Lemonade avança em mercado de novos consumidores de seguros

As seguradoras digitais avançam sobre as tradicionais. Pelo menos é isso que informa um release da Lemonade, a companhia de seguros que tem a inteligência artificial como linha mestra. Pesquisa divulgada mostra que o market share da startup que começou em Nova York e agora já tem autorização para atuar em sete estados americanos, ultrapassou Allstate, GEICO, Farmers, Liberty Mutual, Progressive, State Farm, USAA entre os compradores de seguros de riscos residenciais no estado de Nova York. Cerca de 110 milhões de americanos alugam suas casas, incluindo 75% de menores de 35 anos, tornando este segmento um dos maiores e de rápido crescimento na indústria.

O Google comparou a quota de mercado da Limonade no seguro de inquilinos com o de outras seguradoras líderes. A Lemonade chegou em 4,2%. A participação média de mercado nacional entre as 10 principais companhias de seguros de inquilinos é de 6,3%, e eles estão companhias com negócios, em média, por 104 anos. A Lemonade foi lançada em setembro do ano passado.

A segunda pesquisa mostrou a força da companhia em atrair novos consumidores para o mercado, com share de 4%. Cerca de 88% dos entrevistados compraram sua primeira apólice antes da lançamento da Lemonade, e entre eles, a participação da Lemonade foi, de forma correspondente, de apenas 0,9%. No entanto, entre os 12% que entraram no mercado este ano, a Lemonade comanda uma participação de 27,6%.

“A participação de mercado de 4% em alguns meses, em uma categoria tão competitiva, é sem precedentes”, disse Peter Diamandis, fundador e presidente executivo da Fundação XPRIZE, e co-fundador da Universidade Singularity. “Por mais notável que seja essa conquista, no entanto, ele realmente mostra o fenômeno de Limonade. A grande maioria comprou sua apólice antes da seguradora digital existir, então o número mais revelador é a participação dos consumidores que entraram no mercado desde a Limonade. Isso é um alerta para toda a indústria de seguros.

“Nos dois meses que o Google gerou essas pesquisas, nossa base de clientes mais do que duplicou e esperamos que a aceleração continue”, disse Daniel Schreiber, CEO da Lemonade e co-fundador da startup de maior sucesso no mundo. “Mas, mesmo que apenas mantivéssemos o status quo – dentro de alguns anos, nossa participação de mercado global combinaria automaticamente com a nossa quota de mercado “nova”. Isso é o que significa “mercado novo” e é por isso que é provavelmente a única métrica mais importante de todas”.

Lemonade Insurance Company é uma operadora de seguros licenciada, oferecendo aos proprietários e inquilinos de seguros alimentados por inteligência artificial e economia comportamental. Ao substituir os corretores e a burocracia por chatbots e aprendizado de máquinas, a Limonade visa zero documentação e tudo instantâneo. E como um Certified B-Corp, onde os lucros de subscrição vão para organizações sem fins lucrativos, a Lemonade está refazendo o seguro como um bem social, ao invés de um mal necessário, informa o release da companhia.

Apenas nos três estados em que opera – New York, Califórnia e Illinois – a seguradora conseguiu a proeza de duplicar seus clientes em apenas dois meses, passando de 6 mil para mais de 14,3 mil no final de maio. Texas, Nova Jersey, Michigan, Arizona, Carolina do Norte, Virginia e Rhode Island são as novas praças de atuação da empresa.

Valor Econômico publica especial “Seguros e Resseguros”

O jornal Valor Econômico publica hoje o suplemento Seguros e Resseguros, com notícias relevantes sobre o mercado segurador do Brasil condensadas em 24 matérias. A inovação é um tema recorrente em todas as matérias. O otimismo dá o tom estratégias dos executivos que lideram as principais empresas do setor. “Não dá para ter uma previsão firme do desempenho do mercado este ano em face do cenário”, diz o presidente da confederação, Marcio Coriolano. Algumas seguradoras também mantêm as projeções inalteradas. “Nosso guidance está em linha com o que foi divulgado no início do ano, de alta entre 8% e 12%”, diz Octavio de Lazari Junior, presidente da Bradesco Seguros. Conforme Luiz Pomarole, diretor-geral da Porto Seguro, a troca de um usado por um zero km depende de crédito, mas os bancos ainda estão restritivos para financiar. “Um ciclo de troca de carros não deve ocorrer em menos de um ano. Assim, não acredito em aumento na quantidade de vendas de seguros em 2017”, diz. A Federação Nacional de Previdência Privada e Vida (Fenaprevi) observa dois fenômenos: além do aumento da base de clientes, cresce o nível de recursos individuais alocados.

