Liberty Seguros lança plataforma de treinamento para corretores

A Liberty Seguros lança uma nova plataforma de treinamento destinada a seus corretores. A ferramenta de treinamento pode ser acessada por meio do Meu Espaço Corretor, e oferece cursos à distância e presenciais para facilitar o dia a dia dos profissionais.

De maneira interativa, os corretores podem realizar treinamentos em três categorias: produtos (com informações sobre o portfólio oferecido pela Liberty Seguros), técnica (foco em ferramentas, como o Excel) e gestão de negócios (com conteúdos que podem auxiliar no cotidiano da corretora, como táticas de venda e mídias sociais).

“A nova plataforma reforça o compromisso da Liberty Seguros com os corretores e permite o aprimoramento de um dos nossos principais objetivos, o atendimento excepcional”, diz Helen Eles, superintendente de Marketing de Canais e Produtos da Liberty Seguros. “Além disso, ao apoiá-los na busca de uma gestão mais eficiente de suas empresas e oferecer informações sobre o nosso portfólio, proporcionamos subsídios para que eles e ampliem seus negócios, beneficiando todo o setor”, finaliza.

ICSS revela otimismo do setor e fica acima de 100 pontos

2017 trouxe um pouco mais de otimismo para o mercado segurador, segundo mostra o índice de confiança do Setor de Seguros, apurado pelo consultor Francisco Galiza a pedido da Fenacor. Depois de quatro meses consecutivos em queda, em janeiro o indicador voltou a subir. De acordo com o boletim divulgado por Galiza, em janeiro, o ICSS (Índice de Confiança do Setor de Seguros) foi de 105,5, voltando a ficar acima de 100 pontos.

Renovações de janeiro no resseguro mostram que preços continuam em queda

Os contratos de resseguros renovados em 1º de janeiro de 2017 mostram a manutenção da tendência de queda nos preços, embora em ritmo menor do que nos últimos anos. Apenas os segmentos de resseguros contra riscos cibernéticos e de saúde registraram aumento. Todos os outros registram quedas de preços pelo segundo ano consecutivo, de acordo com estudo divulgado em Londres pela JLT Resseguros, empresa do grupo Jardine Lloyd Thompson.

De acordo com o vice-presidente da JLT Brasil Resseguros, Pedro Farme, essas linhas não representam tendências de mercado, porque ainda têm volume pequeno de reservas e alta volatilidade. “O resseguro para contratos de risco cibernético é um produto novo, que ainda registra alta volatilidade devido ao baixo volume de prêmio relativo. Já Alguns ramos de saúde e acidentes pessoais, apesar de já tradicionais, também apresentam volatilidade de resultados por volume baixo”

O estudo global da JLT avalia as renovações realizadas em primeiro de 1º de janeiro, data em que cerca de 70% dos contratos de resseguro no mundo são revistos. Esse ano, apesar da redução na oferta de capital para o resseguro, que vem se acentuando há mais de dois anos, o mercado de resseguros deve manter o atual cenário de preços mais atrativos para os clientes, com reduções em praticamente todos os segmentos.

De acordo com o VP da JLT Brasil Resseguros, as renovações de resseguro do 1º de janeiro refletem grande parte do mercado por concentrarem programs nos Estados Unidos, maior mercado do mundo, e parte significativa da Europa e Ásia. No Japão, outro grande mercado de seguros, as renovações ocorrem em tradicionalmente em abril. Já no Brasil e America Latina, são feitas ao longo do ano, de acordo com as datas estabelecidas pela cedentes por diversas razões.

Leia aqui o estudo completo, em inglês

Executivos do setor discutem o seguro dos shows de Elton John

ATUALIZAÇÃO: 14/02/2017 00:05 – A Marsh informou não ser a corretora da apólice de Elton John.

O seguro de eventos está em euforia neste ano no Brasil. Apesar dos congressos e feiras estarem em número bem menor por conta da crise, as seguradoras disputam os seguros de grandes shows. Só no primeiro semestre o Brasil terá shows de Justin Bieber, Sting, Korn, Elton John, Jason Mraz, Jake Bugg e Bryan Adams, além do Lolapaluza em março e do Rock in Rio em setembro. As seguradoras preferem fazer o seguro de eventos menores, menos arriscados e mais rentáveis. Mas apostam também suas fichas nos grandes eventos, desde que a subscrição e o resseguro sejam bem desenhados.

