Fator Seguradora mantém rating A-.br da Moody’s Local BR pelo terceiro ano consecutivo

Luis Eduardo Assis Fator Seguradora

A Fator Seguradora teve confirmada pela terceira vez consecutiva, nos anos de 2023, 2024 e 2025, a classificação A-.br atribuída pela agência de risco Moody’s Local BR. O rating, considerado grau de investimento, reflete a avaliação da agência sobre a capacidade da seguradora de honrar seus compromissos financeiros em moeda local.

De acordo com a Moody’s Local BR, a manutenção da nota está associada à estrutura financeira da companhia, à diversificação de produtos, à qualidade dos ativos, ao nível de capitalização e à adoção de práticas conservadoras na constituição de reservas técnicas.

Para o CEO da Fator Seguradora, Luís Eduardo Assis, a avaliação reconhece os esforços estratégicos realizados pela empresa nos últimos anos. “Essa avaliação é consequência de um esforço na identificação de vulnerabilidades e na definição de ações que permitam um crescimento constante e consistente”, afirmou.

A Moody’s também considerou aspectos da governança corporativa e da gestão de riscos da companhia. Segundo a avaliação, a seguradora adota planejamento estruturado, processos de melhoria contínua e práticas alinhadas aos padrões regulatórios do setor.

A Fator Seguradora tem atuação nos ramos elementares e baseia sua estratégia em parcerias com corretores e outros canais de distribuição. A manutenção do rating contribui para reforçar sua posição no mercado e a confiança de seus principais públicos.

O rating A-.br é concedido a instituições com perfil de crédito considerado estável, e sua manutenção está condicionada ao monitoramento periódico de indicadores operacionais, financeiros e regulatórios por parte da agência.

Seguradoras do Brasil e Portugal enfrentam desafios crescentes com eventos climáticos

por Carla Simões

As seguradoras do Brasil e de Portugal estão diante de um desafio comum: responder aos impactos cada vez mais frequentes e severos dos eventos climáticos extremos. Enchentes, secas prolongadas, incêndios florestais e tempestades têm afetado especialmente as populações mais vulneráveis, revelando a urgência de tornar o seguro um instrumento mais acessível e eficiente para a proteção social e econômica.

Em encontro em Lisboa entre representantes da CNseg e do Grupo Fidelidade, seguradora que responde por cerca de 30% do mercado português, ficou evidente a dificuldade de ampliar a penetração dos seguros em regiões de maior risco. “No Pantanal, por exemplo, uma região que tradicionalmente não tinha chuvas definidas, enfrentamos inundações severas nos últimos cinco anos. Muitas dessas áreas são grandes produtoras de soja, milho, algodão e açúcar, o que agrava os impactos econômicos”, relatou o presidente da CNseg, Dyogo Oliveira. 

Seguros obrigatórios e novas soluções

Alguns países têm adotado modelos que podem inspirar o Brasil e Portugal. Na Turquia, o seguro contra desastres naturais é cobrado diretamente na conta de luz. No México, estados só recebem ajuda do governo federal em caso de desastre se possuírem seguro para sua infraestrutura pública. Para os especialistas, essas experiências mostram que o caminho pode envolver uma combinação de obrigatoriedade, incentivos e inovação nos canais de distribuição.

No Brasil, a CNseg discute com o Legislativo e o Executivo uma proposta de criação do Seguro Social de Catástrofe. O tema tem despertado o interesse de parlamentares, mas ainda carece de adesão de alguns ministérios. 

Conhecimento como base para a ação

Com o aumento da frequência e intensidade de eventos climáticos, o setor segurador europeu tem investido em pesquisa para compreender melhor os riscos e desenvolver soluções personalizadas. A seguradora Fidelidade criou um centro de estudos que cruza dados sobre riscos físicos — como incêndios, ondas de calor, chuvas intensas e aumento do nível do mar — com os impactos socioeconômicos em diferentes regiões. 

A iniciativa do grupo Fidelidade visa produzir conhecimento aplicável, com o apoio de universidades e centros de pesquisa. Há também programas de bolsas para estudantes de mestrado desenvolverem estudos sobre prevenção, adaptação e impactos econômicos. Com esses dados em mãos, a empresa consegue quantificar os custos do não enfrentamento desses riscos. Isso ajuda governos, seguradoras e cidadãos a tomarem decisões mais informadas. 