Marcelo Blay, CEO da corretora Minuto Seguros, pondera os prós e contras do uso da telemetria. “O volume de dados gerados é colossal e a necessidade de armazenamento é proporcional. No entanto, o custo para este fim caiu bruscamente nos últimos anos e o principal desafio reside na seleção e interpretação eficaz dessa massa de dados”, afirma. O grande diferencial, acrescenta, reside na capacidade do uso inteligente e criativo dessas informações para melhorar os modelos estatísticos de precificação, sinistros, bem como a criação de produtos inovadores. Já entre os “contras”, Blay alerta para o debate que já ocorre nos Estados Unidos e que certamente chegará ao Brasil com a popularização de captura de dados através de telemática. “Muitos segurados têm entrado com ações contra seguradoras pelo uso indevido ou sem autorização de seus dados. Uma questão correlata é a da privacidade: não são poucos os segurados que não querem ser monitorados 24 horas por dia”, pondera.

O suplemento está encartado na edição imprensa do jornal de hoje e também disponível online no espaço Revistas e Suplementos para assinantes.

Aon dá dicas para empresas se protegerem de ataques cibernéticos

Releasee

Ao atingir os sistemas de computadores de milhares de usuários e empresas em centenas de países ao redor do mundo, os vírus WannaCry e Petya conseguiram fazer em alguns dias o que a indústria de segurança digital vem tentando há anos: conscientizar a sociedade sobre a gravidade do risco cibernético. De acordo com estimativas da consultoria e corretora de seguros Aon, 100% das empresas do mundo já sofreram algum tipo violação em seus bancos de dados. O problema é que muitas vezes os hackers operam por meses sem nunca serem descobertos.

Diante da impossibilidade de se proteger totalmente de ataques e códigos maliciosos, as empresas precisam tomar alguns cuidados para lidar mais adequadamente com as consequências em casos de violações. “Algumas invasões são realmente inevitáveis, mas nem todas elas têm potencial para causar grandes danos. Nós medimos a gravidade de um ataque cibernético pelo número de pessoas impactadas e pelo custo financeiro da solução”, explica Jesus Gonzalez, vice-presidente de Risco Cibernético da Aon.

O primeiro passo para mitigar o risco cibernético é transmitir corretamente para todos os funcionários as normas de segurança da informação dentro da companhia. “A conscientização tem que ocorrer em todos os níveis hierárquicos. A liderança precisa compreender o papel de cada um dos colaboradores no processo de garantir a segurança da informação”, diz Jesus Gonzalez. “De todas as ações possíveis, o desenvolvimento da educação organizacional tem o melhor custo benefício”.

O segundo passo é desenvolver um plano de resposta a incidentes. Isso é importante para definir papéis, responsabilidades e procedimentos na ocorrência de um evento. Os gestores precisam compreender que em caso de ataques ou vazamentos, toda a empresa será afetada e não apenas o setor de Tecnologia da Informação. “O plano precisa identificar as responsabilidades compartilhadas por diferentes departamentos. Um problema de segurança da informação pode afetar o desempenho econômico de uma empresa. A direção precisa derrubar as barreiras e integrar diferentes áreas, incluindo Jurídico, TI, Financeiro, Recursos Humanos e Gerenciamento de Riscos. Essas pessoas precisam trabalhar juntas”, defende o especialista da Aon.

Além disso, é importante compartilhar o plano com fornecedores terceirizados e parceiros externos que colaboram com a área de Tecnologia para que eles possam implementar ações de resposta com mais eficiência. “Uma resposta rápida à crise é fundamental para mitigar os danos, especialmente no que diz respeito à reputação e marca”, afirma Gonzalez. Outros recursos externos também precisam ser identificados no plano de resposta. “Por exemplo, você já localizou o especialista forense que vai ser acionado em caso de ataques ou vazamento de informações? Já desenvolveu um sistema para notificar sua base de usuários afetada pelo problema? Já selecionou o especialista que vai fazer o aconselhamento legal?”, questiona Jesus. “Essas definições são prioritárias”, acredita.

