JLT promove evento para debater inclusão e diversidade no mercado de seguros em 32 cidades do mundo

Começou hoje o Dive In Festival, o evento global que desde 2015 reúne toda a indústria de seguros para discutir a inclusão e a diversidade nos locais de trabalho. De 26 a 28 de setembro, uma série de apresentações, painéis, webinars e fórums serão realizados em 32 cidades do mundo, incluindo o Rio de Janeiro e São Paulo. O JLT Group é um dos patrocinadores globais.

As empresas do setor de seguros estão abertas para novas ideias que permitam ampliar as oportunidades em locais de trabalho plurais e inclusivos. O tema do festival neste ano é Diversity Dividend. “O que buscamos é uma força de trabalho diversificada e com uma cultura inclusiva em nosso segmento. Estamos amadurecendo neste tema e o Dive In é uma excelente oportunidade para fomentar a discussão”, afirma Nicolau Daudt, membro do comitê de diversidade do JLT Group.

Hoje, a JLT tem em sua política de recrutamento e seleção o apoio irrestrito a candidaturas independentemente de raça, religião, gênero, deficiência, idade ou orientação sexual. Ao mesmo tempo em que foca nas habilidades, experiências e potencial dos candidatos, onde todos são julgados por seus méritos.

Porto Seguro abre inscrições para Programa de Estágio

A Porto Seguro está com inscrições abertas para a décima turma do programa de estágio Porto com Você. São mais de 100 vagas disponíveis nos diversos negócios do Grupo Porto Seguro e os estudantes terão até o dia 15 de outubro de 2017 para cadastrarem seu currículo.

Com duração de até 2 anos, o programa de estágio da Porto Seguro deste ano oferece vagas em áreas como Engenharia, Ciências Atuariais, Estatística, Matemática, Administração, Economia, Psicologia, TI entre outras.

“Nosso programa de estágio conta com um projeto de desenvolvimento que inclui treinamento e acompanhamento direto dos gestores, proporcionando aos profissionais a oportunidade de colocar em prática seus conhecimentos acadêmicos”, conta Camila Pupo, Coordenadora de Recrutamento e Seleção da Porto Seguro. “Queremos atrair jovens ousados, inovadores e realizadores, que gostem de trabalhar em equipe e que tenham vontade de aprender “, completa ela.

As inscrições devem ser realizadas por meio do site: www.99jobs.com/porto-seguro/jobs/11255-programa-de-estagio-porto-seguro-2018. Para mais informações, acesse o site do programa e, em caso de dúvidas, entre em contato com a equipe de RH – Recrutamento e Seleção pelo e-mail: recrutamento@portoseguro.com.br.

Serviço:
Programa de Estágio Porto Seguro – Porto com Você
Prazo para inscrições: de 25 de setembro a 15 de outubro de 2017
Página de inscrições: www.99jobs.com/porto-seguro/jobs/11255-programa-de-estagio-porto-seguro-2018
Mais informações: recrutamento@portoseguro.com.br

Seguradora Líder-DPVAT apresenta boletim estatístico de agosto

Release

Dados do Boletim Estatístico da Seguradora Líder, responsável pela administração do Seguro DPVAT, demonstram que, só em agosto, foram pagas 37.934 indenizações para casos de morte, invalidez permanente e despesas médico-hospitalares decorrentes de acidentes de trânsito no Brasil. O número é 8% maior do que o registrado no mesmo mês de 2016. A edição estatística do último mês mostra, ainda, um aumento de 42% de indenizações por morte ante ao mesmo período de 2016. Foram 4.595 indenizações pagas para herdeiros de vítimas fatais em apenas um mês.

Os motociclistas ainda são as principais vítimas de acidentes. Avaliando somente o mês de agosto, dos 16.977 motoristas que receberam indenização por Invalidez Permanente, 15.270 eram motociclistas. Em números percentuais, eles representaram quase 90% dos condutores indenizados neste tipo de cobertura durante o mês de agosto. “Parece notícia antiga, mas, infelizmente, não é. Os motociclistas continuam no topo das estatísticas de trânsito e sempre com números preocupantes. A análise e disseminação das estatísticas do Seguro DPVAT pode contribuir para o desenvolvimento de ações de prevenção de acidentes mais efetivas”, alerta Ismar Tôrres, diretor-presidente da Seguradora Líder DPVAT.