Educação, prevenção e ferramentas digitais

Outro ponto destacado pelo grupo português é a necessidade de investir em campanhas educativas e ferramentas digitais que alertem a população sobre os riscos de forma simples e proativa. Algumas seguradoras têm criado indicadores personalizados para clientes e corretores, com alertas de risco de alagamento, incêndio e outras ameaças, além de orientações sobre o que fazer antes, durante e depois dos eventos.

Os executivos dos dois países entendem que a vulnerabilidade não é só uma questão geográfica, mas também socioeconômica e por isso é necessária a construção de soluções integradas, com participação pública, privada e da sociedade civil para prevenir tragédias. 

EZZE Seguros lança aviso de sinistro 100% digital com uso de IA via WhatsApp e ChatWeb

A EZZE Seguros acaba de lançar uma funcionalidade inovadora que facilitará a vida dos segurados e otimizará o tempo dos corretores. A partir de agora, segurados e corretores podem registrar sinistros de Auto diretamente pelo WhatsApp ou ChatWeb, sem necessidade de login ou contato com atendentes. A tecnologia de Inteligência Artificial (IA) proporciona mais agilidade, segurança e autonomia no registro das ocorrências — eliminando etapas intermediárias e tornando o processo mais eficiente.

Com o novo sistema, é possível registrar 18 diferentes causas de sinistros – de alagamento a colisões – direto da palma da mão, através do celular. O chat inclusive ajuda a escolher uma oficina credenciada para o conserto. Com a ajuda da assistente virtual Eliz, o processo pode ser concluído em menos de 10 minutos, a qualquer hora do dia. O serviço está disponível 24 horas por dia, sem necessidade de login ou fila de espera, e com total segurança dos dados.

“Nosso objetivo com essa solução é simplificar processos e entregar uma experiência cada vez mais ágil e intuitiva para segurados e corretores. O aviso de sinistro do Seguro Auto EZZE pode ser feito diretamente pelo WhatsApp ou ChatWeb, com poucos cliques, sem necessidade de login e sem espera por atendimento humano. A assistente virtual Eliz conduz o usuário em um fluxo simples e objetivo, reunindo todas as informações necessárias e gerando o número do sinistro de forma imediata”, afirma Samantha Sampaio, Diretora de Estratégia Comercial e Transformação Digital da EZZE Seguros.

A novidade reforça o compromisso da EZZE com a ampliação dos investimentos em inteligência artificial para o benefício dos segurados, desenvolvendo soluções acessíveis, intuitivas e baseadas nas necessidades do dia a dia. Também posiciona a seguradora ao lado dos líderes do segmento.

“Como uma companhia digital e centrada no cliente, a EZZE Seguros investe continuamente na digitalização dos processos, sempre com foco em jornadas mais simples, ágeis e eficientes. Com essa nova funcionalidade de aviso de sinistro 100% automatizada via WhatsApp e ChatWeb, segurados e corretores podem comunicar ocorrências de forma rápida, segura e no momento que for mais conveniente, inclusive fora do horário comercial. Além disso, mantemos nossos canais tradicionais disponíveis, como atendimento telefônico 24h, para quem preferir. Ao incorporar inteligência artificial em uma jornada digital segura e intuitiva, a EZZE eleva o padrão de eficiência, conveniência e inovação no setor de seguros brasileiro”, complementa Samantha.

Além do ganho para o usuário, a facilidade no aviso de sinistros de forma digital é mais uma vantagem que os corretores têm como argumento positivo na hora de fechar negócio.

“Ao automatizar por completo o processo de aviso de sinistro, a EZZE Seguros reforça seu compromisso com a eficiência operacional e com o sucesso dos parceiros de distribuição. A nova solução é mais do que conveniência para o segurado — ela representa um diferencial competitivo para os corretores, que agora podem contar com um argumento poderoso de vendas e fidelização: uma jornada digital fluida, intuitiva e sem atritos — que agrega valor tanto à experiência do cliente quanto à performance comercial dos nossos parceiros”, afirma Richard Vinhosa, CEO da companhia.

Orgulho e inclusão: seguradoras discutem o papel das empresas no acolhimento à população LGBTQIA+

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No mês do orgulho LGBTQIA+, a CNseg – Confederação das Seguradoras promoveu o webinar “Orgulho e Inclusão LGBTQIA+: o papel das empresas engajadas”, reunindo lideranças do setor para compartilhar histórias, iniciativas e desafios em torno da diversidade sexual e de gênero no ambiente de trabalho. O evento foi mediado por Claudia Prates, diretora de Sustentabilidade da CNseg, e teve como convidados Yuri Fernandes, jornalista e criador da websérie LGBT+60; Patrícia Penhalber, diretora de Riscos da Zurich LATAM; e Regis Oliveira, superintendente de Pessoas e Cultura da Youse Seguros.

