Corretor apaixonado tem até 30 de junho para mandar sua história

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Nesta quinta-feira (30 de junho), termina o prazo para o corretor enviar sua história para o e-mail thinkers@thinkseg.com , contando porque ele deve ser um “CORRETOR APAIXONADO POR INOVAÇÃO” escolhido pela thinkseg.

A campanha “Corretor apaixonado por inovação” foi iniciada em 17 de abril. Em pouco mais de dois meses, mais de 5 mil corretores fizeram o cadastro na plataforma thinkseg. Muitos deles contaram as iniciativas tomadas no dia a dia dos negócios para se adaptarem às mudanças tecnológicas. Até o encerramento do prazo, em 30 de junho, a thinkseg continuará recebendo as histórias dos corretores apaixonados por inovação para a seleção daquelas mais interessantes.

“Queremos parcerias com corretores interessados em captar o público antenado que baixa APPs no celular para transações bancárias, para deslocamentos na cidade, para pedidos de comida e outros serviços por mobile”, afirma o CEO da thinkseg, Andre Gregori.

Ao selecionar os primeiros 1 mil corretores apaixonados por tecnologia, a thinkseg vai auxiliá-los a trabalhar dentro do novo modelo de negócio da start-up. O corretor vai aprender a usar o aplicativo thinkseg, a acompanhar os clientes dele no APP, acessar os contratos deles, entre outras funcionalidades. Tudo por meio do portal do corretor no APP.

O formato inovador permite que o corretor fique livre de burocracias operacionais. Com a thinkseg, o corretor não vai perder o tempo dele cotando preços de seguros com diversas seguradoras, negociando pagamento, pedindo assinaturas de propostas e outras pendências. O objetivo da thinkseg é que o corretor dedique seu tempo a sua maior expertise: vender seguro ao cliente. “O ato de vender é maior habilidade dos corretores, trazendo mais pessoas para o mundo do seguro. O corretor apaixonado por inovação, ao ser selecionado pela thinkseg, passa a ser o grande propagador do nosso modelo de negócio”, diz Gregori.

De imediato, o corretor já recebe pontos ao se cadastrar. Depois, ele é novamente pontuado ao indicar uma pessoa interessada em ter o seguro thinkseg. Se o indicado contratar o seguro, mais um ponto para o corretor. Quando o segurado satisfeito traz um amigo para a plataforma, outro ponto para o corretor. A pontuação vai se multiplicando.

A cada novo cliente captado, a partir da primeira indicação do corretor, mais pontos o profissional acumula para serem trocados por dinheiro. “O nosso formato inovador de conceder pontos, de diferentes maneiras, vai remunerar o corretor muito bem, de acordo com a performance dele”, diz Gregori.

O corretor apaixonado por tecnologia ainda vai saber, em primeira mão, sobre o lançamento de novos produtos para poder avisar a sua carteira de indicados (clientes). Toda vez que o produto é contratado, o corretor que fez a indicação ganha pontos, sempre de maneira progressiva para trocá-los por dinheiro ao final de cada mês.

Atualmente, há aproximadamente 3 mil usuários na plataforma thinkseg, interagindo com a plataforma desde a simulação, contratação do seguro até pagamento e acompanhamento dos imprevistos e coberturas pelo mobile, de um jeito simples e muito rápido.

Até hoje, quatro seguradoras participam do marketplace da thinkseg, tais como as seguradoras QBE (seguradora australiana presente em 37 países) ,a Sancor (grupo segurador há 68 anos, com sede na Argentina) e a Bradesco Seguros. Negociações com outras seguradoras estão em andamento. Logo serão divulgadas. “O nosso sistema prevê parcerias de longo prazo e 360 graus com as seguradoras, ajudando-as a trazer uma melhor experiência para o cliente, e não apenas cotações”.

O app thinkseg está disponível na loja Google Play (android) ou na Apple Store (iphone) para ser baixado no celular. O download é gratuito. Centenas de pessoas já estão dirigindo com a versão Beta do app thinkseg na cidade de São Paulo.

