Catástrofes naturais causaram perdas econômicas de US$ 201 bi em 2016

315 eventos de catástrofes naturais ocorreram em 2016 e geraram perdas econômicas de US$ 210 bilhões. Para o contexto histórico, 2016 foi o sétimo ano com custos mais elevados, com a perda econômica combinada ultrapassando US$ 200 bilhões pela primeira vez desde 2013.

Segundo o Relatório Anual Global sobre Catástrofes e Catástrofes 2016 divulgado hoje pela Aon, os três principais perigos – inundações, terremotos e condições meteorológicas severas – somaram 70% de todas as perdas econômicas no ano passado. Embora pelo menos 72% das perdas de catástrofes ocorram fora dos Estados Unidos, ainda representam 56% das perdas globais seguradas.

Em geral, apenas 26% (US$ 54 bilhões) das perdas econômicas globais foram cobertas por seguro, devido a uma maior porcentagem de danos ocorridos em áreas com menor penetração de seguros. Houve pelo menos 34 desastres naturais que causaram mais de US$ 1 bilhão em danos econômicos em todo o mundo, embora apenas 11 desses eventos tiveram perdas seguradas. Cerca de 30 desses eventos de bilhões de dólares está relacionada com o clima e apenas nove tinham perdas seguradas em ou acima de US$ 1 bilhão.

Steve Bowen, diretor de previsão de impacto e meteorologista, comenta no estudo que depois de um declínio nas perdas de catástrofe durante os quatro anos anteriores, 2016 marcou um aumento nos custos da cobertura para eventos climáticos para a economia global. “Os dados e análises neste relatório ajudarão as empresas, as comunidades, os governos e a indústria de re/seguros a se prepararem melhor e ajudarem a mitigar os riscos de catástrofes relacionadas com o clima”, acredita o executivo.

Veja os principais destaques do estudo:

– Uma série de terremotos de abril no Japão foi o evento mais caro tanto economicamente (US$ 38 bilhões em perdas) quanto para o setor de seguros (US$ 5,5 bilhões)

– Seis dos 10 maiores eventos de perda com seguro mais onerosos ocorreram nos Estados Unidos, incluindo o furacão Matthew e vários surtos de tempo severo

– Pelo quarto ano consecutivo, a inundação foi o maior perigo global em US$ 62 bilhões (30% do total). Os eventos de inundação mais significativos foram ao longo da bacia do rio Yangtze na China (US$ 28 bilhões em danos) e no estado de Louisiana (US$ 10-15 bilhões em perdas)

– Uma entrada notável nos cinco principais prejuízos segurados foi para um perigo “secundário” – incêndios florestais – em Fort McMurray, no Canadá, que custou à indústria cerca de US$ 3 bilhões

– Os Estados Unidos experimentaram 14 eventos de perda econômica de bilhões de dólares e a região Ásia-Pacífico experimentou 13 desses eventos – em comparação com quatro na região da EMEA e três nas Américas.

Leia o estudo em inglês

BR Insurance contrata Flávio Alexandre de Sá com diretor de operações

A BR Insurance contratou Flávio Alexandre de Sá como diretor de operações para reforçar seu time de profissionais. Graduado em Administração de Empresas e com MBA em Gestão Empresarial pela FIA-USP, o executivo atuou por quase duas décadas diretamente com o segmento de saúde. O profissional traz em sua bagagem atuação em importantes companhias, como Porto Seguro e Allianz, com expertise em áreas como subscrição, produtos, sinistros, atendimento a clientes, autorização prévia, centrais médicas, seguro odontológico e ocupacional, dentre outras que envolvem o segmento de seguro saúde. Além disso, nessas companhias, o executivo também era responsável pelo relacionamento com a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS).

Com a nova contratação, a BR Insurance, corretora que possui mais de R$ 2 bilhões em prêmios emitidos, dará continuidade à sua estratégia de unificação de suas unidades e crescimento da companhia. De acordo com o presidente da BR Insurance, Luiz Roberto de Salles Oliveira, “a chegada de um profissional com o gabarito do executivo Flávio, além de fortalecer nossa filosofia de trabalho, vai tornar nossa empresa ainda mais preparada para os desafios futuros”, comenta.

