Bradesco, SulAmérica e BB Mapfre lideram ranking de seguros

Fonte: Sincor-SP

A liderança de vendas do mercado de seguros, sempre creditada ao seguro automóvel, passou a ser do ramo de saúde. Enquanto auto faturou R$ 32,6 bilhões em 2016, com queda de 2%, o setor de saúde marcou R$ 36 bilhões, com crescimento de 11%, mudando o perfil do mercado no Brasil. Os dados foram divulgados pelo Ranking das Seguradoras 2016, publicação anual do Sincor-SP (Sindicato dos Corretores de Seguros no Estado de São Paulo).

“Os números de 2016 atestam a capacidade de inovação e dinamismo do setor, aliada à nossa força de trabalho, tanto dos seguradores, quanto dos corretores, o que nos leva a acreditar em um 2017 melhor em resultados e evolução”, diz o presidente do Sincor-SP, Alexandre Camillo.

O estudo, produzido pelo economista da Rating de Seguros e assessor do Sincor-SP, Francisco Galiza, reúne dados oficiais da Susep (Superintendência de Seguros Privados) e da ANS (Agência Nacional de Saúde Suplementar). “Em 2006, o ramo de automóvel detinha 30% do setor e hoje está com 25%. Enquanto que saúde passou de 21% para 27% nos últimos dez anos”, pontua o especialista.

O material revela a posição das companhias nos principais ramos de seguros, para orientar os corretores de seguros e o mercado sobre os caminhos do setor. No Ranking Geral, a liderança coube ao grupo Bradesco, com quase 25% do setor, seguido dos grupos SulAmérica e BB Mapfre.

No ramo Automóvel, o faturamento total (sem o DPVAT) foi de R$ 32,6 bilhões, com queda de 2% em relação ao mesmo período do ano anterior. No ramo Patrimonial, a receita total foi de quase R$ 13 bilhões, com alta de 3%.

O ramo Pessoas teve faturamento de R$ 34,2 bilhões, com variação positiva de 3%. Já no ramo Riscos Financeiros, a receita foi de R$ 3,1 bilhões, com variação de mais de 10%. Na seara de Transportes, a receita foi de R$ 3 bilhões, com alta de 6%.

Em Saúde, a receita foi de R$ 36 bilhões, com variação de, aproximadamente, 11%. Nos demais ramos, a receita do segmento foi de R$ 10,3 bilhões, com variação de 9% em relação a 2016.

No que diz respeito às companhias que lideram em cada ramo, o seguro automóvel é comandado pela Porto Seguro, que detém 28,72% dos produtos, com R$ 9,4 bilhões. Os seguros patrimoniais têm como primeira colocada a Zurich, com 16,55%, alcançando as cifras de R$ 2,1 bilhões.

Os seguros de pessoas são liderados pela Bradesco, que detém 22,92% dos produtos. Os seguros relacionados a riscos financeiros mantêm um equilíbrio no Ranking: JMalucelli, com 12,74%, seguido da Porto Seguro, com 11,04%, e do BB Mapfre, com 9,97%.

Chubb, Allianz e BB Mapfre são as seguradoras que lideram o ranking no ramo de transportes. Em saúde percebe-se uma grande concentração dos serviços administrados pela Bradesco, vindo logo a seguir a SulAmerica. A líder deste ramo sustenta uma participação de R$ 19 bilhões, detendo 52,86% do mercado.

Camillo, explica que o Ranking das Seguradoras é um tradicional estudo do Sincor-SP, divulgado anualmente. Para os interessados em acompanhar a situação econômica do setor, a entidade também apresenta números mensais. “Em paralelo, o Sindicato já vem estudando e apresentando alguns números de 2016 em outras publicações, como a mensal Carta de Conjuntura do Setor de Seguros”, lembra Camillo.

