AGENDA: Fórum S2 – Gestão & Distribuição de Seguros Massificados

Estão abertas as inscrições para a segunda edição do Fórum S2 – Gestão & Distribuição de Seguros Massificados, evento que acontece entre os dias 5 e 6 de abril na Amcham (Rua da Paz, 1431, São Paulo) e que tem o objetivo de criar um ambiente propício para avaliar e debater o mercado de Affinity e Bancassurance no país. Trata-se do único encontro que reúne todos os envolvidos no mercado de massificados: seguradoras, distribuidoras, corretoras e empresas de assistência 24h.

A programação do Fórum tem foco nas tendências do mercado e foi criada com base nas sugestões dos participantes da edição anterior do evento. Por isso, nesta edição, temas como os desafios da comunicação de seguros em ambientes digitais, inovação e diferentes canais de distribuição serão abordados. “Por conta da evolução da tecnologia e dos novos padrões de consumo, é extremamente necessário discutir e ampliar o debate sobre estes temas. Além disso, temos o objetivo não só de promover troca de experiências e aprendizado, mas também networking e parcerias, já que todas as pontas do negócio estarão presentes”, explica Claudia Lopes, diretora executiva da CFL Consultoria, curadora da programação e realizadora do Fórum. Claudia tem 21 anos de experiência no mercado de Affinity e Bancassurance, ocupando, ao longo deste tempo, cargos executivos em grandes multinacionais como Mapfre Seguros, Citibank Corretora de Seguros e Marsh Corretora. A organização e a produção do Fórum S2 é da Joy Eventos.

O Fórum terá apresentações de cases de sucesso de importantes distribuidoras como as Lojas Marisa, Caixa Seguradora e Novo Mundo. Já o painel “Desafios da Comunicação de Seguros em Ambientes Digitais” será mediado por Marcelo Teixeira, mestre em comunicação e práticas de consumo e consultor em estratégias de marketing digital. Sobre o mercado digital, participarão como palestrantes Andre Gregori, CET da Thinkseg, e Gustavo Zobaran, Head de Brand Experience da YOUSE. Os participantes terão ainda palestras com foco em marketing com Fernando Kimura, uma das principais referências na busca orgânica do Google como Palestrante de Inovação, e Gerson Ribeiro, professor de Marketing Digital e eCommerce na ESPM. Para a programação completa e mais informações: http://www.forums2.com.br/

Fórum S2 – Gestão e Distribuição de Seguros Massificados
5 e 6 de abril de 2017
AMCHAM – Rua da Paz, 1431 – São Paulo – SP
http://www.forums2.com.br
Inscrições: até 28/02 – R$ 3.200,00 | a partir de 28/02 até 31/03 R$ 3.400,00
*Os valores acima são unitários. Mais informações para pacotes para grupos no site

Informações e credenciamento para imprensa:
Nathalia Pazini – nathalia.pazini@gmail.com – (11) 98211-9914

Zurich divulga lucro operacional de US$ 4,5 bi e receitas totais de US$ 67,9 bi

A Zurich divulgou hoje lucro operacional de US$ 4,5 bilhões em 2016, aumento de 55% em relação ao ano anterior. O lucro líquido atribuível aos acionistas aumentou 74%, atingindo US$ 3,2 bilhões, impulsionado pela melhora na lucratividade do segmento de seguro geral e pelo crescimento contínuo da Global Life e Farmers. O faturamento global ficou estável em US$ 67,9 bilhões. O ROE praticamente duplicou, passando de 6,4% em 2015 para 11,8% em 2016.

Mario Greco, presidente-executivo do grupo, enfatizou estar muito satisfeitos com os resultados para 2016. “Tanto a Global Life quanto os Farmers continuaram a crescer bem, enquanto a General Insurance se beneficiou de um desempenho subjacente mais forte em todas as regiões. Excedemos nossas remessas de caixa e criamos uma operação mais eficiente, com economia de US$ 300 milhões, como prometido. Temos um negócio altamente gerador de caixa e nossa posição de capital permaneceu forte, com nosso índice de capital econômico estimado em 122% no final do ano acima da meta”, comentou em release distribuído pela seguradora à mídia. “Isso é uma conquista e nos dá confiança real de que nossos objetivos de longo prazo são realistas e que podemos atingiu-los”, acrescentou.

