O Banco Central manteve a projeção para o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) do país em 0,5%, em 2017, informa o Relatório Trimestral de Inflação (RTI), divulgado nesta quinta-feira pela instituição. O PIB dos serviços foi revisado de expansão de 0,1% para recuo de 0,1%. O PIB de setores mais ligados à indústria, como transportes, serviços de informação e outros serviços, deve registrar expansão, contrastando com os recuos projetados para os segmentos comércio e intermediação financeira, seguros, previdência e serviços relativos.
Ajuste tributário pode adiar o lançamento do seguro Universal Life
Fonte: VTN Comunicação
Aguardado com expectativa pelo setor de seguros, o seguro Universal Life poderá demorar um pouco mais para chegar às prateleiras das seguradoras. O produto, que combina plano de acumulação (nos moldes do VGBL/PGBL) com o seguro de vida tradicional, além de dispor de flexibilidade para a customização de coberturas e de prêmios, foi aprovado pela Resolução CNSP nº 344, em dezembro do ano passado. Agora, depende de regulamentação pela Susep – que colocou a minuta de circular em consulta pública até o dia 23 de junho – e da definição do ajuste tributário pela Receita Federal.
O presidente da Federação Nacional de Previdência e Vida (FenaPrevi), Edson Franco, comentou em sua palestra durante almoço do CVG-SP, realizado nesta segunda-feira (19/06), que, no momento, o mercado está retomando o contato com a Receita por meio da Susep. Segundo Franco, as tratativas com a Receita estavam adiantadas, mas foram interrompidas com a substituição, ocorrida em maio, da diretora de Supervisão de Conduta da Susep, Helena Venceslau, pelo novo diretor Carlos Alberto de Paula.
Agora, com a retomada das conversas com a Susep, o presidente da FenaPrevi espera definir com a Receita uma tributação mais adequada possível para o produto. “O Universal Life nasceu sem tipificação tributária. Mas, não podemos correr o risco de tributá-lo como se fosse um produto puro de previdência”, disse. Ele acrescentou que também está em discussão a necessidade ou não de uma instrução normativa da Receita Federal.
A FenaPrevi também está compilando sugestões sobre a minuta de circular do Universal Life para enviá-las à Susep. Segundo Franco, um dos pontos que a entidade discorda se refere à limitação de carregamento, que na proposta da Susep consta como 5% para a parcela do prêmio destinada a compor o saldo da PMBaC (Provisão Matemática de Benefícios a Conceder) e 10% para a parcela correspondente ao prêmio de risco. “Esperamos que esse produto ajude a diversificar os canais de distribuição. Mas, se colocar limitação de carregamento, acaba com essa possibilidade”, disse.
Com a limitação de carregamento, segundo Franco, apenas o canal bancário seria capaz de vender o Universal Life. “Mas esse canal não poderá distribuir um produto dessa complexidade. Mataríamos o produto”, disse. Porém, ele adiantou que o novo diretor da Susep já compreendeu e concordou com os argumentos da FenaPrevi. “O diálogo está aberto”, afirmou.
Levantamento da FenaSaúde mostra que segmento realizou mais de 1,4 bilhão em 2016
Releaes
A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) divulgou o Mapa Assistencial 2016, que apresenta informações sobre o atendimento prestado pelas operadoras de planos de saúde de assistência médico-hospitalar e odontológica no país. A publicação reúne dados sobre internações, consultas, exames, terapias e serviços odontológicos. A partir da análise desses indicadores, a Federação Nacional de Saúde Suplementar (FenaSaúde) constatou que o volume total de procedimentos do segmento de planos de saúde aumentou em 6,4% em relação a 2015 – totalizando 1,465 bilhão de procedimentos. Entretanto, o ano passado foi marcado pela perda de 1,5 milhão de beneficiários de planos de saúde, totalizando 47,7 milhões em dezembro.
“Esses números mostram que o setor não tem problema de entrega, já que são mais de 4 milhões de procedimentos por dia. Muito pelo contrário, a queda elevada do número de consumidores não levou a diminuição da quantidade de procedimentos pagos pelas operadoras. O que se vê hoje no setor é o aumento das despesas assistenciais acima das receitas, com maior entrega do que o ano anterior e um número menor de consumidores. Essa conta não fecha. É preciso se indagar as razões dessa expansão”, questiona a presidente da FenaSaúde, Solange Beatriz Palheiro Mendes.
