Alejandro Padilla assume como CEO de resseguros da Som.Us para AL

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A SOM.US Holding International, empresa do setor de seguros e resseguros para a América Latina, informa que o mexicano Alejandro Padilla acaba de assumir, neste mês de setembro, o cargo de CEO da área de Resseguros Marine e Non-Marine para a América Latina. Com escritórios localizados no Brasil, Equador, México e Uruguai, a nova estrutura da holding SOM.US está organizada em quatro unidades de negócios transversais, sendo três relacionadas a Resseguros – Non-marine, Marine e Benefícios – e uma a Assessoria em Seguros (Wholesale). Fabio Basilone, do Brasil, é o CEO da unidade de Wholesale e Maurício Rodriguez, do Equador, é o CEO de Benefícios. Juntos, os CEOS têm a função de definir as bases estratégicas da Companhia.

Neste primeiro momento, a estratégia da SOM.US é estruturar a nova unidade para ampliar de forma orgânica sua atuação em toda América Latina. “O mundo do comprador de resseguro tornou-se mais complexo. As expectativas em relação ao corretor de resseguros mudaram e continuarão a mudar em termos de crescimento, margem, restrição de custos e talento. A figura do corretor de resseguros está em transição e hoje está mais próxima de um conselheiro estratégico”, destaca o CEO, que fica baseado na SOM.US México. O executivo explica que o seu principal objetivo é fazer com que a unidade de Resseguros em Marine e Non-Marine cresça em toda América Latina.

“Vejo uma verdadeira oportunidade de ofertar criatividade, inovação e, o mais importante, um serviço de qualidade tangível”, disse Padilla. Motivado, ele afirma que está ansioso para fazer da SOM.US um grande player no ecossistema do Resseguros Non-life na América Latina, que, em 2016, representou US$ 11,6 bilhões de prêmios cedidos”.

Perfil de Alejandro Padilla

Nascido no México, Padilla tem uma vasta experiência nos setores de seguros e resseguros. Estudou engenharia industrial na Universidad Iberoamericana e mestrado em finanças pela ITESM, o que lhe permitiu iniciar sua carreira no P&C Broker, Reinmex. Padilla assumiu funções de liderança em Guy Carpenter tornando-se MD-Country Head para o México e América Central. O executivo também trabalhou para o JP Morgan Bank (México), a ING Insurance Company e foi chefe de resseguro da Latam North para a Swiss Re e presidente da Swiss Brokers no México. Mais recentemente, exerceu a função de CEO da CGSC (Cooper Gay Swett & Crawford) para o México, CA e Caribe espanhol.

Rádio CNseg: Secretaria Nacional do Consumidor aposta nas plataformas digitais visando à melhoria nas relações de consumo

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A diretora do Departamento de Proteção e Defesa do Consumidor, órgão ligado à Senacon (Secretaria Nacional do Consumidor), Ana Carolina Caram, fala na Entrevista Especial de hoje sobre a situação do atendimento ao consumidor em todo o país. Ela trata em particular do funcionamento do consumidor.gov, uma plataforma digital em que os clientes podem registrar queixas e reivindicar direitos junto às empresas. “É uma forma de o consumidor ter acesso ao fornecedor sem ter que sair de casa. Acredito que as plataformas digitais sejam o presente e o futuro das relações de consumo”, afirma ela.

Também nesta segunda, o presidente da CNseg (Confederação Nacional das Empresas de Seguros Gerais, Previdência Privada e Vida, Saúde Suplementar e Capitalização), Marcio Serôa de Araujo Coriolano, aborda no programa “Fala Presidente” a oitava edição da Conseguro (Conferência Brasileira de Seguros, Previdência Privada e Vida, Saúde Suplementar e Capitalização), principal evento do setor no Brasil, que acontecerá de 19 a 21 de setembro no Rio de Janeiro. A conferência debaterá este ano a situação econômica e política do país. “Com certeza, vai ser um momento importantíssimo para discutir como o setor pode contribuir para o crescimento do Brasil a partir do ano que vem”, diz Coriolano.

