que essa conta não fecha”, acrescentou.

Como já havia ocorrido na segunda-feira, a reunião que começou nesta quarta e só terminou na madrugada desta quinta-feira (15) foi tensa e tumultuada. Para atrasar os trabalhos, os partidos de oposição utilizaram novamente requerimentos de obstrução, inclusive a tentativa de apreciar antes uma proposta (PEC 227/16) do deputado Miro Teixeira (Rede-RJ) que prevê eleições diretas para presidente e vice-presidente da República caso os dois cargos fiquem vagos até seis meses antes do final de seus mandatos. Hoje, esse prazo é de dois anos.

IRB Brasil RE comemora cinco anos na Argentina

Release

O IRB Brasil RE, líder em resseguros no Brasil, está comemorando os cinco anos de inauguração de seu escritório na capital argentina – em funcionamento desde setembro de 2011. A companhia recebeu, em um evento especial, os principais representantes do mercado segurador, na última terça-feira, dia 13, em Buenos Aires. Além dos funcionários do escritório de Buenos Aires, a comemoração contou com as presenças do presidente Tarcísio Godoy, do vice-presidente de Resseguros José Carlos Cardoso, da vice-presidente de Riscos e Compliance Lucia Valle, e do gerente geral do escritório em Buenos Aires, Vandro da Cruz.

Com mais de 70 seguradoras em carteira, incluindo processos de subscrição de contratos e de facultativos, a sucursal portenha concentra as operações em toda América Latina, atendendo aos mercados do Uruguai, Paraguai, Bolívia e Chile. As principais linhas de negócio são nos ramos de Incêndio, Vida, Garantia e Agrícola que, juntas, respondem por 80% dos prêmios emitidos por lá.

Para Tarcísio Godoy, nenhuma parceria se sustenta no longo prazo se não é uma via de mão dupla e o escritório em Buenos Aires prova isso desde a sua inauguração. “O IRB trabalha em Buenos Aires com o firme propósito de promover o fortalecimento da economia local e de todo o Mercosul. Brasil e Argentina são as maiores economias da região e essa união é fundamental. Hoje, vivemos um novo período de mudanças e faço questão reafirmar o compromisso com nossos vizinhos”, reforça o presidente da companhia.

De acordo com o executivo, ter uma base própria local traz diversas vantagens em relação aos demais resseguradores, pois fortalece a gestão de negócios e as relações pessoais com os corretores e companhias de seguros, sem a interferência do idioma. Outro aspecto favorável é que traz maior capacidade de subscrição para dar respostas rápidas aos clientes.

“O mercado argentino é um pólo de oportunidades para o desenvolvimento dos nossos negócios e ampliação das nossas fronteiras. Estamos bem posicionados no mercado latino-americano e atuamos com as principais seguradoras locais e internacionais. Além disso, somos vistos pelos nossos clientes como parceiros que levam solução e inovação para o negócio. Queremos continuar nesse caminho dedicando toda nossa competência, know how, comprometimento e busca pela excelência para manter esta confiança e parceria”, avalia Cardoso.

A comemoração aconteceu no espaço cultural El Zanjon e teve o conceito “Unidos no hay fronteras”, expressão que reforça a superação de negócios e as fronteiras geográfica-culturais dos dois países. O potencial de união entre Brasil e Argentina será lembrado também através de uma exposição com momentos históricos em que ambos países estiveram juntos. Esse recorte cronológico foi desenvolvido pelo historiador argentino Gustavo Daniel Salceek, especializado nas culturas brasileira e argentina.

Swiss Re Corporate Solutions desenvolve solução inédita no setor de seguros

Release

A Swiss Re Corporate Solutions desenvolveu o aplicativo Agro Inspeções, o primeiro do Brasil para a subscrição de riscos voltado ao seguro agrícola. O objetivo é apoiar as vistorias de campo, eliminando o uso de papel, padronizando o envio de imagens e utilizando satélite para a definição da área segurada. A expectativa é de que a tecnologia ajude a diminuir o tempo de contratação do seguro e traga mais precisão para as informações checadas in loco.

Segundo José Cullen, diretor de seguros rurais da Swiss Re Corporate Solutions, com o aplicativo, os dados coletados em campo são disponibilizados para o serviço de retaguarda de forma mais estruturada e de acordo com um modelo de formulário digital específico para cada cultura agrícola. “O sistema consegue eliminar ambiguidades e dados incorretos já no momento do preenchimento, no campo. Dentre os benefícios da digitalização estão a qualidade dos dados, a segurança, a consistência, a padronização e a rapidez. Economizamos horas, e em alguns casos até dias de trabalho nos processos de subscrição e monitoramento”, afirma o executivo.