Brasilprev lidera ramo “Vida” e Mapfre “Seguros Gerais” em ranking da América Latina em 2016

O setor de seguros na América Latina contraiu 3,7% em 2016, pelo efeito da desvalorização da maioria das moedas regionais. O volume de negócios total do setor atingiu US$ 145,2 bilhões, traz o estudo anual publicado pela Fundação Mapfre sobre o mercado de seguros da América Latina. O relatório mostra, no entanto, que com a análise concentrada nos dez principais grupos de seguros na região, acumulando 44% da receita do mercado, a comparação com o ano anterior mostra um aumento nos negócios de 3%.

Esta aparente disparidade entre a contração da dimensão total do mercado contra o aumento do tamanho das maiores grupos de seguros revela um ligeiro aumento da concentração, o que se explica principalmente pelo crescimento significativo de seguros de vida no Brasil em 2016 (17,7%), comentam os autores.

O crescimento do seguro de vida no mercado brasileiro crescer de forma significativa de 2002, quando começou a ser comercializado o Vida Gerador de Benefício Livre (VGBL), um produto de plano privado de previdência complementar. Este seguro, que é distribuído principalmente através do canal bancário, em 2016 alcançou um volume de prêmios superior a US$ 30 bilhões, o que representa 45% do segmento total de prêmios do ramo vida no mercado latino-americano. O primeiro lugar é ocupado pela Brasilprev, empresa de previdência privada do Banco do Brasil e Principal Financial Group. Bradesco ocupa a segunda posição, seguida pela espanhola Mapfre.

No ramo Seguros Gerais, o volume de prêmios na América Latina alcançou US$ 78,7 bilhões, 11,3% menos do que no ano anterior. O declínio tem como consequência a desvalorização cambial na maioria das moedas latino-americanas em 2016. Os 25 maiores grupos seguradores do setor não-vida na América Latina acumulam 60% dos prêmios em 2016. O ranking continua liderado pela Mapfre, com market share de 7,6% em 2016, quase o dobro da Porto Seguros, com 4,1%.

O estudo pode ser acessado aqui

Seguro contra ameaças cibernéticas da Zurich já está disponível no mercado brasileiro

Fonte: Zurich

Atenta às vulnerabilidades ocasionadas pelo uso da internet na expansão dos novos hábitos de consumo e comunicação, a Zurich, empresa global que atua em mais de 170 países, já comercializa no Brasil um seguro que protege as empresas contra ameaças cibernéticas. O seguro para riscos digitais oferece proteção financeira à empresa em casos de responsabilidade civil decorrente de ameaças cibernéticas ou atos de violação de segurança ou de privacidade, incluindo proteção em casos de investigações formais e inquéritos. A cobertura é ampla e inclui desde a ameaça de inclusão de vírus, interrupção do sistema, divulgação de informações confidenciais (pessoais ou corporativas) até os erros e omissões da empresa por divulgação não autorizada de informações pessoais sob sua custódia e de seus provedores de serviço.

De acordo com Glaucia Smithson, Diretora de Seguros Empresariais da Zurich no Brasil, há uma crescente demanda por proteção contra ameaças cibernéticas. “O Zurich Proteção Digital foi desenvolvido para ajudar empresas a minimizar os impactos reputacionais que decorram de uma falha de segurança ou de um acesso não autorizado aos dados da empresa ou até de uma divulgação não autorizada de informação confidencial.”

Globalmente, a Zurich já tem 08 anos de experiência com este produto atuando em países com alta exposição como EUA, Inglaterra e China. “Essa bagagem nos dá suporte para atuarmos no Brasil. Estamos prontos para atender grandes, médias e pequenas empresas dos mais variados segmentos. O risco cibernético é uma preocupação crescente para as empresas e seu custo potencial aumenta devido à conectividade das empresas e profissionalização dos hackers. Além de gerenciar as consequências de violação de dados, as empresas também precisam considerar danos possíveis que envolvem: reputação, propriedade intelectual, propriedade de dados e perda financeira”, afirma Glaucia.