Greco ressaltou que ao longo do ano o grupo suíço fortaleceu e focou as áreas de negócios. Na Global Life, cita, o foco esteve na construção da estratégia orientada para a unidade e a proteção, com crescimento consistente nos lucros. O segmento de seguro geral se desenvolvendo bem e espera-se que isso continue nos próximos anos, com a Farmers proporcionando crescimento adicional impulsionado por aumentos de tarifas.

O CEO da Zurich também destacou várias aquisições que proporcionaram novos segmentos de clientes e produtos em mercados onde o grupo já atuava. Cita a RCIS, seguradora rural comprada em abril do ano passado. “Em particular, ela trouxe uma contribuição sólida para nossas operações nos EUA. Estamos também apostando neste negócio através de outros meios. Obtivemos quatro novos contratos de distribuição em 2016, reforçando nossa posição no promissor mercado varejista da América Latina, onde somos líderes de mercado neste segmento. Ao mesmo tempo, nossos colegas continuaram a inovar, desenvolvendo novos e interessantes produtos para nossos clientes”, destacou Greco.

Ele reforçou aos acionistas e jornalistas que a Zurich tem muitos pontos fortes e uma plataforma muito sólida a partir da qual se desenvolver. “Estamos bem posicionados em termos de produtos, pessoas e áreas geográficas e continuamos focados em oferecer ganhos sustentáveis ​​que atendam às nossas metas financeiras e apoiem nossa política de dividendos”, comentou na nota.

Também frisou que o grupo está em vias de criar uma estrutura mais simples, apoiada por investimentos inteligentes e maior foco no cliente, que garanta ao grupo operar com todo seu potencial. “Esses resultados mostram o que podemos realizar e são um excelente ponto de partida para alcançar nossos objetivos financeiros para 2019”, finalizou.

Clique aqui para assistir o vídeo em que Mario Greco faz comentários sobre o resultado, em inglês

Delphos tem novo Superintendente de TI e Comunicação

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A Delphos Serviços Técnicos S.A., empresa de prestação de serviços ao mercado segurador, informa que Carlos Trindade, atual Gerente de Tecnologia, passa a ser o novo Superintendente de Tecnologia da Informação e Comunicação (TIC) da empresa. Com Trindade nessa posição, a equipe da Delphos ganha ainda mais excelência nos desenvolvimentos e entregas dos seus serviços, com foco em atendimento aos clientes; melhorias de processos; apoio às decisões de cunho estratégico; e, manutenção e sustentação nos serviços ligados à infraestrutura corporativa.

O executivo tem longa carreira na Delphos. Ocupou a coordenadoria de sistemas, gerência de projetos e, por último, a gerência geral de TI. Possui 26 anos de experiência em tecnologia voltada aos seguros. Foi responsável por liderar o desenvolvimento e implementação do novo sistema de gestão de seguros da empresa. Baseado no Rio de Janeiro, onde está a Matriz da Delphos, é graduado em Informática e pós-graduado em Gestão Estratégica da Informação pela UFRJ, tem MBA em Seguros pela UVA e MBA em Gerenciamento de Projetos pela FGV.

Risco político ameaça multinacionais e investidores, revela estudo da Marsh

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As tensões geopolíticas, incertezas nas economias emergentes, aumento do protecionismo e o terrorismo estão entre os maiores riscos paras as empresas e investidores, segundo a mais recente edição do Mapa de Risco Político da consultoria de risco e corretora de seguros Marsh, produzido em parceria com a BMI Research. As duas empresas analisaram e classificaram mais de 200 países, com base nos seus riscos políticos, econômicos e operacionais, que refletem na estabilidade dos países a curto e longo prazo.

