XL Catlin amplia capacidade global de seguros patrimoniais

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A XL Catlin anunciou hoje que expandiu sua capacidade global de seguros patrimoniais em 25% para US$ 500 milhões, disponíveis em uma base proporcional ou em excesso de danos, para atender às crescentes necessidades dos negócios por seguros patrimoniais em âmbito nacional e global.

Comentando, Tim McMahon, subscritor-chefe da linha global de seguros patrimoniais da XL Catlin, disse: “globalmente, os ativos patrimonais de nossos clientes são fundamentais para suas operações e à medida que a tecnologia avança e os valores seguráveis ​​continuam aumentando, nossas necessidades de cobertura precisam refletir esse avanço ao redor do globo.”

Ian France, subscritor-chefe de linhas patrimoniais internacionais, disse: “no ambiente global de negócios de hoje, queremos garantir que nossos clientes tenham acesso à capacidade adequada, onde quer que eles possam precisar. Atendendo clientes em mais de 200 países, acreditamos que essa capacidade adicional reflete nosso compromisso contínuo com nossos clientes”.

“Nos Estados Unidos e no Canadá, a valorização das propriedades, a maior atividade de investimento em propriedades industriais e comerciais e a maior preocupação com exposições a catástrofes naturais estão levando nossos clientes a buscar mais proteção de seguros”, explica Michele Sansone, presidente da área patrimonial da XL Catlin na América do Norte. “Nosso novo limite nos permite equacionar prontamente os pedidos de nossos clientes por limites mais altos com a equipe na qual confiam”.

Sansone acrescentou: “nossos subscritores, engenheiros de riscos patrimoniais e especialistas em reivindicações criaram uma forte reputação de mercado, particularmente por sua abordagem colaborativa e prática para ajudar os clientes a proteger suas propriedades de alto risco”.

Além de oferecer seus novos US$ 500 milhões de capacidade de seguro patrimonial em um programa compartilhado, a XL Catlin oferece capacidade até US$ 1 bilhão para clientes que compram 100% de seu seguro patrimonial pelo programa XL Catlin’s Platinum Property. A cobertura patrimonial da XL Catlin é entregue por uma equipe dedicada de subscritores, engenheiros de risco e gestores de sinistros patrimoniais que se especializam no tratamento de riscos patrimoniais grandes e complexos.

CIAB: Regras rígidas de solvência e elevada taxas de juros inibem investimento em inovação

Muitos se perguntam por que as seguradoras demoram tanto para aderir ao mundo digital, com propostas enviadas ao mobile e que podem ser compradas sob medida com poucos cliques. O blog Sonho Seguro foi buscar algumas respostas com especialistas que estavam presentes na 27a. edição do CIAB Febraban, realizado entre os dias 6 e 8 de junho.

Ricardo Saponara, especialista em prevenção a fraudes em seguradoras do SAS Brasil, ressalta que para entender corretamente o aspecto de risco nas seguradoras, precisa-se distinguir os riscos inerentes ao capital de solvência dos riscos relacionados aos processos da seguradora. “O mercado de seguros, no que diz respeito à regulamentação de solvência, tem uma postura conservadora quando comparada com outros países, inclusive os mais desenvolvidos”. Isso porque a legislação exige muito mais capital e tem menos flexibilidades nas alternativas de investimentos dos ativos garantidores.

As seguradoras, por outro lado, num momento onde os investimentos em títulos públicos são uma das melhores opções, e tendo as mesmas como possibilidade de aplicações de até 100% nestes ativos, estão confortáveis com este cenário, apresentando pouco risco e alta rentabilidade. “Identifica-se, inclusive, grupos seguradores estrangeiros, que remetem capital ao Brasil com a justificativa de alocação de capital para fins de solvência, que buscam no fundo uma melhor rentabilidade de seus ativos, pois em sua matriz europeia, asiática ou americana, as taxas de juros apresentam rentabilidade muito baixa e até mesmo negativa”, revela. Assim, não há uma vontade proeminente de grupos internacionais trabalharem na utilização de tecnologias que visam uma alocação mais eficiente do capital.

Por outro lado, diz ele, o tema risco não se baseia exclusivamente na solvência e necessidade de capital, mas passa também pelo lado operacional, de redução de perdas e fraudes, no risco de exposição de sua marca e na melhor aceitação de riscos com sua correta precificação. Nesses aspectos, Saponara acredita que as seguradoras estão avançando a passos largos e as demandas pela utilização de tecnologias para atender esses temas vêm crescendo de forma exponencial.

