CIAB: Conservadorismo do mercado segurador, aos poucos, cede espaço para novas tecnologias

“Ser Digital”, tema da 27o edição do CIAB Febraban, está no status “download” no mercado segurador brasileiro e também internacional, apesar do crescente investimento do setor em startups, que ganhou até mesmo um termo próprio: insurtechs. Essa foi a conclusão do primeiro dia de debates da Trilha de Seguros, que conta com cinco palestras programadas para os dois primeiros dias da maior feira de tecnologia bancária da América Latina, que acontece de 6 a 8 de junho, em São Paulo.

“A crise arrefeceu o ritmo de crescimento do setor, que em 2016 apresentou avanço real de 4%. As vendas superaram R$ 400 bilhões, sendo que R$ 285 bilhões retornaram aos clientes em indenizações, resgates de títulos de capitalização e saques em planos de previdência. As provisões técnicas totalizaram R$ 820 bilhões e os ativos ultrapassaram pela primeira vez a casa de R$ 1 trilhão”, enumerou Alexandre Leal, superintendente executivo técnico da CNseg. “Mas a crise aguçou o ânimo das seguradoras em inovar em seus processos, produtos, serviços e comunicação para conquistar consumidores”, garantiu o representante da CNseg.

Gustavo de Souza Fosse, diretor setorial de Tecnologia e Automação Bancária da Febraban, afirmou na abertura da Trilha Seguros que os investimentos das seguradoras em tecnologia dobrou de forma espantosa desde que a internet possibilitou a comparação de preços dos produtos, especialmente o de automóvel. “O setor teve uma expansão impressionante. O número de aplicativos ofertados pelo setor aos clientes se multiplicaram nas lojas virtuais de uma forma que nem conseguimos dimensionar para quantificá-los. E isso tem trazido ao mercado consumidores que ainda não compravam seguros e, consequentemente, uma nova dinâmica no uso de tecnologias que auxiliam neste processo de intensas mudanças necessárias para ser digital”, comentou.

Boa parte das seguradoras ainda se prepara para ser digital. “Todos queriam conquistar novos consumidores e assim sair aquele perverso jogo de rouba montes de clientes. Mas agora todos percebem que essa nova conquista tem um elevado índice de sinistralidade (valor das indenizações pagas sobre o valor recebido do cliente), seja por uma precificação errada de produto ou por um mau uso do produto por parte do cliente. Mas inovar é isso. Um processo de aprendizado”, explica Marcelo Blay, CEO da Minuto Seguros, ao blog Sonho Seguro.

Carlos Eduardo Figueiredo, diretor da Deloitte, que apresentou detalhes sobre as plataformas digitais mundo afora, concorda. “Isso faz parte do aprendizado de todo setor que passa por uma grande transformação. É preciso testar. Ousar em errar. Dimensionar os custos e apostar em pequenas iniciativas para testar conceitos. Sabemos como começa uma plataforma, mas não sabemos como ela terá de se adaptar aos movimentos de um mundo novo para todos. Sabemos que o core business da estratégia tem de ser mantido. A forma é que deve ser adaptada”, enfatiza. “O Facebook criou a plataforma de relacionamento. Depois pensou em como iria ganhar dinheiro conectando pessoas”.

Apesar de o setor já contabilizar muitos projetos que dão um tom inovador ao setor, a contratação de seguros pela internet ainda depende do elemento humano, Blay afirma que o problema está na falta de experiência do brasileiro em comprar seguro bem como na complexidade dos produtos. “O cliente quer falar com alguém. Tivemos um caso de um cliente que saiu lá de Santos e veio até a nossa sede em São Paulo para fechar o negócio pessoalmente. E temos de estar preparado para lidar com todos os perfis de clientes, desde aquele que não quer receber uma ligação, só mensagens via whatsapp, até o que quer vir nos conhecer”, diz.

Levantamento da Minuto Seguros, com 80% das vendas em seguro de carro, revela que entre os clientes que contratam uma apólice, 70% estão fazendo isso pela primeira vez. Os números indicam ainda que estes compradores possuem entre 35 e 40 anos de idade e que os carros seminovos correspondem a pouco mais de 80% da base segurada. “Estou certo de que o mercado de seguros possui um potencial de expansão muito grande no Brasil e que para materializar esse crescimento é importante oferecer condições favoráveis e atendimento especializado para que os novos clientes se aproximem do setor, possam comparar as diversas propostas e avaliar a mais adequada de acordo com o seu perfil”, diz ele, que oferta produtos de 13 seguradoras.

