IRB Brasil Re faz estudos para melhorar oferta de produtos para o segmento de agronegócios

O agronegócios é um segmento da economia que está no radar do presidente do IRB Brasil Re, José Carlos Cardoso. “O IRB busca alternativas para criar novas oportunidades dentro do segmento, desenvolvendo produtos personalizados que explorem novos nichos de mercado, que sejam aderentes às necessidades do produtor e, preferencialmente, com baixo custo operacional”, disse ele. Considerando que somente 16% da área plantada no Brasil tem seguro rural — nos Estados Unidos esse percentual sobre para 96% — ainda há muito espaço para avançar no país.

Veja abaixo os principais trechos da entrevista:

Quais as perspectivas da sua empresa com a venda de seguro para o mundo rural?

A venda do seguro para este segmento já apresenta volume significativo, entretanto, o potencial de crescimento ainda é muito grande, considerando a baixa penetração do seguro e a representatividade do agronegócio no PIB brasileiro. O IRB vê com entusiasmo e grande interesse as perspectivas da indústria e as oportunidades no setor de seguros.

O que já vende hoje para esse público e o que pretende lançar?

Atualmente, oferecemos produtos tradicionais ou combinados com a variação de preço para certas commodities, proporcionando maior proteção para riscos climáticos. O IRB vem estudando novas possibilidades de negócios em segmentos ainda pouco explorados, como os seguros de pastagens e de renda. Amplamente utilizados no exterior, os seguros paramétricos ainda são incipientes no Brasil, e o IRB vem trabalhando no desenvolvimento de soluções específicas voltadas à realidade de cada setor. Nossa estratégia consiste em entender como pensa o produtor no seu dia a dia, quais são seus riscos e ameaças e, assim, identificar novas oportunidades para nossa empresa.

Em quais carteiras do agronegócio a sua empresa atua?

O IRB atua em todos os segmentos do agronegócio, incluindo seguro para lavouras, florestas, pecuário, máquinas e equipamentos, implementos agrícolas, entre outros.

Qual o perfil deste comprador rural? Que tipo de seguros prioriza?

O perfil varia de acordo com a região. O mercado tem maior penetração na Região Sul e avança para o Centro-Oeste, em menor escala, porém com um enorme potencial. Nesta região está localizada uma fatia significativa dos compradores, formada por grandes produtores e empresas, inclusive com forte presença do capital internacional. Para se ter uma ideia, hoje, menos de 15% da área plantada e menos de 5% do valor bruto de produção é segurado no Brasil. Atualmente, o IRB tem maior demanda por produtos tradicionais que oferecem proteção para riscos climáticos, combinados ou não com a variação de preço para certas commodities.

Como a tecnologia do campo mudou a oferta de seguro?

A tecnologia está cada vez mais presente na gestão de riscos por parte do produtor, mas ainda é pouco explorada, pois requer investimentos e uma nova forma de conduzir as lavouras. No que se refere ao seguro e resseguro, a tecnologia vem ganhando espaço com a oferta de ferramentas que utilizam a geoespacialização do risco e as geoestatísticas, por exemplo. Esses recursos tendem a tornar mais assertivas e profissionais as tomadas de decisão, a gestão do portfólio, a análise dos riscos e até o controle de sinistros. É uma longa caminhada a ser seguida. O IRB já utiliza esse tipo de plataforma e possui plenas condições de oferecer melhores serviços aos seus clientes. Podemos citar a importância da tecnologia na apuração remota das perdas no campo utilizando informações de satélites, ou ainda, como o avanço da tecnologia e a precisão das informações de clima e solo, por exemplo, podem auxiliar na precificação dos produtos de renda ou de índice.

O uso de Inteligência Artificial para plantio ajudou a reduzir riscos de perdas? Isso já está refletido no preço?

Esse tipo de tecnologia ainda não é muito utilizada no mercado segurador brasileiro. A agricultura de precisão, por exemplo, não é explorada no Brasil, embora seja mais difundida em outros mercados como o americano. Sob a ótica da gestão de riscos e condução dos negócios, o produtor deixa de gerir o risco “no olho” e passa a incorporar a tecnologia no seu dia a dia. No longo prazo, a tendência é que isso se reflita no preço e na melhoria da sinistralidade.

Há novos produtos para atender as demandas de equipamentos como robôs e drones?

