Ituran lança rastreador com seguro para motos em parceria com a seguradora QBE Brasil

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As vendas de veículos leves devem crescer apenas 2,31% em 2017, enquanto as de motos devem aumentar 4,4%, segundo a Fenabrave. A tendência de troca de carros por motos nas grandes cidades é ainda maior, devido à facilidade de locomoção e menor investimento. Mas o grande problema enfrentado pelos usuários é o maior risco de roubo e furto. Afinal, há no mercado poucas opções de seguro para motos.

Atenta a essa demanda, a Ituran, líder no setor de rastreamento automotivo, acaba de ampliar a cobertura do Ituran com Seguro (ICS), no mês de fevereiro: agora, motos de qualquer modelo podem contratar os serviços da empresa. A Ituran trabalhará com seu rastreador para motos com vendas na Grande São Paulo, Campinas e Baixada Santista, tendo a garantia da seguradora QBE Brasil. “Caso a sua moto seja roubada e não localizada (recuperada), a QBE Brasil fará a indenização de 90% do valor da tabela FIPE”, destacou Roberto Posternak, diretor comercial da Ituran, explicando que “a cobertura contempla motos a partir 250 cilindradas, de até dez anos e R$ 50 mil”.

Outro detalhe muito relevante na hora da escolha de um bom serviço de segurança, segundo Posternak, é a assistência. A solução da Ituran oferece socorro eletromecânico, troca de pneu, transporte alterativo e guincho até 100 km. “Temos mensalidade a partir de R$ 99,90. O lançamento do produto, além de atender bem nossos usuários e proporcionar segurança patrimonial, incrementa o crescimento de nossa carteira de clientes aumentando a cesta de produtos da empresa”, finaliza Posternak.

“A QBE Brasil Seguros valoriza a expansão da parceria já existente com a Ituran, que é marcada agora pela retomada das operações da rastreadora no segmento de motocicletas. Com essa parceria, esperamos atingir um crescimento expressivo de nossa atuação nesta modalidade”, disse Pedro Gutemberg, diretor comercial Personal Lines.

Seguradoras vão do desktop para o celular do cliente

O Valor traz hoje o suplemento Serviços Digitais. Compreender o comportamento do cliente digital e ofertar a ele produtos e serviços que o surpreendam passou a ser o foco da estratégia das seguradoras em 2017. Hoje, bancos, meios de pagamento, seguros, crédito e investimentos estão na palma da mão do cliente sem necessidade de qualquer interação humana. E, mesmo investindo pesadamente em tecnologia, as instituições tradicionais passaram a ser instigadas pelas fintechs, startups de base tecnológica, livres de legados, ágeis e capazes de prestar serviços de nichos a custos reduzidos.

Um dos destaques do suplemento é o reembolso digital da SulAmérica. “Agora o cliente tira foto do recibo e envia pelo aplicativo. Por meio de tecnologias que incluem uma modelagem matemática, verificamos se o documento tem todas as informações e avisamos o cliente que em até três dias faremos o depósito em conta”, conta Cristiano Barbieri, CIO da SulAmérica.

Na alemã HDI, desde o final de 2016 os clientes que têm seguro residencial podem informar o acidente e pedir indenização pelo aplicativo. Basta tirar foto do estrago com o celular e tudo será resolvido de forma digital, explica o CEO Murilo Riedel. Para este ano, o grande projeto é implementar o processo de indenização na carteira de seguro de carro, que hoje já conta com serviços digitais para pedido de assistência 24 horas.

Leia a matéria na íntegra aqui

CNseg cria comissão de Digitalização

A CNseg criou sua 18ª comissão temática, a de Digitalização. Segundo nota no portal da Confederação, a comissão será coordenada pela Superintendência de Acompanhamento Técnico, a Comissão de Digitalização da CNseg reunirá profissionais de setor com conhecimento sobre o tema, indicados pelas federações associadas e pela própria CNseg, para debater, entre si e com os órgãos reguladores, os requisitos técnicos e as regras necessárias para conferir uma maior segurança a esse processo, além de mais qualidade de dados, consistência, padronização e agilidade nas operações digitais.

A criação da Comissão de Digitalização acontece em momento oportuno, devido ao fato de estar previsto no Plano de Regulação da Susep para 2017, assuntos como a “guarda de documentos” e os “meios remotos”. Aprovada pelo Conselho Diretor da CNseg em novembro, a Comissão está em fase de composição de membros e deve entrar em atividade ainda no primeiro trimestre de 2017.

