8ª Conseguro: Consumidor do futuro será imaturo e marketing ditará rumo das ciências sociais, diz Pondé

Fonte: CNseg

O consumidor do futuro será inseguro, ansioso, imaturo, porém com uma forte conotação narcísica. Até mesmo paranoico. Essa é a previsão do filósofo Luiz Felipe Pondé, durante a palestra “Como educar o consumidor do futuro”, que integra a 7ª Conferência de Proteção do Consumidor de Seguros, que acontece pralelamente à 8ª CONSEGURO.

Para Pondé, o indivíduo é hoje parte de um cenário no qual imperam uma judicialização e um viés regulador em todos os níveis da sociedade moderna. São fatores, explica ele, que despertam uma ansiedade e, consequentemente, imagens que distorcem a realidade.

Há anos atuando no mercado, especialmente no segmento publicitário, o filósofo comparou os objetivos de pesquisas realizadas no campo das ciências sociais com os que servem a planejamento estratégicos de mercado: “Enquanto as pesquisas das ciências sociais mostram como ser humano deveria ser, as do planejamento estratégico mostram como os seres humanos são realmente.”

Embora imaturo, o consumidor do futuro comprará mais que um produto. Comprará um estilo. Será, como frisou Pondé, um consumidor “sem vergonha”, que buscará o que deseja, porém amarrado um contexto de ilusão promovido pelo marketing, que para o filósofo será a “grande ciência social do futuro”.

Liberdade é uma palavra com significado muito relativo nos tempos modernos. Pondé alerta que hoje somos “muito pouco livres” e que somos constantemente vigiados ao passar um simples cartão em uma máquina. Falta às novas gerações uma relação mais profunda com a educação. Pondé recorreu aos primórdios do conceito de educação dos filósofos da Grécia Antiga para esboçar uma digressão sobre o consumidor do futuro: “A palavra educação está no mesmo patamar semântico da palavra energia”, disse.

É exatamente essa energia que move o mundo moderno, pelos modelos da tecnologia da informação. A educação, porém, não acompanharia as mudanças sociais na mesma velocidade da TI, segundo Pondé. “Nunca estivemos tão perdidos com educação como estamos agora”, concluiu.

No mesmo painel, a superintendente da Associação de Educação Financeira do Brasil, Claudia Forte, reforçou a imagem empoderamento que norteia o consumidor atual. Ela recorreu à frase célebre do pensador Montesquieu para explicar quem será o consumidor do futuro: “Dê poder a um homem e verás quem ele é”. Claudia ressalta, no entanto, que ainda é cedo para afirmar como será o consumidor do futuro, mas concorda com Pondé que as gerações mais jovens vivem realmente sob uma imaturidade e onda consumista desenfreada. “Nós somos um país onde a cultura do ter é mais importante do que a do ser”, analisou. Claudia disse que a educação financeira poderá ser uma grande aliada para a preparação do consumidor do futuro.

Além de Pondé e Claudia Forte, também participaram do debate a especialista em defesa do consumidor, a advogada Maria Stella Gregori, e Silas Rivelle, ouvidor da Unimed e presidente da Comissão de Ouvidorias da CNseg. Ambos destacaram que o seguro tem papel preponderante para a educação do consumidor do futuro.

8ª Conseguro: A importância das avaliações de risco de crédito nas operações das seguradoras

Fonte: CNseg

A importância das avaliações de risco de crédito nas operações das seguradoras foi o tema debatido no painel Avaliação de Risco de Crédito, do 5º Encontro Nacional de Atuários, ocorrido em 19 de setembro, paralelamente à 8ª CONSEGURO, no Rio de Janeiro . De acordo com o moderador e superintendente atuarial da Mitsui Sumitomo, Gustavo Genovez, essa importância da avaliação se dá tanto para identificar oportunidade de diversificação e melhoria do retorno sobre o capital investido, quanto sob a ótica atuarial, no que se refere à modelagem desse processo de avaliação e também em relação à gestão de risco relativo aos processos de governança.

O painel foi aberto pelo head de análise de crédito da MSCI para a América Latina, Conrad Albrecht, que defendeu que as empresas não façam análise apenas de um ativo isolado, mas sim de uma carteira diversificada, avaliando, inclusive, a correlação entre os ativos. Ele explicou que, à medida em que a carteira cresce e se diversifica, é difícil executar uma análise assertiva sem o auxílio de um sistema como o oferecido pela MSCI e outros vendors.