Não houve ainda nenhuma aproximação nesse sentido por parte dos nossos clientes da carteira de agronegócio. No entanto, o IRB avalia constantemente novas possibilidades e acredita na inovação como diferencial competitivo. Caso surja uma demanda com essas características, a empresa está preparada para desenvolver um produto personalizado. É preciso entender a demanda e identificar exatamente os riscos mais comuns no campo para os produtores para, assim, desenhar novos modelos e produtos inovadores, de acordo com a realidade do setor produtivo.

Cite algo que achar interessante ao leitor e não estiver nas questões acima.

Umas das estratégias do IRB é se consolidar como referência em seguro agropecuário na América Latina. E a aproximação com o setor produtivo é o caminho para alcançar essa credencial. Temos olhado atentamente o mercado mundial e os produtos que hoje são comercializados em outros países para fazer adaptações à realidade do agronegócio brasileiro. O segmento pecuário é um ramo marginal dentro da linha do agronegócio no Brasil e tem foco maior na agricultura e menor no setor de proteína animal (suinocultura, bovinocultura, avicultura, etc.). O Brasil é um dos maiores produtores e exportadores de carne bovina do mundo e a nossa produção é, basicamente, de pasto. Temos um mercado em desenvolvimento e com muitas oportunidades. Precisamos trabalhar com produtos de menor despesa operacional, mais atrelados aos índices e indicadores, e menos dependentes do trabalho in loco dos tradicionais reguladores de sinistros. Já possuímos em nosso quadro uma zootecnista para ajudar no desenvolvimento de produtos específicos para o setor e, muito em breve, isso fará diferença para os nossos clientes.

Sompo neutraliza carbono do Congresso Fenacor

A Sompo Seguros estabeleceu uma ação diferenciada entre as iniciativas que marcam sua participação no 20º Congresso Brasileiro dos Corretores de Seguros, que aconteceu entre os dias 12 e 14 de Outubro, no Centro de Convenções de Goiânia (GO). Como parte de seu programa de neutralização de carbono, a companhia vai viabilizar as iniciativas que devem compensar a emissão de dióxido de carbono (CO2) do evento, garantindo o selo Evento Neutro de Carbono ao Congresso.

Por meio de uma parceria com o IBDN – Instituto Brasileiro de Defesa da Natureza, toda a emissão resultante do evento será compensada por meio de mudas a serem plantadas na floresta Sompo Seguros, localizada no Parque Ecológico do Tietê, em São Paulo – SP. Para isso, o IBDN vai fazer um levantamento da queima de combustível fóssil e gás liberados durantes o evento, que incluem todo o trabalho de organização, equipe de segurança e de apoio etc), bem como consumo de energia elétrica, produção e descarte de resíduos.

Dessa forma, a floresta Sompo Seguros deve ganhar cerca de 250 novas mudas de espécies nativas, que devem ser plantadas numa área de 1,5 mil m² e que tem potencial de neutralizar 45 toneladas de carbono.

“O Congresso é um evento imprescindível, no qual todo o mercado segurador se reúne para trocar ideias, debater sobre perspectivas de futuro e analisar panoramas e tendências. Por conta disso, decidimos contribuir neste ano implementando uma iniciativa que está na política da companhia de promoção do bem-estar e da sustentabilidade. Nada mais justo, portanto, do que viabilizar a neutralização de carbono do evento”, comentou Francisco Grossi, Diretor Executivo Comercial da Sompo Seguros, em nota.

Rádio CNseg completa 1 ano, estreia nova programação e promove debate

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O veículo, que diariamente transmite notícias, entrevistas e boletins informativos com alcance em todo o país, simboliza o esforço crescente do mercado segurador para promover um diálogo objetivo e claro com a população brasileira. A iniciativa é hoje o pilar central do Programa de Educação em Seguros, desenvolvido pela atual gestão da Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg).

“O Programa foi concebido como um conjunto bastante amplo de ações voltadas para promover a cultura do seguro e a Educação em Seguros. Eu acho que a Rádio CNseg foi um salto de qualidade formidável, e em pouco tempo ela já é reconhecida como um veículo muito importante”, destaca o presidente da CNseg, Marcio Serôa de Araujo Coriolano. “A orientação financeira está presente em todos os quadros, buscando cobrir o elenco muito vasto do nosso mundo dos seguros.”

Ao todo, a Rádio CNseg já veiculou 466 entrevistas e 491 boletins de serviço sobre seguros, além de notícias diárias, totalizando 164 horas de programação jornalística ao longo de um ano. O conteúdo, difundido por rádios em diferentes regiões do país, foi transmitido por mais de 2 mil emissoras em 1,5 mil municípios.

