Conteúdo para consumidores: um ano da Rádio CNseg

Patrícia destacando em evento o papel social do rádio CNseg

Fonte: CNseg

Sob o comando da superintendente de comunicação externa Patrícia Gonzalez, a Rádio CNseg completa um ano de existência neste dia 19 de outubro e já figura hoje entre os principais veículos informativos do mercado nacional de seguros. A rádio, liderada pelo editor Mário Moreira e pela chefe de produção Luciana Ayres, leva ao ar 20 quadros semanais sobre diversas áreas do setor e acumula quase mil programas veiculados desde o seu lançamento. Os chamados “Boletins Federações”, que abordam temas de relevância nacional associados ao setor de seguros, já foram reproduzidos por 2.216 emissoras em 1.505 municípios do país.

A iniciativa é um dos pilares do programa de Educação em Seguros da CNseg, que tem como objetivo ampliar a comunicação do mercado de seguros junto à população e disseminar conceitos fundamentais ao planejamento de vida do consumidor. Entre as demais iniciativas estão o Canal Seguro, no Youtube, e as fanpages da CNseg e da Rádio CNseg no Facebook.

“A nova administração da CNseg colocou uma prioridade e um desafio ao mesmo tempo: falar para fora, para o maior público possível, e ouvir das pessoas o que elas têm a dizer sobre a nossa atividade”, destaca o presidente da CNseg, Marcio Coriolano. “Eu acho que a Rádio CNseg foi um salto de qualidade formidável, e em pouco tempo ela já é reconhecida como um veículo muito importante.”

A Rádio CNseg simboliza um esforço conjunto de aproximação do setor junto a seus consumidores. Se um dia foi limitado por dificuldades de comunicação e um linguajar marcadamente técnico, o mercado segurador é hoje é um dos que melhor conversa com a população – e, a cada boletim de serviço ou entrevista, evidencia a importância dos diferentes tipos de seguro na vida dos brasileiros.

Zurich aposta na inovação da era digital para o mercado de seguros

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A Zurich, seguradora global com mais de 78 anos de atuação no mercado brasileiro, comemora sua intensa participação no 20° Congresso Brasileiro de Corretores de Seguros, o maior evento do setor no país, com troca de conhecimento e apresentação de seus produtos inovadores para corretores. O evento foi realizado de 12 a 14 de outubro, no Centro de Convenções de Goiânia (GO).

O CEO da Zurich no Brasil, Edson Franco, participou do debate no painel “Distribuição de Seguros: diferentes meios”. Em sua apresentação, que contou com a presença de mais de 2 mil pessoas, o executivo fez uma análise do atual cenário do mercado de seguros frente às mudanças do século XXI, conduzidas, principalmente, pelas novas tecnologias. Para ele, um dos aspectos dessas mudanças é que estas têm ocorrido numa velocidade menor e isto é um dos grandes desafios. “O processo de mudança não é linear, é exponencial. Então, quando a gente acha que tudo vai acontecer no ano seguinte e a gente se acomoda porque não aconteceu, normalmente somos pegos de surpresa”, avalia.

Por outro lado, comentou que, “estamos cada vez mais exigentes pela hiperconveniência”. E, dentro desse cenário, segundo Edson, cabe às seguradoras se colocarem no lugar do cliente. “Nosso papel é entender a necessidade dos clientes e nos fazermos indispensáveis a ele”, pontuou. “A intermediação sempre vai existir, precisamos entender como será essa intermediação e como poderemos ajudar a sermos realmente consultivos e não monoprodutivos”, destacou.

Edson ainda apresentou um estudo realizado recentemente pela Zurich, em parceria com a Universidade de Oxford, o Income Protection Gap, que pretendeu entender o déficit na proteção contra a perda de renda em 12 países. De acordo com o levantamento, o Brasil tem o menor índice desses países, no que se refere a poupanças, ou seja, caso as pessoas perdessem a renda, seja por invalidez, desemprego ou morte, 72% da população não têm poupança para se manter por mais de seis meses. Isto, segundo ele, reforça a importância do papel das seguradoras no mercado brasileiro.

O assunto também foi debatido em outras palestras do evento, como a do consultor e comentarista de tecnologia da Globo News, Ronaldo Lemos, que apresentou os desafios e novidades do mundo digital, além de também destacar o “crescimento exponencial” da tecnologia”. Segundo ele, esse modelo leva a uma “assimetria de informação”, o que gera uma demanda pela gestão de dados. “Uma das formas de gerir riscos é a partir de dados, e, hoje, há uma demanda cada vez maior pela gestão de riscos”, avaliou. Para ele, o papel das seguradoras, nesse contexto, é fundamental, pois faz parte de seu negócio a análise e gestão de dados.