Com a Base de Perdas Operacionais (BDPO) identificando os erros processuais que geram perdas financeiras que podem ser evitadas através da utilização de tecnologias de monitoramento, ele acredita ser possível afirmar que isso é motivado pela própria exigência regulatória quanto à gestão do risco operacional.

O tema de prevenção a fraudes também vem tomando corpo, ressalta, principalmente em épocas de crise, onde o aumento de vendas se torna um desafio e os investimentos em projetos, que viam a manutenção da lucratividade através da redução de desperdícios, aumenta.

Já na estratégia de aceitação de novos clientes, a tendência em cada vez melhor segmentar os clientes pelos seus comportamentos também vem atraindo investimentos significativos. “Na era da informação em que vivemos, os temas de Analytics e Internet das Coisas (IoT) estão cada vez mais presentes nas mesas de reunião de diretoria das seguradoras”, comenta.

Para ele, o mercado de seguros irá experimentar um mudança cultural, dirigida pelos próprios consumidores, que começarão a exigir um prêmio mais justo dado seu perfil comportamental, aceitando ser monitorado constantemente. A captura desses dados (IoT) sem a correta análise (Analytics) se tornará somente um grande repositório de dados, adverte.

As seguradoras já identificaram isso e começaram a se mover para se adaptar. Como todo processo de evolução, os primeiros surfam a melhor onda, e no mercado de seguros isso é ainda mais cruel, criando um cenário de anti-seleção, onde o prêmio mais correto vai atrair o bom risco e expulsar o mau risco, deixando para as empresas que demorarem a se adaptar um cenário inverso, pois cotando com um prêmio médio, irá atrair o mau risco e expulsar o bom risco, sentencia o especialista.

Com reforma da Previdência, Selic deve ficar em 9% no final do ano

José Pena, economista chefe da Porto Seguro, sobre o mercado: “Em um país como o nosso, economia e política estão intrinsicamente ligadas e é inevitável que uma afete a outra, ainda mais no cenário atual. Estamos em pleno julgamento pelo TSE da chapa Dilma-Lula, que na hipótese de absolvição, o atual presidente Michel Temer pode recuperar parte de sua força política e teríamos o cenário positivo de uma reforma previdenciária nota 3 ou 4 e sendo aprovada no final desse ano. Nesse caso, podemos esperar a Selic ao redor de 8,5% ou 9% ao final do ano. Com relação ao câmbio do real poderia encerrar o ano, nessa hipótese, no patamar atual de 3,20/3,30.”

Ouça: aqui

Governo promete R$ 550 milhões para subvenção ao seguro rural

Boa notícia para as seguradoras que atuam com o mundo rural. O governo federal anunciou ontem R$ 190,25 bilhões em recursos para o Plano Agrícola e Pecuário 2017/2018. Apesar do contingenciamento feito em diversas pastas, o valor supera os R$ 185 bilhões disponibilizados para o período entre julho de 2016 e junho de 2017. O produtor poderá contar com R$ 550 milhões do Programa de Subvenção ao Prêmio do Seguro Rural (PSR), em 2018. Outros R$ 1,4 bilhão serão disponibilizados para apoio à comercialização.

O Inovagro tem entre seus objetivos financiar equipamentos de agricultura de precisão e terá, à sua disposição, R$ 1,26 bilhão em recursos, com limite de R$ 1,1 milhão por produtor. Ainda no âmbito deste programa, será disponibilizada uma linha de crédito para facilitar a conectividade no campo, em ações para informatizar e dar acesso à internet às propriedades rurais.

O governo estima que a produção agrícola aumente no período e fique em 232 milhões de toneladas de grãos: um aumento de 24,3% na comparação com a safra 2016/2017. Para dar conta desse aumento na safra, serão disponibilizados R$ 1,6 bilhão em recursos para investimento em armazenagem.

