Barclays estima perdas seguradas causadas pelo Irma em até US$ 130 bi

Se o Irma atingir a Flórida como um furacão de categoria 4 (com ventos entre 209 e 251 km/hora), as perdas com seguros poderão alcançar de US$ 125 bilhões a US$ 130 bilhões, segundo estimativas de analistas do Barclays divulgadas pelas agências internacionais de notícias. As perdas não cobertas por seguro poderão superar essa cifra. O prejuízo causado pelo Katrina em Nova Orleans, em 2005, somou US$ 160 bilhões em dólares correntes, segundo o Centro Nacional de Informação Ambiental. Embora ainda seja cedo para traçar a rota exata da tempe stade até a Flórida, alguns modelos estimam que um impacto direto em Miami poderia provocar danos na faixa de US$ 200 bilhões.

“A cada cinco anos, a despesa assistencial per capita dobra no Brasil”, alerta presidente da FenaSaúde

Fonte: FenaSaúde

Destinado a representantes de organizações governamentais e não governamentais, e gestores e inovadores do mercado de saúde, o Fórum Inovação Saúde, realizado nesta segunda-feira (04), no Rio de Janeiro, trouxe um alerta da presidente da Federação Nacional de Saúde Suplementar (FenaSaúde), Solange Beatriz Palheiro Mendes: “A cada cinco anos, a despesa assistencial per capita dobra no Brasil”.

Nesse cenário, para a presidente da FenaSaúde, a inovação deve ser um comprometimento de todos que atuam no setor de saúde: “No dia a dia, a tecnologia é uma excelente ferramenta de eficiência e aperfeiçoamento de boas práticas, visando melhores condições de cuidado da doença”. Segundo Solange Beatriz, a inovação também é uma aliada para conter a forte alta dos custos médicos. “A denominada lei de Moore diz que os custos com computação caem pela metade a cada dois anos. Precisamos de uma espécie de lei de Moore para a saúde, pois o atendimento privado à saúde está ficando caro e inacessível para muitos brasileiros”, afirma.

Solange Beatriz Mendes participou da abertura do evento em um painel que debateu Compliance e Transparência, juntamente com Lucia Casasanta, diretora de Conformidade e Gestão de Risco, da Eletrobrás. Para Casasanta, em se tratando de Compliance, manter a ética e integridade passaram a ser o princípio básico dos negócios. “Entre as vantagens em formar uma cultura ética em uma organização estão o aumento da competitividade e a valorização da imagem e reputação”, explica. Também participaram do painel, Josier Vilar e Francisco Balestrin, respectivamente, sócio-diretor e presidente do Conselho de Administração do Colégio Brasileiro de Executivos da Saúde (CBEXs).

Organizado pelo CBEXs, o fórum teve o de objetivo compartilhar tendências, conceitos e conhecimentos que contribuem para a informação e modernização do setor de saúde brasileiro. O evento ainda contou com as seguintes palestras: “Museu do Amanhã: Um novo Conceito de Governança e Gestão”, com Ricardo Piquet, diretor-presidente do Museu do Amanhã; “Ciência de Dados Aplicada à Saúde”, com Geraldo Xexéo, professor da Universidade Federal do Rio de janeiro (UFRJ); e “O Case Google: Modelo Disruptivo de Comunicação e informação na Saúde”, com Alessandro Germano, Business Development Principal, do Google. Segundo Germano, a cada 20 buscas que são feitas ao redor do mundo, uma está relacionada à saúde.

ARTIGO: Exportar pode ser o caminho em momentos de crise

por Marcele Lemos, presidente da Coface no Brasil

Algumas turbulências tendem a demorar um pouco mais a passar do que outras. Em outros casos, juntam-se a um cenário já não muito favorável, outras complicações. É esta a atual situação do Brasil, no qual havia um crise econômica e que agora ‘ganhou’ de presente uma crise política. No entanto, a roda precisa continuar girando, as empresas necessitam dar continuidade aos seus negócios, independentemente do seu core business.