O terceiro passo para se proteger do risco cibernético é desenvolver um plano de continuidade dos negócios. Tradicionalmente, as empresas fazem esse tipo de planejamento para lidar com riscos físicos, como incêndios e enchentes, que podem interromper as operações. Com o desenvolvimento tecnológico, é importante levar em conta o risco cibernético, já que ele também tem o potencial de paralisar os negócios. “A companhia pode arcar com os custos de uma paralisação de sistema?”, pergunta o vice-presidente de Risco Cibernético da Aon. “Dependendo da gravidade do ataque hacker, os danos podem ser enormes”.

Como essa é uma questão relativamente nova no cenário de riscos, muitas empresas estão compreendendo quais são os custos de ter que lidar com um incidente cibernético do jeito mais difícil: arcando com as consequências. “As companhias podem se proteger se tomarem medidas simples como incluir violações tecnológicas em seus planos de continuidade dos negócios. Essa preocupação possibilita identificar onde estão as lacunas, quais riscos podem ser mitigados e quais devem ser transferidos”, pondera Jesus Gonzalez.

Por fim, o quarto passo para lidar com as consequências de um ataque hacker ou vazamento de informações é implementar um seguro cibernético e revisá-lo periodicamente. Em alguns casos, outras coberturas já existentes, como apólices patrimoniais ou de riscos gerais, podem ser ajustadas para contemplar as exposições identificadas para o risco cibernético. Em outros casos, é melhor contratar um seguro específico para cuidar dessas questões. Compreender a extensão de sua cobertura significa pensar sobre o seguro de forma holística, e não como uma solução somente pontual. “Analise sua cobertura de modo global, e de modo individual”, recomenda Jesus. “Avaliar todas as vulnerabilidades e opções de transferência de risco de forma conjunta é a melhor maneira de garantir a cobertura total.”

Muitas vezes, empresas pequenas ou médias consideram o seguro cibernético inacessível, mas de maneira geral elas podem ser mais beneficiadas pela contratação do seguro do que as grandes empresas. “A seguradora assume o risco trazendo uma série de especialistas para cuidar dos problemas. Se houver uma invasão, a seguradora vai disponibilizar especialistas forenses, consultores jurídicos e gestores de crise”, explica Gonzalez. “Ou seja, com o seguro, empresas de menor porte têm à disposição uma oferta de serviços que elas não possuiriam por conta própria”.

Jesus Gonzalez acredita que empresas maiores podem preferir escolher seus próprios especialistas. Mas o seguro cibernético oferece um ponto de partida abrangente para lidar com situações inesperadas, independentemente do tamanho da companhia atingida. “Os custos associados às interrupções na cadeia de fornecimento, comunicações, transporte e logística podem ser cobertos por um seguro, assim como custos forenses, legais e de notificação de violações cibernéticas. Mas o valor intangível dos segredos comerciais das companhias, infelizmente, não é segurável, então, a compreensão dos riscos é fundamental para os negócios”.

Organizações precisam de um plano para avaliar, testar, melhorar, quantificar, transferir e responder ao risco cibernético. “Na medida em que o risco vai se tornando mais conhecido, empresas e governos devem tomar ações preventivas e elaborar planos reativos para lidar com esses eventos. O papel das corretoras, consultorias e empresas de TI é atuar na conscientização sobre a prevenção e suporte em casos de ataques”, acredita Jesus.

Gerenciar o risco cibernético de forma eficaz exige segurança da informação e líderes de risco trabalhando em conjunto. Com a recente aquisição da Stroz Friedberg, líder global em gestão de riscos cibernéticos, a Aon demonstra sua expertise de anos no seguro cyber e incomparável capacidade de prover soluções e serviços complementares de gerenciamento de risco e perspectivas mais avançadas na indústria. Além disso, a consultoria oferece um diagnóstico gratuito para ajudar a medir o grau de exposição das empresas em relação a ataques cibernéticos https://www.aoncyberdiagnostic.com/br/

Rio, Fernando de Noronha e Argentina lideram pesquisa da Europ Assistance

Release

Destinos nacionais para as férias deste ano estão no topo da lista de 34% dos brasileiros. É o que aponta a pesquisa global realizada pela Ipsos a pedido da Europ Assistance, pioneira e líder mundial em assistência 24 horas com 53 anos de experiência. Fundada em 1963 na França, é controlada pelo grupo italiano Generali.