O Brasil, de acordo com o mapa, não aparece entre as nações com maior risco político, embora enfrente adversidades e escândalos de corrupção. Segundo a análise, os sinais de queda da inflação mostram que a atividade econômica deve melhorar neste ano. No entanto, o descontentamento público com a corrupção, a má qualidade dos serviços públicos e a desigualdade representam riscos políticos consideráveis e podem levar a protestos generalizados, como os que ocorreram em 2013.

De acordo com esta edição do estudo, os países com ameaças políticas mais elevadas seguem tendências geográficas em mercados emergentes, especialmente no Norte da África e no Oriente Médio – aspecto que reforça que a violência, o conflito e os distúrbios socioeconômicos dessas regiões continuam a afetar territórios como Síria, Sudão, Sudão do Sul, República Centro-Africana e Iêmen.

Já os países nórdicos como Noruega, Suécia, Dinamarca, Finlândia e Islândia foram considerados os mais estáveis por apresentarem baixo índice de desigualdade econômica e instituições transparentes.

O mapa chama atenção para as consequências que os riscos políticos podem causar. Entre eles, estão a interrupção dos negócios e da cadeia de abastecimento, e a geração de danos para os trabalhadores nas áreas em que as empresas operam. Em um ambiente operacional difícil, as organizações precisam identificar e avaliar os eventos de risco político que possam afetar seus negócios e, assim, adaptar suas estratégias para refletir o possível impacto que possam ter. Só assim essas empresas podem se adaptar rapidamente às mudanças do ambiente de risco político e capitalizar sobre as oportunidades que possam surgir, segundo o levantamento.

Instabilidade política nos países da América do Sul

Equador e Venezuela aparecem no relatório com um grau de instabilidade. A instabilidade política permanecerá elevada no Equador antes das eleições presidenciais e parlamentares programadas para fevereiro de 2017. Um declínio econômico amplo e níveis crescentes de desemprego atraíram fortes críticas à administração do presidente Rafael Correa, especialmente dos grupos indígenas e da classe média. No entanto, Correa permanece popular com uma grande parte da população e a oposição é dividida. Como resultado, é provável que seu sucessor escolhido, o ex-vice-presidente Lenín Moreno, vença a presidência nas próximas eleições, o que apoiará uma ampla continuidade política nos próximos anos.

Na Venezuela, a crise econômica e política provavelmente atingirá um ponto de ruptura em 2017. A depressão do país provavelmente se estenderá para um quarto ano, caracterizado por uma severa escassez de bens básicos e uma inflação extremamente alta. O governo liderado pelo PSUV, do presidente Nicolas Maduro, resistiu a fazer ajustes políticos e, em vez disso, concentrou-se em manter o controle sobre o poder, fechando os canais legais pelos quais a oposição pode agir. A sua postura de confrontação é susceptível de minar as tentativas de diálogo político e pode levar a agitação crescente que resultará em violência generalizada, segundo o relatório.

Veja o mapa aqui

Bradesco Saúde divulga benefícios que ajudam muito o orçamento familiar

As seguradoras oferecem muitos benefícios acoplados às apólices de seguros. Mas poucos sabem e por isso, poucos usam. Saúde é um exemplo de sucesso, com as pessoas mais informadas e usando o benefício concedido. Segundo a Bradesco Saúde, com o atual cenário no país cada vez mais desafiador, a situação econômica exige atenção de todos e aproveitamento de oportunidades financeiras. Mais de 725 mil segurados da Bradesco Saúde em 2016 usufruíram do benefício “Desconto Farmácia”. Juntos, eles tiveram uma economia de R$ 70 milhões, volume 43% maior que em 2015. Os medicamentos prescritos por mais de 85 mil médicos e adquiridos em mais de 3,6 mil farmácias em todo o país, cadastradas pela Orizon – parceira da Bradesco Saúde na gestão do benefício, foram comprados com desconto médio de R$ 30,00 por medicamento.