O consultor falou ainda do surgimento da internet das coisas – “a possibilidade de conectar todo e qualquer objeto à internet”. A partir daí, destacou a importância da inovação e apresentou medidas à prova de crises que servirão para diferenciar qualquer empresa em meio a esse cenário. São elas: relação com clientes, senso de urgência, reforço da confiança com o cliente, engajamento, visibilidade e comunicação permanente.

Ampliando relacionamento – O estande da Zurich recebeu muitos visitantes durante os três dias do primeiro dia do 20º Congresso Brasileiro dos Corretores de Seguros. Para os executivos da companhia, o espaço é fundamental para estreitar relacionamento com os corretores, que podem conhecer os produtos e soluções desenvolvidas pela Zurich, bem como trocar experiências e conhecimento.

Além do CEO da companhia no Brasil, Edson Franco, participaram do evento diretores da companhia, como Márcio Benevides, Head of Distribution and Bancassurance; Walter Pereira, Head of Personal Lines; Celso Soares, Head of Underwriting; Eder Prado, diretor Regional São Paulo – Capital; Luciano Silveira, diretor regional Interior de São Paulo; Rogerio Gebin, diretor regional MG e Centro-Oeste; Waldecyr Schilling, diretor regional Sul; Emerson Bueno, diretor regional RJ, ES, Norte e Nordeste, além de gerentes regionais.

“Para nós é sempre uma satisfação participar deste evento. É uma oportunidade ímpar para encontrarmos os corretores e ampliar nosso relacionamento, bem como ouvir as necessidades do mercado. Nosso objetivo constante é oferecer o melhor produto para nossos clientes”, afirma Edson Franco.

Produtos com foco no cliente – A Zurich levou toda sua expertise global em produtos sob medida para atender as necessidades de seus clientes para o evento. Ganharam destaque produtos da Linha Financeira para proteção de executivos e profissionais, como o D&O e o E&O. O Seguro D&O é especialmente voltado para os gestores de empresas pequenas, médias e de grande portes e protege o patrimônio desses executivos no caso deles serem responsabilizados judicial ou administrativamente por decisões que causem danos involuntários a terceiros. Já o Seguro E&O foi criado pela Zurich para proteger profissionais que causem prejuízos a terceiros em razão de erros e omissões cometidos na prestação de seus serviços.

A companhia também apresentou suas soluções voltadas para Riscos de Engenharia, com produtos que atendem as necessidades das empresas da construção civil e montadoras de equipamentos, cobrindo os diversos riscos que correm ao realizar seus serviços; para Gerenciamento de Riscos, com serviços e aplicativos versáteis, que auxiliam as empresas a entenderem melhor os riscos que correm, como o Zurick Risk Advisor, uma plataforma digital com um pacote completo de ferramentas de engenharia de risco para clientes e corretores; e para Vida em Grupo, que oferece diversas opções de coberturas e serviços para pequenas, médias e grandes empresas, sindicatos e associações da iniciativa privada.

Premiação para corretores – Os corretores presentes no evento ainda tiveram uma grande surpresa da Zurich, que patrocinou o sorteio de seis carros durante o Congresso. Segundo Márcio Benevides, Head de Distribuição e Bancassurance da Zurich no Brasil, esta é uma maneira de valorizar, agradecer, reconhecer e celebrar a próspera parceria com os corretores. “Não existe nenhuma palavra para descrever a emoção das pessoas que ganharam os carros, já que elas não esperavam por isso. Foi absolutamente espetacular participar e poder proporcionar esse momento e essa surpresa. Nossa intenção era contribuir com o evento, com o corretor e ratificar a nossa marca. Mas, no final, foi muito mais que isso e guardamos um pouco da Zurich no coração e na lembrança destas pessoas”, afirmou.

O corretor Josafa Ferreira, de São Paulo, foi um dos ganhadores e disse que a emoção foi indescritível. “Não sabia se chorava ou se pulava de alegria. Um carro é um bem, evidentemente. Não vai mudar a vida, mas como profissional, é um reconhecimento ao teu árduo trabalho”, comemorou.

MUPPETS inspiram música e bonecos da campanha thinkseg

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Neste mês, a start-up de seguros thinkseg estreia sua campanha para divulgar uma nova forma de contratar seguro, com personagens inspirados nos monstrinhos do Muppets Show. Os seis bonecos da campanha thinkseg, chamados Maná Maná, Cuidadoso, Atento, Seguro, Ousado, Veloz, podem ser vistos em filmes de até 30 segundos de duração, além de posts com imagens deles, todos exibidos no facebook, instagram e youtube, com a hashtag #ChegaDeManaMana. Alguns vídeos já apresentam quase um milhão de visualizações.

