Porto Seguro divulga lucro líquido de R$ 454 milhões no semestre, alta de 9%

A Porto Seguro encerrou o segundo trimestre e primeiro semestre do ano com crescimento nos prêmios de seguros, revertendo a queda do primeiro trimestre. O foco da companhia na recomposição das margens proporcionou uma melhora na operação de seguros, resultando em um menor índice combinado. Além disso, os negócios financeiros e serviços obtiveram aumento da rentabilidade. Porém, o resultado financeiro foi menor, explicado principalmente pela queda na taxa de juros e nos índices de inflação.

Na operação de seguros, os prêmios aumentaram 4% no trimestre e 2% no semestre. No seguro de automóvel, foi obtido um crescimento de prêmios consolidado das três marcas de 4% no 2T17, favorecido pelos reajustes de preços, enquanto a frota segurada reduziu 3% (vs. 2T16), em função do ambiente competitivo e da redução da demanda. Contudo, a venda de veículos novos já mostra sinais de recuperação, com um aumento de 4% no semestre (fonte: Anfavea – vs. 1S16). Nos demais seguros, os principais produtos (Saúde, Residência, Vida e Previdência) apresentaram evolução em duplo digito, alinhado com a estratégia da empresa de diversificação dos negócios.

O índice combinado de seguros reduziu 2,5 p.p. no trimestre, atingindo 97,6%, decorrente da redução de 3,0 p.p. na sinistralidade total. A sinistralidade dos seguros de Automóvel e do Saúde decresceram 1,3 p.p. e 5,2 p.p. respectivamente, em função principalmente dos reajustes de preços realizados. Além disso, a sinistralidade dos seguros patrimoniais melhorou 4,3 p.p., beneficiada pela menor incidência de eventos climáticos no trimestre. Por último, os índices de despesas administrativas e de outras despesas operacionais no 2T17 ficaram estáveis, mesmo com a desaceleração dos prêmios ganhos.

As receitas das empresas financeiras e de serviços cresceram 14% no trimestre, intensificadas principalmente pela expansão dos negócios de cartão de crédito, financiamento e telefonia móvel. O indicador de inadimplência das operações de crédito (> 90 dias) encerrou o trimestre em 5,0%, permanecendo 2,3 p.p. melhor em relação aÌ? média de mercado. A participação dos negócios financeiros e serviços no lucro total da empresa aumentou 8 p.p., sendo que a empresa ainda enxerga espaço para expandir de forma estratégica nesses negócios.

O resultado financeiro apresentou um decréscimo de 37% no trimestre, decorrente da redução do CDI médio em 24% e do menor desempenho das aplicações financeiras (ativos de juro real + inflação e renda variável), afetados pelas incertezas no cenário político e pela queda acentuada da inflação. A rentabilidade trimestral da carteira (ex previdência) foi de 2,1% (82% do CDI) e de 5,6% (98% do CDI) no semestre.

O lucro líquido atingiu R$ 238 milhões no 2T17, correspondendo a um aumento de 36% em relação ao mesmo período do ano anterior e o ROAE alcançou 15,0%. No 1S17, o lucro líquido atingiu R$ 454 milhões, com um aumento de 9% (vs. 1S16) e o ROAE atingiu 14,5%. Entretanto, no trimestre o resultado foi favorecido pelo benefício fiscal referente ao pagamento da primeira parte do JCP¹ no valor de R$ 243 milhões. Desconsiderando esse efeito, o lucro do 2T17 seria 1% menor e o do 1S17 reduziria 6%.

Principais Destaques

Receitas totais cresceram 5% no trimestre e 3% no semestre em comparação ao mesmo período do ano anterior.

Crescimento de 4% nos prêmios auferidos de seguros no segundo trimestre e 2% no acumulado do ano.

