Especialista Sérgio Frade lança o livro “Riscos & Seguros”

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O sócio-fundador e presidente da Solutions Gestão de Seguros, Sérgio Frade, vai lançar, no próximo dia 30 de maio, no PIC Cidade, o livro “Riscos & Seguros – Uma visão dos seguros sob a ótica da gestão de riscos corporativos e pessoais”. A obra reúne diversos artigos sobre seguros escritos pelo autor e publicados e que reflete a sua vivência profissional na gestão de riscos e seguros de diversas empresas nacionais e internacionais.

Vários artigos do livro destacam a importância do segmento de seguros na vida das pessoas e empresas. Frade ressalta a escala de produtos e serviços do segmento que têm fortes implicações no cotidiano das pessoas e da atividade econômica, com a proteção de vidas e ativos das empresas no país, além de ajudar no gerenciamento de riscos, mobilização de poupança e, sobretudo, facilitando investimentos.

Em 2016, o setor de seguros registrou crescimento nominal de 9,2%, na comparação com 2015, de acordo com dados divulgados pela Superintendência de Seguros Privados (Susep) e compilados pela Confederação Nacional das Empresas de Seguros Gerais, Previdência Privada e Vida, Saúde Suplementar e Capitalização (CNseg). O resultado representa um volume de arrecadação de R$ 239,3 bilhões e diz respeito ao desempenho das carteiras de seguros gerais, vida, previdência complementar aberta e capitalização. Desse valor, cerca de R$ 121,6 bilhões retornaram à sociedade em indenizações, benefícios, resgates e sorteios pagos.

“Em nosso dia a dia, somos forçados o tempo todo a tomar decisões no campo pessoal ou profissional. A vida é cheia de riscos e o gerenciamento disso exige habilidade. Os riscos podem ser evitados ou reduzidos, podemos assumi-los de forma direta ou transferi-los. Gerenciar os riscos, de forma responsável, tem implicações diretas nos resultados e na sobrevivência das empresas, inclusive junto a clientes e fornecedores. Da mesma forma ocorre com as pessoas no dia a dia, frente aos riscos imprevistos no trabalho, lazer ou viagem”, afirma Sérgio Frade.

“Comprar seguro pode parecer simples; no entanto, não é bem assim. A compra de seguros exige cuidados importantes para evitar problemas futuros. Usar o seguro não significa receber indenização. Usar o seguro significa ter a garantia de que a estabilidade financeira de uma empresa ou pessoa está protegida”, explica Frade. Segundo ele, os tempos difíceis e turbulentos, enfrentados pela economia nacional, aumentaram a necessidade de as empresas se garantirem contra imprevistos. Os efeitos danosos da crise colocaram em risco a sobrevivência de muitas delas. Com essa publicação, o empresário espera contribuir e servir de referência para que executivos, gestores de riscos, profissionais do mercado segurador e estudantes possam se nortear.

Assembleia de acionistas do IRB está confirmada para hoje

Realmente esse IPO do IRB Brasil Re está complicado. O IPO é tema do IRB e dos acionistas desde o governo da presidente Dilma Rousseff, sendo adiado sucessivas vezes em razão do mau momento da economia. A leve melhora dos indicadores econômicos trouxe a discussão de novo à tona.

Só que dois dias antes da assembleia para decidir sobre a retomada do IPO, a economia é assolada novamente pelo cenário político, com as delações dos executivos da JBS, que divulgaram áudios de conversas que comprometem o presidente Michel Temer, do senador Aécio Neves e do ex-ministro da Fazenda, Guido Mantega. A bolsa despencou e o dólar disparou. Os indicadores mostram um cenário mais instável do que o início da Lava Jato.

No entanto, a assembleia não foi desmarcada, cancelada ou adiada. Está mantida para começar as 9 horas desta sexta-feira, segundo uma fonte confirmou ao blog Sonho Seguro. Vamos acompanhar para ver o que será discutido, pois pensar em IPO num cenário como o atual, é algo fora de cogitação.

Representantes da cadeia de saúde discutem o relacionamento entre indústria médica e profissionais de saúde

Fonte: FenaSaúde

Um debate – em torno dos caminhos para a transparência no relacionamento entre representantes da indústria de materiais e profissionais de saúde – reuniu médicos e executivos de hospitais, planos de saúde, empresas e Governo durante a Feira Hospitalar 2017, na última terça-feira (18), no Expo Center Norte, em São Paulo.

