Lucro da Marsh McLennan cresce 7,6% e atinge US$ 1,21 bilhão no segundo trimestre de 2025

A Marsh McLennan registrou lucro líquido atribuível de US$ 1,21 bilhão no segundo trimestre de 2025 (2T25), um aumento de 7,6% em relação aos US$ 1,12 bilhão apurados no mesmo período do ano anterior.

O lucro líquido diluído por ação cresceu 8%, alcançando US$ 2,45, enquanto o lucro operacional aumentou 11,8%, totalizando US$ 1,83 bilhão. A receita consolidada da companhia no trimestre foi de US$ 6,97 bilhões, alta de 12% na comparação com o primeiro trimestre de 2024.

“Tivemos mais um trimestre sólido, com crescimento de 12% na receita, refletindo o impulso contínuo em nossos negócios e a contribuição de aquisições”, afirmou John Doyle, presidente e CEO da Marsh McLennan. “Nosso desempenho demonstra o valor duradouro que entregamos aos clientes, bem como nossa execução consistente em um ambiente complexo e dinâmico.”

A divisão de Risk & Insurance Services respondeu por US$ 4,6 bilhões da receita, um avanço de 15%. Dentro dessa área, a Marsh, unidade de corretagem da companhia, contribuiu com US$ 3,8 bilhões, alta de 18% em relação ao ano anterior. Já a Guy Carpenter, especializada em resseguros, teve receita de US$ 677 milhões, um aumento de 7%.

Regionalmente, a receita subjacente cresceu 4% na América do Norte (EUA e Canadá). As operações internacionais tiveram alta de 7%, com destaque para Europa, Oriente Médio e África (8%), Ásia-Pacífico (4%) e América Latina (3%).

Durante o segundo trimestre de 2025, a Marsh McLennan recomprou 1,4 milhão de ações, ao custo de US$ 300 milhões. No acumulado do semestre encerrado em 30 de junho, o lucro líquido da companhia foi de US$ 2,59 bilhões, frente aos US$ 2,52 bilhões registrados no mesmo período de 2024. A receita semestral subiu de US$ 12,69 bilhões para US$ 14,03 bilhões. Já no primeiro trimestre deste ano, a empresa havia reportado lucro de US$ 1,38 bilhão, levemente abaixo dos US$ 1,4 bilhão do 1T24.

IOF sobre VGBL não alcança período de suspensão, esclarece STF

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), esclareceu na sexta, 19, que o aumento do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) não se aplica às operações realizadas no período em que o decreto presidencial que elevou a alíquota esteve suspenso. Na quarta-feira (16), o ministro restabeleceu os efeitos do decreto presidencial, com exceção do trecho referente à incidência do IOF sobre as chamadas operações de “risco sacado”. A incidência sobre o VGBL foi mantida.

Segundo o ministro Alexandre de Moraes, a dinâmica e complexidade das operações financeiras sujeitas ao tributo constituem “obstáculo significativo à operacionalização da exação fiscal, sob risco de insegurança e aumento injustificado de litigiosidade entre Fisco e agentes econômicos”.

Na mesma decisão, o ministro autorizou a Fiep e outras instituições a participarem do caso como amici curiae (amigos da Corte), ou seja, entidades que, embora não sejam partes no processo, podem oferecer informações, opiniões técnicas ou subsídios relevantes para o julgamento da causa. Entre elas estão: a Confederação Nacional da Indústria (CNI), a Confederação Nacional do Transporte (CNT), a Confederação Nacional do Comércio (CNC), a Confederação Nacional das Instituições Financeiras (CNF), a Confederação Nacional das Empresas de Seguros Gerais, Previdência Privada e Vida, Saúde Suplementar e Capitalização (CNSeg).

Generali: seguros acessíveis são investimento para imprevistos no dia a dia

Fonte: Generali

Nos últimos anos, os smartphones se tornaram o principal alvo de criminosos, seja por conta do valor dos aparelhos ou porque o usuário tem informações bancárias gravadas nele. Especialmente nas grandes cidades, os casos de perda desses dispositivos em decorrência de crimes estão aumentando: somente no pré-Carnaval deste ano em São Paulo, por exemplo, houve alta de 52,6% nos furtos de celulares com relação ao mesmo período de 2024, de acordo com a Secretaria da Segurança Pública do município. 