De acordo com as estatísticas do Global Risk Report 2017, estudo desenvolvido anualmente pelo World Economic Forum, em parceria com a Zurich e renomadas instituições financeiras e acadêmicas, a fraude ou roubo de dados e ataques cibernéticos são as principais ameaças dentro da categoria de riscos tecnológicos. “A internet, junto com as novas tendências representadas pelo uso do big data, cloud computing e internet das coisas, trazem uma gama sem precedentes de benefícios econômicos e sociais. O grande desafio é gerenciar o risco sem eliminar o potencial de inovação que envolve o uso das tecnologias”, reforça a Diretora da Zurich.

Cobertura e Diferenciais:

O seguro Zurich Proteção Digital oferece cobertura a terceiros e ao segurado e reembolsa custos decorrentes de uma falha de segurança. Está inclusa a cobertura responsabilidade civil, por atos de violação e privacidade, cobre custos de defesa, procedimentos regulatórios, substituição ou recuperação de ativo digital decorrentes de corrupção ou destruição causada por uma falha de segurança. Também ampara prejuízos indenizáveis decorrentes da indisponibilidade de um serviço por ataque de negação de serviço (lucros cessantes) e o valor pago a título de resgate (ameaça cibernética).

Além disso, conta com diferenciais como a cobertura em mais de 20 países (global underwriting expertise), serviço de resposta a incidentes e corpo de sinistros global especializado para prestar suporte ao segurado quando necessário.

AXA e Fia lançam programa para desenvolvimento de colaboradores

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A AXA Brasil, em parceria com a escola de negócios FIA (Fundação Instituto de Administração), está inaugurando a Escola de Negócios AXA, cujo objetivo é o treinamento técnico e de negócios dos colaboradores da empresa, com foco no setor de seguros, tendências do mercado, principais tipos de riscos, canais de distribuição e técnicas de negociação e vendas. A turma inicial da Escola de Negócios AXA conta com 62 colaboradores da área comercial. As aulas já começaram na quarta-feira, 21 de junho, na FIA, em São Paulo.

“Queremos potencializar ainda mais o nosso time de colaboradores com uma bagagem teórica e prática sobre o mercado de seguros, seus riscos, os produtos que oferecemos e como podemos contribuir para a proteção de nossos clientes, proporcionando mais sinergia entre o time AXA e favorecendo a realização de negócios no país”, diz Philippe Jouvelot, Presidente da AXA Brasil e idealizador do projeto.

A equipe Comercial passará pelo treinamento presencial de 20 horas, com aulas ministradas por professores da FIA, especialistas em seguro e suas tendências de mercado. O conteúdo das aulas divide-se em uma parte teórica sobre o negócio do seguro, tipificação dos riscos, produtos AXA, canais de distribuição e precificação, e em uma parte prática sobre técnicas de negociação e vendas e como realizar o cross-selling (venda cruzada) e up selling (venda de maior valor agregado).

Após o módulo presencial, os participantes vão realizar visitas internas a áreas de produtos da AXA e acompanhar todo o processo de análise e elaboração de uma proposta com o time de subscrição da empresa. O intuito é dar uma visão 360º do negócio aos colaboradores que atuam na linha de frente. As atividades do curso se estendem por um período de 90 dias, ao fim do qual os participantes recebem o certificado de conclusão da FIA.

Maior projeto de treinamento da AXA Brasil

A Escola de Negócios AXA é o maior projeto de treinamento coletivo personalizado já realizado pela AXA Brasil. A turma de colaboradores da área comercial, junto com a FIA e o time de subscrição da empresa, vai produzir o conteúdo de um curso e-learning sobre os produtos da empresa, que integra a Escola de Negócios AXA. A ideia é que o curso esteja disponível a todos os colaboradores, em uma plataforma virtual, até o fim do ano.

Em 2016, 95% dos colaboradores da AXA Brasil receberam algum treinamento técnico ou comportamental, com mais de 15 mil horas dedicadas ao desenvolvimento pessoal e profissional. “O crescimento da AXA no Brasil está fundamentado nas pessoas e em seu desenvolvimento; é importante que elas conheçam outros produtos e áreas da empresa, pois isso estimula a mobilidade na companhia e abre novas perspectivas profissionais”, destaca Fabiana Moreira, superintendente da área de Recursos Humanos da AXA Brasil.