O painel ‘Indústria e profissionais de saúde: caminhos para a transparência – A legislação americana, o Sunshine Act, é uma opção para o Brasil?’, promovido pela Associação Brasileira da Indústria de Alta Tecnologia de Produtos para Saúde (ABIMED), contou com a participação de Solange Beatriz Palheiro Mendes, presidente da Federação Nacional de Saúde Suplementar (FenaSaúde); Carlos Vital, presidente do Conselho Federal de Medicina (CFM); Fabrício Campolina, presidente do Conselho de Administração da ABIMED; Paulo Chapchap, presidente do Hospital Sírio-Libanês; e Renato Capanema, diretor de Promoção da Integridade da Controladoria Geral da União (CGU), do Ministério da Transparência.

A advogada Katie Pawlitz, consultora de empresas para questões ligadas ao Sunshine Act nos Estados Unidos, relatou a experiência americana. Em vigor desde 2013, essa legislação obriga todo fabricante dos Estados Unidos a reportar ao governo federal qualquer transação financeira realizada a profissionais de saúde e entidades médicas. Além disso, essas informações ficam disponíveis para consulta pública em um site. De acordo com a advogada, em 2014, os dados publicados remetem a mais de US$ 11 milhões de transferências para médicos e hospitais. “Em uma Lei de Transparência é importante definir finalidade e clareza, para que as informações sejam entendidas também pelo paciente”, explicou Katie.

Em seguida, houve debate para avaliar se uma legislação nos moldes do Sunshine Act também seria um bom caminho para o Brasil. A discussão evidenciou, para todos os presentes, que a transparência é de fundamental importância, mas, em paralelo, devem se observar também questões como a sustentabilidade do setor de saúde, a burocracia brasileira e a crise ética que o país atravessa.

Para a presidente da FenaSaúde, a discussão deve ser mais ampla e passa pelo trato da informação. Segundo a executiva, 50% dos custos médicos hospitalares estão na internação e 10% dessas despesas são relacionadas com OPME (Órteses, Próteses e Materiais Especiais). Solange Beatriz também enumerou casos de disparidades de preços em função de margens agregadas na cadeia. Um exemplo citado foi de uma prótese de joelho, no qual o valor final do produto é 8,7 vezes maior que o custo inicial. Segundo levantamento da FenaSaúde, o produto sai da fábrica com um custo de, aproximadamente, R$ 2 mil e o preço pago pela operadora é de mais de R$ 18 mil, nesse percurso a comissão médica é de R$ 3.500 e a margem do hospital é de R$ 3.900. No decorrer da cadeia da saúde, ainda são somados os custos operacionais relativos a tributos, seguros e fretes, entre outros. “Precisamos tornar as informações ainda mais transparentes. Operadoras de planos de saúde e o próprio SUS devem saber o que e quanto estão pagando”, declarou.

A presidente da FenaSaúde também citou a Máfia das Próteses, denunciada em 2015, que resultou em duas CPIs: uma na Câmara dos Deputados, em Brasília, e outra na Assembleia Legislativa do Rio Grande do Sul. Além disso, foi criado ainda um Grupo de Trabalho Externo de Órteses, Próteses e Materiais Especiais (GTE OPME), coordenado pela ANS e pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). “O grupo de trabalho fez um diagnóstico do setor, apontou assimetria de informações e propôs ações que passam por alterações no Código Penal e no Código de Defesa do Consumidor. Sugeriu ações que já estão em andamento, como a padronização da nomenclatura, atualmente 69 mil termos já estão ajustados pela ANS, por meio da TUSS (Terminologia Unificada da Saúde Suplementar); e a criação de Registro Nacional de Implantes (RNI), em fase de teste piloto no SUS. Outras não saíram do papel, como as regras de garantia, validade e rastreabilidade dos DMI (Dispositivos Médicos Implantáveis) e ampliação das informações ao paciente portador de DMI. Ou seja, muito pouco se avançou. Além disso, vários projetos de lei estão parados no Congresso”, explicou.

Para a implantação de uma lei inspirada no Sunshine Act, de fato, acontecer no Brasil, é necessário avanços significativos. “É preciso que haja incentivo a disseminação de informação clara e precisa, além da promoção e valorização de atitudes éticas”, finalizou Solange Beatriz Mendes.