Nesta terça-feira, no quadro “Conheça os Seguros Gerais”, o presidente da Comissão de Responsabilidade Civil Geral da FenSeg, Márcio Guerreiro, fala sobre seguro para estacionamento. No mesmo dia, entra o “Qual é a Dúvida?”.

Já na quarta-feira, no programa “Inovação e Sustentabilidade”, o presidente da Comissão de Seguros Inclusivos da CNseg, Eugênio Velasques, explica o que é esse ramo, anteriormente conhecido como microsseguros. Também na quarta, o “Entenda os Seguros de Pessoas” traz o diretor comercial da Capemisa Seguradora, Fábio Lessa, que vai falar sobre o Seguro Prestamista.

No dia seguinte, o quadro “Por Dentro da Saúde Suplementar” apresenta uma entrevista com a diretora de Normas e Habilitação de Produtos da Agência Nacional de Saúde Suplementar, Karla Coelho. Ela abordará as diretrizes da ANS para o enfrentamento da obesidade no Brasil. Ainda na quinta, é a vez do “Momento Jurídico”.

Fechando a semana, na sexta-feira, o programa “Dicas do Consultor” apresenta a terceira parte da série com o presidente da Abefin (Associação Brasileira de Educadores Financeiros), Reinaldo Domingos, sobre cuidados financeiros nas diversas fases da vida. Nesta semana, ele enfoca o período dos 17 aos 25 anos. No mesmo dia, vai ao ar o “Minuto da Capitalização”.

Diariamente, a Rádio CNseg traz ainda boletins de serviço, notícias do setor, da economia e da política do país, além da programação musical. A grade completa está disponível em http://radio.cnseg.org.br.

Riscos de seguros negociados no mercado de capitais

A Folha de São Paulo conta hoje que empresas de seguros no Brasil querem um novo instrumento que permita transferir riscos ao mercado de capitais na forma de resseguros. A ideia é “empacotar” apólices em um título que possa ser comercializado. É um negócio com formato semelhante ao dos CRAs (Certificados de Recebíveis do Agronegócio), mas no qual o comprador antecipa pagáveis e corre o risco de arcar com parte dos sinistros dos contratos. “A possibilidade de transferir riscos para o mercado de capitais transformou o setor em países desenvolvidos”, diz Rodrigo Botti, diretor da resseguradora Terra Brasis. “Nos mercados maduros, essa prática representa cerca de 20% do volume total de prêmios”, afirma. A estratégia para inserir essa venda do título de seguros na legislação brasileira será um dos principais temas do Conseguro, evento da confederação do setor.

Seguro auto popular ainda é a grande aposta do setor

por Márcia Alves

Criado para conquistar o mercado de mais de 30 milhões de veículos que não têm seguro, fatia correspondente a cerca de 70% da frota nacional, o seguro popular de automóvel ainda está longe de atingir esse objetivo. Dia 29 de agosto, a Associação Paulista dos Técnicos de Seguro (APTS) realizou debate, no auditório do Sincor-SP, para discutir as expectativas do setor e os problemas que impedem a evolução desse seguro.

Pesquisa com os sem seguro

Segundo Felipe Milagres, diretor da Azul Seguros, pesquisas que apontam por que muitos donos de automóveis não fazem seguro ajudaram a empresa a direcionar a construção do seu produto. Para a justificativa dos entrevistados que consideram o seguro caro e que admitem a incapacidade de pagar em até 4 parcelas, a empresa adotou a solução de um produto enxuto com preço competitivo (até 30% mais barato que o tradicional) e em dez prestações fixas.

Em relação à baixa percepção do valor do seguro e da imagem de burocrática das seguradoras, apurada por pesquisas, a solução da empresa foi tornar o produto fácil de entender, com perfil simplificado (apenas cinco perguntas) e coberturas básicas (colisão, roubo, furto). O Azul Seguro Auto Popular é destinado a veículos com 5 anos ou mais, importância segurada de até R$ 60 mil e indenização de 80% ou 90% da tabela Fipe, além de assistência 24 horas e guincho em até 100 km.

