Especialista da Zurich aponta medidas de precaução contra risco cibernético

Fonte: Zurich

A Zurich, empresa que atua em mais de 170 países e tem 78 anos de experiência no mercado brasileiro, está atenta às vulnerabilidades ocasionadas pelo uso da internet e aos recentes atos de criminosos cibernéticos que lançaram ransomwares para várias empresas na Europa que estão se espalhando globalmente.

De acordo com Carlos Cortés, Head de Risk Engineering da Zurich Brasil, “trata-se de um tipo de malware, software nocivo, que é capaz de criptografar arquivos em um computador e depois se espalhar por meio da rede de uma empresa para outros computadores. A evolução diária dos riscos cibernéticos demanda atenção tanto no nível de segurança da informação corporativa como dos usuários e a Zurich e tem como missão cuidar dos recursos que garantem a continuidade dos negócios”.

A área de engenharia de riscos da companhia reuniu algumas medidas para que as empresas e pessoas possam se precaver e evitar que ransomwares infectem seus sistemas:

Certifique-se sempre de que o seu antivírus está atualizado. Isso fornece outra camada de segurança contra muitos ataques. Computadores que são desligados da rede frequentemente devem ser reinicializados para que as atualizações de segurança sejam aplicadas.

Faça backup de dados importantes. Não há ferramentas conhecidas para decriptografar arquivos que tenham sido criptografados pelo ransomware. Uma boa prática de segurança é garantir que você faça backup regularmente de seus arquivos. O princípio 3-2-1 é uma boa regra: ter três cópias, duas mídias diferentes e um local separado para seus arquivos de backup. O Windows tem um recurso chamado Volume Shadow Copy que permite restaurar arquivos para seu estado anterior e é ativado por padrão.

Verifique sempre o remetente de e-mails. Se você receber um e-mail de alguém que afirma ser um representante do banco, ligue diretamente para verificar se a mensagem é legítima. Se receber um e-mail suspeito de um contato pessoal, contate diretamente a pessoa (não responda ao e-mail que recebeu) para confirmar que lhe enviou a mensagem. Não confie unicamente no nível de relacionamento com os seus contatos, amigos ou membros da família podem ter sido vítimas de um criminoso cibernético também. Evite abrir e-mails de uma fonte desconhecida.

Verifique novamente o conteúdo da mensagem. Existem erros óbvios ou discrepâncias que você pode detectar em e-mails ilegítimos. Por exemplo, se o seu banco ou um amigo afirma que recebeu algo de você que não se lembra de enviar, tente ir para os itens enviados recentemente para verificar se realmente enviou o item que está fazendo referência. Há muitas táticas que os spammers e phishers usam para atraí-lo, por isso tome algum tempo para aprender sobre os diferentes tipos de técnicas que os engenheiros sociais utilizam.

Abster-se de clicar em links de e-mails. Em geral, clicar em links no e-mail deve ser evitado. É mais seguro visitar qualquer site mencionado no e-mail diretamente. Se você tiver que clicar em um link no e-mail, verifique se o navegador usa a reputação da web para verificar o link ou usar serviços gratuitos como o Trend Micro Site Safety Center.

A Zurich lançou recentemente um seguro para riscos digitais que oferece proteção financeira à empresa em casos de responsabilidade civil decorrente de ameaças cibernéticas ou atos de violação de segurança ou de privacidade, incluindo proteção em casos de investigações formais e inquéritos. A cobertura é ampla e inclui desde a ameaça de inclusão de vírus, interrupção do sistema, divulgação de informações confidenciais (pessoais ou corporativas) até os erros e omissões da empresa por divulgação não autorizada de informações pessoais sob sua custódia e de seus provedores de serviço.

Ataques cibernéticos vão gerar perdas de até US$ 2,1 trilhões para as empresas até 2019

Fonte: Marsh

Os prejuízos decorrentes de ataques cibernéticos crescem a cada ano. Estima-se que as empresas no mundo todo terão perdas de US$ 2,1 trilhões até 2019, de acordo com o estudo Cyber Handbook da consultoria de risco e corretoras de seguros Marsh. A soma dos prejuízos nos próximos três anos será quase quatro vezes maior em relação aos valores das perdas que as companhias tiveram em 2015.