É preciso ter mais experts para lidar com riscos cibernéticos, avalia executiva da Zurich

A necessidade de ter mais profissionais preparados para lidar com ataques de hackers foi um dos pontos altos do RIMS 2017 (Risk Insurance Management Society), que aconteceu entre 23 a 26 de abril em Chicago (EUA). Trata-se do principal evento mundial que reune gerentes de riscos do mundo inteiro. Nesta última edição foram mais de 6 mil participantes e 400 expositores. Entre eles, um grupo brasileiro com mais de 100 executivos, sendo 30% segurados, 30% seguradoras e 40% corretores.

Entre eles, Glaucia Smithson, diretora de seguros empresariais e de vida e previdência corporativos da Zurich. “Um dos principais assuntos foi riscos relativos a ataques cibernéticos”, conta. Realmente na última sexta feira todos puderam sentir na pele que o temor se justifica. É um risco real. Um estudo chamado Cyber Handbook, divulgado pela Marsh, destaca o grande impacto que os ataques cibernéticos podem ocasionar. Segundo a pesquisa, a violação de dados pode gerar perdas de US$ 2,1 trilhões, no mundo, até 2019. Cifra quatro vezes maior em relação aos prejuízos das empresas em 2015. O mercado gera cerca de US$ 3 bilhões a US$ 4 bilhões em prêmios anualmente, mas as estimativas apontam para US$ 20 bilhões até 2025, segundo reportagem publicada nesta quarta-feira pelo Financial Times, o que transforma o segmento em um dos que crescem mais rapidamente no setor.

A grande preocupação dos “risk managers” dos mercados mais desenvolvidos está na mudança muito rápida e constante dos cenários político, econômico, social. “Quando falamos em risco, a atualização é constante. Temos profissionais excelentes em linhas clássicas de seguro como o de “property e responsabilidade civil geral, mas, muito poucos em riscos emergentes como riscos cibernéticos e seguros financeiros”, diz a executiva da Zurich. “Quanto mais atualizados e preparados forem os profissionais de seguro, melhor será a qualidade e resultado das discussões na elaboração de soluções para enfrentar os novos riscos do setor”, acrescenta.

Superar um problema do setor, encontrar o especialista certo para enfrentar um novo risco, ajudar uma organização a atingir seus objetivos sociais e de negócios e usar os conhecimentos de gerenciamento de riscos para resolver problemas não tradicionais são as principais características de um bom gestor de risco. Segundo Glaucia, há no mercado hoje dois tipos de compradores de grandes riscos: os transacionais que são puramente voltados à taxa, sem considerar a solidez financeira e qualidade técnica e de serviços da seguradora, e, aqueles que geralmente já tiveram algum tipo de sinistro e valorizam o serviço, o relacionamento a longo prazo e são preocupados com a melhoria do gerenciamento do seu risco.

Questionada sobre os riscos que estão em maior evidência no mundo, ela explica que todas as possíveis situações de risco devem ser modeladas de maneira profissional com um plano claro de gerenciamento de riscos, a fim de proteger e maximizar os seus resultados. “Os riscos têm que ser tratados, remediados e transferidos às seguradoras na medida do possível. Da mesma maneira que uma empresa precisa proteger suas instalações, precisa também do seguro garantia para a performance de contratos ou para liberação do seu passivo em casos judiciais, seus executivos precisam estar protegidos no dia-a-dia da gestão da empresa, as novas construções precisam de proteção, existe a responsabilidade civil, novas tecnologias que trazem risco a todo momento”, diz.

A Zurich, uma das patrocinadoras do evento, apresentou novidades aos gestores de riscos. Veja algumas das ferramentas apresentadas no RIMS 2017.

Zurich MIA – uma ferramenta online que inclui informações específicas de países a respeito de coberturas como limites, termos e condições do país, garantindo conformidade como as regulamentações securitárias e fiscais locais. Ferramenta essencial para a estruturação de programas mundiais.

Zurich Risk Advisor – único inovador no mercado, o Zurich Risk Advisor é um aplicativo de apoio às iniciativas de gestão de riscos que fornece um conjunto de ferramentas de engenharia de risco de auto-serviço aos nossos clientes e corretores. O Zurich Risk Advisor também permite que você realize suas próprias avaliações de riscos, otimizando suas ações de melhoria e orçamento; e, dá a transparência aos nossos clientes e parceiros da metodologia de ponta em engenharia de risco, melhores práticas, percepções dos riscos e padrões da indústria.