Setor de seguros cresce 13,9% no primeiro trimestre do ano, destaca CNseg

O setor de seguros cresceu 13,9% no primeiro trimestre do ano, comparado a 3,6% ocorridos em 2016/2015. “Esse dado confirma a expansão consistente do setor desde o segundo semestre do ano precedente.Em todos os mercados, já é costumeira a atenção dada ao desempenho do primeiro trimestre. É que, com sazonalidades mitigadas, em um trimestre já se vislumbra alguma tendência que pode subsistir ao longo do ano”, destaca Márcio Coriolano, presidente da CNseg, na Carta de Seguro divulgada hoje.

“O resultado poderia ter sido melhor, não fosse a queda de 28,9% da arrecadação do DPVAT, impactada pela decisão do CNSP de reduzir o prêmio em cerca de 37%, fundamentado na queda da sinistralidade desse seguro observada ao logo de uma série temporal”, acrescenta o executivo.

O ramo de pessoas continua comandando a expansão setorial, amparado na evidente preferência pela proteção contra volatilidades e por maior segurança no futuro. Os planos de acumulação reverteram as dúvidas originadas de um primeiro trimestre sofrível em 2016, agora com 31,7% do VGBL e 14,9% do PGBL. O seguro de vida individual mantém taxas trimestrais acima de 20%. Já o ramo de seguros de patrimônios e responsabilidades cresceu em quase todos os componentes. O seguro de automóveis revelou expansão de 5,8% ante uma queda de 3,4% no mesmo trimestre de 2016. Outros destaques são os seguros que carregam fluxos de contratos de maior prazo de vigência, como o rural, o habitacional e o de crédito e garantias.

Veja abaixo a análise feita por Lauro Faria, economista da Escola Nacional de Seguros:

Os dados divulgados pela SUSEP relativos ao primeiro trimestre de 2017 corroboram a impressão de que o mercado de seguros regulado pela autarquia entrou numa fase de nítida recuperação, acompanhando igual evolução de outros setores da economia. Em comparação com igual período de 2016, as taxas positivas de crescimento dos prêmios de seguros se tornaram mais generalizadas, e não como antes, concentradas em poucas linhas de negócio.

Assim, os prêmios diretos dos produtos de risco de seguros de pessoas aumentaram em termos nominais 11,01% em jan./mar.2017 em comparação com jan./mar.2016, com destaques para os ramos prestamista (28,6%) e dotal (23,7%). A expansão dos prêmios do seguro prestamista (e também do seguro de crédito) é indicação firme da retomada das operações de empréstimo na economia e, portanto, da geração de renda. Por outro lado, os prêmios diretos de seguros de vida e de acidentes pessoais mantiveram taxas de crescimento positivas, mas abaixo da inflação do período, de 4,9%.

A arrecadação de prêmios e contribuições de produtos de acumulação em cobertura de pessoas se manteve em forte expansão: em jan./mar.2017, o acréscimo nominal de receita desses produtos foi de 30,3% em relação a jan./mar.2016, destacando-se o desempenho muito positivo do VGBL (+31,7%) e o do PGBL (+14,9%). Capitalização teve variação de -1,3%. Apesar de ter uma taxa negativa, evidencia desaceleração nessa queda, que, no ano fechado 2016/2015, foi de – 2,0%.

No grupo de seguros gerais, a arrecadação de prêmios decresceu 0,4% em jan./mar.2017 em comparação com jan./mar.2016. Porém, tal resultado negativo foi fortemente influenciado pelo desempenho da arrecadação de prêmios de DPVAT (-28,9%), que, como se sabe, teve seu valor unitário reduzido em 37% por deliberação do CNSP. Fazendo-se o cálculo da evolução do grupo sem o seguro DPVAT, o resultado foi um crescimento nominal da arrecadação de 6,5% no período considerado, portanto, acima da inflação e mostrando aceleração em comparação com os trimestres anteriores.