Em tom franco e inspirador, o encontro demonstrou que empresas que promovem a inclusão vão além da responsabilidade social: elas têm o poder de transformar vidas e realidades. “Ambientes inclusivos não são só justos: são mais criativos e produtivos”, reforçou Yuri Fernandes. Ele ressaltou que diversidade amplia não só a representatividade, mas também a capacidade de inovação das empresas. “Quando você coloca pessoas com histórias diferentes na mesma sala, a criatividade e a qualidade das decisões aumentam. Isso é comprovado”, destacou. Ao longo de sua fala, ele compartilhou o caso de Vic, um colaborador trans da empresa de tecnologia C&T, que reconheceu sua identidade de gênero após ações educativas promovidas internamente.

“A empresa não só criou um ambiente seguro, como ajudou Vic a se reconhecer como trans e conduzir sua transição com apoio institucional. Hoje ele é head de desenvolvimento e aprendizagem. Se a empresa não tivesse promovido esse letramento, teria perdido um talento e uma liderança”, contou Yuri. O jornalista também citou o Corporate Equity Index, índice internacional que avalia boas práticas de inclusão com base em quatro pilares: proteção legal, benefícios equitativos, cultura corporativa inclusiva e responsabilidade social.

“Eu transicionei no mercado de seguros”

Em um dos momentos mais marcantes do encontro, Patrícia Penhalber, diretora de Riscos da Zurich LATAM, compartilhou sua jornada pessoal como mulher trans no setor segurador. Com 20 anos de experiência em empresas de tecnologia e risco, ela afirmou que transicionou após mais de uma década de carreira e que, mesmo sendo uma executiva, ainda enfrenta situações de exclusão.

“Passei dez anos em Madri e uma temporada em Hong Kong, e essa vivência me fez entender a importância dos múltiplos recortes – ser LGBT, mulher, latina, executiva. Por isso pedi para participar de um grupo de afinidade na Zurich, e hoje sou patrocinadora do grupo LGBTQIA+”, relatou.

Patrícia defendeu que as empresas devem revisar cláusulas e perfis de risco que possam, ainda que indiretamente, excluir pessoas LGBTQIA+. “Se uma seguradora não oferece cobertura ou impõe condições discriminatórias a pessoas trans, por exemplo, ela está contribuindo para a exclusão. Precisamos olhar com atenção para isso”, alertou. Ela também reforçou que saúde suplementar com acesso digno para pessoas trans é uma das maiores urgências do setor.

“Não basta contratar. É preciso escutar”

Regis Oliveira, da Youse Seguros, ressaltou a importância da escuta ativa como elemento-chave na construção de uma cultura inclusiva. “O PowerPoint aceita tudo. Mas inclusão real só acontece quando sai da apresentação e vira prática”, afirmou. Ele contou que a Youse tem investido em formação da liderança, criação de vagas afirmativas e ações de letramento contínuo.

“Não adianta abrir vaga afirmativa se a pessoa, ao entrar, não encontra espaço, não tem escuta ou não é tratada com equidade. A sexualidade precisa estar em segundo plano quando falamos de desempenho, liderança e crescimento”, pontuou.

Regis compartilhou ainda sua experiência pessoal como pai em uma família homoafetiva, destacando as barreiras enfrentadas para registrar filhos, acessar serviços públicos e matricular crianças na escola. “Quando meu filho foi ao posto de saúde, não havia campo para dois pais. Na escola, nunca tinham recebido um casal homoafetivo. Mas fomos escutados, e a escola criou um projeto de diversidade familiar que hoje faz parte da grade”, contou. Para ele, esse é o caminho: sensibilizar pelo exemplo, dialogar e agir.

Representatividade que transforma

Claudia Prates, ao mediar o debate, reforçou o papel das seguradoras como agentes de mudança social. “Representatividade salva vidas, mas também transforma perspectivas. É um ciclo que começa com escuta e termina com impacto – no negócio, na cultura e na sociedade”, afirmou. Ela também lembrou que a CNseg mantém ativa a Comissão de Diversidade, Equidade e Inclusão, com o objetivo de promover trocas, benchmarks e boas práticas entre as empresas do setor.