Zurich Onsite – inovação tecnológica utilizada pelos engenheiros durante as visitas de inspeções aos clientes. A ferramenta permite uma melhor transparência no processo de avaliação de riscos, contribuindo para o cliente ter contato com a nossa metodologia de avaliação, conhecendo exposições de risco da sua empresa e as possíveis ações de melhorias.

Zurich Risk Room – um meio revolucionário para visualizar riscos globais e a interconectividade do risco, analisando país por país.

My Zurich Portal – ferramenta online que permite a clientes corporativos um único ponto de entrada para todas as informações relacionadas às suas carteiras internacionais de seguro e atividades de engenharia de risco.

Mongeral Aegon lança duas novas proteções voltadas para sobrevivência com preços competitivos e contratação simplificada

Fonte: Mongeral Aegon

Anualmente, a Previdência Social realiza o pagamento de R$ 23 bilhões em auxílio-doença. Mais da metade deste montante, R$ 13 bilhões, são pagos a pessoas que recebem o benefício há mais de dois anos. Os dados são do Ministério do Planejamento. Já o Instituto Nacional do Câncer estimou para o biênio 2016-2017 mais de 600 mil novos casos da doença. É neste cenário que a Mongeral Aegon lança, nesta semana, duas proteções voltadas para o diagnóstico de doenças graves e de incapacidade temporária.

O novo seguro Doenças Graves, desenvolvido pela seguradora, apresenta um amplo rol de doenças e casos cobertos, como: Alzheimer, acidente vascular cerebral, câncer, infarto agudo do miocárdio, perda da audição, visão ou fala, transplante, paralisia e insuficiência renal crônica.

“Outro diferencial deste produto da Mongeral Aegon em relação ao mercado é que a cobertura pode ser contratada separadamente. Mais uma grande vantagem é que o cliente pode ter acesso a capitais segurados de até R$ 1 milhão, sendo que planos de até R$ 700 mil podem ser feitos apenas com a tele-entrevista, tornando a contratação rápida e simplificada”, explica o superintendente de Marketing, Leonardo Lourenço.

Saiba quais são os 11 diagnósticos cobertos

O novo Doenças Graves dá cobertura à sobrevivência de 30 dias ao diagnóstico de: mal de Alzheimer, acidente vascular cerebral (AVC), bypass, câncer, infarto do miocárdio, insuficiência renal crônica, perda de visão/audição ou fala, paralisia e transplante (coração, fígado, medula, pâncreas, pulmão ou rim).

Afastamento do trabalho – Outro lançamento da Mongeral Aegon é o novo seguro Diária de Incapacidade Temporária (DIT), que protege a renda do segurado em caso de um afastamento superior a 10 dias da sua função laborativa. Neste novo plano, a companhia realizou uma segmentação de acordo com a sua experiência neste tipo de cobertura.

“A novidade que trazemos é definir o preço por atividade do cliente, o que nos permite cobrar um preço mais justo e competitivo em relação ao mercado. Também mantemos nesta nova solução, além da diária de incapacidade temporária, as coberturas de morte acidental e invalidez por acidente”, completa o superintendente.

Em ambas as coberturas – Doenças Graves e Diária de Incapacidade Temporária – a Mongeral Aegon permite que os segurados definam a periodicidade de pagamento: mensal, trimestral, semestral e anual.

Benefícios – Apenas no ano de 2016, a Mongeral Aegon realizou o pagamento de R$ 57 milhões em benefícios referentes à cobertura de Diária de Incapacidade Temporária. Já por Doenças Graves, o montante pago pela seguradora no ano passado foi de R$ 2,7 milhões.

Novo modelo da thinkseg transforma pontos do corretor em dinheiro

Gregori: o corretor é o nosso relações públicas

Fonte: Thinkseg

A plataforma mobile thinkseg traz ao setor de seguros brasileiro três grandes inovações. Primeiramente, a start-up inova pela forma de contratação do seguro 100% pelo celular. Também inova com o aplicativo que acompanha o motorista no volante para dar a ele descontos de até 40% no preço do seguro. E a terceira inovação é a proposta de um novo modelo de negócio ao remunerar o corretor com pontos que valem dinheiro. Nesta primeira quinzena de maio, a plataforma thinkseg realizou 3 mil cotações de seguro para automóvel e teve mais 2,3 mil novos usuários cadastrados. Cada um deles, ao contratar o seguro, vai gerar muitos pontos aos corretores. Pontos que, no final do mês, valem dinheiro.