Nesse grupo, as expansões de receita foram generalizadas, mas os destaques ficaram por conta dos seguros rurais (+51,3%), crédito e garantia (+14,5%), de responsabilidades civis (+9,8%) e patrimoniais (+3,5%). O principal ramo do grupo – os seguros de automóveis – também mostrou nítida recuperação, haja vista que os prêmios diretos cresceram 5,8% no primeiro trimestre de 2017 frente a igual trimestre do ano passado, quando em trimestres anteriores mostraram variações negativas.

A arrecadação dos vários ramos de seguros e produtos regulados pela SUSEP atingiu no período jan./mar.2017 R$ 59,1 bilhões, incremento de 13,9% em relação ao mesmo período de 2016. Em porcentagem do PIB, a arrecadação total na área da SUSEP subiu de 3,47% no primeiro trimestre de 2016 para estimados 3,80% no primeiro trimestre de 2017. A sinistralidade agregada do mercado de seguros (exceto produtos de acumulação) caiu de 49,4% em jan./mar. de 2016 para 45,7% em jan./mar. de 2017, com marcadas diferenças entre os vários ramos.

Nos seguros de automóveis e de transportes, houve acréscimos de 1,56% e 18,2%, respectivamente. É de se notar a correlação desses movimentos com o aumento da criminalidade envolvendo veículos particulares e de cargas. Em outros ramos houve quedas expressivas de sinistralidade, notadamente nos ramos patrimonial (-6,6%), crédito e garantia (-6,7%) e rural (-23,3%). No agregado do mercado de seguros, o índice de despesas de comercialização elevou-se em 1,2%. No conjunto das seguradoras reguladas pela SUSEP, as despesas administrativas cresceram 0,6% entre jan./mar.2017 e jan./mar.2016, bem abaixo da inflação.

O resultado financeiro mostrou queda de 1,2%, consistente com a redução da taxa de juros básica da economia (Selic) e o resultado patrimonial, idem de 5,3%. O lucro agregado das seguradoras cresceu 2,2%, indicando que elas souberam compensar as perdas financeiras e patrimoniais com ganhos nos resultados técnicos. A rentabilidade anualizada do patrimônio líquido agregado das seguradoras se manteve elevada em 20,4%, porém, inferior aos 22,4% do primeiro trimestre de 2016.

A ANS, por sua vez, divulgou os dados de dezembro de 2016. A receita de contraprestações alcançou R$ 161,1 bilhões, o que significou aumento de 12,4% frente ao dado de 2015. A receita das operadoras médico-hospitalares teve expansão de 12,6%, e a das seguradoras especializadas em saúde, de 11,1%. São resultados excelentes, mormente na fase atual de dificuldades na renda e no emprego. Tudo indica que os planos e seguros de saúde passaram a ser encarados pela população como produtos de primeira necessidade.

A sinistralidade aumentou, o que é de se esperar na fase de recessão devido ao consequente aumento de risco das carteiras (seleção adversa). A sinistralidade do grupo como passou de 83,3% em 2015 para 83,6% em 2016.

Digno de nota no primeiro trimestre foi a emissão pelo CNSP da Resolução 345/17, que permite o oferecimento pelas seguradoras de coberturas de alguns riscos das entidades fechadas de previdência complementar (EFPC). A rationale da medida é o envelhecimento da população. No caso de planos de benefícios definidos, aumentaram as chances de se ter uma população assistida mais longeva que o previsto pela tábua de mortalidade usada com as consequentes perdas para os planos.

No que se refere aos planos de contribuição definida com prazo certo de benefícios, há mais chances de as provisões se esgotarem ao fim do prazo, ficando desassistido quem que tiver optado por essa modalidade. Em linhas gerais, a norma estabelece como passíveis de serem oferecidas as coberturas de invalidez, morte e sobrevivência de participante e/ou assistido de EFPC bem como desvios de hipóteses biométricas.

Coluna Broad: Octavio de Lazari vai assumir presidência da Bradesco Seguros

Fonte: Coluna do Broad

O diretor gerente do Bradesco, Octavio de Lazari Junior, vai assumir a presidência da seguradora do banco. Ele passa ainda a ter uma cadeira na vice-presidência que vai responder pela área de seguros. Lazari substitui Randal Zanetti que vai ocupar o cargo de presidente da holding Grupo Bradesco Seguros, a Bradseg Participações. O executivo estava no comando da seguradora há pouco mais de um ano.

