Thinkseg inicia cadastro de corretores na plataforma mobile de seguros

Gregori: o corretor é o nosso relações públicas

Fonte: thinkseg

Na plataforma 100% mobile thinkseg, corretores, seguradoras e clientes vão interagir no ambiente online. Toda a experiência da compra do seguro pelo usuário ocorre pelo celular. Mas, sempre haverá um corretor envolvido no processo para mostrar o funcionamento e ainda tirar dúvidas do cliente em relação ao seguro. Nesta semana, a thinkseg iniciou o cadastramento dos corretores para atuarem no seu marketplace – espaço online que integra seguradoras, clientes e corretores.

“Nosso objetivo é atingir 1 mil profissionais qualificados nesta primeira fase. É que chamamos de corretores apaixonados pelo formato de inovação proposto pela thinkseg. O corretor é o nosso principal personagem”, diz o CEO da thinkseg, André Gregori.

Mais de 200 corretores de todo Brasil já se cadastraram no plataforma mobile, logo que o processo foi iniciado na segunda semana de abril. “Temos recebido um retorno muito positivo dos corretores. Eles veem o aplicativo e a plataforma thinkseg como uma maneira de se digitalizarem e acompanharem a inovação, bem como se defenderem da venda direta ou não tradicional”, explica o CEO da thinkseg.

Para se cadastrar na plataforma 100% mobile thinkseg, o primeiro passo é o corretor entrar na home page www.thinkseg.com. No site, ele clica no espaço “seja um corretor “e, então, inicia o preenchimento do cadastro com dados pessoais, coloca o número do registro Susep e informações do negócio.

Feito o cadastro no site, na etapa seguinte, o corretor vai entrar na loja Google Play e baixar o APP thinkseg para celulares android. Será necessário preencher alguns campos com informações pessoais para a definição da senha de acesso ao APP. Em breve, o APP thinkseg estará disponível também da Apple Store para aparelhos com sistema IOS.

A interação do corretor com a plataforma 100% mobile resultará em um processo de “digitalização do corretor”, considerado um importante influenciador da plataforma. “Queremos auxiliar o corretor que não está ambientado com a tecnologia. Além disso, vamos qualificar os corretores com pontos para indicá-los às pessoas que não tiverem corretor”, diz Gregori.

É preciso vontade para adotar novas práticas. Os profissionais que não acompanharem as inovações tecnológicas mundiais vão sentir a estagnação do crescimento do próprio negócio ao longo dos anos. Segundo Gregori, o modelo de contratação thinkseg vai apoiar o corretor no uso da tecnologia para que ele tenha mais lucro e fique satisfeito com o modelo inovador da plataforma 100% mobile.

O Seguro Auto thinkseg vai poder ser contratado em minutos pelo celular. Feito o download do app thinkseg no mobile, ele passa a captar informações do modo de dirigir do motorista, por meio da tecnologia da telemática. Quando a pessoa está no volante, o app verifica a velocidade do motorista, como ele freia, como ele acelera, quantas vezes avança um sinal vermelho ou muda de pista, e quantas vezes lê mensagens e fala no celular enquanto está dirigindo.

A interpretação dessas informação, coletadas via app e pontuadas, vai beneficiar as pessoas conscientes no trânsito. O mercado de seguros nacional tem mais ou menos 75% de bons motoristas que pagam pelos maus motoristas. Todo o setor faz uma medição do grupo de risco. Para a thinkseg, o risco individual é o que vale. Com o APP thinkseg, os bons motoristas pagarão menos por seus seguros e terão benefícios, enquanto os mau avaliados não. É uma forma de criar mais motoristas conscientes.

Lideranças se reúnem para debater principais problemas enfrentados pela saúde suplementar

Fonte: FenaSaúde

A elevação da taxa de sinistralidade, ou seja, a relação entre as despesas assistenciais sobre as receitas de uma operadora, vem preocupando o setor de saúde suplementar, em especial as entidades representativas das operadoras de planos. A sinistralidade da saúde atingiu 84,4% no terceiro semestre de 2016 apenas com a assistência médica. Essa foi uma das discussões da mesa redonda “Controle da Sinistralidade na Saúde Suplementar”, realizada no 8º Seminário Unidas, nos dias 10/04 e 11/04, em Brasília(DF).

Participaram do debate, Sandro Leal, superintendente da Federação Nacional de Saúde Suplementar (FenaSaúde); Reinaldo Scheibe, presidente da Associação Brasileira de Planos de Saúde (Abramge); Alberto Gugelmin Neto, diretor e vice-presidente da Unimed do Brasil; e Ricardo Ayache, diretor técnico da União Nacional das Instituições de Autogestão em Saúde (Unidas).

