MDS e Basic Seguro se unem

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A MDS Brasil e a Basic Seguros anunciam que estão se unindo para somar forças na oferta de produtos e serviços voltados a todos os segmentos de seguros corporativos no Brasil. Segundo os executivos de ambas as empresas, a troca de experiências e a inteligência gerada a partir do estudo detalhado de suas carteiras e suas respectivas particularidades trarão ainda mais musculatura e capacidade de penetração nos mais diversos mercados.

“Há tempos estávamos amadurecendo esta ideia, por entendermos que possuímos operações complementares, e acreditarmos no enorme potencial de crescimento do mercado de seguros corporativos no Brasil. Esta união, sem dúvida alguma, nos coloca num patamar de competitividade ainda maior no que diz respeito à experiência do cliente e à oferta de produtos personalizados para clientes de todos os portes, bem como amplia o leque de serviços existentes”, explica Thiago Tristão, Diretor da MDS Brasil para o Rio de Janeiro e Nordeste.

Luiz Ribeiro e Luiz Fernando Ribeiro, proprietários da Basic Seguros, lembram que o mercado de benefícios corporativos está se reaquecendo, em especial para as empresas especializadas. “Assim como em outros segmentos, não há mais espaço para generalistas. As empresas buscam parceiros capazes de oferecer um verdadeiro serviço de consultoria capaz de desenhar produtos de acordo com suas necessidades”, avaliam os executivos.

A MDS é um grupo multinacional que atua na área da corretagem de seguro e resseguro e consultoria de risco. É líder de mercado em Portugal, está entre os maiores no Brasil e presente também em Angola e Espanha. Através da Brokerslink, uma das maiores organizações globais de corretagem e serviços de consultoria de risco fundada pela MDS em 2004 e sediada em Zurique, está presente em mais de 100 países, com cerca de 400 escritórios e totalizando cerca de 10.000 profissionais da área dos seguros. É também acionista e parceiro de referência da ED (ex-Cooper Gay Swett & Crawford), corretor independente no mercado ressegurador londrino.

A Basic Seguros possui 30 anos no mercado e se consolidou como uma empresa especializada na oferta de serviços de consultoria, gestão e administração de planos de benefícios corporativos com foco na personalização. Com a experiência de profissionais especializados, a Basic Seguros desenvolveu diferenciais visando apoio às políticas de benefícios com consequente equilíbrio entre a qualidade de serviços, controle de custos e gestão do risco.

Zurich reúne especialistas, clientes e parceiros para debater gerenciamento de riscos

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Melhorar a percepção de riscos na tomada de decisões. Esse foi o tema do 4º Risk Engineering Workshop, evento realizado pela Zurich, que reuniu empresários, clientes, parceiros e gerentes de diversos setores, em São Paulo. Foram 11 palestras com temas que abordaram diferentes segmentos, desde gestão de riscos ambientais, gestão da continuidade de negócios até mesmo riscos digitais.

O evento iniciou com uma recepção de boas vindas, em que José Bailone, Head de Subscrição para América Latina da Zurich, comentou sobre a importância do trabalho contínuo na melhoria de riscos, o que resulta em melhores condições nos programas de seguros.

Em sessão plenária sobre riscos ambientais, o Chefe de Risk Engineering para América Latina da Zurich, Mario Orozco, falou sobre pontos importantes da gestão de riscos ambientais e como as empresas podem se preparar para um eventual acidente que possa impactar a continuidade das operações e a imagem do negócio. “Baseado em dados globais, conseguimos avaliar que na América Latina em geral, os riscos são similares. Um dos diferenciais dos Estados Unidos, por exemplo, é a existência de normas que definem claramente as responsabilidades e os requerimentos de reparação de danos”, contou o porta-voz.

Alguns destaques do dia ficaram para palestras que abordaram temas como: Gestão e qualidade dos projetos de sistemas automáticos de proteção contra incêndio (apresentado por Ronoel Souza, Consultor de Risk Engineering da Zurich), diferenças dos planos de emergência, gestão de crise e continuidade dos negócios (apresentado por Kleber Santos), classificação de áreas e gestão dos riscos inerentes (apresentado por Luiz Signori) e de metodologias básicas de identificação, análises, avaliação e controle dos riscos (apresentado por Maria Vieira), onde foi compartilhado metodologias para que o próprio gestor consiga identificar os riscos e ter uma melhor gestão sobre eles.

Carlos Cortés, Head de Risk Engineering no Brasil, explicou que “em função de um cenário extremamente competitivo, ganha mais importância a forma como nossos clientes se baseiam na análise de riscos para melhorar a efetividade dos investimentos em mitigação dos mesmos, podendo, desta forma, melhorar a qualidade dos riscos da empresa. Assim, o evento deu continuidade com o compromisso Zurich de que as empresas sempre estejam aptas e prontas para lidar com ameaças e incertezas futuras”. O executivo explicou, ainda, que mesmo com as rápidas mudanças que existem no mercado, é essencial seguir ajudando os clientes a se prevenirem dos riscos.