Para comemorar esse marco, a Rádio CNseg passará por uma reformulação em seu aniversário. A partir da semana que vem, dois novos quadros serão integrados à grade semanal de programação: o ‘Seguro na Sua Região’ e o ‘Seguro Internacional’. O objetivo é aprofundar o entendimento do mercado de seguros no Brasil e ampliar a percepção do consumidor quanto ao funcionamento dos seguros no mundo todo.

Nova programação

A principal novidade da Rádio CNseg é a reformulação da grade de programação, que passa a incluir dois novos quadros: “O Seguro na Sua Região”, apresentando um corte regionalizado sobre o seguro pelo país, e “Seguro Internacional”, sobre o setor de seguros nos mais importantes mercado internacionais. Diversos programas também tiveram seu dia de veiculação alterado, para dar mais coerência e dinamismo à programação.

Além disso, a Rádio CNseg passa a transmitir diariamente, das 17h às 19h, o programa “Painel JB”, em cadeia com a JBFM. Às quartas-feiras, a Rádio CNseg vai veicular a participação do presidente da CNseg (Confederação Nacional das Empresas de Seguros Gerais, Previdência Privada e Vida, Saúde Suplementar e Capitalização), Marcio Serôa de Araujo Coriolano, no programa “Painel Econômico”, da JBFM, apresentado por Alex Campos.

Outra atração desta semana de aniversário será um debate que irá ao ar na quinta-feira, com três especialistas na área: o diretor geral da Agência Radioweb, que produz o conteúdo da Rádio CNseg, Paulo Gilvane; a diretora da Rádio Alerj, Daniella Sholl; e o radialista Robson França, da JBFM. Eles vão discutir “O papel social do rádio”.

Durante a programação da semana, a Rádio CNseg vai veicular depoimentos de autoridades de órgãos de defesa do consumidor, como o secretário nacional do Consumidor, Arthur Rollo, a diretora do Procon-PR, Claudia Silvano, e a superintendente da Associação de Educação Financeira do Brasil, Claudia Forte, sobre a emissora.

O aniversário da Rádio CNseg é também o tema do presidente da Confederação, Marcio Coriolano, no quadro “Fala Presidente” desta segunda-feira. Ele destaca a importância da Rádio CNseg no âmbito do Programa de Educação em Seguros. Por isso, diz, a programação foi pensada tanto para o consumidor quanto para os formadores de opinião, entes ou executivos que lidam com o mercado segurador. “A Rádio CNseg foi um salto de qualidade formidável. Hoje é reconhecida como um veículo muito importante.”

Também nesta segunda, estreando em novo dia, o “Minuto da Capitalização” apresenta um debate gravado durante a 8ª Conseguro que reuniu o presidente da FenaCap, Marco Barros, o superintendente de Negócios de Capitalização da SulAmérica, Natanael Aparecido de Castro, e o superintendente executivo da Bradesco Vida e Previdência, Bernardo Ferreira Castelo. Eles discutiram as alternativas e oportunidades no mercado de capitalização.

Nesta terça, também em novo dia, a “Entrevista Especial” traz outro debate, este sobre diversidade, gravado na Conseguro. Participam a ativista social Djamila Ribeiro e a líder do Grupo de Trabalho de Diversidade e Inclusão da CNseg, Ana Paula Santos. A terça-feira terá ainda a estreia do quadro “O Seguro na Sua Região”, com o diretor executivo do Sindicato das Seguradoras do Rio de Janeiro, Ronaldo Vilela, que fala sobre o mercado de seguros fluminense, em meio à violência e à crise econômica no Estado.

No mesmo dia, o “Qual é a Dúvida” apresenta o áudio de um boletim “Entenda o Seguro”, veiculado no YouTube pelo “Canal Seguro”, em que o personagem Sr. Dúvida aprende como é calculado o valor do Seguro de Automóvel.

Nesta quarta-feira, vai ao ar pela primeira vez na Rádio CNseg o programa “Painel Econômico”, da JBFM. Nele, Marcio Coriolano comenta os dados mais recentes do mercado segurador. Também na quarta vão ao ar o “Conheça os Seguros Gerais”, agora em novo dia, e o “Inovação e Sustentabilidade”.