Segundo a executiva, estima-se que aproximadamente 30% dos gastos em saúde no Brasil são desperdícios. “Chama atenção o crescimento da quantidade per capita de exames complementares, como tomografia computadorizada (21%) e ressonância magnética (25,2%) em dois anos. Dentre as razões para esse salto, podem estar a má formação médica e incentivos financeiros de hospitais, médicos e laboratórios que, na maioria das vezes, são remunerados por procedimentos prescritos, o modelo conhecido como fee for service”, explica Solange Beatriz.
Todos os itens elencados no Mapa Assistencial 2016 – consultas médicas, outros atendimentos ambulatoriais, exames complementares, terapias e procedimentos odontológicos – apresentaram crescimento na comparação com 2015, com exceção de internações. Embora internação tenha registrado retração de 1,1%, na verdade, levando-se em consideração a redução de 2% do número de beneficiários entre os dois períodos, pode se concluir que houve aumento per capita de 2,4%.
Atualmente, a Saúde Suplementar tem aproximadamente 70 milhões de beneficiários, sendo 47,3 milhões de assistência médica e 22,5 milhões de planos exclusivamente odontológicos.
Bradesco lança sétima edição dos Prêmios Longevidade

Release
O Brasil é hoje um dos países que mais rapidamente envelhecem no mundo. Segundo projeções do IBGE, o país terá mais um milhão de idosos a cada ano, nos próximos dez anos, e chegará a 2060 com 73,5 milhões de pessoas acima de 60 anos, o equivalente a um terço de uma população estimada em 218 milhões de habitantes.
Para estimular a reflexão sobre esse importante processo de transformação da estrutura etária da população brasileira, o Grupo Bradesco Seguros promove, desde 2011, os Prêmios Longevidade Bradesco Seguros. Consolidada como uma das mais destacadas iniciativas voltadas à difusão e discussão do tema em âmbito nacional, a premiação chega à sua sétima edição em 2017, contemplando as modalidades de Jornalismo, Histórias de Vida e Pesquisa em Longevidade, esta última voltada à comunidade acadêmica.
As inscrições para todas as modalidades podem ser feitas até 24/8/2017, pelo site premiosdalongevidade.co m.br.
“Nosso principal objetivo é difundir para a sociedade brasileira a importância da conquista da longevidade em seu conceito mais amplo, valorizando ações que conciliem planejamento financeiro com envelhecimento ativo e saudável, qualidade de vida e bem-estar. Se vamos viver mais, nada mais lógico do que nos prepararmos para situações que são mais do que previstas”, destaca Alexandre Nogueira, diretor do Grupo Bradesco Seguros.
Desde a primeira edição, os Prêmios Longevidade Bradesco Seguros contam com a consultoria do médico e pesquisador em saúde pública Alexandre Kalache, ex-diretor do Departamento de Envelhecimento e Saúde da Organização Mundial da Saúde (OMS) e uma das maiores autoridades internacionais em gerontologia.
“Nos últimos 70 anos, a expectativa de vida no Brasil aumentou mais de 30 anos. Existem hoje no mundo 700 milhões de idosos, e em 2050 serão mais de dois bilhões. A população acima de 80 anos, que era de 14 milhões em 1950, chegará a quase 400 milhões em 2050. Tudo isso representa uma revolução que já está sendo percebida na saúde pública, no cuidado social, na forma como trabalhamos, buscamos informações e nos organizamos”, ressalta Kalache.
Os três primeiros colocados nas modalidades de Jornalismo e Histórias de Vida e os dois primeiros de Pesquisa em Longevidade receberão prêmios, além de troféus e certificados. A cerimônia de entrega ocorrerá durante o XII Fórum da Longevidade Bradesco Seguros, que reunirá especialistas e convidados nacionais e internacionais em outubro de 2017, na cidade de São Paulo.
Os Prêmios Longevidade fazem parte de um conjunto de ações mais abrangentes desenvolvidas pelo Grupo Bradesco Seguros desde 2006, com o intuito de difundir a importância de se conquistar um envelhecimento ativo e saudável, com bem-estar.
Além do Fórum da Longevidade, as iniciativas incluem o Circuito da Longevidade, que já reuniu, desde 2007, mais de 350 mil participantes, em corridas e caminhadas nas principais cidades do país; o Programa Porteiro Amigo do Idoso, lançado em 2010 para capacitar porteiros a oferecer melhores serviços aos idosos, e que já treinou mais de 2,7 mil profissionais, em bairros de Rio de Janeiro, São Paulo, Minas Gerais e Espírito Santo; e o movimento Conviva, que visa a incentivar a convivência harmoniosa entre ciclistas, motociclistas, motoristas e pedestres, englobando, entre outras ações, a Ciclo Faixa de Lazer de São Paulo.