Os segmentos Varejo, Prime e Private do Bradesco, antes sob o comando de Octavio de Lazari Junior, que vai assumir a presidência da seguradora do banco, serão redistribuídos. Varejo e Prime passarão para as mãos do diretor adjunto da instituição, Aurélio Guido Pagani. Já o Private ficará sob os cuidados da diretora gerente do Bradesco, Denise Pavarina. Ambos, sob coordenação do vice-presidente do banco, Josué Augusto Pancini.

Há pouco, o Bradesco confirmou as informações antecipadas pela Coluna do Broadcast na manhã de hoje.

Alunos da associação beneficente da Allianz tiveram aula sobre consumo consciente

Alunos da Associação Beneficente dos Funcionários do Grupo Allianz (ABA) tiveram a aula do módulo “Compras” do programa My Finance Coach (MFC). Cerca de 20 crianças embarcaram na história do trio de amigos Paulo, Sandra e Luca, que querem convencer os pais de Paulo de que ele precisa de um celular.

Por meio de exercícios e participação ativa das crianças atendidas pela ABA, fatores relacionados ao consumo e que estão presentes no dia a dia desses alunos, como influência da publicidade, reflexão entre precisar e desejar e a necessidade de poupar, foram os que mais despertaram a atenção na aula.“Hoje, eu aprendi que posso gastar o meu dinheiro, mas não tudo. Eu vou ensinar isso para a minha mãe e para o meu pai porque não podemos nos endividar”, disse Mariana Santana de Lima logo após o treinamento.

O MFC tem como objetivos centrais transformar colaboradores da companhia em finance coaches (treinadores financeiros), formando, portanto, uma rede capacitada para contribuir na educação financeira de estudantes. Com isso, há a melhora no nível de instrução, já que são repassados, de modo lúdico, conceitos de decisões conscientes e ferramentas capazes de criar um futuro estável.

“Aplicar o My Finance Coach significa contribuir para a cultura cidadã. E, principalmente, engajar crianças e adolescentes a esse princípio. Da mesma maneira que compartilhamos os nossos conhecimentos com eles, esses estudantes repassam às pessoas ao seu redor, formando um ciclo virtuoso e pessoas mais atuantes na sociedade”, afirmou Daniella Satake, finance coach e superintendente de Comunicação e Sustentabilidade da Allianz Seguros.

Coface digitaliza experiência do cliente

Fonte: Coface

A partir de hoje, 15, a seguradora de crédito francesa, Coface, disponibiliza aos clientes uma versão renovada do CofaNet Essentials, ferramenta online de gestão de apólices de seguro de crédito. Com um visual mais moderno, a nova interface é otimizada para todos os dispositivos móveis, proporcionando uma experiência completa e personalizada para o usuário. “O Portal do cliente também foi aprimorado com novos recursos, para enriquecer a experiência de uso e garantir uma navegação simples e fácil. Neste espaço o cliente terá acesso a todos os seus aplicativos, documentos e todos os formulários de contato”, explica a CEO da empresa no Brasil, Marcele Lemos. “Nos últimos anos a Coface vem percorrendo um caminho de inovação digital com uma série de serviços baseados na web, como por exemplo o Dashboard e o CofaServe”, completa a executiva. Marcele salienta que a seguradora deverá lançar no Brasil, até o fim deste ano, o TradeLiner, uma opção mais simples do seguro de credito. “Lá fora já existe essa modalidade e sentimos que agora há interesse do mercado interno nessa forma de contratação, na qual o cliente pode optar por qual tipo de risco de crédito ele quer proteção, se somente para falência ou recuperação judicial”, conclui Marcele.