O evento trouxe à tona a necessidade de ações concretas e estruturadas – que vão desde o letramento interno e revisão de políticas até a criação de produtos mais inclusivos. E reforçou que o compromisso com a diversidade precisa ultrapassar as datas comemorativas: deve estar no centro da cultura corporativa e no cotidiano das decisões.

Desafios destacados pelos participantes:

  • Revisão de cláusulas contratuais e critérios de risco que excluam pessoas LGBTQIA+;
  • Inclusão de pessoas trans com acesso igualitário à saúde e benefícios;
  • Letramento contínuo da liderança e criação de vagas afirmativas com acompanhamento;
  • Representatividade verdadeira nas campanhas e nos cargos de liderança;
  • Escuta ativa e espaços seguros para expressão e pertencimento;
  • Comunicação inclusiva em processos seletivos e produtos;
  • Adoção de políticas explícitas contra LGBTfobia, com canais seguros para denúncias.

Bradesco Saúde investe em linha de plano regional em Goiás

Com a proposta de oferecer produtos cada vez mais personalizados, desenvolvidos com foco na necessidade local de seus beneficiários, a Bradesco Saúde lança o Bradesco Saúde Regional Goiás. O novo produto está disponível para empresas de todos os tamanhos e perfis, nos segmentos SPG (seguro para grupos de 3 a 199 pessoas, destinado a pequenas e médias empresas que possuam CNPJ ou CAEPF) e Empresarial (a partir de 200 pessoas).

A novidade se destaca por conciliar preço competitivo e a qualidade de uma rede selecionada de hospitais, de clínicas de consultórios e de serviços. “O Bradesco Saúde Regional Goiás marca um importante avanço na nossa estratégia de regionalização, trazendo um produto bastante atraente para as empresas locais, a partir de uma rede com prestadores presentes na capital, Goiânia, e em cidades que concentram populações expressivas, com grande potencial para a contratação do plano de saúde”, destaca Flávio Bitter, diretor-gerente da Bradesco Saúde.

“Goiás foi escolhido para o lançamento por sua relevância estratégica. Nossa expectativa é expandir esse modelo para outras partes do Brasil, sempre em parceria com prestadores qualificados e um cuidado completo, priorizando a prevenção e a promoção de saúde”, sinaliza Pablo Guimarães, superintendente sênior comercial das regiões Centro-oeste, Norte e Nordeste.

Com opções de contratação nas acomodações em quarto ou em enfermaria, o Bradesco Saúde Regional Goiás oferece cobertura ambulatorial e hospitalar com obstetrícia, com atendimento de urgência e emergência, consultas, exames, terapias, internação e cirurgias, inclusive parto.

Presente em 21 municípios do estado (lista abaixo), o novo produto possui parceiros relevantes na composição da rede, como o Grupo Santa, por meio do Ânima Centro Hospitalar, em Anápolis. Além dele, a rede referenciada conta com outros prestadores de destaque, como os hospitais Santa Helena, do Coração, dos Acidentados e da Criança, além da Ela Maternidade e do Ver Hospital de Olhos, todos em Goiânia; O Ver Hospital de Olhos, em Anápolis; O Hospital Maria Cândida Teixeira, em Nerópolis e o Hospital Santa Mônica, em Aparecida de Goiânia. E, ainda, a rede de laboratórios Sabin, para exames.

Telemedicina, Psicologia Online e Clube+Saúde

O Bradesco Saúde Regional Goiás também oferece acesso facilitado a psicólogos pelo app Bradesco Saúde, consultas pelo Saúde Digital – a telemedicina da Bradesco Saúde –, além do Clube+Saúde, que reúne descontos e cashback em produtos e serviços de saúde e bem-estar.

Coparticipação e Reembolso

O novo produto possui modelos distintos de coparticipação, que ajudam a tornar o plano ainda mais competitivo para empresas de diferentes perfis, com redução de até 23% no prêmio em compararação a produtos sem essa contrapartida. No caso do segmento SPG, a coparticipação é de 30% com limite de valores em reais, o que contribui para tornar o produto mais atrativo para as pequenas e médias empresas. Para o Empresarial, há a flexibilidade de opções de percentuais, de acordo com a preferência da empresa contratante. Os beneficiários têm à disposição o reembolso específico para consultas e honorários médicos de paciente internado.