Foram aplicadas 1 mil entrevistas no Brasil, por meio da internet, entre março e abril, e outras 10 mil com moradores da Alemanha, Áustria, Bélgica, Espanha, Estados Unidos, França, Itália e Suíça. Realizado há 17 anos, o estudo tem como objetivo oferecer uma estimativa anual dos planos de férias dos cidadãos desses países, além de suas motivações, destinos e tipos de viagem, em comparação ao ano anterior.

O levantamento mostrou que, embora o tempo médio das férias dos brasileiros seja superior ao das demais nacionalidades, houve redução de 2,5 para 2,2 semanas neste ano. Em decorrência disso, o orçamento médio diminuiu 23% em comparação ao de 2016, passando para R$ 4.407.

Com relação ao destino, 34% dos brasileiros entrevistados permanecerão no País no período de junho a setembro, e 66% irão para o exterior, favorecendo o continente sul-americano, especificamente a Argentina, que agora lidera a preferência nacional, à frente da França, Itália e Portugal. Já os Estados Unidos, segundo destino mais popular para os brasileiros em 2016, perderam 8 pontos neste ano, caindo de 9% para 1%.

A pesquisa mostrou também que 59% dos brasileiros optam por reserva em hotel, enquanto 35% preferem ficar na casa de amigos ou alugar um imóvel. Comparado aos demais países, os brasileiros mostraram-se mais interessados na possibilidade de locar um quarto em casa particular (34%).

Outro fator identificado foi o interesse por recomendações online: agora, o terceiro critério de decisão na seleção de hospedagem (31% na Europa, 31% nos Estados Unidos e 28% no Brasil), atrás do valor (respectivamente 67% 56%, 58%) e da localização do hotel (53%, 60%, 39%). Os brasileiros aparecem ainda como o público que mais publica opiniões online, principalmente sobre hotéis (71%), restaurante (70%), atração turística (68%) e companhia aérea (59%).

Robert Bittar ressalta a importância do corretor de seguros

Qualificação é um fator determinante para a carreira e nós podemos ajudar a construir seu futuro

Fonte: CNseg

Em tempos de informações difusas e abundantes, é fundamental que haja uma relação de confiança na interação entre o mercado de seguros e o consumidor. O segmento vem ampliando hoje seus canais de comunicação e, cada vez mais, tem o dever de oferecer aos clientes orientações transparentes no intuito de tirar dúvidas, facilitar o entendimento de produtos e garantir o cumprimento de direitos. É o que afirma o presidente da Escola Nacional de Seguros (ENS), Robert Bittar, no novo episódio da coluna ‘Fique Seguro’, que vai ao ar nesta quinta-feira (29), no ‘Canal Seguro’.

Para Bittar, a busca por informações claras e personalizadas reafirma a importância do corretor de seguros – que, atualmente, responde por 85% dos produtos de seguros distribuídos no Brasil. “É ele quem tem a qualificação técnica, a formação para orientar em termos de clausulado, de técnicas e alternativas de produtos para melhor dimensionar as coberturas de que o cliente necessita”.

A aproximação com o consumidor, além disso, exige uma interação constante por parte do mercado de seguros. Com esse foco, a ENS opera hoje uma página online voltada ao esclarecimento de dúvidas e a sugestões de produtos que se encaixem no perfil de cada cliente: www.funenseg.org.br. “Essa busca pela relação de transparência é fundamental para o desenvolvimento do setor e para que o consumidor se sinta amparado e tranquilo com relação aos produtos securitários que adquire”, ressalta Bittar.

O “Canal Seguro” tem a missão de esclarecer a população acerca dos produtos e serviços oferecidos pelo setor de seguros, com uma programação com entrevistas, debates e colunas de especialistas. Integrado ao Programa de Educação em Seguros, o canal conta atualmente com três quadros: o boletim “Entenda o Seguro”, o “Fique Seguro” e o “Papo Seguro”, coluna apresentada pelo presidente da CNseg, Marcio Serôa de Araujo Coriolano. Os programas são voltados para o esclarecimento de conceitos-chave do setor e o diálogo direto com o consumidor.

