Swiss Re divulga estudo sobre as principais insurtechs no mundo

Avanços na tecnologia provocam mudanças na cadeia de valor tradicional e reconfiguram o cenário competitivo do mercado segurador. É isso que mostra o novo estudo da Swiss Re “Technology and insurance: themes and challenges”. Após um início lento, as seguradoras começam a responder às implicações da transformação digital. Muitos já se posicionam investindo em start-ups, especialmente aquelas focadas na distribuição.

É fato que alguns empreendimentos recentes de alta tecnologia irão inevitavelmente falhar. A bolha ponto-com da década de 1990 é um lembrete sóbrio de como os investimentos com tecnologia podem ser propensos a excesso de exuberância. Mas existem razões para acreditar que as coisas serão diferentes desta vez, concluem os autores do estudo. Além de obter retornos financeiros puros da InsurTech, as seguradoras bem sucedidas serão aquelas que sabem aproveitar os conhecimentos de seus investimentos, parcerias e colaborações para atualizar suas práticas comerciais. Essas empresas usarão tecnologia para adquirir novos clientes e aumentar o engajamento, fornecer e monetizar novos serviços, melhorar a subscrição (incluindo novos riscos) e reduzir os custos de back-office.

A fragmentação em escala total dos setores de seguros existentes parece improvável, pelo menos no curto prazo. As instituições estabelecidas têm tempo de se adaptar ao ambiente de risco em mudança, mudanças nas atitudes dos clientes e acelerando os avanços em tecnologia. “Utilizado de forma mais completa e inteligente, a tecnologia mais recente oferece uma oportunidade ao setor de seguros para reforçar sua relevância para seus clientes. Embora protegidos um pouco pela regulamentação, as seguradoras devem, no entanto, continuar a adotar inovações incrementais e às vezes mais radicais. Isso será essencial, não só competindo com a atual onda de participantes para o setor, mas também posicionando-se para responder aos futuros concorrentes”, afirma o estudo.

No apêndice, o estudo resume as principais insurtechs, quem são os acionistas e quais os ramos de atuação.

O estudo, em inglês, pode ser acessado aqui

Bradesco Seguros lança a campanha “Com Você. Sempre.”

A Campanha lança a nova assinatura da marca: “Com Você. Sempre.” Criada pela AlmapBBDO, mostra o conceito de que, de fato, a vida é cheia de ‘previstos’, reforçando que o público pode contar sempre com os produtos e serviços da marca Bradesco Seguros.

A Bradesco Seguros lançou, no último domingo, dia 18/06, sua nova campanha com a estreia do filme “Previstos” e apresentando a nova assinatura: “Com Você. Sempre.” Criado pela AlmapBBDO, o novo conceito, que apresenta uma evolução no posicionamento de comunicação do Grupo Segurador, foi desenvolvido a partir de entrevistas e pesquisas realizadas junto aos seus clientes e parceiros comerciais.

Essa dinâmica permitiu vislumbrar novos caminhos para reforçar e tornar ainda mais perceptível a missão da Seguradora, que possui em seu DNA o compromisso de colocar o cliente como prioridade de todas as suas iniciativas e projetos. “Dessa forma, nasceu a nossa nova assinatura: “Com Você. Sempre.”, reforçando o conceito de que a Seguradora dispõe de produtos e serviços para todos os tipos de risco e situações, que nos permitem estar próximos das pessoas, participando e amparando-as em todos os momentos da vida e sempre buscando resolver suas necessidades com prontidão e assertividade. Para divulgarmos a nossa nova assinatura, criamos a campanha “a vida é cheia de previstos”, que busca manter o tom leve e bem-humorado do conceito “Vai Que…”, características que marcaram essa campanha – ressalta Alexandre Nogueira, diretor do grupo Bradesco Seguros.

A nova campanha reforça a ideia de que existe uma série de situações comuns à vida da grande maioria das pessoas, pelas quais eventualmente elas passaram ou passarão. A ideia é chamar a atenção para a importância de se planejar e de poder contar com a Bradesco Seguros em todos os momentos da vida.

O filme “Previstos”, de 45 segundos de duração, ilustra de forma bem-humorada e provocativa o novo conceito: cenas que retratam situações que ocorrem na vida da maioria das pessoas – o pedido de casamento, a gripe que chega e a aposentadoria que se aproxima -, mostrando que as pessoas podem contar com a Bradesco Seguros para todos os momentos da vida.