As cascas de bananas do seguro

Fonte: Portal Risco Seguro (http://riscosegurobrasil.com)

A gestão das mudanças tecnológicas e estruturais do mercado é o maior desafio enfrentado pela indústria dos seguros em todo o mundo, de acordo com um estudo realizado pelo Centro para o Estudo das Inovações Financeiras, CSFI na sigla em inglês, um think tank sediado em Nova York, a pedido da PwC. O portal Risco Seguro traduziu uma parte do relatório Insurance Banana Skins (As Cascas de Banana do Seguro), que é realizado a cada dois anos, também posiciona os riscos cibernéticos e a adoção de novas tecnologias entre os três principais temas que necessitam a atenção da indústria neste momento. Entre as empresas latino-americanas, por exemplo, a performance dos portfólios de investimentos ficou no topo da lista, quem sabe devido a temores quanto ao modesto desempenho recente das economias da região e, no caso específico do Brasil, o início do ciclo de redução das taxas de juros. Os juros altos salvaram os resultados de muitas seguradoras do país nos últimos anos. Entre os 836 participantes, 18 são empresas brasileiras responderam ao questionário.

Vida e Seguros Gerais – As seguradoras de vida listaram neste mesmo estudo como maior risco as baixas taxas de juros dos países desenvolvidos, que prejudicam sua capacidade de obter rendimentos capazes de cobrir seus compromissos de longo prazo. Já as de não-vida escolheram as novas tecnologias, e as resseguradoras, as ameaças cibernéticas. O resultado reflete o estado de transformação em que os seguros se encontram atualmente. Em 2015, a gestão de mudanças ocupava apenas a sexta colocação do ranking, enquanto os riscos cibernéticos ficaram em quartos, e a adoção de novas tecnologias nem aparecia entre as “cascas de banana” do setor. Entre os seguradores não-vida, a possibilidade de defasagem tecnológica foi a “casca de banana” que ficou em primeiro lugar no ranking.

Falta de rebolado – A falta de rebolado da indústria foi motivo de especial crítica por parte de muitos entrevistados, que usaram termos como “lentidão glacial” para descrever a capacidade do setor de reagir a mudanças. As mudanças que preocupam as seguradoras, resseguradoras e corretores dizem respeito não só ao impacto das novas tecnologias, mas também aos novos hábitos dos consumidores. “São muitos os desafios”, afirma o relatório. “Mercados que se transformam rapidamente, expectativas mais altas dos consumidores e novos canais de distribuição ameaçam o modelo de negócios tradicional do seguro, ao tempo que os atuais incumbentes, freados por antigos sistemas e modos de pensar, têm dificuldade para inovar em um ambiente que não lhes é familiar.”

Irrelevância – “O principal risco que a indústria enfrenta é a irrelevância”, alertou um respondente. Exemplos de novas tecnologias que preocupam o setor incluem os automóveis sem motorista, a internet das coisas, a inteligência artificial e avanços da genética e telemática, entre outros. Tais mudanças devem atingir tanto a organização das empresas do setor, quanto o seu balanço, já que devem influenciar a frequência e valor dos sinistros sofridos pelos clientes. No campo comportamental, os participantes dizem que as novas gerações parecem menos dispostas a comprar apólices de seguro, e as empresas do setor não estão conseguindo adaptar seus canais de distribuição aos hábitos destes novos consumidores.

Riscos cibernéticos – Os riscos cibernéticos foram os que receberam o maior número de avaliações máximas de severidade dos participantes e estão no topo da lista em todas as regiões pesquisadas. A única exceção foi a China, onde os participantes da pesquisa avaliaram o risco cibernético como uma ameaça pouco importante em seu mercado. Vários respondentes disseram que é só uma questão de tempo até que alguma seguradora seja alvo de um grande ataque de hackers, com um impacto catastrófico no mercado. Os principais focos de preocupação são o roubo de dados de clientes e o sequestro dos sistemas, além da contaminação dos bancos de dados das empresas do setor e o furto de propriedade intelectual. E isso sem começar a falar sobre a dificuldade do mercado em fornecer coberturas de risco cibernético a seus clientes e as elevadas perdas que o setor pode sofrer em indenizações em caso de um evento cibernético catastrófico.

Caixa Seguridade volta a discutir a parceria com a francesa CNP

A Caixa Seguridade Participações comunicou ontem ao mercado em geral que, tendo em vista o vencimento em 14 de fevereiro de 2021 do Acordo Operacional que disciplina o acesso exclusivo por parte da coligada Caixa Seguros Holding e suas controladas à rede de distribuição da Caixa (“Acordo Operacional”), seus assessores financeiros BB Banco de Investimento e Banco de Investimentos Credit Suisse Brasil iniciaram discussões com os representantes da CNP Assurances sobre eventual renegociação de escopo, termos, condições e prazo do Acordo Operacional.

