Caixa comemora captação de previdência aberta

A Previdência da Caixa Seguradora fechou 2016 com recordes. O faturamento foi de R$ 7,4 bilhões, alta de 34% em relação a 2015. As novas vendas chegaram a R$ 4,5 bilhões, 49% a mais que no ano passado. Apenas em dezembro, foram R$ 507,6 milhões em novas vendas.

“Crescemos acima do esperado”, afirma a diretora de Previdência, Rosana Techima, que explica: “Foi um ano de juros altos no país e nossos produtos estavam muito atrativos para investidores. Os planos de pagamento único tiveram grande procura”.

As discussões e o envio da proposta de reforma da Previdência ao Congresso foram outros fatores que contribuíram com o aumento das vendas. “As pessoas passaram a se preocupar mais com o futuro. Sabem que com a reforma precisarão complementar a renda para a aposentadoria”, explica Rosana.

Produtos segmentados

No segundo semestre, a empresa reformulou o plano voltado para crianças, o Prev Crescer. As vendas então dispararam e em novembro e dezembro foram dez vezes maiores do que nos primeiros meses do ano.

Primeiro plano do país exclusivo para mulheres, o Prev Mulher cresceu 57% em relação a 2015. O produto garante uma consulta e um exame ginecológico anual às clientes e oferece indenização de R$ 50 mil para mulheres que engravidarem de gêmeos, trigêmeos ou mais por fecundação natural.

Fórum Econômico Mundial pede a reforma da economia para a volta da estabilidade social

Com o apoio da seguradora Zurich e da corretora Marsh, o Fórum Econômico Mundial elaborou o tradicional relatório Global de Riscos, sempre divulgado dias antes do encontro anual de Davos, na Suíca. Neste ano, a décima segunda edição do estudo destaca os cinco principais fatores que estão determinando o cenário de riscos global. A crescente desigualdade e estagnação do crescimento da economia; as mudanças climáticas; a polarização crescente da sociedade; o aumento da dependência cibernética; e o envelhecimento da população.

Entre as consequências dos riscos destacados, o estudo cita o desemprego e subemprego, a profunda instabilidade social, a migração involuntária em larga escala, o colapso ou crise do Estado, a falha na mitigação e adaptação às mudanças climáticas, as crises de água e a falha da governança nacional, criando a insegurança social e o conflito interestadual com consequências regionais.

A 12ª edição do Relatório Global de Riscos é publicada em um momento em que tendências sociais e econômicas profundamente enraizadas se manifestam de forma cada vez mais disruptiva em todo o mundo. A persistente desigualdade, particularmente no contexto de fraqueza econômica global comparativa, pode comprometer a legitimidade do capitalismo de mercado. Ao mesmo tempo, o aprofundamento da polarização social e cultural pode comprometer os processos nacionais de tomada de decisões e obstruir a colaboração global vital, conclui o relatório.

A tecnologia continua a oferecer a esperança de soluções para muitos dos problemas que o mundo enfrenta. Mas o ritmo da mudança tecnológica também tem efeitos perturbadores: eles vão desde a interrupção dos mercados de trabalho, passando pela automação, até exacerbando as divisões políticas, incentivando a criação de comunidades rígidas de cidadãos com idéias semelhantes. “Precisamos melhorar a gestão da mudança tecnológica e precisamos fazê-lo rapidamente.

Acima de tudo, temos de redobrar os nossos esforços para proteger e reforçar os nossos sistemas de colaboração global. Em nenhum lugar isso é mais urgente do que em relação ao meio ambiente, onde avanços importantes foram feitos no ano passado, mas onde muito mais ainda está por fazer. Este é um momento febril para o mundo. Enfrentamos riscos importantes, mas também oportunidades para fazer um balanço e trabalhar juntos para encontrar novas soluções para os nossos problemas comuns. Mais do que nunca, este é um momento para todas as partes interessadas reconhecerem o papel que podem desempenhar exercendo uma liderança responsável e responsiva em riscos globais”, finalizam os autores.

“Vivemos tempos agitados em que o progresso tecnológico também cria desafios”, disse Cecilia Reyes, CRO da Zurich, durante a apresentação do relatório, em Londres. “Os governos já não podem fornecer níveis históricos de proteção social, e uma narrativa contrária ao establishment ganhou força, com novos líderes políticos culpando a globalização pelos desafios das sociedades, criando um círculo vicioso em que baixo crescimento econômico apenas amplifica a desigualdade.”