Lucro líquido no 2T17 de R$ 238 milhões (+36%) e de R$ 454 milhões no 1S17 – sem business combination. Desconsiderando o benefício fiscal referente ao pagamento de JCP, a variação do lucro seria de -1% no trimestre e -6% no semestre.

O ROAE atingiu 15,0% (+3,1 p.p.) no trimestre e 14,5% no semestre (+0,2 p.p.) – sem business combination.

Índice combinado de seguros alcançou 97,6% (-2,5 p.p.) no 2T17 e 98,4% (-1,1 p.p.) no 1S17. O índice combinado ampliado foi de 93,0% (+0,4 p.p.) no 2T17 e de 92,7% (+0,9 p.p.) no 1S17.

Resultado financeiro total de R$ 197 milhões no 2T17 (-37% vs. 2T16) e de R$ 503 milhões no 1S17 (-24% vs. 1S16).

O resultado das aplicações financeiras sem considerar recursos de previdência atingiu R$ 182 milhões no 2T17 (-29% vs. 2T16) e R$ 442 milhões no 1S17 (-18% vs. 1S16), correspondendo a uma rentabilidade de 2,1% (82% do CDI) no trimestre e de 5,6% (98% do CDI) no semestre.

Previsul Seguradora chega aos 111 anos com foco no digital

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Uma seguradora voltada para o futuro, que facilita a vida dos corretores e oferece soluções completas para seus segurados. Assim é a Previsul Seguradora, que completa 111 anos no dia 1º de agosto. Com 4.484 corretores cadastrados, a companhia, que é referência em seguro de pessoas no Brasil, está presente em 12 estados brasileiros, 8 sucursais e 11 escritórios, além da matriz em Porto Alegre (RS).

“Ultrapassar os 100 anos no Brasil é muito raro. Por isso, chegar aos 111 anos representa um marco. A Previsul passou por diversos desafios econômicos e de mercado, e sua capacidade de evolução em todo esse tempo, possibilitou que chegássemos até aqui, sempre buscando garantir as melhores coberturas para as pessoas. Por isso, podemos dizer que a palavra que resume os 111 anos é orgulho”, destaca o presidente, Renato Pedroso.

O principal desafio da empresa, segundo Pedroso, é ser uma companhia moderna que acompanha os movimentos do mercado e busca oferecer, cada vez mais, soluções que possibilitem que as pessoas vivam o hoje de forma mais leve, com a tranquilidade de que o futuro está garantido. “Para isso, investimos cada vez mais em tecnologias que oportunizem mais acesso a informações e que agilizem o contato do corretor com o segurado. Prova disso, é que chegamos aos 111 anos, com muitas novidades”, diz Pedroso.

Uma delas é o Portal do Corretor, canal exclusivo e totalmente digital para que o corretor possa ter acesso a todas as informações sobre cotações e propostas, de uma maneira simples e fácil. O portal permite consultar todo o relacionamento do corretor com a Previsul, como movimentação financeira, pagamento de seguros por apólice e por segurado, além de emitir segunda via de pagamento, de certificado, de boleto registrado.

Para o segurado, está sendo disponibilizado um novo canal que permite acesso completo às informações do seu seguro, tais como faturas, coberturas e assistências além de consultas aos mais diversos serviços.

Outra novidade é o investimento focado no atendimento ao cliente. Visando disponibilizar uma experiência multicanais, a Previsul aposta no atendimento online pelo WhatsApp, no atendimento virtual com o ChatBot no site, além dos Portais do Corretor e do Segurado. “Acreditamos que essas ferramentas digitais possibilitarão ao cliente acesso a diversas informações de seu seguro sem a necessidade de atendimento no 0800. Além destas novidades, lançamos no mês de junho a nova célula de Retenção de Clientes, reforçando com os segurados os benefícios que o seguro proporciona”, afirma Pedroso.