De acordo com dados da consultoria de risco e corretora de seguros Marsh, as contratações de seguros para proteções contra ataques cibernéticos já somam cerca de US$ 2 bilhões e pode chegar a US $ 20 bilhões até 2025. Os EUA continuam a ser o maior mercado de seguros cibernéticos, onde quase 20% de todas as organizações têm seguros para riscos cibernéticos.

Com a ascensão dos ataques de hackers aos sistemas das empresas, alguns setores da economia ficaram mais expostos aos ciberataques. Com base na carteira de risco cibernético da multinacional americana Marsh, as indústrias de manufatura e de comunicação, mídia e tecnologia lideram a contratação desse seguro, com 63% e 41% das apólices, respectivamente.

Representatividade nas contratações do Seguro Cibernético por indústria:

1. Manufatura: 63%

2. Comunicação, Mídia e Tecnologia: 41%

3. Manufatura: 63%

4. Comunicação, Mídia e Tecnologia: 41%

5. Educação: 37%

6. Atacado/Varejo: 30%

7. Instituições financeiras: 28%

8. Power & Utilities: 28%

9. Indústrias: 27%

10. Hospitality and Gaming: 15%

11. Serviços: 13%

12. Healthcare: 6%

Fonte: Cyber Handbook 2016

No Brasil, estima-se que há atualmente 40 apólices de seguros contratadas pelas empresas contra ataques de hackers. Hospitais, instituições financeiras, tecnologia, varejo, alimentos e bebidas estão os cinco segmentos que mais contratam seguros cibernéticos.

Em virtude do aumento dos ataques cibernéticos e da maior exposição dos dados de seus clientes, houve no Brasil um aumento na procura por seguros e projetos de gestão de risco como forma de gerenciar possíveis ataques de hackers.

Principais coberturas dos seguros contratados contra ataques de hackers:

Quebra de Confidencialidade de Dados:

– Dados pessoais

– Informações confidenciais

Comprometimento de Rede do Segurado que cause:

– Roubo, destruição, desaparecimento, ou corrupção de dados eletrônicos

-Quebra da confidencialidade de dados pessoais ou informações confidenciais

– Infecção de dados pessoais ou informações confidenciais por código malicioso

– Negação de Serviço

Violação de Publicações Digitais que cause:

– Violação de privacidade

– Violação dos direitos de propriedade intelectual

Empresas Subcontratadas

Danos Morais

Danos à Propriedade Intelectual:

– Marcas registradas ou slogans e direitos autorais

Custos com Perícia e Notificação a Consumidores

Custos com Gerenciamento de Crise de Imagem:

– Honorários de consultores de relações públicas

– Serviços de monitoramento de crédito e identificação de roubo de dados

– Implementação de canal de comunicação

AIG lidera ranking de riscos cibernéticos

Fonte: Risco Seguro

De acordo com o levantamento da AM Best, a maior seguradora de riscos cibernéticos nos Estados ao final de 2015 foi a AIG, com US$ 228,3 milhões em prêmios diretos, a totalidade dos quais em forma de apólices específicas. Na segunda colocação vem a XL Catlin, com US$ 160,8 milhões, também totalmente em forma de apólices “standalone”. A terceira colocada, Chubb, apresenta uma estratégia diferente, já que quase 74% de seus US$ 133,6 milhões prêmios de seguros cibernéticos estão incluídas em outras apólices. O top five é completado pela Travelers (US$ 92,2 milhões) e pela Beazley (US$ 83,9 milhões).

Veja a integra do post publicado pelo portal Risco Seguro

Evento sobre concessões em infraestrutura discute impactos do novo modelo de seguro garantia

por Márcia Alves

O aumento de responsabilidade das seguradoras que operam no seguro garantia será apenas uma das consequências da aprovação do Projeto de Lei 6814/2017, que tramita, atualmente, na Câmara dos Deputados. De acordo com a sócia do escritório Schalch Sociedade de Advogados, Debora Schalch, as mudanças previstas na proposta legislativa, caso aprovadas, também trarão impactos ao preço do seguro, com a elevação do valor prêmio, além de maior rigor na subscrição de riscos e na exigência de contragarantias de tomadores de obras públicas. Tudo isso porque o projeto transfere às seguradoras as obrigações de fiscalizar, auditar e concluir as obras paradas.