“Queríamos uma campanha divertida, com bonecos alegres, saindo da rotina dos filmes com pessoas e famílias, bem comuns no setor de seguros”, explica o CEO da thinkseg, Andre Gregori. O Muppets Show, ícone dos anos 70 que ainda continua muito atual, serviu apenas de inspiração. Não é uma cópia. Os bonecos de manipulação, feitos para a nossa campanha, apresentam identidade própria. Foram todos criados por nós, com as características do nosso modelo de negócio”, completa Gregori.

Os bonecos thinkseg (Maná Maná, Cuidadoso, Atento, Seguro, Ousado, Veloz) foram feitos pela Oba Oficina de Bonecos, que levou 3 meses para a confecção deles. São criações exclusivas para a thinkseg. Tudo feito artesanalmente, um por um, à mão. Cada boneco tem cerca de um metro de altura. O trabalho envolveu seis profissionais. Ficaram prontos no começo de 2017 e, depois, ocorreram as filmagens dos bonecos manipulados com as mãos.

Com sede no Rio de Janeiro, a Oba Oficina de Bonecos é a responsável pela criação, cenário e produção dos cavalinhos de times de futebol que aparecem no programa da TV Globo, Fantástico, aos domingos. A experiência da Oba na manipulação na criação e manipulação de bonecos vem desde os anos 90, incluindo programas das apresentadoras Xuxa e Angélica, TV Colosso e programas no Canal Futura, TV Brasil, além de produções independentes.

“Os Muppets são os melhores do mundo na técnica do “hand puppets”(bonecos de mão). O criador e manipulador dos bonecos Muppets, Jim Henson, é o nosso ídolo”, diz Quiá Rodrigues, um dos três sócios da Oba Oficina de Bonecos, ao lado de Renato Spinelli e Heloísa Dile. Isso nos cativou pela criação de monstrinhos originais para a thinkseg”, completa Rodrigues.

O roteiro das histórias foi feito pela agência Babushka Digital. Já a trilha sonora “Mahna Mahna” é a original dos Muppets Show. “A música ‘Mahna Mahna’ não tem fronteiras. É conhecida em diversos países, por pessoas de diferentes faixas de idade. Prende a atenção de quem ouve. Fomos atrás do direito autoral da trilha dos Muppets para usá-la na campanha da thinkseg por um ano”, explica Gregori.

Na campanha da thinkseg, o principal personagem, chamado Maná Maná, simbologia do homem das cavernas, aterrissa nos tempos modernos para acabar com as pilhas de papéis, letras miúdas de contratos, atendimento com fila de espera – tudo aquilo que representa enrolação durante a contratação de um seguro nos nossos dias.

É como se o Maná Maná, vindo da era das cavernas, chegasse para dizer: “Vamos resolver tudo mais rápido, chega de tanto papel, chega de enrolação, chega de maná maná”, explica o Andre Gregori. A hashtag #ChegaDeManaMana está presente de todas publicações da campanha na mídia digital. O Maná Maná quer uma atitude prática e funcional, propondo a contratação rápida do novo seguro thinkseg pelo celular”, completa.

O oposto da praticidade é representando pelo personagem “Caretinha” que tem a imagem de um humanoide. Apesar de nascido no mundo moderno, cresceu em um ambiente cheio de burocracia, com papéis para preencher, cláusulas para serem analisadas, fila de espera no call center. Ele tem medo do novo. É o contraste do Maná Maná.

Os outros personagens da campanha thinkseg – Cuidadoso, Atento, Seguro, Ousado, Veloz – inspirados no formato “monstrinhos” do Muppets Show, representam diferentes perfis de pessoas no volante e no trânsito:

1)Atento: tem dois olhos na ponta de antenas, voltados a sinais, direção, trânsito, faixa de pedestre, pessoas.

2)Cuidadoso: zela por todos que estão no carro, na rua e no trânsito. É fiel como um cão ao seu dono.

3)Veloz: voa rápido por onde passa, com seu penacho balançando ao vento. Ultrapassa limites de velocidade.

4)Seguro: está sempre bem equipado, com cinto afivelado e capacete. Segurança no trânsito é com ele mesmo.

5)Ousado: está sempre em busca do algo “a mais” para sair da mesmice. Busca caminhos alternativos.

A primeira fase da campanha thinkseg, com os seis bonecos manipulados, será encerrada em novembro. Na segunda parte, prevista para 2018, o bonecos ganham vida e começam a interagir entre eles, como no Muppets Show.

Icatu Seguros e BlackRock lançam fundo de previdência com investimento no exterior

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A Icatu Seguros, maior seguradora independente do pais em Vida e Previdência, e a BlackRock, maior gestora de ativos do mundo, lançam em parceria o primeiro produto de previdência do mercado com exposição no mercado internacional. Com uma expectativa de captação de R$ 100 milhões em um ano, o ICATU SEG GLOBAL EQUITY INCOME 10 FIM PREVIDENCIARIO investirá em ações globais até o máximo permitido pela legislação brasileira.