A crise pode ser bem severa para as organizações, inclusive limitando-as a linhas de crédito para investimento e deixando-as mais suscetíveis ao default. É preciso uma estratégia de desenvolvimento de novos produtos, aperfeiçoamento do que já tem ou, ainda, a exploração de novos mercados, inclusive fora do país de origem da empresa.

Exportar pode ser uma saída. Falando sobre o âmbito macroeconômico, a exportação de produtos e serviços é bem positiva para a balança comercial, a conta corrente e os pagamentos de qualquer país, além de um multiplicador das receitas da economia, em geral, e dos agentes que participam, em particular. No aspecto microeconômico, exportar permite que as empresas diversifiquem os riscos diante de mercados internos instáveis e façam frente a eventuais altos e baixos na economia nacional, regional ou internacional. É fundamental compreender a importância da internacionalização para a abertura de novos mercados.

No entanto, sempre há riscos. Por isso, uma ferramenta que pode tranquilizar gestores das empresas é o seguro de crédito à exportação. Ele garante ao exportador a indenização por perdas líquidas definitivas, em consequência do não recebimento de crédito concedido a cliente no exterior. Além disso, funciona como instrumento de prevenção e ferramenta de cobrança. Entre as garantias vinculadas às vendas externas, esta modalidade de seguro é a que apresenta o menor custo.

Na medida em que o seguro de crédito à exportação pode ser aceito como garantia pelas instituições financeiras, ele facilita o acesso a financiamentos. Ele garante os financiamentos de crédito à exportação contra: risco comercial, quando o financiador não recebe seus créditos concedidos ao Importador; risco político, mora, rescisão arbitrária, moratória geral decretada pelas autoridades do país devedor; e riscos extraordinários que impeçam o pagamento da dívida financiada, como guerras, revoluções, catástrofes naturais. O seguro de crédito à exportação cobre os percentuais de 95% em caso de risco comercial e 100% em risco político e risco extraordinário.

Sendo assim, é importante que as organizações se valham desta ferramenta que é muito importante para o desenvolvimento do comércio internacional brasileiro e para a conquista de novos mercados, sem que o exportador precise incorrer em riscos significativos. Para que possa se prevenir adequadamente dos riscos, o exportador deve, antes de mais nada, se aplicar em definir claramente no contrato de seguro suas obrigações a serem cumpridas antes, durante e depois da realização das exportações. Isso evita problemas futuros e facilita a negociação no momento de um eventual sinistro.

ARTIGO: Cinco argumentos imbatíveis para os corretores venderem o seguro D&O

Por Thabata Najdek

Diversificar a carteira, realizar cross selling, venda cruzada etc. Os corretores de seguros bem sabem quais sãos os caminhos para ampliar os negócios e aumentar o faturamento. Na prática, porém, nem sempre é fácil convencer o cliente. Por exemplo: vender uma apólice de seguro D&O para gestor de empresa familiar ou de pequeno porte parece uma tarefa impossível. Mas, não é. Com argumentos certos, é possível não apenas vencer a resistência do gestor, como também convencê-lo de que o seguro D&O é um investimento baixo para proteger o patrimônio que ele construiu com esforço, caso venha ser acionado na justiça por algum de seus atos ou de seus comandados.

A seguir, cinco argumentos fortes que os corretores de seguros podem utilizar para as principais justificativas dos gestores que resistem à ideia de contratar o seguro D&O:

1 – “Minha empresa não tem ações na bolsa, não preciso de seguro”

De fato, as empresas de capital aberto necessitam de seguro D&O porque são reguladas pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM), que fiscaliza a conduta de seus gestores e por isso têm maior exposição a riscos. Mas, é um erro pensar que as empresas de capital fechado não estão sujeitas a riscos. Estão sim, e muito. Nenhuma empresa está livre de ser acionada na justiça e tampouco seus gestores, especialmente pelo risco de responsabilização previsto nos códigos de defesa do consumidor, tributário, civil etc. E o seguro D&O serve, nesses casos, para cobrir os custos de honorários advocatícios para que o administrador tenha a melhor defesa e, se for condenado por ato culposo, o reembolso da indenização paga.