“Com o ´O Canal Seguro`, não apenas ampliamos a comunicação com a sociedade como esperamos incrementar o interesse do cidadão comum pelo seguro. Acreditamos que essa aproximação é fundamental para ampliar e difundir a cultura do seguro entre os brasileiros. É preciso desenvolver continuamente essa cultura”, diz o presidente da CNseg, Marcio Coriolano.

A CNseg – A Confederação Nacional das Empresas de Seguros Gerais, Previdência Privada e Vida, Saúde Suplementar e Capitalização (CNseg) congrega as empresas que compõem setor, reunidas em suas quadro Federações (FenSeg, FenaPrevi, FenaSaúde e FenaCap). É missão primordial da CNseg representar as suas associadas em seu relacionamento com sociedade, os Poderes Executivo, Legislativo e Judiciário, além das entidades nacionais e internacionais do setor, disseminando, assim, a cultura do seguro por meio do Programa de Educação em Seguros e de outras ações de amplo alcance para a sociedade.

Frederico Queiroz Filho assume como diretor de tecnologia da Brasilcap

Release

Frederico Queiroz Filho é o novo diretor de Tecnologia da Brasilcap. Com 30 anos de carreira no Banco do Brasil (BB), onde ocupou diversos cargos diretivos na instituição financeira, o economista atua também como membro do Conselho Deliberativo da Caixa de Assistência dos Funcionários do Banco do Brasil (Cassi), tendo feito parte também do Conselho Fiscal da entidade entre 2010 e 2014.

O executivo acumulou experiência também na presidência do Conselho Fiscal da Orizon, empresa de serviços e tecnologia do segmento de saúde, além de ter atuado como diretor setorial de Correspondentes Bancários da Federação Brasileira de Bancos (Febraban).

Sobre o novo desafio na área de capitalização, Queiroz Filho antecipa o que deve ser a tônica de sua nova missão: “A área de Tecnologia terá papel preponderante para viabilizar novos negócios. Com o apoio tecnológico, espero contribuir com o crescimento dos resultados da Brasilcap, empresa referência em inovação dentro do seu segmento”, afirma o novo diretor.

Fenacor promove seminário sobre Lei do Desmonte em parceria com Escola Nacional de Seguros e FenSeg/CNseg

Release

Numa parceria entre a FENACOR, a Escola Nacional de Seguros e a FenSeg/CNSeg, acontecerá, no segundo semestre, o 2º ciclo do seminário “Lei do Desmonte, Acidentologia e Vitimação no Trânsito”. O seminário, que conta com o apoio dos sindicatos estaduais dos corretores de seguros (Sincors) e das seguradoras (SindSegs), já percorreu diversas capitais entre agosto de 2015 e o final do ano passado.

A nova etapa reunirá, em diferentes estados, as autoridades locais de Trânsito e de Segurança Pública, além de representantes da sociedade civil organizada, corretores de seguros e seguradores, com o intuito de apresentar os impactos positivos da Lei Federal 12.977/14, conhecida como “Lei do Desmonte”, que completou o segundo ano de vigência no último dia 20 de maio.

De acordo com Armando Vergilio, presidente da FENACOR, nos estados onde a lei foi regulamentada, como São Paulo, por exemplo, houve queda significativa de furtos e roubos de veículos. Isso porque os desmanches clandestinos são os grandes alvos da “Lei do Desmonte”, uma vez que recebem as peças dos carros roubados, repassando-as por encomenda.

A Lei do Desmonte também viabilizou o “Seguro Auto Popular”, regulamentado pela Susep, que permite o uso de peças recondicionadas, mas com garantia do Inmetro, no conserto de veículos segurados acidentados – o que se reflete no preço final do seguro. Com isso, milhões de donos de veículos que não contavam com qualquer proteção, já podem recorrer ao seguro.

“O consumidor é o principal beneficiado, seja pela economia ou pelo acesso a um serviço que antes não tinha condições de adquirir. O Seguro Auto Popular é ainda a melhor ferramenta de combate ao mercado marginal, que vem causando enormes prejuízos aos consumidores desinformados, com a comercialização irregular da chamada ‘proteção veicular’ por entidades e cooperativas que não têm autorização legal para atuar”, explica Armando Vergilio.