O seguro de Elton John chama a atenção do ponto de vista de subscrição. Segundo especialistas, todo cuidado é pouco. Por ser um grande evento, há muitos riscos que exigem gerenciamento e cláusulas específicas. O pop star pode ser querido do público, mas para as seguradoras ele é considerado como “alto índice de sinistro potencial”.

Elton já cancelou shows de última hora, gerando prejuízos significativos para as companhias de seguros e de resseguros no passado. Desde então, a subscrição do risco se tornou mais exigente. Não só para ele, mas para vários artistas. Paul McCartney, segundo fontes especializadas em eventos, está na outra ponta. É considerado um risco baixo e disputadíssimo pelas companhias de seguros.

Geralmente um seguro de evento para uma turnê internacional é negociado em um programa mundial. No entanto, tem de ter contratação local em alguns países, como o Brasil, que exige apólices locais. O produtor do show de Elton John e James Taylor precisa de seguro para quatro shows, passando por Curitiba (31/3), Rio de Janeiro (1º/4), Porto Alegre (4/4) e São Paulo (6/4). Após a passagem pelo Brasil, a dupla segue para Buenos Aires, na Argentina, e Santiago, no Chile.

Trata-se de um seguro complexo, pois envolve desde o transporte dos equipamentos até um intoxicação por alimentos vendidos no local. É praxe o produtor contratar seguro que cobre danos causados a terceiros, para quebra de equipamentos, bem como prejuízos decorrentes de problemas inesperados que levem ao cancelamento do show, como eventos climáticos adversos ou até o não aparecimento do pop star, cláusula conhecida como “no show” no mercado de seguros.

O seguro de Elton Jonh está em plena negociação e ninguém quer falar em “on” sobre o assunto. A corretora Marsh, que geralmente faz o desenho dos seguros da produtora Time For Fun, é citada como uma das que corre para desenhar o programa de seguros. Ela nega. Tem concorrentes de peso na jogada: Aon, que também diz estar fora deste seguro, e Circle Group, que também afirma não ter sido procurada para este seguro. A aposta é que o evento terá a BB Mapfre como seguradora líder no Brasil. Mas a disputa envolve também Allianz, Tokio Marine e XL. Boa parte das empresas nega a participação nas negociações. Só o tempo nos dirá.

Apesar de o seguro no Brasil ainda estar em tratativas, consta na memória da indústria de seguros uma cena de 2000, quando Elton John simplesmente disse que iria dar uma volta de carro de 15 minutos para esfriar a cabeça antes do show em Casino do Estoril, próxima a Lisboa, Portugal, que tinha capacidade para 750 pessoas, mas pela grande procura o promotor colocou 1,2 mil fãs no local. Todos ficaram lá aguardando, enquanto o irreverente Elton seguia em seu avião particular para Nice, França. O administrador da casa de show ficou tão nervoso que despejou o piano do cantor na rua na manhã do dia seguinte.

Em julho de 2013, mais indenizações. Uma apendicite de Sir Elton John fez o promotor cancelar uma turnê de 14 shows na Europa. O valor comentado na época é que as indenizações seriam algo próximo de 10 milhões de libras esterlinas.

A subscrição do risco depende do contrato entre o artista e a promotora. Os agentes do mercado segurador colocam condições de aceitação que tornam mais complexa a decisão do pop star simplesmente decidir não fazer o show, seja por doença inesperada ou um ataque de pânico. “Há uma série de condições”, explica um renomado corretor que pediu anonimato.

No exterior, há um produto exclusivo para devolução de ingresso, com cobertura para até 80% da bilheteria. No Brasil, a cobertura tem de ser mais abrangente por não ter disponível a indenização apenas de devolução de ingresso. E mesmo essa cobertura está atrelada a condições climáticas, como temporal com alagamento, por exemplo, que impossibilitem o público de chegar ao local do evento.