LTSeg disponibiliza ferramenta para cotação online de seguro auto

Release

Para facilitar a cotação de seguro auto, a LTSeg, corretora especializada em seguros e avaliação de riscos, tornou disponível em seu site uma plataforma de cotação online de seguros, na qual o próprio usurário preenche um curto formulário e recebe em seu e-mail, em pouco tempo, orçamento com os valores apurados do seguro. Depois disso, um dos profissionais da empresa entra em contato para discutir as propostas e acertar detalhes da apólice. A ferramenta pode ser acessada clicando aqui.

“Com a ferramenta, tornamos mais prática a experiência do usurário com a contratação do seguro para seu veículo, além de eliminarmos etapas que tornavam esse processo mais burocrático. O segurado continua usufruindo de todos os benefícios de ser acompanhando por um bom corretor, mas agora com mais agilidade para decidir pela contratação”, afirma Bruna Timbó, diretora da LTSeg.

Uma segunda vantagem, de acordo com Bruna, é a da economia que este processo traz ao consumidor. “A corretora obterá com maior facilidade os orçamentos de todas as seguradoras do mercado para o seguro e, na proposta a ser enviada ao cliente, listará as melhores ofertas. O cliente poderá, em um só documento, comparar os elementos destas propostas e assim visualizar de forma mais clara a opção que representa a melhor relação custo X benefício para si, tendo maior liberdade e certeza para decidir”, completa a diretora da LTSeg.

Outros pontos que precisam ser mencionados é o da comodidade, já que a cotação pode ser feita em qualquer hora ou lugar; e a credibilidade, porque o usuário pode pesquisar a reputação da corretora e seguradora antes de decidir pela contratação. “A cotação é muito mais rápida do que esperar por receber o orçamento por telefone ou por e-mail dias depois. O processo é seguro e caso precise de suporte, a equipe da LTSeg fica à disposição para atender. Basta telefonar”, finaliza Bruna.

Canal seguro: por que a boa-fé deve ser uma indispensável via de mão dupla na contratação de um seguro?

Fonte: CNseg

Na quarta edição do “Papo Seguro”, coluna do “CNseg – o canal seguro”, o presidente da CNseg, Marcio Serôa de Araujo Coriolano, abordará a questão da boa-fé no seguro, tema que norteia a relação entre seguradora e consumidor. “A boa-fé significa que a seguradora deve ser transparente e cumprir estritamente com a suas obrigações. Afinal, ela lida com a poupança e com bens muito preciosos, como a vida, a saúde e o patrimônio das pessoas e das empresas”, explica Coriolano.

A boa-fé na contratação de um seguro representa uma via de mão dupla. Cabe ao consumidor também oferecer informações consistentes e transparentes à seguradora. “Seguro não é, nem pode ser, um saco sem fundo. Qualquer desequilíbrio nessa relação entre a seguradora e o segurado pode comprometer os atributos de igualdade e solidariedade”, assinala o presidente da CNseg.

Coriolano alerta para a importância de o consumidor certificar-se, durante a contratação do seguro, sobre a regularização da seguradora, se ela existe e está devidamente autorizada pelos órgãos do governo para atuar no mercado: “No caso dos planos de saúde, vá ao site da ANS (Agência Nacional de Saúde Suplementar) e para os demais seguros, ao site da Susep (Superintendência de Seguros Privados).”

Indagar sempre, consultando amigos e o corretor sobre a história de boa-fé da seguradora, é condição primordial que antecede a contratação de um seguro. ”Agindo assim, você poderá usufruir plenamente os benefícios do seguro, evitando perder tempo com frustrações, reclamações e aborrecimentos. Todos agindo de boa-fé. A mutualidade em seguro agradece”, conclui Coriolano.

Também nesta segunda, na “Entrevista Especial”, o diretor de Gestão de Riscos da Secretaria de Política Agrícola do Ministério da Agricultura, Vitor Osaki, fala sobre o seguro rural voltado para o Plano Safra 2017. De acordo com ele, o valor a ser destinado para o seguro rural depende da aprovação do orçamento do crédito rural, um dos itens que compõem o Plano Safra. Segundo Osaki, existe uma proposta de a iniciativa privada participar da subvenção ao prêmio, por meio de fabricantes de insumos agrícolas. Outra ideia é que o próprio governo amplie o Programa de Subvenção ao Prêmio do Seguro Rural.