“É importante a parte inicial de análise da empresas isoladamente. Mas, à medida em que a empresa vai crescendo a carteira e abrindo a exposição em diferentes mercados e diferentes senioridades, a análise de portifólio é mais indicada. É possível capturar o risco e a correlação entre os ativos, a relação entre as volatilidades e os retornos, o risco inerente, os movilmentos correlacionados e as perdas esperadas com a visão holística do portfólio”, argumenta Albrecht.

A MSCI tem sede nos EUA e operação na América Latina, com escritórios em São Paulo e em Monterey, no México. Hoje, a base instalada da empresa é de 20 clientes no Brasil, dos módulos de índice e de analytic, que comprende a parte de gestão de risco de portfólio.

Marcelo Otávio Wagner, supertintendente de planejamento de investimentos da BrasilPrev, informou que a empresa faz, além da análise tradicional, também análise de portifólio e testes de estresse, que permitem testar qual o efeito haveria na companhia se um efeito de crédito crítico ocorresse.

Ele observou que, hoje, a maior parte da carteira de ativos das seguradoras é baseada em títulos públicos federais. Com a queda da taxa de juros e a redução da atratividade desses títulos, as empresas têm a oportunidade de diversificar essas carteiras dentro dos limites regulatórios. Wagner comparou o cenário atual do Brasil com o vivido pelo Chile, nos anos 1990, e pelo México, na década passada, com queda na taxa de juros e oportunidade de diversificação de portfpolio, em que a renda fixa é o caminho natural. Ele observou quem dominar estas técnicas de análise de portfólio, especialmente simulações, tende a ter um diferencial competitivo e retornos melhores.

“O fato de as seguradoras terem livros com um componente anticíclico abre uma excelente oportunidade. E quem estiver preparado para as análises de portifólio mais complexas terá uma chance de ouro, na medida em que temos um mercado carente de crétido e em que as taxas de juros e as condições estão chegando a níveis adequados”, sinalizou Wagner, ao fechar sua apresentação.

8ª Conseguro: Como elevar o patamar da ética pública e privada brasileira?

Fonte: CNseg

Otimismo. Esse foi o tom do ministro Luiz Roberto Barroso, do Supremo Tribunal Federal (STF), ao proferir a palestra “O Momento Institucional Brasileiro e uma Agenda para o Futuro”. Há 40 anos, as angústias eram tortura, censura e estarmos distantes de construir instituições democráticas. “Hoje estamos debatendo, no Brasil, como enfrentar um ciclo histórico longo de corrupção. Não foi uma coisa de um governo ou outro. Vem lá de trás”, pontuou. Segundo ele, o grande desafio é como elevar o patamar da ética pública e privada brasileira e quais os caminhos que podemos percorrer para deixar de ser um pais de renda média.

Ele ressalta que a qualidade das preocupações da agenda do Brasil melhorou significativamente. Ele citou três importantes conquistas nesses 30 anos de democracia. “A primeira delas é que nós temos 30 anos de estabilidade institucional. Pode parecer óbvio para as novas gerações, mas a história mostra que o país sempre foi marcado pelo desmandos de governos anteriores. Era o país do desrespeito à legalidade constitucional. Agora vivemos 30 anos de democracia, com muita crise, dois impeachments, porém, sem arranhão na legalidade constitucional. E isso merece ser celebrado”.

Barroso também cita como avanço o Brasil ter conseguido domesticar a hiperinflação, um indicador que aumenta o abismo da desigualdade. E a terceira conquista desses 30 anos de democracia é a expressiva inclusão social, com mais de 30 milhões que deixaram a linha de pobreza absoluta. “Não devemos tratar com desmerecer essas conquistas. A fotografia do Brasil é complexa, mas ainda é um filme bom que merece ser celebrado”, acredita o ministro.

Para que a agenda do futuro do Brasil seja traçada é preciso, primeiro, virar a página da história que está sendo escrita quanto ao combate à corrupção, afirma o ministro. “É uma agenda com uma página que precisa ser virada depois de acabar de ser escrita adequadamente”, frisou.

Barroso fez questão de ressaltar que a corrupção que houve no Brasil não foi uma fraqueza humana pontual. Foi sistêmica. Vem de muitos anos, mas se aprofundou a ponto de se criar esquemas de arrecadação que envolvem agentes públicos, privados, empresas estatais e privadas, partidos políticos e membros do Congresso Nacional.