MODALIDADES E CATEGORIAS
Prêmio Longevidade de Jornalismo
Em reconhecimento à importância da imprensa como formadora de opinião e difusora de conhecimento, a premiação busca estimular a elaboração de trabalhos jornalísticos que tratem o tema da longevidade com criatividade, contemplando duas categorias: “Mídia Impressa” (jornais e revistas) e “Mídia Digital” (TV, rádio e web). Estão habilitados a concorrer matérias, artigos ou outros trabalhos de cunho jornalístico veiculados no período de 25/8/2016 a 24/8/2017. Os vencedores em primeiro, segundo e terceiro lugares de cada categoria receberão troféus, certificados e prêmios nos valores de R$ 10 mil, R$ 5 mil e R$ 3 mil, respectivamente (a serem pagos mediante carga inicial e única em cartão de débito nominal ao premiado, sem função de saque, para aquisição de produtos ou serviços).
Prêmio Longevidade Histórias de Vida
Aberto à participação de maiores de 18 anos de idade, tem como principal objetivo reconhecer e estimular a transmissão de conhecimento entre gerações, incentivando o relato de histórias que, de alguma forma, contribuam para disseminar o conceito de longevidade com qualidade de vida e bem-estar. O primeiro, segundo e terceiro colocados receberão troféus, certificados e prêmios nos valores de R$ 5 mil, R$ 3 mil e R$ 1 mil, respectivamente (a serem pagos mediante carga inicial e única em cartão de débito nominal ao premiado, sem função de saque, para aquisição de produtos ou serviços).
Prêmio Pesquisa em Longevidade
Direcionado à comunidade acadêmica, é composto pelas categorias “Geriatria” e “Gerontologia”. Somente estão habilitados a concorrer projetos de pesquisa desenvolvidos no âmbito acadêmico, aprovados por agências de fomento nacionais e/ou estaduais nas áreas de conhecimento existentes nessas agências no período de 1º/1/2007 a 24/8/2017 e que remetam ao tema longevidade no sentido amplo. Os vencedores em primeiro e segundo lugares de cada categoria receberão troféus, certificados e prêmios nos valores de R$ 10 mil e R$ 5 mil, respectivamente (a serem pagos mediante carga inicial e única em cartão de débito nominal ao premiado, sem função de saque, para aquisição de produtos ou serviços).
APP analisa aceleração, frenagem, viradas e percurso para dar até 40% de desconto no seguro do carro
Release
A start-up thinkseg inova propondo um novo formato de seguro auto que premia o motorista pelo modo de condução do veículo com desconto de até 40% no valor de seguro. Com o motorista no volante, as variáveis – aceleração, frenagem, viradas (curvas bruscas ou suaves) e percurso – são captadas pelo celular com o aplicativo thinkseg e sua tecnologia da telemática. Cada pessoa paga conforme o jeito de dirigir (pay as you drive).
O motorista recebe estrelas de acordo com o desempenho dele nessas quatro variáveis. Ao final de cada mês, o APP thinkseg mostra o resultado médio do desempenho do motorista no volante que recebe estrela. Quanto mais estrelas, mais descontos no seguro. O percentual de desconto pode chegar até 40%.
Para ter os descontos, primeiramente, a pessoa tem de baixar o aplicativo pela loja da Google Play (Android) ou da Apple Store (Iphone). Por meio da tecnologia da telemática, os dados da pessoa no volante são transmitidos ao celular.
“Estamos trazendo ao mercado um produto absolutamente diferenciado do que se faz há tempos, aliados a uma plataforma tecnológica amigável e fácil, por meio do corretor de seguros com um programa de relacionamento próprio. Pesquisei durante vários anos o que estava acontecendo em todos os mercados maduros no mundo até que cheguei ao modelo da thinkseg”, diz o CEO da thinkseg, Andre Gregori.
Há três diferenciais da thinkseg em relação às outras insurtechs:
1) aplicativo, baixado na Apple Store ou na Google Play, que acompanha o jeito do motorista dirigir pelo celular por meio da tecnologia da telemática.
2) Todas as etapas da contratação do seguro são 100% feitas pelo celular. Em nenhum momento, incluindo pagamento, há troca de emails ou conversas por telefone, como ocorre em outras empresas.