Programa “Porteiro Amigo do Idoso” já capacitou 2,4 mil profissionais de portaria

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De hoje a quinta-feira, a cidade de São Paulo recebe uma nova turma do programa “Porteiro Amigo do Idoso”, iniciativa pioneira do Grupo Bradesco Seguros que visa a capacitar profissionais de portaria a oferecer soluções e cuidados adequados às necessidades de moradores idosos. Com metodologia de ensino desenvolvida pelo Senac RJ, as aulas – inteiramente gratuitas – serão realizadas nos dias 17, 18 e 19 de janeiro, entre 13h30 e 17h30, no bairro República – Av. Ipiranga, 313. Os interessados podem se inscrever pelo site www.vilavelha.com.br/longevidade ou pelo telefone (11) 3226-9780.

Criado a partir de pesquisa realizada pelo Grupo Bradesco Seguros com cidadãos longevos do bairro de Copacabana, que apontou o porteiro como o “melhor amigo do idoso”, o programa “Porteiro Amigo do Idoso” – presente nos estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Espírito Santo – integrou este ano duas novas cidades: Santos e Juiz de Fora, que receberam sete das 36 turmas realizadas pelo programa em 2016.

Desde 2010, o programa já passou por 11 municípios, incluindo as capitais dos quatro estados da Região Sudeste. Na capital paulista, foram treinados 583 porteiros, e em todo o estado, 865, incluindo, ainda, cidades como Campinas, Ribeirão Preto e Santo André. No início de 2017, mais 11 capacitações serão realizadas nas cidades de São Paulo, Rio de Janeiro e Vitória, fechando a atual fase do programa.

A metodologia de ensino inclui uma vivência para que os alunos aprendam a se colocar no lugar dos idosos. Óculos para dificultar a visão, pesos nos pés e aparelho auricular, entre outros artifícios, são utilizados de forma que os porteiros sintam as limitações da idade e reflitam sobre as dificuldades enfrentadas pelos mais velhos. Para participar do programa, o porteiro deve estar autorizado pelo síndico.

De acordo com a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad), divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), em 2013, a população de idosos no Brasil (60 anos ou mais) era de aproximadamente 26,1 milhões de indivíduos, equivalente a 13% do total. Até 2050, a estimativa é que esse universo triplique, o que significa que, para cada grupo de dez pessoas, cerca de três serão idosas.

Lançado em Copacabana, no Rio de Janeiro, o programa chegou, dois anos mais tarde, ao bairro de Higienópolis, em São Paulo, escolhido por apresentar uma das maiores concentrações de idosos da capital paulista, cuja população acima de 60 anos corresponde, segundo o IBGE, a 11,8% do total de habitantes.

“O programa “Porteiro Amigo do Idoso” faz parte do compromisso do Grupo Bradesco Seguros com ações que incentivem a conquista da longevidade com qualidade de vida, saúde e bem-estar. Além disso, essa iniciativa colabora para que os porteiros se tornem ainda mais amigos dos idosos e entendam o processo de envelhecimento em todos os seus aspectos”, explica Eugênio Velasques, Diretor do Grupo Bradesco Seguros.

O “Porteiro Amigo do Idoso” foi desenvolvido pelo Grupo Bradesco Seguros, sob a orientação do médico e pesquisador em saúde pública Alexandre Kalache, conselheiro sênior sobre Envelhecimento Global da Academia de Medicina de Nova York (The New York Academy of Medicine) e ex-coordenador de programas de envelhecimento da Organização Mundial da Saúde (OMS). Considerado uma das maiores autoridades internacionais em gerontologia, Kalache é consultor do Grupo Segurador para questões relacionadas à longevidade.

Pesquisa realizada pelo Instituto para o Desenvolvimento do Investimento Social (IDIS) com os participantes do curso revelou que 86% tiveram suas expectativas superadas, 92% avaliaram o programa “Porteiro Amigo do Idoso” como ótimo e 92% o recomendariam a outros profissionais.

Golden Cross lança aplicativo para associados

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A Golden Cross lança hoje, dia 17/01, um aplicativo que oferece recursos e funcionalidades online para os associados. A iniciativa faz parte de uma série de projetos voltados à virtualização e modernização da operadora e que vêm sendo implementados desde o ano passado.