Cristiano Barbieri, diretor de tecnologia da SulAmerica, concorda com Blay. Afirma que o principal desafio para as empresas adotarem não apenas a Internet das Coisas como também blockchain e outras novas tecnologias é cultural. “O primeiro desafio é desenvolver a cultura de seguros. Temos empresas sólidas e tradicionais, que tem dificuldade de entender que a transformação chegou. Empresas que não conseguem experimentar não se transformam em digital. Se não aprender a fazer projetos pequenos, não vai se transformar. Entendendo essa dinâmica, conseguimos avançar muito na SulAmérica, uma companhia cada dia mais moderna em seus 120 anos de idade”, diz.

Quanto a complexidade dos produtos, Blay reconhece que muita coisa já mudou, mas ainda há muito a ser feito, até mesmo em coisas banais. “Facilitaria muito padronizar alguns conceitos, como idade dos clientes jovens, de 18 a 25 anos, por exemplo”, cita. A classe de bônus do cliente também foi colocada em questão. “O cliente não sabe qual a classe de bônus dele. Pedimos para olhar na apólice e ele geralmente não sabe onde está a apólice. Ter esse bônus em um sistema de consulta facilitaria a vida de todos os envolvidos”, sugere o executivo.

O grande avanço foi permitir que o pagamento do seguro em débito na conta corrente. “Porém, o cliente tem de autorizar o débito no banco e muitos esquecem de fazer isso. Acabam achando que estão segurados e não, pois o seguro não foi pago”, explica o CEO da Minuto, corretora que já contabiliza 250 mil vendas em três anos, já administrou o pagamento de 25 mil indenizações e atendeu 100 milhões de cotações em 4 mil cidades do Brasil desde 2014.

“Essa é a realidade. Nascemos com a meta de ser online, mas ainda não conseguimos ser porque a cultura do brasileiro é essa. O conservadorismo do setor é esse. E por tudo isso, ao contrário de gigantes do mundo virtual que têm menos de 50 funcionários, como Waze ou Airbnb, nos temos 400 empregados para atender consumidores que ainda não conhecem o setor e seguradoras que temem perder dinheiro em um novo nicho de negócios como é o de fazer seguros de carros com mais de quatro anos de uso”, resume.

Todos concordam que um dos principais desafios do mercado segurador é capacitar os profissionais com as novas tecnologias, sendo necessário um plano de transformação digital para mudar a cultura de gestão no setor.

Soluções conectadas – Enquanto todos se ajustam para elevar as vendas de seguros, os consultores indicam as tendências mundiais. Carlos Eduardo Mazon, vice-presidente de operações da Capgemini, apresentou algumas conclusões de um estudo mundial. Nele, ficou claro que 87% dos clientes das seguradoras mostraram tendência em aceitar novas tecnologias na primeira oferta e disponibilizar informações pessoais que possam reverter em um preço menor. Inclusive, 46% deles se mostraram dispostos a comprar seguros de empresas de tecnologia, como o Google. “Isso é um grande ponto de atenção para o setor, que em 2016 investiu cerca de US$ 148 bilhões em TI. Veja as 10 principais tendências do mercado de seguros mundial reveladas pelo estudo da Capgemini:

– Inteligência artificial – Tem como foco principal a automação de processos, como chatbot mais inteligentes, além de propor novos produtos e serviços durante a interação de departamentos da companhia, como do que cuida de processos de analise de backoffice até o responsável por fazer o levantamento das perdas do cliente diante de um acidente. “São processos que podem ser automatizados, como o uso do drones, que faz o reconhecimento dos danos em áreas de catástrofes”, cita.

– Novos canais de distribuição – Uma das tendências é a utilização de pequenos negócios frequentados pelos clientes. Por meio da geo-localização, é possível fazer ofertas assertivas aos clientes utilizando-se de outras linhas de negócios. Um dos exemplos citado foi o Trivago, portal dedicado a pesquisar os melhores preços de hotéis para os internautas. “Esses canais começam a aparecer e são importantes para o cenário digital que se vislumbra pela frente”, afirma.