Desmistificando ameaças digitais

Fraude, roubo de dados e ataques cibernéticos são as principais ameaças dentro da categoria de riscos tecnológicos, de acordo com as estatísticas do Global Risk Report 2017, estudo desenvolvido anualmente pelo World Economic Forum, em parceria com a Zurich e renomadas instituições financeiras e acadêmicas. Em uma segunda sessão plenária, Tiago Santana, Engenheiro de Risco Cibernético da Zurich, conseguiu mostrar o quão vulneráveis as empresas e pessoas estão atualmente em relação à proteção de seus dados, inclusive demonstrando aos participantes a facilidade de invadir seus smartphones. “Mesmo com as constantes mudanças dos riscos cibernéticos, nossa equipe consegue avaliar, junto de nossos clientes, as exposições e de que forma podem evitar maiores problemas” explicou Carlos Cortés sobre o trabalho de avaliação de riscos cibernéticos realizado pela equipe de engenheiros da Zurich.

Encerrando as apresentações, uma sessão usou a gamificação para simular o gerenciamento de riscos de uma empresa fictícia. O público formou equipes de análise de riscos e, a partir de um case, realizou uma avaliação utilizando o aplicativo Zurich Risk Advisor, identificando as exposições da empresa, avaliando os controles existentes e sugerindo ações para melhoria do risco. O aplicativo permite uma comparação entre a qualidade do risco atual e posterior a suposta implementação das ações de melhoria do risco.

Liberty Seguros lança chamada criativa com o Instituto Criar para apoiar jovens de comunidades

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Em parceria com o Instituto Criar (instituição que promove o desenvolvimento profissional, sociocultural e pessoal de jovens por meio do audiovisual), no dia 19 de setembro a Liberty Seguros lança uma chamada criativa – ação especial com objetivo de estimular a comunicação audiovisual dos alunos veteranos do Instituto -, desafiando os jovens a criar vídeos de até um minuto que respondam à pergunta: “O que você considera importante em sua comunidade? E por que você tem o desejo de protegê-la?”.

A iniciativa faz parte do projeto Isso Tem Valor, programa de responsabilidade social da Liberty Seguros que incentiva atuam em 3 pilares estratégicos: educação e empreendedorismo, boas práticas e preservação e conscientização de seguros. Serão selecionados dois vídeos vencedores que terão destaque nas redes sociais da Liberty e nas ações do programa Isso Tem Valor. Os vencedores receberão câmeras digitais de última geração da Canon para continiarem investindo no seu crescimento.

“A Liberty Seguros tem o compromisso de causar impacto positivo na sociedade,” diz Patricia Chacon, diretora de marketing e estratégia da Liberty Seguros. “Com essa ação, continuamos apoiando a formação e a capacitação de jovens das comunidades brasileiras, além de compreender cada vez mais a perspectiva deles sobre o mundo.”

As chamadas criativas acontecem pela Usina Criar, que disponibiliza aos educandos e veteranos do instituto estrutura para produção de vídeos autorais. Além disso, contam com uma plataforma digital – a Usina Digital Criar, para a realização dessas chamadas e a divulgação de oportunidades de trabalho, projetos e editais.

Leilão da Cemig em SP e rodada de petróleo e gás no Rio movimentam seguro garantia

Três notícias nesta semana trazem um certo otimismo aos profissionais que atuam com seguro garantia, que vem crescendo puxado apenas pelo garantia judicial. Dados da Superintendência de Seguros Privados (Susep) mostram que o segmento de seguros garantia e crédito movimentou vendas de R$ 2,3 bilhões de janeiro a julho deste ano, com 38% de crescimento comparado ao mesmo período do ano passado.

A modalidade garantia de contrato tem sido notícia apenas com o pagamento de indenizações, como pela devolução da concessão de Viracopos, que tem a Swiss Re Corporate Solutions como seguradora, e Agência de Transporte do Estado de São Paulo (Artesp) que acionou Liberty Seguros para abrir uma reclamação de sinistro relacionado à ViaRondon, concessionária da rodovia Marechal Rondon na semana passada.

Hoje temos duas rodadas. Uma em São Paulo, como o. leilão de quatro usinas da Cemig, na B3, e outra no Rio de Janeiro com a 14ª Rodada de Licitações de blocos exploratórios de petróleo e gás natural. O governo aposta que vai engordar o caixa da União em até R$ 1 bilhão com o leilão de áreas para explorar e produzir petróleo e gás natural na bacia sedimentar brasileira, marcado para hoje a partir das 9h, no Rio. que podem ou não incluir o seguro. O leilão das usinas da Cemig tem potencial para arrecadar ágio acima dos R$ 11 bilhões mínimos fixados.