“A tal ponto de se ter naturalizado o que era errado. Usar o Estado para benefícios pessoais. A corrupção se tornou um meio de vida para grupos e um modo de fazer negócios. Saquearam o Estado. É preciso reconhecer isso para se pensar nas soluções a serem adotadas para mudarmos”, enfatizou.
Segundo ele, em suas viagens internacionais, é visível o orgulho dos estrangeiros. “Internacionalmente, todos olham com admiração pelo que estamos fazendo no Brasil”. Ele afirma que é preciso canalizar a energia positiva para mudar o patamar ético do Brasil. “Público e privado. Só podemos virar a página quando acabar de escrever. Se virarmos antes, não nos beneficiaremos da lição que a história pode nos trazer.

Para a agenda do futuro do Brasil, Barroso ressalta a reforma política: “Dessa, o governo precisa desesperadamente”. Ele também frisou diversas vezes em sua palestra a necessidade de reduzir a judicialização. “Um país que tem 100 milhões de ações judiciais, significa que uma em cada duas pessoas se desentenderam, sem ações conciliatórias, e foram parar na Justiça. Isso mostra uma grave crise e uma grande necessidade de que sejam mais utilizadas as formas de mediação”, sugeriu.

Estimular o empreendedorismo também está nos planos para se ter um Brasil melhor no futuro, bem diferente desse que tem praticado o “socialismo para ricos”. Barroso criticou a forma como empresários querem ter mais acesso ao governo do que ao mercado. “Precisamos estimular as bases da iniciativa privada, que são a de correr riscos, enfrentar a concorrência e dar igualdade para os atores”, citou. “Vemos hoje um cenário com instituições que não querem correr riscos, pagam para ter desoneração e querem reserva de mercado para se colocarem numa posição mais vantajosa que seus concorrentes”.

Também citou a reforma trabalhista, tributária, e da educação, bem como uma agenda social que atenda as necessidades de saneamento básico, mobilidade e habitação.

Para finalizar, o ministro afirmou que o Brasil tem uma história de sucesso para contar. “Derrotamos batalhas que pareciam invencíveis, como inflação e pobreza extrema. Se fizemos isso, podemos derrotar a corrupção, para que tenhamos uma narrativa de país da qual possamos nos orgulhar. O slogan que me move é: não importa o que esteja acontecendo a sua volta. Faça o melhor papel que puder”.

Gebram Corretora adquire Toleman

A aquisição reforça o objetivo da Gebram de incrementar sua carteira de clientes e manter sua posição de destaque no mercado de corretagem e administração de seguros no interior do Estado de São Paulo, uma das regiões de maior crescimento do país.

A GEBRAM, líder regional em corretagem de seguros , chegou a um acordo na aquisição da TOLEMAN Corretora, uma empresa com sede em Jundiai e, que possuí muita afinidade com linha de negócios desenvolvidos pela Gebram.

Fundada em 1999, a TOLEMAN Corretora de Seguros, com sede em Jundiai-SP, é uma corretora de seguros de renome e, também especializada no mercado de varejo e de médias e pequenas empresas.

“A aquisição da TOLEMAN Corretora de Seguros, mostra nosso compromisso em ganhar escala e consolidar cada vez mais nossa presença no interior”, disse Silvio Gebram, diretor da Gebram.

A Gebram é uma das maiores e uma das mais conceituadas corretora de seguros do interior do estado, com 80 anos, já na 3ª. geração, conta com 8 unidades no interior de São Paulo, mais de 170 colaboradores diretos, 40.000 clientes, um frota de mais de 50.000 veículos segurados e uma linha de produtos que vão desde um simples seguro de automóvel a seguros de grandes complexos industriais. Mais detalhes em www. gebramseguros.com.br ou no Facebook

8ª Conseguro: Setor de seguros precisa ser inserido em políticas públicas, defende Coriolano

Fonte: CNseg

O presidente da Confederação Nacional dos Seguros (CNSeg), Marcio Marcio Serôa de Araujo Coriolano, defendeu hoje, durante a abertura da 8ª Conferência Brasileira de Seguros, a Conseguro, o principal evento do setor segurador brasileiro e organizada pela Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg) a adoção de políticas nacionais que envolvam o mercado segurador para incentivar a retomada da atividade econômica. Segundo ele, o setor tem hoje ativos de cerca de R$ 1 trilhão e uma receita da ordem de R$ 460 bilhões. Resultados que superam, por exemplo, os das indústrias da construção civil, automobilística e farmacêutica, que normalmente são objeto de políticas para incentivar a recuperação econômica. “Esses são segmentos sempre chamados pelo governo para contribuir com a retomada. Esperamos que o mercado de seguros também seja chamado”, afirmou Coriolano, durante a abertura da 8º Conseguro, que se estenderá até a quinta-feira, dia 21, no Rio de Janeiro.