Meio milhão de pessoas deixaram de ter planos de saúde no último trimestre de 2016

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O mercado de saúde suplementar contabilizou 69,9 milhões de beneficiários em dezembro de 2016, com redução de 1,7% na comparação com dezembro de 2015. Os planos de assistência médica totalizaram 47,9 milhões de beneficiários (68,5% do mercado) e tiveram retração de 3,1%.

Nos últimos doze meses terminados em dezembro de 2016, o setor de saúde suplementar perdeu 1,5 milhão de beneficiários de planos de assistência médica. Vale ressaltar que nos planos de assistência médica, o resultado demonstra que o ritmo de desaceleração permanece estável, considerando que a taxa de variação foi de -3,1% nos últimos doze meses terminados em dezembro de 2016 comparando-se a taxa de -3,1%, no igual período terminado em setembro de 2016.

Como reflexo da crise econômica enfrentada pelo país, os planos empresariais registraram uma redução de 3,2% de dezembro de 2015 a dezembro de 2016, em um cenário que apresenta mais de 12 milhões de desempregados.

“A contratação de um plano de saúde depende de dois fatores: renda e emprego. Há uma clara relação entre a dinâmica do mercado de trabalho e o desenvolvimento do mercado de saúde suplementar. Para que haja recuperação do setor, é necessária a retomada das atividades econômicas, a volta das vagas formais de emprego e, consequentemente o acesso ao plano de saúde. E tudo isso passa pela aprovação das propostas de reformas estruturais, como da previdência”, avalia Solange Beatriz Palheiro Mendes, presidente da Federação Nacional de Saúde Suplementar (FenaSaúde).

Na contramão da crise – Os planos exclusivamente odontológicos, com 22,0 milhões de beneficiários (31,5% do mercado), aumentaram 1,4%. Nos últimos doze meses terminados em dezembro de 2016, o segmento absorveu 312 mil novos beneficiários.

Mercado segurador cresce 9,2% em 2016, destaca CNseg

O setor de seguros registrou crescimento nominal de 9,2% em 2016 na comparação com 2015, de acordo com dados divulgados pela Superintendência de Seguros Privados (Susep) e compilados pela Confederação Nacional das Empresas de Seguros Gerais, Previdência Privada e Vida, Saúde Suplementar e Capitalização (CNseg). O resultado representa um volume de arrecadação de R$ 239,3 bilhões e diz respeito ao desempenho das carteiras de seguros gerais, vida, previdência complementar aberta e capitalização.

Desse valor, retornou a sociedade em indenizações, benefícios, resgates e sorteios pagos R$ 121,6 bilhões. Outro dado destacado pela CNseg em comunicado distribuído à imprensa foi a expansão de 19,3% das reservas técnicas, as quais atingiram o patamar de R$ 785 bilhões no ano passado, confirmando o mercado segurador brasileiro como um dos mais importantes investidores institucionais do país.

O desempenho do setor de seguros em 2016 está em consonância com as projeções realizadas pela CNseg para o ano, as quais indicavam um crescimento nominal entre 8% e 10%. Esse resultado, porém, não considera o segmento de saúde suplementar, cujos últimos dados da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) permanecem posicionados em setembro de 2016. Até aquele mês, a arrecadação dos planos privados de saúde foi de R$ 120,7 bilhões, um crescimento nominal de 12,2% contra igual período de 2015, mantendo o mesmo patamar de expansão observado no primeiro semestre. Vale ressaltar que, até setembro, o mercado de seguros, incluindo operação de saúde, arrecadou R$ 291,5 bilhões. Ou seja, a saúde suplementar representou 41,4% do total da receita do setor em termos amplos.

Para 2017, a estimativa é um crescimento nominal da arrecadação entre 9% e 11%. “O setor de seguros sempre responde positivamente às políticas públicas que venham a contribuir para o restabelecimento do cenário macroeconômico brasileiro, e o desempenho do mercado está atrelado aos avanços que podem ser alcançados ao longo do ano”, afirma o presidente da CNseg, Marcio Coriolano.