O presidente da FENACOR destaca ainda que a lei provoca reflexos positivos nos cofres públicos e nas economias regionais. Isso porque as oficinas de desmontagem legalizadas são cadastradas e inscritas nas secretarias de Fazenda. “Assim, além da geração de impostos, ao tornarem-se legais, os desmontes precisam contratar funcionários com direitos trabalhistas garantidos”, conclui.

Em breve, será divulgado o calendário com as cidades e capitais onde esses eventos serão realizados.

Política do Brasil frustra o debate sobre o crescimento, comenta analista da Aon Risk Solutions

As perspectivas de risco político para a maior economia da América Latina são preocupantes, afirma Maria Antonio de Carli, analista política da Aon Risks Solutions. Segundo texto publicado em seu Linkedln, o surgimento de novas alegações de corrupção envolvendo o governo e algumas das empresas mais importantes do Brasil agravaram uma situação que já era preocupante.

O novo governo interino do Brasil, liderado pelo presidente Michel Temer, que assumiu o cargo após o impeachment de Dilma Rousseff, enfrenta uma batalha difícil, pois procura introduzir reformas polêmicas do mercado de trabalho e das pensões, juntamente com políticas pró-mercado destinadas a colocar a economia no caminho certo, comenta ela.

Com a confiança dos investidores diminuindo e o crescimento econômico anual em 0.4%, a recente notícia de que a Moody’s reduziu a classificação soberana do Brasil de estável para negativo rapidamente seguida de rebaixamentos em 19 bancos brasileiros, tem servido para agravar a sensação de crise já aparente no Palácio Do Planalto.

Os mapas de risco da Aon produzem uma história semelhante, com nossas perspectivas para o Brasil, sugerindo que o país enfrentará difíceis condições econômicas e políticas no curto prazo. “Vemos o resultado mais provável da crise atual, sendo o presidente Temer permanecendo no poder, apesar das acusações de corrupção, mas uma batalha contínua com as forças políticas opostas à sua presidência”, escreve.

O desafio é como pode Temer – ou qualquer outro político brasileiro – restaurar a fé em um sistema político quebrado no país, e uma economia turbulenta internacionalmente. Temer procura reduzir a recessão que começou no início de 2014, quando os preços das commodities e a demanda chinesa caíram acentuadamente. O déficit do Brasil atingiu 78% do PIB em 2016; enquanto a taxa de desemprego está em torno de 13%, agravando as fraquezas estruturais existentes na economia brasileira.

Juntamente com um escândalo de corrupção tóxica que engloba praticamente toda a elite política, as questões a serem superadas são muitas para Temer implementar mudanças econômicas e políticas significativas. A dúvida é se ele será capaz de obter apoio do Congresso e completar seu mandato com denúncias de corrupção que se aproximem.

A atual crise política e econômica tem raízes profundas em um sistema de corrupção firmemente arraigado na vida política brasileira, comenta a analista em seu texto. Os últimos dois governos foram perseguidos pela corrupção e com novas alegações emergentes sobre o “escândalo de lavagem de carros” – um esquema que alegadamente viu as maiores empresas do Brasil financiar as campanhas políticas de várias figuras políticas brasileiras para garantir contratos governamentais lucrativos – o país é Esperando que um par de mãos mais limpo pegue a roda.

A política brasileira tornou-se uma soma zero, uma situação que frustrou um debate significativo sobre a necessidade de uma reforma que poderia acabar com a corrupção, com o impasse do governo e as profundas divisões ideológicas dentro da sociedade.

O problema é que já parece provável que o novo presidente seja arrastado para o contínuo escândalo da Lava Jato após uma recente conversa gravada implicando ele em tentativas de uma possível obstrução de justiça. Não que Temer esteja sozinho. Praticamente todas as principais figuras políticas no Brasil estão ligadas à investigação de corrupção, que também implicou grandes empresas brasileiras. O desafio é como pode Temer – ou qualquer outro político brasileiro – restaurar a fé em um sistema do país torna a economia turbulenta internacionalmente, com um cenário político cada vez mais polarizado?