Os dois outros filmes da campanha, “Grávida” e “Dente de Leite”, ambos com 30 segundos de duração, trazem duas situações bem prováveis na vida de um casal: a gravidez que se anuncia e a necessidade de cuidados dentários com o filho pequeno. A campanha também é composta de anúncios impressos, filmes para cinema, mídia digital, ações com influenciadores, spots para rádio e comunicação interna da Seguradora, abordando a previsibilidade de certos acontecimentos da vida, lembrando ao público que a Bradesco Seguros existe também para estar ao lado das pessoas em cada uma dessas circunstâncias.

Incêndio em prédio em Londres deve custar £ 25 milhões ao mercado segurador

Os danos causados pelo fogo do complexo de apartamentos em Kensington, na Inglaterra, provavelmente serão cobertos por resseguro, de acordo com o Protector Forsikring ASA, segurador do prédio, destaca o portal Business Insurance. As perdas seguradas para o incêndio que matou pelo menos 12 pessoas e feriu mais de 70, de acordo com notícias iniciais, devem chegar a £ 25 milhões (US$ 31,8 milhões) e a Munich Reinsurance Co. é o principal fornecedor de resseguro. O CEO da Protector, Sverre Bjerkeli, confirmou o seguro em um e-mail. O prédio é coberto com uma apólice de US$ 20 milhões (US$ 25,4 milhões), e a empresa espera que os custos adicionais, como as apólices dos residentes, levariam a perda total acima de £ 25 milhões. “O incêndio será principalmente acionamento do programa de resseguro do Protector e, do que sabemos no momento, tem influência insignificante sobre os resultados líquidos do Q2 e 2017 da Protector”, disse a seguradora de Oslo, Noruega, em sua declaração. “O Protetor cooperará estreitamente com as autoridades locais e as equipes de resgate “, afirmou o comunicado.

Google registra 12 milhões de buscas sobre seguro ao mês

O Google registrou no primeiro trimestre de 2017 12 milhões de buscas sobre seguros ao mês. Dessas, 10 milhões foram sobre seguro saúde e 2 milhões, sobre as empresas seguradoras. Esses dados foram apresentados pelo Google na primeira reunião do Comitê de Insurtechs da Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico (camara-e.net), realizado na semana passada, em São Paulo.

O levantamento do Google revelou ainda que 31% dessas buscas foram realizadas a partir de dispositivos móveis, contra 48% de telecom, 57% de automóveis e 42% de viagem. Isso mostra a predisposi ção do brasileiro às inovações tecnológicas. Nas buscas feitas por meio de dispositivos móveis, as categorias de seguro mais procuradas são Celular (45%), Aluguel/Fiança (44%), Vida e Acidentes Pessoais (43%), Auto (42%) e Residencial (39%). O Comitê de Insurtechs da camara-e.net foi criado para acompanhar a tendência mundial de transformação dos serviços seguradores com o uso da tecnologia.

AIG faz parceria com IBM para implementar blockchain

A AIG fez parceria com a International Business Machines Corp. para desenvolver uma apólice de seguro “inteligente” que usa o blockchain para gerenciar cobertura internacional complexa, disseram as empresas na quarta-feira, segundo noticiou a Reuters. AIG e a IBM completaram um piloto de uma política multinacional de “contrato inteligente” para o Standard Chartered Bank P.L.C, que as empresas disseram ser o primeiro de seu tipo usando a tecnologia de contabilidade digital do blockchain. A Standard Chartered usa blockchain para facilitar o compartilhamento de informa&cced il;ões em tempo real para uma apólices subscritas no Reino Unido, onde o banco está sediado e três apólices locais nos Estados Unidos, Cingapura e Quênia. Grandes bancos, investidores e outras instituições financeiras investiram milhões de dólares em bloclchain esperando que ele possa fazer transações mais rápidas, fáceis e mais seguras.

Mongeral Aegon inaugura espaço físico para a Universidade Corporativa no Rio

Fonte: Mongeral Aegon

No cenário atual em que as empresas congelaram investimentos, a Mongeral Aegon rema na direção contrária desta maré e inaugurou hoje, no dia 14 de junho, o espaço físico da sua Universidade Corporativa com cinco salas de treinamento com capacidade para receber um total de 120 pessoas, espaço para café e local dedicado à leitura.