2 – “Sou diligente, e, portanto, nunca enfrentarei processos na justiça”

Todos os gestores são responsáveis por sua conduta e a de seus subordinados. Então, ainda que aquele ato ou omissão não tenha sido cometido diretamente por ele, estará sujeito a ser questionado, porque era sua obrigação verificar se a conduta era correta, se os manuais de procedimentos estavam sendo seguidos etc. Um exemplo é o caso de um diretor que foi acionado na justiça porque o empregado, que trabalhava em outro estado, morreu em acidente de trabalho por não utilizar os equipamentos de segurança disponibilizados pela empregadora. O diretor foi processado por homicídio culposo, quando não há a intenção de matar, porque o Ministério Público entendeu que ele deveria ter fiscalizado o uso dos equipamentos de segurança. Veja que a responsabilidade na condição de executivo da empresa extrapola a sua conduta. Então, o risco é bem maior do que se possa mapear.

3 – “A empresa é familiar e os acionistas não vão me processar”

A maioria das ações na justiça contra o empresário não é promovida por sócios ou acionistas. Geralmente, são ajuizadas pelo Ministério Público por questões criminais, tributárias, consumeristas e ambientais, entre outras. Os fornecedores também podem questionar a conduta do administrador durante o processo da ação de falência, por duvidarem que a empresa possa honrar suas dívidas. Então, o fato de a empresa ser familiar pouco importa na promoção de ação contra o executivo.

4 – “Sou sócio administrador e o seguro D&O não me protege”

De fato, se ele for apenas sócio não terá a cobertura do seguro. Mas, se for sócio administrador terá cobertura para o risco de administração da empresa. Então, caso seja questionando na justiça pelo recolhimento de um tributo, por sonegação fiscal, pouco importa o fato ser ou não sócio, porque o foco da ação será apurar um ato de administração da empresa. Para indenizar, a seguradora irá avaliar se no momento do sinistro a reclamação foi contra a figura do sócio ou do administrador.

5 – “A empresa é pequena, não necessita de seguro D&O”

Esse argumento é recorrente, mas não faltam exemplos para derrubá-lo. Empresas pequenas podem ter riscos bem grandes. Um exemplo dos mais conhecidos é o de um shopping em Osasco que explodiu, em 1996, gerando uma série de desdobramentos contra os seus executivos, inclusive o gerente. Além de processados criminalmente, a justiça se baseou no Código de Defesa do Consumidor para a indenização de todas as vítimas, aplicando a desconsideração da personalidade jurídica, pela qual os gestores respondem com o seu patrimônio. E para piorar, foi de forma solidária. O caso chegou ao STJ e eles foram absolvidos no processo criminal, mas tiveram de arcar com as indenizações civis. O shopping tinha o capital social de R$ 3 milhões, montante insuficiente para pagar altas indenizações. Ou sejam o risco era desproporcional ao tamanho da empresa e o patrimônio dos administradores ficou extremamente vulnerável.

Por isso, é fundamental que o gestor tenha apólice de D&O, porque por meio dela conseguirá transferir grande parte dos riscos de sua gestão à seguradora, podendo exercer a sua administração de forma mais tranquila. E o melhor argumento de vendas é explicar para o empresário que o custo do prêmio é provavelmente muito menor, por exemplo, que o prêmio do seguro de automóvel dos executivos da empresa, e a proteção (limite segurado) muito maior.

