Risco político ameaça multinacionais e investidores, revela estudo da Marsh

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As tensões geopolíticas, incertezas nas economias emergentes, aumento do protecionismo e o terrorismo estão entre os maiores riscos paras as empresas e investidores, segundo a mais recente edição do Mapa de Risco Político da consultoria de risco e corretora de seguros Marsh, produzido em parceria com a BMI Research. As duas empresas analisaram e classificaram mais de 200 países, com base nos seus riscos políticos, econômicos e operacionais, que refletem na estabilidade dos países a curto e longo prazo.

O Brasil, de acordo com o mapa, não aparece entre as nações com maior risco político, embora enfrente adversidades e escândalos de corrupção. Segundo a análise, os sinais de queda da inflação mostram que a atividade econômica deve melhorar neste ano. No entanto, o descontentamento público com a corrupção, a má qualidade dos serviços públicos e a desigualdade representam riscos políticos consideráveis e podem levar a protestos generalizados, como os que ocorreram em 2013.

De acordo com esta edição do estudo, os países com ameaças políticas mais elevadas seguem tendências geográficas em mercados emergentes, especialmente no Norte da África e no Oriente Médio – aspecto que reforça que a violência, o conflito e os distúrbios socioeconômicos dessas regiões continuam a afetar territórios como Síria, Sudão, Sudão do Sul, República Centro-Africana e Iêmen.

Já os países nórdicos como Noruega, Suécia, Dinamarca, Finlândia e Islândia foram considerados os mais estáveis por apresentarem baixo índice de desigualdade econômica e instituições transparentes.

O mapa chama atenção para as consequências que os riscos políticos podem causar. Entre eles, estão a interrupção dos negócios e da cadeia de abastecimento, e a geração de danos para os trabalhadores nas áreas em que as empresas operam. Em um ambiente operacional difícil, as organizações precisam identificar e avaliar os eventos de risco político que possam afetar seus negócios e, assim, adaptar suas estratégias para refletir o possível impacto que possam ter. Só assim essas empresas podem se adaptar rapidamente às mudanças do ambiente de risco político e capitalizar sobre as oportunidades que possam surgir, segundo o levantamento.

Instabilidade política nos países da América do Sul

Equador e Venezuela aparecem no relatório com um grau de instabilidade. A instabilidade política permanecerá elevada no Equador antes das eleições presidenciais e parlamentares programadas para fevereiro de 2017. Um declínio econômico amplo e níveis crescentes de desemprego atraíram fortes críticas à administração do presidente Rafael Correa, especialmente dos grupos indígenas e da classe média. No entanto, Correa permanece popular com uma grande parte da população e a oposição é dividida. Como resultado, é provável que seu sucessor escolhido, o ex-vice-presidente Lenín Moreno, vença a presidência nas próximas eleições, o que apoiará uma ampla continuidade política nos próximos anos.

Na Venezuela, a crise econômica e política provavelmente atingirá um ponto de ruptura em 2017. A depressão do país provavelmente se estenderá para um quarto ano, caracterizado por uma severa escassez de bens básicos e uma inflação extremamente alta. O governo liderado pelo PSUV, do presidente Nicolas Maduro, resistiu a fazer ajustes políticos e, em vez disso, concentrou-se em manter o controle sobre o poder, fechando os canais legais pelos quais a oposição pode agir. A sua postura de confrontação é susceptível de minar as tentativas de diálogo político e pode levar a agitação crescente que resultará em violência generalizada, segundo o relatório.