“Significa que a seguradora se investirá das funções de ‘dona’ da obra, como se fosse a empreiteira principal, com todas as prerrogativas e também com todos os ônus e riscos”, disse a advogada durante sua participação no evento “Novas tendências em concessões de infraestrutura”, promovido pela Câmara de Comércio Suíço-Brasileira, no dia 21 de junho, em São Paulo. Ela explicou que o projeto de lei, que nasceu e foi discutido por quatro anos no âmbito do Senado Federal, teve como justificativa os problemas que a administração pública enfrenta nas obras de infraestrutura no país, como atraso, abandono e a insuficiência do percentual de garantia para cobrir as multas aplicadas por inadimplência contratual.

Em sua origem, as alterações no seguro garantia, propostas pelo projeto de lei, foram inspiradas no modelo norte-americano, o Miller Act, que surgiu nos idos de 1894 com o propósito idêntico de resolver o problema das obras públicas paradas. Hoje, mais de cem anos depois, as segurados dos Estados Unidos trabalham com garantias que podem variar de 50% a 100% do valor do contrato. No Brasil, o PL 6814/2017 elevou o percentual de garantia do seguro para 30% do valor do contrato, no caso de obras de grande vulto, e incluiu a cláusula de retomada. Na prática significa que diante de um sinistro, a seguradora irá se sub-rogar nos direitos e obrigações do contratado, firmar contrato como interveniente-anuente com a administração pública e, então, passar a ter acesso às instalações da obra.

Obras paradas

Debora Schalch explica que nessa condição de step-in, a seguradora fiscalizará os serviços e materiais empregados, realizará a auditoria técnica e contábil, poderá requerer esclarecimentos ao responsável técnico e, ainda, emitir a nota de empenho em seu nome e subcontratar empresas para concluir a obra. O projeto também prevê a aplicação de multa no valor integral da garantia para a seguradora que não concluir a obra. “Não me parece razoável, porque a multa deve ser proporcional ao quanto executado pela seguradora, observando-se assim princípios de proporcionalidade e razoabilidade que devem orientar as decisões da administração pública”, disse.

A obrigação de concluir a obra preocupa as seguradoras do setor diante do cenário atual de obras paradas – estimadas em mais de 5 mil por todo país. Debora Schalch elencou alguns empreendimentos que no momento estão atrasados ou paralisados. Caso da refinaria Premium, no Maranhão, um dos projetos mais caros do PAC, orçado em R$ 41 bilhões, e que foi cancelado depois do investimento de R$ 1,82 bilhão. Outra é o projeto de saneamento do Recife (PE), que recebeu R$ 1 bilhão de investimento do governo e R$ 1,5 bilhão do setor privado. Também está na lista a usina Angra 3, parada por causa de implicações da Lava-Jato, mas que já recebeu R$ 5,9 bilhões de investimentos. “O Brasil é um grande canteiro de obras paradas”, disse.

No novo modelo de seguro garantia, a contragarantia, instrumento que garante o direito de a seguradora recuperar a indenização paga ao segurado em caso de sinistro, ganhará mais importância. De acordo com a advogada, atualmente, as contragarantias são bastante frágeis. “Algumas seguradoras não tomam o cuidado de exigir garantias mais sólidas e com maior liquidez. Mas, se tiver de pagar a indenização ou empenhar valores diretamente nas obras, como irá se ressarcir?”. Por outro lado, ela observa que o aumento do nível de exigência em relação à contragarantia dificultará a participação de empresas de pequeno e médio porte nas licitações.

Subscrição e gestão de riscos

Outra consequência das mudanças no seguro será o maior rigor na subscrição e gestão do risco, que não se restringirá mais apenas à análise da capacidade financeira do tomador e ao acompanhamento formal do risco. Hoje, segundo Debora Schalch, algumas seguradoras se limitam, por exemplo, a acompanhar o risco por meio de relatórios de avanço físico da obra. Em sua avaliação, para operar o novo modelo do seguro, as seguradoras terão de acompanhar os riscos de forma mais sistemática, vistoriar a obra e, possivelmente, até contratar uma empresa de gestão de obra. “Acredito que para operar nesse novo modelo as seguradoras terão de se preparar operacionalmente para adotar novos parâmetros e práticas para a subscrição e gestão do risco”, disse.