Leia o relatório em inglês

SulAmérica irá presentear clientes, parceiros e colaboradores em datas imprevisíveis

Release

Neste ano, a SulAmérica, maior seguradora independente do País, presenteia colaboradores, corretores, prestadores e clientes com um calendário de mesa em formato inovador. Durante todos os meses do ano, o calendário destaca um “dia imprevisível”, data em que serão sorteados prêmios-surpresa por meio de um QR code.

A ação traz um reforço à atual campanha da seguradora, com o conceito “A vida é imprevisível, e isso é muito bom”. Para participar, basta utilizar um leitor de QR code do smartphone, apontando o aparelho para o código presente no calendário. Automaticamente aparecerá uma mensagem informando se ela foi ou não sorteada, além de instruções para o recebimento do prêmio.

calendário

“Apostamos em uma ação inovadora que traz interatividade a um objeto tradicional das nossas vidas. Buscamos uma forma criativa de reforçar a mensagem do imprevisível que temos trabalho nas nossas comunicações e, assim, nos aproximamos das pessoas de maneira divertida ao longo do ano”, explica o diretor de marketing da SulAmérica, Zeca Viera.

As datas dos “dias imprevisíveis” variam a cada mês e os prêmios são relacionados a datas comemorativas e períodos específicos, como feriados, férias e estações do ano.

Gente nova no pedaço

Um grupo segurador conhecido como um dos principais especialistas em riscos do mundo se junta ao mercado brasileiro a partir da amanhã. Depois de alguns meses formando uma equipe de executivos de ponta, os detalhes serão divulgados amanhã aos parceiros e clientes. Vamos aguardar!

Liberty Seguros patrocina vigésima edição do Troféu Cidade de São Paulo

A Liberty Seguros patrocina a vigésima edição do Troféu Cidade de São Paulo, uma das provas de atletismo mais tradicionais da cidade. A corrida acontece no dia 25 de janeiro, a partir das 7h30, com largada no Obelisco do Parque Ibirapuera. Nesta data, a cidade de São Paulo celebra os seus 463 anos.

Os participantes da prova podem optar por quatro modalidades: corrida geral (10 km ou 6,1 km), caminhada (6,1 km) e corrida para portadores de necessidades especiais (10 km). As inscrições devem ser realizadas até o dia 21 de janeiro no site http://www.trofeucidadedesaopaulo.com.br/.

Ao final da prova, os corredores poderão participar de uma sessão de recovery boot, uma técnica de recuperação que pode auxiliar na prevenção de lesões musculares, oferecida pela Liberty Seguros. Os participantes também poderão conhecer o Liberty Truck, um caminhão multifuncional que percorre o Brasil apresentando novidades da seguradora.

“Acreditamos que cuidar da saúde é uma das maneiras mais eficientes para se levar uma vida mais segura”, diz Patricia Chacon, Diretora de Marketing e Estratégia da Liberty Seguros. “Patrocinar eventos como o Troféu São Paulo e oferecer aos nossos segurados serviços como o de personal fitness e o de assistência nutricional, nos ajudam a alcançar esse objetivo”, finaliza.

Os 10 riscos que preocupam os executivos em 2017

Quais os dez riscos que mais preocupam o mundo? O estudo Barômetro de Riscos, publicado pela Allianz Global Corporate and Specialty (AGCS), resseguradora especializada em riscos diversos, traz a resposta após ter entrevistado mais de 1,2 mil profissionais de risco que atuam em mais de 50 países. A interrupção dos negócios, ou lucro cessante no jargão do setor, lidera o ranking como o principal risco para as empresas globais em 2017. Volatilidade, ataque cibernético, catástrofes naturais e as mudanças regulatórias seguem entre os cinco maiores riscos globais.

No Brasil, o risco de interrupção de negócio ocupa o primeiro lugar do ranking, seguido pelo temor com o ambiente macroeconômico, risco cibernético e corrupção.

Segundo o estudo, os executivos de seguros têm grandes desafios, como ofertar coberturas mais adequadas ao perfil de risco dos clientes globais, destacando o segmento de interrupção de negócios sem danos físicos. Também em destaque no estudo o temor com a gestão Donald Trump, que assume o comando dos Estados Unidos. Em entrevista ontem, o magnata assustou o mundo com a dose de protecionismo, que pode trazer volatilidade ao mercados, segundo item da lista global de temor. Instabilidade macroeconômica, incêndios, riscos políticos, perda de reputação e valor da marca, bem como novas tecnologias também estão entre os desafios e preocupações mais citados pelos executivos entrevistados.