Na avaliação do superintendente da FenaSaúde, o crescimento elevado das despesas assistenciais vem desafiando o setor a manter o equilíbrio econômico dos contratos e a solvência das operadoras e do próprio sistema de saúde suplementar. Pelos estudos da FenaSaúde apresentados no debate, nos últimos dez anos, o resultado consolidado do setor foi positivo em apenas quatro anos, reflexo de uma dinâmica de custos que cresce acima das receitas.

A despesa assistencial per capita, pelos cálculos da Federação, cresceu 138,3% de 2008 a 2016. Neste mesmo período, a inflação medida pelo IPCA foi de 65,8% e o reajuste autorizado pela ANS para os planos individuais foi de 104,2% acumulados no período. “Isto mostra o descompasso entre a capacidade de pagamento das pessoas com o ritmo de crescimento dos custos da assistência à saúde”, segundo Leal. “É fundamental equacionar os fatores que causam esse crescimento excessivo dos custos, dentre eles a incorporação de tecnologias sem custo-efetividade comprovada, abusos e fraudes no uso de OPME e desperdícios em geral que são observados ao longo de toda a cadeia produtiva”, argumentou.

Sandro Leal também alertou que a regulação está voltada apenas para as operadoras, não alcançando o prestador de serviços médicos nem a indústria de materiais e equipamentos. “A regulação veio corrigir falhas de mercado e fornecer informação ao beneficiário. Mas o que vemos hoje é um excesso de regulação ou microrregulação, que impacta o operacional das empresas e desestimula o oferecimento de novos produtos. Para se corrigir falhas de mercado muitas vezes se criam falhas de regulação. Um exemplo é o que ocorreu nos planos individuais cujo subreajuste recorrente levou o mercado para os planos coletivos”, esclareceu o superintendente da Federação.

Leal defendeu a importância da precificação e da manutenção da solvência em um período de sinistralidade crescente. Para fechar as contas, as empresas estão investindo em tecnologias da informação que contribuam para a maior previsibilidade do risco como o big data e os modelos preditivos. As regras prudenciais também contribuem pela valoração dos ativos garantidores das provisões técnicas. Outras operadoras apostam na verticalização da atividade; compras diretas; e ações de prevenção das doenças e promoção da saúde como medidas de controle dos custos assistenciais. “Mas é preciso ir além com novos modelos de remuneração e novos produtos que ajudem no compartilhamento do risco como coparticipação e franquia tornando o consumidor um agente mais atuante e consciente na saúde suplementar”, concluiu.

O 8º Seminário da Unidas reuniu dirigentes de operadoras de saúde, gestores, executivos de instituições públicas e privadas, representantes de sociedades de classe, médicos, enfermeiros, acadêmicos, formadores de opinião e prestadores de serviço, a fim de debater e definir estratégias para melhorar a viabilidade econômica da saúde suplementar a curto, médio e longo prazos.

Comissão aprova seguro obrigatório para boates e casas de shows

Fonte: Agência Câmara

A Comissão de Finanças e Tributação aprovou proposta que obriga promotores e organizadores de eventos artísticos, culturais e esportivos a contratarem seguro por danos pessoais causados em decorrência desses eventos ou de incêndio, destruição ou explosão de qualquer natureza.

Foi aprovado o Projeto de Lei Complementar (PLP) 1/15, do deputado Lucas Vergílio (SD-GO). Pelo texto, o funcionamento de casas de shows, boates, teatros, estádios, cinemas e similares só será autorizado após a contratação do referido seguro de responsabilidade civil.

Relator na comissão, o deputado Newton Cardoso Jr (PMDB-MG) defendeu a aprovação do projeto e apresentou parecer pela não implicação da matéria em aumento ou diminuição de receita ou despesa públicas.

Acidentes coletivos – Os valores mínimos e as coberturas a serem contratadas serão definidos pelo órgão regulador de seguros (Conselho Nacional de Seguros Privados – CNSP). Nos casos de eventos em que haja cobrança de ingressos, o organizador terá ainda de contratar, como garantia suplementar, apólices coletivas de seguro de acidentes pessoais coletivos (AP). Nesse caso, o ingresso deverá trazer o valor do capital segurado individual, o número da apólice, o nome e o número do registro da corretora, o nome e o telefone da seguradora contratada. Em caso de morte, os herdeiros legais se tornarão os beneficiários de possíveis indenizações.