Coriolano argumentou que as reservas do setor, de R$ 1 trilhão em ativos financeiros, representam recursos que retornam ao país e à nação sob a forma de financiamento da dívida pública e de lastro para investimentos produtivos. “O país passou por dificuldades titânicas, mas o setor mostrou resiliência. Podemos contribuir de modo importante para a reversão cíclica porque o setor responde positivamente aos estímulos da estabilização econômica”, disse ele.

Presente na cerimônia de abertura do evento, o ministro das Cidades, Bruno Araújo, assinalou que o governo trabalha para ter o seguro de risco de engenharia em operação em 2018. Um grupo de trabalho foi constituído e vai discutir a regulamentação e os critérios de medição de risco, tais como estatísticas de acidentes de trabalho, desempenho de obras, etc. “A ideia é adotar o seguro nos projetos do programa Minha Casa Minha Vida e depois aplicar em outros segmentos de infraestrutura. Não há país desenvolvido no mundo que não tenha tido o amadurecimento também de seu setor de seguros”, frisou Araújo.

O ministro da Saúde, Ricardo Barros, ressaltou a importância de regras mais flexíveis para o sistema de seguro saúde que reduzam a judicialização, porém atendam os interesses dos consumidores que podem pagar por produtos mais simples e adequados a seus orçamentos. “A nossa regulamentação hoje é assim: ou você compra um Mercedes Benz ou anda a pé. Precisamos rever essas regras”, disse o ministro da Saúde.

Eduardo Guardia, ministro interino da Fazenda, também ressaltou as oportunidades para o setor com e retomada da economia e a realização de reformas estruturantes, como a da Previdência. “O setor tem enorme potencial de crescimento e é importante para o adequado funcionamento da economia, mas depende também da adequada regulação e da retomada de confiança dos setores econômicos na sustentabilidade da economia”, disse Guardia para quem o Brasil atravessa a “pior crise” que a atual geração tem conhecimento. Segundo ele, a reforma da Previdência é outro desafio que precisa ser enfrentado. “A reforma da Previdência é absolutamente crucial e abre uma nova oportunidade ao setor, mas é fundamental ampliar o diálogo com o setor de seguros”, completou.

O vice-governador do Rio de Janeiro, Francisco Dornelles, encerrou a cerimônia de abertura defendendo o debate de novas ideias para o fortalecimento do mercado. “Seguro e Previdência dizem respeito à segurança dos cidadãos do futuro”, resumiu. Participaram da abertura os presidentes das quatro Federações do setor se seguros: João Francisco Silveira Borges da Costa, da FenSeg; Solange Beatriz Palheiro Mendes, da FenaSaúde; Edson Luis Franco, da FenaPrevi; e Marco Antonio da Silva Barros, da FenaCap.

A Conferência será realizada até o dia 21 de setembro, no Hotel Windsor Oceânico, na Barra da Tijuca, Rio de Janeiro. O evento abrangerá também palestras de importantes nomes internacionais na área de seguros, de previdência e de segurança.

8ª Conseguro: FenaSaúde defende regras específicas para formulação do seguro popular

Fonte: CNseg

Na abertura da 8º CONSEGURO, organizado pela Confederação Nacional de Empresas de Seguros Gerais, Previdência Privada e Vida, Saúde Suplementar e Capitalização (CNseg), nesta terça-feira (19), o ministro da saúde, Ricardo Barros, enfatizou a importância de ampliar a oferta de planos de saúde como forma de desonerar os custos do SUS, a partir do momento em que mais pessoas são atendidas pelo sistema privado à saúde. Desta forma, rever a regulamentação do segmento é importante para aumentar o acesso ao serviço.