Pop star acima de 70 anos tem de assinar uma declaração de saúde de próprio punho ou apresentar uma declaração do médico sobre sua saúde. Doenças pré-existentes costumam estar excluídas. Ou seja: se o cantor principal da banda vinha se tratando de um câncer, por exemplo, ou depressão, e não realizar o show por motivos que envolva doenças em tratamento, a seguradora se preserva o direito de não indenizar a promotora, explicam os especialistas, por ser um risco excluído.

O certo é que o seguro existe só para uma eventualidade. O que todos querem é assistir o pop star encantando a plateia com um concerto de tirar o fôlego de tão emocionante. Mas sempre é bom ter um seguro para prevenir eventuais perdas financeiras decorrentes de um evento desse porte.

REUTERS: BB Seguridade prevê crescer mais que média do mercado em 2017

Fonte: Reuters

A BB Seguridade deve ter geração de prêmios de seguros em ritmo acima da média do mercado em 2017, apoiada, entre outros fatores, no fato de que boa parte de sua base de clientes é de funcionários públicos, que estão mais protegidos contra o desemprego, disse nesta segunda-feira o presidente-executivo dá companhia, José Maurício Pereira Coelho.

Segundo ele, um dos carros-chefe do resultado no período deve ser a previdência complementar, cujo volume de contribuições deve ser impulsionado em meio às discussões sobre reforma do sistema público de previdência.

Além disso, a empresa, que reúne as participações do Banco do Brasil em seguros e previdência, trabalha com perdas menores por sinistralidade, especialmente no segmento automotivo, contribuindo para melhora do resultado operacional.

Na visão do executivo, essa combinação será suficiente para fazer frente à provável queda das receitas financeiras em função das queda da taxa Selic.

“A melhora do resultado operacional deve mais que compensar a queda das receitas financeiras, cuja participação no resultado deve cair de 30 para 18 por cento neste ano”, disse Coelho a jornalistas, em entrevista coletiva sobre os resultados do quarto trimestre.

BB Seguridade divulga lucro de R$ 4,1 bi em 2016, 4,1% maior; para 2017, projeta alta de até 5%

O dia começa com a BB Seguridade, que divulgou nesta manhã lucro líquido ajustado de R$ 1,075 bilhão no quarto trimestre de 2016, alta de 6% na comparação com o resultado obtido no mesmo período de 2015. No ano todo, o lucro chegou a R$ 4,1 bilhões em termos ajustados, 4,1% maior do que em 2015. Para 2017, a holding que concentra as operações de seguridade do Banco do Brasil prevê crescimento de 1% a 5%, abaixo do que havia previsto para 2016, com intervalo entre 4% a 8% no lucro ajustado.

As 10:30 de hoje, o novo CEO, José Maurício Coelho, receberá jornalistas para detalhar os resultados enviados à CVM.

Segundo comunicado, o desempenho foi sustentado pelo crescimento de 4,6% do resultado operacional e de 3,1% do resultado financeiro, ambos considerando o desempenho combinado de todas as companhias do conglomerado.

No acumulado do ano, o volume total de prêmios de seguros emitidos, contribuições de previdência e arrecadação com títulos de capitalização atingiu R$ 68,9 bilhões, crescimento de 14,5% em relação a 2015. A Brasilprev atingiu captação líquida de R$ 28,5 bilhões em 2016, volume equivalente a 50,6% do total do mercado. As reservas de previdência atingiram a marca de R$ 197,5 bilhões e registraram crescimento de 33,2% em 12 meses. De acordo com os dados disponibilizados pela Susep, a Brasilprev manteve a liderança de mercado em arrecadação de previdência, com 40,6% do fluxo.

Em 2016, os prêmios emitidos de seguro de Vida totalizaram R$ 3,5 bilhões, crescimento de 15,8% em relação a 2015, com destaque para o novo portfólio de produtos com coberturas diferenciadas lançado no mês de julho. No mesmo período, os prêmios emitidos no ramo Rural totalizaram R$ 2,4 bilhões, crescimento de 14% em relação ao registrado em 2015.

Em resseguros, o IRB Brasil Re registrou lucro líquido de R$ 368,5 milhões, alta de 83,5% em relação ao quarto trimestre de 2015. Houve queda de 32,3 pontos percentuais no índice sinistralidade.

Na Brasilcap, do segmento de capitalização, o lucro recuou 7,8%, para R$ 100,3 milhões.