O comunicado foi assinado por Thiago Souza Silva, diretor de administração, finanças e relacionamento com Investidores da Caixa Seguridade Participações.

Novo CEO da JLT para a AL visita o Brasil

Fonte: JLT

Acompanhado dos CEOs das maiores operações do grupo na América Latina, o novo CEO da JLT para a região, Mark Drummond-Brady, se reuniu ontem em São Paulo com executivos de seguradoras, resseguradoras e grandes clientes do mercado brasileiro. O encontro marcou a criação do novo Comitê JLT para América Latina e refletiu o otimismo do grupo com a região.

“A América Latina representa 15% do faturamento da JLT. É uma região importante, onde podemos reforçar nossa estratégia de crescimento orgânico sendo inovadores, com a oferta de novos produtos. É isso que os clientes esperam em momentos de crise”, disse.

O executivo ressaltou a atuação global do grupo, presente em mais de 40 países, mas enfatizou a importância do Comitê em uma estratégia regional. “Temos que pensar na JLT como uma marca regional e não local, garantir que os clientes nos desafiem com novas ideias e pensar em maneiras de melhorar a entrega com soluções regionais”, afirmou.

Responsável pela reestruturação da operação da JLT no Brasil há 10 anos, Brady se disse orgulhoso com o time da empresa no país. “Fui responsável por montar esse negócio há dez anos porque sempre acreditamos nesse modelo de ter uma conexão maior com a região. Estou orgulhoso do time que montamos”, completou.

Sobre o mercado, o executivo comentou o problema do excesso de capitais, que tem afetado as taxas de seguros e resseguros no mundo todo. “O setor de seguros está sofrendo, mas isso tende a mudar”, afirmou.

O CEO da JLT Brasil, Nicolau Daudt agradeceu a presença dos CEOs dos países vizinhos e comemorou a integração. “No Brasil, a JLT tem sido pioneira em integrar soluções de seguros e resseguros para garantir o melhor para os clientes. O Comitê para AL ajuda a ampliar essa integração. As fronteiras estão caindo. As seguradoras precisam de soluções regionais e cada vez mais complexas”, completou.

CIAB: Transformação digital: ainda é preciso estratégia para customizar a experiência do consumidor

O estudo foi divulgado em novembro de 2016, mas é tão real que vale a re-publicação aqui para quem não leu no ano passado. Ainda mais com o tema CIAB nesta semana.

Ai vai:

Novo estudo realizado no Brasil pela Capgemini, um dos líderes mundiais em serviços de consultoria, tecnologia e terceirização, e pela Pegasystems, provedora líder em aplicações estratégicas de negócios, mostra que, embora 70% das seguradoras estejam investindo em transformação digital para trazer eficiência e consistência em seus canais digitais, 33% ainda não buscam personalizar a experiência de seus clientes finais. A pesquisa enfatiza a importância de tornar digital e multicanal o atendimento ao consumidor, uma prioridade para acompanhar as mudanças atuais e futuras.

As mídias sociais estão sendo usadas para atendimento ao cliente (52%), para monitorar reputação da marca (48%) e para promover produtos e serviços (49%), mas ainda são poucas as empresas que os utilizam para concretizar vendas. Apenas 15% das empresas entrevistadas utilizam esses meios para vendas diretas ao consumidor. Entre os canais mais utilizados estão internet (86%), mídias sociais (77%) e serviços móveis (70%). Apenas 44% utilizam dispositivos incorporados em produtos, para se preparar para a era da Internet das Coisas (IoT).

“Possuir informações atualizadas e em tempo real pode fazer toda a diferença para uma seguradora oferecer o serviço adequado e na hora certa. Um exemplo é o caso de um casal que acabou de um ter filho. Esse seria, por exemplo, o momento ideal para ofertar um seguro de vida ou um plano de previdência. Outra excelente oportunidade para as seguradoras está na integração com outras cadeias de valor, gerando novos ecossistemas, como é o caso do aplicativo para celulares que conecta motorista a passageiros para um serviço de transporte similar ao táxi, que oferece aos motoristas conveniados a possibilidade de contratar seguro para seus passageiros”, explica Carlos Mazon, COO da Capgemini no Brasil.