O corretor ganha pontos de diferentes maneiras. De imediato, o corretor já recebe ponto ao se cadastrar. Depois, ele é novamente pontuado ao indicar uma pessoa interessada em ter o seguro thinkseg. Se o indicado contratar o seguro, mais um ponto para o corretor. Quando o segurado satisfeito traz um amigo para a plataforma, outro ponto para o corretor. A pontuação vai se multiplicando.

No novo modelo thinkseg, o papel do corretor não é o de vender seguro. Isso porque, na prática, a pessoa que recebe o convite do corretor faz tudo sozinha, sem ajuda de ninguém. Ela digita as informações pessoais, dados do carro, tira fotos do carro pelo celular, coloca o nome do corretor que a indicou e, finalmente, contrata o seguro. É o cliente “faz tudo” com o celular na mão. Não precisa de ninguém para contratar o seguro. Então, o que o corretor faz?

“O corretor é o grande divulgador, o grande propagador desse novo modelo de negócio ao trazer novos usuários à plataforma thinkseg. A cada nova pessoa que entra, abaixo da indicação desse corretor, os pontos do profissional vão se multiplicando. Pontos que valem dinheiro no final do mês”, afirma o CEO da thinkseg, Andre Gregori. O cliente também ganha pontos, só que para serem trocados por prêmios, passagens aéreas e outros presentes ou mimos.

O ganho de pontos – que valem dinheiro no final do mês ao corretor – é uma forma de estimular e motivar o profissional, cada vez mais, na prospecção e na indicação de pessoas. Segundo o CEO da thinkseg, o corretor vai saber, em primeira mão, sobre o lançamento de novos produtos para poder avisar, primeiramente, a sua carteira de indicados (clientes). Assim que eles contratarem o novo produto e o corretor vai receber pontos.

Por meio da aplicativo (app thinkseg), o corretor sempre vai ter acesso à sua carteira de indicados, com nomes e contratos dos seguros de cada um deles. O profissional acompanha o processo de perto e interage com o cliente no momento que quiser”, diz Gregori. Para as pessoas cadastradas sem corretor, a thinkseg vai indicar um profissional bem posicionado no ranking de pontos.

É importante ressaltar que, ao buscar mais clientes para a plataforma mobile, o corretor vai atingir um novo perfil de público: aquele que acompanha a inovação tecnológica, que tem o aplicativo do banco no celular para movimentar a conta, que aluga casa pelo AirBNB, que se desloca com Uber, 99 taxi ou Cabify e que faz compras pela Amazon, Mercado Livre, Ebay, por exemplo.

O corretor que resistir à inovação tecnológica pode sentir a falta de crescimento do próprio negócio lá na frente. “Estamos selecionando corretores apaixonados por inovação tecnológica, que acreditem no nosso modelo de negócio, para apoiá-los no uso da tecnologia”, afirma Gregori.

Além do corretor, o cliente também ganha pontos, só que para serem trocados por prêmios, passagens aéreas, artigos para casa e carro, e outros presentes ou mimos.

O desconto no seguro vem por meio do aplicativo thinkseg baixado no celular. O app mede as variáveis (distância, percurso, modo de fazer as curvas, modo de frenagem) do motorista na condução do veículo e vai armazenando as informações, se ele dirige bem ou não. A tecnologia da telemática transfere os dados do motorista para o celular.

Ao final de cada mês, o app thinkseg mostra os resultados do modo de condução do veículo de cada pessoa com o aplicativo no celular. Quem dirige bem, recebe mais estrelas. Quanto maior o número de estrelas no app, maior o desconto no preço do seguro, podendo chegar até 40% de desconto.

O app thinkseg está disponível na loja Google Play (android) ou na Apple Store (iphone) para ser baixado no celular. O download é gratuito. Centenas de pessoas já estão testando a versão Beta do app thinkseg na cidade de São Paulo.