O advogado e economista Raul Pinheiro Donegá, que no evento abordou o tema “Financiamento e garantias para infraestrutura”, acredita que o novo modelo de seguro garantia deverá mudar a relação entre seguradoras e bancos. “Hoje, ambos são concorrentes. Mas, logo mais, terão de trabalhar no step-in em conjunto, com o compartilhamento de garantias, algo que ainda não é regulamentado”. Segundo ele, esse compartilhamento é uma das tendências na área de infraestrutura, que também prevê o contrato tripartite entre o agente financeiro, os acionistas e o Estado. “Trata-se de inovação no setor, já que tal mecanismo busca dar maior legitimidade junto ao Estado em relação às garantias dos projetos”, explica.

Icatu escolhe Judô para dar continuidade ao projeto de investir na preparação de longo prazo de atletas

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A Icatu Seguros fechou um novo apoio para o próximo ciclo Olímpico. Trata-se do Time Icatu Reação, grupo que reúne cinco atletas promissores do Judô, sendo que dois deles já integram a Seleção Brasileira. O objetivo é investir na preparação desses atletas para que tenham chances de brigar por medalhas nas Olimpíadas de Tokyo 2020 e também nos jogos de 2024.

Os atletas, que possuem um histórico de vitórias e diversidade de categorias, fazem parte do Instituto Reação, que foi criado pelo medalhista olímpico Flávio Canto e revelou a judoca Rafaela Silva, medalha de ouro na Rio 2016. O Instituto é uma organização não governamental que promove o desenvolvimento humano e a inclusão social por meio do esporte e da educação, fomentando o judô desde a iniciação esportiva até o alto rendimento.

“A Icatu Seguros está dando continuidade ao projeto iniciado em 2011 de investir na preparação de longo prazo de atletas jovens. Foi assim com o Bons Ventos 2016, no qual patrocinamos os velejadores Marco Grael e Gabriel Borges visando a classificação da dupla para as Olimpíadas do Rio. O projeto de apoio ao Judô vai seguir na mesma direção” – afirma Aura Rebelo, Diretora de Marketing e Canais da Icatu Seguros.

A executiva destaca que o Judô foi escolhido por ter valores que se identificam com o negócio da Icatu Seguros, como a superação de desafios, determinação e disciplina. “Além disso, o esporte é, atualmente, responsável pelo maior número de medalhas brasileiras em Olimpíadas”- comenta.

Sobre os atletas do Time Icatu Reação

Anna Belém > Com apenas 14 anos, Anna já conquistou importantes títulos nacionais e internacionais, como o de Tricampeã Pan-americana, Bicampeã Brasileira e Campeã Sul-americana Escolar. A atleta integra a Seleção Nacional de Base e está cursando o 8º ano do Ensino Fundamental.

Ruan Isquierdo > Com 23 anos, Ruan começou 2017 garantindo vaga na seleção Brasileira Sênior. Compete na categoria +100kg. Como destaques de títulos, vale citar: Campeão Pan Americano Sub21 e prata no Aberto de Katowice 2017.

Matheus Roque > Tem 16 anos e cursa o 1° ano do Ensino Médio. Integra a Seleção Brasileira de Base Sub 18 e está no 1º do Ranking Nacional da sua categoria (até 90kg).

Caique Miguel > Tem 14 anos e cursa o 7º ano do Ensino Fundamental como bolsista do Colégio Sul Americano (Programa Reação Bolsas de Estudos). Integra a Equipe Reação Rocinha, e é Campeão Carioca e Estadual.

Lucca Salomão > Tem 17 anos, cursa o 2° ano do Ensino Médio. Integra a Equipe Reação CDD, e também faz parte da Seleção Brasileira de Base Sub 18. Hoje é 3º do Ranking Nacional da sua categoria (até 66kg).

Bradesco Seguros incorpora novas funções ao aplicativo Assistência Dia & Noite para segurados de auto

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Buscando sempre levar mais mobilidade e conveniência a seus clientes, o Grupo Bradesco Seguros incorporou novas funções ao aplicativo “Bradesco Assistência Dia & Noite”. A partir de agora, além de permitir ao segurado acionar os serviços da Assistência Dia e Noite do Bradesco Seguro Auto por meio do smartphone, a ferramenta inclui as seguintes funções: busca de oficinas e unidades do Bradesco Auto Center (BAC), em um raio dinâmico de 10 km a 100 km; endereço e telefone das oficinas e dos BACs; função “traçar rota” para a oficina escolhida; navegação até a oficina integrada com Google Maps e Waze e legenda informativa com o ti po de oficina e seus benefícios.