Rádio CNseg: ´Entrevista Especial´ aborda a educação de crianças, adolescentes e jovens para tornar o trânsito mais seguro

Fonte: CNseg

A “Entrevista Especial” desta segunda-feira ouve o presidente do Observatório Nacional de Segurança Viária, José Aurélio Ramalho. Ele fala sobre os projetos da instituição na área de segurança no trânsito, que envolvem a educação de crianças, adolescentes e jovens para privilegiar a percepção de riscos e visam à redução do número de acidentes no país. “Tratamos muitas vezes o acidente como uma fatalidade, e ele não é uma fatalidade; é uma sequência de equívocos, erros, imprudências e infrações que o cidadão comete”, afirma Ramalho. “Os acidentes são avassaladores na vida da sociedade: uma pessoa morre a cada 12 minutos no trânsito brasileiro, e uma fica sequelada a cada minuto. Isso tem um custo social, além de emocional, muito grande.”

Também nesta segunda, o programa “Fala Presidente” aborda a solvência das seguradoras em meio à crise econômica por que passa o Brasil. Segundo o presidente da Confederação Nacional das Empresas de Seguros Gerais, Previdência Privada e Vida, Saúde Suplementar e Capitalização (CNseg), Marcio Serôa de Araujo Coriolano, a solvência é um conjunto de procedimentos que envolve o cálculo adequado das tarifas, a correta aceitação de riscos e a constituição de reservas técnicas. “O mercado brasileiro tem se mostrado bastante solvente em face da crise”, afirma Coriolano.

Na terça-feira, no programa “Conheça os Seguros Gerais”, o presidente da Comissão de Riscos Patrimoniais Massificados da FenSeg, Danilo Silveira, fala sobre as precauções que o locador deve tomar antes de colocar um imóvel para aluguel em aplicativos voltados para hospedagem. No mesmo dia, o “Qual é a Dúvida?” esclarece a questão de um ouvinte sobre o mercado segurador.

Na quarta, no quadro “Entenda os Seguros de Pessoas”, o vice-presidente da FenaPrevi, Luciano Snel, aborda o planejamento financeiro, pessoal e familiar, com produtos de previdência e Seguro de Vida. Também na quarta, vai ao ar o programa “Inovação e Sustentabilidade”.

Quinta-feira é a vez do quadro “Por Dentro da Saúde Suplementar”, que inicia uma série sobre prevenção a doenças nas diversas fases da vida. O entrevistado desta semana é o nutrólogo pediátrico Hélio Rocha, consultor do movimento Obesidade Infantil Não, da Amil, que fala sobre os malefícios da obesidade para as crianças. No mesmo dia, no “Momento Jurídico”, a consultora da CNseg Glória Faria falará sobre riscos cibernéticos

Os programas “Minuto da Capitalização” e “Dicas do Consultor” encerram a programação da semana, na sexta-feira.

Diariamente, a Rádio CNseg traz ainda boletins de serviço, notícias do setor, da economia e da política do país, além da programação musical. A grade completa está disponível em http://radio.cnseg.org.br.

Empreender, pensar fora da caixa, inovar e atrair investimento são as metas dos corretores

Mais de 1,2 mil corretores, segundo a produção evento, estão reunidos neste final de semana para debater três temas: mudanças, transição e disrupção, que tiram todos da zona de conforto. “Jamais aceitaremos o desrespeito ao profissional do corretor de seguros”, afirmou Alexandre Camilo, presidente do Sindicato dos Corretores de São Paulo (Sincor-SP), em seu discurso de abertura do evento que acontece entre 23 e 25 de junho, em um hotel em Mogi das Cruzes, interior de São Paulo.

O empreendedorismo tem sido a principal bandeira do Sincor-SP, que acredita que empreender é a mola propulsora da sustentabilidade do profissional de vendas nesses tempos em que as tecnologias de inteligência artificial ganha a cada dia mais espaço no mercado segurador por meio de algorrítimos que determinam preços e produtos, além dos robôs programados para atender clientes em suas demandas.