História – A Previsul Seguradora foi fundada em 1906 como Companhia de Seguros Previdência do Sul, na cidade de Porto Alegre. Em 2013, teve suas ações adquiridas pela Caixa Seguradora, quando adotou um novo posicionamento de mercado, com foco em flexibilidade, simplicidade, inovação e modernidade.

Lucro da Itaú Seguridade recua 22,7% no segundo tri, para R$ 601 milhões

O Itaú, maior banco privado do país, divulgou lucro recorrente de R$ 6,169 bilhões entre abril e junho, alta de 10,7% sobre um ano antes. A carteira de crédito total, incluindo avais e fianças, encolheu 3,6% ante mesmo período do ano passado, para 552,35 bilhões de reais.

Na Itaú Seguridade, o lucro líquido recorrente atingiu R$ 601 milhões no segundo trimestre de 2017, redução de 22,7% em relação ao trimestre anterior e redução de 17,4% em relação ao mesmo período do ano anterior.

O Itaú separa os resultados em atividades foco, que consistem na oferta de produtos massificados de pessoas, patrimoniais, prestamista, previdência e capitalização. As demais atividades de seguros correspondem aos produtos de Garantia Estendida, Saúde, nossa participação no IRB e outros.

O lucro líquido recorrente das atividades foco foi de R$ 606 milhões no segundo trimestre de 2017, 14,3% menor em relação ao trimestre anterior, devido principalmente à redução da margem financeira gerencial, explicada parcialmente pela redução do capital alocado, além da menor remuneração dos ativos em comparação com o primeiro trimestre de 2017, e ao aumento de despesas não decorrentes de juros. Em relação ao mesmo período do ano anterior, o lucro líquido recorrente apresentou redução de 10,1%.

As demais atividades de seguros apresentaram, no trimestre, resultado negativo de R$ 6 milhões, redução de R$ 75 milhões em relação ao trimestre anterior, devido principalmente à menor margem financeira gerencial no segmento de Saúde e pelo menor resultado de equivalência patrimonial da nossa participação no IRB.

A estimativa para 2015 permaneceu a mesma, de 0% a 4,5% em resultado e de 0,5% a 4% em vendas.

“Continuamos a concentrar esforços na distribuição por meio de canais próprios e ampliando a oferta de seguros via arquitetura aberta, onde disponibilizamos produtos de seguradoras parceiras aos clientes Itaú”, explica o banco em relatório. Em junho de 2017 o grupo tinha 3,5 milhões de apólices de seguros com parceiros que foram adquiridas por clientes via nossos canais.

A comercialização de seguros e capitalização nos canais bankline/internet, mobile, caixa eletrônico, terminal de caixa e bankfone, representaram 79,2% das vendas a correntistas no trimestre, aumento de 9,6 pontos percentuais em relação ao trimestre anterior. A comercialização de capitalização nesses canais representou 78,0% do total comercializado no período. O valor das vendas de seguros e capitalização a clientes das Agências Digitais representou 14% das vendas totais no segundo trimestre de 2017, aumento de 1,4 ponto percentual em relação ao trimestre anterior.

Ações do IRB estreiam com alta de 4,4% e fecham com valorização de 7,5%, a R$ 29,29

As ações do IRB Brasil Re estreiam na B3 com alta de 4,44%, cotadas a R$ 28,45. No final do pregão, a alta chegou a 7,5%, a R$ 29,29. O Bradesco arrecadou R$ 129 milhões, o Itaú R$ 280,5 milhões e o BB R$ 110,9 milhões. A oferta, precificada em R$ 27,24, movimentou 73.554.000 ações ordinárias (ON, com voto) no valor total de R$ 2,004 bilhões, sem contar os lotes complementares e suplementares.

“Podemos afirmar que, hoje, estamos entre os 10 maiores resseguradores do mundo em valor de mercado”, disse José Carlos Cardoso, presidente do IRB Brasil RE. “Tivemos os 10 maiores investidores do mundo participando da nossa oferta. Desde 2013 esse grupo não participava simultaneamente de um IPO no Brasil”.