Disponível nos sistemas Android e IOS, a ferramenta permite que o cliente tenha acesso a diversos serviços direto de aplicativos móveis, como celular e tablets, de forma simples e rápida. Carteira digital e busca de rede referenciada são algumas das funções disponíveis.

“O associado Golden Cross também poderá acompanhar o status das liberações de senhas de atendimento pelo aplicativo. Além disso, será possível consultar a 2ª via de boleto para pagamento e, na próxima atualização prevista para março, o usuário poderá enviar o pedido de reembolso. Com essa iniciativa, queremos melhorar a experiência dos nossos clientes e facilitar a interação com a operadora”, explica o diretor Comercial e de Marketing Cláudio Brabo.

CNseg recebe o Ministro do Planejamento para debater o Seguro de Acidentes do Trabalho

Fonte: CNseg

Na última sexta-feira, dia 13 , a CNseg manteve, em sua sede, reunião com o Ministro do Planejamento, Dyogo de Oliveira. O encontro foi pedido pelo Ministro para debater os primeiros resultados de proposta, por ele solicitada ao Presidente da Confederação, sobre a participação privada no Seguro de Acidentes do Trabalho.

O Ministro estava acompanhado do secretário-executivo do Ministério, Esteves Colnago, e do assessor, Marcos Ferrari. O tema foi exposto pelo Presidente da CNseg, Marcio Coriolano, e por integrantes da comissão especialmente formada, coordenada por Luiz Tavares: o ex-Vice Presidente da SulAmérica, Oswaldo Mário Pêgo de Amorim Azevedo, o Presidente do IRB-Re, Tarcísio Godoy, e o assessor da Presidência do IRB-Re, Antonio Paulo Vogel de Medeiros. A Diretora de Relações Institucionais da CNseg, Míriam Mara Miranda, também acompanhou a reunião. A comissão especial de CNseg conta, ainda, com a colaboração do consultor Ricardo Bechara e do assessor Armando Grasso.

A proposta preliminar despertou grande interesse do Ministro, que declarou ter pressa para equacionar um modelo que contribua para melhorar a eficiência do seguro e reduzir o patamar de despesas do Governo Federal. A comissão da CNseg prosseguirá os estudos em conjunto com o Ministério. A proposta da CNseg também foi encaminhada para a apreciação do Ministério da Fazenda e da Susep.

Estudo calcula perdas com desastres naturais

Fonte: Portal CNseg

Os desastres naturais ocorridos no Brasil entre 1995 e 2014 produziram perdas bilionárias, segundo novo estudo divulgado pelo Banco Mundial e o Centro de Estudos e Pesquisas sobre Desastres, da Universidade Federal de Santa Catarina. Foram extraordinários R$ 182,8 bilhões em prejuízos acumulados no período, dos quais R$ 137,3 bilhões se referem a impactos nos serviços públicos e privados, na agricultura, na pecuária e na indústria. Já R$ 45,4 bilhões restantes referem-se a danos na infraestrutura, nas habitações e nas instalações de saúde, ensino e comunitárias, por exemplo.

O Relatório de Danos Materiais e Prejuízos Decorrentes de Desastres Naturais no Brasil, o primeiro do tipo em escala nacional, informa que os prejuízos anuais reportados no período foram superiores a R$ 9 bilhões. Ou seja, danos causados por secas, inundações, vendavais e outros desastres custaram ao país cerca de R$ 800 milhões mensais.

O levantamento, na opinião de Frederico Pedroso, especialista do Banco Mundial, derruba a percepção de que o país não sofre com desastres. Via de regra, o Brasil não é um país exposto a perigos naturais extremos. Mas temos outros problemas, tais como um planejamento e um controle urbano muito ineficientes. Isso leva à ocupação humana em locais não propícios e consequentemente a desastres. E como o nosso estudo aponta, a somatória dos impactos tanto econômicos quanto humanos desses desastres acaba sendo extremamente relevante para as diferentes esferas de governo.