Susep iniciou a emissão da carteira profissional do corretor de seguros

Comunicado

A Superintendência de Seguros Privados (Susep) iniciou a emissão da carteira profissional do corretor de seguros. A requisição do documento deve ser realizada pelo portal da autarquia (http://www.susep.gov.br/) e para solicitá-lo o profissional precisa ter tido o seu pedido de recadastramento deferido. A distribuição da carteira ficará a cargo do Instituto Brasileiro de Autorregulação do Mercado de Corretagem de Seguros, de Resseguros, de Capitalização e de Previdência Complementar Aberta (Ibracor), órgão auxiliar da Susep.

Para o superintendente da autarquia, Joaquim Mendanha de Ataídes, a carteira profissional do corretor de seguros significa a valorização da categoria. “Esse é mais um passo importante para o fortalecimento da profissão de corretor e também vai ao encontro de todas as ações que a Susep realiza em prol da proteção do consumidor”, ressaltou, salientando que os novos documentos emitidos em formato smart card permitirão que os corretores realizem a certificação digital e tenham mais segurança no relacionamento com as empresas do setor e com outros órgãos do Governo Federal, como a Receita Federal.

As carteiras profissionais serão produzidas em lotes, incialmente de 500 unidades, e possuem o custo unitário de R$ 41,16. A Susep esclarece que a responsabilidade da conferência dos dados cadastrais para a emissão das mesmas é do próprio corretor de seguros. A entrega das carteiras será realizada nos sindicatos estaduais (Sincors) ou nas delegacias regionais sob a supervisão do Ibracor. Para a retirada da carteira o corretor precisará apresentar o comprovante do pagamento de emissão e um documento de identificação original com foto. O corretor de seguros que não apresentar interesse em obter a carteira de identidade profissional poderá comprovar a sua habilitação por meio de certidão extraída no portal da Susep.

Recadastramento

O período estipulado para o recadastramento do corretor de seguros pessoa física encerrará no dia 30 de setembro. O não recadastramento implica na suspensão do registro conforme o disposto na Circular da 552, de 17 de maio de 2017. A Susep esclarece que os corretores que finalizarem o pedido de recadastramento dentro do prazo e o mesmo permanecer em análise por parte da autarquia, não serão prejudicados e os seus registros continuarão ativos até a conclusão da análise.

Em caso de dúvidas, o site do Ibracor (http://www.ibracor.org.br/) possui um passo a passo detalhado sobre o recadastramento e há linhas diretas para os corretores nos telefones (21) 3233-4146, da Susep, e (21) 3509-7070, do Ibracor.

Liberty lança seu próprio programa de conexão com startups; inscreva-se

Fonte: StartSe

A Liberty Seguros lançou o Programa Liberty Open CoLab. A iniciativa busca por startups que tenham soluções relacionadas a 4 componentes que, uma vez integrados, farão parte da solução a ser testada durante a empreitada.

São eles: solução sob demanda, pela qual o usuário é capaz de ativar ou desativa-la quando achar necessário; solução de meio de pagamento pré-pago (utilização de créditos); benefícios (cashback); e solução P2P (peer to peer), através de recomendações.

A primeira fase é a do screening, que está com inscrições abertas até 24 de setembro. Logo em seguida, acontecerá a avaliação das inscritas para o Pitch Day, que vai rolar no dia 10 de outubro. A etapa seguinte é a de conexão: aprofundamento dos requisitos dos componentes e do entendimento das soluções para avaliação da pertinência de estruturação e realização de um piloto – acontece nas duas primeiras semanas de novembro. Por fim, até dezembro, terá o balanço entre os resultados esperados e os resultados alcançados e deliberação sobre a continuidade e formato da relação entre a startup e a Liberty Seguros.

As selecionadas serão aquelas com aderência aos componentes e que estejam no estágio de MVP desenvolvido e validado ou mesmo que já tenham seu produto ou serviço disponíveis no mercado. Não importa o tipo de tecnologia nem onde a startup está localizada.