O “Bradesco Assistência Dia & Noite” permite ao segurado Bradesco Seguro Auto uma série de facilidades em situação de sinistro, como o pré-aviso de sinistro que possibilita ao segurado fotografar e desenhar a cena do acidente e enviar para a seguradora, que retornará a ligação para complementar as informações do aviso. A ferramenta também permite o envio de documentos pendentes relativos ao sinistro pelo smartphone. Basta fotografar os documentos pendentes e encaminhá-los por meio do aplicativo com poucos clicks. Para que o cliente tenha acesso a todos esses benefícios, basta fazer o download do aplicativo no Google Play e na App Store.

– Percebemos que, muitas vezes, em caso de pane ou acidente, o condutor fica numa área de risco sem qualquer suporte, ou seja, é uma questão de segurança ter, nessas horas, um serviço de assistência emergencial rápido. Esse é o objetivo do aplicativo “Assistência Dia & Noite” -, comenta Enrico Ventura, Diretor-Executivo de Auto/RE do Grupo Bradesco Seguros.

Por meio do aplicativo, o cliente Bradesco Seguro Auto, que tem rastreador instalado em seu veículo, conta também com a funcionalidade “saúde da bateria” que verifica o nível de carga e informa preventivamente sobre possíveis falhas da bateria. Os segurados contam também com outros benefícios, como: chaveiro auto, assistência em caso de pane, colisão, pneu furado, acesso à central de atendimento e acompanhamento do atendimento.

DPVAT pagou mais de 434 mil indenizações às vítimas de acidentes de trânsito em 2016

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A Seguradora Líder-DPVAT, responsável pela operação do Seguro DPVAT, pagou, em 2016, mais de 434 mil indenizações de acidentes de trânsito, incluindo casos de morte, invalidez permanente – total e parcial- e despesas médico-hospitalares decorrentes de acidentes de trânsito. O montante totaliza R$ 1,7 bilhão.

Considerando o tipo de vítima, entre motoristas, pedestres e passageiros, os acidentes com motocicletas lideram uma triste estatística: indenizações por morte somaram 16.009 (65%); e invalidez atingiram 275.345 (91%). “O que nos deixa mais consternados é ver que são todos muito jovens”, diz Ismar Torres, diretor-presidente da Seguradora Líder-DPVAT, à frente da empresa desde dezembro de 2016. Historicamente, a maioria dos acidentes de trânsito com vítimas ocorre com pessoas que têm entre 18 e 44 anos, a maioria homens (75% dos sinistros).

A falta do uso do capacete, o desrespeito às leis de trânsito (muitos guiam o veículo de duas rodas sem habilitação) e o mau estado de conservação de muitas motocicletas potencializam os acidentes graves. “Acidentes envolvendo motocicletas corresponderam a 76% do total, um número alarmante, levando-se em conta que elas respondem por 27% da frota de veículos automotores em circulação”, reforça Torres.

‘Malha fina’ no combate a fraudes

O número de indenizações pagas em 2016, apesar de ser ainda muito alto, foi 33,4% menor em relação ao exercício anterior. A queda significativa é fruto de um intenso trabalho de combate a fraudes por parte da Seguradora Líder-DPVAT e ações de prevenção de acidentes e de fiscalização do trânsito, como a Lei Seca, radares, uso do cinto de segurança e elevação do valor das multas.

“O aprimoramento de controles e a adoção de critérios mais rigorosos na regulação de sinistros evitaram perdas da ordem de R$ 120,2 milhões com 9.493 tentativas de fraudes”, informa Ismar Torres. Segundo ele, os critérios e auditorias da Seguradora Líder-DPVAT miram sempre “pagar certo a quem é de direito”.

A Seguradora Líder-DPVAT possui uma extensa rede com mais de sete mil pontos de atendimento em todo o país para solicitação de indenizações. O pagamento da indenização, que acontece em até 30 dias a partir da entrada da documentação completa, deve ser solicitado diretamente pelo beneficiário da operação, evitando a intermediação de terceiros.