Mas, o seguro auto popular se tornou viável para a seguradora somente após a publicação da resolução do CNSP (nº 340), em dezembro de 2016, que permitiu o uso de peças de desmontagem oriundas de empresas credenciadas e também peças de reposição novas, que apresentem as mesmas especificações técnicas do fabricante. Com isso, a Azul pode reduzir o preço do seu produto a partir do uso de uma cesta de peças, que inclui peças originais, peças de desmontagem provenientes da Renova Ecopeças, empresa da Porto Seguro criada há três anos, e peças de fabricantes homologados e certificados.

Boas perspectivas

O seguro popular de automóvel da Tokio Marine Seguradora, segundo o diretor de Automóvel da Luiz Padial, oferece cobertura inicial para colisão e incêndio para veículos com cinco anos ou mais de uso e pode custar até 50% menos que o seguro tradicional. Ele explica que a indenização é ajustada entre 80% e 90% da tabela Fipe e o valor da franquia difere no momento do sinistro se o segurado optar por oficina de livre escolha ou referenciada. Os serviços de assistência, como carro reserva e vidros, são flexíveis e o pagamento do prêmio é facilitado em até 6 vezes sem juros ou em 12 parcelas fixas no débito em conta ou cartão de crédito.

A Tokio Marine optou por utilizar no reparo de veículos peças novas compatíveis, que são oriundas do mercado alternativo, com as mesmas especificações técnicas do fabricante. O produto está disponível para 16 tipos de veículos (passeio, caminhões e utilitários de carga), cuja combinação pode atingir mais de mil versões. Ele também destacou a abrangência de oferta em dez cidades do país, adiantando que a empresa já somou outras dez cidades à lista.

Em seis meses de operação, a empresa vendeu mil apólices, somando R$ 1,4 milhão em prêmios, e indenizou apenas nove sinistros, dos quais somente um por perda parcial. “Acompanhamos cada venda, até para ter a certeza de que foi uma venda consciente, e nos casos de sinistros, também verificamos o serviço da oficina”, diz Padial. A Tokio Marine calcula que no médio prazo a venda de seguro auto popular represente 15% de sua carteira.

Reparação

José Nogueira dos Santos, vice-presidente do Sindicado da Indústria de Reparação de Veículos e Acessórios do Estado de São Paulo (Sindirepa-SP), e presidente da Câmara de Estudos de Colisão do Sindirepa Nacional, contou que a rede independente está presente em 5.572 municípios do Brasil. Segundo ele, o alto preço das peças combinado com a Lei do Desmonte(12.977/2014), que ainda precisa ser discutida amplamente pela sociedade e que demora a ser consolidada, eleva o aumento de furto de veículos e o comércio ilegal de peças.

Para ele, a lei ainda não oferece solução para atender toda a demanda, pois a capacidade de abastecimento dos estabelecimentos legalmente instalados não atende a 1% da demanda do mercado de sinistro. Nogueira lembrou que nos Estados Unidos, o trabalho de desmontagem de veículos é realizado pelas próprias montadoras. Ele destacou a importância do reparador independente para a consolidação de qualquer projeto de melhoria de mobilidade, e que o objetivo da Câmara de Colisão é a aproximação do mercado reparador com o segurador, para que haja mais segurança. “Pois, somos um dos elos desta cadeia produtiva”.

Garantia da qualidade

Representando a Fenacor, o vice-presidente na região Sudeste e presidente do Sincor-SP, Alexandre Camillo, tocou em um ponto crucial para a evolução do seguro auto popular: a garantia da origem e do estado de uso das peças recuperadas provenientes de desmanches. De acordo com a Lei do Desmonte, caberá aos Detrans dos estados regimentar e fiscalizar as empresas de desmontes para o registro e controle da origem das peças. “Criou-se a expectativa de usar peças recuperadas para reduzir o preço do seguro. Mas, o fato é que isso não se tornou realidade”, afirma.