– Desagregacão com a cadeia de valor – Cada dia mais surgem empresas especializadas que fazem serviços que auxiliam as seguradoras, como o monitoramento de ativos ou o suporte médico residencial, por exemplo. Essas empresas, com o passar do tempo, se posicionam no mercado e passam a integrar os serviços das seguradoras.

– Economia compartilhada – Exemplo clássicos são os aplicativos Uber e AirBnb. Os consumidores aceitam o compartilhamento de informações se tiverem benefícios, como pagar menos pelo produto. Diante disso, as seguradoras precisam entender como se integra com os parceiros. “Uma das tecnologias presentes nas economias compartilhadas é o blockchain, que permite apólices compartilhadas sem conhecer quem faz parte do contrato”, citou.

– Mobile – Segundo Mazon, essa é uma das tecnologias mais disrupitivas. Certamente o uso de mobile tem a tendência natural de eliminar intermediários. O mobile por enquanto é usado para acumular aplicativos que visam facilitar o atendimento do cliente e pouco para novos negócios. Boa parte dos aplicativos tem como foco dar suporte a qualidade de vida dos segurados, como regrar hábitos alimentares e exercícios físicos.

– Iot e Analytics – Para o especialista da Capgemini, a Internet das Coisas é a principal revolução do setor, desde que as informações capturadas sejam bem analisadas. “Não adianta capturar dados. Tem de saber o que fazer com ele. “De que adianta ter 6 bilhões de dispositivos conectados se não analiso e cruzo as informações. A análise preditiva é vital para identificar riscos em determinados perfis de clientes, otimizar o ponto ideal do preço do produto, descobrir quais os novos riscos que surgem ao cruzar dados, além de permear todos os processos, inclusive auxiliando na detecção de fraude.

– Serviços com valores agregados – Essa já é uma tendência que já se consolidou no Brasil, com quase a maioria das seguradoras com um leque abrangente de parceiros com descontos do mais variado tipos aos clientes, como farmácias, academias, floriculturas, restaurantes entre outros.

– Blockchain – Ainda é um tecnologia que precisa de amadurecimento, mas abre diversas possibilidades de eliminar uma série de processos interno, como o gerenciamento das apólices e de sinistros.

– Simulação da realidade virtual – Eis uma tendência muito usada pelas áreas de marketing, de recursos humanos para treinamento e também pela subscrição, uma vez que permite análise de riscos de uma forma mais abrangente do que a tradicional.

Brasil cai no ranking mundial de preparo para a aposentadoria

Os brasileiros estão menos preparados para a aposentadoria neste ano em relação a 2016. Esta é a constatação do Índice Aegon de Preparo para a Aposentadoria (ARRI), divulgado na Pesquisa de Preparo para a Aposentadoria, elaborada pelo Instituto de Longevidade Mongeral Aegon, em parceria com os outros dois centros mundiais do grupo Aegon dedicados à longevidade. O resultado brasileiro está na contramão da média global, que apresentou uma melhora no preparo para aposentadoria ou manutenção da nota em 12 dos 15 países pesquisados. Na lista das nações que registraram queda no ARRI junto com o Brasil estão a França e a Alemanha.

“O Brasil foi o país que apresentou a maior queda em relação ao ano passado. Saímos da nota 6,71 para 6,43. Em consequência disso, caímos uma posição do ranking global, o que nos deixou na terceira colocação”, explica Leandro Palmeira, superintendente de Projetos Estratégicos do Grupo Mongeral Aegon.

Um dos motivos que justifica a diminuição da nota do ARRI no país é a composição da renda na aposentadoria. A pesquisa revela que os brasileiros esperam que 49% de suas receitas ao se aposentarem venham do governo, através da previdência oficial pública; 28% de investimentos próprios, com planos de PGBL e VGBL, por exemplo; e 23% do empregador, por meio de planos previdenciários corporativos.

“No início do ano, os debates referentes à Reforma da Previdência ganharam força no Congresso Nacional. Como o brasileiro acredita que quase metade da sua renda na aposentadoria virá do INSS, é natural que mudanças nas regras atuais venham a afetar a percepção sobre o preparo para este momento da vida”, comenta Palmeira.

Embora o relatório aponte que 52% dos brasileiros sintam-se responsáveis em garantir uma renda suficiente para a aposentadoria, apenas 21% dos pesquisados afirmaram ter um plano muito bem desenvolvido. Outro dado que chama atenção é que só 16% dizem estar muito bem preparados e já poupam o suficiente.