3)o papel do corretor na thinkseg não é vender seguro. O corretor é o grande divulgador do inovador negócio da insurtech. O corretor ganha pontos ao trazer novos usuários. Pontos que são trocados por dinheiro.
Atualmente, 2,3 mil corretores integram a plataforma thinkseg, que também conta com 3 mil clientes cadastrados, com o aplicativo no celular que proporciona desconto no seguro do carro e pontos para serem trocados por prêmios.
Ainda participam do marketplace da thinkseg as seguradoras QBE (seguradora australiana presente em 37 países) e a Sancor (grupo segurador há 68 anos, com sede na Argentina). Negociações com outras corretoras estão em andamento e ainda não podem ser divulgadas.
A thinkseg é uma plataforma mobile de seguros que permite a interação de seguradoras, corretoras e clientes para a compra de seguros. A start-up thinkseg não é uma seguradora e também não é uma corretora.
Até o final de 2017, a thinkseg quer ampliar sua atuação no ramo de viagem (produto inovador da experiência da viagem) e de dispositivos eletrônicos (gadgets), além de um “seguro para família”, que incluirá diferentes riscos num só produto. Em 2018, a startup espera ofertar seguro saúde. Todos os produtos serão contratados via aplicativo, usando o conceito “pague conforme o pelo uso”. No período 2016-2020, a perspectiva de investimento da thinkseg é de R$ 100 milhões, explica o CEO da thinkseg, Andre Gregori.
José Cechin quer mudanças na lei para evitar a judicialização da saúde
Fonte: Agência Câmara de Notícias
O diretor-executivo da Federação Nacional de Planos de Saúde (FenaSaúde), José Cechin, informou nesta terça-feira (20) que, de 2007 a 2016, o reajuste de preços feitos pelas operadoras de planos de saúde foi de 115,4%, diante da inflação de 74,7% (IPCA), mas destacou que a despesa assistencial per capita paga pelas operadoras aumentou 158,7%.
Em audiência pública na comissão especial (PL 7419/06 e 139 apensados) que analisa mudanças na atual lei do setor (9.656/98), Cechin listou medidas que poderiam conter esse aumento de custos, como uma rede hierarquizada com direcionamento, com um médico de família coordenando os cuidados – modelo similar ao Sistema Único de Saúde (SUS).
Além disso, Cechin sugeriu a coparticipação do usuário nas consultas, reduzindo desperdícios, e protocolos clínicos bem definidos, iguais aos do SUS. Ele defendeu ainda a possibilidade de planos regionalizados e a obrigatoriedade de segunda opinião médica em casos de maior complexidade.
Cechin também citou os itens mais judicializados: contratos antigos; reajustes anuais e por mudança de faixa etária; negativas de coberturas; mudanças na rede credenciada; aposentados e demitidos; carências; e reembolsos. E sugeriu alteração na lei para mitigar a judicialização, como o aclaramento das situações de urgência e emergência; e a exclusão de cobertura de tratamentos não-contratados ou de caráter experimental.
Mudança de modelo
O vice-presidente da Confederação Nacional de Saúde (CNS), Marcelo Moncorvo Britto, afirmou que os planos privados de assistência de saúde perderam usuários, e logo aumentou a sobrecarga do SUS. Ele também ressaltou que os usuários criticam sobretudo a cobertura, que seria responsável por mais de 2/3 das reclamações. Ele apontou ainda que o mercado está muito concentrado nas mãos de poucas empresas e reclamou que o custo assistencial para as operadoras está subindo mais do que a receita.
Britto sugeriu a mudança do modelo – hoje focado na “relação prestador x operadora, com exclusão do usuário” – para um “focado na relação usuário x prestador, com participação necessária da operadora”. Além disso, ele acredita que os prestadores e médicos devem ser direcionados à saúde básica e preventiva, e não à saúde de alta complexidade, como é hoje.
O deputado Vitor Lippi (PSDB-SP) concorda que o modelo deve ser alterado para se focar na prevenção, e não na doença. “Temos que atuar na promoção da saúde”, disse.
Judicialização
Especialista em questões ligadas a planos de saúde, o desembargador aposentado do Tribunal de Justiça de São Paulo Maury Ângelo Bottesini afirmou que a judicialização da saúde no País é causada pela constitucionalização da saúde. A Constituição diz que saúde é direito de todos e dever do Estado.