Apesar disso, muitas pessoas optam por não ter nenhuma garantia adicional para esse bem, que muitas vezes é usado como instrumento de trabalho e contém uma série de funções essenciais para a rotina. A escolha de não contratar seguro para os aparelhos pode vir do receio dos valores envolvidos nesse tipo de proteção extra ou pela burocracia no processo de contratação. 

Nos últimos anos, as seguradoras se adaptaram para oferecer soluções acessíveis aos seus clientes. Substituir dispositivos ou até mesmo ser ressarcido de valores monetários são assuntos sérios e novas opções de seguros para esses imprevistos estão se tornando cada vez menos custosas para os contratantes.  

Um exemplo prático são os celulares e notebooks utilizados para o trabalho. “Além do risco de roubo e furto, sabemos que eles têm que ser substituídos com rapidez para que os profissionais possam retornar às atividades o quanto antes”, afirma Claudia Lopes, Diretora Comercial e Marketing da Generali Brasil. “Por meio de nossas parcerias estratégicas, conseguimos oferecer nosso Seguro Para Celular e Portáteis a preços competitivos”, destaca. 

Claudia também menciona que é preciso pensar no roubo e furto de bens como bolsas, mochilas e cartões de crédito, por exemplo. A Generali desenvolveu dois produtos nesse sentido: o Bolsa Protegida e o Perda e Roubo de Cartão.  

“Muitas vezes estamos carregando objetos de valor, que precisamos ter fácil acesso durante nossa rotina. O Bolsa Protegida garante que haja ressarcimento ao segurado em caso de roubo ou furto da sua bolsa, mochila ou maleta executiva, além da cobertura do valor de itens como carteiras, perfumes, óculos de sol, de grau, cosméticos, entre outros”, informa a executiva. Para quem carrega esse tipo de item diariamente, é importante que a segurança esteja disponível por um preço atrativo. O Seguro Perda e Roubo de Cartão também protege não só em caso de não ter mais acesso ao seu cartão de crédito, como também garante o ressarcimento de valores monetários que o segurado tenha perdido em caso de saque realizado por meio de ameaça ou coação. 

A Generali compreende as necessidades de seus clientes e busca oferecer soluções que possam ser vistas como um investimento inteligente. “Queremos sempre inovar e elaborar novos produtos que estejam em linha com a realidade dos brasileiros. Estamos no país há 100 anos e nos adaptando ao que a população precisa”, conclui a diretora. 

Porto Seguro é patrocinadora oficial do Rally do Sertões

A Porto Seguro, unidade de seguros do Grupo Porto, acaba de anunciar que será a nova patrocinadora oficial do Rally do Sertões 2025. É a primeira vez que a marca se une ao maior rally das Américas, fortalecendo sua presença no universo automotivo e aprofundando a conexão com mensagens como desempenho, resistência e proteção.

A parceria também representa um movimento estratégico para a unidade de negócios Porto Seguro em direção a experiências que celebram a paixão por dirigir, inovação, mobilidade e estilo de vida, pilares que fazem parte da companhia.

Ao longo de mais de 30 anos, o Sertões se consolidou como uma verdadeira jornada pelo Brasil profundo, revelando paisagens únicas e exigindo o máximo de pilotos, navegadores e máquinas. Em 2025, a 33ª edição da prova percorrerá mais de 3.400 km entre Goiânia (GO) e a Praia do Francês, em Marechal Deodoro (AL), atravessando cinco estados e diversos tipos de terreno, das areias do cerrado às serras do Nordeste.

Mais detalhes sobre ativações e novidades da Porto no Rally do Sertões 2025 serão divulgados em breve.

“Odontomóvel” inicia atendimentos odontológicos gratuitos a crianças em São Paulo

Screenshot

Fonte: MetLife

Nesta quinta-feira, o Odontomóvel MetLife realiza a primeira sessão de consultas gratuitas a crianças e adolescentes na Casa José Coltro, no Capão Redondo em São Paulo. Os atendimentos fazem parte de uma série de ações sociais e educativas da campanha Julho Neon, mês dedicado à conscientização sobre a importância do cuidado com a saúde bucal no país.
 