A abertura do fundo foi possível graças as oportunidades trazidas pelas novas regras do setor, como a resolução do Conselho Monetário Nacional (CNM), n° 4.444, que permitiu que fundos de previdência aberta pudessem aplicar até 10% do seu patrimônio no exterior, assim como já acontece com os fundos fechados de previdência (fundos de pensão).

“Mais uma vez, somos pioneiros no lançamento de um novo produto de previdência, como foi com as estratégias ciclo de vida, inflação, gestores independentes e muitas outras. O fundo abre uma importante opção de diversificação na carteira do investidor em um momento de juros em patamares mais baixos. Apesar do percentual de aplicação ainda ser pequeno, os resultados de nossas simulações indicam que apenas essa parcela já agrega um diferencial nos resultados de longo prazo. Temos grande satisfação e orgulho de termos a BlackRock, maior gestora de ativos do mundo, como parceira nessa empreitada”- afirma Felipe Bottino, Diretor de Produtos de Previdência da Icatu Seguros.

“A aposentadoria sempre foi foco da BlackRock. Um dos grandes desafios hoje é o aumento da longevidade, tendo em vista os vastos avanços na tecnologia, ciência e cuidados médicos nos últimos anos. O cidadão tem que lidar com o desafio de conciliar a aposentadoria adquirida ao longo do seu periodo de trabalho com a nova realidade de aumento da expectativa de vida. Além disso, diferentes ciclos econômicos no qual o poupador está exposto durante o seu periodo de acumulação de riqueza, faz com que novas opções de investimentos sejam criadas para auxiliá-lo no atingimento de seu objetivo de longo prazo. O lançamento desse produto é mais uma iniciativa que vem ao encontro dessa filosofia”- afirma Rodrigo Araujo, Diretor da BlackRock.

O fundo terá aplicação mínima de R$ 500,00 mensais ou R$ 10.000,00 aporte único e taxa de administração de 1,10%. A estratégia do fundo será composta por até 10% de ações globais com foco em qualidade (dividendos confiáveis e crescimento sustentável) gerido pela BlackRock e o restante do fundo investirá em ativos de inflação curta, buscando proteger o poder de compra do investidor no longo prazo, geridos pela Icatu Vanguarda.

Títulos de capitalização: sorteios crescem, resgates diminuem

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Com um aumento de 4,9% no valor de prêmios distribuídos em sorteios entre janeiro e julho, em comparação ao mesmo período do ano passado, o segmento de títulos de capitalização entregou cerca de R$ 641 milhões de prêmios em dinheiro a clientes sorteados de todo o país, informa a Federação Nacional de Capitalização (FenaCap). Isso equivale ao pagamento de R$ 4,3 milhões por dia útil, no período.

Os números revelam que o segmento registrou, pela segunda vez consecutiva, uma redução de 7,6% nos resgates, em comparação a igual intervalo de 2017, sinalizando que as pessoas estão cautelosas, deixando o dinheiro guardado por mais tempo. Esse movimento se reflete no volume das reservas técnicas, recursos dos clientes com títulos ativos, que alcançaram R$ 28,5 bilhões . O pequeno recuo nessas provisões, de 3,9%, se deveu ao movimento de resgates finais e antecipados e também a uma retração de 2,8% no faturamento global do setor, que atingiu R$ 11,5 bilhões. “Esse resultado já era previsto, em razão do desempenho da economia e da retração da renda”, diz o presidente da FenaCap, Marco Barros. Entretanto, segundo ele, o mercado já começa a reagir, especialmente pela melhoria de alguns indicadores, com destaque para a queda no índice de desemprego, inflação e juros baixos.

Na análise de desempenho por modalidade, o título de capitalização de Incentivo, voltado para pessoas jurídicas interessadas em realizar ações promocionais de vendas, arrecadou R$1,2 bi, o que representa um crescimento de 49% em relação ao mesmo período do ano anterior. “É uma solução para alavancar vendas, que ajuda a girar estoques e tem tido enorme aceitação no mercado varejista, especialmente em momentos de incerteza econômica e queda do consumo,” assinala Marco Barros, ao analisar o ritmo diferenciado de crescimento apresentado pela modalidade.

O título de capitalização Tradicional, carro-chefe do setor, registrou arrecadação de R$ 9,6 bilhões, sendo responsável por 83,8% resultado global do segmento. Dentro dessa mesma modalidade, o título de capitalização para garantia locatícia, que substitui o fiador nas transações de alugueis de imóveis residenciais e comerciais, também se destacou, com crescimento de 82,3%, quando comparado com ano anterior, resultando em R$ 819,3 milhões de receitas. O produto Popular, cujas regras de desenvolvimento e comercialização estão sendo revistas pela Susep, arrecadou R$ 629,9 milhões, representando 5,48% do faturamento.