Nesse tocante, a proposta de plano de saúde acessível precisa de uma regulamentação específica, própria do produto. “Toda ação que for financiar a saúde tira a pressão de atendimento pelo SUS, o que proporcionará melhor atendimento de qualidade à população que depende da saúde pública. Desta forma, questões regulatórias precisam ser revistas. Hoje, nossa regulamentação é assim: ou você tem uma Mercedes ou anda a pé. Não se dá opção ao consumidor”, afirma Barros, que complementa: “O Rol tem que ser o que está acordado no contrato. A integralidade não conversa com a capacidade de pagamento da população”.

Para a criação de um modelo de regulamentação específica para o plano de saúde acessível, a presidente da FenaSaúde, Solange Beatriz Palheiro Mendes, destacou o papel da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) como regulador e entidade que precisa conduzir as discussões para formatação desse produto. “O relatório da ANS apontou que diversos mecanismos apresentados já são comercializados. É verdade. Mas é preciso que essas regras estejam compreendidas em único produto, o que dará racionalidade e transparência na relação entre consumidores, prestadores de serviço e operadoras, estimulando a concorrência e a aquisição do plano. Desta forma, a proposta de modelo não deve ser dever de casa só da FenaSaúde, e sim de todos os segmentos, incluindo as entidades de defesa do consumidor, que têm interesse em melhores resultados da Saúde Suplementar. É preciso se avaliar, por exemplo, se o prazo de atendimento será o mesmo ou específico, rever taxas atuariais e formas de penalidade desse produto”, enfatiza.

Para a executiva da FenaSaúde, a discussão sobre o plano de saúde acessível joga luz sobre a escalada de custos no setor de saúde. “A saúde não é um produto barato. Plano acessível em saúde quer dizer redução de custos. Por exemplo, rede hierarquizada com médico generalista, que indique o especialista, é uma forma de diminuir custos. Mas pode ser encarado como restrição de acesso. É preciso ficar claro a quem contrata esse produto suas condições”, explica Solange Beatriz.

Nos moldes da proposta de um plano de saúde acessível apresentado pela FenaSaúde, a estimativa de redução de custos é na ordem de 20%, caso todos o mecanismos elencados sejam respeitados na formatação do produto: atendimento hierarquizado, com médico generalista; coparticipação; cobertura regionalizada, entre outros.

Segundo o Ministério da Saúde, a iniciativa privada responde, atualmente, por 55% dos investimentos na área de saúde para o atendimento a 25% da população.

8ª Conseguro: Destaques

Vou alimentar esse post até o final do dia!!!

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O setor já superou mais de R$ 1 trilhão em ativos administrados, o que torna o mercado segurador um dos principais investidores institucionais do País, afirma Márcio Coriolano, presidente da CNseg.

Bruno Araújo, ministro das Cidades, informou que o seguro de obras é prioritário dentro do ministério. ”Já temos um grupo de trabalho e pretendemos que ele seja implementado já em 2018″, disse. “Não há país desenvolvido que não tenha a participação do mercado segurador fomentando o crescimento sustentável. Não há país que tenha se desenvolvido sem contar com o apoio do setor segurador”, afirmou o ministro das Cidades, Bruno Araújo.

“A nossa regulamentação é assim hoje: ou você compra um Mercedes Benz ou anda a pé”, disse o ministro da Saúde, Ricardo Barros, para exemplificar o que acontece hoje em relação a oferta feita pelo mercado de saúde suplementar a população. “Precisamos rever a regulamentação”, afirmou.

Eduardo Guardia, secretário do Ministério da Fazenda, afirmou que o governo sabe da importância do setor de seguros. “O setor gera mais de R$ 1 trilhão de ativos e ainda tem um enorme potencial de crescimento e tem papel fundamental no apoio ao crescimento da economia”, afirmou.

Entre a agenda do governo dentro das micro-reformas e em prol do crescimento, Guardia enfatizou o sucesso do IPO do IRB Brasil Re e disse “queremos também nos empenhar para fazer a abertura da Caixa Seguridade”.

Temos um grande desafio pela frente, acrescentou Guardia. “A reforma da Previdência é absolutamente crucial e abre uma nova oportunidade ao setor”.

É fundamental escutar o setor, as federações, para que se possa tomar as acoes corretoras. Termos o compromisso de escutar e ter um relacionamento transparente. O que nao da para fazer, tentamos adequar no médio e longo prazo, disse Guardia.