Susep cria três comissões especiais com participação de mercado

Fonte: Cnseg

A Susep publicou, nesta quinta-feira (26), três portarias para criar a Comissão Especial de Desenvolvimento de Produtos de Danos para o mercado de seguros; a Comissão Especial de Desenvolvimento de Produtos de Capitalização; e a Comissão Especial de Desenvolvimento de Produtos de Previdência Privada e Vida.

O objetivo das comissões é dispor de canais de comunicação com os representantes do setor para ampliar as discussões técnicas, por meio de um diálogo ordenado e transparente, com definição de pautas e datas para os trabalhos que serão desenvolvidos. As comissões, além de integrantes da Susep e das respectivas Federações (FenSeg, FenaCap e FenaPrevi), que já tiveram seus representantes indicados, terão membros da Fenacor e Fenaber. Segundo as portarias, as comissões poderão criar subcomissões para tratar de assuntos específicos.

Duas corretoras de seguros estão entre as investigadas na Operação Eficiência, deflagrada hoje pela PF

A Rede Globo informa nesta manha que agentes da Polícia Federal e do Ministério Público Federal realizam uma operação para cumprir nove mandados de prisão preventiva e quatro conduções coercitivas na Operação Eficiência, desdobramento da Lava Jato no Rio de Janeiro, na manhã desta quinta-feira (26). Entre os principais alvos com mandados de prisão expedidos está o empresário Eike Batista, dono do grupo EBX. Segundo advogado que diz representar o empresário, ele está viajando.

Duas corretoras de seguros estão entre as empresas nas quais a PF cumpre mandados de busca e apreensão em cerca 40 endereços. São as casas dos presos e das pessoas que estão indo prestar depoimentos e de empresas investigadas nesse inquérito.

Segundo a lista divulgada pela Globo, as empresas são:

– Hoya Corretora de Valores e Câmbio Ltda
– Canhoeta Negócios Corporativos
– Seven Lab Informática Ltda
– Boa da Noite Informática
– SCA Eventos e Consultoria Ltda
– Apoio Consultoria e Planejamento Ltda
– Havana Administradora e Corretora de Seguros Ltda.
– Unirio Assessoria Administração e Corretora de Seguros Ltda
– Corcovado Comunicação Ltda
– Américas Copacabana Hotel Ltda
– Carolina Massiere Confecções e Assessórios de Moda Ltda
– Estalo Comunicação
– JPMC Academia de Ginástica Ltda
– MCS Comunicação Integradas S/C Ltda
– Araras Empreendimentos Consultoria e Serviços Ltda
– Minas Gerais Projetos e Empreendimentos Ltda

1,4 milhão de beneficiários ficam sem plano de saúde em 2016

Fonte: FenaSaúde

Segundo dados da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), o Sudeste foi responsável pela perda de mais de um milhão de beneficiários (-1,1 milhão) de planos de saúde em 2016. Só o estado de São Paulo registrou a extinção de 630 mil vínculos nos planos de assistência médica, seguido do Rio de Janeiro, com 264 mil.

Em todo país, houve uma perda de 1,4 milhão de beneficiários de planos de assistência médica, com retração de 2,8%, entre dezembro de 2015 e dezembro de 2016. Nesse período foram fechados cerca de 1,4 milhão de postos de trabalho, com declínio de 3,3%, na mesma base de comparação, segundo os dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged).

“Ainda é cedo, mas acho que se conseguirmos estabilizar nas taxas de 2016 será um avanço. Se a gente conseguir interromper essa tendência de queda será positivo. A deterioração no mercado de trabalho e a queda do rendimento das famílias e empresas afetaram negativamente o desempenho do mercado de saúde suplementar no último ano, especialmente em relação à aquisição de planos coletivos empresariais”, esclarece a presidente da Federação Nacional de Saúde Suplementar (FenaSaúde), Solange Beatriz Palheiro Mendes. De acordo com a executiva, esse tipo de contratação registrou queda 3,2% em doze meses, passando de 32,8 milhões em dezembro de 2015 para 31,8 milhões em dezembro de 2016.

“Há uma clara relação entre a dinâmica do mercado de trabalho formal e o desenvolvimento do mercado de saúde suplementar. Com a retração das atividades econômicas, houve a queda do número de beneficiários. Os planos coletivos empresariais são responsáveis por mais de 66,4% dos vínculos”, analisa Solange Beatriz.