Indenizações – Para o seguro de acidentes pessoais coletivos, as indenizações mínimas, por pessoa, deverão ser de:

R$ 10 mil em caso de morte acidental;
R$ 5 mil no caso de invalidez permanente; e
R$ 2 mil para arcar com despesas médicas, inclusive diárias hospitalares.

O projeto tramita em regime de prioridade e já foi aprovado pela Comissão de Desenvolvimento Econômico, Indústria e Comércio. Antes de ser analisado pelo Plenário, deverá passar ainda pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania.

Já está no ar a 25ª Revista Aconseg-RJ com caderno especial sobre tendências

Como estão se planejando os grandes players do setor de seguros no Brasil? A reportagem especial da 25ª Revista Aconseg-RJ traz um olhar de lideranças de seguradoras e de entidades do mercado em relação às diretrizes de investimentos e de negócios para este ano. A partir desta edição, a publicação trará sempre um espaço especial dedicado a discussões sobre o que acontece no cenário socioeconômico brasileiro e como esses acontecimentos influenciam os rumos da indústria do seguro.

Em foco também, o seguro auto popular, já disponível para comercialização em algumas seguradoras e a chegada do Universal Life ao Brasil, modalidade que une capital de risco e acumulação, com potencial de 125 milhões de beneficiários no país. A revista traz ainda um artigo do presidente do Sindicato dos Corretores do Rio de Janeiro (Sincor-RJ), Henrique Brandão, que discorre sobre a necessidade das entidades de classe em proteger os direitos dos cerca de cem mil corretores de seguros em atuação no Brasil.

Na publicação, o leitor também poderá conferir as novidades do setor em lançamentos de produtos. No Rio de Janeiro, a Amil traz ao mercado o Next Saúde, plano de assistência médica baseado no modelo de atendimento regional. Já o Grupo Sompo Holdings aposta no seguro Auto + Residência, no qual o segurado poderá contratar o seguro para o veículo e escolher um plano de coberturas para proteger também a residência.

A revista traz ainda uma matéria sobre o Dia Internacional da Mulher, celebrado em 8 de março, que chama a atenção para um mercado de seguros desigual. Mesmo que se capacitem, as mulheres são minoria em cargos de níveis hierárquicos e ocupam menos de 1% das vagas executivas do setor. Além disso, uma reportagem sobre seguros no mundo aponta o Brasil como 15º colocado no ranking dos maiores do globo em volume de prêmios.

A versão digital da revista está disponível aqui

Seguros define ranking dos maiores bancos divulgado pelo BC

Nesta semana li uma matéria no Valor bem interessante. Só quem para e analisa percebe a sutileza do ranking do Banco Central sobre os 50 maiores bancos, como fez o jornalista Vinicius Pinheiro. Pena que entrou somente na coluna destaques.

Ele observou que a área de seguros dos grandes grupos altera o ranking de bancos elaborado e divulgado pelo Banco Central. O Banco do Brasil se manteve como maior instituição financeira em ativos, de acordo com o BC. Em dezembro do ano passado, o BB reunia R$ 1,437 trilhão em ativos, à frente do Itaú Unibanco, com R$ 1,331 trilhão.

O critério do BC para apurar os ativos difere dos apresentados nos balanços das instituições financeiras porque considera seguros. Pelos dados divulgados nos balanços, que contemplam todas as atividades das instituições, o Itaú aparece na primeira colocação no ranking de ativos, com R$ 1,425 trilhão, à frente do BB, que encerrou o ano passado com R$ 1,401 trilhão.

A mesma inversão de colocações acontece no terceiro e quarto lugares do ranking. Na lista do BC, a Caixa Econômica Federal aparece com R$ 1,256 trilhão em ativos, seguida pelo Bradesco, com R$ 1,081 bilhão. Já pelos números dos balanços, o Bradesco é o terceiro maior banco brasileiro desde o terceiro trimestre do ano passado, após a incorporação do HSBC.

Confiança do mercado segurador aumenta em março

O indicador de confiança do mercado segurador (ICSS) manteve a trajetória de alta pelo terceiro mês consecutivo em março, ao prosseguir acima de 100 pontos, considerado o piso da expectativa positiva. No mês passado, o ICSS marcou 115 pontos, refletindo uma avaliação mais positiva da economia brasileira para daqui a seis meses.