“Nossa prioridade em termos de regulação, junto ao CNSP e Susep, é proteger o consumidor, tirar excesso de burocracia e custos”, afirmou Guardia. São vários temos de interesse, com agenda voltada para o desenvolvimento de produtos, como acidentes pessoais coletivos, acidente de trabalho, rural, desemprego, saúde. Todos os esforços são direcionados para ter regulação adequada. “Dentro desta agenda intensa, temos nos dedicado também para ajustar a parte tributária do resseguro, pois não se tem um mercado de seguros forte sem um mercado de resseguros igualmente forte”, disse Guardia.

A revisão da decisão da Receita Federal sobre o tratamento tributário das resseguradoras admitidas está em pauta no Ministério da Fazenda, segundo o secretario da Fazenda, Eduardo Guardia. “Temos conversado, mas ainda não temos qualquer decisão sobre esse assunto”, disse ele. “O que está valendo é a decisão da receita”.

A mesma resposta foi dada para as duas outras perguntas. A Golden Share que o governo tem no IRB Brasil Re é algo inócuo e por isso deve ter uma decisão favorável para não ter mais, assim como de outras estatais.

Quanto ao IPO da Caixa, Guardia informou que os estudos estão sendo feitos para que a empresa possa estar pronta para quando puder ser vendida, o que só acontecerá após 2021, quando acaba o contrato entre Caixa e a francesa CNP Assurances.

Segundo diversos executivos, as negociações entre a Berkshire, controlada pelo megainvestidor Warren Buffett, com o IRB Brasil Re estão cada dia mais amigáveis. O tom de preocupação de alguns concorrentes descarta a teoria de que a informação havia sido plantada no mercado para ajudar o momento pré IPO. Agora, os risos foram trocados pelo franzir de sombrancelhas. “Se isso realmente acontecer vai afetar o mercado todo”, disse um dos concorrentes que têm muitos negócios com o IRB,que teme perder boa parte da carteira para o possível novo acionista do IRB.

A Berkshire está entre os cinco maiores resseguradores do mundo. A filosofia de Buffett, que se apaixonou pelo Brasil ao conhecer Jorge Paulo Lemann é marcada pela eficiência. “Certamente a primeira coisa que será feita é reduzir o quadro de funcionários para um quinto do total”, vociferou outro ressegurador. “Isso realmente não deve acontecer, uma vez que o IRB vem reduzindo suas despesas ao longo do tempo”, argumentou outro ressegurador.

O crescimento do setor foi revisto pela CNseg de 8% a 10% para agora um avanço entre 6% e 7%. Segundo Coriolano, previdência e saúde foram os responsáveis pela mudança. “O desempenho dos planos de previdência privada ao longo de 2017 e ainda o setor de saúde, que tem sido palco de uma migração de planos mais caros para soluções de custo mais baixo e, consequentemente, menos prêmio”, disse ele durante coletiva de imprensa. “Apesar de ser menor, o mercado de seguros continua resiliente”.

Começa hoje a 8ª Conseguro, o maior do setor de seguros

Começa hoje 8ª Conferência Brasileira de Seguros, a Conseguro, reconhecidamente o principal evento do mercado segurador brasileiro e organizado pela CNseg. Os usuários da internet terão acesso a debates, reportagens exclusivas, entrevistas e palestras, transmitidas também por meio do Portal da CNseg e das fanpages da CNseg e da Rádio CNseg no Facebook.

Os diferentes canais de comunicação digital levarão ao grande público o conteúdo completo do evento, que integra uma significativa agenda internacional. A Conferência será realizada nos dias 19, 20 e 21 de setembro, no Hotel Windsor Oceânico, na Barra da Tijuca, Rio de Janeiro, tendo em pauta temas atuais do mercado e da sociedade brasileiros.

Serão discutidos, entre outros, o momento institucional brasileiro e uma agenda para o futuro; a reforma da Previdência; a regulação e o desenvolvimento do mercado de seguros; as reformas microeconômicas necessárias para o crescimento do país; o fomento de novos investimentos; a transferência de riscos no mercado de capitais; a tecnologia blockchain, que permitirá mais segurança ao mercado, e a prevenção à corrupção. “Nosso setor tem uma inegável vocação para o protagonismo e, consequentemente, para exercer papel essencial na retomada do crescimento do país. Todos os painéis da Conseguro vão evidenciar isso. O setor tem muito a apresentar em inovação de produtos, sobretudo em tempos de crise, quando esses produtos se tornam ainda mais necessários”, assinala o presidente da CNseg, Marcio Marcio Serôa de Araujo Coriolano.