“Esta nossa iniciativa reflete um claro direcionamento em investir no desenvolvimento dos colaboradores, corretores e parceiros de negócio. Isso beneficia também os mais de 2 milhões de clientes da Mongeral Aegon, já que quanto mais bem preparados, melhor será o atendimento prestado e a experiência com a marca”, comenta Helder Molina, presidente da companhia

É parte do DNA da Mongeral Aegon investir em formação e desenvolvimento. A evolução natural disso foi, em 2014, a estruturação da Universidade Mongeral Aegon, com a criação de quatro escolas: a de Negócios, com foco na disseminação de conteúdos relativos aos canais de distribuição, produtos, serviços, práticas comerciais e relacionamento com o cliente; a Corporativa, com foco em conteúdos institucionais e legais; a de Operações, voltada para processos, procedimentos, políticas e sistemas; e a Escola de Liderança, com conteúdo destinado à formação e ao desenvolvimento de líderes e futuros líderes nas competências estratégicas de gestão.

“A Escola de Liderança é um caso de sucesso da nossa Universidade Corporativa. Mais de 50 líderes, entre comerciais e corporativos, participaram do nosso programa de qualificação com duração de 18 meses. Destes, mais de 20 foram preparados para assumir a primeira gestão. Investir no desenvolvimento da liderança foi um fator relevante que contribuiu para que a Mongeral Aegon fosse reconhecida no ano passado como uma das dez melhores empresas para se trabalhar no Rio de Janeiro, segundo a consultoria internacional Great Place to Work”, comenta Patrícia Campos, superintendente de Educação Corporativa.

Além do ambiente físico localizado no complexo de prédios da matriz da empresa, no Rio de Janeiro, a Universidade Corporativa tem extensão nas 60 unidades de negócio da Mongeral Aegon pelo país por meio de salas de treinamento e oferta de cursos para colaboradores e corretores parceiros, podendo atender simultaneamente aproximadamente 800 pessoas.

Ambientação – A identidade visual das instalações da Universidade Mongeral Aegon traz referências às transformações geradas por pessoas que aplicaram o conhecimento ao longo da história.

“Nós acreditamos no que disse Paulo Freire, a educação é um fator transformador, ela muda as pessoas, e elas são o fator de mudança no mundo e nas empresas. É este conceito que a gente quer transmitir para aqueles que passarão por nossas ações de formação e desenvolvimento”, completa a superintendente.

Balanço – Desde 2014, a Universidade Corporativa já acumula mais de 5 mil horas de treinamentos ministrados, impactando aproximadamente 3.500 pessoas, entre colaboradores e parceiros comerciais. Para atender a esta demanda, a Mongeral Aegon conta com um time de 23 profissionais, entre conteudistas, designers, analistas e coordenadores de treinamento.

Após resultado promissor no primeiro trimestre, setor registra queda de 16,7% em abril

O mercado de seguros enfrenta hoje uma leve desaceleração, mas segue mostrando postura resiliente em meio ao cenário de incertezas da economia nacional. Nos quatro primeiros meses de 2017, o setor registrou crescimento nominal de 8,8%, após ter demonstrado forte alta de 13,9% no primeiro trimestre deste ano, confirmam dados divulgados pela Superintendência de Seguros Privados (Susep) e compilados pela Confederação Nacional das Empresas de Seguros Gerais, Previdência Privada e Vida, Saúde Suplementar e Capitalização (CNseg), publicados no informe setorial Carta do Seguro. O cenário exposto durante o mês de abril foi o principal responsável pelo resultado no quadrimestre, caracterizado por uma reversão de expectativas em diversos segmentos.

Os resultados mostram o setor com queda de sinistralidade geral e controle das despesas administrativas, que se encontram estáveis, sobretudo ao compará-las com os números do primeiro quadrimestre de 2016, enquanto as despesas de vendas subiram 0,7 ponto percentual. A sinistralidade no período foi de 45,9%, representando queda de 4,1 pontos percentuais ante o mesmo período de 2016. O resultado denota, porém, uma postura mais conservadora do setor, que preferiu não assumir riscos para manter, em patamares sustentáveis, os níveis de sinistralidade.

Após um crescimento estável ao longo dos últimos meses, o segmento de Coberturas de Pessoas sofreu redução geral de 6,7%, na comparação com abril de 2016. O resultado foi motivado pela queda dos planos VGBL, de 11,9%, e pela súbita desaceleração do seguro de vida individual, que passou de taxas de dois dígitos, em dois meses do ano, para um crescimento reduzido de 9,7%. No segmento de Ramos Elementares, pesou o aprofundamento da queda do DPVAT, de 42,9%, assim como a desaceleração do ramo de automóveis e do seguro rural, que tiveram queda de 3,6% e 9,4%, respectivamente.