Mesmo com este cenário, a pesquisa traz que 34% dos brasileiros acreditam que estão no caminho de garantir a renda necessária, e que 37% se certificam que estão poupando para a aposentadoria. Dentre os motivos listados para iniciar o planejamento, o atingimento de uma determinada idade foi citado por 41% e 22% citaram como justificativa a formação de uma família.

A pesquisa também questionou sobre o preparo financeiro caso a pessoa fique impossibilitada de continuar trabalhando até a idade planejada para a aposentadoria, revelando que 43% dos brasileiros – menos da metade – afirmam que estão preparados. Dentre as formas possíveis listadas de compor a renda para o caso de um evento inesperado estão: as próprias economias (59%), dependência financeira de cônjuge (30%) e troca do imóvel para um menor (20%).

Sobre o Instituto de Longevidade Mongeral Aegon – O Instituto de Longevidade Mongeral Aegon é uma instituição sem fins lucrativos, criada pelo Grupo Mongeral Aegon com a missão de contribuir com ações concretas, especialmente na área do trabalho, de cidades e mobilização social, para colocar a questão da longevidade na agenda de desenvolvimento da sociedade brasileira e propor soluções em torno dos seus impactos sociais e econômicos. A entidade está associada a outros institutos de longevidade no mundo, como o Centro da Transamerica (Aegon EUA) para Estudos de Aposentadoria e o Centro Aegon para Longevidade e Aposentadoria (Holanda). Os três têm apoio do Grupo Aegon, que atua em mais de 20 países. O objetivo é manter sempre latente a reflexão e o debate público, além de inspirar governos e outras organizações a implantar políticas que auxiliem às pessoas a continuarem ativas por mais tempo, sempre atentas ao bem-estar e ao conceito de educação financeira. www.institutomongeralaegon.org

Sobre a Mongeral Aegon – A Mongeral Aegon está presente no Brasil há 182 anos. Desde 2009, a empresa se associou ao grupo internacional Aegon, uma das maiores empresas de seguro, previdência e investimentos financeiros do mundo, com sede na Holanda. A Mongeral Aegon oferece soluções personalizadas de seguro de vida e previdência para os mais diversos perfis: de pessoa física a jurídica, empresas privadas ou públicas. Com mais de 2,1 milhões de clientes, a companhia superou R$ 320 bilhões em capital segurado e R$ 931 milhões de reservas financeiras no ano de 2016. No mesmo ano, os pagamentos em benefícios totalizaram R$ 336 milhões. A Mongeral Aegon possui 1.200 funcionários, 4.000 corretores parceiros e conta com 60 unidades de vendas em todo o país. A diversificação e expansão dos negócios deu origem ao Grupo Mongeral Aegon, que engloba, além da seguradora, as seguintes empresas: Mongeral Aegon Fundo de Pensão, Mongeral Aegon Investimentos, Mongeral Aegon Administração de Benefícios e o Instituto de Longevidade Mongeral Aegon. www.mongeralaegon.com.br

Levantamento da Minuto Seguros avalia os preços das apólices em cinco capitais do Brasil, de quatro diferentes regiões

Uma das principais corretoras do País e líder no segmento de seguros online, a Minuto Seguros apresenta um estudo com base na lista divulgada pela Fenabrave (Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores) com os carros mais vendidos no Brasil em maio de 2017.

Desde agosto de 2015, o Chevrolet Onix figura no topo do ranking. No mês passado, foram 15.507 unidades comercializadas, superando a marca de 12.689, referente a abril deste ano. Na segunda colocação, o Novo Ka assume a posição que, durante muito tempo, foi do HB20 da Hyundai (agora em 3º). A nova versão do carro da Ford teve 9.326 automóveis vendidos, número também maior que o de abril, quando vendeu 6.650 veículos.

A Minuto Seguros avaliou os preços dos seguros em cinco capitais diferentes: São Paulo (SP), Rio de Janeiro (RJ), Cuiabá (MT), São Luís (MA) e Florianópolis (SC). O estudo considerou como perfil um condutor homem, de 35 anos e casado.