A Federação Nacional de Capitalização foi fundada em 7 de fevereiro de 2007, com o objetivo de representar política e institucionalmente as empresas do setor. A entidade reúne as 17 empresas autorizadas a operar no mercado.

Bradesco Seguros lança o portal “Viva a Longevidade”

A Bradesco Seguros quer ser referência em longevidade. O que já vem sendo nos últimos 12 anos, quando apostou em ações que visam levar à sociedade a consciência de que pequenas atitudes podem mudar a qualidade de vida de cada um. Desde então, apostou em projetos que fazem a diferença, como o Porteiro Amigo, o Circuito de Longevidade e a Ciclofaixa Bradesco, só para citar alguns. Agora, para consolidar todas essas ações além de outras que surgem constantemente, o grupo colocou no ar uma plataforma chamada “Viva a Longevidade”, conta Alexandre Nogueira, diretor do grupo Bradesco Seguros.

“De todos os sites temáticos que o grupo tem, o de longevidade é o que tem maior visitação dado o interesse pelo tema”, conta ela. Atualmente o portal registra 150 mil usuários únicos por mês e a expectativa agora é que a plataforma supere 400 mil acessos. “A partir de agora vamos trabalhar juntamente com a Bradesco Vida e Previdência e com a Bradesco Saúde, pois ambas são parte integrante do conceito de qualidade de vida na longevidade”, explica Nogueira.

Se considerarmos os princípios básicos da qualidade de vida – comer bem, praticar esportes, ser feliz e se planejar financeiramente –, realmente as empresas do grupo se completam: “O Brasil já tem mais de 30 mil centenários, o que faz a longevidade ser um tema relevante para o Brasil e nos alerta que vamos viver mais, sem dúvida. O que está em pauta agora é como podemos mudar hábitos para viver melhor essa vida longeva”, afirma Jorge Nasser, presidente d Bradesco Vida e Previdência.

Nasser, assim como economistas, especialistas e seus pares que atuam em previdência, afirma que a questão da reforma da previdência é necessária, independentemente se ela vai acontecer como promete o ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, em novembro, segundo vem divulgando a grande mídia. “Temos de discutir a reforma. Essa que está em discussão para ser votada será a possível e não a ideal”, diz Nasser.

Mas com o passar do tempo, acredita o executivo, a discussão vai evoluir para a necessária. “Precisamos investir na cultura do planejamento de longo prazo. Muitos ainda confundem curto médio e longo prazo. A carteira de investimento da previdência deve ter imóveis, investimentos financeiros e um espaço importante que deve ser preenchido com planos de previdência”, reforça. “A reforma perfeita ainda não foi feita por nenhum país, mas boa parte deles já deu alguns passos para a adaptação do sistema diante da longevidade e novo cenário mundial”.

Manoel Peres, diretor da Saúde Bradesco, afirma que o auto cuidado é o principal alimento para se manter saudável e manter o custo de planos de saúde, ao quer questionado se há algum estudo do setor em ajudar a reduzir o custo dos planos para o idoso. Segundo ele, o grupo tem várias ações que visam ajudar os clientes a investir em qualidade de vida, desde a detecção precoce de doenças que podem se complicar e tirar a qualidade de vida das pessoas, até o estimulo de atividades físicas. “O custo da assistência durante a vida não é o grande drama e sim o custo no último ano de vida, quando uma doença chega e se instala. Esse debate realmente merece uma discussão mais profunda na sociedade”, diz. Ele afirma que não tem como meta operar em planos individuais, como optou a Amil ao divulgar nesta semana. “Nosso foco são as empresas de grande, médio e pequeno porte”, frisou.

A ideia do grupo é sintetizada por Alexandre Kalache, consultor do Grupo Bradesco Seguros para assuntos relacionados à longevidade. “Queremos contribuir para criar um mundo melhor para todos, onde as tecnologias possam responder às necessidades das pessoas de todas as idades, além de proporcionar qualidade de vida. Afinal, a Quarta Revolução Industrial deve estar a serviço do homem, que atualmente vive muito mais”, afirma o gerontólogo.

Alexandre Nogueira tem o desejo de inspirar outras empresas a pensar mais neste assunto. “Temos problemas simples como as placas de ruas, por exemplo. São temas que quanto mais se aprofunda, mais se tem a agregar nesta discussão. Tivemos uma vivência maravilhosa nesses 12 anos que o fórum vem sendo realizado e sabemos que podemos agregar cada vez mais. A plataforma é um espaço que buscamos para mudar as pessoas a pararem para pensar e agir. Sabemos o que precisamos fazer para ter mais qualidade de vida, como comer menos, caminhar o dobro e rir o triplo, mas isso não é fácil.Somos entusiastas de todas as iniciativas de qualidade de vida para o futuro”, finaliza.