“É um novo formato de seguro, por meio do qual o bom condutor é premiado, não apenas na renovação do seguro, mas todos os dias, por meio da sua tecnologia pay as you drive, pay as you use”, afirma o CEO da thinkseg, Andre Gregori.

Oliver Wyman analisa o mundo das insurtechs

Intitulado “InsurTech Caught on the Radar, Hype or The Next Frontier?”, o relatório traz uma análise sistemática em profundidade do cenário global das InsurTechs. O relatório não só relata o status quo, mas fornece uma perspectiva de seus impactos futuros na indústria.

“As InsurTechs tornaram-se um tópico importante para fundadores, investidores e seguradoras”, comenta Dietmar Kottmann, coautor do relatório e sócio da Oliver Wyman, líder global em consultoria estratégica de negócios, em comunicado enviado à imprensa. “As InsurTechs já causaram impacto no setor de seguros a nível global e provocaram muitas mudanças – geralmente beneficiando o consumidor”.

No entanto, o InsurTech Radar mostra que as atuais atividades das startups ainda não estão explorando todas as oportunidades possíveis de inovação. “Muito do investimento das InsurTechs hoje parece ser impulsionado pelo pensamento convencional de e-commerce aplicado aos seguros”, disse Nikolai Dordrechter, diretor chefe da investidora Policen Direkt e coautor do relatório. “Algumas áreas já estão superlotadas e vão assistir a um choque, mas há também alguns espaços vazios surpreendentes que oferecem grandes oportunidades para empresários e investidores”.

O InsurTech Radar identifica e examina modelos de negócio de startups em toda a cadeia de valor da indústria e determina prováveis vencedores em cada categoria – sejam InsurTechs, (res)seguradoras já estabelecidas, players focados apenas em tecnologia ou concorrentes vindos de áreas relacionadas.

O estudo divide a análise em cadeia de valor da indústria, como proposição, distribuição e operações. O segmento de proposição compreende empresas que desenvolvem produtos e serviços baseados em seguros. É o menor e mais problemático dos três segmentos porque há o maior desencontro entre o nível de atividade da InsurTech e suas chances de sucesso. Por outro lado, apresenta oportunidades de investimento inexploradas devido a áreas atraentes ainda com pouca atividade. Por exemplo, as empresas que estão posicionadas como Parceiros de Risco têm grandes chances de atrair o interesse de seguradoras estabelecidas. InsurTechs focadas em novos riscos digitais (cyber seguros ou seguros para “empresas habilitadas digitalmente”) ou empresas que prometem “oferecer mais do que apenas cobertura de seguro” enfrentam forte concorrência das seguradoras já estabelecidas.

Quanto a distribuição, o estudo avalia que a ideia de inovar o processo de vendas de seguros atraiu o maior número de startups em todo o mundo. No entanto, o segmento de distribuição também sofre de uma incompatibilidade de atividade / atratividade em algumas áreas. Corretores B2C online enfrentam concorrência especialmente forte e têm pouca oportunidade de diferenciação. É evidente que nem todos sobreviverão. Mas há também promissoras categorias de modelos de negócio para startups. Estas incluem empresas de Plataformas Corporativas, projetadas para vender produtos de seguros em larga escala através do RH dos clientes, também incluem Parceiros Financeiros, InsurTechs focadas em ofertas de finanças pessoais.

Já o segmento de operações, que se concentra na habilitação e na execução de negócios de seguros, tem a maior consistência entre o nível de atividade e as chances de sucesso. Há muita atividade de InsurTechs nas Américas, seguida pela região que abrange Europa, Oriente Médio e África (EMEA). As Operações são também o segmento onde as InsurTechs são mais propensas a dominar. A área de reivindicações continua a ser uma categoria de modelo de negócio atraente para InsurTechs, combinando um alto potencial de mercado com altas chances de sucesso. A área de subscrições também é atraente – apesar da forte concorrência das resseguradoras tradicionais.

“Mesmo se as InsurTechs ganharem uma categoria específica, isso não significa necessariamente que as seguradoras estabelecidas sairão do negócio e tornar-se-ão obsoletas”, afirma Dordrechter. “Além disso, a maioria das InsurTechs se concentra na colaboração com a indústria de seguros já estabelecida. Poucas startups se posicionaram como concorrentes diretos.”