Apesar de manter a trajetória de desaceleração em sintonia com a recessão econômica, o segmento de planos de saúde mostra resiliência, já que a redução do número de beneficiários foi bem menor que a queda do emprego e do PIB, nos últimos doze meses terminados em dezembro de 2016. Enquanto os planos de saúde registraram queda de 2,8%, o PIB (Produto Interno Bruto) deve sofrer uma retração de 3,5% (Focus) e o estoque de empregos, 3,3%.

“O País está saindo de um processo de crise na economia. 2017 será um ano para estabilizar e voltar a crescer. As questões do setor de saúde são estruturais e nossos esforços estão voltados para diminuir custos e coibir os desperdícios”, afirma a presidente da FenaSaúde.

Corretor explica como funciona o seguro para proteger dados de ataques de hackers

Ataques cibernéticos. Eis um tema que chama a atenção do mundo com tantas apropriações indevidas de dados de clientes pelos hackers. No entanto, a venda de seguro para esse tipo de risco ainda engatinha no mundo e no Brasil é quase inexistente. O lado bom dessa situação para as seguradoras é que este é um nicho considerado de grande potencial, pois os executivos acreditam que em breve haverá uma avalanche de contratações.

Nesta semana uma notícia fez com que as consultas sobre o seguro de proteção para ataques cibernéticos disparasse. O Valor noticiou na segunda-feira que hackers roubaram dados de clientes da corretora XP. O jornal teve acesso a toda a lista contendo os dados dos 29 mil clientes, além de informações dos agentes autônomos e da carta ao fundador da XP. Além dos dados cadastrais, o e-mail enviado aos clientes contém ainda os contatos de seis investidores que, segundo os hackers, teriam sido roubados pela quadrilha entre 2013 e 2014, num total de R$ 2 milhões aproximadamente.

Segundo a XP, foram apenas três investidores e o valor desviado — e ressarcido — foi de aproximadamente R$ 500 mil. Os fraudadores usaram dados cadastrais obtidos no sistema para abrir contas falsas em outros bancos, para onde transferiram recursos que originalmente estavam na XP. O Valor fez contato com um dos investidores citados, que confirmou o golpe e disse que o prejuízo foi ressarcido na época pela corretora.

O blog Sonho Seguro foi entrevistar o corretor Caio Timbó, diretor financeiro da LTSeg, para saber um pouco mais do assunto:

Temos visto o risco cibernético aumentar e as empresas ainda não compram o seguro. Por que? É caro ou as coberturas ofertadas não agradam os clientes?

Antes da procura por apólices de seguro, as empresas investem bastante em sistemas de segurança com diversas redundâncias a fim de minimizar ao máximo esta exposição. A solução de seguro é uma solução “fim de tubo”, ou seja, quando alguma ocorrência / ameaça já se manifestou em reclamação e trará dano ao patrimônio da empresa. Talvez este seja um dos principais motivos que leve algumas empresas a direcionar investimentos em proteção frente a investimentos em remediação de ocorrências. Quanto ao preço, há diversos fatores que influenciam na subscrição do risco e consequentemente no preço do seguro para cada cliente, assim não podemos aferir que o preço é um fator determinante para contratação ou não do seguro.

O que precisa ser feito para despertar o interesse dos clientes pelo seguro cyber?

Infelizmente, assim como em outros ramos de seguro, o interesse dos clientes passará a ser despertado quando mais e mais ocorrências, do tipo em que eles possuam exposições, passarem a acontecer com mais frequência (isto sem contar quando a ocorrência é com o próprio cliente, aí o interesse é imediato). Acredito que com o aumento dos casos de cyber crimes veremos mais e mais empresas procurando este tipo de seguro no Brasil.

Quantas seguradoras atuam nesse nicho hoje no Brasil?

Este é de fato um mercado de nicho e o número de seguradoras ainda é restrito, porém algumas das maiores companhias de seguros mundiais, como Liberty, Zurich, XL, AIG e Chubb trabalham com esta carteira.

Há exigências para se contratar o seguro?

Normalmente não há exigências a serem feitas por parte da seguradora, seja num seguro de dano, seja num seguro de responsabilidade. O que há são recomendações para melhoria de processos, qualidade e consequente diminuição de exposições de risco. Em nenhum momento a seguradora vai dirigir o segurado ou determinar como ele vai gerir seu negócio e patrimônio, todavia o devido tratamento do risco por parte do segurado vai impactar diretamente na taxação no momento da subscrição do risco, ou seja, impacta diretamente no custo do seguro.