“Temos certeza de que esta operação tornará o IRB ainda mais forte para competir no mercado global”, afirma o vice-presidente Financeiro e de Relações com Investidores, Fernando Passos.

Com a realização de seu IPO, o IRB Brasil RE passa a ser a 133ª empresa listada no Novo Mercado, que conduz as empresas ao mais elevado padrão de governança corporativa. As empresas listadas nesse segmento podem emitir apenas ações com direito de voto, as chamadas ações ordinárias (ON).

Tokio Marine lança Auto Popular em três novas praças

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A Tokio Marine anuncia a entrada do seguro popular de auto em três novas praças: Salvador, Campinas e Distrito Federal. O produto já estava em São Paulo, Rio de Janeiro, Recife, Fortaleza, Belo Horizonte, Curitiba e Porto Alegre. O produto visa custar mais em conta. Chega a ser até 50% menor que o dos seguros de carro tradicionais.

“Após uma primeira rodada de muito sucesso, com geração de mais de R$ 1,2 milhão em prêmios em apenas 7 meses, escolhemos lançar o Auto Popular em grandes centros conhecidos pelos potenciais de vendas de seguros Auto. Temos expectativas bastante positivas tanto para clientes, que poderão contar com um seguro de alta qualidade e preço competitivo, quanto para parceiros, que poderão ampliar seu portfólio e, consequentemente, seus negócios” analisa Luiz Padial, Diretor de Automóvel da Tokio Marine.

O seguro Auto Popular faz parte do portfólio Auto da Tokio Marine, um dos mais reconhecidos do mercado e premiado por um dos principais rankings do Brasil, o Estadão Finanças Mais. O produto é destinado a veículos com mais de cinco anos e tem como principal diferença em relação ao seguro tradicional a possibilidade de reparação com as peças novas compatíveis – a exceção ocorre se o conserto envolver peças ligadas à proteção do veículo; nesse caso, o reparo acontece obrigatoriamente com as peças originais. Trata-se, portanto, de um seguro que pode ficar até 50% mais barato do que as opções tradicionais do mercado.

Um dos grandes benefícios que o produto proporciona aos corretores está no fato de 62% de suas vendas até o momento terem sido feitas para clientes que não possuíam seguro, ou seja, o produto está cumprindo seu objetivo de trazer mais consumidores para o mercado segurador “Atingimos o público alvo deste produto, que eram as pessoas que não faziam parte do mercado de seguros de automóvel. Ainda temos uma imensa parte dos veículos no Brasil sem seguros e continuaremos trabalhando para reverter este cenário”, explica Padial.

O foco do Auto Popular da Tokio Marine é a cobertura de colisão e incêndio para danos totais ou parciais, além de assistência 24h completa. Como opcionais, a Seguradora disponibiliza ainda a cobertura compreensiva (roubo e furto, colisão e incêndio), danos a terceiros (RCF-V materiais e corporais) e acidentes pessoais de passageiros. O seguro também oferece diversas opções de carro reserva, serviços de vidros, reparo de para-choque e arranhões na pintura, entre outros benefícios.

Além disso, a Tokio Marine disponibiliza em todos os seus produtos da linha Popular duas opções de franquia: oficina livre ou oficina referenciada, sendo esta última com uma franquia menor. A grande vantagem para o Cliente é que a seleção do tipo de oficina e de seu respectivo valor de franquia será feita apenas no momento do sinistro, mantendo a livre escolha exatamente no modo como é feito no seguro tradicional.

Atualmente, o produto está disponível para os veículos Gol, Voyage, Fox, Astra, Celta, Corsa Classic, Corsa Sedan, Vectra, Uno, Palio, Fiesta, Ká, Clio e i30. Ele atende também um modelo de caminhão (Mercedes Sprinter) e um de utilitário carga (também o modelo Sprinter da Mercedes). A escolha dos veículos foi feita por eles serem os mais bem atendidos pelo “mercado de peças novas compatíveis” nesse momento.