Rafael Schadeck, consultor do Banco Mundial e pesquisador da UFSC, detalhou os problemas mais comuns em termos de desastres naturais. Os desastres mais comumente reportados pelos municípios são aqueles do grupo climatológico, que são aqueles de evolução mais gradual, mais lenta, como seca e estiagem. Eles representam 48% dos registros e ocorrem com maior frequência nas regiões Nordeste e Sul do País. Em segundo lugar, vem o grupo hidrológico, que são os desastres relacionados ao excesso de chuvas. E eles ocorrem com maior frequência na Região Sudeste do País, representando 39% dos registros da pesquisa. Também são levados em conta os eventos relacionados a vendavais e granizo, entre outros, informa, acrescentando que os resultados são apresentados em mapas temáticos e em gráficos, fornecendo dados e estatísticas relevantes aos gestores públicos, pop ulação, academia e setor privado.

Advance Medical projeta dobrar de tamanho em 2017 e atingir 1 milhão de vidas no Brasil até 2020

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Líder global em Aconselhamento Médico Personalizado como ferramenta de gestão em saúde populacional corporativa, a Advance Medical, completa dois anos de sua operação no Brasil, projeta dobrar de tamanho no país em 2017 e pretende atingir um milhão de vidas até 2020.

As informações são do CEO da companhia no país, Caio Soares. “Somos pioneiros no mundo na prestação deste serviço e estamos desde meados de 2014 inaugurando este mercado no Brasil, país estratégico aos planos de expansão da companhia na América Latina, afirma.

Médico formado pela Faculdade de Medicina da USP, com especializações em administração de saúde na FGV e Catastrophe Management pela Harvard Medical School, antes de ser convidado para tocar os projetos da Advance no Brasil, Caio Soares ocupou por seis anos o cargo de diretor médico da operadora de planos de saúde Premium Omint.

Fundada em 1999, em Barcelona, a Advance Medical conta hoje com 35 milhões de vidas em carteira e deve registrar faturamento global de EUR 350 milhões em 2016. Com escritórios em Barcelona, São Paulo Boston, Budapeste, Lisboa, Londres, Santiago e Xangai, a companhia mantém pontos de apoio em mais de 50 países.

A operação brasileira da Advance conta atualmente com mais de 150 mil vidas atendidas, entre colaboradores e dependentes de empresas clientes de grande porte, como Renault, Google, Hospital Sírio Libanês, Suzano Papel e Celulose, entre outras. “Fecharemos 2016 com crescimento de 44% ”, afirma Soares. A companhia também oferece suporte para grandes clientes globais do grupo

A estratégia de crescimento da empresa no país é focada em companhias com mais de 1.500 funcionários, dos mais variados setores. O serviçooferece resultados do chão de fábrica à alta direção e entre os principais argumentos estão a redução de custos em saúde, que pode chegar a 15% após um ano de atendimento. “Ofertamos aos nossos clientes relatórios de custos evitados nos casos que gerenciamos. Não raramente estes recursos superam em três vezes o investimento anual demandado pelos serviços da Advance Medical.

Estudo global da Advance revela que os casos mais graves ou de alta complexidade representam 20% do total de casos registrados atendidos pelas empresas e respondem, em média, por 80% dos custos. E, para piorar ainda mais o cenário, 50% dos casos de gravidade moderada podem se tornar de alta complexidade.

Para entregar o que promete, a Advance acompanha sistematicamente as ocorrências de saúde, dos casos mais simples aos mais graves. O serviço é acionado pelo paciente que recebe orientações médicas e outras categorias de profissionais de saúde especializados como enfermeiros, nutricionistas e outros. São acompanhadas demandas desde dietas alimentares, gripes e resfriados, assim como as maisgraves, entre elas doenças cardiovasculares, cânceres e outras.

“Temos resultados significativos. Resolvemos aproximadamente 50% dos casos pela nossa plataforma de atendimento composto por médicos de família e enfermeiros especializados. Evitamos visitas desnecessárias ao Pronto Socorro, além de reduzirmos cerca de 30% do volume de cirurgias, as desnecessárias”, destaca Soares.

Já os casos mais complexos recebem pareceres de especialistas de referência ligados a hospitais e centros médicos reconhecidos no Brasil e internacionalmente. E é neste ponto que está o segredo do negócio cujo objetivo final é oferecer o melhor da medicina e, consequentemente, impactar nos custos com a saúde.

“A natureza do nosso serviço é apoiar os pacientes e seus médicos na tomada de decisões corretas. Por outro lado, as empresas também se beneficiam evitando gastos desnecessários com diagnósticos equivocados ou incompletos, além de tratamentos inadequados. Acaba sendo sempre benéfico para todos os envolvidos”, garante.