Segundo ele, o Brasil é um pouco dos países do mundo que garante essa universalidade, gerando diversas demandas judiciais. Ele ressaltou que o País não tem recursos para garantir essa universalidade. “O SUS é uma maravilha no papel, no entanto falta o mecanismo econômico-financeiro para que se cumpra a Constituição”, disse.
Além disso, o desembargador defendeu a reforma da lei para divida-la em capítulos e facilitar a regulamentação pela Agência Nacional de Saúde (ANS), e sugeriu que seja retirada da legislação a parte que traz “um verdadeiro código penal para conselheiros e operadores de planos de saúde”.
O deputado Jorge Solla (PT-BA) acredita que o caminho não pode ser desconstitucionalizar a saúde, mas criar políticas públicas para garantir que esse direito seja efetivado. Ele disse que o principal problema do setor é o subfinanciamento e criticou a Emenda Constitucional 95 aprovada pelo Congresso que estabelece um teto para os gastos públicos nos próximos 20 anos.
Rafael Gama é o novo comercial da Austral Seguradora para garantia
A Austral Seguradora S.A anunciou Rafael Gama como seu novo Head Comercial Brasil na área de Seguro Garantia. Com 13 anos de experiência, sete deles na companhia, Gama atuou como Gerente Comercial da matriz, atendendo todo o país, com exceção da cidade de São Paulo. Com o novo cargo de Head Comercial a Austral assume a gestão de São Paulo onde busca expandir os negócios no mercado paulista e dar maior agilidade aos processos. “Assumo esta nova função para ajudar a Austral a se destacar ainda mais no mercado e garantir que nossos clientes continuem recebendo serviços com um alto padrão de qualidade”, diz o executivo.
SP-PREVCOM revela que 47% dos 20 mil participantes contrataram benefícios de risco da Mongeral Aegon
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Os servidores estaduais participantes da Fundação de Previdência Complementar do Estado de São Paulo (SP-PREVCOM) além garantir renda maior na aposentadoria com suas contribuições mensais também buscam se precaver contra imprevistos. Um levantamento realizado junto à base da Fundação revelou que, do total de 20 mil integrantes dos planos de previdência complementar, 47% contrataram benefícios por morte ou invalidez.
De acordo com balanço consolidado em abril de 2017, mais de 9,4 mil optaram por incluir esta cobertura extra para a sua renda pessoal e suporte às famílias em caso de morte ou invalidez total e permanente. Isto demonstra que uma parcela significativa dos servidores, além de desenvolver uma cultura de poupança, também assume uma postura responsável em relação à segurança financeira de seus dependentes.
Esta tendência é confirmada em vários órgãos governamentais que registram percentuais elevados de adesão. Na Fundação Casa, por exemplo, dentre os 1.529 participantes da SP-PREVCOM, 1182 contrataram benefícios de risco, o que corresponde a 77,3% do total. No Centro Estadual de Educação Tecnológica Paula Souza 67,3 % dos 4.498 integrantes da base da Fundação fizeram esta opção. Na Secretaria de Segurança Pública (SSP) 280 servidores já aderiram à previdência complementar e, deste total, 167 incluíram os benefícios em seu portfólio, o que equivale a 59,6% de adesão.
Os benefícios de risco são administrados pela Mongeral Aegon, parceira da SP-PREVCOM para a oferta desta proteção aos servidores. Até o momento foram pagos 1 beneficio por invalidez e 13 por falecimento. A adesão é opcional e pode ser solicitada com base em uma tabela de contribuição de livre escolha.
Ângela Beatriz de Assis assume diretoria comercial e de marketing da BrasilPrev
A Brasilprev, empresa especialista em previdência privada e líder de mercado, comunica mudanças em sua diretoria. Ilton Luís Schwaab, que atuava desde novembro de 2016 como diretor Comercial e de Marketing, assume a diretoria Financeira da companhia. Em seu lugar, assume Ângela Beatriz de Assis, até então Diretora de Clientes, Comercial e de Produtos da BB Seguridade, empresa de participações (holding) fundada pelo Banco do Brasil e que atua em negócios de seguridade.
Ângela Beatriz de Assis – Graduada em Relações Internacionais, Ângela possui especialização em Recursos Humanos e em Liderança Estratégica. A executiva iniciou sua carreira no Banco do Brasil em 1992, atuando até 2004 na rede de agências de Varejo e também de Atacado. Na sequência, assumiu a gerência de divisão nas diretorias de Varejo e Cartões e, de 2009 a 2012, foi gerente executiva na Diretoria de Controles Internos.