Recursos para a União – Responsável pelo desenvolvimento de campanhas voltadas para Educação no Trânsito, o Denatran – Departamento Nacional de Trânsito – recebe 5% de todos os recursos arrecadados pelo Seguro DPVAT, o que correspondeu a repasses de R$ 434,7 milhões, em 2016. Outros 45% são destinados ao Fundo Nacional de Saúde (FNS) e repassados ao Sistema Único de Saúde (SUS), a fim de custear as despesas com atendimentos realizados em unidades da rede pública, que atingiram R$ 3,9 bilhões no ano. Os 50% restantes é que são efetivamente utilizados para custeio da operação, formação de reservas técnicas e pagamentos de indenização, que somaram R$ 4,3 bilhões no período.

“O número expressivo de acidentes de trânsito com vítimas no país evidencia a relevância do seguro obrigatório. É o maior seguro social que se tem notícia no mundo”, assinala o presidente da Seguradora Líder-DPVAT. Isso porque, segundo ele, por oferecer cobertura abrangente para todas as pessoas vítimas de acidentes de trânsito, por um período de até três anos após o registro do acidente, o Seguro DPVAT é um forte instrumento de proteção social, inclusivo e capaz de atender 100% da população brasileira, especialmente as classes de baixa renda. “Tradicionalmente, as pessoas de pequeno poder aquisitivo são mais vulneráveis a situações de risco, por não terem acesso a outros mecanismos de proteção, como planos de saúde privados, seguros de vida e seguros para veículos automotores”, reitera Torres.

Com relação ao futuro da Seguradora Líder, o presidente Ismar destaca a importância de o seguro DPVAT estar cada vez mais voltado ao seu cliente final, ou seja, a vítima de acidente de veículos automotores. “Agilizar, simplificar e estimular o relacionamento direto empresa-cliente, sem necessidade de intermediários; combater as fraudes, de forma cada vez mais integrada com os órgãos de prevenção e com os Ministérios Públicos Federal e Estadual; e desenvolver um amplo programa de apoio às vítimas de acidentes de trânsito são os objetivos principais da Seguradora Líder e do Consórcio DPVAT”, completa.

O Seguro DPVAT em números – 2016:

Acidentes por tipo de veículo

Motos: 330.130 (76% do total)

Automóveis : 83.542 (19%)

Caminhões e pick-ups 12.515 (3%)

Ônibus, micro-ônibus e vans: 7.712 (1,9%)

Ciclomotores (veículos de duas rodas de até 50 cilindradas) 347 (0,1%)

Indenizações por Região/ todos os veículos

Nordeste – 29%

Sudeste – 29%

Sul – 21%

Centro-Oeste – 12%

Norte – 9%

Serviço

O pedido de indenização do Seguro DPVAT pode ser feito gratuitamente em pontos oficiais de atendimento espalhados por todos os municípios brasileiros, como as agências dos Correios. O prazo para entrar com o pedido é de até três anos, contados a partir da data do acidente. A documentação necessária para cada tipo de cobertura está descrita no site www.seguradoralider.com.br e pode ser informada também pelo SAC DPVAT 0800 022 1204, que funciona 24 horas por dia e sete dias por semana.

Site Seguro DPVAT: www.seguradoralider.com.br

SAC DPVAT – 0800 022 12 04 – Todos os dias da semana, 24h por dia

Marsh faz parceria com Courrieros para modelo de entrega sustentável

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Reduzir a pegada de carbono é um dos grandes desafios para as empresas que ainda dependem, quase que integralmente, dos meios de transportes tradicionais, como automóveis e motocicletas, no dia a dia dos negócios. Esses veículos, segundo pesquisas e estudos, respondem por grande parte das emissões de dióxido de carbono (CO2) na atmosfera do planeta. Diante disso, muitas empresas têm implantado mudanças para equilibrar o uso dos transportes tradicionais com o objetivo de diminuir a emissão de gases poluidores do meio ambiente.

Para minimizar o tamanho de sua pegada de carbono, a Marsh & McLennan Companies firmou parceria com a empresa Courrieros Entregas Ecológicas, especializada em logística urbana expressa que utiliza bicicletas e outros meios de transporte mais sustentáveis. A partir de agora, a companhia conta com um novo modelo de entrega feito por bicicleta. Com a iniciativa, o grupo reduzirá, em apenas um ano, a sua pegada de carbono em aproximadamente uma tonelada de CO2.