Que tipo de informações são solicitadas para que a seguradora possa taxar o valor do seguro?

As seguradoras, quando da subscrição do risco, solicitará informações sobre política para proteção de dados e privacidade; política de compliance e de qualidade; estruturação de firewall, anti-virus em seus computadores, e-mails e servidores contra vírus, worms, spyware e outros malwares; procedimentos implantados para identificar e detectar falhas no sistema de segurança de rede; controles implantados relacionados a segurança física no local do Proponente para proibir e detectar o acesso não autorizado ao seu sistema de computador e data center; se o segurado coleta, armazena, mantém ou distribui cartão de crédito ou outras informações de identificação pessoal (RG, CPF, etc); se o segurado processa pagamento em nome de terceiros, incluindo transações de eCommerce; se o segurado possui requisitos de criptografia para dados em trânsito e de dados armazenados para proteger a integridade dos dados confidenciais; e, finalmente, informações sobre sistemas de backup e redundâncias.

O que vocês recomendam aos consumidores sobre o que deve ser levado em conta antes de comprar esse seguro?

Como atualmente praticamente todos os negócios e empresas navegam em ambientes digitais, armazenando seus dados e dados dos seus clientes ou fazendo transações via internet, é imprescindível que o risco cibernético seja pelo menos considerado nas suas operações. É muito importante que as empresa tenham ciência de suas exposições e o potencial de prejuízo que um cyber ataque possa causar ao seu negócios e a seus clientes. A responsabilidade legal sobre dados pessoais e financeiros pode causar um descompensamento de caixa tamanho que impacte na continuidade do negócio atingido, além do descrédito futuro que possivelmente inviabilizaria a existência do negócio. Tendo isto em mente faz total sentido uma empresa avaliar não só a necessidade ou não de um seguro cyber (para se proteger e proteger os seus clientes), mas também qual o limite(R$) e quais coberturas devem ser contratadas, daí a importância da consultoria de um corretor de seguros capacitado.

Proposta protege direito de segurado em caso de falência de seguradora

Fonte: Agência Câmara

Está em tramitação na Câmara dos Deputados o Projeto de Lei Complementar 220/16, da Comissão de Defesa do Consumidor, que protege os direitos dos segurados de planos operados por seguradoras, operadoras de plano previdenciário e sociedades de capitalização. O objetivo da proposta é fortalecer o segmento financeiro, com a possibilidade de redução ou eliminação do impacto financeiro para o consumidor no caso falência da empresa seguradora. A proteção, pela proposta, é feita pela afetação de uma parte do patrimônio das empresas, ou seja, da separação de parte dos bens que a seguradora tem exclusivamente para quitar eventuais obrigações com os segurados. As regras da proposta não valem para seguradoras e demais entidades sob intervenção, em liquidação extrajudicial ou falência quando o texto for transformado em lei.

Para o deputado Eli Corrêa Filho (DEM-SP), então presidente da Comissão de Defesa do Consumidor, a Lei de Falências (11.101/05) tem mecanismos inócuos para os clientes credores. Essa situação reclama mudanças para melhor proteger os interesses das pessoas que adquirem as diversas modalidades de planos de seguros, disse.

Corrêa Filho afirmou que a comissão procurou, com o projeto, apresentar uma alternativa à proposta do Executivo (PL 3498/08) rejeitada em junho de 2016 por não usar projeto de lei complementar para tratar sobre regime de previdência complementar. O texto do Executivo criava o Fundo de Proteção do Consumidor de Seguros Privados, Previdência Complementar Aberta e Capitalização (FPC). A afetação do patrimônio das sociedades seguradoras trará muito mais garantias ao consumidor do que a criação do fundo, disse.

A Superintendência de Seguros Privados (Susep) será a responsável por definir qual parte do patrimônio da seguradora será afetada para garantir recursos aos segurados. Ela também irá estabelecer regras de contabilização para não confundir esse patrimônio a outros das seguradoras. A Susep é uma autarquia ligada ao Ministério da Fazenda responsável pelo controle e fiscalização dos mercados de seguro, previdência privada aberta, capitalização e resseguro.