Apesar de concordarem que a transformação digital é essencial para o posicionamento estratégico do negócio, a maioria das empresas ainda precisam melhorar a maneira de implementá-la. A introdução de novas tecnologias, por si só, não será suficiente, a partir do momento que o importante não são as tecnologias em si, mas como usá-las de maneira eficiente. Apesar de 67% das seguradoras já monitorarem suas operações em tempo real, apenas 41% possuem processos capazes de se adaptar rapidamente às mudanças externas.

A pesquisa também mostrou que a velocidade exponencial da revolução tecnológica e o crescente empoderamento dos consumidores, que demandam cada vez mais experiências de interação e engajamento flexíveis, vêm exigindo das seguradoras novas formas de oferecer produtos e serviços por meio de tecnologias digitais. “Diante deste cenário, fica claro que as seguradoras têm duas opções: ou se movem e atravessam efetivamente esse processo de transformação digital, ou esperam que novos entrantes ganhem cada vez mais mercado, como já aconteceu com outros segmentos de negócios”, conclui Mazon.

Metodologia da pesquisa

A pedido da Capgemini no Brasil, a Coleman Parkes Research, uma organização de pesquisa independente sediada no Reino Unido, realizou uma análise detalhada de questões-chave nas áreas de negócios e tecnologia da indústria de seguros no Brasil. O relatório foi baseado em 27 entrevistas com executivos C-level (CDO / CIO / COO) ou com aqueles que relatam diretamente a esses profissionais (gerente de TI, gerente de vendas, entre outros).

Metodologia da pesquisa

A pedido da Capgemini no Brasil, a Coleman Parkes Research, uma organização de pesquisa independente sediada no Reino Unido, realizou uma análise detalhada de questões-chave nas áreas de negócios e tecnologia da indústria de seguros no Brasil. O relatório foi baseado em 27 entrevistas com executivos C-level (CDO / CIO / COO) ou com aqueles que relatam diretamente a esses profissionais (gerente de TI, gerente de vendas, entre outros).

O estudo pode ser lido na íntegra: aqui

Resgates na capitalização se mantêm estáveis no trimestre

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O volume de retiradas efetuadas por clientes de títulos de capitalização no primeiro trimestre de 2017 ficou em R$ 4,59 bilhões, apresentando um pequeno recuo em relação a igual período do ano passado, quando os resgates finais e antecipados atingiram R$ 4,73 bilhões. As reservas técnicas, constituídas pelas economias dos clientes com títulos ativos, somaram R$ 28,93 bilhões, registrando uma redução de 4,8%.

“Essa redução nas reservas demonstra, de um lado, que muitos clientes lançaram mão de suas economias para fazer frente a alguma emergência financeira, movimento que foi mais intenso ano passado; de outro, reflete uma redução em vendas novas, o que já era esperado em vista da retração econômica”, diz Marco Barros, presidente da Federação Nacional de Capitalização.

A receita do setor atingiu os R$ 4,81 bilhões entre janeiro e março, montante ligeiramente inferior ao faturamento do primeiro trimestre do ano passado, quando a receita global alcançou R$ 4,87 bilhões. (decréscimo de 1,3%). Considerando a emissão de títulos obtida no período, em relação aos resgates efetuados, houve uma retenção de R$ 218,7 milhões no trimestre. Nos primeiros três meses do ano, as empresas de Capitalização distribuíram R$ 276,8 milhões em sorteios, o que corresponde ao pagamento de R$ 4,3 milhões em prêmios, por dia útil do período.

Bradesco Seguros comemora 13 anos do UniverSeg com mais de 1,5 milhão de participações em cursos

O UniverSeg – Universo do Conhecimento do Seguro, do Grupo Bradesco Seguros – completa 13 anos de atividades, investindo cada vez mais na capacitação técnica e profissional de funcionários, corretores e parceiros. Somente em 2016, foram investidos R$ 15,1 milhões, que resultaram, entre outras ações, em mais de 136 mil participações – 68.835 delas em cursos presenciais e 67.790 on-line. Desde 2004, já foram contabilizados mais de 1,5 milhão de participações em cursos à distância e presenciais.

O UniverSeg conta com a parceria da UniBrad, a universidade corporativa da Organização Bradesco, reconhecida como a melhor do mundo pelo GlobalCCU Awards 2017 (Conselho Global de Universidades Corporativas). No portal na internet (www.universeg.com.br), o UniverSeg disponibiliza, além de cursos, artigos, livros digitais, entrevistas, dicas de autodesenvolvimento e calendário de eventos. O acervo para consulta abrange mais de 700 livros digitais e seis mil videoaulas.