Por que participar? Oportunidade de gerar receita ao ser contratado como fornecedor ou parceiro da Liberty Seguros, sem nenhuma cessão de participação; oportunidade de testar sua solução em situações reais numa empresa inovadora, com participação significativa no mercado; oportunidade de contato com diretores, gerentes e especialistas da Liberty e receber feedback sobre a aderência de sua solução; e rapidez.

BMW Group Brasil conta com oficinas certificadas para prestar serviços de Funilaria e Pintura

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O BMW Group Brasil e o Porto Seguro Auto fecharam uma parceria que proporcionará aos clientes BMW e MINI e aos segurados do Porto Seguro Auto que possuem esses modelos uma experiência ainda mais Premium ao utilizarem serviços de funilaria e pintura. A cerimônia de formalização do acordo, realizada nesta terça-feira (29), em São Paulo, contou com a participação do presidente e CEO do BMW Group Brasil, Helder Boavida; do diretor de Pós-Vendas das marcas BMW e MINI, Antonino Gomes de Sá; do Diretor Geral da Porto Seguro, Luiz Pomarole; entre outros executivos das duas companhias.

Com esta iniciativa, os segurados proprietários de um veículo BMW e/ou MINI têm à disposição a rede de Concessionárias Autorizadas BMW e MINI para a realização de serviços de funilaria e pintura e a garantia de que seu veículo será reparado respeitando os mais rigorosos padrões de qualidade.

Para isso, ao ocorrer um sinistro, o segurado será informado pela seguradora, por meio de seus canais de atendimento, sobre a possibilidade de realizar o reparo nas oficinas certificadas da rede de Concessionárias Autorizadas BMW e MINI. Ao levar seu automóvel ao local, contará com instalações, equipamentos, ferramentas e processos alinhados aos rigorosos padrões de qualidade globais adotados pelo BMW Group, a certeza de que serão utilizadas peças originais BMW e MINI, além de ter o suporte de profissionais treinados e qualificados. Toda esta estrutura se traduz em agilidade e qualidade desde a chegada do veículo até a sua devolução, garantindo a performance, beleza e segurança já consagradas nos automóveis das duas marcas.

Atualmente, o BMW Group Brasil conta com oficinas certificadas para prestar serviços de Funilaria e Pintura em quase todo o território nacional – até 2020, 100% da rede estará certificada pelo grupo – e que passarão a ser referenciadas pelo Porto Seguro Auto. São elas: Autostar, Osten e Grand Brasil, de São Paulo (SP); Eurobike (Ribeirão Preto/SP) e Germânica (Sorocaba/SP); Autokraft (Rio de Janeiro/RJ) e Euro Import (Curitiba/PR). A certificação de oficinas do BMW Group obedece uma dinâmica gradativa e contínua, em nível global, e tem como principal meta a excelência na qualidade de execução dos serviços.

“Esta iniciativa proporcionará uma oportunidade aos clientes em comum de ambas as empresas de utilizar os serviços de reparo e pós-vendas da BMW e da MINI, que obedecem aos mais rigorosos padrões de qualidade em âmbito global”, afirma o presidente e CEO do BMW Group Brasil, Helder Boavida.

“Ampliar as opções e a qualidade dos serviços de pós-vendas é primordial para aprimorar o relacionamento com nosso cliente e é uma das diretrizes fundamentais da companhia. Sempre trabalhamos para que os nossos clientes desfrutem de serviços cada vez mais inteligentes e conectados às realidades e demandas da sociedade atual”, explica Antonino Gomes de Sá, diretor de Pós-Vendas das marcas BMW e MINI.

Seguradora cria plataforma para facilitar o acesso à previdência complementar

Fonte: Zurich

Com o objetivo de suprir a crescente demanda por informações sobre previdência complementar e soluções que facilitem o acesso à proteção contra a perda de renda, a Zurich, seguradora global com 78 anos de experiência no mercado brasileiro, investiu na criação do Portal da Previdência, plataforma que possibilita, de forma rápida e prática, a contratação online de planos de previdência complementar pelo site: www.zurich.com.br.