A BB Corretora apresentou lucro líquido de R$ 435 milhões no último trimestre do ano passado. O resultado melhorou 9% em relação ao mesmo período do exercício anterior, refletindo aumento de 11,4% nas receitas de corretagem, para R$ 732 milhões, e de 45,3% no resultado financeiro.

IRB fecha o patrocinio do Museu do Amanhã, no Rio

O IRB fechou patrocinou do Museu do Amanhã, que já se tornou símbolo de inovação e sustentabilidade e cartão postal carioca.O patrocínio ao espaço cultural será por um período de três anos. “O Museu do Amanhã explora possibilidades de construção do futuro e traduz os conceitos de inovação e sustentabilidade, dois valores que acreditamos. Em apenas uma visita, já é possível ampliar nosso conhecimento e transformar nossa forma de pensar e agir. Estamos muito orgulhosos deste novo patrocínio”, afirmou o presidente Tarcísio Godoy. O Museu do Amanhã conquistou a primeira colocação entre os lugares do Brasil mais fotografados no Instagram em 2016, com base no serviço de geolocalização.

AGENDA: Fórum S2 – Gestão & Distribuição de Seguros Massificados

Estão abertas as inscrições para a segunda edição do Fórum S2 – Gestão & Distribuição de Seguros Massificados, evento que acontece entre os dias 5 e 6 de abril na Amcham (Rua da Paz, 1431, São Paulo) e que tem o objetivo de criar um ambiente propício para avaliar e debater o mercado de Affinity e Bancassurance no país. Trata-se do único encontro que reúne todos os envolvidos no mercado de massificados: seguradoras, distribuidoras, corretoras e empresas de assistência 24h.

A programação do Fórum tem foco nas tendências do mercado e foi criada com base nas sugestões dos participantes da edição anterior do evento. Por isso, nesta edição, temas como os desafios da comunicação de seguros em ambientes digitais, inovação e diferentes canais de distribuição serão abordados. “Por conta da evolução da tecnologia e dos novos padrões de consumo, é extremamente necessário discutir e ampliar o debate sobre estes temas. Além disso, temos o objetivo não só de promover troca de experiências e aprendizado, mas também networking e parcerias, já que todas as pontas do negócio estarão presentes”, explica Claudia Lopes, diretora executiva da CFL Consultoria, curadora da programação e realizadora do Fórum. Claudia tem 21 anos de experiência no mercado de Affinity e Bancassurance, ocupando, ao longo deste tempo, cargos executivos em grandes multinacionais como Mapfre Seguros, Citibank Corretora de Seguros e Marsh Corretora. A organização e a produção do Fórum S2 é da Joy Eventos.

O Fórum terá apresentações de cases de sucesso de importantes distribuidoras como as Lojas Marisa, Caixa Seguradora e Novo Mundo. Já o painel “Desafios da Comunicação de Seguros em Ambientes Digitais” será mediado por Marcelo Teixeira, mestre em comunicação e práticas de consumo e consultor em estratégias de marketing digital. Sobre o mercado digital, participarão como palestrantes Andre Gregori, CET da Thinkseg, e Gustavo Zobaran, Head de Brand Experience da YOUSE. Os participantes terão ainda palestras com foco em marketing com Fernando Kimura, uma das principais referências na busca orgânica do Google como Palestrante de Inovação, e Gerson Ribeiro, professor de Marketing Digital e eCommerce na ESPM. Para a programação completa e mais informações: http://www.forums2.com.br/

Fórum S2 – Gestão e Distribuição de Seguros Massificados
5 e 6 de abril de 2017
AMCHAM – Rua da Paz, 1431 – São Paulo – SP
http://www.forums2.com.br
Inscrições: até 28/02 – R$ 3.200,00 | a partir de 28/02 até 31/03 R$ 3.400,00
*Os valores acima são unitários. Mais informações para pacotes para grupos no site

Informações e credenciamento para imprensa:
Nathalia Pazini – nathalia.pazini@gmail.com – (11) 98211-9914

Zurich divulga lucro operacional de US$ 4,5 bi e receitas totais de US$ 67,9 bi

A Zurich divulgou hoje lucro operacional de US$ 4,5 bilhões em 2016, aumento de 55% em relação ao ano anterior. O lucro líquido atribuível aos acionistas aumentou 74%, atingindo US$ 3,2 bilhões, impulsionado pela melhora na lucratividade do segmento de seguro geral e pelo crescimento contínuo da Global Life e Farmers. O faturamento global ficou estável em US$ 67,9 bilhões. O ROE praticamente duplicou, passando de 6,4% em 2015 para 11,8% em 2016.