Ao todo, serão realizadas cerca de 50 consultas odontológicas gratuitas a crianças e adolescentes atendidos pelo projeto Crescer – uma organização não governamental que atua na educação e na profissionalização de jovens, impactando diretamente mais de 500 pessoas. Com o apoio de voluntários da MetLife, uma das maiores empresas de serviços financeiros do mundo, e dentistas da rede credenciada, as crianças também receberão kits de higiene bucal e participarão de atividades educativas sobre a importância dos cuidados pessoais.
 

A iniciativa visa conscientizar e ensinar como devem ser os cuidados com a saúde bucal, visto que um percentual alarmante de crianças brasileiras ainda não recebem nenhum tipo de tratamento adequado. Segundo dados da Pesquisa SB Brasil 2020/2023, cerca de 41% das crianças com cárie não recebem nenhum tipo de tratamento, com percentual chegando a mais de 50% em cinco estados brasileiros, sendo eles Rio de Janeiro, Alagoas, Paraíba, Roraima e Acre.
 

“Essa é uma oportunidade de gerar impacto real e positivo na vida das pessoas, reforçando nosso propósito de proteger o que realmente importa: a saúde holística, o bem-estar e a vida. O Odontomóvel simboliza esse cuidado em movimento, indo até onde os brasileiros estão e promovendo acesso à saúde bucal com acolhimento e informação”, destaca a diretora de dental da MetLife Brasil, Andréa Figueiredo.
 

A campanha conta com a participação de colaboradores da MetLife como voluntários, que auxiliam nas atividades e no acolhimento dos beneficiados, especialmente crianças que podem ter receio do atendimento odontológico.
 

Relatório da Howden Re alerta para intensificação dos riscos climáticos durante o inverno no Brasil

A Howden Re, braço global de resseguros e consultoria estratégica da Howden, acaba de publicar a quinta edição do relatório ‘Panorama climático no Brasil e no mundo’. O relatório oferece uma visão detalhada da evolução das condições meteorológicas por meio de uma análise retrospectiva da atividade nos meses de abril, maio e junho, e fornece, ainda, uma previsão climática aprofundada para os meses de julho e agosto de 2025. O estudo enfatiza a intensificação da segurança climática no país, em que a sobreposição de extremos, desde chuvas históricas até geadas recordes, está pressionando a infraestrutura, a agricultura e os sistemas de seguro do país.

Segundo Antônio Jorge da Mota Rodrigues, Head da Howden Re Brasil, os dados reforçam a urgência de soluções inovadoras que combinem resiliência financeira, previsibilidade e acesso a proteção para populações e setores expostos. “À medida que o Brasil caminha para receber a COP30, o desafio não está apenas em medir os riscos, mas em transformar informações em ação. O resseguro deve desempenhar um papel vital no desenvolvimento de soluções que vão além da indenização, sendo um catalisador de adaptação climática. Isso passa por antecipar, modelar e distribuir os riscos de forma mais justa e eficaz”, afirma. 

Abril a junho: uma estação marcada por extremos e eventos severos

O segundo trimestre foi caracterizado por uma sequência de eventos extremos que atingiram diferentes regiões do país, revelando fragilidades estruturais e aumentando a exposição aos riscos climáticos. Em abril, o Sudeste e o Centro-Oeste registraram acúmulos de chuva muito acima da média histórica, com destaque para Teresópolis (RJ), onde os volumes ultrapassaram 700 mm, mais de seis vezes do que o normal. Esse excesso foi impulsionado pela combinação de frentes frias, cavados (região alongada de baixa pressão atmosférica em relação às áreas vizinhas, geralmente associada a condições de tempo instável, como chuvas intensas e ventos fortes) e sistemas de alta pressão que intensificaram a instabilidade atmosférica. 

Maio reforçou o alerta climático no Sul do país. Um ano após as enchentes históricas no Rio Grande do Sul, o estado voltou a ser impactado por fortes inundações, com acumulados superiores a 200 mm em apenas 24 horas em diversas cidades. Além disso, ondas de frio polar atingiram a região e a bacia amazônica, trazendo os primeiros episódios de friagem e neve do ano.

Em junho, um ciclone extratropical atingiu novamente a região Sul, seguido por uma massa de ar polar que derrubou as temperaturas para -8°C em Urupema (SC). O evento causou geadas generalizadas nas regiões produtoras de milho, trigo e café, elevando os riscos e prejuízos para a produção agrícola e para o setor de seguros rurais.