“A primeira onda de InsurTechs trouxe muita atividade, mas pouca perturbação real”, concluiu Kottmann. “Haverá uma segunda onda de InsurTechs que será mais experiente, criativa e ambiciosa, com o potencial de mudar verdadeiramente a maneira com que as seguradoras trabalham. A questão é: como o setor de seguros responderá?”

O relatório InsurTech Radar foi desenvolvido a partir de uma base de dados proprietária de mais de 1 mil insurTechs e outros players relevantes, como FinTechs que migram para o mercado tradicional de seguros ou empresas de tecnologia que ajudam a resolver problemas de seguros globalmente.

O Grupo Policen Direkt, com sede em Frankfurt, na Alemanha, foi fundado há mais de dez anos como uma startup na indústria de seguros. Com um modelo de negócio inovador, o objetivo era agregar valor aos clientes finais ampliando a cadeia de valor: revenda de seguros de vida no mercado secundário em uma plataforma recém-criada de tecnologia proprietária. A Policen Direkt fundou com sucesso suas próprias InsurTechs nas áreas de negócios, anexos e P&C (propriedades e acidentes), investiu em empresas jovens e é parceira de fundadores e investidores. O Grupo também opera uma plataforma para consolidar e digitalizar o mercado já estabelecido de corretagem de seguros. Para obter mais informações, visite www.policendirekt.com. Siga Policen Direkt no Twitter @PolicenDirekt.

Envelhecimento da população e incentivos fiscais contribuem para a forte expansão dos seguros de vida e previdência

Fonte: Portal CNseg

O setor de seguros de vida e previdência brasileiro deve continuar crescendo, sustentado por incentivos fiscais e crescente demanda decorrente do envelhecimento da população, apesar das condições desfavoráveis da economia, segundo relatório da Moody’s Investors Service, divulgado em 15 de maio.

O setor de seguros de vida e previdência brasileiro tem crescido a uma taxa média real anual de 4% nos últimos dez anos e está em ritmo de expansão mais forte do que o da economia pela sétima vez nesse período. Apesar das altas taxas de desemprego que comprometem a renda disponível, a demanda tem sido puxada por incentivos fiscais que encorajam as pessoas a investir em planos privados de previdência, assim como pelos esforços do governo brasileiro em reformar o sistema de seguridade social.

“Os esforços do Brasil para a reforma nessa área estão criando oportunidades de longo prazo para produtos de vida e previdência, já que a população procura alternativas para mitigar as incertezas dos benefícios previstos pela seguridade social no futuro,” disse o vice presidente da Moody’s Diego Kashiwakura.

Contribuições para os chamados planos PGBL, plano de previdência privado, são dedutíveis de imposto em até 12% da renda bruta do investidor. Embora as contribuições aos chamados planos VGBL não sejam dedutíveis de imposto, a tributação nos retornos de investimento é diferida até o momento da retirada.

O relatório afirma, ainda, que seguradoras ligadas a bancos continuarão a ter vantagens competitivas, já que elas são capazes de distribuir seus produtos de forma mais eficaz através da rede de agências dos bancos. Portanto, as posições de mercado são bastante concentradas, dificultando a entrada de novos participantes no setor.

Seguradoras de vida e previdência parecem ter um confortável excesso de capital, o que lhes permite atender aos requerimentos adicionais baseados em risco em 2017. Mesmo em um cenário de queda de taxa de juros e menores resultados financeiros, as seguradoras devem ser capazes de manter níveis sólidos de capital, sustentadas pelos fortes resultados operacionais e margens de subscrição.

Seguradores presentes na AmCham

A Diretora da Regional Rio de Janeiro e Espírito Santo da SulAmérica, Solange Zaquem, é uma das novas integrantes da diretoria da Câmara de Comércio Americana do Rio de Janeiro (AmCham-Rio). A cerimônia de posse ocorreu no Copacabana Palace, no Rio de Janeiro, na última sexta-feira (12). No mesmo dia, Acácio Queiroz foi reconduzido à presidência do comitê de Seguros e Resseguros da instituição para o próximo biênio, informou o próprio em sua página no Linkedin.

A cerimônia foi conduzida pelo presidente da AmCham Rio, Pedro Paulo Pereira de Almeida. A executiva foi apresentada pelo ex-presidente da entidade Rafael Sampaio da Motta. Solange conquista uma posição de grande relevância para o incentivo aos negócios na região. “Estou muito honrada em poder fazer parte desta diretoria. Assumo o compromisso de somar e compartilhar experiências de negócios, especialmente as que adquiri junto à SulAmérica, nesta nova fase”, comenta Solange, que há dois anos integra a AmCham, em nota enviada à imprensa.