Mercado de seguro D&O deve crescer 15% este ano

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O mercado de seguro de D&O (Director and Officers Liability Insurance), também conhecido como Responsabilidade Civil dos Diretores e Executivos, deve crescer entre 10% e 15% em 2017 e, para os próximos cinco anos a expansão pode chegar a 70%, segundo estimativa do superintendente de linhas financeiras da BR Insurance, Fernando Cirelli. O volume de sinistros registrados na Superintendência de Seguros Privado (Susep) nos cinco primeiros meses do ano soma R$ 90 milhões, ante R$ 27 milhões verificados no mesmo período de 2016. Desde o início da Lava Jato em 2014, até maio deste ano, os sinistros acumulam cerca de R$ 500 milhões.

Em meio as crescentes denúncias de corrupção no Brasil, diretores e executivos de empresas têm buscado se proteger de eventuais processos que possam levar o profissional a ter que utilizar o seu próprio patrimônio para custear honorários de advogados e eventuais indenizações ou acordos.

“Este é um segmento em desenvolvimento. Os executivos estão cada vez mais conscientes de que é preciso separar o patrimônio da sua função atual. É uma prevenção para que o profissional não fique impedido de acessar o seu patrimônio numa eventual ação”, avalia Cirelli.

Os principais sinistros desse tipo de seguro são os que se referem às questões tributárias, ambientais e trabalhistas, e também demandas administrativas de órgãos reguladores como o Banco Central (BC), a Comissão de Valores Mobiliários (CVM) e a Superintendência Nacional de Previdência Complementar (Previc). O D&O chegou ao Brasil em 1997, com a entrada das multinacionais no País, mas só foi reconhecido a partir de 2002, quando entrou em vigor o Novo Código Civil. Nos Estados Unidos, esse seguro surgiu após o crash da bolsa em 1929, mas ganhou fôlego entre 1970 e 1990.

No início de maio, a Susep divulgou novas regras para o seguro de responsabilidade civil. Entre as mudanças, está a possibilidade de contratação do seguro por pessoa física, cobertura para multas e penalidades cíveis e administrativas, a possível cobertura para o tomador do seguro por atos ilícitos culposos de seus administradores, pagamento diretor ao reclamante, entre outras mudanças. “A mudança deixou o seguro mais eficiente e atualizado para o momento atual”, avalia Cirelli.

Contusões custaram ₤177 a clubes europeus, revela estudo da JLT

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As contusões na última temporada da superliga de futebol da Europa custaram 177 milhões de libras, 20 milhões a mais que o ano anterior. A conta é da JLT, corretora de seguros e resseguros global, que administra apólices de seguros para os principais clubes europeus.

O estudo realizado pela JLT em Londres mostra que foram 713 lesões em 524 partidas. O joelho foi a parte do corpo responsável pelos afastamentos mais longos: 70 dias, em média, apesar de ser o segundo na lista de contusões, custando aos clubes 48,6 milhões de libras. A musculatura posterior da coxa foi a mais contundida (131 lesões) e tirou os jogadores de campo por 31 dias, em média.

O aumento na gravidade das lesões foi um dos fatores que contribuiu para o avanço de 12% no custo. O afastamento médio na temporada 2016/2017 foi de 35 dias. Na temporada anterior ficou abaixo de 30 dias.

O Manchester City foi o clube que mais pagou pelo jogadores lesionados: 18,3 milhões de libras. Foram 30 lesões que afetaram a equipe de Pep Guardiola na temporada. O Manchester United aparece em segundo lugar na lista, com 17,8 milhões de libras.

O jogador do City que passou mais tempo lesionado foi Vicent Kompany, que ficou, no total, 255 dias afastado por diferentes problemas físicos. A lista de lesionados do clube incluiu Sergio Aguero, Raheem Sterling, Leroy Sané, Bacary Sagna e Gabriel Jesus ao longo da temporada.