O boletim estatístico na íntegra está disponível em: https://www.seguradoralider.com.br/Documents/boletim-estatistico/Boletim%20201708%20-%20M%C3%AAs.pdf

Principais dados de agosto:

Indenizações Pagas por Natureza:

Morte – 4.595

Invalidez Permanente – 27.482

Despesas Médicas-Hospitalares (DAMS) – 5.857

Acidentes por tipo de veículo:

Motocicletas: 28.245 (74%)

Automóveis: 7.094 (19%)

Caminhões e picapes – 1.339 (3%)

Ônibus, micro-ônibus e vans – 672 (2%)

Ciclomotores (veículos de duas rodas até 50 cilindradas) – 584 (2%)

Indenizações por Região:

Nordeste – 12.284 (32%)

Sudeste – 11.032 (29%)

Sul – 7.128 (19%)

Centro-Oeste – 4.082 (11%)

Norte – 3.408 (9%)

Liberty lança facilidades para contratação do RC PMEs

A Liberty Seguros lança o RC Fácil, um seguro de Responsabilidade Civil Geral de fácil contratação para Pequenas e Médias Empresas e indústrias, com coberturas, limites e prêmio adequados a cada necessidade.

Com foco em PMEs que tenham faturamento anual de até R$ 10 milhões, o novo seguro é voltado para os setores alimentício, moveleiro, têxtil, hoteleiro, escritórios, restaurantes e bares, calçados e lojas, entre outros.

O RC Fácil protege as empresas contra possíveis danos causados a terceiros, que sejam da responsabilidade do segurado. Entre os exemplos de sinistros que estão cobertos pelo produto, estão: fornecedor do segurado tropeça em fios espalhados e sofre um dano corporal; pedestre cai na calçada de uma padaria e se machuca; intoxicação alimentar causada por alimentos servidos em restaurante (exclusivo para atividades de restaurantes e lanchonetes).

“A Liberty Seguros investe constantemente na customização de soluções para os nossos clientes”, diz Paulo Umeki, Vice Presidente Técnico da Liberty Seguros. “Somos pioneiros na criação de seguros para PMEs, com produtos e serviços adequados, que realmente entendem a operação das empresas e que garantam a sustentabilidade dos negócios.”

“Anteriormente, as apólices do produto seguiam um fluxo manual, que podia levar até quatro dias”, diz Marcos Siqueira, superintendente de Transportes, Riscos de Engenharia, RC e Resseguro da Liberty Seguros. “Agora a cotação pode ser efetuada de maneira online, com a emissão eletrônica do documento, o que traz facilidade e agilidade tanto para o corretor, quanto para o segurado, reforçando a estratégia de crescimento neste segmento de negócio. ”

O novo produto completa a família Liberty Responsabilidade Civil, que oferece mais de 20 modalidades de seguro e atende diversos segmentos.

Mídia repercute mudanças nas famílias de produtos VGBL e PGBL

A grande mídia brasileira repercute as mudanças nos produtos VGBL e PGBL anunciadas pela Superintendência de Seguros Privados (Susep) na última sexta-feira. A principal das mudanças é a definição do proponente qualificado, baseado na figura do investidor qualificado da instrução 554 da Comissão de Valores Mobiliário (CVM). A autarquia define o qualificado como pessoas físicas ou jurídicas com aplicações financeiras que superem R$ 1 milhão. Esse participante poderá comprar fundos que invistam até 100% em ações.

Antes, o máximo percentual de exposição da risco era de 49%. Sem essa definição, as seguradoras hesitavam em desenhar produtos voltados a esse público. “Essa mudança dá maior flexibilidade para a criação de produtos especialmente neste ambiente de taxa de juros mais baixa, em que o investidor vai ter que buscar ganho maior”, afirma Edson Franco, presidente da Fenaprevi, em entrevistas publicadas em diversos jornais.

Segundo o superintendente da Susep, Joaquim Ataídes, disse ao Valor Econômico, as mudanças propostas “facilitam a possibilidade de usar os produtos como complementação de renda e atraem novos segurados”. Em relação a criação do investidor qualificado para determinados fundos, o xerife do mercado afirmou que “isso incentiva companhias de porte médio, que podem fazer planos diferentes e forçar uma competitividade. Hoje, como está, é tudo muito engessado, não há diferencial. Quem se beneficia com isso é o segurado, que terá uma oferta maior de produtos”, afirma Ataídes.