Leia aqui o estudo completo, em inglês

Livro: “Ação direta da vítima no seguro de responsabilidade civil”

Um dos temas mais discutidos atualmente é a ação direta das vítimas contra as seguradoras nos seguros de responsabilidade civil contratados pelos causadores dos acidentes ou responsáveis. Podem ou não as vítimas acionar diretamente as seguradoras? A matéria divide opiniões de juristas. O Superior Tribunal de Justiça veio admitindo a ação da vítima somente contra a seguradora, deixando de lado os segurados. As seguradoras fizeram muitos esforços nos tribunais para evitar a ação direta. O STJ manteve a ação direta, mas, há poucos anos, passou a exigir que as ações das vítimas contra as seguradoras também sejam propostas contra os segurados.

O Projeto de lei nº 3.555/2004, que acaba de ser aprovado na Câmara dos Deputados, e que aprovado no Senado será a primeira lei de contrato de seguro brasileira, prevê que os segurados devem informar às vítimas e seus beneficiários a respeito dos seguros de responsabilidade civil que tenham contratado, para permitir que as seguradoras sejam acionadas.

Há um conflito entre os interesses das seguradoras e os interesses das vítimas e dos segurados. A doutrina brasileira acaba de ganhar a primeira obra específica sobre o assunto, intitulada “Ação direta da vítima no seguro de responsabilidade civil”, do advogado Gustavo de Medeiros Melo, sócio do escritório Ernesto Tzirulnik Advocacia. Editada pela Contracorrente, tem prefácio de Nelson Nery Júnior e apresentações de Ernesto Tzirulnik e do Juiz do Tribunal Europeu José Carlos Moitinho de Almeida.

Mongeral Aegon quer conquistar mais clientes com SP Prevcom

A Assembléia Legislativa de São Paulo autorizou a SP Prevcom, fundação de previdência complementar estatal paulista, a gerir planos de outros municípios, Estados e até mesmo da União. A notícia foi comemorada pela Mongeral Aegon, parceira da fundação fundada em 2011 e que tem 19,3 mil participantes e administra recursos de R$ 564 milhões.

Na parceria, a Mongeral Aegon é responsável por ofertar aos servidores os riscos de morte e invalidez. No caso de morte deixa a família amparada. Para o no caso de invalidez, o produto tem como objetivo complementar a reserva que ele não conseguiu formar pelo fato de ter ficado inválido.

Segundo o diretor comercial da seguradora, Osmar Navarini, com a sanção do Projeto de Lei nº 800/2016 pelo governador Geraldo Alckmin, a SP-Prevcom poderá oferecer para outros municípios e estados plano de previdência complementar para aqueles servidores que têm remuneração acima do teto do INSS. A Reforma prevê que as prefeituras e estados poderão montar um fundo ou se associar a outro já existente, como é o caso da SP-Prevcom.

Caso a SP-PREVCOM ganha contratos para administrar aposentadorias de municípios, é natural que conte com a parceria de sucesso já existente com a Mongeral Aegon para a distribuição do plano, acredita o diretor da seguradora, que tem 14 mil participantes da Prevcom como clientes.

A medida traz mais segurança à situação financeira dos fundos públicos. “Tudo é uma questão de contas públicas. Os estados e municípios não pagarão para novos servidores aposentadorias acima do teto do INSS, o que, de alguma forma, em determinado tempo, ajudará no equilíbrio previdenciário destes entes”, diz.

Para criar um fundo existe a necessidade de aprovação com a Previc, além de outras exigências e de contar com uma estrutura operacional e de pessoal que podem onerar o estado ou município. Os entes que decidirem por se associarem a um modelo já criado ganhariam eficiência operacional por contarem com uma estrutura com expertise em estrutura que já funciona, explica Navarini.

O que esperar da Reforma da Previdência? Para Navarini, embora a Reforma traga restrições para o trabalhador, fica mais próxima do que é lá fora. “Está alinhada com as tendências mundiais, principalmente com a idade mínima para se aposentar”, finaliza.