No dia seguinte, estreia o quadro “Seguro Internacional”, em que serão apresentados dados sobre a posição do mercado segurador brasileiro no mundo. Ainda na quinta-feira, entra o “Momento Jurídico”, com Ana Carolina Caram, diretora do Departamento de Proteção e Defesa do Consumidor do Ministério da Justiça. Por sua vez, o “Por Dentro da Saúde Suplementar” vai abordar uma pesquisa sobre a saúde do idoso, apresentada durante o 3º Fórum da Saúde Suplementar, realizado em São Paulo.

Encerrando a semana de aniversário, também em novo dia, o “Entenda os Seguros de Pessoas” vai explicar como fica o Seguro de Vida Empresarial com a reforma trabalhista. Também na sexta, o “Dicas do Consultor” orientará a planejar as finanças já pensando no final do ano e no início de 2018, incluindo os gastos com Natal e Réveillon, férias, material escolar e impostos como IPTU e IPVA.

Diariamente, a Rádio CNseg traz ainda boletins de serviço, notícias do setor, da economia e da política do país, além da programação musical. A grade completa está disponível em http://radio.cnseg.org.br.

Travelers celebra dois anos de atuação no Brasil

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Outubro marca o aniversário de dois anos de presença da Travelers Seguros, sob marca própria, no mercado brasileiro. A companhia atua no segmento corporativo, oferecendo seguros de Riscos Patrimoniais, Responsabilidade Civil, Riscos de Engenharia e Linhas Financeiras.

“O mercado brasileiro abraçou a marca Travelers e nós construímos um sólido relacionamento junto aos corretores de diversas regiões do País nos últimos dois anos”, explica Leonardo Semenovitch, responsável pelas operações da Travelers no Brasil. “Além disso, continuamos aproveitando a expertise da empresa, líder em seguros nos Estados Unidos, que nos ajuda a entregar produtos e serviços especializados e adequados ao atendimento aos nossos clientes”.

A Travelers está presente em 8 cidades, com escritórios em São Paulo, Rio de Janeiro, Ribeirão Preto, Curitiba, Porto Alegre, Belo Horizonte, Salvador e Goiânia e já conta com a parceria de mais de 700 corretores ativos.

Relacionamento e Inovação

A companhia investe no relacionamento com corretores, na implementação de inovações tecnológicas e no lançamento de novos produtos, fatores que levam ao fortalecimento da marca no Brasil. O sistema de cotação online, por exemplo, que permite cotações em tempo real de alguns dos produtos oferecidos, é um dos exemplos de inovação com boa aceitação pelos corretores. “As ferramentas online oferecidas pela Travelers facilitam nossa operação e oferecem rapidez na cotação e na emissão de apólices”, afirma Gilberto Wallerius, sócio-proprietário e fundador da corretora Wallerius.

A equipe técnica da Travelers, responsável pela realização dos estudos de controle de riscos de acordo com as necessidades dos clientes, tem um reconhecimento positivo pelo mercado. “Vemos essa relação de proximidade e a capacidade técnica na implementação de soluções personalizadas como os responsáveis pelos bons resultados dessa parceria”, diz Fernando Martinez, Diretor da It’sSeg Company.

Maurício Masferrer, Diretor Executivo da AON Corretora, também ressalta a expertise da equipe: “Trabalhamos com a Travelers em projetos singulares e a capacidade da empresa em entender nossas necessidades, buscando soluções em Riscos Corporativos para projetos específicos e fora do comum, é o que faz nossa parceria prosperar”.

“Comemoramos esses dois anos no Brasil reforçando nosso comprometimento com o País e nossa estratégia de crescimento. Seguimos ampliando as soluções customizadas, oferecidas às pequenas e médias empresas, além de produtos inovadores para setores que impactam o desenvolvimento de infraestrutura do País”, reforça Semenovitch.

No próximo ano, a companhia espera continuar com foco em pequenas e médias empresas.

Corretora SOM.US inicia operações no Paraguai

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A SOM.US Holding International, empresa do setor de seguros e resseguros, avança sua expansão sobre a América Latina com a inclusão em sua rede da corretora de resseguros paraguaia Walbaum, sediada na capital Assunção.

A Walbaum acrescenta à SOM.US seu profundo conhecimento em riscos de Property, Energy e Benefícios no mercado paraguaio, onde opera desde 1995 e vem colocando resseguros para as mais de 30 seguradoras atuantes naquele país.

A empresa gosta de destacar que “desde sua fundação, jamais intermediou um risco sequer cujo sinistro não tenha sido honrado por seus resseguradores” e que “até hoje mantém suas proteções de E&O isentas de questionamento”.