“Somos 100 mil corretores, sendo que cada um emprega em média quatro pessoas. Somos uma potência e temos de nos unir e ganhar força para proteger os indivíduos, as famílias, as empresas”, destacou. Camillo também lançou a campanha “Fale bem. Fale Seguro”. “Conclamo todos para colocar nossas energias numa mudança profunda pessoal, de adaptação a esse momento tão desafiante que a revolução digital nos impõem. Lembre que fomos todos nós que acabaram com a rede de locadoras Blockbuster ao optar por assistir filmes no Netflix. Nós que acabamos com os taxistas ao optarmos pelo usar o aplicativo Uber. Nós que estamos mudando os bancos fisicamente ao usarmos o internet banking. E essa mesma disrupcão acontece em nosso mercado. E precisamos nos organizar. Acreditem em nós. Vamos juntos conquistar o nosso espaço neste setor”, conclamou Camillo.

Camillo também anunciou que o Sincor-SP obteve autorização doTribunal de São Paulo para criar a Câmara de Mediação e Conciliação do Sincor-SP e também que o tradicional evento anual, o Conec, terá um novo endereço, após mais de uma década ter como palco o Palácio das Convenções Anhembi, em São Paulo. “Será no Centro de Exposição Transamerica. A troca se deu porque crescemos. A expectativa é de que as inscrições ultrapassem 10 mil participantes. No ano passado o Conec 2016 reuniu cerca de 6,4 mil, com grande fila de espera que não podemos atender pela limitação do espaço”, disse.

Além dos profissionais que dominam a venda de seguros no Brasil, estavam presentes lideranças, como Joaquim Mendanha, titular da Superintendência de Seguros Privados (Susep), Armando Vergílio, presidente da Federação Nacional dos Corretores (Fenacor), Robert Bittar, presidente da Escola Nacional de Seguros, e Alexandre Camilo, entre outros.

“Temos de sair do quadrado. Pensar diferente. Não podemos desprezar os avanços tecnológicos. Temos de investir para seguirmos em frente e manter nossa poderosa força de vendas no Brasil”, afirmou Armando Vergílio, presidente da Fenacor.

O ex-deputado federal citou a crise pela qual passa o Brasil. “Esta é a mais grave crise política, institucional e econômica na história do país e temos a responsabilidade de ajudar as pessoas a passarem por esse cenário com mais resiliência. O corretor de seguros é gente cuidando de gente. Cuidando das conquistas, da saúde e da vida dos brasileiros”, comentou.

Vergílio ressaltou a necessidade de combater empresas que queiram vender proteção que não seja seguro, um produto regulado pela Susep. “Temos de separa o joio do trigo. Não podemos permitir que empresas comecem a atuar dentro da ilegalidade”, disse Vergilio. “Temos convicção das necessidades dos avanços tecnológicos. As insurtechs vão chegar, mas não vão acabar com os corretores de seguros. Se algo vier a acabar com os corretores de seguros, acaba como o setor, pois somos responsável por mais de 85% das vendas de seguros”, afirmou ele em seu discurso.

Mendanha: Inovação com responsabilidade

Atrair investimentos para o setor e popularizar o seguro. Esse é o objetivo da Superintendência de Seguros Privados (Susep), afirmou o titular Joaquim Mendanha. “Tenho andando muito em mercados internacionais e todos os investidores olham para o mercado brasileiro com bons olhos”, disse ele em seu discurso no evento realizado pelo Sincor-SP, em Mogi das Cruzes.

Para atrair investimentos ele garante que a Susep tem avançado em vários pontos que precisam ser lapidados. “Temos trabalhado bastante para manter diálogo com entidades representativas do setor, com a necessária interlocução entre todos. Acredito que nossa maior colaboração se constitui em ações que permitam desenvolvimento de novos produtos, que é o que mais guarda relação com o mote deste evento, que é empreendedorismo”, ressaltou.