Os ganhadores podem ou não oferecer seguro garantia na modalidade “bid bond” para proposta e perfomance quando ganharem. “Alguns dos players compram seguro e nos fizemos as garantias para dois concorrentes nessa rodada de petróleo”, comemora um dos corretores ativos neste segmento.

Outra notícia que anima os executivos é que a Infraero abriu 50 licitações, oferecendo 68 áreas de exploração comercial em 23 aeroportos, segundo levantamento realizado pelo jornal Estadão no site da estatal. Estão na lista, inclusive, espaços em terminais que serão concedidos à iniciativa privada no ano que vem, como Vitória (ES), Recife (PE) e Cuiabá (MT).

O seguro garantia é destinado a instituições dos governos federal, estadual e municipal e a empresas privadas, informa o portal Tudo Sobre Seguros. Garante indenização pelo não cumprimento de um contrato nas mais diferentes modalidades, como execução de obras e projetos, fornecimento de bens e equipamentos, inclusive perfeito funcionamento (qualidade), prestação de serviços, concorrências e licitações. As coberturas desse seguro são aplicadas, ainda, nas áreas aduaneira, judicial (incluindo execuções fiscais), administrativa, imobiliária, naval, energia, petróleo e gás, entre outras.

O seguro garantia atende aos requisitos da Lei das Licitações e Contratos nº 8.666, de 1993, atualizada pela Lei nº 8.883, de 1994. É também instrumento para as exigências da Lei das Concessões e Permissões de Serviços e Obras Públicos (Lei nº 8.987, de 1995).

Lucro das seguradoras cai para R$ 8,7 bi até agosto de 2017

O lucro líquido do mercado segurador totalizou R$ 8,7 bilhões de janeiro a agosto de 2017, abaixo dos R$ 9,4 bilhões registrados em mesmo período do ano anterior, segundo estudo realizado pela consultoria Siscorp das estatísticas enviadas pelas seguradoras para a Superintendência de Seguros Privados (Susep). O retorno sobre o capital ficou na média de 17%, abaixo dos 21% do ano passado. Os dados revelam que o lucro representa cerca de 15% da arrecadação dos prêmios do setor. O maior ponto fora da curva, com percentual de 55%, vem da unidade do Banco do Brasil.

O clube do bilhão em ganho é formado pelas seguradoras ligadas a bancos: Bradesco, BB Mapfre, Itaú e Caixa. A líder do ranking de lucro líquido é a Bradesco Seguros, com R$ R$ 2,8 bilhões, valor inferior aos R$ 3,6 bilhões registrados em mesmo período de 2016. A BB Mapfre vem em segundo, com R$ 1,81 bilhão, seguida pela Caixa, com R$ 1,0 bilhão, ultrapassando o Itaú, que reportou ganho de R$ 997 milhões de janeiro a agosto de 2017.
A queda no ganho da Itaú, que já em 2016 perdeu a segunda colocação para a BB e Mapfre, vem da saída do grupo de várias áreas, como a de grande risco, por exemplo.

Já no grupo dos “milhões, algumas mudanças no ranking. A Zurich ocupa a quinta colocação (R$ 486 milhões). A Porto Seguro está na sexta colocação, com R$ 412 milhões. Icatu subiu para sétimo lugar, com R$ 186 milhões, seguido pela SulAmérica, com R$ 174 milhões. Completando o ranking das 10 maiores temos AIG, com R$ 109 milhões, e Tokio Marine, com R$ 100 milhões.

Já o ranking dos prejuízos traz a Generali (R$ 70 milhões), Allianz (R$ 49 milhões), AXA (R$ 45 milhões), Sompo (R$ 14 milhões), MetLife (R$ 7 milhões), MitSui (R$ 6,7 milhões), XL (4,3 milhões), Excelsior ( R$ 3,3 milhões), Sura (R$ 432 mil) e Berkley (R$ 210 mil).

Um detalhe é que no quadro de 2017 a Sompo e a Axa estão com resultado acumulado até julho de 2017 porque não enviaram informações para a Susep até a data de composição dessas estatísticas. Sendo assim, como as duas estão com prejuízo, o acumulado do mercado em 2017 deve ser um pouco menor do que os R$ 8,76 bilhões computados aqui:

Generali entra na disputa do seguro contra ataques cibernéticos

A Generali Global Corporate & Commercial Brasil divulga que passou a ofertar no país o seguro de responsabilidade cibernética e serviços de resposta à violação de dados, por meio da Beazley, líder de mercado em seguros cibernéticos e de resposta à violação de dados.