O comando da operação paraguaia continuará a cargo de Víctor Hugo Ribon, um dos maiores especialistas em riscos no país. Corretor de seguros com experiência executiva em seguradoras do Paraguai e da Colômbia, Ribon está à frente da Walbaum desde sua fundação.

Tem ampla experiência em colocação de resseguros em mercados como Argentina, Paraguai, Chile e República Dominicana, a partir de Miami. Além disso, atuou na direção de projetos e associações estratégicas com várias seguradoras.

“Na intermediação de resseguros, fazer parte de uma rede não é mais uma opção, mas, sim, uma condição”, afirma Victor Hugo. “Vamos atuar em maior escala, reduzir riscos e atrair resseguradoras para as oportunidades existentes nas empresas paraguaias”.

Com escritórios localizados no Brasil, Equador, México e Uruguai, a estrutura da holding SOM.US está organizada em três unidades de negócios transversais, sendo duas relacionadas a resseguros – Non-marine/ Marine e Benefícios – e uma a Assessoria em seguros (Wholesale).

Em 2017, a empresa anunciou o brasileiro Fábio Basilone como CEO de Wholesale (distribuição), o colombiano Maurício Rodrigues como o CEO para Benefícios e o mexicano Alejandro Padilla para a liderança da área de Resseguros Non-Marine e Marine.

Em toda América Latina, a SOM.US Holding Internacional conta com 12 escritórios e mais de 250 colaboradores. Além disso, possui uma carteira de clientes com as mais importantes empresas de seguros da região.

Finalmente o plano de saúde individual voltou…

Mas antes de comprar analise bem as coberturas e regras do contrato para não comprar um plano bronze e querer usar um plano ouro. Tudo tem seu preço. Cada um compra aquilo que cabe no bolso e tem de adaptar expectativas a realidade. A coragem da Amil de lançar um plano individual é de se admirar.Tomara que a população entenda bem o que está comprando, pois é uma excelente iniciativa e ter médico de família certamente vai ajudar muita gente a se livrar de médicos, laboratórios e hospitais que enriquecem abusando de procedimentos desnecessários.

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Para atender a uma demanda crescente de mercado, a Amil lança hoje, em São Paulo e em Guarulhos, o plano individual Next Access. Com alcance municipal e venda direta pela internet, a expectativa da empresa é que a oferta traga de volta à saúde suplementar parte dos beneficiários que perderam a cobertura do benefício oferecido pelas empresas. Nos últimos três anos, segundo os dados da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), cerca de 3 milhões de pessoas deixaram o sistema privado de saúde.

A empresa acredita que a atratividade do produto está na relação custo-benefício, na facilidade para adquiri-lo e na coordenação de cuidados médicos com que o beneficiário passa a contar. Os valores variam a partir de R$ 126,21 (preço por beneficiário em produto familiar com coparticipação) e R$157,77 (opção sem coparticipação). Os contratantes que aderirem ao plano até dezembro de 2017 poderão usufruir da parceria com a Smart Fit, maior rede de academias da América Latina, até outubro de 2018 – observando a idade mínima de 16 anos e demais condições definidas em regulamento.

Todo o processo de compra será efetivado pelo site vendas.amil.com.br, com ou sem o auxílio de um corretor de seguros. Além da rede de atendimento convencional Next, os beneficiários serão convidados a conhecer os Clubes Vida de Saúde, centros multidisciplinares de cuidado, coordenados por médicos de família. Enfermeiros, agentes de saúde, nutricionistas, fisioterapeutas e psicólogos também fazem parte da equipe de apoio ao paciente.

O equilíbrio entre rede própria e credenciada de atendimento, formas alternativas de remuneração para os prestadores de serviços médicos e um consistente modelo de atenção primária foi a equação encontrada pela empresa para oferecer um plano de saúde mais econômico e com melhores resultados de saúde. “Desenhamos esse plano para ajudar as pessoas a viver de forma mais saudável e para ter um produto sustentável, contribuindo para a ampliação do acesso à saúde de qualidade”, enfatiza Lais Perazo, diretora técnica da Amil.

O Next Access é um plano individual/familiar ambulatorial e hospitalar, que atende a todas as coberturas previstas no Rol da ANS, por meio de uma rede de atendimento composta por hospitais, clínicas e laboratórios. A venda do plano está disponível pelo site vendas.amil.com.br. Dúvidas e mais informações podem ser obtidas pelo telefone 0800-608-3665.