Entre os principais destaques do setor estão:

– Plano de previdência VGBL: expansão de 21,9% (receita de R$ 105,0 bi, representando 43,9% do total do mercado)

– Seguro de vida e acidentes pessoais (Individual): crescimento de 27,4% (receita de R$ 6,6 bi, correspondendo a 2,8% do total do setor de seguros)

– Seguros de Crédito e Garantia: aumentou 15,0% (receita de R$ 3,1 bi ou 1,3% do total).

– Seguro Rural: aumento de 11,3% (receita de R$ 3,6 bi, equivalendo a 1,5% do total da arrecadação do setor).

– Seguro Habitacional: incremento de 10,9% (receita de R$ 3,4 bi ou 1,4% do total).

Já o ramo de Seguro de Automóveis fechou 2016 com uma retração de 2,4% (receita de R$ 31,7 bilhões, representando 13,3% do total arrecadado regulado pela Susep). Desempenhos negativos também foram observados nos ramos de Riscos de Engenharia, como (-23,0%); Seguro de Garantia Estendida (-9,3%); Planos Tradicionais de Risco (-6,2%); Capitalização (-2,0%); e Seguros de Vida Coletivos (-0,2%).

thinkseg oferece APP à Prefeitura para monitorar direção responsável

Fonte: thinkseg

A thinkseg – plataforma mobile de seguros – colocou à disposição da Prefeitura da Cidade de São Paulo, no início de fevereiro, um novo APP para acompanhar o comportamento do motorista pelo smartphone (celular). A tecnologia, desenvolvida pela thinkseg, captura e transmite os dados da condução do veículo por telemática. “Ao contrário do que acontece no exterior há tempos, as seguradoras aqui ainda não descobriram esse formato, com iniciativas tímidas em relação à tecnologia “pay as you drive”, afirma o CEO da thinkseg, André Gregori.

A iniciativa confirma o apoio da thinkseg à Prefeitura de São Paulo em premiar bons motoristas. O documento formalizando a doação do APP à nova administração foi encaminhado ao assessor especial André Magalhães, da secretaria de Relações Internacionais do Município de São Paulo.

O novo APP thinkseg estimula a direção responsável na cidade de São Paulo. Com o download do APP no smartphone do motorista, é possível monitorar o modo de condução do veículo, baseado nas variáveis : quilometragem percorrida, modo de aceleração, de frenagem, e até curvas bruscas realizadas, entre outros dados. Ao final de cada mês, o APP mostra os resultados obtidos no modo de condução do veículo. A partir daí, são gerados os pontos e descontos no valor do seguro. Os pontos são visualizados no celular. Por meio da tecnologia, a Prefeitura de São Paulo pode oferecer incentivos aos motoristas com pontuação elevada em função da boa condução do veículo.

“Pessoas com bom comportamento no trânsito tendem a se envolver em menos acidentes.Nada mais justo do que mudanças no hábito que proporcionem um trânsito melhor a todos. Isso também deve diminuir os custos das seguradoras e diminuir os preços para o consumidor, tornando o seguro mais democrático ”, diz Gregori. Esse foi nosso objetivo ao iniciar o aplicativo thinkseg”, afirma Gregori.

O prefeito da cidade de São Paulo, João Doria, tem divulgado que pretende criar um programa para premiar motoristas que não cometerem nenhuma infração durante 12 meses. Dentre as medidas anunciadas estão: o aprimoramento de políticas públicas para melhor fluidez do trânsito e também medidas para a segurança dos motoristas e dos pedestres. Em janeiro, houve o aumento da velocidade nas marginais. O uso do smartphone e de aplicativos no trânsito já é estimulado pela prefeitura com o novo APP para aquisição e monitoramento do uso da zona azul.