Entre as ações já em andamento pela Susep estão a regulamentação do Universal Life, que em breve deve ser lançado e que em sua opinião será um novo marco na história do seguro de vida no Brasil. Mendanha também citou outras ações da Susep, como a nova regulamentação do D&O publicada em maio último, cartilhas educativas, portal de educação financeira e, finalmente, o seguro auto popular, que está na pauta de discussão.

“Mais do que agenda aberta, quero convocar a Fenacor para participar do grupo de trabalho para discutir o papel das cooperativas . A Susep já enviou ao Ministério Público mais de 140 processos e temos mais para mandar. Mas só isso não basta. A Susep está fazendo a parte dela, mas temos de ter um apoio maior da Fenacor no grupo de trabalho para termos um debate transparente para evoluirmos neste assunto”, afirmou.

No tema inovação, o xerife do setor afirmou que está analisando os prós e contras que os novos modelos trazem para tornar a regulamentação mais prudente possível para proteger o consumidor. “Inovação é o futuro, mas temos de tomar atitudes corretas. Não podemos permitir que empresas que não cumprem com a legislação em vigor se estabeleçam, pois ferem o direito dos consumidores”, finalizou.

Marcio Coriolano apresenta agenda do mercado em reunião do CNSP

Presidente da CNseg faz diagnóstico do desempenho nos últimos anos, suas oportunidades e principais riscos durante o encontro

Atendendo a convite do Ministério da Fazenda, o presidente da CNseg, Marcio Coriolano, compareceu à reunião ordinária do Conselho Nacional de Seguros Privados (CNSP), nesta quinta-feira (22), para apresentar um balanço do setor e perspectivas do mercado. Há anos que um dirigente da CNseg não é convidado para apresentar um relato da atividade perante o CNSP, formado por representantes do Ministério da Fazenda (o secretário-executivo Eduardo Guardia é seu presidente), da Susep, do Banco Central, da CVM e do Ministério da Justiça.

O presidente da CNseg participou do encontro acompanhado do consultor jurídico Luiz Tavares e da diretora de Relações Institucionais, Míriam Mara Miranda. A apresentação, denominada “Uma agenda para o setor segurador”, constou de diagnóstico do desempenho do mercado segurador nos últimos cinco anos, dos principais riscos para o mercado (passivos do seguro habitacional do SFH e o mercado marginal de mutualidades) e de oportunidades importantes para o desenvolvimento do setor, como o seguro de acidentes do trabalho, o seguro de garantia de obras e o patrimônio de afetação.

O relato foi seguido de debates muito produtivos para o fortalecimento dessa agenda setorial.

“Canal Seguro” mostra a importância do SAC na relação entre consumidor e seguradoras

Coriolano: Conexão com todos é o caminho a seguir

Fonte: CNseg

Manter continuamente uma linha de comunicação com o consumidor, para que ele se sinta amparado, respeitado e com respostas para todos os seus questionamentos. As seguradoras estão atentas a essas premissas que regem a relação com os clientes. Na sexta edição do “Papo Seguro”, programa do “CNseg – O Canal Seguro”, o presidente da Confederação Nacional das Empresas de Seguros Gerais, Previdência Privada e Vida, Saúde Suplementar e Capitalização (CNseg), Marcio Serôa de Araujo Coriolano, destaca as principais centrais de atendimento mantidas pelas seguradoras para orientar os clientes.

“A mais conhecida delas é o SAC (Serviço de Atendimento ao Cliente), um canal pelo qual o consumidor pode pedir informações, tirar dúvidas, fazer reclamações e, até mesmo, solicitar um cancelamento de contrato. O prazo de resposta deve ser de até cinco dias úteis a contar do seu registro. Não deixe de anotar o número de protocolo informado pela empresa”, orienta Coriolano.

Caso o SAC da seguradora não corresponda à expectativa do consumidor, o passo seguinte é buscar respostas junto à ouvidoria. “Ela existe para atuar na solução de eventuais conflitos na relação entre consumidor e a empresa. É muito mais rápido e barato do que perder tempo e dinheiro com advogados e longos processos. Nesse caso, é muito importante ter em mãos aquele número do protocolo fornecido pelo SAC”, assinala Coriolano.