Temer e o PMDB, juntamente com o PSDB – o principal rival do PT – estão buscando introduzir uma série de reformas favoráveis ​​ao mercado, incluindo uma revisão do sistema de previdência existente e mudanças nas rígidas leis trabalhistas do Brasil. A esperança é que essas reformas impulsionem a lenta economia do Brasil. A política brasileira frustra um debate significativo sobre a necessidade de uma reforma que poderia acabar com a corrupção, com o impasse do governo e as profundas divisões ideológicas dentro da sociedade.

O portal e análise de mapas de risco da Aon, que explora globalmente o risco político e terrorista, pode ser acessado aqui.

Roberto Santos assume o cargo de vice presidente da Porto Seguro

Roberto assume coo VP da Porto Seguro

Mudanças na Porto Seguro, a maior seguradora de carro do Brasil. O que apurei com algumas fontes é que Fabio Luchetti seguirá para o Conselho de Administração e Roberto Santos assumirá em breve a presidência. Mas oficialmente, por enquanto, só temos esse comunicado da assessoria de imprensa. “A Porto Seguro informa que Roberto Santos assume, a partir de 1 de julho, o cargo de vice-presidente executivo. Fabio Luchetti segue como presidente da companhia, à frente das questões estratégicas e institucionais”.

O que temos de oficial é uma ata da reunião do conselho realizada ontem, mas que não cita a troca de executivos, apenas a analise de aumento de capital da Porto e da Azul.

PORTO SEGURO S.A.
Companhia Aberta
CVM no 01665-9 CNPJ/MF no 02.149.205/0001-69 NIRE 35.3.0015166.6
Ata de Reunião do Conselho de Administração realizada em 27 de junho de 2017

Aos 27 dias do mês de junho de 2017, às 15h30, na sede social, na Capital do Estado de São Paulo, à Alameda Barão de Piracicaba, no 618/634 – 11o andar, reuniu-se a totalidade dos membros do Conselho de Administração da Porto Seguro S.A., infra-assinados, convocados conforme previsto no artigo 17, §1o do Estatuto Social.

Assumiu a presidência dos trabalhos o Sr. Jayme Brasil Garfinkel, que convidou a mim, José Castro Araújo Rudge, para secretariá-lo, esclarecendo que a presente reunião tem por objeto deliberar sobre a seguinte ordem do dia:

a) Apreciação da proposta de crédito de juros sobre o capital próprio relativo ao período de 1o de janeiro a 30 de junho de 2017;

b) Apreciação da proposta de aumento do capital social de sua controlada Porto Seguro Companhia de Seguros Gerais mediante a capitalização dos créditos detidos pela Companhia contra referida controlada relativos a juros sobre o capital próprio; e

c) Apreciação da proposta de aumento do capital social de sua controlada Azul Companhia de Seguros Gerais mediante a capitalização dos créditos detidos pela Companhia contra referida controlada relativos a juros sobre o capital próprio.
Deliberações:

Após exame dos resultados apresentados e dos esclarecimentos prestados pelo Presidente do Conselho de Administração e Diretores da Companhia presentes, os membros do Conselho de Administração decidiram, por unanimidade e sem quaisquer ressalvas:

a) Aprovar, ad referendum da Assembleia Geral Ordinária da Companhia a se realizar até 30 de abril de 2018, de acordo com a proposta da Diretoria da Companhia, o crédito dos juros sobre o capital próprio relativos ao período de 1o de janeiro de 2017 a 30 de junho de 2017, a serem imputados aos dividendos do exercício de 2017, desconsideradas as ações em tesouraria, no valor de R$ 243.080.000,00 (duzentos e quarenta e três milhões e oitenta mil reais),
correspondendo a R$ 0,75352584 para cada uma das 323.293.030 ações da Companhia, com retenção de imposto de renda na fonte à alíquota de 15% (quinze por cento), exceto para os acionistas que comprovarem a sua condição de isentos ou imunes, resultando em juros sobre o capital próprio líquidos no montante de R$ 0,64049697 por ação.