Ainda como gerente executiva, ocupou a Diretoria de Seguros, Previdência Aberta e Capitalização por 11 meses, antes de ir para a BB Seguridade para ser diretora de Clientes, Comercial e de Produtos, onde estava desde março de 2013.
Luís Schwaab – O novo diretor Financeiro da Brasilprev é graduado em Ciências Contábeis. Possui especialização em Sistema de Informações pela Universidade Federal de Santa Catarina e MBA em Gestão de Negócios Financeiros pela Universidade de Brasília e em Agronegócios pela Universidade de São Paulo.
Iniciou a carreira no Banco do Brasil em 1982, onde atuou por 20 anos na rede de agências. Foi gerente de divisão e executivo na diretoria de Distribuição. Atuou também na diretoria de Clientes, foi diretor de Micro e Pequenas Empresas no BB e de Distribuição, Produtos e Administração Fiduciária na BB DTVM.
Indenizações pagas por máquinas e equipamentos em construção civil aumentam 162% no 1o. trimestre
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Apesar do desaquecimento no setor de infraestrutura no anos recentes, aumentou a incidência de roubos e furtos de equipamentos em canteiros de obras. Segundo dados da SUSEP – Superintendência de Seguros Privados, as indenizações pagas pelas seguradoras por ocorrências nos ramos em que Máquinas e Equipamentos da área de construção estão seguradas aumentou 162% e passou de R$ R$ 142,2 milhões no primeiro trimestre de 2016 para R$ 374,8 milhões no mesmo período de 2017.
“As ocorrências de roubo e furto representam 25% das indenizações realizadas em todo o ano de 2016, quando as ocorrências tiveram um aumento de 10%. Desse total, 11% foram por conta de roubo e 14% em decorrência de furtos”, ressalta Adailton Dias, Diretor de Transportes, Sinistros e Planejamento Estratégico da Sompo Seguros S.A., empresa do Grupo Sompo Holdings – um dos maiores grupos seguradores do mundo.
Segundo o especialista, os ramos mais afetados por essas ocorrências são pavimentação, terraplanagem e construção civil. Além disso, há várias situações, que incluem desde o desaparecimento do equipamento pela ausência de segurança no local, até golpes como a locação de equipamentos por empresas fantasmas.
Nesse caso, os golpes mais comuns envolvem contratos falsos com e-mails fakes, em que quadrilhas locam equipamentos, na maioria das vezes, se passando por grandes empresas. Os equipamentos mais visados são os da linha amarela (retroescavadeiras, escavadeiras hidráulicas, pás carregadeiras e mini carregadeira, por exemplo). “Como os equipamentos não têm placas de identificação igual a de veículos, é comum as quadrilhas aplicarem o golpe em uma determinada região e transportar o equipamento para outro Estado para ser vendido com nota fria”, acrescenta Dias.
O executivo da Sompo Seguros apontou alguns cuidados básico que, se adotados por proprietários da obra ou dos equipamentos, podem contribuir significativamente para evitar roubos e furtos de equipamentos em canteiros de obras:
Identificação – Fazer contratos e pesquisas sobre nome do contratante, visitar o contratante e a região da obra, levantar o RGI do terreno de execução da obra e somente após todos os levantamentos e pesquisas, proceder com o envio do equipamento;
Localização do canteiro – É necessário cuidado extra quando a obra é feita em ruas com pouco movimento ou iluminação;
Iluminação – Independente da iluminação da rua, o canteiro deve ser bem iluminado para que o vigia possa ter ampla visibilidade do local;
Dispositivos – Instalar dispositivos como travas elétricas, bloqueadores de pneus e travas para tampas de combustível dificulta a ação de quadrilhas;
Sem energia – Para veículos de grande porte, como retroescavadeiras e pás-carregadeiras, também é recomendado retirar a bateria dos motores;
Localização – Instalar rastreadores também é uma medida que aumenta as chances de localizar o equipamento se ocorrer o roubo ou furto;
Portaria – Estabelecer regras de controle rigoroso de entrada e saída da obra;
Segurança – Instalação de câmeras, sensores e cercas elétricas são uma boa alternativa para prevenir roubos;
Especialistas – Contratar empresas de vigilância patrimonial idôneas, que disponibilizam profissionais treinados e serviços de segurança eletrônica, pode ser uma boa opção para reforçar a proteção do local.