Veja o mapa aqui

Bradesco Saúde divulga benefícios que ajudam muito o orçamento familiar

As seguradoras oferecem muitos benefícios acoplados às apólices de seguros. Mas poucos sabem e por isso, poucos usam. Saúde é um exemplo de sucesso, com as pessoas mais informadas e usando o benefício concedido. Segundo a Bradesco Saúde, com o atual cenário no país cada vez mais desafiador, a situação econômica exige atenção de todos e aproveitamento de oportunidades financeiras. Mais de 725 mil segurados da Bradesco Saúde em 2016 usufruíram do benefício “Desconto Farmácia”. Juntos, eles tiveram uma economia de R$ 70 milhões, volume 43% maior que em 2015. Os medicamentos prescritos por mais de 85 mil médicos e adquiridos em mais de 3,6 mil farmácias em todo o país, cadastradas pela Orizon – parceira da Bradesco Saúde na gestão do benefício, foram comprados com desconto médio de R$ 30,00 por medicamento.

Meio milhão de pessoas deixaram de ter planos de saúde no último trimestre de 2016

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O mercado de saúde suplementar contabilizou 69,9 milhões de beneficiários em dezembro de 2016, com redução de 1,7% na comparação com dezembro de 2015. Os planos de assistência médica totalizaram 47,9 milhões de beneficiários (68,5% do mercado) e tiveram retração de 3,1%.

Nos últimos doze meses terminados em dezembro de 2016, o setor de saúde suplementar perdeu 1,5 milhão de beneficiários de planos de assistência médica. Vale ressaltar que nos planos de assistência médica, o resultado demonstra que o ritmo de desaceleração permanece estável, considerando que a taxa de variação foi de -3,1% nos últimos doze meses terminados em dezembro de 2016 comparando-se a taxa de -3,1%, no igual período terminado em setembro de 2016.

Como reflexo da crise econômica enfrentada pelo país, os planos empresariais registraram uma redução de 3,2% de dezembro de 2015 a dezembro de 2016, em um cenário que apresenta mais de 12 milhões de desempregados.

“A contratação de um plano de saúde depende de dois fatores: renda e emprego. Há uma clara relação entre a dinâmica do mercado de trabalho e o desenvolvimento do mercado de saúde suplementar. Para que haja recuperação do setor, é necessária a retomada das atividades econômicas, a volta das vagas formais de emprego e, consequentemente o acesso ao plano de saúde. E tudo isso passa pela aprovação das propostas de reformas estruturais, como da previdência”, avalia Solange Beatriz Palheiro Mendes, presidente da Federação Nacional de Saúde Suplementar (FenaSaúde).

Na contramão da crise – Os planos exclusivamente odontológicos, com 22,0 milhões de beneficiários (31,5% do mercado), aumentaram 1,4%. Nos últimos doze meses terminados em dezembro de 2016, o segmento absorveu 312 mil novos beneficiários.

Mercado segurador cresce 9,2% em 2016, destaca CNseg

O setor de seguros registrou crescimento nominal de 9,2% em 2016 na comparação com 2015, de acordo com dados divulgados pela Superintendência de Seguros Privados (Susep) e compilados pela Confederação Nacional das Empresas de Seguros Gerais, Previdência Privada e Vida, Saúde Suplementar e Capitalização (CNseg). O resultado representa um volume de arrecadação de R$ 239,3 bilhões e diz respeito ao desempenho das carteiras de seguros gerais, vida, previdência complementar aberta e capitalização.

Desse valor, retornou a sociedade em indenizações, benefícios, resgates e sorteios pagos R$ 121,6 bilhões. Outro dado destacado pela CNseg em comunicado distribuído à imprensa foi a expansão de 19,3% das reservas técnicas, as quais atingiram o patamar de R$ 785 bilhões no ano passado, confirmando o mercado segurador brasileiro como um dos mais importantes investidores institucionais do país.

O desempenho do setor de seguros em 2016 está em consonância com as projeções realizadas pela CNseg para o ano, as quais indicavam um crescimento nominal entre 8% e 10%. Esse resultado, porém, não considera o segmento de saúde suplementar, cujos últimos dados da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) permanecem posicionados em setembro de 2016. Até aquele mês, a arrecadação dos planos privados de saúde foi de R$ 120,7 bilhões, um crescimento nominal de 12,2% contra igual período de 2015, mantendo o mesmo patamar de expansão observado no primeiro semestre. Vale ressaltar que, até setembro, o mercado de seguros, incluindo operação de saúde, arrecadou R$ 291,5 bilhões. Ou seja, a saúde suplementar representou 41,4% do total da receita do setor em termos amplos.