Houve mudança também na contratação de benefício, com famílias de produtos chamadas PGBL Programado e VGBL Programado. O cliente poderá mudar a forma de recebimento dos recursos ao longo do período de acumulação, afirma Franco. “São produtos que dão mais flexibilidade para os clientes na contratação de aposentadorias. Hoje, quando contrata, o cliente fica engessado. Será possível contratar renda vitalícia tradicional e fazer ajustes no meio do caminho, diminuindo ou aumentando o valor da aposentadoria”, ressalta o presidente da Fenaprevi aos jornais.

Outra mudança é a atualização da tábua biométrica para AT-2000M. Isso significa que o cálculo para a expectativa de vida dos participantes subiu. No entanto, essa prática pode reduzir o retorno dos participantes, já que as seguradoras calculam a renda que será paga na hora de resgatar o investimento considerando a estimativa de quantos anos o o participante irá viver -quanto maior a expectativa de vida, menor o valor do benefício. Isso ainda pode ser mais impactado pelo chamado “improvement”, que permite que a projeção cresça considerando o aumento da expectativa de vida.

Artesp aciona o seguro garantia da ViaRondon

A Agência Estado divulgou que a Agência de Transporte do Estado de São Paulo (Artesp) procurou a Liberty Seguros para abrir uma reclamação de sinistro relacionado à ViaRondon, concessionária da rodovia Marechal Rondon.

Segundo a nota, a agência explica que acionou o seguro garantia devido ao não cumprimento de quatro obras de ampliação previstas no contrato de concessão: duas passarelas em Araçatuba, uma passarela em Birigui e um novo dispositivo de acesso ao município de Coroados.

“A reclamação de sinistro ocorre após ficar constatado pela Artesp que a concessionária não vem cumprindo o plano de saneamento de atrasos apresentado pela ViaRondon à Artesp, caracterizando inadimplência e descumprimento do plano”, diz o texto.

Essa foi a primeira vez que a Artesp acionou um seguro garantia após ter aplicado outras sanções previstas em contrato, informou a agência.

Pela apólice, a seguradora pode ressarcir o valor do seguro ao poder concedente ou executar as obras dentro do valor da indenização.

A Artesp reforçou ainda que a concessionária está sujeita a pagar multas e outras penalidades por causa dos atrasos nas obras. De acordo com a agência, 24 multas foram aplicadas à concessionária desde a assinatura do contrato, somando mais de R$ 3,8 milhões.

Nas concessões rodoviárias do Estado de São Paulo, a contratação de seguro é obrigatória e está prevista nos editais, servindo como um dos instrumentos para garantir a execução das obras.

Marsh contrata líder para prática de Power no Brasil

A corretora e consultoria de risco Marsh anuncia a contratação de Rodrigo Rolo, que assume a posição de líder da prática de Power & Utilities da Marsh Brasil. O especialista chega à companhia e substitui o executivo Tiago Moraes, que agora ocupará o cargo de business development leader de Power para a América Latina.

Formado em Administração de Empresas pela Fundação Armando Alvares Penteado (FAAP), Rodrigo Rolo iniciou sua carreira no Mercado de Seguros em 1997. Atuou em grandes empresas, como General Accident, Unibanco AIG, ABB, Siemens e Aon, possuindo uma sólida experiência em seguros de Riscos de Engenharia, Property, Power/Energy, Responsabilidade Civil Geral e Obras, Transportes e Garantias.

O novo líder da prática de Power da Marsh Brasil ficará na matriz da corretora em São Paulo, reportando-se diretamente a André Dabus, diretor de Power & Infraestrutura. Com grande conhecimento e experiência no segmento, Rodrigo Rolo se junta ao time da Marsh e tem a missão de contribuir para crescimento da prática de Power no Brasil.

CVM lança estudo sobre riscos cibernéticos

Fonte: CVM

O risco cibernético tem sido cada vez mais discutido no âmbito acadêmico e em fóruns de reguladores internacionais de mercado de capitais. Diversos casos de ataques virtuais se tornaram manchete nos principais canais de comunicação do mundo, despertando a atenção de empresas, instituições governamentais e do público geral sobre o tema.

Com isso em pauta, além da crescente preocupação que surge em decorrência dos processos cada vez mais automatizados no mercado de capitais e sua potencial característica de risco sistêmico, a Assessoria de Análise Econômica e Gestão de Riscos (ASA) da Comissão de Valores Mobiliários (CVM) lançou novo estudo: Percepção de riscos cibernéticos nas atividades de administradores fiduciários e intermediários.