Os avanços tecnológicos empregados no mercado, o aprimoramento da relação com o consumidor e o apoio à diversidade e à inclusão também constam da lista de temas a serem abordados na 8ª Conseguro, que abrigará na agenda a 7ª Conferência de Proteção do Consumidor de Seguros; o 5º Encontro Nacional de Atuários; o 11º Seminário de Controles Internos & Compliance e o 2º Seminário de Riscos e Oportunidades Emergentes, além do Insurance Service Meeting.

“Poderia definir a Conseguro com duas palavras: sustentabilidade e desenvolvimento. Todos os painéis estarão concentrados nisso. Nossos canais serão fundamentais para mostrar à sociedade todo o empenho do setor para debater o momento institucional brasileiro e propor uma agenda para o futuro. A reforma da Previdência, a regulação e o desenvolvimento do mercado de seguros, as reformas microeconômicas necessárias para o crescimento do país, o fomento de novos investimentos, a transferência de riscos no mercado de capitais, a tecnologia blockchain, que permitirá mais segurança ao mercado, e a prevenção à corrupção. Enfim, tudo será pauta para os nosso canais e poderão ser acessados pela Internet”, conclui Coriolano.

Portal da CNseg – O Portal da CNseg, que reúne os sites da Confederação e das quatro Federações (FenaCap, FenaPrevi, FenSeg e FenaSaúde), divulga, por meio de reportagens, entrevistas, publicações do setor, estatísticas e normas reguladoras, as ações do setor, sendo um dos mais completos repositórios de informações e dados sobre o mercado segurador brasileiro, abrangendo as seguradoras e resseguradoras, entidades de representação do setor, profissionais do mercado, prestadores de serviço, meio acadêmico, órgãos de defesa do consumidor, representantes dos poderes Executivo, Legislativo e Judiciário, além de consumidores e potenciais consumidores de seguro.

Rádio CNseg – A Rádio CNseg é um dos ícones do Programa de Educação em Seguros da CNseg e tem por objetivo ampliar os canais de diálogo do setor de seguros com a sociedade e esclarecer a população sobre os fundamentos e características dos produtos oferecidos pelos segmentos de seguros, previdência privada, saúde suplementar e capitalização. Exclusiva para plataforma online, a rádio é transmitida por meio do site http://radio.cnseg.org.br. No Facebook, a fanpage da rádio pode ser acessada em www.facebook.com/radiocnseg.

O Canal Seguro – O “Canal Seguro” tem a missão de esclarecer a população acerca dos produtos e serviços oferecidos pelo setor de seguros, com uma programação com entrevistas, debates e colunas de especialistas. Integrado ao Programa de Educação em Seguros, o canal conta atualmente com dois quadros: o boletim “Entenda o Seguro” e o “Papo Seguro”, apresentado pelo presidente da CNseg, Marcio Serôa de Araujo Coriolano. Os programas são voltados para o esclarecimento de conceitos-chave do setor e o diálogo direto com o consumidor.

“Com o ´CNseg – O canal seguro`, não apenas ampliamos a comunicação com a sociedade como esperamos incrementar o interesse do cidadão comum pelo seguro. Acreditamos que essa aproximação é fundamental para ampliar e difundir a cultura do seguro entre os brasileiros. É preciso desenvolver continuamente essa cultura”, diz o presidente da CNseg, Marcio Coriolano. Acesse www.youtube.com/ocanalseguro.

Facebook institucional – O Facebook institucional da CNseg é pautado pela aproximação com o consumidor por meio de esclarecimentos e orientações sobre o mercado de seguros, abrangendo desde vídeos institucionais até dicas bem-humoradas. Com conteúdos leves e informativos, a fanpage permite ampliar a comunicação da CNseg com seus consumidores e aprofundar o entendimento da população quanto aos diferentes produtos de seguros existentes hoje no setor. A página pode ser acessada por meio do link https://www.facebook.com/CNseg/.