Para 2017, a estimativa é um crescimento nominal da arrecadação entre 9% e 11%. “O setor de seguros sempre responde positivamente às políticas públicas que venham a contribuir para o restabelecimento do cenário macroeconômico brasileiro, e o desempenho do mercado está atrelado aos avanços que podem ser alcançados ao longo do ano”, afirma o presidente da CNseg, Marcio Coriolano.

Entre os principais destaques do setor estão:

– Plano de previdência VGBL: expansão de 21,9% (receita de R$ 105,0 bi, representando 43,9% do total do mercado)

– Seguro de vida e acidentes pessoais (Individual): crescimento de 27,4% (receita de R$ 6,6 bi, correspondendo a 2,8% do total do setor de seguros)

– Seguros de Crédito e Garantia: aumentou 15,0% (receita de R$ 3,1 bi ou 1,3% do total).

– Seguro Rural: aumento de 11,3% (receita de R$ 3,6 bi, equivalendo a 1,5% do total da arrecadação do setor).

– Seguro Habitacional: incremento de 10,9% (receita de R$ 3,4 bi ou 1,4% do total).

Já o ramo de Seguro de Automóveis fechou 2016 com uma retração de 2,4% (receita de R$ 31,7 bilhões, representando 13,3% do total arrecadado regulado pela Susep). Desempenhos negativos também foram observados nos ramos de Riscos de Engenharia, como (-23,0%); Seguro de Garantia Estendida (-9,3%); Planos Tradicionais de Risco (-6,2%); Capitalização (-2,0%); e Seguros de Vida Coletivos (-0,2%).

thinkseg oferece APP à Prefeitura para monitorar direção responsável

Fonte: thinkseg

A thinkseg – plataforma mobile de seguros – colocou à disposição da Prefeitura da Cidade de São Paulo, no início de fevereiro, um novo APP para acompanhar o comportamento do motorista pelo smartphone (celular). A tecnologia, desenvolvida pela thinkseg, captura e transmite os dados da condução do veículo por telemática. “Ao contrário do que acontece no exterior há tempos, as seguradoras aqui ainda não descobriram esse formato, com iniciativas tímidas em relação à tecnologia “pay as you drive”, afirma o CEO da thinkseg, André Gregori.

A iniciativa confirma o apoio da thinkseg à Prefeitura de São Paulo em premiar bons motoristas. O documento formalizando a doação do APP à nova administração foi encaminhado ao assessor especial André Magalhães, da secretaria de Relações Internacionais do Município de São Paulo.

O novo APP thinkseg estimula a direção responsável na cidade de São Paulo. Com o download do APP no smartphone do motorista, é possível monitorar o modo de condução do veículo, baseado nas variáveis : quilometragem percorrida, modo de aceleração, de frenagem, e até curvas bruscas realizadas, entre outros dados. Ao final de cada mês, o APP mostra os resultados obtidos no modo de condução do veículo. A partir daí, são gerados os pontos e descontos no valor do seguro. Os pontos são visualizados no celular. Por meio da tecnologia, a Prefeitura de São Paulo pode oferecer incentivos aos motoristas com pontuação elevada em função da boa condução do veículo.

“Pessoas com bom comportamento no trânsito tendem a se envolver em menos acidentes.Nada mais justo do que mudanças no hábito que proporcionem um trânsito melhor a todos. Isso também deve diminuir os custos das seguradoras e diminuir os preços para o consumidor, tornando o seguro mais democrático ”, diz Gregori. Esse foi nosso objetivo ao iniciar o aplicativo thinkseg”, afirma Gregori.