Mais da metade dos brasileiros não tem reserva financeira, segundo pesquisa Anbima

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Apesar de 85% da população ter consciência da importância de guardar um dinheiro para emergências, 52% dos brasileiros não têm nenhuma reserva financeira, isto é, uma grana extra para despesas inesperadas. Os resultados fazem parte de uma pesquisa realizada pela ANBIMA (Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais) e quantificada pelo Datafolha, com pessoas a partir de 16 anos, economicamente ativas (além de inativos com renda e aposentados) das classes A, B e C, em todas as regiões do Brasil.

“Falta disciplina para o brasileiro quando o assunto é dinheiro. O comportamento da maioria das pessoas está voltado para consumir, isto é, para o prazer imediato. Poupar significa se privar de algo, mesmo que seja no curto prazo”, afirma Aquiles Mosca, presidente do Comitê de Educação de Investidores da ANBIMA.

“O brasileiro sabe o que deve fazer, mas ainda tem dificuldade de abandonar velhos hábitos de consumo”, diz Mosca. E como mudar isso? Para o executivo, pensar nas consequências que esse comportamento pode trazer no futuro é uma reflexão necessária. “Se as pessoas não se privarem hoje, vão sofrer as consequências no futuro. Atualmente, a maior parte dos aposentados no Brasil depende financeiramente de seus filhos ou teve que baixar o padrão de vida para continuar se mantendo”, conta.

Para os mais novos, o caminho parece mais fácil. Sessenta por cento dos entrevistados afirmam que não gostam de se planejar e preferem esperar as coisas acontecerem para só então tomarem alguma atitude. Esse percentual aumenta consideravelmente a partir dos 35 anos, chegando em 67% para pessoas acima de 60 anos.

Na opinião de Ana Leoni, superintendente de Educação e Informações Técnicas da ANBIMA, ter uma reserva financeira não é um bicho de sete cabeças. “É uma questão de planejamento e prioridade, independentemente da renda. O que pode ajudar nesse processo é associar disciplina e necessidade de poupar a algo tangível e prazeroso. Sempre pensamos em reserva financeira para emergências. Mas aconselho a pensar em se preparar para oportunidades que possam aparecer e que, na maior parte das vezes, não estamos financeiramente preparados, como uma viagem, um curso ou um novo negócio. Dar vida aos objetivos, sejam eles de curto ou longo prazo, ajuda bastante a entender o esforço e as escolhas que serão necessários para atingi-los”, conclui.

‘Seguradoras não se afastam do risco e permanecem firmes contra a proteção veicular, diz Marcio Coriolano

Fonte: CNseg

As seguradoras não se afastaram do risco e, portanto, não foram elas que permitiram o avanço da proteção veicular. Pelo contrário, são elas uma das principais porta-vozes do mercado contra o mal que associações e cooperativas de proteção veicular vêm causando ao consumidor brasileiro. Após a manifestação, Marcio Serôa de Araujo Coriolano, foi efusivamente aplaudido pela plateia presente sábado (14) no painel “O Setor de Seguros frente a frente com a realidade”, que fechou a programação do 20º Congresso Brasileiro dos Corretores de Seguros, em Goiânia, o presidente da Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg).

“A proteção veicular não surgiu em suposto espaço deixado pelas seguradoras. Há várias interpretações equivocadas sobre a proteção veicular de que ela veio por um espaço deixado pelas seguradoras. Não considero que seja isso, até porque os produtos oferecido pelas associações são os mesmos nossos”, ponderou. E complementou: “se são mais baratos é porque as tais associações não são registradas, não constituem reservas, e não tem atuários e pessoal treinado e qualificado como nós temos”. Há, na Superintendência de Seguros Privados (Susep), 180 ações civis públicas e 200 processos administrativos que apuram irregularidades praticadas por associações e cooperativas que atuam no mercado marginal.

Coriolano, em sua apresentação no painel, reforçou que o momento é de recuperação econômica e, portanto, favorável para expansão do setor e também para o protagonismo caso seja incluído em políticas públicas do Governo federal, principal clamor do setor durante o evento realizado pela Federação Nacional dos Corretores de Seguros (Fenacor). A queda gradual da inflação registrada nos últimos meses foi outro ponto relevante apontado por Coriolano como favorável para a evolução do setor.