O economista Paulo Tafner, do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA), falou sobre o desafio de equilibrar as contas numa vida longeva. “A aprovação da reforma da Previdência com apenas a mudança da idade mínima para a aposentadoria vai gerar impacto fiscal “razoável”, mas “insuficiente” para melhorar as contas públicas brasileiras”, disse. “Temos de ter coragem para enfrentar esse tema. A proposta de reforma da Previdência que está sendo formulada pelo governo federal tem de excluir privilégios ou o sistema de aposentadorias no Brasil quebra”, cita.

O portal Viva a Longevidade ampara todas as iniciativas por meio de embaixadores, que escreverão matérias sobre o tema, interagir sobre o tema e responder perguntas. São eles Mara Luquet, Alexandre Kalache e Robson Caetano. A apresentadora e jornalista Astrid perguntou aos palestrantes se é possível a saúde custar menos. Infelizmente a resposta é não, mas da para tornar o custo mais eficiente, diz Tafner. Já Mara Luquet afirma que o investimento em saúde e desprezado pelas pessoas. “As pessoas fumam, não se exercitam, comem demais. Há uma série de pequenas atitudes que podem garantir mais qualidade de vida a todos”, defende.

Também participaram dos painéis e debates os seguintes especialistas: Anita Liberalesso Neri, da Unicamp; Gil Sant’Anna, do Instituto D’Or, Brasil; Gabrielle Kelly, Resilience and Wellbeing Centre, Austrália do Sul; Claudia Hofheinz Giacomoni, da UFRGS; Ted Feder, da Associação Latino-americana de Psicologia Positiva; Gill Windle, da Dementia Services Development Centre (DSDC), Bangor University, País de Gales; Daniel Prieto Sancho, da Universidad Complutense, Madrid/Espanha; Ricardo Iacub, da Universidade de Buenos Aires, Argentina; Silvia Gascón, da iSalud, Argentina; Volker Deville, da Universidade de Bayreuth e Berlin Demography Forum Advisory Board; Ligia Py, da Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia (SBGG); Marília Louvison, da Escola de Saúde Pública, USP; e Ali Naghieh, da Universidade de Oxford, Reino Unido.

Mongeral Aegon de olho na história

A Mongeral Aegon é a primeira seguradora brasileira a receber o selo de Patrimônio Histórico Mundial, concedido pela UNESCO. Trata-se de atas que são desde a criação da empresa, em 1835, na época Montepio Geral de Economia dos Servidores do Estado, que mostram que a companhia instituiu no país o conceito de previdência. O selo da UNESCO faz parte do programa internacional Memória do Mundo, criado em 1992 com o objetivo de contribuir com a conscientização sobre a preservação e o acesso ao patrimônio documental em várias partes do mundo.

Posicionamento institucional da CNseg sobre proteções mutualismos que não são seguro

Fonte: CNseg

1) O momento atual exige esclarecimentos contundentes sobre o grave equívoco de uma certa visão, ora em voga, de que a proteção veicular, e outras formas ilegais e desprotetivas do consumidor, teriam origem em suposta falta de apetite por riscos por parte das seguradoras.

2) Essa visão só pode ser fruto do desconhecimento mais básico da missão do seguro, lacuna que o programa de educação em seguros, da cnseg, vem buscando incessantemente preencher.

3) Como, falta de apetite? As estatísticas do mercado de seguros demonstram fartamente que taxas anuais de crescimento do seguro acima de dois dígitos, mesmo durante a recessão recente, só foram possíveis pela crença de seguradores e corretores na capacidade de recuperação do país.

4) Agora, quem pode duvidar de que a elevação dos níveis da violência e a progressiva piora da infraestrutura viária do país inviabilizam a oferta do seguro em áreas desprovidas das menores condições de segurança?

5) E mais, se as próprias seguradoras, que são sociedades historicamente capacitadas a exercer a atividade de proteção, deixam eventualmente de oferecer coberturas, será que o farão as alegadas modalidades de mútuos desprovidas de mínimas condiçōes técnicas e econômicas, e aquém da fiscalização do estado?

6) O sistema segurador brasileiro levou mais de seis décadas para firmar sua credibilidade, aportando investimentos, capital, gente, tecnologia e sendo submetido à dura regulação estatal. Há enormes custos de instalação e de manutenção de suas atividades, em benefício da segurança dos consumidores.