O prefeito da cidade de São Paulo, João Doria, tem divulgado que pretende criar um programa para premiar motoristas que não cometerem nenhuma infração durante 12 meses. Dentre as medidas anunciadas estão: o aprimoramento de políticas públicas para melhor fluidez do trânsito e também medidas para a segurança dos motoristas e dos pedestres. Em janeiro, houve o aumento da velocidade nas marginais. O uso do smartphone e de aplicativos no trânsito já é estimulado pela prefeitura com o novo APP para aquisição e monitoramento do uso da zona azul.

O APP thinkseg transmite os dados do motorista por meio da telemática. Os dados serão usados para a formatação do preço do Seguro Auto na thinkseg. O novo APP está em fase de testes por corretores e clientes cadastrados na base de dados da thinkseg. Encerrada essa etapa, no mês de março, o aplicativo ficará disponível para download do público nas lojas Apple Store e Google Play.

O aplicativo começou a ser desenvolvido no início de 2016, após pesquisas e visitas feitas às empresas de outros países, como Inglaterra e Estados Unidos, que já usam a telemática. “A perspectiva da start-up de seguros (insurtech) thinkseg é de investir em torno de R$ 50 milhões em toda sua estrutura”, afirma Gregori.

Sobre a thinkseg:

Plataforma 100% mobile a entrar em operação no Brasil. Pelo celular, o seguro do veículo é adquirido de modo fácil e por um preço justo. A thinkseg permite que os clientes contratem o seguro auto, de diferentes seguradoras, por meio dos corretores que integram o marketplace da plataforma. Por ser uma start-up na área de seguros (insurtech), a thinkseg não está ligada a grandes instituições. O resultado disso é a independência na tomada de decisões, com agilidade, sem enrolação para a solução dos problemas no caso de uma eventualidade. Todas as etapas do processo podem ser acompanhadas, de modo transparente, pelo mobile.

Sobre André Gregori:

CEO da Thinkseg. Em 2010, iniciou o negócio de Seguros como sócio do BTG Pactual, criando desde o zero a BTG Pactual Seguridade que alcançou o valor de mercado de aproximadamente R$ 3,2 bilhões até 2016, quando Gregori deixou o Banco para se dedicar ao projeto da primeira seguradora totalmente mobile no Brasil, a thinkseg. Antes de passar pelo BTG Pactual, já havia iniciado a Fator Seguradora, permanecendo nela até 2010, quando se tornou a empresa mais rentável do grupo Fator.

TCU identifica falhas em fiscalizações da Agência Nacional de Saúde

Fonte: Agência Brasil

Uma auditoria do Tribunal de Contas da União (TCU) para avaliar a atuação da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) identificou deficiências na realização de fiscalizações pelo órgão. Segundo o tribunal, foi observado que não há um programa de fiscalização in loco sistematizado e estruturado, e as ações de fiscalização são provocadas por demandas dos beneficiários, com o objetivo de esclarecer pontos específicos.

Segundo o relator do processo, ministro Bruno Dantas, uma mudança na sistemática da ANS deixou um vácuo nas fiscalizações proativas realizadas pela agência. “É compreensível a necessidade de reformulação dos processos de trabalho da diretoria, contudo, diante da natureza das irregularidades identificadas nas visitas até então realizadas e considerando a importância desse instrumento, não é compreensível como o programa foi suspenso antes da implantação de outro instrumento que o substituísse”, disse Dantas em seu voto.

Visitas paralisadas

O TCU constatou que as visitas técnicas assistenciais da ANS estão paralisadas desde 2014. Essas visitas têm o objetivo de averiguar informações relacionadas aos produtos, constatar anormalidades assistenciais e traçar um diagnóstico para analisar a atenção prestada aos beneficiários, em conformidade com as exigências da ANS e com os produtos contratados.