Para esse tipo de perfil, o preço do seguro do Jeep Compass Sport pode apresentar uma diferença de R$ 5.974 entre as capitais, a maior entre os carros cotados. No Rio de Janeiro ficou em R$ 10.885 enquanto que, em Santa Catarina, a SUV apresentou um valor de R$ 4.911, menos da metade do preço. Por outro lado, a cotação do Fiat Mobi Easy é a que possui a menor diferença entre os veículos listados. Em Florianópolis, o valor é o mais baixo, R$1.745, e em Cuiabá o mais alto, R$2.470, uma distância de R$ 725.

Dos locais avaliados, Santa Catarina é o que possui o seguro mais barato para 90% dos carros analisados. Por outro lado, o Rio de Janeiro é a capital que apresenta os preços mais altos para nove dos dez automóveis listados abaixo.

Seguros em pauta na 27ª Ciab Febraban

Começa hoje e vai até o dia 8 de junho o 27ª Ciab Febraban, congresso de tecnologia da informação para o setor financeiro na América Latina, no Transamérica Expo Center, em São Paulo. São mais de 280 palestrantes do Brasil e do mundo para o evento, que tem como tema central “Ser Digital”. Os participantes poderão acompanhar 73 painéis, divididos em três trilhas técnicas: Produtos, Transformação Digital e Experiência do Cliente.

Como no ano anterior, o mercado segurador é um dos destaques do evento dentro da Trilha Produtos. Em parceria com a CNseg, a organização do evento preparou duas palestras para o dia 6 e três para o dia 7.

Veja a programação:

Dia 6:

das 14h às 15h15
IoT: Como soluções conectadas podem transformar o mercado de seguros

Alexandre Leal, superintendente executivo técnico da CNseg
Carlos Eduardo Mazon, vice-presidente de operações da Capgemini
Cristiano Barbieri, vice-presidente da SulAmerica
Marcelo Biasoli, head de estratégia corporativa da Seguros Sura

das 15h30 às 16h45
Transformação Digital em Seguros a partir de plataformas colaborativas

Carlos Eduardo Figueiredo, diretor da Deloitte
Marcelo Blay, CEO da Minuto Seguro (foto)
Ziléa Santos Barrilari, da Brasilprev

Dia 7:

das 11h30 às 12h45
Transformação na indústria do seguro

Michael Wagner, especialista da Dell EMC
Camilo Ciuffatelli, gerente de tecnologia da Tokio Marine
Luis Ricardo Torniero, diretor comercial da Chubb Seguros

das 14h às 15h15

Produtos e serviços inovadores: aprimorando a experiência do cliente
Luiz Rodrigo Barros e Silva, diretor de serviços financeiros da IBM Consulting
Rafael Caetano Tongnole, superintendente de marketing e canais digitais da Porto Seguro
Alexandre Nogueira, diretor da Bradesco Seguros

das 15h30 às 16h45

Venda de seguro digital, estamos preparados?
Ismael Tessarin Grandi, superintendente da BB Seguridade
Tonatiuh Barradas, vice-presidente de indústrias estratégicas da SAP América Latina e Caribe
Alexandre Leal, superintendente executivo técnico da CNseg

Rádio CNseg: “Fala Presidente” aborda as práticas sustentáveis no mercado segurador

Fonte: CNseg

No Dia Mundial do Meio Ambiente, comemorado hoje, a sustentabilidade no mercado segurador é o assunto do programa “Fala Presidente”. De acordo com o presidente da CNseg, Marcio Serôa de Araujo Coriolano, o tema “tem tudo a ver com o mercado segurador, que trabalha todo o tempo com prevenção, com proteção e com temas que dizem respeito ao futuro sustentável”. Ele comentou alguns pontos do Relatório de Sustentabilidade do Setor de Seguros, que revelou o avanço da conscientização sobre práticas sustentáveis: 30 empresas, responsáveis por 84% da arrecadação do mercado, já aderiram a métricas de medição da boa gestão sustentável.

Também nesta segunda, a “Entrevista Especial” traz a diretora de Eventos da Federação Brasileira dos Bancos (Febraban), Nair Macedo. Ela fala sobre o CIAB Febraban 2017, evento de tecnologia da informação das instituições financeiras que começa hoje e vai até quarta-feira, em São Paulo, e que tem a CNseg como parceira. O tema deste ano é “Ser Digital”, sobre o trabalho desenvolvido pelos bancos para se manterem digitais. Serão 73 painés, divididos em três “trilhas”, uma das quais dedicada ao seguro, abordando como as soluções conectadas podem transformar esse mercado, incluindo produtos e serviços inovadores e o debate sobre a venda digital de seguros.