Para falar com os canais de atendimentos das seguradoras, o presidente da CNSeg recomenda ao consumidor que acesse os sites das empresas e neles obtenha os telefones do SAC, da ouvidoria ou o meio digital de contato. “Se esses canais não resolverem o seu problema, bem, você tem sempre o direito de recorrer a outras instâncias. Mas antes fale com a sua seguradora. Ela existe para lhe atender e servir. Caso contrário, ela pode perder o cliente, não é?”, conclui Coriolano.

Confira aqui

Mongeral Aegon marca presença na Expert 2017

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Pela terceira vez consecutiva, a Mongeral Aegon marcará presença na Expert 2017, convenção nacional de investimentos organizada pela XP Investimentos, que reúne de 22 a 24 de junho, em São Paulo, mais de mil assessores da XP. Neste ano, o estande da Mongeral Aegon contará com um totem interativo que reforçará os diferenciais e o portfólio da companhia.

“Queremos destacar aos quase 15 mil participantes que circularão no congresso aspectos importantes como a solidez da nossa empresa e a grande variedade de soluções em seguro de vida que temos, tanto para clientes individuais, quanto para empresas”, explica Carolina Vieira, diretora Corporate da Mongeral Aegon.

Em 2016, a companhia lançou o seguro individual Whole Life Plus, que une a proteção financeira de um seguro de vida com acumulação de reserva. Esta é uma necessidade que tem sido demandada pela sociedade. Nos dias de hoje, em que a crise econômica do país desperta as pessoas para a necessidade de proteger a renda da família, os produtos que oferecem segurança com reserva são bons para o cliente, que fica com a tranquilidade de que, em caso de necessidade, poderá resgatar a reserva formada.

Neste ano, a Expert acontecerá no Transamerica ExpoCenter, um dos maiores centros de convenções de todo o Brasil, em São Paulo.

Minuto Seguros é novamente indicada ao prêmio Época ReclameAQUI

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A Minuto Seguros, uma das principais corretoras do país e líder no segmento de seguros online, está mais uma vez entre as indicadas ao Prêmio ÉPOCA ReclameAQUI – As melhores empresas para o consumidor 2017. Este é o quarto ano consecutivo em que a empresa concorre à premiação, desta vez na categoria Seguros Online.

A Minuto recebeu o troféu do Prêmio ÉPOCA ReclameAQUI em 2014 e foi finalista das edições de 2015 e 2016, mostrando que o atendimento de excelência é uma de suas principais virtudes.

“Nós valorizamos o atendimento humano qualificado e acreditamos que isso é um dos pontos fundamentais para continuarmos crescendo. Mais difícil do que chegar a esse patamar é manter-se nele por quatro anos seguidos. A consistência em prezar por um bom atendimento, oferecendo simpatia, atenção, eficiência e agilidade não poderia resultar em outra coisa. Nosso intuito é continuar construindo uma história de excelência no atendimento. Estamos muito contentes pela indicação ao prêmio e por fazer parte deste seleto grupo de empresas”, diz Marcelo Blay, CEO da Minuto Seguros.

Apesar de ser uma empresa que tem a tecnologia como base dos negócios, a Minuto é, acima de tudo, uma empresa humana. Além de estar preocupada em facilitar a vida do consumidor na hora da escolha do seguro, a corretora possui em seu time uma equipe de colaboradores voltados para assegurar a excelência no atendimento. Todo o processo de contratação de apólices é feito por meio de consultores que cuidam da venda e do pós-venda, humanizando essa relação e sempre tratando ela com muita atenção e cuidado.

Presença constante nos rankings do ReclameAQUI, que mostram a eficiência – ou ineficiência – de atendimento das empresas no portal, a Minuto foi destaque mais uma vez em maio. A companhia foi considerada a de melhor desempenho dentro de seu segmento de atuação e a terceira melhor do Brasil, no geral, de acordo com o ranking “Melhor índice de solução”. Nessa lista, são avaliadas cerca de 120 mil companhias, de todos os setores.