Somado a isto, a companhia também quer incentivar a mobilidade através de bicicletas, seguindo a tendência das grandes cidades com a criação de ciclovias para promover um estilo de vida mais saudável, incentivando e inspirando seus colaboradores a pedalarem.

A emissão do gás é uma das principais causas das mudanças climáticas, e mais de um terço da propagação do dióxido de carbono na atmosfera é decorrente da ação humana, em atividades industriais ou de transporte, por exemplo.

De acordo com a Courrieros Entregas Ecológicas, as bicicletas além de ser muitas vezes mais rápidas do que outros meios de transportes – como é o caso das motocicletas hoje muito utilizadas para entregas em grandes centros urbanos – não emitem substâncias nocivas ao meio ambiente. A Courrieros Entregas Ecológicas conta com mais de 70 entregadores e realiza mais de 9 mil entregas mensais em São Paulo e no Rio de Janeiro.

Pesquisa do Ibope revela satisfação dos usuários com planos de saúde

Fonte: IESS

Pesquisa realizada entre abril e maio de 2017, pelo Ibope Inteligência a pedido do IESS, com o objetivo de captar a avaliação dos usuários de planos de saúde sobre os serviços prestados pelas operadoras no País, gerando importantes indicativos de qualidade para que as operadoras de saúde possam trabalhar em prol da contínua melhoria dos serviços oferecidos. Foram entrevistados homens e mulheres, com 18 anos ou mais nas regiões metropolitanas de São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Salvador, Recife, Porto Alegre, Manaus e Brasília.

A cada 10 beneficiários de planos de saúde médico-hospitalar, 8 estão satisfeitos ou muito satisfeitos com o benefício. O resultado faz parte da nova pesquisa de “Avaliação dos Planos de Saúde” que encomendamos ao Ibope. Em comparação à pesquisa anterior, realizada em 2015, o resultado apresenta um crescimento de 5 pontos porcentuais (p.p.).

O levantamento aponta, também, que 82% dos beneficiários de planos de saúde médico-hospitalares afirmam que recomendariam (“com certeza” ou “provavelmente”) para um amigo ou parente o plano que possuem, um crescimento de 3 p.p. ante à pesquisa anterior; e 87% declaram a intenção de (“com certeza” ou “provavelmente”) manter o plano atual, alta de 1 p.p. sobre os resultados de 2015.

Os números constatam que os planos de saúde são um elemento-chave na estrutura da saúde do Brasil e o sistema de saúde suplementar é bem avaliado e recomendado pela maioria dos beneficiários.

Veja o estudo aqui

56% das empresas brasileiras oferecem planos de previdência privada para os funcionários

Fonte: Aon

O debate político sobre a reforma da previdência social foi importante para chamar a atenção da opinião pública para um tema complexo e urgente, que afeta o futuro de todos os brasileiros. Apesar de a PEC 287 não estar avançando no Congresso Nacional, a discussão foi fundamental para conscientizar o empresariado sobre a necessidade de mudança.

Contudo, vale ressaltar que mesmo que a reforma não avance nessa legislatura, a pauta certamente retornará, justamente por conta de sua importância e impacto no cenário econômico brasileiro. Este é o principal tema de entrave para o ajuste fiscal e crescimento do PIB nos próximos anos.

Com isso, os trabalhadores estão mais atentos do que nunca às questões relacionadas com a aposentadoria. Por isso, muitas empresas estão percebendo que o benefício de previdência privada pode e deve ser utilizado como uma ferramenta para atrair e reter talentos.

De acordo com uma pesquisa realizada pela consultoria de benefícios e capital humano Aon, 56% das empresas já oferecem aos funcionários planos de Previdência Complementar.

“Normalmente, as pessoas só começam a pensar na aposentadoria quando já possuem uma idade mais avançada”, diz Roberta Porcel, líder de Consultoria em Previdência e Serviços Atuariais na Aon Brasil. “O ideal seria fazer um planejamento desde a juventude. As empresas podem ajudar nessa conscientização. A previdência privada garante uma importante proteção adicional aos trabalhadores e um programa de educação previdenciária promovido pelas empresas tem papel fundamental neste contexto”, explica.