Na terça-feira, no programa “Conheça os Seguros Gerais”, a coordenadora do Centro de Pesquisa em Economia do Seguro da Escola Nacional de Seguros (ENS) Natália Oliveira fala sobre um estudo feito pela ENS segundo o qual a violência no trânsito custou no ano passado R$ 147 bilhões ao país. Essa foi a perda de capacidade produtiva causada por acidentes que mataram 33,5 mil pessoas e deixaram 28 mil com invalidez permanente. No mesmo dia, o “Qual é a Dúvida?” esclarece a diferença entre seguro de automóveis e proteção veicular, conhecida como seguro pirata.

Na quarta, o “Entenda os Seguros de Pessoas” aborda morte acidental e assistência funeral, com o professor da ENS Bruno Kelly. No mesmo dia, vai ao ar o programa “Inovação e Sustentabilidade”.

Quinta-feira é a vez do quadro “Por dentro da Saúde Suplementar”, com o coordenador da economia aplicada da Fundação Getúlio Vargas Armando Castelar Pinheiro. Ele fala sobre judicialização e economia, com foco em saúde. No “Momento Jurídico”, o entrevistado é o advogado especializado em seguro para o meio ambiente Pery Saraiva Neto.

Encerrando a semana, o diretor executivo da FenaCap, Carlos Alberto Corrêa, fala no “Minuto da Capitalização” sobre como a crise econômica afeta a vida dos brasileiros. Também na sexta, vai ao ar o quadro “Dicas do Consultor”.

Diariamente, a Rádio CNseg traz ainda boletins de serviço, notícias do setor, da economia e da política do país, além da programação musical. A grade completa está disponível em http://radio.cnseg.org.br.

Rádio CNseg

A Rádio CNseg é um dos ícones do Programa de Educação em Seguros da CNseg e tem por objetivo ampliar os canais de diálogo do setor de seguros com a sociedade e esclarecer a população sobre os fundamentos e características dos produtos oferecidos pelos segmentos de seguros, previdência privada, saúde suplementar e capitalização. Exclusiva para plataforma online, a rádio é transmitida por meio do site http://radio.cnseg.org.br. No Facebook, a fanpage da rádio pode ser acessada em www.facebook.com/radiocnseg.

Thinkseg estreia sua marca na cor preta na camisa do Santos

Release

Respeito à história e à integração com o time. É com esse objetivo que a thinkseg passa a ter a cor preta em todas as camisas do Santos FC. A novidade já poderá ser vista no clássico com o Corinthians, neste sábado (03), às 19 horas, em São Paulo. Assim, o patrocinador abriu mão das letras vibrantes do seu nome em respeito à tradição do Alvinegro mais famoso do mundo.

“Foi a maneira encontrada pela plataforma mobile de seguros para prestigiar a beleza e a história clássica da camisa que traz uma série de conquistas. Teremos uma bonita uniformidade de cores. Mudamos nossa marca para a tonalidade preta para que ela se encaixe à camisa do Santos FC, seja a branca ou a listrada, dando a impressão de fazer parte dela. É o nosso sinal de respeito à história do Santos FC, afirma o CEO da thinkseg, Andre Gregori.

Partindo da thinkseg, por vontade própria, e não por imposição do clube, essa mudança da marca para a cor preta é uma ação inédita no Brasil. “Pela primeira vez, um patrocinador muda a cor da marca sem a imposição de um clube”, diz Andre Gregori.

O novo patrocinador do time alvinegro, a plataforma mobile de seguro thinkseg, em cor preta nas costas da camisa, vai ser visualizada durante todo o período de patrocínio ao time. Serão mais de 60 jogos, incluindo a Copa do Brasil, o Campeonato Brasileiro, a Libertadores da América e Campeonato Paulista 2018. Já ao redor do campo, durante os treinos, e nos painéis de coletivas de imprensa em jogos e viagens, a marca thinkseg continua colorida.

O patrocínio da thinkseg ao time do Santos inicia a nacionalização da marca e inserção dela junto às comunidades esportivas. Há a prospecção de outras parcerias em diferentes estados: Bahia, Minas Gerais, Rio Grande do Sul e Santa Catarina.