De acordo com Marcelo Blanquier, diretor e especialista em riscos de esporte e entretenimento da JLT Brasil, diferentemente do que ocorre na Europa, em geral, a cobertura padrão contratada pelos clubes brasileiros é muito básica. Não reembolsa o investimento do clube no atleta nem do agente, que ficam com o prejuízo causado pelo afastamento do jogador em caso de contusão grave.

“A maioria dos clubes tem apenas o seguro de vida tradicional, que cobre o jogador e indeniza a família em caso de acidente, morte etc. Mas não cobre a atividade profissional do jogador. Não existe uma espécie de lucro cessante para quem detém os direitos do jogador”, explica.

Blanquier conta que o mercado brasileiro de seguros já registrou demandas para jogadores de futebol mais valorizados, mas são casos específicos, como apólices de garantia para jogadores já vendidos para o exterior. “Isso é raro. Em geral, os clubes optam por produtos mais baratos. Essa preocupação com seguro ainda não faz parte da cultura brasileira na área de esporte”.

IRB Brasil Re estreia na B3; BB Seguros alienará 14 milhões de ações

O IRB Brasil RE estreia nesta segunda-feira na B3. Além da clássica foto do pregão as 10h, há grande expectativa sobre a valorização das ações no primeiro dia de negócios após a definição do preço do papel na última semana e se a Berkshire fará algum anuncio de compra de papéis. Nota da agência Estado conta que a fatia da oferta inicial de ações do IRB que ficou com investidores estrangeiros chegou a 60%. Alguns investidores nacionais não gostaram do resultado e reclamaram por terem penas um pedaço pequeno de suas ordens atendidas. O IPO do IRB movimentou mais de R$ 2 bilhões e teve demanda de 2,6 vezes o tamanho da oferta. Sua estreia na B3 será nesta segunda-feira, 31.

A BB Seguridade Participações informou em Fato Relevante que alienará 14.040.000 ações no âmbito da Oferta Base do IRB Brasil Re, o que lhe produzirá um ganho líquido de impostos de R$ 154,2 milhões, sem considerar os custos de distribuição. Com a alienação, a BB Seguros passará a deter 15,93% de participação no capital do IRB Brasil-RE. Caso o lote suplementar da oferta seja exercido em sua integralidade dentro do prazo de exercício da opção de lote suplementar, com encerramento previsto para 28 de agosto de 2017, haverá um acréscimo de R$ 23,8 milhões no ganho líquido auferido pela BB Seguros. Nesse caso, a participação acionária da BB Seguros passará a ser de 15,23% do capital social do IRB Brasil-RE. A BB Seguros continuará fazendo parte do bloco de controle do IRB Brasil-RE, nos termos do acordo de acionistas da sociedade, informou Werner Romera Suffert, diretor de gestão corporativa e de relações com investidores.

A BB Seguridade também convocou os acionistas para uma Assembleia Geral Extraordinária para deliberar sobre o pedido de adesão da BB Seguridade Participações S.A. ao Programa Destaque em Governança de Estatais da B3 S.A. – Brasil, Bolsa, Balcão e deliberar sobre a proposta de alteração do Estatuto Social da BB Seguridade Participações.

Rádio CNseg: Governo precisa dar mais liberdade ao mercado

Fonte: CNseg

O governo precisa permitir ao mercado segurador mais flexibilidade para oferecer novos produtos aos consumidores, sobretudo diante da crise atual, em que há necessidade cada vez maior de proteção. É o que afirma o presidente da CNseg (Confederação Nacional das Empresas de Seguros Gerais, Previdência Privada e Vida, Saúde Suplementar e Capitalização), Marcio Serôa de Araujo Coriolano, no “Fala Presidente” desta segunda-feira. “O que nos resta é pedir mais liberdade para que o setor segurador ofereça, e que sejam rapidamente aprovados, produtos que interessam à população brasileira”, diz.