Aliro Seguro lança primeiros produtos de automóveis para clientes de todo o Brasil

Ouvimos o corretor e montamos um produto ano qual o cliente pode ter r até 30% de desconto no seguro de carro

Release

A partir de hoje, 18, os produtos da Aliro Seguro, nova marca da Liberty Seguros, estarão disponíveis para clientes de todo o país. A marca é voltada para clientes que buscam produtos acessíveis, mas que não abrem mão da qualidade.

A marca está anunciando duas primeiras opções de seguros para automóveis, Aliro Seguro Auto M, que conta com coberturas completas para indenização integral e parcial, além de garantir a cobertura a terceiros; e o Aliro Seguro Auto P, que oferece coberturas exclusivamente para indenização integral, além de garantir a cobertura a terceiros. Ambos os seguros terão assistência 24h em todo Brasil, com reboque, chaveiro, socorro mecânico e táxi para retorno a domicílio. As assistências são ofertadas em pacotes P e M, onde o cliente pode optar pela variedade de serviços disponíveis.

A Aliro Seguro nasceu de um trabalho colaborativo com corretores e a partir de extensas pesquisas com consumidores brasileiros. De acordo com as tendências de consumo no país, além de esperar gastar menos no futuro, uma parcela dos brasileiros vem optando por produtos e serviços mais acessíveis.

A nova marca oferece seguros automotivos que se encaixam exatamente nas necessidades dos clientes – um diferencial que os consumidores perceberão logo no primeiro contato com a marca e ao conhecer os produtos. Seus serviços estão estruturados em diferentes pacotes para facilitar a escolha dos segurados.

“Com a Aliro Seguro, combinamos a confiança e a qualidade do Grupo Liberty Seguros com a expertise dos nossos corretores”, diz Carlos Magnarelli, CEO do Grupo Liberty Seguros no Brasil. “Temos o compromisso de oferecer produtos e serviços descomplicados, que ajudam cada um a viver de forma tranquila. É ser cada vez mais acessível aos clientes, para cada vez mais pessoas e suas conquistas.”

Para o lançamento da marca, a Liberty Seguros realizou uma série de eventos com corretores. A equipe da seguradora percorreu seis cidades – São Paulo, Sorocaba, Curitiba, Belo Horizonte, Rio de Janeiro e Recife – para apresentar a nova marca e os seus primeiros produtos.

A Liberty Seguros atua no mercado brasileiro desde 1996 e está entre os dez maiores grupos seguradores do país, com prêmios de R$ 2,7 bilhões, em 2016, e uma carteira com mais de 1,5 milhão de segurados nos segmentos para pessoas físicas e empresas.

A Aliro Seguro é uma marca para consumidores que buscam produtos e serviços simples, acessíveis e de qualidade, a Aliro Seguro foi anunciada em 2017 e faz parte do Grupo Liberty Seguros Brasil.

Minuto Seguros vence Hackathon Need for Speed 2017, realizado pelo Google

Uma das principais corretoras do País e líder no segmento de seguros on-line, a Minuto Seguros acaba de obter uma importante conquista para sua história. Na última sexta-feira (15/09), a empresa venceu o Hackathon Need For Speed 2017, evento realizado pelo Google, ao disputar com gigantes do mercado brasileiro qual empresa teria o site mais rápido.

A maratona, que teve oito horas de duração, contou com a participação de grandes companhias do mercado brasileiro como um todo: Avon, Americanas, Oi, WebMotors, Fast Shop, Carrefour e Youse foram algumas das 18 empresas que estiveram presentes no evento.

O desafio contava com índices (tempo de carregamento da página e velocidade de abertura do site, por exemplo) em tempo real para que os sites pudessem ir melhorando até o final do dia, quando os dados foram coletados e uma apresentação de cada projeto foi feita. Uma votação, entre os próprios desenvolvedores das empresas, também teve influência no resultado.

A Minuto Seguros, segundo o próprio Google, atingiu mais de 60% dos votos entre os desenvolvedores, marca inédita até então. Por pelo menos um dia, o site da Minuto na versão mobile foi considerado um dos mais rápidos do mundo, chegando até a bater o próprio Google em determinados momentos.

“É um sonho realizado ver uma corretora de seguros no mesmo patamar de agilidade e rapidez de gigantes mundiais no universo digital. A Minuto alcançou um marco para o mercado de corretores do Brasil, colocando nossa categoria numa posição de protagonismo nunca antes imaginada”, destaca Marcelo Blay, CEO da Minuto Seguros.