Mongeral Aegon completa 182 anos de atuação no Brasil

A Mongeral Aegon, seguradora mais antiga do Brasil, celebra 182 anos hoje, no dia 10 de janeiro, com atuação no setor de seguro de vida e previdência privada. Desde então, a companhia tem como compromisso orientar o brasileiro sobre planejamento financeiro. Com mais de 60 unidades distribuídas nas capitais de todo o país, a Mongeral Aegon é reconhecida pelo Governo Federal como pioneira em previdência no Brasil e já ultrapassou a marca de 2 milhões de clientes em 2016, contabilizando mais de R$ 270 bilhões de capital segurado.

“Neste dia em que completamos 182 anos, muito nos orgulha olhar para trás e ver a história tão bonita que construímos baseada na realização de um trabalho sério e em muita confiança e foco nos nossos clientes. Temos pela frente um cenário muito positivo e de oportunidades, principalmente no momento em que o país discute temas tão importantes para a sociedade, como, por exemplo, a Reforma da Previdência. Estamos certos de que, mais uma vez, a nossa solidez e a experiência no planejamento familiar e financeiro serão fundamentais para apoiar os brasileiros que buscam um futuro tranquilo”, pontua Helder Molina, presidente da Mongeral Aegon.

Há sete anos, a companhia associou-se ao grupo internacional Aegon, uma das maiores empresas de seguro, previdência e investimentos financeiros do mundo, com sede na Holanda. A diversificação e expansão dos negócios deu origem ao Grupo Mongeral Aegon, que engloba as seguintes empresas: Mongeral Aegon Seguros e Previdência, Mongeral Aegon Fundo de Pensão, Mongeral Aegon Investimentos (MAI), Mongeral Aegon Administração de Benefícios e o recém-criado Instituto de Longevidade Mongeral Aegon. Atualmente o grupo possui 1.200 funcionários e 4.000 corretores parceiros.

ARTIGO: O fim da era dos aplicativos no mercado de seguradoras: sua empresa está preparada?

por Fernando Wosniak Steler é empreendedor Endeavor, fundador e CEO da Direct.One.

Os aplicativos móveis definitivamente fazem parte de nossas vidas. Desde março de 2008, quando Steve Jobs finalmente deixou de relutar contra a abertura da plataforma do iPhone para a comunidade de desenvolvedores, os apps chegaram para ficar. Vale dizer que Steve Jobs sempre será lembrado por ser um visionário; no entanto, ele também ficará marcado por ser loucamente controlador e temer que, ao abrir a sua plataforma para terceiros, a qualidade dos seus aparelhos começaria a ser questionada.

Com a entrada da Google nesse mercado, os aparelhos Android já nasceram com um apelo mais aberto e mais barato, definindo, de uma vez por todas, a consolidação dos smartphones como “o computador pessoal” mais utilizado do planeta. E o resto é história. De 2008 para cá, os números do mercado de smartphones vêm se mostrando astronômicos, sendo todos na casa dos bilhões: bilhões de usuários, bilhões de aparelhos, bilhões de downloads de aplicativos etc.

Um aplicativo para qualquer coisa

Todo esse cenário fez com que as empresas não ficassem paradas. Agora todo mundo quer ter o seu próprio aplicativo nas mãos dos clientes, desde as maiores instituições financeiras do mundo, até o menor mercadinho de esquina. As grandes empresas estão sonhando com o autoatendimento, já que suas operações de call center consomem centenas de milhões de reais e, ainda por cima, são extremamente criticadas. Afinal, quem gosta de ligar para um telemarketing?

Retenção e engajamento de aplicativos móveis

Vamos a dura realidade das empresas: é muito difícil emplacar um Mobile App! Os clientes até instalam os aplicativos das empresas com que se relacionam, mas acabam não encontrando relevância e deixam de usá-los ao longo do tempo, partindo para a desinstalação. Por outro lado, aplicativos sociais como Facebook e Instagram, ou mesmo Apps de mensagens, como o WhatsApp ou Messenger, permanecem nos smartphones das pessoas e são utilizados todos os dias; quem sabe até todas as horas.

Essa é uma briga perdida para as empresas. E para piorar, os usuários precisam de espaço em seus smartphones para guardar fotos e vídeos. Ah, e não vamos esquecer que os usuários estão sempre buscando por mais recursos para instalar as novidades que não param de surgir, como Snapchat, Pokémon GO, Tinder e afins.

No primeiro trimestre de 2015, de acordo com a BI Intelligence, a utilização dos Apps de Mensagens ultrapassou os de redes sociais.