Julho e agosto: inverno seco, mínimas elevadas e risco crescente de calor fora de época

O mês de julho segue marcado por precipitação abaixo da média nas regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste, com exceção de Goiás, onde os volumes devem se manter próximos à média histórica. No Nordeste, por outro lado, os estados do Rio Grande do Norte, Paraíba e Pernambuco apresentam acumulados acima da média, influenciados por sistemas de instabilidade persistentes.

Para agosto, a previsão indica acumulados de chuva dentro ou ligeiramente acima da média no Centro-Oeste, no Nordeste e no Paraná, enquanto o Rio Grande do Sul e Santa Catarina mantêm a tendência de chuvas abaixo da média. Em relação às temperaturas, a maior parte do país deve registrar valores ligeiramente acima da média, com exceção de áreas como o Tocantins, o noroeste do Pará e o Mato Grosso, que apresentam tendência de temperaturas abaixo do esperado. As anomalias de temperatura mínima também chamam atenção após um início de estação com mínimas próximas da média, julho já mostra elevações, e agosto deve intensificar esse padrão, especialmente nas regiões do Centro-Sul do país. Esse comportamento sugere um aumento na frequência de episódios de calor fora de época. 

Resseguro em transição

De acordo com Antônio Jorge Rodrigues, o mercado de resseguros no Brasil está passando por uma transformação crítica, com a migração de uma postura predominantemente reativa para uma atuação antecipatória e baseada em dados climáticos avançados. “Iniciativas como o seguro paramétrico para ondas de calor, já testado em grandes centros urbanos, e o mapeamento de riscos agrícolas regionais estão moldando uma nova fase do setor. Com a Taxonomia Sustentável Brasileira prestes a ser publicada e a COP30 no horizonte, o relatório reforça o alinhamento crescente entre estruturas financeiras e análise climática para apoiar a resiliência em larga escala”, destaca.

STF valida IOF sobre VGBL

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, validou a maior parte do decreto do governo Lula que aumentou o Imposto sobre Operações Financeiras (IOF), que havia sido derrubado pelo Congresso, revogando apenas a tributação das operações de risco sacado, deixando a tributação sobre o VGBL, o que deverá reduzir de forma significativa o volume de arrecadação da maior carteira do setor de seguros.

O setor arrecadou R$ 58,8 bilhões no primeiro quadrimestre deste ano, segundo dados da Fenaprevi, um recuo de 8,2% quando comparado ao volume observado nos quatro primeiros meses de 2024. O VGBL representou 63% dos planos comercializados no período. O mapeamento aponta que cerca de 7% da população adulta no país (11,2 milhões de pessoas) possui pelo menos um plano de previdência. Ao todo, são quase 14 milhões de contratos, sendo 80% na modalidade individual e 20% em contratação coletiva.

Até maio, como divulgou a Susep nesta semana, os planos de previdência, que incluem PGBL, VGBL e previdência tradicional, obtiveram redução nominal de 8,33% e real de 12,8% frente ao mesmo período do ano anterior, num total de contribuições e aportes de R$ 73,8 bilhões. A contribuição líquida para esses produtos foi positiva em R$ 11,7 bilhões.

Até então, todos os aportes em VGBL eram isentos de IOF. Com a publicação do Decreto nº 12.466/2025, passa a incidir alíquota de 5% de IOF sobre aportes mensais acima de R$ 50 mil por CPF, realizados em planos com cobertura por sobrevivência — caso do VGBL. o novo tributo incidirá sobre o valor aportado e não sobre os rendimentos. Assim, a soma das contribuições realizadas este ano até R$ 300 mil e, a partir de 2026, até R$ 600 mil permanecem isentas da cobrança do IOF.

A CNseg e a Fenaprevi, em nota, reiteram a discordância com o decreto presidencial que cria a cobrança de IOF nos planos VGBL, estabelecida no Decreto 12.499. “O setor segurador pretende continuar o debate para sensibilizar os Poderes quanto à decisão que passa a cobrar IOF de 5% sobre o valor nominal dos depósitos acima de R$ 300 mil neste ano. Reiteramos que a incidência de IOF no VGBL, além de criar assimetria no produto, está na contramão das ações do mercado segurador de estimular a poupança de longo prazo, cada vez mais necessária no cenário de envelhecimento da população”, informou em nota.