7) Esses custos do exercício da atividade seguradora são naturais no mundo inteiro, e são as exigências regulatórias que dão as condiçōes de permanência longeva das garantias aos consumidores. Foi assim que a seguridade pública e privada contribuiu para a civilização moderna, que sobreviveu duas vezes ao pós-guerra mundial, e às crises cíclicas desde 1929, 1945 e 2008. E até os nossos dias.

8) Ora, se este nosso sistema securitário brasileiro sólido nåo pode eventualmente suportar tecnicamente determinados riscos – que ultrapassam a capacidade agregada de fundos garantidores – que atingem globalmente 1 trilhão de reais, serão os aventureiros piratas a alternativa da sociedade?

9) Pensar assim é fazer pouco dos milhões de consumidores que desejam e precisam de proteção. É também fazer pouco de estruturas sólidas de acionistas, dirigentes e equipes treinadas das seguradoras, dos corretores, do aparelho do estado e da imensa cadeia de valor dos especialistas na área do direito, das finanças, da governança do seguro.

10) Vamos ao ponto. Tenhamos a coragem de evitar um retrocesso que retire a confiança da populaçäo na rede de proteção da sociedade brasileira. uma ameaça que coloca em risco suas poupanças duramente acumuladas.

11) Essa onda de desproteção da população, sob o subterfúgio dos supostos preços baixos, é lamentavelmente previsível. Ela vem da relativa incapacidade atual das instituições brasileiras de preservar as conquistas históricas da sociedade, da qual o sistema securitário faz parte.

12) Mas temos que olhar para a frente. E esclarecer sistematicamente aos cidadãos quais os riscos da proteção barata e enganosa. em todos os campos. O barato sai caro.

13) Para começar, o seguro não tem limites de indenização, além do pactuado nos contratos. Há uma imensa rede de suporte técnico, tecnológico e operacional, com milhares de profissionais qualificados. Há um suporte da regulação do estado, que dá conforto aos que contratam a seguridade privada.

14) Já do lado dos piratas, aventureiros, que se escondem atrás da venda de facilidades, comparando-as com o seguro, nada há de proteção aos cidadãos.

15) Ao contrário. Essas falsas proteções tornam duvidosa a promessa de repor os bens e as rendas pactuados, na ausência de lastro econōmico, de governança e proteção regulatória. Essas inconsistências levarão ao imprevisível “rateio de despesas”. A antítese do seguro, já que este é baseado no previsível cálculo atuarial. E nas melhores práticas de submissão à regulação pública e à governança corporativa.

16) O danoso “rateio”, inafastável dessa forma extravagante de mútuo, significará, é certo, a frustração do recebimento de uma indenização esperada e devida. só na forma da seguridade a indenização contratada é a garantia justa, calculada e suportada por um sistema validado conforme práticas mundialmente aceitas.

17) O combate às tais proteções piratas deve ser um mantra de todo o sistema securitário legalizado. Devemos preservar o sistema de seguros. Devemos preservar a imagem do setor, ameaçada pela comparação entre desiguais. Estamos lutando pela verdadeira proteção, atributo de uma sociedade justa, sustentável e solidária.

Europ Assistance lança serviço inédito em parceria com 99

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A Europ Assistance Brasil acaba de anunciar uma parceria inédita com a 99, principal startup nacional de mobilidade urbana. O acordo prevê a oferta de vouchers da 99 para corridas feitas via aplicativo, como alternativa ao uso do carro reserva em todo o Brasil. Nesse primeiro momento, a ação envolve os clientes de seguro auto da Bradesco Seguros.

O serviço, que se aplica a todas as situações previstas na solicitação de um carro reserva, traz, entre outras vantagens, uma nova opção aos menores de 21 anos. Segundo Ricardo Alexandre, diretor de Operações da EABR, jovens dessa faixa etária são impedidos pelas locadoras de ter cobertura de carro reserva (não comercializado por algumas seguradoras). “Entre 5% e 10% dos segurados estão nessa faixa etária e as seguradoras passam a ter uma opção para oferecer a esses clientes em caso de sinistro”, ressalta.

“A parceria torna ainda mais completo o serviço de transporte do segurado, dando liberdade de escolher como se locomover quando não estiver com o carro próprio. Por meio do app da 99, os clientes terão uma opção de mobilidade rápida, segura e acessível”, afirma Leandro Barankiewicz, diretor de Operações B2B da 99.

Para Alexandre, da EABR, a parceria com a 99 ainda permite novos usos. “Outra possibilidade é utilizar os serviços da 99 em casos de panes para consertos de curtíssimo prazo, sem burocracia nem caução, e a um custo mais baixo, tornando acessível a oferta aos nossos clientes”, complementa.