Também foi identificada uma redução considerável das visitas técnicas econômico-financeiras a partir de julho de 2010. Elas servem para revisar os processos de controles internos e de governança das operadoras e para verificar a confiabilidade das demonstrações contábeis e das informações enviadas periodicamente à ANS.

A ANS deverá encaminhar ao TCU, em 90 dias, um plano de implementação das medidas recomendadas e um programa de ação para a retomada das visitas técnicas assistenciais e econômico-financeiras.

Outro lado

Segundo a ANS, algumas recomendações do TCU para a implementação de melhorias no trabalho da agência já estão sendo realizadas ou elaboradas. Ela diz que foram realizadas três visitas técnicas econômico-financeiras no ano passado e outra está prevista para as próximas semanas. A agência também cita a criação do programa de Intervenção Fiscalizatória, que tem periodicidade semestral e já está entrando em seu terceiro ciclo.

Outra ação em andamento citada pela ANS é a publicação de normas relativas ao monitoramento do risco assistencial das operadoras para a adoção de medidas voltadas ao acompanhamento e avaliação das operadoras no que diz respeito ao acesso ou continuidade da assistência prestada aos beneficiários.

“A ANS ressalta ainda que o aprimoramento permanente da regulação do setor e da atuação do órgão regulador é prioridade para esta agência”, diz a ANS, em nota, lembrando que recentemente o TCU aprovou, sem ressalvas, as contas anuais da agência relativas a 2014.

Mapfre lucra 775 milhões de euros em 2016, alta de 9,4%; Brasil segue em destaque

Toneto: Acreditamos que as diversas medidas de revisão técnica adotadas em nossa carteira de Auto e a melhora do cenário macroeconômico devem gerar efeitos positivos em nossos resultados locais em 2018

Antonio HuertasO lucro líquido da Mapfre durante o exercício de 2016 aumentou 9,4%, para 775 milhões de euros em um ano que ficou marcado pelo bom comportamento de seus três mercados principais (Espanha, Brasil e Estados Unidos) e pelo bom desempenho da Mapfre RE. Descontados os eventos extraordinários e não recorrentes em ambos exercícios, o lucro cresceria 41%. A receita do grupo foi de 27,9 bilhões de euros, 1,5% acima do resultado do ano anterior. Os prêmios registraram aumento de 2,2%, chegando a um total de 22,8 bilhões de euros.

O patrimônio líquido, no fechamento de 2016, superou a marca de 11,4 bilhões de euros, aumento de 10% em relação ao ano anterior, graças ao bom comportamento dos mercados e à evolução positiva das principais divisas (dólar e real). Por outro lado, os ativos totais subiram 7%, situando-se no fechamento do ano em 67,9 bilhões de euros. O índice combinado, um dos principais indicadores do setor de seguros, proveniente da soma dos índices de sinistralidade e de despesas, melhorou 1,2 ponto no último exercício, alcançando 97,4%.

“O ano de 2016 foi muito positivo para a Mapfre. A nossa estratégia, baseada no crescimento rentável, nos permitiu ter um aumento do lucro de quase 10% e consolidar a nossa posição nos principais mercados”, afirmou Antonio Huertas, presidente da Mapfre.

Brasil segue em destaque no balanço do maior grupo segurador espanhol. Os prêmios da Mapfre Brasil somaram R$ 17,4 bilhões (4,6 bilhões de euros), redução de 2,2% em relação ao ano anterior. Os negócios de Global Risks, Rural e Previdência registraram crescimento de 29%, 13% e 12%, respectivamente, e foram os destaques do balanço local. Por outro lado, seguindo os respectivos mercados, os ramos de Vida e Automóvel apresentaram reduções nos volumes de vendas, quando comparados com 2015. O resultado antes de impostos de todas as atividades no Brasil somou R$ 3,1 bilhões, valor 1,8% superior a 2015. Já o lucro líquido do grupo no país foi de R$ 546,6 milhões, com redução de 3,4%, afetado principalmente pela elevação da carga tributária sobre resultados.