“Queda extremamente benéfica para o nosso setor, porque o setor de seguros é movido a emprego e renda. Renda real que está crescendo e um déficit que também está caindo, permitindo que as pessoas comprem mais seguro”, disse. Para ele, o setor “segurou a barra” e permaneceu crescendo entre o ápice da instabilidade econômica, entre 2014 e 2016. “O Nosso desafio é monumental, porque enquanto vários setores estão perdendo competitividade, o nosso setor teve crescimento no primeiro trimestre deste ano 11,65% para se estabilizar em 7,2%. Ora, ousadia nós já tivemos, capaz de levar o mercado a esses patamares. Precisamos ousar mais? Sim, para manter algo compatível com esses resultados”, assinalou.

Foi alvo de elogios a atuação da atual gestão da Susep, que tem como superintendente Joaquim Mendanha de Ataídes. Segundo Coriolano, a implantação do Seguro Auto Popular e o Seguro de Vida universal, cujo modelo permitiu às seguradoras dos Estados Unidos recuperarem o segmento de seguros de vida nas últimas décadas. Ao contrário dos seguros de vida tradicionais, no Seguro de Vida Universal o capital segurado é composto por duas parcelas: o capital segurado de risco e o capital segurado de acumulação. “O Seguro de Vida Universal é uma quebra de paradigma monumental para o mercado. Ele vai exigir preparo das seguradoras e dos corretores”, sinalizou Coriolano, que pediu a todos os atores envolvidos com o setor (seguradoras, órgão regulador e corretores) a ousarem ainda mais para a busca de caminhos comuns em prol do consumidor.

Quanto ao Seguro Auto Popular, a Susep apresentará, em 20 dias, um estudo para incrementá-lo no mercado. Regulamentado em 2016 pelo Conselho Nacional de Seguros Privados (CNSP), o Seguro Auto Popular permanece tímido no mercado.

A carga tributária elevada também preocupa o setor. Coriolano antecipou que a CNseg desenvolve um estudo sobre o impacto dos impostos no mercado segurador. O presidente da CNseg reforçou, entre outros aspectos, a importância do novo marco regulatório para capitalização, ainda em estudo na Susep. Além de Marcio Coriolano, também participaram do painel o superintendente da Susep, Joaquim Mendanha; o presidente da Fenacor, Armando Vergílio; o presidente da Bradesco Seguros, Octavio de Lazari; o deputado federal Lucas Vergílio (SD/GO) e a jornalista Denise Barbosa.

Seminário 10 anos de Plurale: sustentabilidade como propósito

No próximo dia 18 de outubro a equipe de Plurale em revista – dirigida pelos jornalistas Sônia Araripe e Carlos Franco – vai comemorar uma década de notícias com o Seminário 10 anos de Plurale: sustentabilidade como propósito, e reunirá profissionais que fazem deste tema uma causa.

A abertura do evento contará com três especialistas para debater o tema a urgência da crise climática: o jornalista André Trigueiro, editor do programa Cidades e Soluções da GloboNews, o economista Sérgio Besserman, presidente do Jardim Botânico, e o ambientalista Alfredo Sirkis, secretário executivo do Fórum Brasileiro de Mudanças Climáticas.

Também na agenda, a apresentação de histórias inspiradoras, entre as quais, a de Tião Santos, o catador que foi protagonista do filme “Lixo extraordinário” e do livro “Tião – do lixão ao Oscar” e liderança dos catadores no processo de fechamento, em 2012, de Jardim Gramacho, considerado o maior aterro sanitário da América Latina.

O evento também contará com a presença de Ivonette Albuquerque, fundadora da ONG Galpão Aplauso que promove a capacitação e inserção de jovens baixa renda no mercado de trabalho. Ela vai falar sobre o Curso Profissionalizante de Logística, fruto de uma parceria entre a entidade e a Lojas Americanas, que capacitou 320 jovens em uma nova profissão.

Outros cases que serão apresentados: do Grupo Boticário, que tem inserido sustentabilidade no dia-a-dia dos negócios; da ENEL, liderança em energias renováveis; da B2W Digital e da ONG Recode, que juntas realizaram o projeto inovador “TecEscola”- iniciativa de empoderamento digital implementado em 50 unidades de ensino da Rede Estadual do Rio de Janeiro; e do Humana Sustentável, consultoria em sustentabilidade.

O evento tem o patrocínio de: ENEL, Grupo Boticário, Lojas Americanas, B2W Digital e PwC Brasil.