Segundo Camillo, falta aos Detrans um sistema informatizado, cujo custo atual está na casa de milhões de reais. Apenas o Detran de São Paulo adquiriu o sistema. Nos seminários itinerantes sobre a Lei do Desmonte, realizados pela Fenacor, ele observou que ficou clara a necessidade de se equipar os Detrans para a consolidação da lei. “Aí sim pode se pensar no seguro auto popular. A Fenacor e a CNseg se debruçaram novamente sobre o assunto. Está se avaliando também a força de contribuição junto aos Detrans na obtenção destes sistemas. Acredito firmemente que, em breve, teremos boas novidades”, diz.

Comitê da Camara-e.net quer difundir a cultura de insurtech no Brasil

Difundir a cultura de insurtech no Brasil. Esse é o desafio de Gustavo Zobaran, que assumiu a coordenação do Comitê de Insurtechs da Camara-e.net para discutir, fomentar e estimular projetos disruptivos no mercado de seguros. “Vamos fazer uma radiografia desse segmento, levantando as iniciativas com soluções de investimento, internet das coisas, jornada do usuário, produtos, segurança da informação, análise de dados e tecnologias futuras, entre outras categorias que compõem esse ecossistema”, comenta ele que também é head de brand experience na Youse.

A Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico (camara-e.net) já abrigava um comitê de seguros, liderado por Manoel Mattos. Diante da explosão das insurtechs, surgiu a idéia de fazer um retrofit no comitê e mudar seu nome para insurtech, um tema que caiu no gosto das seguradoras e investidores, contou ele ao blog Sonho Seguro. “Também queremos trazer as experiências internacionais para o Brasil, bem como levar a nossa experiência para o mundo”, afirma. “Temos vários casos de sucesso no país que precisam ser divulgados”, acrescenta.

Zobaran enumerou os principais desafios do comitê: educar empresas e pessoas que interagem nesse ecossistema; disseminar a cultura do seguro como necessidade; atuar como hub do setor, se fazendo presente em toda discussão relacionada às Insurtechs; criar um banco de talentos de pessoas que vejam o segmento como oportunidade de negócios e trabalho; produzir conteúdo; promover uma mudança de atitude e comportamento que aproxime mais as empresas seguradoras de seus clientes e de projetos/iniciativas que venham a resolver algum problema; e promover o intercâmbio com o mercado internacional, criando e participando de missões de conhecimento e negócios.

O grupo se reuniu no final de agosto com cerca de 80 participantes para debater seguros e tecnologia, em São Paulo. No encontro foi lançado o primeiro mapeamento do ecossistema de Insurtechs no Brasil. A iniciativa pretende desenhar um mapa com todas empresas que desenvolvem tecnologias e soluções inovadoras para o mercado segurador. “O mapa será um organismo vivo, que vai nos permitir acompanhar a evolução desse setor no país e divulgar dados a cada três meses”.

O evento também contou com a apresentação de projetos de duas startups da área de seguros e de empresas já consolidadas nesse mercado. “O uso de machine learning, BD e Analytics possibilita que as empresas reúnam e analisem grandes quantidades de informações para criar oportunidades de ações que gerem valor para ela e para seus clientes”, disse Alessandro Maracajá, sócio-diretor da Solutions One, que foi convidada a falar sobre o papel-chave da tecnologia para as Insurtechs.

Roberto Ciccone, da Everis, consultoria do Grupo japonês NTT, mostrou aos participantes como está o mercado mundial de Insurtechs, quem são as empresas que fomentam esse segmento e qual o papel das startups disruptivas para o desenvolvimento do mercado. Ciccone citou como exemplos startups de telemetria de veículos, cibersegurança, uso de energia, saúde e plataformas de e-commerce sob demanda. “A tendência de investimento nessa área é de aumento”, diz ele. “O financiamento para startups de InsurTech chegou a US$ 3,1 bilhões, em 2015 – 7,5 vezes maior que em 2013”, comentou ele em nota divulgada à imprensa.