Cidades de abrangência do Bradesco Saúde Regional Goiás:

  • Abadia de Goiás
  • Anápolis
  • Aparecida de Goiânia
  • Aragoiânia
  • Bela Vista de Goiás
  • Bonfinópolis
  • Corumbá de Goiás
  • Goianápolis
  • Goiânia
  • Goianira
  • Guapó
  • Hidrolândia
  • Inhumas
  • Leopoldo de Bulhões
  • Nerópolis
  • Nova Veneza
  • Pirenópolis
  • Santo Antônio de Goiás
  • Senador Canedo
  • Terezópolis de Goiás
  • Trindade

Bradesco Vida e Previdência anuncia Fábio Magalhães Tobias como diretor comercial

A Bradesco Vida e Previdência, empresa do Grupo Bradesco Seguros, anuncia Fábio Magalhães Tobias como novo diretor comercial da Companhia. A nomeação do executivo faz parte das movimentações estratégicas realizadas neste ano, que têm como destaque a nomeação de Bernardo Castello à presidência empresa, e visa impulsionar os resultados nos segmentos de Vida e Previdência, fortalecer a parceria com corretores e manter a posição de vanguarda da empresa no mercado.

Com sólida experiência no segmento e há 28 anos na seguradora, Fábio ocupou, nos últimos 13 anos, o cargo de Superintendente Sênior da Organização de Vendas do Grupo Bradesco Seguros. Ao longo de sua trajetória, atuou como para as regionais Sul, São Paulo e Rio de Janeiro/Espírito Santo, além de sua recente posição na matriz da Companhia, contribuindo para o aprimoramento dos processos de venda e pós-venda realizados pelos corretores.

“Assumir a diretoria comercial da Bradesco Vida e Previdência representa um compromisso com a continuidade e o aprimoramento de iniciativas que reforcem a importância da proteção financeira. Pretendo intensificar o relacionamento com os corretores, reconhecendo seu papel essencial na disseminação da cultura do seguro e na ampliação do acesso a soluções que atendam às necessidades dos brasileiros”, ressalta o executivo.

AXA no Brasil dá dicas de gerenciamento de risco no Dia do Caminhoneiro

Fonte: AXA

No Dia do Caminhoneiro, a AXA no Brasil reforça seu compromisso com a proteção e valorização dos profissionais das estradas. Para marcar a data, a seguradora compartilha orientações essenciais sobre gerenciamento de risco no transporte de cargas.

Segundo levantamento anual da NSTECH, o roubo de cargas segue concentrado na região Sudeste, responsável por cerca de 80% das perdas registradas em 2024. Embora São Paulo e Minas Gerais tenham apresentado leve queda nos índices, o Rio de Janeiro acendeu um alerta: o estado saltou de 18,9% em 2023 para 25% do total de prejuízos no ano passado. Os trechos urbanos continuam sendo os preferidos das quadrilhas, especialmente em áreas de alta densidade populacional e baixa presença policial. Cargas fracionadas e alimentos seguem entre os itens mais visados, por sua facilidade de revenda e alto giro comercial.

O gerenciamento de risco desempenha um papel fundamental no monitoramento e na análise de dados para ampliar a segurança nas operações logísticas. Por meio da AXA Torre 360, solução desenvolvida para aumentar a proteção dos clientes de Seguro Transporte, a seguradora alia tecnologia de ponta à inteligência de dados para tornar os trajetos mais seguros, resguardando tanto as cargas quanto os motoristas.

“Serviços de gerenciamento de risco devem ser encarados como um investimento, e não como custo. Na AXA Torre 360, disponibilizamos diversas soluções tecnológicas aos nossos clientes, como painéis que consolidam todas as informações relevantes para a atuação dos analistas, um monitoramento mais efetivo, visão de dono e uma maior rapidez em atuações operacionais. A combinação entre tecnologia, inteligência artificial e análise de dados fortalece a segurança das frotas, aumenta a eficiência operacional e reduz custos com decisões logísticas mais assertivas”, destaca Denis Maelaro, diretor de P&C e Specialties da AXA no Brasil.

Cuidar da saúde dos caminhoneiros e caminhoneiras também é fundamental para garantir o bem-estar e a segurança para realizarem seu trabalho. O dia a dia de quem trabalha dirigindo um caminhão é repleto de desafios, com horas seguidas na estrada, um alto nível de estresse e falta de cuidados adequados com o sono.