“O estudo apresenta análise detalhada dos resultados obtidos com o questionário sobre percepção de riscos cibernéticos enviado aos participantes do mercado de capitais brasileiro. Além de fomentar a discussão sobre melhores práticas de gerenciamento de riscos cibernéticos no contexto das atividades dos nossos jurisdicionados,nosso objetivo foi produzir reflexões sobre eventos de risco cibernético considerados mais relevantes por nossa indústria de intermediação e administração fiduciária.” – comentou Rudrá Balmant, assistente técnico da ASA/CVM.
A partir dos resultados obtidos com a pesquisa, o estudo aborda, entre outras questões:

– conclusões sobre processos mais sensíveis aos riscos cibernéticos inerentes aos regulados.
– lacunas identificadas ao bom gerenciamento de riscos.
visões sobre ameaças, priorização de componentes de governança e atuação do órgão regulador na mitigação de riscos cibernéticos.

“Esse trabalho será importante para racionalizar futuras possíveis ações da CVM com relação aos riscos cibernéticos, além de fornecer subsídios para que os próprios participantes de mercado possam melhor coordenar suas iniciativas.” – concluiu Rafael Hotz, analista da ASA/CVM.

O trabalho também contou com o apoio de áreas técnicas da CVM (Superintendências de Tecnologia da Informação, de Relações com o Mercado e Intermediários, de Relações com Investidores Institucionais e de Proteção e Orientação aos Investidores).

“Risco cibernético refere-se aos potenciais resultados negativos associados aos ataques cibernéticos. Por sua vez, os ataques cibernéticos podem ser definidos como tentativas de comprometer a confidencialidade, integridade e disponibilidade de dados ou sistemas tecnológicos.”

(definição adotada pela IOSCO e utilizada no estudo.)

Susep divulga novas regras para PGBL e VGBL

Comunicado

“A Susep mantém um amplo diálogo com as entidades representativas do setor de seguros e vem antecipando tendências. Estamos coordenando grupos e comissões com o objetivo de autorizar produtos cada vez mais customizados e prontos para atender às necessidades do novo consumidor e fomentar o mercado. Nesse sentido, antenada à transição demográfica da população brasileira e às discussões em torno da reforma da Previdência, a autarquia identificou um ambiente favorável para o aperfeiçoamento dos produtos de acumulação e propôs, ao Conselho, uma profunda revisão dos normativos desse segmento”.

Com essas palavras, o titular da Superintendência de Seguro Privados, Joaquim Mendanha de Ataídes, comentou a deliberação do Conselho Nacional de Seguros Privados (CNSP) de acatar o conjunto de sugestões da autarquia em relação ao Plano Gerador de Benefícios Livres (PGBL) e ao Vida Gerador de Benefícios Livres (VGBL) e famílias.

A decisão ocorreu nesta sexta-feira, dia 22 de setembro, durante a 212ª sessão ordinária do CNSP, em Brasília. Na prática, segundo o diretor de Supervisão de Conduta da Susep, Carlos de Paula, as novas regras buscam estimular o desenvolvimento de um mercado de anuidades no Brasil em linha com os novos tempos. “Esse é mais um passo importante para o setor e para a sociedade, além de tornar o sistema mais ágil, menos burocrático e em certa medida inovador”, pontuou De Paula.

“O Estado precisava abrir novas frentes em relação ao tema. Sabemos que o sistema tende a avançar mais nos próximos anos e quem ganhará com isso será o consumidor”, concluiu, informando que este ano, a Susep constituiu a Comissão Especial de Produtos de Previdência Privada e Vida que conta com representantes da Federação Nacional de Previdência Privada e Vida (FenaPrevi), da Federação Nacional dos Corretores de Seguros (Fenacor) e da Federação Nacional das Empresas de Resseguros (Fenaber). O conjunto de alterações propostos também contou com a importante contribuição da Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais (Anbima).

Entre as cinco alterações propostas pela Susep está a possibilidade de transformação de parte da provisão de benefícios em renda nos produtos PGBL, PGBL Programado, VGBL e VGBL Programado. De acordo com o voto da autarquia, também fica autorizada a inserção da figura do Participante/Segurado Qualificado, tomando como exemplo o disposto na Instrução da Comissão de Valores Mobiliários (CVM) 554/14 para investidor qualificado.

Para mais, passa a vigorar a possibilidade de os fundos preverem remuneração com base em performance ou desempenho, além da taxa de administração; a atualização da tábua biométrica limite para AT-2000M; a previsão de regras de improvement de tábuas biométricas; e o aperfeiçoamento das cláusulas de vesting, sobretudo em relação à extinção do plano, da instituidora ou da inexistência de participantes vinculados ao plano coletivo.