Na terça-feira, agricultura volta a ser tema da programação. No quadro “Qual é a Dúvida?”, o presidente da Comissão de Seguro Rural da FenSeg, Wady Cury, explica o que é subvenção agrícola.

Também na terça, o tema do programa “Conheça os Seguros Gerais” volta a ser garantia estendida, desta vez com o presidente da Comissão de Seguro de Garantia Estendida e Afinidades da FenSeg, Marco Garutti.

O quadro “Inovação e Sustentabilidade” desta quarta-feira traz entrevista com José Mello, membro da Comissão de Inovação e Sustentabilidade da CNseg, que fala sobre o uso de simuladores no cálculo do valor do seguro. No mesmo dia, vai ao ar o programa “Entenda o Seguro de Pessoas”.

Na quinta-feira, o “Momento Jurídico” traz a advogada especialista em direito do consumidor Angélica Carlini, que falará sobre venda casada. Também na quinta é a vez do quadro “Por Dentro da Saúde Suplementar”.

Encerrando a semana, o quadro “Dicas do Consultor” aborda a questão da inadimplência com Reinaldo Domingos, presidente da Abefin (Associação Brasileira dos Educadores Financeiros). Também na sexta-feira, vai ao ar o “Minuto da Capitalização”.

Diariamente, a Rádio CNseg traz ainda boletins de serviço, notícias do setor, da economia e da política do país, além da programação musical. A grade completa está disponível em http://radio.cnseg.org.br.

Corretoras e seguradoras se unem em movimento de transformação do mercado nacional

No próximo dia 23 de maio, algumas das principais corretoras, seguradoras e associações do Brasil se reúnem em São Paulo para anunciar o lançamento de um movimento de transformação do mercado de seguros.

O objetivo é promover o desenvolvimento da percepção de riscos e benefícios da população brasileira, por meio de novos diálogos sobre os temas. A expectativa é ajudar a fomentar negócios mais sustentáveis para as empresas da América Latina e uma melhor educação para a sociedade, que ainda entende superficialmente quais são suas exposições e quais podem ser suas proteções.

A Aon, idealizadora do movimento, estará representada pelo seu presidente na América Latina, Fernando Pereira, e pelo presidente no Brasil, Marcelo Munerato de Almeida. As patrocinadoras AIG, Amil, Bradesco Seguros e Sura também estarão presentes. Outras corretoras, seguradoras, associações e algumas das principais empresas do Brasil foram convidadas para participar do evento e do movimento.

Além disso, produtores e atores do cinema nacional participarão de um painel para falar sobre fatos e curiosidades que transformaram o mercado cinematográfico nacional. O segmento foi escolhido por representar uma indústria em transformação, que possui grande exposição a riscos.

O evento será realizado na Casa Jereissati, na Rua Jacarezinho, 107, Jardim Europa, no dia 23/05 (terça-feira), a partir das 08h30. A entrada é exclusiva para convidados e jornalistas credenciados.

​S​ompo lança Seguro de Vida​ ​voltado a jogadores de futebol

Fonte: Sompo

A Sompo Seguros acaba de lançar o Sompo Seguro Atleta, um seguro de vida especialmente desenvolvido para atender às necessidades específicas dos jogadores de futebol em atuação no Brasil. Criado para trazer mais tranquilidade aos profissionais do segmento, o novo produto pode ser contratado por clubes de futebol ou investidores e inclui coberturas que preveem até mesmo as situações inesperadas que, eventualmente, coloquem a carreira do jogador em risco.