O APP thinkseg transmite os dados do motorista por meio da telemática. Os dados serão usados para a formatação do preço do Seguro Auto na thinkseg. O novo APP está em fase de testes por corretores e clientes cadastrados na base de dados da thinkseg. Encerrada essa etapa, no mês de março, o aplicativo ficará disponível para download do público nas lojas Apple Store e Google Play.

O aplicativo começou a ser desenvolvido no início de 2016, após pesquisas e visitas feitas às empresas de outros países, como Inglaterra e Estados Unidos, que já usam a telemática. “A perspectiva da start-up de seguros (insurtech) thinkseg é de investir em torno de R$ 50 milhões em toda sua estrutura”, afirma Gregori.

Sobre a thinkseg:

Plataforma 100% mobile a entrar em operação no Brasil. Pelo celular, o seguro do veículo é adquirido de modo fácil e por um preço justo. A thinkseg permite que os clientes contratem o seguro auto, de diferentes seguradoras, por meio dos corretores que integram o marketplace da plataforma. Por ser uma start-up na área de seguros (insurtech), a thinkseg não está ligada a grandes instituições. O resultado disso é a independência na tomada de decisões, com agilidade, sem enrolação para a solução dos problemas no caso de uma eventualidade. Todas as etapas do processo podem ser acompanhadas, de modo transparente, pelo mobile.

Sobre André Gregori:

CEO da Thinkseg. Em 2010, iniciou o negócio de Seguros como sócio do BTG Pactual, criando desde o zero a BTG Pactual Seguridade que alcançou o valor de mercado de aproximadamente R$ 3,2 bilhões até 2016, quando Gregori deixou o Banco para se dedicar ao projeto da primeira seguradora totalmente mobile no Brasil, a thinkseg. Antes de passar pelo BTG Pactual, já havia iniciado a Fator Seguradora, permanecendo nela até 2010, quando se tornou a empresa mais rentável do grupo Fator.

TCU identifica falhas em fiscalizações da Agência Nacional de Saúde

Fonte: Agência Brasil

Uma auditoria do Tribunal de Contas da União (TCU) para avaliar a atuação da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) identificou deficiências na realização de fiscalizações pelo órgão. Segundo o tribunal, foi observado que não há um programa de fiscalização in loco sistematizado e estruturado, e as ações de fiscalização são provocadas por demandas dos beneficiários, com o objetivo de esclarecer pontos específicos.

Segundo o relator do processo, ministro Bruno Dantas, uma mudança na sistemática da ANS deixou um vácuo nas fiscalizações proativas realizadas pela agência. “É compreensível a necessidade de reformulação dos processos de trabalho da diretoria, contudo, diante da natureza das irregularidades identificadas nas visitas até então realizadas e considerando a importância desse instrumento, não é compreensível como o programa foi suspenso antes da implantação de outro instrumento que o substituísse”, disse Dantas em seu voto.

Visitas paralisadas

O TCU constatou que as visitas técnicas assistenciais da ANS estão paralisadas desde 2014. Essas visitas têm o objetivo de averiguar informações relacionadas aos produtos, constatar anormalidades assistenciais e traçar um diagnóstico para analisar a atenção prestada aos beneficiários, em conformidade com as exigências da ANS e com os produtos contratados.

Também foi identificada uma redução considerável das visitas técnicas econômico-financeiras a partir de julho de 2010. Elas servem para revisar os processos de controles internos e de governança das operadoras e para verificar a confiabilidade das demonstrações contábeis e das informações enviadas periodicamente à ANS.

A ANS deverá encaminhar ao TCU, em 90 dias, um plano de implementação das medidas recomendadas e um programa de ação para a retomada das visitas técnicas assistenciais e econômico-financeiras.

Outro lado

Segundo a ANS, algumas recomendações do TCU para a implementação de melhorias no trabalho da agência já estão sendo realizadas ou elaboradas. Ela diz que foram realizadas três visitas técnicas econômico-financeiras no ano passado e outra está prevista para as próximas semanas. A agência também cita a criação do programa de Intervenção Fiscalizatória, que tem periodicidade semestral e já está entrando em seu terceiro ciclo.