Mario Greco, presidente-executivo do grupo, enfatizou estar muito satisfeitos com os resultados para 2016. “Tanto a Global Life quanto os Farmers continuaram a crescer bem, enquanto a General Insurance se beneficiou de um desempenho subjacente mais forte em todas as regiões. Excedemos nossas remessas de caixa e criamos uma operação mais eficiente, com economia de US$ 300 milhões, como prometido. Temos um negócio altamente gerador de caixa e nossa posição de capital permaneceu forte, com nosso índice de capital econômico estimado em 122% no final do ano acima da meta”, comentou em release distribuído pela seguradora à mídia. “Isso é uma conquista e nos dá confiança real de que nossos objetivos de longo prazo são realistas e que podemos atingiu-los”, acrescentou.

Greco ressaltou que ao longo do ano o grupo suíço fortaleceu e focou as áreas de negócios. Na Global Life, cita, o foco esteve na construção da estratégia orientada para a unidade e a proteção, com crescimento consistente nos lucros. O segmento de seguro geral se desenvolvendo bem e espera-se que isso continue nos próximos anos, com a Farmers proporcionando crescimento adicional impulsionado por aumentos de tarifas.

O CEO da Zurich também destacou várias aquisições que proporcionaram novos segmentos de clientes e produtos em mercados onde o grupo já atuava. Cita a RCIS, seguradora rural comprada em abril do ano passado. “Em particular, ela trouxe uma contribuição sólida para nossas operações nos EUA. Estamos também apostando neste negócio através de outros meios. Obtivemos quatro novos contratos de distribuição em 2016, reforçando nossa posição no promissor mercado varejista da América Latina, onde somos líderes de mercado neste segmento. Ao mesmo tempo, nossos colegas continuaram a inovar, desenvolvendo novos e interessantes produtos para nossos clientes”, destacou Greco.

Ele reforçou aos acionistas e jornalistas que a Zurich tem muitos pontos fortes e uma plataforma muito sólida a partir da qual se desenvolver. “Estamos bem posicionados em termos de produtos, pessoas e áreas geográficas e continuamos focados em oferecer ganhos sustentáveis ​​que atendam às nossas metas financeiras e apoiem nossa política de dividendos”, comentou na nota.

Também frisou que o grupo está em vias de criar uma estrutura mais simples, apoiada por investimentos inteligentes e maior foco no cliente, que garanta ao grupo operar com todo seu potencial. “Esses resultados mostram o que podemos realizar e são um excelente ponto de partida para alcançar nossos objetivos financeiros para 2019”, finalizou.

Clique aqui para assistir o vídeo em que Mario Greco faz comentários sobre o resultado, em inglês

Delphos tem novo Superintendente de TI e Comunicação

Release

A Delphos Serviços Técnicos S.A., empresa de prestação de serviços ao mercado segurador, informa que Carlos Trindade, atual Gerente de Tecnologia, passa a ser o novo Superintendente de Tecnologia da Informação e Comunicação (TIC) da empresa. Com Trindade nessa posição, a equipe da Delphos ganha ainda mais excelência nos desenvolvimentos e entregas dos seus serviços, com foco em atendimento aos clientes; melhorias de processos; apoio às decisões de cunho estratégico; e, manutenção e sustentação nos serviços ligados à infraestrutura corporativa.

O executivo tem longa carreira na Delphos. Ocupou a coordenadoria de sistemas, gerência de projetos e, por último, a gerência geral de TI. Possui 26 anos de experiência em tecnologia voltada aos seguros. Foi responsável por liderar o desenvolvimento e implementação do novo sistema de gestão de seguros da empresa. Baseado no Rio de Janeiro, onde está a Matriz da Delphos, é graduado em Informática e pós-graduado em Gestão Estratégica da Informação pela UFRJ, tem MBA em Seguros pela UVA e MBA em Gerenciamento de Projetos pela FGV.