Sobre a thinkseg

Primeira plataforma 100% mobile que inova ao trazer ao Brasil o aplicativo (APP) thinkseg. Quando baixado no celular, o APP acompanha o jeito da pessoa dirigir, dando a ela descontos no preço do seguro do carro. O download do APP é gratuito na Google Play e Apple Store. Na start-up de seguros thinkseg, clientes e corretores fazem tudo pelo celular. Por ser uma start-up na área financeira, não está ligada a grandes instituições. O resultado disso é a independência na tomada de decisões, com agilidade, sem enrolação para a solução dos problemas. Todas as etapas da contratação do seguro de automóvel são acompanhadas pela pessoa, de modo transparente, pelo mobile. Tudo fácil e simples.

Manaus também na mira da Allianz

Fonte: Allianz

Ontem, 1, a filial de Manaus da Allianz recebeu executivos da seguradora, o presidente, Miguel Pérez Jaime, o diretor executivo Comercial e Market Management, Eduardo Grillo, o superintendente Norte e Nordeste, Alexandro Barbosa, e 55 corretores, entre eles Jair Fernandes, presidente do Sincor AM/RR. O encontro aconteceu em reconhecimento aos parceiros locais pelos resultados obtidos nos seis anos da unidade e foram abordados assuntos relacionados à companhia e o canal de vendas, e, principalmente, ao potencial de negócios da região.

O Amazonas é o segundo estado mais representativo do Norte e dá à Allianz e aos corretores a possibilidade de apostar na comercialização de seguros de varejo, incluindo Automóvel, Condomínio e Vida, como também aqueles voltados às Empresas, Riscos Diversos, Responsabilidade Civil e Grandes Riscos. Essa oportunidade de diversificação de carteira ocorre pelo fato de somente na capital serem emplacados por mês uma média de dois mil veículos, de acordo com o Detran-AM, e a economia local estar calcada nos setores de comércio e serviços e, sobretudo, no Polo Industrial de Manaus, que abriga mais de 700 indústrias.

O Norte está na estratégia da Allianz para o crescimento da companhia no Brasil, tanto é que na noite quarta-feira, 31, inaugurou a terceira unidade na região. Agora, a seguradora também possui escritório em Porto Velho, além de Manaus e Belém. No Brasil, são 62 unidades, oito abertas em menos de dois anos.

Capemisa encerra carteira de PGBL e VGBL

Os diretores da Capemisa Seguradora comunicam que a empresa está encerrando a sua carteira de clientes dos produtos PGBL e VGBL. Para efetuar o resgate ou portabilidade, entre em contato com a Central de Relacionamento CAPEMISA: 4000 -1130 (Capitais e Regiões Metropolitanas) ou 0800 723 3030 (Demais Localidades). O atendimento é realizado de segunda a sexta feira, das 08h às 20h, exceto feriados, informa comunicado divulgado nesta sexta-feira, assinado pelos diretores Fabio dos Santos Meziat Lessa e Rafael Graça do Amaral.

Impacto da Incorporação Tecnológica na Saúde Suplementar em debate

Fonte: Fenasaúde

O painel ‘A experiência da África do Sul na Incorporação de tecnologias em planos de saúde’ foi um dos mais concorridos durante o seminário sobre “Incorporação de Tecnologias na Saúde Suplementar”. O debate, promovido pelo Instituto de Estudos de Saúde Suplementar (IESS), foi realizado na última quarta-feira (31) e reuniu especialistas do setor.

A experiência internacional de Sam Rossolimos, diretor da Accenture África do Sul, trouxe exemplos para o aperfeiçoamento do mercado brasileiro. De acordo com o especialista, o país africano controla custos médicos aplicando princípios de gerenciamento de cuidados. “Assim como o Brasil, a África do Sul possui Benefícios Mínimos Previstos (PMBs), mas não são tão abrangentes quanto os do Brasil. A inclusão de novas tecnologias baseia-se na eficácia clínica e na relação custo-benefício. Todos os medicamentos e dispositivos médicos têm um código eletrônico reconhecível exclusivo. E os prestadores de saúde hospitalar são regulados por sistema de preços transparente. Os seguros de saúde cobrem novos medicamentos e dispositivos médicos apenas para medicina baseada em evidências”, explicou.