O Portal da Previdência, viabilizado com esforços sinérgicos das áreas de tecnologia e produtos, traz a facilidade da emissão digital, que permite aos corretores efetuar a venda de um plano de previdência diretamente pelo website da Zurich, por meio de formulário eletrônico e assinatura digital, prática com foco em sustentabilidade e que dispensa o uso de papel.

Segundo Carlos Tejeda, Diretor de Distribuição de Vida e Previdência da Zurich, a novidade contribui para a modernização da atividade dos corretores de seguros e substitui a necessidade de o cliente assinar o formulário em papel para contratar um plano de previdência. “Queremos facilitar a vida dos corretores, das empresas que instituíram planos de previdência e também do consumidor final. A atuação da Zurich é sustentada por três pilares, foco no cliente, inovação e simplificação, o que faz com que tenhamos soluções como esta plataforma, que deixa os produtos ao alcance das pessoas”, explica o Diretor da Zurich.

Além da contratação digital e do acompanhamento online do investimento, o Portal conta com um simulador que ajuda a entender os diferentes tipos de planos de previdência, a projeção de investimento x rendimento e auxilia na escolha do melhor produto de acordo com o perfil do usuário.

Outro diferencial do serviço oferecido pela Zurich é a disponibilidade de informações para diferentes públicos. Trata-se de um único ambiente online em que empresas, por meio de seus departamentos de Recursos Humanos, colaboradores, clientes e corretores, podem acessar e consultar dados, boletos, extratos, histórico de remuneração, rentabilidade e outras informações e serviços online.

NÚMEROS

A Zurich tem como missão conhecer os riscos, oferecer soluções para que as pessoas possam se proteger contra eles e realiza com frequência estudos como forma de disseminar tendências e conhecimento. De acordo com dados do Estudo Zurich – Falhas na Proteção de Renda/2016, realizado em parceria com a Universidade de Oxford e que entrevistou mais de 11 mil pessoas, em 11 países, a população global ainda subestima o risco real de perda de renda. No mundo todo, 38% das pessoas acreditam que existe menos de 10% de chance de um evento inesperado impedir sua capacidade de gerar renda. No Brasil, o índice é ainda maior e chega a 41%. Na contramão dessa expectativa, 44% das pessoas já tiveram perda de renda devido à invalidez ou morte de algum familiar.

“É importante que todos entendam a importância de um planejamento financeiro adequado para aposentadoria. Somos uma empresa global, comprometida com o desenvolvimento dos mercados em que atuamos, buscamos trazer soluções, facilitar o acesso às informações, aos planos de previdência complementar e, dessa forma, contribuir para que a sociedade como um todo esteja mais protegida contra a perda de renda.”, explica Carlos Tejeda.

Dados da Fenaprevi (Federação Nacional de Previdência Privada e Vida) mostram que em 2016 a captação líquida no segmento teve um saldo positivo de R$ 60,8 bilhões, 24% a mais que 2015. “Houve um aumento na captação líquida no mercado de previdência, apesar do momento econômico que o Brasil está passando, tivemos um 2016 excelente e, não tenho dúvidas de que 2017 será ainda melhor com relação à captação de recursos para os planos de previdência” afirma Carlos Tejeda.

Tokio Marine contrata profissionais acima de 50 anos

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A recolocação no mercado de trabalho não é simples, principalmente para as pessoas que têm acima de 50 anos. Mas a Tokio Marine valoriza e está em busca de profissionais com esse perfil. Inicialmente, a Companhia está disponibilizando vagas temporárias para atuação na área de Atendimento – Contact Center. Para concorrer, os candidatos devem ter concluído o ensino médio e ter conhecimento básico do pacote Office. As vagas serão divulgadas na área “Trabalhe Conosco” no site da Tokio Marine e no LinkedIn, além dos canais oficiais de comunicação da Seguradora.