No caso de pane, a nova modalidade tem um grande diferencial: para reparo superior a dois dias de oficina, junto ao atendimento de guincho solicitado para a Assistência 24h, a EABR oferece dois dias de voucher para que o cliente possa solicitar corridas via app da 99. Em acidente (dano parcial ou total), furto ou roubo, o segurado, incluindo o motorista menor de 21 anos, tem direito a voucher para utilização em até 30 dias, de acordo com o período de conserto do carro, dentro do limite a ser definido pela seguradora – pode ser uma contratação de serviço adicional sem vínculo com a contratação de carro reserva existente.

“Com essa parceria, a Europ Assistance, sempre atenta às oportunidades, inova para oferecer ao mercado produtos e serviços diferenciados”, diz Jorge Bau, CEO da EABR. “A comprovada aceitação da 99 junto ao público pela facilidade de uso do seu aplicativo, por sua agilidade no atendimento e segurança são atributos que agregam valor à qualidade das soluções e produtos desenvolvidos pela Europ Assistance”, afirma Bau.

Na avaliação de Cauê Albuquerque, gerente de Novos Negócios da 99, a parceria com a EABR é um marco no mercado segurador. “Essa parceria inédita marca um novo momento no mercado de seguros e assistências com o uso da tecnologia facilitando a vida do segurado”, conclui.

Como utilizar – Segundo Ricardo Alexandre, diretor de Operações da EABR, a utilização do voucher da 99 é simples. “Basta que o cliente faça download do aplicativo da 99 e selecione no app a forma de pagamento ‘voucher’, que já estará liberado para utilização”, afirma. “Em breve, este serviço poderá ser utilizado através dos aplicativos das próprias seguradoras”, complementa.

Mongeral Aegon desenvolve no Brasil insurtech que será modelo para a Aegon no mundo

Nuno David, diretor de marketing da Mongeral Aegon, está cada dia mais maravilhado com as possibilidades que a tecnologia proporciona para o mundo. Se foco é como usar tanta inovação para difundir a cultura de seguros de vida no Brasil. Boa parte de todo o projeto está no relacionamento com seus principais clientes: o consumidor e o corretor.”Em cooperação com o grupo Aegon, a Mongeral Aegon está desenvolvendo no Brasil uma insurtech que servirá a diferentes unidades de negócio da Aegon em todo o mundo”, contou.

Veja abaixo os principais trechos da entrevista.

Quais as tecnologias já implementadas e quais os benefícios já alcançados?

A Mongeral Aegon tem inovação em seu DNA. São vários projetos de tecnologias já implementados pela seguradora. Em 2014, a companhia lançou o primeiro e-commerce de seguros no Brasil. Hoje, já são mais de 400 lojas online ativas para os corretores parceiros da Mongeral Aegon. Elas contribuem para que o corretor atue no mundo digital em todo o território nacional, além de serem um cartão de visita.

E o portal?

Em 2016, a seguradora lançou um portal em que os candidatos podem se inscrever para participar do curso de formação. Neste novo modelo, o processo de recrutamento acontece totalmente online. De janeiro a agosto de 2016, foram 6.020 cadastros. Já no mesmo período deste ano, a companhia registrou 6.777 interessados em realizar a formação na Mongeral Aegon, representando um aumento de 12%. Desde 2002 a Mongeral Aegon forma corretores de seguros de vida e previdência em parceria com a Escola Nacional de Seguros.

O processo de venda é totalmente digitalizado?

Sim, essa é outra ação que a Mongeral Aegon desenvolveu. A ferramenta de venda digital permite que o corretor realize todo o processo de venda presencial utilizando apenas um aplicativo. Ao fim da contratação, o cliente recebe, em tempo real, a apólice no seu e-mail. Mais que estratégias para economizar papel, a Mongeral Aegon entende que estas duas plataformas permitem uma nova experiência de compra e de venda, para cliente e corretor, respectivamente, além de contribuirem com uma maior agilidade no processo de implantação de propostas e um menor impacto ambiental.

E a Machine learning?

Neste ano, a Mongeral Aegon já realizou testes de regulação de benefícios com machine learning, tendo aumentado significativamente a eficiência do seu processo de regulação.

O que está previsto para o fechamento de 2017 e primeiro semestre de 2018 em termos de inovação, estratégias e resultados financeiros?

Até o fim de 2017, a Mongeral Aegon pretende finalizar os testes com a ferramenta de venda digital e iniciar a sua implementação em toda a sua força de vendas. Treinamentos estão sendo realizados para os diferentes perfis de usuários, de forma que possamos chegar em 2018 com 90% do total das nossas vendas de forma 100% digital. Já sobre resultados financeiros, para 2017 a companhia tem como objetivo crescer 25% em vendas em relação aos resultados do ano anterior. Para 2018, a Mongeral Aegon seguirá investindo na evolução do seu e-commerce, focando sempre na valorização da experiência do usuário na plataforma.