“Normalmente as comissões só contam com seguradores, mas neste caso teremos representantes de todas as áreas do mercado e contaremos no comitê também com representantes de empresas seguradas (clientes) para ouvirmos as suas opiniões e reivindicações em todas as reuniões do ano. A ABGR também se fará presente através de sua representante. Cada reunião abordará um tema. O primeiro será os riscos cibernéticos”, citou.

A AmCham é dedicada ao desenvolvimento de relações comerciais estratégicas entre Brasil e Estados Unidos, à promoção de networking e à geração de oportunidades de negócios. Sua sede está localizada no centro do Rio de Janeiro, com filial em Vitória, no Espírito Santo.

Zurich premia corretores parceiros com viagem à Bahia

Fonte: Zurich

Corretores desfrutaram da culinária, paisagem paradisíaca do local e ainda participaram do jantar de encerramento no Castelo Garcia d’Ávila com show da Banda Eva
A viagem contou com show do Olodum, bloco-afro do carnaval de SalvadorSão Paulo, 17 de maio de 2017 – A Zurich, empresa global de seguros presente no Brasil há 78 anos, levou seus corretores parceiros para um roteiro especial na Bahia, entre 11 e 14 de maio. O grupo ficou hospedado em um resort na Praia do Forte e desfrutou de uma programação especialmente criada para reforçar o relacionamento e troca de experiência entre os corretores com atuação de destaque em 2016 e executivos da Zurich.

Os corretores foram recebidos com um coquetel, seguido por um discurso de boas vindas dos executivos da Zurich e jantar no restaurante À Sombra do Coqueiral. O grupo também teve a oportunidade de conhecer o Projeto Tamar em um passeio no final da tarde na bela Praia do Forte.

A viagem contou ainda com um city tour em Salvador, que incluiu uma visita ao Pelourinho e show do Olodum, bloco-afro do carnaval de Salvador. O bloco desenvolve ações de combate à discriminação social, estimula a autoestima e o orgulho dos afro-brasileiros, defende e luta para assegurar os direitos civis e humanos das pessoas marginalizadas em todo o Brasil.

O evento de encerramento foi realizado no Castelo Garcia D´Ávila, um dos principais pontos turísticos da Praia do Forte, um dos principais monumentos do patrimônio histórico e cultural brasileiro, considerado a primeira grande edificação portuguesa no Brasil. Os convidados foram recebidos com um coquetel com discurso de agradecimento de Márcio Benevides, Diretor de Distribuição da Zurich no Brasil e entrega dos certificados de parceria. Logo após o jantar, a festa continuou ao som do ritmo baiano com o axé da Banda Eva.

Para Márcio Benevides, Diretor de Distribuição da Zurich no Brasil, a viagem é uma oportunidade para estreitar laços além de impulsionar novos negócios. “Os corretores constituem nosso principal elo com o público final, e este tipo de encontro permite valorizar, agradecer, reconhecer e celebrar prósperas parcerias”, afirma Márcio. “É também uma ocasião muito favorável para a troca de experiências. ”

Walter Pereira, Diretor de Linhas Pessoais e Varejo, destaca que a viagem “reafirma nosso compromisso em promover o reconhecimento e dedicação de nossos parceiros e ainda fortalecer nossa relação comercial. Buscamos ter foco nas necessidades dos clientes e estar próximos aos corretores facilita esse entendimento”.

De acordo com Luis Reis, Head de Afinidades da Zurich Brasil, o papel desempenhado pelos corretores especialistas nesse segmento é fundamental para o desenvolvimento e amadurecimento do mercado de seguros como um todo. “É importante reconhecer e premiar os corretores mais próximos, de forma a incentivá-los e aumentar ainda mais seu engajamento com o desenvolvimento deste tipo de negócio”, ressalta.

“É muito interessante e rica esta convivência fora do cotidiano. A viagem promove uma boa interação entre os parceiros corretores, que são nosso principal canal de vendas, e diversos profissionais Zurich”, diz Glaucia Smithson, Diretora de Seguros Empresariais e Seguros de Vida e Previdência Corporativos.