OS APLICATIVOS DE MENSAGENS INSTANTÂNEAS OU MESSAGING POSSUEM UM ÍNDICE DE QUASE SEIS VEZES MAIS ENGAJAMENTO E FIDELIDADE DO QUE OS APLICATIVOS EMPRESARIAIS.

E por saber disso, Mark Zuckenberg anunciou, no último F8, o evento anual do Facebook para desenvolvedores, que acontece todos os anos no mês de abril, em Palo Alto, Califórnia, a abertura da plataforma do Messenger para as empresas. Pelo menos por enquanto, o Facebook deixou claro que não abrirá as APIs do WhatsApp para desenvolvedores, por apostar que a ferramenta deve ser usada apenas por pessoas físicas. Por enquanto mesmo, pois já foram acenadas mudanças em um post oficial no blog do WhatsApp.

E isso não tem volta. Os aplicativos de empresas tendem a cair em desuso, já que a quantidade de aplicativos que um indivíduo será incentivado a instalar deve ser cada vez maior. Mas vamos aos fatos, pense nos possíveis aplicativos móveis das empresas que você se relaciona no dia-a-dia:

Você precisa instalar o aplicativo do seu banco, claro;
Você pode ter mais de uma conta bancária em outro banco, então, você terá que baixar outro aplicativo bancário;
O aplicativo do cartão de crédito é separado, então, baixe mais um;
Tem aquela App da Fintech da moda também, então baixe mais um ou dois;
Tem o aplicativo da sua seguradora, que você pode ter mais de uma;
Se você viaja, precisa dos aplicativos das companhias aéreas e de comparação de preços de hotéis;
Tem também os aplicativos do cinema, shopping, e-commerces, trânsito, revistas, streaming de vídeo etc.
Enfim, lá se vão dezenas e dezenas de aplicativos instalados no seu smartphone e, no final do dia, acabamos abrindo somente o Facebook e o WhatsApp, de hora em hora, deixando os aplicativos das empresas esquecidos, sem engajamento e sem fidelidade nenhuma.

Veja este exemplo real: estes dias viajei para o exterior e comprei um seguro viagem com a minha operadora de viagens. Fui incentivado pela agência a baixar o aplicativo da seguradora só para ver os contatos da assistência e para poder baixar minha apólice do seguro. Entrei na App Store, baixei o aplicativo, abri, fiz um cadastro e naveguei pelo App para consultar as informações e nunca mais voltei ao App. Um mês depois de ter voltado de viagem, vi aquele ícone lá parado e sem uso em meu smartphone. Não hesitei em desinstalar o aplicativo, a jornada do cliente não se mostrou eficaz, porque eu posso viajar novamente e ter que refazer todo esse processo. Novamente.

E essa é umas das razões pelas quais a GUI [Graphical User Interface] está mudando para CUI [Chat User Interface], baseado em robôs de atendimento, conhecidos como Bots – abreviação de robots. Pense no simples processo de ter acesso aos telefones de assistência da seguradora e de fazer o download da apólice de seguro, citado anteriormente. Veja como seria bem mais simples:

Ao comprar o seguro, recebo do Bot da minha seguradora um e-mail ou SMS com um link para “bater papo” no Facebook Messenger;
Clico e recebo em meu Messenger as informações. Pronto!
Se caso for viajar novamente em outra data, é só chamar a seguradora para um bate papo.
Ninguém precisa de nada mais que isso. E se caso acontecer algum problema no curso da viagem, é só chamar novamente a seguradora para bater um papo; e um Bot me responde em poucos segundos, por exemplo:

Cliente: “O que é um Endosso?”
Bot da Seguradora: “Endosso é um documento que promove alterações no contrato de seguro vigente. Uma modificação, alteração ou correção.”
Cliente: “Então quero fazer um Endosso, pois acabei de mudar de endereço.”
Bot da Seguradora: “Claro, poderia me passar seu novo CEP…”
Perguntas como “Qual o valor da minha franquia?” ou “Quando vence a minha Apólice?” não precisam ser respondidas por seres humanos. Se caso a solicitação for complicada, uma pessoa real entra no Chat e passa a responder. Caso a solicitação for ainda mais complexa e urgente, dá para fazer uma ligação pelo próprio Messenger para um atendente, que deverá ter um perfil de consultor e que poderá, inclusive, conversar por vídeo chamada. Simples assim.