“Mais uma vez a operação do Brasil, mesmo diante de um cenário econômico adverso, apresentou bons resultados. Nosso país contribuiu com 20% dos prêmios e 18,5% dos resultados de nosso grupo”, comentou Wilson Toneto, CEO da Mapfre no País. O índice combinado de 94,3% e o ROE (retorno sobre o patrimônio) de 12%, também foram destacados pelo executivo. “Seguimos focando na melhora dos resultados, seja pela digitalização de processos e serviços, seja pelo maior rigor na subscrição de riscos e cremos que, ainda com dificuldades no contexto macroeconômico, em 2017 poderemos superar as cifras auferidas em 2016”, conclui Toneto.

Tokio Marine lança campanha estrelada por colaboradores

Como parte da estratégia de marketing e geração de negócios para os parceiros, a Tokio Marine estreia sua campanha de mídia 2017. Com o mote “Eu Resolvo”, as peças publicitárias são estreladas por Colaboradores que estão no dia a dia da operação e são os responsáveis pelo suporte e oferta de soluções para Corretores, Assessorias e Clientes. A ideia é mostrar que todos os mais de 1,7 mil funcionários da Companhia estão engajados com o compromisso Tokio Marine de atender com excelência e prover os melhores produtos e serviços do mercado.

“Temos um time absolutamente comprometido com qualidade no atendimento. Tanto que, em 2016, o Índice de Satisfação de Corretores e Clientes, métrica que consideramos anualmente como um objetivo estratégico, ultrapassou os 93%. Desta forma, decidimos personalizar a campanha de 2017 com Colaboradores. Além de valorizar o time, esta iniciativa nos aproxima ainda mais dos nossos Parceiros de Negócios e Clientes finais. Afinal, somos nós que resolvemos suas demandas diariamente”, afirma o presidente da Tokio Marine, José Adalberto Ferrara.

Desta vez, a companhia não se posiciona somente como uma Seguradora Multiprodutos, mas também mostra que, dentro do amplo portfólio oferecido, há soluções que atendem às necessidades específicas dos Clientes, sejam Pessoas Físicas ou Jurídicas. O posicionamento é apoiado por três pilares: tecnologia, que torna a operação mais ágil; relacionamento cada vez mais próximo com Corretores e Assessorias; e qualidade na entrega dos serviços e produtos.

A âncora do plano de mídia continua sendo o rádio, com uma abrangência de 3,8 mil municípios, o que garante uma cobertura ampla em todas as regiões do Brasil. Os spots são baseados no conceito “Eu Resolvo” e na promoção dos seguros Auto, Residencial, Empresarial, Vida e Transportes. Para aumentar ainda mais a divulgação, a Tokio Marine volta à televisão aberta, com exibição de filmes de 15 e 5 segundos na TV Bandeirantes, durante os intervalos do programa Café com Jornal.

Outro grande investimento da campanha é em mídia digital. O plano inclui ações exclusivas de mídias sociais, que serão segmentadas por públicos e distribuídas nas plataformas Facebook, Twitter e LinkedIn. Durante todo o ano, todas as cidades que têm sucursais da Tokio Marine serão atingidas por ações nestas redes, além de o público ser impactado por ativações do Google Search. “Estamos bastante otimistas quanto aos resultados da campanha para o fortalecimento da marca e especialmente para auxiliar nossos Corretores e Assessorias a fecharem mais negócios”, conclui o Presidente da Tokio Marine.