“A segurança nas estradas é um trabalho conjunto. Com tecnologia, informação e atitude preventiva, conseguimos proteger não apenas os caminhoneiros, mas também o negócio dos nossos clientes”, conclui Maelaro.

Por isso, neste Dia do Caminhoneiro, a equipe de Gerenciamento de Risco da AXA reuniu cinco dicas para o cuidado da saúde dos motoristas e cinco tecnologias que podem contribuir para trajetos mais seguros nas estradas. Confira:

 

Cinco cuidados com a saúde dos caminhoneiros: 

1.       Tenha uma alimentação saudável e cuide da hidratação

2.       Tenha uma rotina de sono disciplinada

3.       Pratique exercícios físicos e fique atento à postura no volante

4.       Faça check-ups médicos regulares

5.       Não se esqueça de usar protetor solar

 

Cinco dicas de gerenciamento de risco:

 

1.       Telemetria 

O que é: Sistemas que coletam e analisam dados em tempo real do veículo (velocidade, frenagens bruscas, rota, tempo de direção, etc.).
Benefícios: Permite identificar comportamentos de risco, aprimorar treinamentos e agir preventivamente antes de incidentes.

 

2.       Câmeras de fadiga e atenção (DMS – Driver Monitoring System)

O que é: Câmeras internas com sensores que detectam sinais de cansaço, distração ou uso indevido de celular.
Benefícios: Emitem alertas ao motorista e relatórios à central, prevenindo acidentes por sonolência ou desatenção.

 

3.       Sensores IoT e rastreamento inteligente de carga

O que é: Dispositivos conectados que monitoram, em tempo real, localização da carga, condições do baú e status do veículo.
Benefícios: Reduz riscos de roubo, extravio ou avarias e possibilita respostas rápidas em situações críticas.

 

4.       Plataformas preditivas de gestão de manutenção

O que é: Softwares com IA que preveem falhas mecânicas com base em sensores e dados históricos.
Benefícios: Evita panes, diminui o tempo de inatividade da frota e garante segurança ao manter os veículos em condições ideais.

 

5.       Botões de pânico e integração com sistemas de emergência

O que é: Dispositivos acessíveis ao motorista que, ao serem acionados, enviam alerta com localização à central e/ou à polícia.
Benefícios: Proporciona resposta rápida em casos de roubo, sequestro ou acidentes, reforçando a segurança dos motoristas.

APTS elege nova diretoria e se prepara para retomar atividades

por Márcia Alves

Com suas atividades suspensas nos últimos anos, a Associação Paulista dos Técnicos de Seguro (APTS) se prepara para retomar os trabalhos. Com uma trajetória de 42 anos de atuação em prol da disseminação do conhecimento em seguros, a entidade está agora sob novo comando. A nova diretoria, eleita em assembleia geral realizada em abril, tem à frente Evaldir Barboza de Paula, que atuou como secretário e diretor financeiro nas gestões anteriores.

Evaldir explica que vários fatores levaram à paralisação temporária das atividades da APTS, como o falecimento do presidente anteanterior, em 2019, e, posteriormente, a pandemia. À essa altura, segundo ele, a entidade já possuía despesas que foram se acumulando ao longo do tempo. “Como diretor financeiro nas últimas gestões, decidi assumir todos os compromissos financeiros para que APTS ficasse em dia”, diz.

Com o término do mandato do presidente Octavio Milliet, Evaldir decidiu se candidatar ao cargo, sendo eleito por aclamação em assembleia realizada em abril. Ele afirma que antes de retomar as atividades, a APTS precisa ter suas finanças saneadas. Para tanto, a solução encontrada pela diretoria, respaldada pelos Conselheiros, foi vender a sede própria, localizada no Largo do Paissandu, centro histórico da capital, para ressarcir aos credores.

“A venda do imóvel é inevitável para fazer frente às despesas acumuladas. Mas, tenho a esperança de que, após resolvida esta questão, a APTS possa retomar suas atividades, voltando a realizar os seus consagrados eventos, que tanto contribuíram para prover conhecimento ao mercado, da forma como idealizaram seus fundadores”, diz. O seu antecessor, Milliet, reconhece a persistência de Evaldir. “Desejo muito sucesso”.

Diretoria forte

O novo presidente da APTS sabe que terá desafios pela frente, mas assegura que está confiante no habitual apoio do mercado. “A APTS construiu uma sólida trajetória, sempre focada no debate e na oferta de conhecimentos para o aperfeiçoamento dos profissionais, e isso é reconhecido pelo setor”, diz. Ele conta que uma providência para facilitar a operacionalização foi a reformulação do estatuto.