Para auxiliá-lo na estruturação da Advance e para implementar a estratégia de expansão da companhia, Soares conta com Jean Marc Nieto. O executivo, com MBA pela IESE Business School,registrou passagens pela consultoria IHS, além de companhias do setor financeiro como American Express e Banco Votorantim,

O segmento de gestão de saúde populacional corporativa vêm apresentando crescimento vertiginoso mundo afora também como tendência em benefícios corporativos. “Nossas análises de mercado demonstram que o setor tem crescido a taxas anuais acima de 30% na Europa e nos Estados Unidos nos últimos cinco anos. Devemos viver esse boom no Brasil em breve. Não somente as empresas querem o serviço, mas os trabalhadores também.”, aposta Nieto.

Para o executivo, o gestor de Recursos Humanos que pretende assumir uma postura mais estratégica junto ao seu negócio pode e deve utilizar o serviço como atração e retenção de talentos, mas o seu grande desafio é engajar seu público interno a usar a ferramenta como um apoio relevante na tomada de decisões em saúde. Jean Marc Nieto adianta que todo marketing da companhia para 2017 seguirá essa linha de atuação, trabalhando o conceito de colocar a decisão nas mãos do paciente e estimulando as pessoas a buscarem mais informações sobre este benefício.

Apesar de ainda ser novidade no país, o serviço de orientação médica telefônica e segunda opinião médica já são oferecidos por algumas seguradoras e operadoras de planos de saúde. Porém, a qualidade técnica, a isenção e a independência da Advance são vistas como diferenciais tanto para pacientes, empresas clientes e para os médicos que prestam serviços na condução dos casos. “Nossos pareceres são emitidos por profissionais altamente especializados, completamente independentes e que não têm vínculos com gestores e pagadores das despesas, garantindo a melhor solução para pacientes por meio da prática da boa medicina”, ressalta Caio Soares.

Na Advance, os casos mais complexos, diagnósticos e tratamentos recomendados são analisados e recebem pareceres de especialistas de referência ligados a hospitais e centros médicos reconhecidos internacionalmente, entre eles Harvard Medical School, Johns Hopkins Hospital, MD Anderson Center, MayoClinic, Universidade de Hamburgo, Cleveland Clinic, Massachusets General Hospital.

No Brasil, a maior parte dos especialistas que prestam serviço para Advancetambém é ligada a centros de medicina de ponta, como aFaculdade de Medicina da USP, UNIFESP, Hospital Sírio-Libanês, Hospital Israelita Albert Einstein, Hospital Alemão Oswaldo Cruz, entre outros. “Contamos com mais de 15 mil médicos especialistas conectados em todo o mundo. É a maior rede global independente”, pontua.

Mongeral Aegon anuncia vencedores do Galo de Ouro no próximo dia 21 em cerimônia no RJ

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A premiação do Galo de Ouro, uma das campanhas mais tradicionais do mercado segurador, terá início no próximo dia 20 de janeiro, quando a Mongeral Aegon reconhecerá os corretores parceiros e os funcionários de vendas que foram destaque no segundo semestre de 2016 no hotel Grand Hyatt, na Barra da Tijuca, Rio de Janeiro.

Na noite do dia 21, os finalistas ao troféu do Galo de Ouro serão anunciados em uma festa de emocionar. Desde 2014, a companhia adotou o formato ‘Oscar’ e revela os vencedores durante a cerimônia. Este ano, a campanha premiará 15 participantes, que ganharão R$ 13 mil cada e uma viagem com acompanhante para Portugal.

O diretor Comercial da Mongeral Aegon, Osmar Navarini, ressalta a importância deste tipo de incentivo aos profissionais envolvidos. “É um momento muito esperado e tradicional para a Mongeral Aegon, em que celebramos as conquistas do ano que passou, além de reconhecer profissionais tão importantes para o sucesso da nossa companhia: nossos corretores parceiros e colaboradores.”