Agora, o Comitê de Insurtechs irá disponibilizar o mapa no site da camara-e.net (camara-e.net) para que, a partir do dia 15 de setembro as iniciativas do segmento façam seu cadastro, indicando em que categorias desse ecossistema elas se enquadram.

Segundo o portal Conexão Fintech, o Brasil já conta com 25 insurtechs.

JLT adquire a corretora belga Belgibo, líder no mercado de riscos marítimos

Protasio: será um prazer atender os clientes da Belgibo no Brasil

O grupo JLT, uma das corretoras líderes mundiais em seguros, resseguros e benefícios que também oferece consultoria e serviços associados, adquiriu a corretora belga Belgibo, do grupo Exmar. Com sede na Antuérpia, a Belgibo é uma corretora líder no mercado belga com uma forte abordagem de consultoria e estratégia comercial voltada para riscos marinhos, de crédito e políticos, aviação, carga, benefícios para funcionários, logística, construção e serviços profissionais.

O CEO de Resseguros da JLT Brasil, Rodrigo Protasio, sinaliza que a aquisição pode ser estratégica para a empresa no país. “Os clientes da Belgibo vão investir em infraestrutura e estarão de olho nas concessões que serão licitadas ano que vem. Esperamos colher resultados positivos”.

A aquisição apoiará o serviço da JLT aos clientes em todos os 26 países da União Europeia e em três países do Espaço Econômico Europeu, permitindo que os clientes continuem a se beneficiar do acesso às capacidades únicas do mercado londrino, mesmo após a saída do Reino Unido da União Europeia.

Há mais de 20 anos JLT e Belgibo mantém uma relação comercial estreita, sendo a Belgibo um membro de longa data da rede internacional da JLT. Ao adquirir a corretora, a JLT estabelece uma base na Bélgica de forma a complementar as operações no Benelux e aprimorar as especialidades para clientes com atuação global.

A JLT está presente na Europa por meio de empresas próprias e joint ventures, totalizando sua presença em 27 países.

Executivo da Marsh Brasil assume Conselho Consultivo da Abdib

O diretor executivo para Risk Management & Specialities da Marsh Brasil, Marcelo Elias, foi nomeado para o Conselho Consultivo da Abdib (Associação Brasileira da Infraestrutura e Indústrias de Base). O anúncio foi feito no último dia 15 na Assembleia Geral Ordinária da entidade na qual deu posse aos integrantes do Conselho de Administração e do Conselho Consultivo para o mandato entre 2017 e 2020.
O Conselho de Administração tem a função de contratar e orientar o presidente-executivo da Associação, e estabelecer as diretrizes para o planejamento estratégico e da gestão. Já o Conselho Consultivo tem a função de assessorar o Conselho de Administração em matérias de planejamento da Abdib e acompanhar o desenvolvimento das atividades de comitês e grupos de trabalho.

Novos empresários passaram a compor os dois conselhos, refletindo a abrangência da representação dentro da Abdib de segmentos de infraestrutura que passaram a compor a entidade. No total, 20 empresários compõem o Conselho de Administração da Abdib. Já o Conselho Consultivo é composto por 40 empresários. Ambos são formados pelos presidentes ou principais executivos das empresas associadas.
A nomeação do executivo da consultoria de risco e corretora de seguros e resseguros Marsh, reforça a posição do setor de seguros e resseguros para a estruturação de financiamento e garantias para o desenvolvimento de projetos de infraestrutura, uma das principais bandeiras da Abdib no momento.

Generali contrata Michele Cherubini como diretor de estratégia e novos negócios

A Generali Brasil Seguros, subsidiária brasileira da Generali e uma das principais seguradoras do mundo, contratou o executivo italiano Michele Cherubini para assumir a diretoria de Estratégia e Novos Negócios, com foco na implementação de estratégias e do marketing da empresa, além de fomentar novas oportunidades de acordos comerciais e parcerias.