Também nesta segunda, vai ao ar a segunda parte da “Entrevista Especial” com a cientista social Silvia Ramos, coordenadora do Centro de Estudos de Segurança e Cidadania da Universidade Cândido Mendes, sobre o crescimento da violência no país. Ela afirma que a ênfase na repressão, estratégia normalmente adotada pelos governos no Brasil, não responde ao problema de maneira adequada. “É preciso combinar políticas de prevenção com políticas de proteção. Quando você tira armas de circulação, imediatamente os homicídios caem”, exemplifica.

Na terça-feira, no quadro “Conheça os Seguros Gerais”, o professor da Escola Nacional de Seguros (ENS) Bruno Kelly fala sobre o seguro para usuários de táxi e de aplicativos como o Uber. No mesmo dia, no programa “Qual é a Dúvida?”, um especialista responde à dúvida de um ouvinte sobre seguros.

Na quarta, no “Entenda os Seguros de Pessoas”, o professor da ENS Maurício Viot explica como gerir bem o próprio plano de previdência complementar. No mesmo dia, no “Inovação e Sustentabilidade”, o presidente da Comissão de Ouvidorias da CNseg, Silas Rivelle, fala sobre o mais recente Relatório de Atividades das Ouvidorias, referente a 2016. No dia seguinte, é a vez dos quadros “Por Dentro da Saúde Suplementar” e “Momento Jurídico”.

Encerrando a semana, na sexta-feira, o programa “Dicas do Consultor” traz o economista Luis Carlos Ewald, professor da Fundação Getúlio Vargas, que explicará como organizar o orçamento doméstico. Também nesse dia, é a vez do “Minuto da Capitalização”.

Diariamente, a Rádio CNseg apresenta ainda boletins de serviço, notícias do setor, da economia e da política do país, além da programação musical. A grade completa está disponível em Radio CNseg.

Primeiro encontro da thinkseg com corretores acontece nesta segunda (31)

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Acontece nesta segunda (31), às 19h30, o primeiro encontro da thinkseg com os corretores apaixonados por inovação, selecionados durante campanha promovida pela plataforma de seguros, 100% mobile, ao longo do último trimestre. A primeira reunião, com parte dos corretores selecionados, será na sede da thinkseg. Há um cronograma traçado para os próximos meses, abrangendo outras cidades do País, com mais profissionais.

“O objetivo é explicar aos corretores – principal personagem do nosso marketplace de seguros – o formato do inovador modelo de negócios da thinkseg. Optamos por fazer essa apresentação por etapas, para oferecermos melhor atenção a eles. Vamos ouvir todas as dúvidas e sugestões”, afirma o CEO da thinkseg, Andre Gregori.

A campanha “Corretor Apaixonado por Inovação” foi iniciada em 17 de abril e foi encerrada em 30 de junho. Foram selecionados 1 mil corretores que se mostraram interessados em captar o público antenado que baixa APPs no celular. Por meio de um telão, durante o evento, os corretores selecionados vão aprender a usar o APP thinkseg e a acompanhar a carteira de clientes, a acessar os contratos, entre outras funcionalidades do portal do corretor no APP thinkseg.

O formato inovador da thinkseg exige um novo modo de atuação do profissional, ou seja, a “digitalização do corretor”. Pelo APP thinkseg, a pessoa interessada no seguro, por meio do aplicativo, simula preço, faz cadastro, contratação e pagamentos. O corretor não vai precisar perder tempo com essas burocracias. Na thinkseg, a principal função do corretor será trazer mais pessoas ao mundo do seguro. Cada iniciativa do corretor será pontuada. Os pontos vão se multiplicando e poderão ser trocados por dinheiro ao final do mês. Todos os detalhes serão apresentados os corretores no evento desta segunda.