Moraes escreveu em sua decisão que “não houve desvio de finalidade” na incidência do IOF sobre planos de previdência privada do tipo VGBL, conforme estipulado pelo decreto presidencial. “Com as novas informações trazidas aos autos e os argumentos expostos e debatidos na Audiência de Conciliação, é possível afirmar que, em relação à alteração de alíquotas e também sobre a incidência do IOF em entidades abertas de previdência complementar e outras entidades equiparadas a instituições financeiras, não houve desvio de finalidade”, escreveu Moraes.

Haddad disse em entrevistas que não havia concordância da Fazenda com a retirada do VGBL da tributação. A Fazenda, segundo o ministro, interpreta que pessoas de elevada renda vêm usando as aplicações na previdência privada para recolher menos imposto apenas como planejamento tributário. “Nas conversas com os parlamentares, eu não vi, depois das explicações dadas, eu não vi desconforto com isso”, disse Haddad, sobre a taxação do VGBL. “As pessoas que têm altíssima renda procuram caminhos legais, às vezes nem sempre, mas legais, de fazer o planejamento tributário. O papel da autoridade fazendária é perceber o desequilíbrio das várias aplicações e nivelar, para que não haja exatamente vantagem indevida.”

Em nota, o Ministério da Fazenda afirma que Moraes, após ouvir Congresso e Executivo, “formou sobriamente seu juízo”. “A partir dessa importante decisão, foram adequadamente reafirmadas as prerrogativas constitucionais. A decisão contribui para a retomada da harmonização entre os poderes e representa como o diálogo é fundamental para o retorno à normalidade institucional do país”, disse a pasta do Ministro Fernando Haddad.

A Advocacia-Geral da União (AGU) diz que Moraes entendeu como “razoável e plausível a argumentação da União sobre a violação do princípio da separação de poderes”. “Além disso, (a decisão) destaca a necessidade de esclarecer a dúvida levantada pelo Congresso Nacional sobre possível desvio de finalidade dos decretos presidenciais, especialmente em razão do caráter fiscal das medidas”, completou a AGU.

Favela Seguros marca presença na Expo Favela São Paulo

Gê Coelho, Líder de Relações Institucionais da Favela Seguros.

Nos dias 19 e 20 de julho, a Favela Seguros, iniciativa do Grupo MAG, em parceria com a Favela Holding, participa ativamente de mais uma edição da Expo Favela São Paulo. O evento conecta líderes, empreendedores e moradores das favelas em um único lugar, com o objetivo de discutir inovação e impulsionar negócios no ecossistema das favelas brasileiras.

“Participar de mais uma edição da Expo Favela São Paulo é um grande orgulho. É uma oportunidade única de reforçarmos o nosso compromisso com a proteção das famílias nas favelas de todo o Brasil. Além disso, estamos construindo pontes com a favela para poder receber pessoas que estejam interessadas em ingressar como representantes de venda de seguros, atuando dentro das favelas já contempladas pelo ecossistema da Favela Seguros”, comenta Gê Coelho, Líder de Relações Institucionais da Favela Seguros.

No primeiro dia de evento, os executivos Leonardo Lourenço, Diretor Estatutário de Marketing, Comercial, Tecnologia e Operações do Grupo MAG, e Gê Coelho, Líder de Relações Institucionais da Favela Seguros, debatem, às 11h, os cases de sucesso que têm impactado as favelas. A Favela Seguros também participa, às 17h, do painel ‘Fortalecendo o audiovisual e criação de conteúdo da favela’, representada por Thiara Lima, Especialista em Desenvolvimento Comercial da Diretoria de Gente e Gestão, do Grupo MAG; juntamente com Tiago Trindade, cofundador, sócio e CCO da Digital Favela; Arthur Neves (@umasimplesmente), criador de conteúdo e professor na Escola de Cria e a head comercial agências da Digital Favela, Clarissa Crisóstomo.

O projeto já está presente em 10 favelas entre Rio de Janeiro e São Paulo, cada uma com um líder e 10 representantes de venda. A iniciativa Favelas Seguros tem como meta recrutar durante o evento cerca de 100 novos representantes de venda para atuar diretamente nessas favelas.