Lucro das seguradoras recua para R$ 13,5 bilhões em 2016, segundo estudo da Siscorp

O lucro líquido do mercado segurador declinou para R$ 13,5 bilhões em 2016. Em 2015, o ganho totalizou R$ 14,9 bilhões, segundo estudo realizado pela consultoria Siscorp das estatísticas enviadas pelas seguradoras para a Superintendência de Seguros Privados (Susep). Segundo balanços divulgados até agora (Bradesco, Itaú e Porto Seguro), a queda do ganho tem sido justificada pelo aumento de pedidos de indenização, chamado de sinistro no jargão do setor, e também pela queda na rentabilidade na carteira de investimentos das companhias.

O clube do bilhão em ganho é formado pelas seguradoras ligadas a bancos: Bradesco, BB Mapfre, Itaú e Caixa. A líder do ranking de lucro líquido em 2016 é a Bradesco Seguros, com R$ R$ 4,5 bilhões, valor inferior aos R$ 5 bilhões registrados em 2015. A BB Mapfre praticamente manteve estável o ganho, com R$ 2,929 bilhão em 2016 e R$ 2,946 bilhão em 2015.

Captura de Tela 2017-02-07 às 10.56.14A Itaú Seguridade caiu da segunda colocação no ranking da Siscorp para a terceira colocação em 2016, com ganho recuando de R$ 3,2 bilhão para R$ 1,8 bilhão no ano passado, devido a reformulação da atuação do grupo no setor e venda de unidades de grande riscos e vida em grupo. Já a Caixa Seguros viu seu lucro saltar de R$ 1,3 bilhão de 2015 para R$ R$ 1,7 bilhão em 2016, segundo tabela divulgada pela Siscorp.

Já no grupo dos “milhões, algumas mudanças no ranking. A Zurich subiu da sétima colocação (R$ 633 milhões) para a quinta, com ganho de R$ 787 milhões em 2016. A Porto Seguro caiu da quinta em 2015 (R$ 989 milhões) para a sexta colocação, com R$ 765 milhões. SulAmérica (R$ 549 milhões), Icatu (R$ 266 milhões), Cardif (R$ 150 milhões) e Tokio Marine (R$ 139,4 milhões) completam o grupo dos 10 maiores lucro líquido do setor em 2016.

Perdas – Já o ranking dos prejuízos traz Allianz (R$ 556 milhões), AIG (R$ 268 milhões), Generali (R$113 milhões), AXA (R$ 73 milhões), Sancor (R$ 56 milhões), Sura (R$ 46 milhões), Chubb (R$ 32 milhões), XL (14 milhões), QBE (7,9 milhões), Virginia Surety (R$ 1,2 milhão) e Suhai (R$ 123 mil).

Terra Brasis e AlphaCat anunciam ILS de US$ 5 milhões

Comunicado

PEMBROKE, Bermudas, 6 de fevereiro de 2017 – AlphaCat Managers Ltd. (“AlphaCat”), subsidiária integral da Validus Holdings (“Validus”) e Terra Brasis Resseguros (“Terra Brasis Re”) anunciaram hoje o sucesso na colocação de US$ 5 milhões em um Instrumento Ligado a Seguros (ILS). O instrumento, denominado Alpha Terra Validus I, representa uma oferta única de risco de resseguros e é o primeiro ILS patrocinado por uma companhia brasileira.

Lixin Zeng, CEO da AlphaCat comentou: “Nós estamos contentes em contar com a parceria da Terra Brasis para trazer a mercado esta transação inovadora e esperamos trabalhar juntos no futuro”.
Para Rodrigo Botti, diretor da Terra Brasis, “a parceria com o fundo AlphaCat contribui significativamente para o desenvolvimento dos mercados de seguros e resseguros da América Latina, na medida que proporciona soluções baseadas em mercado de capitais para as exposições da região”.

Alpha Terra Validus I foi emitido através e uma conta segregada da White Rock Insurance (SAC) Ltd., que é administrada pela AON Insurance Managers (Bermudas). O instrumento foi admitido a negociação na Bermuda Stock Exchange em 6 de fevereiro de 2017 e permanecerá listada lá até seu vencimento, segundo nota distribuída à imprensa.