Em síntese, o titular da Coordenação-Geral de Monitoramento de Conduta (CGCOM) da Susep, César da Rocha Neves, observa que as famílias PGBL e VGBL englobam mercados muito concentrados. “No caso do PGBL, em 2016, dez seguradoras eram responsáveis por 97% do total de contribuições e em relação ao VGBL, quatro seguradoras respondem por 92% dos prêmios”, explicou, acrescentando que as modificações propostas pela autarquia trarão mais fluidez e controle de riscos para as supervisionadas, redução do custo de capital e, principalmente, trarão mais transparência para o consumidor e a evolução dos fatores de renda oferecidos pelo mercado.

PGBL e família

Criado há 20 anos, em 1997, atualmente, há 20 sociedades seguradoras e Entidades Abertas de Previdência Aberta Complementar (EAPCs) comercializando o produto.

Criação de produtos:

· PGBL Programado – possibilita ao participante o planejamento de resgates programados em um único plano, sem prejuízo da conversão da provisão em renda atuarial;

· Plano com Desempenho Referenciado (PDR) – possibilita ao participante remuneração da provisão de rentabilidade do Fundo de Investimento Exclusivo (FIE), com critério de desempenho mínimo atrelado a um percentual de um índice de renda fixa.

Inovação de produtos:

· Plano de Previdência Vida Planejada: no plano com essa característica, o FIE, associado ao período de diferimento, deve apresentar percentual decrescente de exposição a investimentos com maior risco, especialmente em ativos de renda variável, ao logo do período de diferimento;

· Plano com Renda Imediata (PRI) com estrutura a termo de taxa de juros para cálculo do fator de conversão em renda: nesse caso, a estrutura pode ser elaborada pela própria sociedade seguradora/EAPC. A alteração visa a criar concorrência no mercado de seguros por meio de portabilidades para produtos mais atrativos;

· Planos com garantia de estrutura a termo de taxa de juros para cálculo do fator de conversão em renda: nesse caso, a estrutura deve ser elaborada por instituição independente, com conhecida capacidade técnica.

VGBL e família

Criado em 2001, atualmente, há 20 sociedades seguradoras comercializando o produto.

Criação de produtos:

· VGBL Programado – possibilita ao segurado o planejamento de resgates programados em um único plano, sem prejuízo da conversão da provisão em renda atuarial;

· Vida com Desempenho Referenciado (VDR) – possibilita ao segurado remuneração da provisão de rentabilidade do FIE, com critério de desempenho mínimo atrelado a um percentual de um índice de renda fixa.

Inovação de produtos:

· Vida Planejada: no plano com essa característica, o FIE, associado ao período de diferimento, deve apresentar percentual decrescente de exposição a investimentos com maior risco, especialmente em ativos de renda variável, ao logo do período de diferimento;

· Vida com Renda Imediata (VRI) com estrutura a termo de taxa de juros para cálculo do fator de conversão em renda: nesse caso, a estrutura pode ser elaborada pela própria sociedade seguradora. A alteração visa a criar concorrência no mercado de seguros por meio de portabilidades para produtos mais atrativos;

· Planos com garantia de estrutura a termo de taxa de juros para cálculo do fator de conversão em renda: nesse caso, a estrutura deve ser elaborada por instituição independente, com conhecida capacidade técnica.

Fabio Protásio Oliveira assume a presidência da AIG no Brasil

A American International Group (AIG) indica Fabio Protásio Oliveira, atual Diretor de Property e Special Risks e de Seguros para Pessoas Físicas no Brasil, como novo Presidente da AIG Brasil. Oliveira sucede Paride Della Rosa, que, recentemente, foi nomeado Presidente da Zona Sul dos EUA.

Com mais de 14 anos de experiência em Seguros Corporativos e para Pessoas Físicas, e amplo conhecimento do mercado local, Oliveira apoiará o fortalecimento e a expansão da AIG no país. O executivo já ocupou posições de subscrição e de administração de responsabilidade crescente, incluindo a gerência do seguro D&O no Brasil, CUO (Chief Underwriter Officer) Regional para PMEs e a Diretoria de Seguros para Pessoas Físicas do Brasil.

Fabio Oliveira é formado em Engenharia de Sistemas e em Economia pela Universidade de Virgínia (EUA) e possui certificação CFA (Chartered Financial Analyst).