“A surpresa foi a repentina mudança da tendência que o trimestre anunciava. O mês de abril, ruim, fez toda a diferença. E a redução do crescimento, mês contra mês do ano anterior, afetou a maioria dos ramos líderes”, afirmou o presidente da CNseg, Marcio Serôa de Araujo Coriolano, que ressaltou: “Considerando o ambiente de incertezas, confirmado pelas recentes dezoito citações desse termo pelo Banco Central do Brasil, na última e recente reunião do Copom, não há como indicar tendências firmes para o nosso mercado”.

O setor mantém, no entanto, uma trajetória de resiliência consolidada com crescimento estável nos últimos meses, o que se reflete na arrecadação de alguns produtos. É o caso do Seguro de Garantia Estendida, que teve alta de 20,7%, entre março e abril, e o Seguro Prestamista, que já acumula um crescimento de 27,1%, na comparação entre os primeiros quadrimestres de 2017 e 2016.

Nos quatro primeiros meses deste ano, os prêmios diretos do mercado somaram R$ 77,2 bilhões, sendo que o segmento de Pessoas respondeu por R$ 48 bilhões e o de Elementares por R$ 22,9 bilhões desse valor. Mantendo-se a base de comparação anual, o ramo de automóveis mostrou aumento de 4,5%, ainda que o resultado seja inferior ao crescimento de 5,8% registrado no primeiro trimestre deste ano. O ramo habitacional permaneceu estável e o seguro rural, após uma alta de 51,3% nos primeiros meses deste ano, reduziu seu crescimento para 32%. O segmento de capitalização sofreu retração de 4,1%, contribuindo com R$ 6,2 bilhões no acumulado do quadrimestre.

Seguem outros números relativos ao resultado do mercado segurador no primeiro quadrimestre de 2017, comparados ao mesmo período do ano passado:

• Seguro de Grandes Riscos: redução de 5% (receita de R$ 872,5 milhões no primeiro quadrimestre de 2017 – receita de R$ 918,8 milhões no primeiro quadrimestre de 2016)

• Seguro de Riscos de Engenharia: redução de 32% (receita de R$ 90 milhões no primeiro quadrimestre de 2017 – receita de R$ 132,6 milhões no primeiro quadrimestre de 2016)

• Seguro Habitacional: crescimento de 11% (receita de R$ 1,2 bilhão no primeiro quadrimestre de 2017 – receita de R$ 1,1 bilhão no primeiro quadrimestre de 2016)

• Seguros de Responsabilidade Civil: crescimento de 6,3% (receita de R$ 543,6 milhões no primeiro quadrimestre de 2017 – receita de R$ 511,3 milhões no primeiro quadrimestre de 2016)

• Seguro Viagem: crescimento de 54,9% (receita de R$ 162,3 milhões no primeiro quadrimestre de 2017 – receita de R$ 104,8 milhões no primeiro quadrimestre de 2016)

• Planos de previdência PGBL: crescimento de 14% (receita de R$ 2,8 bilhões no primeiro quadrimestre de 2017 – receita de R$ 2,4 bilhões no primeiro quadrimestre de 2016)

Plano de saúde é o maior gasto do pacote de benefícios

Depois do salário, o plano de saúde representa o maior gasto que as empresas têm com os funcionários. Por conta do encarecimento dos serviços de saúde, esse gasto vem aumentado ano após ano. De acordo com estudo divulgado recentemente pela consultoria de benefícios e capital humano Aon, para 36% das empresas a assistência médica representa de 5% a 10% da folha de pagamento.

Para 32% das companhias que participaram do levantamento, o custo de saúde é menos impactante e equivale a até 5% da folha. Só que para 25%, os custos de assistência médica são de 10,1% a 20% do total gasto com os colaboradores. As 7% restantes têm custos superiores a 20%.

De acordo com Rafaella Matioli, Diretora técnica de Saúde e Benefícios da Aon Brasil, o principal fator do elevado gasto com planos de saúde dentro das empresas brasileiras é a inflação médica. “Nos últimos cinco anos, a inflação médica registrou um acumulado de 108%, contra 42% da inflação geral”, explicou.