Os aprovados no processo seletivo terão como responsabilidades atender Clientes e Corretores para esclarecer dúvidas e executar solicitações; registrar reclamações, sugestões e elogios; prestar informações diversas e realizar aviso de sinistro para o ramo de automóvel, incluindo consulta de processo e agendamento de vistoria.

A iniciativa faz parte do Programa ‘Toque de Vivência’, cujo mote é “Um emprego que valoriza a melhor experiência. A de vida”, e visa garantir ainda mais inclusão e diversidade entre os Colaboradores da Companhia, além de oferecer a oportunidade de trabalho a profissionais da melhor idade. “Hoje, a expectativa de vida no Brasil está cada vez maior e as pessoas estão mais ativas e em plena capacidade de exercer as mais diversas atividades. A Tokio Marine entende que profissionais acima de 50 anos podem retomar suas carreiras e continuar realizando seus sonhos”, afirma a Gerente de Recursos Humanos, Juliana Zan.

O programa está alinhado com as diretrizes da Seguradora de valorização do Capital Humano e Orgulho de Pertencer. “Na Tokio Marine, trabalhamos com foco em Pessoas, Processos e Paixão. Essa combinação, alicerçada pelos pilares de Crescimento com Resultado e Qualidade/Inovação na entrega dos nossos Produtos e Serviços, é fundamental para continuarmos construindo a história de uma das melhores empresas para trabalhar no Brasil, solidificando nossa estratégia mundial de sermos reconhecidos como uma Good Company”, completa Juliana Zan.

A Companhia está há cinco anos consecutivos no ranking de Grandes Empresas da pesquisa conduzida pelo Great Place to Work® Brasil em parceria com a Revista Época. Em 2017, alcançou a 8ª posição.

SulAmérica participa de evento da ONU

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A SulAmérica, maior seguradora independente do País, participará de dois painéis da mesa redonda regional da Iniciativa Financeira do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (UNEP FI) na América Latina e no Caribe, a ser realizada entre os dias 5 e 6 de setembro próximo em Buenos Aires, na Argentina.

A diretora de Recursos Humanos e Sustentabilidade da SulAmérica, Patrícia Coimbra, integrará o debate sobre a liderança de mercado em finanças sustentáveis. Entre outras abordagens, a proposta é a de apresentar as boas práticas em termos sociais, ambientais e econômicos, desafios e oportunidades neste processo, e como o exemplo da companhia pode servir de inspiração para outros players.

“A SulAmérica é pioneira no emprego da metodologia de reportar indicadores socioambientais. Também é signatária e conselheira da iniciativa dos Princípios para Sustentabilidade em Seguros (PSI) e dos Princípios para o Investimento Responsável (PRI). Participar da mesa é uma oportunidade de compartilhar um pouco de nossa experiência e de como a participação na UNEP FI colaborou com esse processo”, afirma Patrícia.

Outra sessão terá a participação do superintendente de Sustentabilidade, Tomás Carmona. Ele será um dos debatedores no painel que abordará formas de assegurar a implementação do PSI nas companhias, e ainda principais oportunidades para o mercado de seguros usando tais iniciativas.

“Vamos mostrar que os bons princípios e práticas ambientais, sociais e de governança corporativa estão presentes em todas as áreas da SulAmérica. E que a adoção deles e sua constante vigilância objetivam um equilíbrio que beneficia o negócio e a sociedade”, afirma Carmona, que integra o conselho global do PSI.

UNEP FI – A Iniciativa Financeira do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (UNEP FI) é fruto de uma parceria entre a ONU e o setor financeiro criado na Eco-92, no Rio de Janeiro. Ele é composto por mais de 200 instituições financeiras, tais como bancos, seguradoras e investidores, e tem como missão promover as finanças sustentáveis buscando entender os desafios ambientais e sociais da atualidade, seus impactos nos negócios e como enfrentá-los.