Outra ação em andamento citada pela ANS é a publicação de normas relativas ao monitoramento do risco assistencial das operadoras para a adoção de medidas voltadas ao acompanhamento e avaliação das operadoras no que diz respeito ao acesso ou continuidade da assistência prestada aos beneficiários.

“A ANS ressalta ainda que o aprimoramento permanente da regulação do setor e da atuação do órgão regulador é prioridade para esta agência”, diz a ANS, em nota, lembrando que recentemente o TCU aprovou, sem ressalvas, as contas anuais da agência relativas a 2014.

Mapfre lucra 775 milhões de euros em 2016, alta de 9,4%; Brasil segue em destaque

Toneto: Acreditamos que as diversas medidas de revisão técnica adotadas em nossa carteira de Auto e a melhora do cenário macroeconômico devem gerar efeitos positivos em nossos resultados locais em 2018

Antonio HuertasO lucro líquido da Mapfre durante o exercício de 2016 aumentou 9,4%, para 775 milhões de euros em um ano que ficou marcado pelo bom comportamento de seus três mercados principais (Espanha, Brasil e Estados Unidos) e pelo bom desempenho da Mapfre RE. Descontados os eventos extraordinários e não recorrentes em ambos exercícios, o lucro cresceria 41%. A receita do grupo foi de 27,9 bilhões de euros, 1,5% acima do resultado do ano anterior. Os prêmios registraram aumento de 2,2%, chegando a um total de 22,8 bilhões de euros.

O patrimônio líquido, no fechamento de 2016, superou a marca de 11,4 bilhões de euros, aumento de 10% em relação ao ano anterior, graças ao bom comportamento dos mercados e à evolução positiva das principais divisas (dólar e real). Por outro lado, os ativos totais subiram 7%, situando-se no fechamento do ano em 67,9 bilhões de euros. O índice combinado, um dos principais indicadores do setor de seguros, proveniente da soma dos índices de sinistralidade e de despesas, melhorou 1,2 ponto no último exercício, alcançando 97,4%.

“O ano de 2016 foi muito positivo para a Mapfre. A nossa estratégia, baseada no crescimento rentável, nos permitiu ter um aumento do lucro de quase 10% e consolidar a nossa posição nos principais mercados”, afirmou Antonio Huertas, presidente da Mapfre.

Brasil segue em destaque no balanço do maior grupo segurador espanhol. Os prêmios da Mapfre Brasil somaram R$ 17,4 bilhões (4,6 bilhões de euros), redução de 2,2% em relação ao ano anterior. Os negócios de Global Risks, Rural e Previdência registraram crescimento de 29%, 13% e 12%, respectivamente, e foram os destaques do balanço local. Por outro lado, seguindo os respectivos mercados, os ramos de Vida e Automóvel apresentaram reduções nos volumes de vendas, quando comparados com 2015. O resultado antes de impostos de todas as atividades no Brasil somou R$ 3,1 bilhões, valor 1,8% superior a 2015. Já o lucro líquido do grupo no país foi de R$ 546,6 milhões, com redução de 3,4%, afetado principalmente pela elevação da carga tributária sobre resultados.

“Mais uma vez a operação do Brasil, mesmo diante de um cenário econômico adverso, apresentou bons resultados. Nosso país contribuiu com 20% dos prêmios e 18,5% dos resultados de nosso grupo”, comentou Wilson Toneto, CEO da Mapfre no País. O índice combinado de 94,3% e o ROE (retorno sobre o patrimônio) de 12%, também foram destacados pelo executivo. “Seguimos focando na melhora dos resultados, seja pela digitalização de processos e serviços, seja pelo maior rigor na subscrição de riscos e cremos que, ainda com dificuldades no contexto macroeconômico, em 2017 poderemos superar as cifras auferidas em 2016”, conclui Toneto.