Pela proposta, os bens e direitos do patrimônio de afetação serão vinculados à Susep e poderão ter sua movimentação suspensa pelo órgão. Além disso, a entidade é quem decidirá se os bens poderão ou não ser alienados. A Susep, pelo texto, também deve fixar critério para definir o nível mínimo do patrimônio de afetação de cada empresa e fiscalizar se o valor está sendo mantido. A proposta impede qualquer ação judicial que possa fazer com que o patrimônio separado para honrar dívida com o segurado fique abaixo do nível mínimo.

O texto proíbe a alteração da destinação dos bens e direitos do patrimônio de afetação na intervenção, no regime especial de fiscalização, na liquidação extrajudicial ou na falência.

Preferência

A proposta estabelece preferência para assistidos e beneficiários no recebimento de recursos garantidos pelo patrimônio de afetação em planos de seguro e operações de previdência complementar aberta.

A proposta inclui as regras para proteger o segurado pelo uso do patrimônio de afetação no Decreto-Lei 73/66, que trata do Sistema Nacional de Seguros Privados, e na lei que trata do Regime de Previdência Complementar (Lei Complementar 109/01).

A proposta tramita em regime de prioridade e será analisada pelas comissões de Finanças e Tributação (inclusive quanto ao mérito); e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Depois, segue para o Plenário.

Abrapp e Instituto de Longevidade Mongeral Aegon promovem homenagem a aposentados

O Instituto de Longevidade Mongeral Aegon participa de evento organizado pela Associação Brasileira das Entidades Fechadas de Previdência Complementar (Abrapp) em comemoração ao dia do Aposentado na próxima quinta-feira, em São Paulo. Na ocasião, o diretor-executivo do Instituto, Henrique Noya, apresentará ao público as ações realizadas pela entidade. Na sequência, às 15h, o presidente do Instituto, Nilton Molina, realizará a palestra ‘Oportunidades e desafios da longevidade’.

Este é um evento tradicional da Abrapp, realizado há mais de 20 anos. Neste ano, o evento terá as apresentações do Instituto de Longevidade da Mongeral Aegon e da antropóloga Miriam Goldenberg.

O evento, com o patrocínio do Grupo Mongeral Aegon. reúne cerca de 200 pessoas e 70 fundos de pensão são representados. Cada entidade indica um aposentado a ser homenageado que recebe um diploma alusivo à data, entregue pelo seu patrono.

Data: 26/01/2017

Local: AMCHAM – Rua da Paz, 1.431

Horário: das 14h00 às 17h30

Sobre Miriam Goldenberg

Mirian Goldenberg, nascida em Santos, em 1956, é doutora em Antropologia Social pelo Programa de Pós-Graduação em Antropologia Social do Museu Nacional da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e professora do Departamento de Antropologia Cultural e do Programa de Pós-Graduação em Sociologia e Antropologia do Instituto de Filosofia e Ciências Sociais da UFRJ. Autora de diversos livros e cronista de jornais, o envelhecimento no mundo atual é um dos seus temas preferidos.

Sobre o Instituto de Longevidade da Mongeral Aegon

O Instituto de Longevidade tem a missão de colocar a questão da longevidade firmemente na agenda de desenvolvimento para a sociedade brasileira. Além de fornecer pesquisa, vai propor soluções com impactos sociais e econômicos definidos. O objetivo é envolver indivíduos, empresas privadas, instituições e governo na discussão sobre a evolução demográfica e sensibilizar sobre as oportunidades e os desafios futuros.

Saúde suplementar encerra 2016 com 47 milhões de beneficiários; dental conta com 22 milhões

Em dezembro, o setor registrou 47.898.787 beneficiários em planos médico-hospitalares e 22.031.342 em planos exclusivamente odontológicos. A comparação com o mês de novembro mostra que o número de consumidores em planos de assistência médica manteve-se estável – cerca de cinco mil beneficiários a menos que o mês anterior. Já os planos exclusivamente odontológicos seguiram a tendência de crescimento, com 79,7 mil beneficiários a mais que no mês anterior.

Em um ano – comparando dados de dezembro de 2015 com dezembro de 2016 – o número de beneficiários em planos de assistência médica registrou queda de 2,8% (cerca de 1,4 milhão). Já o número de beneficiários em planos exclusivamente odontológicos cresceu 3,8% (815,3 mil).

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Dezesseis Unidades Federativas apresentaram aumento de beneficiários na comparação com novembro: Acre, Alagoas, Amazonas, Bahia, Ceará, Distrito Federal, Maranhão, Pará, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Sergipe e Tocantins.

Consulte aqui o site da ANS