A conversa começou com uma comunicação pelo e-mail e terminou no Messenger de forma multicanal e sem aplicativos. Na verdade, já existem lojas de comércio eletrônico que vendem produtos por Chatbots. Apesar de parecer difícil entender como um “App como Chat” funciona, considere estes exemplos reais e faça um teste:

Inclua a CNN no seu Facebook Messenger para receber notícias diárias. Clique aqui https://www.messenger.com/t/cnn/ e pergunte: “What about Brazil? Gostou da resposta?

Você pode conversar com o presidente dos EUA no Messenger! Clique aqui https://www.messenger.com/t/WhiteHouse/ e deixe seu oi para o Obama.

E também pode perguntar sobre o tempo para o Poncho clicando aqui https://www.messenger.com/t/hiponcho/.

Chame o esquilinho Hipmunk https://www.messenger.com/t/hipmunk/ e pergunte para ele “I’m flying from Sao Paulo, Brazil, 01/10 to 01/22. Could you help me?” e veja só a resposta.
Note também o seguinte:

Nos EUA, algumas pessoas já podem solicitar um Uber via Facebook Messenger, veja como funciona aqui https://www.youtube.com/watch?v=Dj4f1d-EZy4&feature=youtu.be;
Os mais de 600 milhões de usuários do WeChat podem enviar dinheiro via Western Union por chat desta forma https://www.youtube.com/watch?v=AuLm9bHet1c&feature=youtu.be;

O futuro da interação com clientes está no controle das máquinas.

A evolução da interface de Messaging está na interação dos usuários com Bots providos de Inteligência Artificial [AI] e tecnologias como NLP, da sigla em inglês que quer dizer Processamento de Linguagem Natural, e outras técnicas como Text Mining, Análise de Sentimentos, Machine Learning, Deep Learning, NLU etc. Essas tecnologias vêm evoluindo a cada dia, desde o sistema de Chatbot chamado Eliza, datado de 1966, que já se esforçava para conseguir bater o teste de Turing.

Recentemente, o Bank of America Merrill Lynch previu que em 2025 o impacto da AI na economia será de 14 a 33 trilhões de dólares. A McKinsey disse, em um estudo recente, que a AI está contribuindo para a transformação da sociedade acontecer 10 vezes mais rapidamente e 3 mil vezes mais impactante do que na revolução industrial. Logo, os investimentos estão acontecendo: em 2015, por exemplo, os investidores colocaram U$ 8,5 bilhões em empresas de AI, 16% mais do que no ano anterior e 4 vezes mais do que em 2010.

A Internet das Coisas está fazendo com que os produtos ou serviços possam conversar com as pessoas. A quantidade abundante de dados disponíveis na nuvem já está fazendo com que o Big Data se torne ainda mais onipresente. É claro que os Apps de empresas não vão acabar, mas irão se tornar cada vez mais desafiados. O Facebook Messenger possui hoje 1 bilhão de usuários. WhatsApp, Telegram, Slack, Kik, WeChat etc. não param de crescer.

Apesar das grandes corporações gastarem algumas dezenas de bilhões de dólares anualmente com suas operações de Call Center, os seus clientes já estão usando aplicativos de mensagens para conversar com elas; quer as empresas queiram ou não. O ecossistema das comunicações multicanal acaba de ganhar mais um importante meio de relacionamento interativo. Bem-vindo a era da conversação por Bots.

Sobre a Direct.One:

A Direct.One viabiliza o processo de transformação digital para envio de mensagens e documentos transacionais entre corporações e seus clientes, simplificando a geração, entrega e análise de comunicações multicanal, tanto digitais quanto impressas.

A plataforma em nuvem da Direct.One funciona como um orquestrador de comunicações multicanal e CCM, que utiliza Inteligência Artificial para personalização das comunicações com clientes.

Fundada em 2012, tem em seu portfólio de clientes as maiores empresas nos mercados de seguro, saúde, financeiro, varejo e telecomunicações. Importantes instituições nacionais e internacionais reconheceram a qualidade das soluções da Direct.One com mais de 16 prêmios conquistados, como: Ciab FEBRABAN, DMA Echo, Amauta, ABEMD, ADVB, Correios e CNseg. Também foi reconhecida pela revista americana CIO Review como uma das 100 empresas mais promissoras em Big Data de 2016 e foi selecionada pela Endeavor Global em 2015.