O consenso de recuperação é exibido pelos três subindicadores que formam o principal indicador (ICSS). No caso do Índice de Confiança e Expectativas das Seguradoras (ICES), a taxa fechou em março em 119,6 pontos; no que avalia a percepção das grandes corretores (ICGC), a pontuação foi de 121,1 pontos; e entre os resseguradores (ICER), 105 pontos.

Três dados são avaliados na pesquisa de mensuração da confiança do setor de seguros da Fenacor, realizada pela Rating de Seguros Consultoria: crescimento da economia dentro de seis meses; rentabilidade do setor; e faturamento setorial. O bom desempenho do indicador tem relação direta com a perspectiva um ritmo de funcionamento mais positivo da economia.

A fragilidade da classe média e suas consequências para o seguro

Fonte: Portal CNseg

Para lidar com a crise financeira mundial de 2008, comparável em tamanho à de 1930, os Estados Unidos injetaram muito dinheiro na economia, inclusive na América Latina, que recebeu o equivalente a 3,7% do PIB da região. Esse investimento foi bem maior, por exemplo, que o feito pelo Plano Marchall, de recuperação do Japão após a 2ª Guerra Mundial, que foi o equivalente a 1% do PIB. Em 2008, a China já vinha crescendo a passos largos, tornando-se uma grande importadora de commodities da América Latina e, independentemente do que diziam Lula e Bachelat, sendo a maior responsável por tirar milhões da pobreza na região e inseri-las na classe média, segundo Walter Stange, da ARS Advanced Risk Solutions, em sua apresentação sobre a fragilidade da classe média e suas consequências para o seguro, no 6º Encontro de Resseguro do Rio de Janeiro.

Atualmente, porém, essa classe média está refluindo e o Brasil encontra-se em crise, apesar do pesado investimento no País. Mas, segundo Stange, isso não ocorre devido a uma falha da teoria do Efeito Multiplicador, de John Keynes, mas a outros problemas.

Antes, de prosseguirmos, porém, vamos entender melhor como funciona a teoria do Efeito Multiplicador:

Ex. Se um industrial decide fazer um investimento de 1 milhão na construção de uma nova fábrica, esse dinheiro vai para as famílias dos construtores e fornecedores da nova fábrica. Essas famílias, então, poupam uma parte – digamos 20% – e gastam os 800 mil restantes em bens de consumo, fazendo essa parte do capital inicial retornar à indústruia, que, mais uma vez, faz esse dinheiro retornar às famílias em salários, lucros e dividendos. Seguindo essa dinâmica, as famílias poupam 20% desse novo montante e retornam 640 mil à indústruia, que mais uma vez faz retorna às famílias, que mais uma vez, retornam à indústria os 80% correspondentes. Em algum monento, então, o total de capital poupado corresponderá ao montante incialmente investido na indústria.

A verdade é que a teoria de Keynes não previa que 10 a 15% do PIB fosse desviado em corrupção, como temos visto por aqui. Além disso, as elevadíssimas taxas de juros, particularmente ainda mais altas no crédito para a compra de bens de consumo, deixaram as famílias muito endividadas e o modelo insustentável. E, seguindo essa lógica, o consultor da ARS Advanced Risk Solutions prevê que essa crise pela qual o Brasil atravessa atingirá brevemente o resto da América Latina, que também não tem o hábito de poupar e também anda envolvida com a corrupção.

Como exemplo, citou o caso da Alemanha pós-guerra, cuja classe média, para voltar a se desenvolver, demorou 30 anos poupando. Além disso, de acordo com o economista alemão e ex-primeiro ministro da República Federal Alemã, Ludwig Erhard, citado por Walter, foi preciso também um forte incentivo à concorrência, com combate a monopólios e oligopólios, e uma forte estrutura de proteção aos consumidores.

Mas se a poupança é tão importante, “como evitar que essa nova classe média cair na armadilha do crédito fácil?”, indagou o palestrante. “Com educação financeira”, respondeu ele mesmo, “mas não só isso”. A verdade é que, segundo ele, só educação financeira não basta. Países como EUA, Suíça, Suécia, Canadá, França, entre outros, impõem limites aos juros do crédito. Além disso, na Suíça, por exemplo, há mais de 15 seguros obrigatórios, à semelhança de muitos outros países europeus, contribuindo para a proteção de bens básicos. “O sistema de livre mercado funciona, mas precisa de regras. A crise que vivemos não é por causa da globalização, mas justamente por falta dessas regras”, afirmou. Crise que afeta diretamente a ind ústria seguradora, que vê os prêmios reduzirem e crescer as fraudes em um ambiente de queda de produtividade e aumento dos riscos políticos.