“O tema da sustentabilidade é mesmo um propósito para nós da equipe Plurale. Por isso, ao longo dessa década, contamos muitas histórias de transformação de vidas, mas também denunciamos as ameaças socioambientais. Mostramos exemplos de empresas que praticam ações sustentáveis no dia a dia, revelamos o que é debatido no Brasil e no mundo sobre essa temática, sempre atrás das notícias sobre nosso planeta, nossa relação com o que está vivo. Nestes dez anos, descobrimos que tem muita gente como a gente: que tem a sustentabilidade como propósito”, destaca Sônia Araripe, fundadora e Editora da Plurale.

Serviço
Evento – Seminário 10 anos de Plurale: sustentabilidade como propósito
Dia: 18 de outubro, quarta-feira
Horário: 9 às 13h
Local: Sociedade Germânia
Endereço: Rua Antenor Rangel, 210, Gávea
Inscrições gratuitas pelo e-mail: eventos@plurale.com.br

Plurale em revista e Plurale em site – Há uma década acreditando na sustentabilidade como tema principal das histórias que vêm contando, Plurale em revista e em site, dirigidos pelos jornalistas Sônia Araripe e Carlos Franco, vêm divulgando histórias de pessoas, empresas e projetos, abordando temas relacionados ao meio ambiente e iniciativas de cidadania, ação e cultura.

www.plurale.com.br/revista-digital.php

Assessoria de Imprensa da Plurale – Gesto Comunicação e 3º Setor
Lilia Giannotti – lilia@gestocomunicacao.com.br / (21) 98754.4547

“A recuperação da economia brasileira será rápida e não gradual”, diz Ricardo Amorim, na sede da Allianz Seguros

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Na terça-feira, 3, a Allianz Seguros recebeu um grupo de corretores Corporate em sua sede, em São Paulo, para participar do encontro com o economista e comentarista do Manhattan Connectionn (GloboNews), Ricardo Amorim. Cerca de 80 pessoas participaram do evento, entre mega brokers, o board da Allianz Seguros e a equipe que atende este segmento.

Por meio de dados e estatísticas, Amorim fez uma retrospectiva da economia brasileira desde 1900 para mostrar que depois de períodos recessivos o país sempre atravessou fases de crescimento acentuado. “Na minha opinião, a recuperação não vai ser lenta e gradual. Os próximos três anos serão de forte crescimento, porque a crise empurrou o país para frente, ela nos obrigou a fazer coisas diferentes. Uma prova disto é que os investimentos externos já começaram a voltar, atraídos pelo tamanho e potencial do mercado. Além do Brasil, China, Índia e Indonésia estão na mira dos investidores internacionais”, explicou Amorim.

Assim como o economista, Miguel Pérez Jaime, presidente da companhia, também fez uma análise na qual abordou os desafios do mercado segurador, destacando também uma visão promissora de futuro. “Olhamos para frente, por isso passamos por um período de transformação muito forte, em que aprimoramos todos os processos da companhia. Agora estamos prontos para nos aproximarmos mais de vocês como parceiros de crescimento”, disse à plateia.

A reciprocidade ficou explicita na opinião dos corretores presentes, que pretendem estreitar a parceria com a seguradora. “A Allianz é o tipo de companhia que a gente sempre pode contar. Privilegiamos muito a relação que temos com a seguradora em âmbito mundial. Estamos juntos em vários segmentos de negócios e sentimos a dedicação e o esforço da equipe em nos atender. Nós valorizamos muito essa colaboração”, comentou o CEO mundial da MDS Group, José Manuel Dias da Fonseca.

Outra parceira global que participou do evento foi a Willis Towers Watson, representada por Marcelo Daniel, head of Bronking Latin America. “ Acho importante esse tipo de encontro para gerar maior proximidade, principalmente na nossa área. Nós atuamos em negócios complexos e a expectativa é ampliar a presença em conjunto com a Allianz em mercados estratégicos e não pulverizar a distribuição, porque quem ganha no final com a nossa especialização é o cliente”.

Eduardo Grillo, diretor Comercial e Market Management da Allianz Seguros, resumiu os motivos pelos quais decidiu-se realizar o evento, que está em sintonia com um dos principais pilares do Grupo Allianz: compartilhar o conhecimento para contribuir com o desenvolvimento do capital humano. “O evento de hoje faz parte da nossa proposta de valor para o segmento Corporate. Todos nós saímos daqui com informações relevantes para nos auxiliar a capturar as oportunidades que venham a surgir a fim de fazer negócio”.