A inflação médica, por sua vez, é principalmente impactada pelas novas e caras tecnologias, pelo alto índice de judicialização na saúde e pelos desperdícios na utilização dos planos. “No período de crise é notável o registro no aumento de frequência para todos os procedimentos. O gasto médio por usuário chegou a aproximadamente R$ 3.600, em 2016, ante R$ 2.890, em 2014. Dessa diferença, R$ 324,00 correspondem apenas ao aumento de frequência, o que representa quase 10% de impacto neste custo crescente”, disse Rafaella Matioli.

Mesmo assim, a assistência médica é o benefício com maior prevalência nas empresas: 99,8% das companhias pesquisadas oferecem seguro saúde aos colaboradores. Na mesma proporção aceitam os cônjuges e estendem o benefício aos filhos.

Mas o custo elevado faz com que o plano de saúde esteja sob constante análise dentro das empresas. A pesquisa da Aon revelou que, no último ano, 70% das companhias redesenharam o benefício saúde. Além disso, 40% consideram importante rever todos os anos as regras da assistência médica.

“Diante desse cenário, precisamos tomar algumas ações de curto prazo, como mudanças nas regras de elegibilidade e nas formas de custeio”, diz Rafaella Matioli. “Mas também precisamos pensar em soluções de médio e longo prazo para que o benefício seja sustentável”.

Nesse cenário, é preciso tomar algumas ações de curto prazo, como mudanças nas regras de elegibilidade e nas formas de custeio. E também é necessário pensar em soluções de médio e longo prazo para que o benefício seja sempre sustentável. Para isso, é importante que as empresas realizem a implantação de programas de gestão de saúde.

Atualmente, as principais ações desse tipo são gestão de internação, gestão dos casos de alto custo, programas de ergonomia e ronda postural. Além dessas iniciativas, também é fundamental fazer a gestão de doentes crônicos e desenvolver programas de auxílio medicamentos. Essa iniciativas são complementares e podem garantir a melhor utilização dos planos.

Sobre a Pesquisa de Benefícios da Aon

A Pesquisa de Benefícios da Aon contou com a participação de 536 empresas, totalizando 2,1 milhões de funcionários. A maior parte da amostragem (65,9%) representa empresas brasileiras. Mas também foram ouvidas multinacionais dos Estados Unidos (12,9%), França (4,2%), Alemanha (2,8%), Japão (1,9%) e outros países (12,3%).

No Brasil, 82,8% das empresas estão localizadas na região Sudeste e 14,6% na região Sul.

Estudo que analisa mais de 30 benefícios e este ano incluiu a avaliação do seguro D&O – contratado pela empresa para proteger diretores e administradores contra reclamações de terceiros sobre os atos de gestão praticados no exercício de suas atribuições, cobrindo custos de defesa e indenizações – que tem sido cada vez mais valorizado e procurado pelos executivos.

A pesquisa analisa benefícios concedidos pelas empresas, como assistência médica, odontológica, previdência complementar, seguro de vida, check-up, vale-refeição, alimentação, entre outros. Para mais informações acesse: www.forumdebeneficiosaon.com.br

Seguro garantia no debate sobre tendências em concessões de infraestrutura

Um debate com a participação de diversos especialistas será promovido pela Câmara de Comércio Suíço-Brasileira (SwissCam) no dia 21 de junho, em São Paulo, com enfoque no tema “Novas Tendências em Concessões de Infraestrutura”. No painel dedicado ao seguro garantia, a sócia do escritório Schalch Sociedade de Advogados, Debora Schalch abordará as mudanças decorrentes da aprovação do Projeto de Lei nº 6.814/2017 e o Programa de concessão de obras de infraestrutura do Governo Federal.

Com foco na modernização da lei de licitações e contratos da administração pública, o PL 6.814/2017, atualmente em trâmite na Câmara dos Deputados, propõe mudanças significativas no seguro garantia para resolver o problema das obras paradas no país. Dentre as principais alterações estão a sub-rogação para garantia contratual, a obrigatoriedade para as seguradoras fiscalizarem e auditarem contabilmente as obras seguradas e a garantia adicional trabalhista e previdenciária para os trabalhadores desses empreendimentos.

Para Debora Schalch, o governo, por princípio legal, não pode transferir toda a responsabilidade sobre obras públicas ao setor privado. “Haveria grande impacto operacional para as seguradoras, que teriam de mudar sua estrutura de subscrição de riscos e seu modus operandi para assumir essa enorme gama de responsabilidade”, diz. De acordo com a advogada, que também é presidente da Comissão de Direito Securitário da OAB-SP, preocupa o setor de seguros a quantidade de obras públicas paradas – mais de 5 mil, segundo dados do Tribunal de Contas da União.