A mudança, realizada há dois anos, possibilitou, entre outras novidades, a criação do Conselho de Administração. Com isso, a formatação da nova diretoria ganhou força com a participação de nomes consagrados do setor, como Jayme Garfinkel, ex-presidente do Conselho da Porto, Boris Ber, presidente do Sincor-SP, Alexandre Camillo, ex-superintendente da Susep, além de outras lideranças.

Na nova gestão, Evaldir resgatou a composição de Diretores Nomeados, com especialistas no comando das áreas-chaves para a entidade, que preza pela boa técnica de seguros. Por enquanto, já foram nomeadas as diretorias técnica, jurídica e de eventos. Tais iniciativas contam com a anuência da diretoria executiva, incluindo o diretor financeiro Luiz Macoto Sakamoto. 

“Ao longo da trajetória histórica da APTS, muitas mudanças ocorreram na sociedade e também no mercado de seguros. Mas, o que não mudou foi o carinho pela APTS. Muitos dos que passaram por seus eventos guardam o desejo de retribuir o conhecimento adquirido. Por isso, estamos trabalhando fortemente para sanar a situação financeira e reposicionar nossa querida APTS. Vamos juntos nesta missão!”, diz Macoto.

HDI Seguros apoia estreia do Cine Autorama no Paraná com sessões gratuitas em Londrina e Maringá

Fonte: HDI

A HDI Seguros é patrocinadora do Cine Autorama, projeto de cinema drive-in itinerante, que chega pela primeira vez ao Paraná, com sessões gratuitas em Londrina e Maringá. Viabilizado por meio da Lei de Incentivo à Cultura, o evento faz parte da agenda de projetos incentivados da companhia, que visa promover bem-estar, entretenimento e experiências memoráveis para as pessoas.

Com uma programação para toda a família, o Cine Autorama contará com filmes de diferentes gêneros – entre eles, clássicos como Curtindo a Vida Adoidado, sucessos recentes como Ghostbusters: Apocalipse de Gelo e produções nacionais como Arca de Noé –, todos exibidos ao ar livre em uma super tela inflável, com estrutura acessível e espaço também para quem deseja assistir fora do carro. Durante as sessões, a HDI Seguros levará ao público uma série de ativações voltadas ao cuidado com os veículos, incluindo brindes especiais com itens para o dia a dia do carro, além de kits personalizados e uma área exclusiva para vivenciar o evento de forma ainda mais especial.

Pensando também na segurança e no conforto dos motoristas durante o evento, a HDI disponibilizará um guincho exposto nos locais das exibições e motos de auto-socorro equipadas para atendimento emergencial, especialmente para casos de pane na bateria – algo comum em noites frias ou quando o carro precisa ficar ligado por mais tempo, como acontece nas sessões drive-in. A ação reforça o compromisso da seguradora de estar sempre próxima, oferecendo suporte real em momentos que importam.

O Cine Autorama no Paraná é viabilizado por meio da Lei Rouanet – Incentivo a Projetos Culturais, com patrocínio da HDI Seguros. Em Londrina, a iniciativa conta com apoio do Norte Shopping e da Secretaria Municipal de Cultura e em Maringá, da Prefeitura por meio das Secretarias de Cultura e de Esporte e Lazer.

Zurich divulga Relatório de Sustentabilidade de 2024

Nesta semana, a Zurich Seguros divulga o seu Relatório de Sustentabilidade de 2024, um ano marcado por desafios e avanços para a empresa em sua agenda ESG. O documento, em sua quinta edição, condensa os resultados alcançados pela companhia em relação à sustentabilidade, inovação e resiliência.

Em 2024, a Zurich continuou priorizando a transição climática e a responsabilidade social corporativa, mantendo firme o propósito de alcançar emissões líquidas zero (net-zero) até 2050 em seguros e investimentos, e até 2030 em suas operações próprias.  

Um passo importante foi dado globalmente com o lançamento, em setembro, do Plano de Transição Climática, que reúne um conjunto de ações para impulsionar a transição para uma economia net-zero, com foco em clientes e empresas investidas, além de buscar aumentar a resiliência da sociedade diante dos riscos físicos do clima, integrando soluções de prevenção, adaptação e reconstrução em produtos e serviços de seguros.  