Além de considerar todas as coberturas previstas pela Lei Pelé (Lei 9.615/1998), o Sompo Seguro Atleta também foi estruturado para que sua contratação seja efetuada de forma totalmente desburocratizada, o que agiliza o processo de gestão do benefício por parte dos clubes. Entre os benefícios do produto está a cobertura por Invalidez Total por Acidente, especial para atletas profissionais. O produto também conta com serviços de assistência 24 horas diferenciados para esse público.

Segundo dados do Relatório DRT 2016 da CBF – Confederação Brasileira de Futebol, em janeiro, havia 8.938 atletas registrados, sendo 94 estrangeiros, em atuação nos 766 clubes profissionais do Brasil. Além disso, havia outros 31.882 atletas com vínculos não profissionais junto aos 313 clubes amadores em atuação no País.

Lei Pelé – A Lei Pelé (Lei 9.615/1998) prevê que as entidades de prática desportiva devem contratar seguro de vida e de acidentes pessoais, vinculado à atividade desportiva tanto no caso de atletas contratados sob regime de contrato de formação desportiva (Art. 29, § 6º, Inciso III), quanto no caso de atletas profissionais (Art. 45). O seguro também está previsto para o caso de atletas não profissionais de modalidades olímpicas e paralímpicas vinculados a entidades de prática desportiva (Art. 82-B).

“A Sompo vem estabelecendo soluções de seguro inovadoras para propiciar mais qualidade de vida e bem-estar em diferentes segmentos. O novo Seguro Sompo Atleta atende a uma janela de oportunidade existente no mercado futebolístico e foi desenvolvido também para trazer tranquilidade aos atletas do esporte nacional”, comentou Edglei Monteiro, diretor de Seguro de Vida da Sompo Seguros em comunicado.

Seguro de riscos cibernéticos mitiga perdas causadas por ataques virtuais como os de sexta-feira

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O ciberataque na Europa hoje demonstra que todos os setores podem sofrer impactos diante de um evento. “Numa era de hiperconectividade, toda e qualquer indústria possui exposição ao risco diante da utilização de tecnologia em suas operações e que podem resultar na paralisação de suas atividades”, afirma a especialista em risco cibernético da JLT Brasil, Marta Helena Schuh. “Os impactos de um ataque estão muito além de uma perda financeira, consequente da transferência de valores (como neste caso, os valores de regaste de ramsomware). Uma cadeia de perdas precisa ser considerada – desde a perda de receita pela interrupção de serviços prestados, custos de consultoria de investigação forense, possíveis danos causados a terceiros que envolvem custos jurídicos e indenizações; impacto sobre a imagem e reputação da empresa e até mesmo a queda no valor da ação caso a empresa possua capital aberto.”

Os incidentes cibernéticos cresceram 38% no mundo e no Brasil subiram 274%, de acordo com o CPqD,Centro de Pesquisa e Desenvolvimento em Telecomunicações.. Um estudo da mesma instituição aponta que 6,6% de todos os crimes cibernéticos financeiros no mundo acontecem aqui; o Brasil ocupa a 8ª posição dentre os países com maior atividade maliciosa no mundo e é o 5º dentre os países com maior tráfego de e-mails maliciosos. Apesar desse cenário, apenas 3 em cada 10 empresas brasileiras reconhecem ameaças cibernéticas como algo que possam impactar suas atividades. Um reflexo desse comportamento pode ser observado no mercado de seguros. De acordo com a Ernest&Young, as empresas compram seguro para proteger seus ativos, no entanto contabilizando apenas 30% dos ativos que são tangíveis, mas deixam 70% que são intangíveis ao risco.

“As empresas estão acostumadas a proteger seus ativos físicos com apólices de seguro, mas na era na qual vivemos os ativos digitais são tão valiosos quanto. O seguro de riscos cibernéticos é uma ferramenta para auxiliar as empresas com perdas indiretas decorrentes de ataques como o de hoje. Quando um evento como esse ocorre o seguro vem justamente ampará-los para mitigar ao máximo as perdas recorrentes destes eventos – sejam em pagamento do resgate, as perdas de receita, dano à reputação ou até mesmo em restauração de dados”, conclui Marta.