Programação

“Novas Tendências em Concessões de Infraestrutura”

Das 8h40 às 8h50 Credenciamento

Das 8h50 às 09h Abertura com Stefania Moeri Hertach – Diretora Executiva da SwissCam

Das 9h às 09h55 “Modelos e desafios de contratação em Concessões de Infraestrutura”
Palestrantes: Henrique Krüger Frizzo e Bruno Alves Duarte, especialistas em Direito Público, Relações com o Governo e Direito Regulatório

Das 9h55 às 10h50 “Financiamento e Garantias para Infraestrutura”
Palestrante: Raul Pinheiro Donegá, advogado e economista
as 10h50 às 11h05 Intervalo para café

Das 11h05 às 12h “Modificações no seguro garantia decorrentes da aprovação do Projeto de Lei nº 6.814/2017 e o Programa de concessão de obras de infraestrutura do Governo Federal”
Palestrante: Débora Schalch, sócia da Schalch Sociedade de Advogados e presidente da Comissão de Direito Securitário da OAB-SP

Das 12h às 12h55 “Fiscal”
Palestrante: Cyro Cunha, auditor e especialista em prática de preços de transferência
Das 12h55 às 13h Encerramento

Data, horário e local:
21 de junho de 2017 (quarta-feira), das 8h40 às 13h
SwissCam – Câmara de Comércio Suíço-Brasileira
Acesso pela Av. das Nações Unidas, 18.001 – Sala T1 – piso térreo (localizado entre o Hotel Transamérica e o Citibank Hall, próximo à ponte Transamérica).
Estacionamento dentro do prédio da SwissCam.
Investimento: Gratuito para associados da SwissCam. Não-associados: R$ 60,00
Inscrições até 19 de junho – vagas limitadas. Informações: marketing@swisscam.com.br e (11) 5683 7447

Setor de seguros cai forte em abril e indica volatilidade, diz CNSeg

Fonte: Reuters

A indústria brasileira de seguros deve ter bastante volatilidade ao longo de 2017, após os números de abril apontarem uma forte reversão de tendência, disse o presidente da entidade do setor, CNseg, Marcio Coriolano.

De acordo com números do órgão regulador Susep, o volume de prêmios emitidos pelo setor caiu 8,8 por cento em abril contra mesmo mês de 2016. Isso depois de o segmento ter tido leituras positivas nos três meses anteriores, o que havia levado a uma alta de 13,9 por cento ante o primeiro trimestre de 2016.

Com a forte reversão de abril, o acumulado dos primeiros quatro meses ainda tem alta de 8,8 por cento ante mesmo intervalo do ano passado, mas comprometeu a previsão anterior de crescimento sustentado em 2017. “Não há como indicar tendências firmes para o nosso mercado”, disse Coriolano à Reuters.

Entre os destaques negativos de abril no segmento elementares apareceram o de automóveis (queda de 3,6 por cento) e rural (queda de 9,4 por cento). O segmento de Pessoas teve queda de 6,7 por cento, com destaque para VGBL (-11,9 por cento). O seguro de vida individual, que vinha crescendo a uma taxa de dois dígitos, cresceu 9,7 por cento contra abril de 2016. Para Coriolano, possíveis motivadores dessa reversão podem incluir o recrudescimento da crise política e o redirecionamento de parte da renda das famílias para consumo.

O executivo citou como exemplo o dado divulgado nesta terça-feira pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), mostrando que as vendas no varejo surpreendentemente tiveram em abril a maior alta para o mês em nove anos, com forte impulso dos setores de supermercados e vestuário destacando a trajetória irregular da recuperação da economia.

Além disso, disse Coriolano, as seguradoras têm mostrado uma postura ainda mais conservadora, preferindo assumir menos riscos para manter a sinistralidade em níveis controlados. “O mercado está cada vez mais conservador”, disse ele.

De fato, a sinistralidade, o volume de indenizações pagas pelas seguradoras no quadrimestre foi de 45,9 por cento, queda de 4,1 pontos percentuais com relação a igual período de 2016.

Ao mesmo tempo, as seguradoras mostraram manutenção do controle das despesas administrativas, que ficaram estáveis na comparação com os primeiros quatro meses de 2016, enquanto as despesas de vendas subiram 0,7 ponto percentual.

Para Coriolano, esse movimento pode refletir, entre outros fatores, um esforço das empresas para tentar compensar as receitas menores com aplicação em títulos públicos, devido ao ciclo de queda da Selic.