“E quanto à injeção de capital na economia brasileira com a liberação das contas inativas do FGTS? Isso foi positivo?” Indagou o coordenador da mesa e superintendente-executivo técnico da CNseg, Alexandre Leal. “Sim, é positivo, mas o buraco é muito mais em baixo. O equivalente a 8 a 15% do PIB”, respondeu Walter Stange, para quem só conseguiremos superar essa crise quando acabarmos com a corrupção e resolvermos o problema de endividamento da classe média.

Agenda: CPES promove seminário sobre seguro peer-to-peer

Fonte: Escola Nacional de Seguros – Funenseg

O conceito de peer-to-peer (de pessoa para pessoa) remete à ideia de economia compartilhada. Na última década, esse modelo se tornou popular em diversos mercados e foi impulsionado, principalmente, pelo desenvolvimento da internet e das redes sociais.

Com o intuito de esclarecer a abrangência desse formato no mercado de seguros, o Centro de Pesquisa e Economia do Seguro (CPES), da Escola Nacional de Seguros, irá ministrar, em São Paulo (SP), o seminário “Uma Visão Geral do Seguro Peer-to-Peer”.

Agendado para 4 de maio, às 18h30, o evento terá o mestre em Ciência Atuarial, Yuri Rosembaum, como palestrante, e o CEO da RGA Global Reinsurance Company, Ronald Poon Affat, como debatedor.

As inscrições são gratuitas pelo www.cpes.org.

Mondial e Unidas se unem para ofertar desconto ao cliente

A Mondial Assistance firma parceria com a locadora Unidas para oferecer benefícios exclusivos para quem vai viajar pelo território nacional. Todos que adquirirem o seguro viagem pela Mondial Assistance poderão usufruir de 5% de desconto para reservas de veículos no Brasil. Para obter o desconto basta comprar o seguro viagem no site www.mondialtravel.com.br e as informações serão enviadas no e-mail de confirmação. Mario de Almeida, gerente de marketing da Mondial Assistance, ressalta que o modo de viajar com um itinerário tranquilo é uma tendência e vem se tornando cada vez mais popular. “Ter um veículo à disposição é sempre uma boa alternativa”. Paulo Chequetti, Diretor Comercial de Rent a Car da Unidas, destaca a importância dessa parceria “Além de viajar seguro e sem preocupação, o turista pode usufruir da parceria que proporciona mais economia”.

HDI é a mais nova parceira do Ituran com Seguro

A Ituran, líder no setor de rastreamento automotivo, acaba firmar uma nova parceria com a HDI Seguros, uma das três maiores seguradoras da Alemanha e entre as cinco maiores do Brasil, que agora passa a integrar o portfólio de parceiras da empresa.

“Nos últimos anos, constatamos um aumento significativo de clientes que buscam seguros com valores mais adequados às suas realidades atuais de vida econômico-financeira, e o nosso produto atende à esta demanda perfeitamente. A HDI entra para reforçar esse time de seguradoras multinacionais ao lado da Cardif, Liberty, Mapfre e QBE”, destacou Roberto Posternak, diretor comercial da Ituran, afirmou em nota.

A empresa já comercializa o Ituran com Seguro há cerca de 8 anos, garantindo a cobertura de Perda Total decorrente Roubo ou Furto e assistência 24horas. O seguro custa a partir de R$69,90 por mês, e sua contratação não requer análise de perfil para definição da mensalidade, sendo aceitos veículos até R$ 150.000,00 da Tabela FIPE e com idade até 20 anos de fabricação.

Para Euclides Naliato, diretor regional da HDI Seguros em São Paulo, a parceria com a Ituran possibilita oferecer um seguro com as principais coberturas a um preço acessível. “Em um momento de dificuldade da economia, devemos estar atentos e abrir oportunidades para continuarmos levando às pessoas serviços de qualidade adequados às necessidades atuais. Quem adquirir o produto da Ituran estará protegido com indenização integral no caso de roubo e furto e poderá utilizar toda a rede HDI Bate-pronto, que é um dos nossos diferenciais no mercado em termos de atendimento”, explica Naliato.

As indenizações realizadas pelas seguradoras são de 100% do valor do carro pela Tabela FIPE. É possível contratar Coberturas adicionais contra Terceiros e Perda Total por colisão. “Por não exigirmos análise de perfil ou consulta aos órgãos de proteção ao consumidor, além do preço, essa modalidade é um meio atrativo de proteção. Estamos felizes com essa parceria com a HDI que demonstra, cada vez mais, que estamos no caminho certo”, finaliza Posternak.