No mercado em geral, as inspeções de campo são realizadas com formulários de papel, sujeitos a diversas fragilidades como rasuras, extravio e preenchimento com resultados ambíguos, inválidos ou com letras ilegíveis. Outro problema é a entrega desse material, uma vez que a cada vistoria, os documentos precisam ser enviados por correio ou digitalizados em computador.

Com a nova ferramenta, todas essas dificuldades são superadas. Os croquis das áreas seguradas, antes feitos à mão, agora são construídos com imagens via satélite. A aplicação também possui um banco de dados de cada cliente, o que agiliza ainda mais as inspeções, uma vez que não é preciso recuperar o histórico em arquivos físicos.

O aplicativo funciona online ou off-line e o preenchimento dos formulários, fotos e imagens de satélite são obtidos diretamente no dispositivo, podendo ser encaminhados por meio de uma conexão Wi-Fi. “O aplicativo centraliza, em uma única plataforma, todas as ferramentas necessárias anteriormente para uma vistoria: câmeras digitais, papeis, scanners e laptops. Assim, os técnicos saem da lavoura com todo o material preenchido e pronto para envio, sem a necessidade de reter informações para preenchimento posterior ou retrabalhos por rasuras e não conformidades”, diz Cullen.

A Swiss Re Corporate Solutions projeta, até o fim do primeiro semestre de 2017, que 95% das inspeções sejam realizadas com o aplicativo, reduzindo o tempo do ciclo de cada transação comparado com o modelo atual, queda significativa no custo operacional, padronização dos dados e agilidade dos processos.

O aplicativo foi desenvolvido em parceria com a Tata Consultancy Services (TCS), empresa líder em soluções de negócios, consultoria e serviços de TI. Juntas, a Swiss Re Corporate Solutions e a TCS inscreveram a novidade na edição 2016 do Prêmio Inovação em Seguros realizada pela CNseg (Confederação Nacional das Empresas de Seguros Gerais). O projeto foi classificado como um dos finalistas na categoria Processos. O vencedor será revelado durante a cerimônia de premiação no dia 15/12.

Companhia aérea Lamia anuncia indenizações para vítimas de tragédia

Agência Efe

A companhia aérea boliviana Lamia anunciou nesta quarta-feira que iniciará os trâmites perante sua seguradora para indenizar os sobreviventes e familiares dos mortos na queda do avião que transportava a delegação da Chapecoense no último dia 28 de novembro na Colômbia.

O montante da indenização para cada vítima é de US$ 165 mil, segundo o estabelecido no Convênio Internacional sobre Aviação Civil, afirmou à Agência Efe por telefone de Santa Cruz o advogado da Lamia, Nestor Higa.

As solicitações de indenização devem ser efetuadas nos escritórios da Lamia em Santa Cruz juntando os documentos que correspondam segundo o caso (falecidos ou feridos), acrescentou.

O advogado disse que no caso das vítimas de nacionalidade brasileira se requer a “declarativa de herdeiros e atestado de óbito” traduzidos ao castelhano e legalizados no consulado boliviano no Brasil.

Segundo Higa, a linha aérea já estabeleceu contato com a empresa seguradora, mas para continuar com o trâmite, primeiro deverá tramitar perante a procuradoria boliviana a devolução de certos documentos que foram confiscados pelos investigadores durante a operação de busca e apreensão nos escritórios da Lamia na semana passada.

O advogado também pediu que o Ministério Público estorve os lacres de segurança que colocou nos escritórios da companhia aérea para que os funcionários possam atender estes requerimentos.

O avião da Lamia, no qual viajavam jogadores e dirigentes do Chapecoense, além de jornalistas e tripulantes, caiu no dia 28 denovembro perto da cidade colombiana de Medellín supostamente após ficar sem combustível.

No acidente morreram 71 dos 77 passageiros do avião e sobreviveram três jogadores, dois tripulantes e um jornalista. Dentro das investigações na Bolívia, na semana passada foi preso o diretor-geral da Lamia, Gustavo Vargas Gamboa, acusado por diversos crimes, entre eles o de homicídio culposo.

Também foi enviado à prisão seu filho, Gustavo Vargas Villegas, que sendo diretor de Registro Aeronáutico Nacional da Direção Geral de Aeronáutica Civil (DGAC) autorizou em 2014 a importação e matrícula provisória do avião da companhia aérea.

O Ministério Público também indiciou o diretor de Operações de Lamia, Marco Antonio Rocha Venegas, e a ex-técnica aeronáutica Celia Castedo, que fez um relatório sobre as irregularidades no plano de voo do avião no aeroporto de Viru Viru, em Santa Cruz, antes que decolasse.

Rocha saiu do país rumo ao Paraguai dias antes do acidente, enquanto Castedo, que pediu refúgio no Brasil, denunciou que foi objeto de pressões de seus superiores na entidade de administração aeroportuária onde trabalhava para mudar o conteúdo de seu relatório.