Os planos oferecidos pelas empresas podem possuir três formatos distintos. No modelo de contribuição definida, o valor da contribuição é fixo e o valor do benefício é determinado no momento da aposentadoria. Já para o benefício definido, o valor da aposentadoria é fixo e as contribuições podem variar até chegar ao montante necessário para se aposentar. Para o programa de contribuição variável as duas modalidades são combinadas.

De acordo com a pesquisa da Aon, 46% das empresas oferecem um plano de contribuição variável, 45% preferem o modelo de contribuição definida e apenas 9% o benefício definido. “O risco de oferecer o benefício definido é maior. Por isso, a prevalência dessa modalidade vem diminuindo ao longo dos anos”, afirma Roberta Porcel.

Além disso, a maior parte das companhias (61%) prefere investir na previdência privada aberta, onde os planos (PGBL, VGBL e FGB) são comercializados por bancos e seguradoras. Por outro lado, 20% das empresas optam pela previdência fechada viabilizada por um fundo multipatrocinado, também comercializados pelas seguradoras, e 19% escolhem a previdência fechada por meio de um fundo próprio.

“Houve um aumento expressivo desde 2012, quando 53% das empresas optavam por planos de previdência aberta. Isso demonstra que as companhias não querem mais ter tanto trabalho para administrar seus planos de previdência. Os planos fechados viabilizados por meio de um fundo próprio exigem um CNPJ próprio e toda uma equipe dedicada à administração. Por isso, a previdência aberta e os fundos multipatrocinados estão crescendo e vão continuar em progresso”, detalha Roberta.

Atualmente, 70% das empresas que oferecem planos de previdência complementar escolhem viabilizar a contribuição com um percentual fixo do salário dos colaboradores. Na média, esse valor representa 5,7% da remuneração. “Esse modelo de viabilização é o mais procurado porque é o mais simples. A facilidade de compreensão ainda é um fator determinante na hora de estruturar o plano, no entanto pode não ser o mais estratégico para as empresas”.

Um número menor de empresas (30%) optam por uma distribuição mais equilibrada, ou fixando a contribuição sobre uma parte do salário que excede um determinado valor, geralmente, o teto da previdência social (17%), ou adotando tabelas de contribuição escalonada, dividindo o recurso e direcionando as maiores fatias a quem precisa mais do complemento na aposentadoria (13%).

“Essas fórmulas de contribuição são mais adequadas ao conceito da previdência complementar. Se levarmos em conta o processo de ascensão profissional, o trabalhador que hoje recebe menos terá mais ajuda da empresa para compor o valor do benefício quanto mais próximo estiver da sua aposentadoria, o que mostra ser um modelo mais dinâmico. Na medida em que os profissionais crescem na carreira, suas contribuições aumentam, de forma a amplificar seu potencial de capitalização para o futuro. O objetivo é direcionar os recursos para quem efetivamente precisa da previdência complementar”, explica a especialista da Aon.

Seja qual for o modelo de viabilização, o papel da empresa não é apenas retirar uma parte do salário do funcionário e aplicar por ele, mesmo que isso por si só traga vantagens de taxas mais competitivas pelo ganho de escala. Das empresas que oferecem o benefício, 96% contribuem junto com os trabalhadores – 80% equiparando 100% do valor da contribuição, 6% contribuindo com menos de 100% e 14% contribuindo com mais de 100%.

Mesmo com o aumento da compreensão provocado pelo debate da reforma da previdência, o Brasil ainda precisa amadurecer sua cultura de aposentadoria. A previdência privada terá um papel cada vez mais importante na solução dos problemas das formas de custeio da terceira idade, e, por outro lado, as empresas um papel fundamental na educação previdenciária de seus funcionários.

Sobre a Pesquisa de Benefícios da Aon
A Pesquisa de Benefícios da Aon contou com a participação de 536 empresas, totalizando 2,1 milhões de funcionários. A maior parte da amostragem (65,9%) representa empresas brasileiras. Mas também foram ouvidas multinacionais dos Estados Unidos (12,9%), França (4,2%), Alemanha (2,8%), Japão (1,9%) e outros países (12,3%).

No Brasil, 82,8% das empresas estão localizadas na região Sudeste e 14,6% na região Sul.

O estudo analisou mais de 30 benefícios concedidos pelas empresas, como assistência médica, odontológica, previdência complementar, seguro de vida, check-up, vale-refeição, alimentação, D&O, entre outros. Para mais informações acesse: www.forumdebeneficiosaon.com.br