Na frente de investimentos, além da meta de atingir net-zero até 2050, a Zurich assumiu vários compromissos intermediários. No Brasil, mais de 32.000 toneladas das emissões financiadas já foram reduzidas da carteira de investimentos da seguradora desde 2021. 

Já na subscrição, a meta é reduzir em 20% a intensidade de emissões associadas ao portfólio de grandes clientes corporativos até 2030 (base 2019). Vale observar também que a Zurich aprimorou a sua análise e gestão de risco para os setores que mais contribuem para as emissões do portfólio da seguradora, priorizando clientes com planos de transição energética com metas intermediárias e mensuráveis. 

Além disso, o plano prevê ações contemplando a evolução das operações e da cadeia de suprimentos – nesta última frente, o objetivo é que 75% dos gastos globais com compras gerenciadas estejam com fornecedores que adotem metas baseadas na ciência até 2025 e metas de emissões líquidas zero até 2030. No Brasil, aliás, já ocorreu uma redução de 76% das emissões em operações desde 2019. 

“Muitas empresas têm metas net-zero declaradas, e isso é muito importante. Mas aqui, estamos falando sobre um plano global de transição, que determina exatamente quais serão os caminhos para atingirmos essas metas. Isso ainda é bastante inovador”, explica Nathalia Abreu, gerente de Sustentabilidade da Zurich Seguros. 

Nathalia complementa que, após o lançamento do novo plano global de transição climática, o trabalho feito pela unidade brasileira foi adequar esse plano e objetivos ao contexto local. A estratégia teve como fundamento o Guia Net Zero, da The Climate Drive, uma ferramenta que auxilia organizações alcançarem a neutralidade em carbono através da definição de metas e objetivos claros. 

“No Brasil, atuaremos em quatro frentes: conectar sustentabilidade e crescimento financeiro; criar e aprimorar soluções que ajudam clientes e parceiros a mitigar riscos ambientais e sociais; tornar nossos processos e sinistros mais eficientes, reduzindo impactos socioambientais; e criar programas de empoderamento econômico, priorizando grupos minorizados”, elenca Nathalia. 

Ainda no contexto brasileiro, em dados econômicos, ao longo de 2024, a Zurich implementou a estratégia de diversificação de produtos e canais de distribuição e de crescimento orgânico, com resultados expressivos. O volume de prêmios emitidos alcançou R$ 7,3 bilhões, com um crescimento de 14% em relação ao ano anterior.  

Com relação aos projetos relacionados diretamente às linhas de negócio, foram 194,5 toneladas de resíduos destinados corretamente através do Zurich Recicla só em 2024, projeto conectado os seguros de automóvel e celular. No Selo Verde, iniciativa reconhece oficinas de reparo automotivo referenciadas da companhia com práticas sustentáveis, já são mais de 320 oficinas certificadas. Nos seguros massificados, em 2024 foram compensadas mais de 7 mil toneladas de CO2 equivalente, através de projetos de reflorestamento, conservação florestal e geração de energia renovável. 

A companhia também avançou em indicadores de diversidade, avançando significativamente na equidade de gênero em percentuais na liderança entre seus colaboradores. Na frente social, foram mais de 8 mil horas voluntárias doadas, com 88% dos colaboradores engajados no Programa de Responsabilidade Social Corporativa da empresa. Programa este que, só em 2024, destinou mais de R$ 17 milhões a diversas instituições sociais e impactou mais de 2,5 milhões de pessoas. 

“Temos mostrado que o bom desempenho financeiro do negócio pode e deve caminhar com a evolução de nossos indicadores de sustentabilidade”, pontua Nathalia. “Não pode ser diferente quando pensamos em um futuro mais sustentável para todos”. 

Novo formato de relatório

Uma das novidades do relatório da Zurich é o formato GRI (Global Reporting Initiative), um padrão internacionalmente reconhecido para a elaboração de relatórios de sustentabilidade corporativa, que traz mais clareza e transparência à divulgação do desempenho da empresa nos aspectos ambientais, sociais e de governança. 

“Apesar de não ser uma exigência regulatória, nós escolhemos adotar esse formato porque estamos comprometidos em compartilhar nosso progresso e desafios com uma metodologia clara, atestada internacionalmente e aplicável a diferentes mercados. Essa transparência é fundamental para posicionar nosso setor como um parceiro estratégico na transição climática de diferentes stakeholders”, finaliza Nathalia.