O papel das seguradoras, as relações de consumo e a responsabilidade civil dão o tom da semana na Rádio CNseg

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Afinal, as seguradoras só vendem? “O papel fundamental das empresas de seguros é formar garantias para que o comprador dos produtos e serviços das seguradoras tenha certeza de que vai receber o que contratou.” A afirmação é do presidente da Confederação Nacional das Empresas de Seguros Gerais, Previdência Privada e Vida, Saúde Suplementar e Capitalização (CNseg), Marcio Serôa de Araujo Coriolano. O executivo acredita que, embora as empresas de seguro tenham como trabalho último a comercialização e a venda de produtos e serviços, existe uma longa cadeia anterior a isso. Coriolano concorda que há uma troca entre a proteção, a segurança e a tranquilidade, de um lado, e os volumes de indenizações, benefícios e resgates pagos, de outro. “A cadeia longa de várias atividades começa pela atividade fundamental, que é identificar o cálculo adequado do risco para cada uma das proteções, ou seja, quanto custará o risco de cada seguro”, finaliza.

No quadro ‘Entrevista Especial’, a consultora da CNseg e especialista em Direito do Consumidor, Maria Stella Gregori, contextualiza o consumidor sobre o que vem a ser a responsabilidade civil do transporte aéreo nas relações de consumo e o que se observa a partir do Código de Defesa do Consumidor (CDC). “É uma lei protetiva e que trouxe como um direito básico do consumidor a efetiva reparação integral dos seus danos.” Ela explica que, no caso das empresas aéreas, ao praticarem qualquer atividade no mercado de consumo, devem ter o cuidado de não provocar nenhum risco à vida, à saúde e à segurança do consumidor. “Caso contrário, a empresa incorrerá em responsabilidade civil e terá que garantir uma indenização ao consumidor.”

Em linha com a programação, o presidente da Comissão de Responsabilidade Civil da Federação Nacional de Seguros Gerais (FenSeg), Marcio Guerrero, fala na terça-feira ao espaço ‘Conheça os Seguros Gerais’ sobre o papel da seguradora e do segurado na responsabilidade civil e sobre a relação entre esses públicos. “A relação de responsabilidade civil envolve, além das partes seguradora e segurado, uma terceira pessoa, que é o prejudicado, no caso de um acidente, ocorrência ou erro”, explica. Guerrero alerta para a transparência das informações. Os questionários normalmente utilizados são a ferramenta empregada para a avaliação de riscos e meio pelo qual as seguradoras conhecem, em um primeiro momento, a atividade e a profissão do segurado. Nesse mesmo dia, a dúvida de um ouvinte será esclarecida por um especialista no quadro ‘Qual é a dúvida?’.

Na quarta-feira, vai ao ar entrevista com o gerente de marketing da Icatu Seguros, Rodrigo Padová, para o ‘Momento da Inovação’. O executivo falará sobre o projeto “Os bebês da virada”, que entra em seu segundo ano consecutivo. O objetivo é ressaltar a importância do planejamento financeiro das famílias. É uma campanha promocional, mas com viés educacional e instrutivo muito forte. A ideia é que as pessoas conheçam o funcionamento dos produtos de seguros de forma lúdica.” Nesse mesmo dia, o espaço ‘Entenda os Seguros de Pessoas’ abordará temas referentes aos seguros de vida e de pessoas.

O diretor executivo da Federação Nacional de Saúde Suplementar (FenaSaúde), José Cechin, falará na quinta-feira sobre mutualismo em saúde suplementar: “Um conjunto de pessoas com interesses comuns, que decidem se proteger contra eventualidades. E contribuem mês a mês, com um montante, para um fundo.” Nesse mesmo dia, no espaço ‘Sustentabilidade’, serão veiculadas matérias sobre o tema.

Encerrando a semana, o presidente da Comissão de Produtos da Federação Nacional de Capitalização (FenaCap) e superintendente de produtos de capitalização da SulAmérica, Natanael Castro, falará das funções do sorteio de capitalização e seu grande diferencial. “O sorteio estimula tanto a pessoa que está acumulando quanto a empresa que está adquirindo uma série de capitalização.” Natanael explica, também, a dinâmica dos sorteios. Na ‘Dica do Consultor’, o especialista em educação financeira e consultor da Federação Nacional de Capitalização (FenaCap), Álvaro Modernell, orienta as famílias para a compra de material escolar mais barato. Ele afirma que o que mais gera resultado e economia é antecedência, planejamento e paciência.

Diariamente, a Rádio traz, ainda, boletins de serviço, notícias do setor, da economia e da política do país, além da programação musical. A grade completa está disponível em http://radio.cnseg.org.br.