Seguradoras arrecadam R$ 178 bi até maio, avanço de 0,75%; VGBL maior segmento, recua 8,5%

queda do pin

O setor de seguros arrecadou R$ 175,88 bilhões nos cinco primeiros meses do ano, um avanço nominal de 0,75% frente ao mesmo período de 2024, segundo dados da Superintendência de Seguros Privados (Susep). Os seguros de danos e de pessoas (com exceção do VGBL) somaram R$ 88 bilhões em receitas, o que representa um crescimento nominal de 8,09% em relação ao mesmo período do ano anterior. 

No segmento de seguros de danos, os microsseguros se destacaram, arrecadando R$ 780 milhões no período, o que representa alta nominal de 18,17% e crescimento real de 12,42% na comparação com os cinco primeiros meses de 2024. O seguro auto arrecadou R$ 24 bilhões no ano até o mês de maio, montante 5,89% superior ao registrado no mesmo período de 2024, em termos nominais. 

Já nos seguros de pessoas, o seguro viagem foi destaque no período, obtendo crescimento nominal de 11,66% e expansão real de 6,20%, com um total deR$ 390 milhões arrecadados, evidenciando o aumento da demanda por esse tipo de proteção. 

Os produtos de acumulação – que incluem PGBL, VGBL e previdência tradicional – obtiveram contribuições e aportes de R$ 73,86 bilhões no ano até o mês de maio, uma redução nominal de 8,33% e real de 12,79% na comparação com o mesmo período do ano anterior. Quando subtraídos os resgates e benefícios, a contribuição líquida para esses produtos foi positiva em R$ 11,71 bilhões, de janeiro a maio de 2025. 

Já no segmento de capitalização, o setor arrecadou R$ 13,94 bilhões até maio, valor que representa um crescimento nominal de 11,54% e real de 6,06% em comparação ao mesmo período do ano passado. 

As indenizações, resgates, benefícios e sorteios do setor supervisionado totalizaram R$ 22,09 bilhões somente em maio de 2025. No acumulado do ano, R$ 110,55 bilhões foram restituídos pelo setor à sociedade brasileira.    

O estoque de provisões técnicas – montantes que as empresas supervisionadas devem manter para garantir o cumprimento de seus compromissos futuros – alcançou R$ 1,9 trilhão em maio de 2025, o que representa 15,85% do Produto Interno Bruto (PIB) da economia brasileira. 

Grupo HDI abre inscrições para projetos incentivados com realização prevista para 2026

Screenshot

O Grupo HDI, um dos principais conglomerados seguradores do país, anuncia a abertura das inscrições para projetos sociais incentivados, com objetivo de selecionar iniciativas aprovadas nas leis de incentivo à Cultura (Lei Rouanet), Esporte, Criança e Adolescente, Idoso e Pessoas com Deficiência. Os escolhidos receberão aportes das empresas do conglomerado – Yelum, HDI Seguros, HDI Global e Fácil Assist – para execução em 2026.

Entre os dias 14 de julho e 10 de agosto, instituições sociais, como ONGs, institutos e fundações, bem como captadores de recursos, poderão inscrever seus projetos por meio de formulário disponível exclusivamente no site institucional da HDI Seguros, na seção de Sustentabilidade. Inscrições enviadas por outros meios ou fora do prazo não serão consideradas. 

Para participar do processo seletivo, além de atender aos critérios obrigatórios estabelecidos no edital, os interessados deverão enviar os documentos complementares por e-mail, conforme as orientações disponíveis no formulário de inscrição. A ausência dessas documentações poderá resultar na desclassificação da proposta.

Após o período de inscrições, as propostas passarão por uma triagem inicial e aquelas pré-selecionadas serão contatadas por uma consultoria parceira do Grupo HDI para o refinamento das informações. A seleção final está prevista para o mês de outubro e os projetos aprovados serão comunicados oficialmente pela empresa até dezembro deste ano.

Esta é a segunda edição do edital realizado pelo Grupo HDI para seleção de projetos incentivados e a iniciativa está alinhada às diretrizes estratégicas da companhia, que tem como compromisso apoiar ações com potencial de gerar impacto positivo e duradouro nas comunidades em que atua. Por isso, entre os pilares que orientam essa seleção, destacam-se a valorização da cultura local, o fomento ao empreendedorismo inclusivo, a promoção da qualidade de vida, o incentivo a atividades ao ar livre e compromissos com práticas ESG e responsabilidade social.