Formado em Administração de Negócios pela Universidade de Roma, o executivo conta com oito anos de experiência em consultoria estratégica de bancos, outros dez em uma seguradora europeia multinacional, tem expertise em Marketing Direto, produtos de poupança Unit Linked e desenvolvimento de novos negócios.

Cherubini estará à frente do posicionamento estratégico das linhas e dos modelos de negócios, garantindo que estejam alinhados ao contexto competitivo do mercado brasileiro e aos objetivos do Grupo. Também será responsável pelo Marketing, inserindo o cliente no centro das ações, preservando a imagem institucional e garantindo os interesses da Companhia através do relacionamento junto às comunidades nas quais a Generali atua.

“O Brasil é um mercado muito promissor. Nosso posicionamento e adoção de estratégias são essenciais para oferecermos produtos de qualidade para todos os tipos de público. Estamos confiantes que alcançaremos novas rotas de crescimento no mercado nacional”, completa Andrea Crisanaz, CEO da Generali Brasil.

Seguradora da Triunfo paga R$ 149,8 mi para outorga de Viracopos

Fonte: Reuters

A Triunfo Participações e Investimentos anunciou, em fato relevante divulgado na noite de quarta-feira, que a seguradora Swiss Re Corporate Solutions Brasil pagou à Agencia Nacional de Aviação Civil (Anac) 149,8 milhões de reais referente à parcela da outorga do aeroporto de Viracopos.

A Justiça do Distrito Federal tinha concedido liminar no início de agosto suspendendo o acionamento de seguro para o pagamento da outorga do aeroporto, que está em processo de devolução amigável para o governo. No fato relevante, a empresa não deu mais detalhes sobre o acionamento do seguro.

Triunfo e a UTC Engenharia, sócias na concessionária que administra Viracopos, decidiram no final de julho pela devolução da concessão em termos negociados com o governo federal.

A concessionária, que afirma já ter investido cerca de 3 bilhões de reais no novo terminal do aeroporto, diz que houve frustração nas projeções de demanda, com impacto para a situação financeira.

MEC autoriza lançamento do primeiro MBA em Seguros a distância

Fonte: Escola

A Escola Nacional de Seguros obteve, nesta quarta-feira, 30 de agosto, autorização do Ministério da Educação – MEC para oferta do MBA Gestão de Seguros e Resseguro, primeiro MBA da Instituição na modalidade a distância (EAD). O parecer favorável foi publicado no Diário Oficial da União.

O curso chega para atender a um grande contingente de profissionais do setor, principalmente aqueles que moram em cidades onde a Escola não mantém Unidade. “Estamos muito orgulhosos com essa conquista, pois temos a certeza de que iremos beneficiar centenas, talvez milhares de profissionais que desejam ter no currículo um MBA com foco específico no setor”, comemora o diretor geral da Escola, Renato Campos.

A Instituição obteve nota máxima em todos os quesitos avaliados pelo MEC, o que comprova que o MBA terá qualidade igual à do programa presencial – que já é reconhecido pelos profissionais do setor –, mas com benefícios únicos do EAD, como flexibilidade de horário e local de estudo, e autonomia para ditar o ritmo do aprendizado.

Outro aspecto favorável do MBA a distância é o investimento, cerca de um terço menor que o do programa em sala de aula. “Temos uma enorme expectativa nesse curso, acreditamos que ele será um divisor de águas na história recente da Escola, justamente por poder ser cursado em qualquer localidade do Brasil e no exterior, principalmente por profissionais de países lusófonos”, avalia o diretor de Ensino Superior da Escola, Mario Pinto.

Com lançamento oficial marcado para setembro próximo, durante a Conseguro, e início das aulas previsto para março de 2018, o curso é composto por 22 disciplinas e tem investimento de R$ 15.260,00, parcelável em 24 vezes. Empresas conveniadas à Escola têm condições especiais.