Rádio CNseg

A Rádio CNseg é uma das 21 ações transformadoras propostas pelo Programa de Educação em Seguros da CNseg, e tem por objetivo ampliar os canais de diálogo do setor de seguros com a sociedade e esclarecer a população sobre os fundamentos e características dos produtos oferecidos pelos segmentos de seguros, previdência privada, saúde suplementar e capitalização. Exclusiva para plataforma online, a Rádio é transmitida por meio do site radio.cnseg.org.br, ou pelo aplicativo, disponível nas lojas virtuais para smartphones.

Markel, que já atua em resseguro, chega ao Brasil para vender seguros

Mais uma seguradora para atuar no Brasil. Desta vez quem chega ao país é a Markel, que já atua em resseguro e agora passa a disputar o programa de seguros das empresas brasileiras, uma vez que é conhecida mundialmente como especialista nos mais diversos riscos. Tem no comando o ex-presidente do IRB Brasil Re, Leonardo Paixão, segundo fontes consultadas para fazer parte da equipe. Por enquanto, temos a circular da Susep, autorizando o funcionamento da companhia, com capital de R$ 48 milhões, para operar seguros de danos e pessoas em todo o território nacional.

Vamos solicitar entrevista para contar mais detalhes, como saber a expectativa de atuação no país onde o segmento de grandes riscos enfrenta um cenário praticamente sem novos negócios devido a parada de investimentos e uma grande avalanche de pedidos de indenizações. Segundo corretores entrevistados, os executivos que atuam em grandes riscos estão praticamente se dedicando a regulação de pagamento de indenizações, enquanto aguardam a retomada dos investimentos em infraestrutura.

A seguradora integra um grupo com quase 90 anos de história e é uma das 500 maiores corporaçōes dos EUA, segundo a lista da revista “Fortune 500”. Segundo fontes, o grupo vai trabalhar nichos de mercado que demandam alta capacidade técnica, tanto trazendo produtos que a Markel já opera ao redor do mundo quanto desenvolvendo no Brasil produtos específicos para o mercado brasileiro.

Segue a íntegra da circular da Superintendência de Seguros Privados

Secretaria- Geral

Portaria nº 6.780 de 12 de Janeiro de 2017

O SUPERINTENDENTE DA SUPERINTENDÊNCIA DE SEGUROS PRIVADOS – SUSEP, no uso da competência delegada pelo Ministro de Estado da Fazenda, por meio da Portaria n. 151, de 23 de junho de 2004, tendo em vista o disposto no artigo 74 do Decreto-Lei n. 73, de 21 de novembro de 1966 e o que consta dos processos Susep 15414.611013/2016-90 e 15414.612789/2016-27, resolve:

Art. 1° Aprovar as seguintes deliberações tomadas pelos sócios de MARKEL HOLDING E ADMINISTRAÇÃO DE BENS PRÓPRIOS LTDA., CNPJ n. 26.609.195/0001-65, com sede na cidade do Rio de Janeiro – RJ, na assembleia geral extraordinária realizada em 20 de dezembro de 2016, rerratificadora da assembléia geral de transformação realizada em 30 de novembro de 2016:

I – Transformação de sociedade empresária limitada para sociedade anônima de capital fechado;

II – Mudança da denominação social para MARKEL SEGURADORA DO BRASIL S.A.;

III – Eleição de administradores;

IV – Mudança do objeto social; e

V – Reforma e consolidação do estatuto social.

Art. 2° Conceder a MARKEL SEGURADORA DO BRASIL S.A. autorização para operar seguros de danos e pessoas em todo o território nacional.

Art. 3º Ratificar que o capital social de MARKEL SEGURADORA DO BRASIL S.A. é de R$ 48.000.000,00, dividido em 48.000.000 ações ordinárias, escriturais e sem valor nominal.

Art. 4º Ratificar que o controle acionário indireto e a ingerência efetiva nos negócios de MARKEL SEGURADORA DO BRASIL S.A. são exercidos por MARKEL CORPORATION, sociedade constituída e existente sob as leis do Estado de Virgínia, Estados Unidos da América.

Art. 5º Esta portaria entra em vigor na data de sua publicação.

JOAQUIM MENDANHA DE ATAÍDES