Os PMBs são um conjunto de benefícios definidos para garantir que todos os membros de planos de saúde tenham acesso a certos serviços mínimos de saúde, independentemente da opção de produto que selecionarem – que lhes dá direito a cuidados de emergência, cobertura para 270 problemas de saúde e 25 doenças crônicas. Segundo Sam, os planos de saúde controlam custo e qualidade, além de gerenciar os serviços de saúde dos provedores para garantir a adequação dos cuidados clínicos.

“No Brasil, todos planos de saúde têm de fornecer uma cobertura muito abrangente. Somente 23% da população brasileira tem seguro de saúde privado, porque não é economicamente acessível a 77% da população. A agência reguladora não permite planos de saúde com cobertura limitada e revisa os benefícios a cada dois anos através de um processo de audiência pública. Falta avaliação de impacto da política anterior antes da inclusão de novos benefícios”, esclareceu Sam Rossolimos. “Já no meu país, todas as novas tecnologias e medicamentos devem ser registrados no Conselho de Controle de Medicamentos. Qualquer violação a este regulamento pode acarretar até 10 anos de prisão”, concluiu.

Na avaliação da presidente da Federação Nacional de Saúde Suplementar (FenaSaúde), Solange Beatriz Palheiro Mendes, o cenário brasileiro é grave por não adotar ferramentas condizentes de avaliação de custo e efetividade na incorporação de novas coberturas para os planos de saúde. “Nesse contexto, o uso dessas ferramentas se torna fator essencial para assegurar a incorporação sustentável de tecnologia na saúde brasileira. Mas a discussão é anterior, vimos no exemplo africano que o acesso é para serviços mínimos. Já no Brasil temos que dar tudo a todos”, destaca.

Para Solange Mendes, a sociedade precisa se colocar sobre o tipo de cobertura que se quer da Saúde Suplementar, uma vez que o atual modelo está se tornando insustentável: “Precisamos rediscutir as bases do acesso a medicamentos e inovações tecnológicas no nosso sistema de saúde. Os estabelecimentos de critérios de prioridade são fundamentais para o equilíbrio do setor. A incorporação de novas tecnologias sem a desincorporação de procedimentos obsoletos torna o custo insuportável, pois não há substituição e sim incorporação acumulativa que só se avoluma com o passar do tempo”.

Luiz Augusto Carneiro, superintendente executivo do IESS, disse que a introdução de novas tecnologias deve ser feita com bastante critério, para não trazer mais custos do que benefícios. E citou como exemplo o caso da introdução da angioplastia nos Estados Unidos. “Entre 1986 e 1990, a angioplastia mais do que dobrou e o número de cirurgia de revascularização, em vez de cair, aumentou substancialmente. Presumivelmente, muitos pacientes receberam ambos os procedimentos”, afirmou. Carneiro também ressaltou a importância da utilização de protocolos clínicos: “Permite uma visão geral de cada procedimento que será realizado no paciente, com os respectivos resultados esperados, que podem ser monitorados por qualquer pessoa que esteja responsável pelo paciente, incluindo ele próprio”.

O seminário sobre “Incorporação de Tecnologias na Saúde Suplementar” debateu ainda se o Rol da ANS é suficiente para garantir o adequado acesso à saúde dos beneficiários de planos de saúde no Brasil, com uma palestra de João Paulo dos Reis Neto, diretor-presidente da Capesesp (Caixa de Previdência e Assistência dos Servidores da Fundação Nacional de Saúde); e contou, ainda, com apresentações de Estudos Envolvidos na Incorporação de Tecnologias em Saúde, com Luciano Paladini, especialista do grupo Evidências, e Avaliação de Tecnologia em Saúde para a Incorporação de Tecnologias e Saúde além das previstas no Rol, do gestor em políticas de saúde Reynaldo Rocha, da Planserv.

Adriano Muraki assume diretoria na BR Insurance

A BR Insurance Corretora de Seguros anuncia a contratação de Adriano Muraki como Diretor de Gestão de Riscos Corporativos, Personal Lines e Linhas Financeiras. O executivo chega com a missão de ampliar a carteira de Ramos Elementares e aprimorar o atendimento com novas soluções e condições comerciais inéditas no mercado.

Muraki está há 20 anos no mercado segurador, com vasto know-how nas áreas de Subscrição, Produto e Comercial, com passagens pela Chubb, RSA Seguros e Unibanco AIG Seguros. É graduado em Administração de Empresas e pós-graduado em Marketing Estratégico.