O crédito ora aprovado será efetuado contabilmente em 30 de junho de 2017, sendo que a data de seu pagamento será fixada na Assembleia Geral Ordinária da Companhia a realizar-se até 30 de abril de 2018. Farão jus aos referidos juros sobre o capital próprio os acionistas registrados como tal em 30 de junho de 2017, sendo que a partir de 3 de julho de 2017, as ações da Companhia serão negociadas ex direito aos referidos juros sobre o capital próprio.

b) Aprovar a proposta da Diretoria para aumento do capital social de sua controlada Porto Seguro Companhia de Seguros Gerais no montante de R$ 105.485.000,00 (cento e cinco milhões, quatrocentos e oitenta e cinco mil reais), mediante a capitalização dos créditos detidos pela Companhia contra referida controlada, relativos a juros sobre o capital próprio já provisionados.

c) Aprovar a proposta da Diretoria para aumento do capital social de sua controlada Azul Companhia de Seguros Gerais no montante de R$ 14.667.748,21 (quatorze milhões, seiscentos e sessenta e sete mil, setecentos e quarenta e oito reais e vinte e um centavos), mediante a capitalização dos créditos detidos pela Companhia contra referida controlada, relativos a juros sobre o capital próprio já provisionados.

Nada mais havendo a tratar, foram encerrados os trabalhos e lavrada esta ata em livro próprio, em forma de sumário, a qual, após ter sido reaberta a sessão, foi lida, achada conforme, aprovada e assinada pelos presentes. São Paulo, 27 de junho de 2017. (ass.) Jayme Brasil Garfinkel – Presidente do Conselho; José Castro Araújo Rudge – Vice-Presidente do Conselho; Conselheiros: Bruno Campos Garfinkel; Fernando Kasinski Lottenberg e Marco Ambrogio Crespi Bonomi; Conselheiros Independentes: Lucia Fernandez Hauptmann; Pedro Luiz Cerize.

A presente é cópia fiel da lavrada em livro próprio.

Jayme Brasil Garfinkel
Presidente do Conselho

Crescimento da Minuto Seguros tornou viável a ideia de um prédio próprio

Fonte: Minuto Seguros

A Minuto Seguros, uma das principais corretoras do país e líder no segmento de seguros online, está de casa nova. O crescimento nos negócios e também no número de colaboradores propiciou a empresa a mudar de sede e instalar-se no Centro de São Paulo. O novo prédio já abriga os mais de 400 funcionários, mas tem capacidade para receber até 800 no futuro, com a expansão da empresa. A sede anterior da companhia estava localizada em Pinheiros desde 2010 (ano de fundação da Minuto Seguros).

Com cinco andares, cobertura ao ar livre e diversas salas de treinamento para capacitação profissional, a nova casa da Minuto possui 20 salas para reuniões, todas nomeadas por Estados brasileiros, refletindo a abrangência da corretora em território nacional. Esse conceito de brasilidade também atinge os andares do prédio. Os locais têm nomes de regiões do Brasil: desde o térreo (Sul) até o último andar da Minuto (Norte). A principal novidade fica por conta da sala de convivência que proporciona conforto e descontração aos colaboradores com mesas e sofás “descolados”, jogos, videogame, máquinas de café e outras regalias.

“Na contramão da crise, nós estamos crescendo em termos de negócios e isso reflete também em nossa estrutura física. A região central da capital paulista vive um momento de revitalização e isso foi preponderante para decidirmos nos instalar aqui. De alguma forma, estamos contribuindo com esse desenvolvimento, por poder oferecer ao local uma empresa jovem, com a pegada de uma startup, sempre calcada em tecnologia e inovação. Esse espírito faz parte da nossa história e é uma ideologia bacana que o Centro está precisando nesse momento de renovação”, diz Marcelo Blay, CEO da Minuto Seguros.

A ambientação da nova sede tem como conceito norteador o “tsuru”, ave sagrada do Japão que inspirou a criação do origami e é símbolo da Minuto Seguros desde sua fundação. Um kit contendo um mini-mapa da região, camiseta, caneca e um caderno foi entregue para cada funcionário. Este guia mostra a localização de restaurantes, bancos, academias, farmácias, salões de beleza e outras variedades de serviço.

“O novo prédio veio para ampliar nossa estrutura e seu ambiente reflete a cultura da empresa. Mais do que buscar expansão, procuramos proporcionar mais conforto e inspiração para os nossos colaboradores. Nós acreditamos que isso estimula pessoas a se desenvolverem mais”, finaliza Marcelo Blay.