A cobertura visa cobrir os custos de notificações, gerenciamento de crises, lucros cessantes, perícia forense, custos de investigação, perda de dados, serviços jurídicos e indenização de clientes. Para tal, a Generali GC&C Brasil, em parceria com a Beazley, colocará à disposição uma gama de profissionais especializados, que irão responder à violação de privacidade, informa nota da companhia.

“O seguro cibernético é uma área ainda pouco explorada no Brasil. Essa oferta vem preencher, portanto, mais uma lacuna que os riscos novos e emergentes, como ataques cibernéticos maliciosos e não maliciosos, criaram na era da internet. A apólice vem sendo desenvolvida por dois anos e estamos felizes em disponibilizá-la para as empresas brasileiras”, comentou Werner Stettler, Diretor da Generali Global Corporate & Commercial no Brasil, no comunicado.

“Trata-se de um mercado com grande interesse e potencial, e estamos confiantes de que esse novo produto será um sucesso. Nosso objetivo é ajudar os nossos clientes a obter sucesso em seus negócios, agregar valor para além da apólice e serem flexíveis, ágeis e adaptáveis”.

Paul Bantick, Líder do Grupo Focal da Beazley no Reino Unido para Serviços de Tecnologia, Mídia e Negócios, acrescenta: “Estamos entusiasmados com a parceria que formamos com a Generali Global Corporate & Commercial Brasil e em levar nosso seguro cibernético e de resposta à violação de dados ao mercado brasileiro”, comentou.

Allianz Global Corporate & Specialty Resseguros Brasil tem ratings elevados na A.M. Best

A A.M. Best, empresa de classificação de seguros e fonte de informação mais respeitada no mundo, elevou os ratings de Força Financeira (FSR) e de Crédito de Longo-Prazo do Emissor da Allianz Global Corporate & Specialty Resseguros Brasil (AGCS Re Brasil). A perspectiva destas classificações é estável.

“A elevação em nossa classificação de risco é um importante reconhecimento de nossa solidez financeira, o que permite ampliar nossa atuação como centro regional de operações no continente. A confiança de nosso acionista e a dedicação de nossos colaboradores aliada ao anos subsequentes de entregas de resultados positivos no Brasil foram fundamentais para esta conquista”, Angelo Colombo, CEO South America da Allianz Global Corporate & Specialty.

O FSR representa a avaliação da seguradora sobre a capacidade de cumprir suas obrigações com os segurados. Nesta categoria, a AGCS Re Brasil teve rating elevado de “A” (Excelente) para “A+” (Superior), reforçando a segurança de sua atuação. Já na classificação de Crédito de Longo-Prazo do Emissor, que avalia a capacidade de uma companhia de seguros cumprir suas obrigações com o mercado, a empresa subiu de “a” para “aa”, aprimorando ainda mais sua posição como excelente opção de investimento.

Estas elevações nos ratings da A.M. Best reconhecem a forte presença da AGCS Re Brasil no segmento Allianz Global Corporate & Specialty e no grupo Allianz, confirmando sua integração total por meio de estrutura comum de gestão, sistemas e gerenciamento de riscos.

Seguros Sura lança o Confraria, programa para corretores parceiros

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A Seguros Sura lança neste mês o programa Confraria, iniciativa inédita no mercado de seguros no Brasil que tem como objetivo reconhecer um grupo especial de corretores selecionados por meio de três principais análises: histórico e frequência de produção com a Companhia, crescimento e resultado dos últimos três anos.

Ao participar do Confraria, o corretor parceiro de negócios da Seguros SURA terá uma proposta de valor diferenciada na companhia com o objetivo de crescer fortalecendo relações de longo prazo. Esta proposta de valor inclui capacitação (participação em cursos e parcerias com universidades), reconhecimento dos corretores com o intuito de premiar a performance operacional desses parceiros com a seguradora (com convites para eventos, jogos de futebol, etc.) e prestação de serviços que vai aprimorar o atendimento aos clientes por meio de SLA´s diferenciadas em cotações, endossos e sinistros. Outra facilidade é a participação do corretor em grupos de discussão para criação de melhorias em processos.

“Acreditamos muito neste modelo de negócios, que tem como objetivo, além de reconhecer os destaques, oferecer uma proposta que será construída continuamente com nossos parceiros para que eles realmente se sintam especiais e motivados a trabalhar com a Seguros SURA. Vamos entregar para os corretores uma proposta de valor diferenciada e aprofundar parcerias de longo prazo que tanto prezamos”, afirma Cristiano Saab, diretor Geral de Vendas, Canais e Subscrição da Seguros Sura.

Segundo Saab, atualmente a Seguros SURA conta com 30 parceiros dentro do Confraria. “Nosso objetivo é que cada vez mais corretores façam parte deste programa. Estamos trabalhando neste sentido e logo nos uniremos a novos aliados ”, afirma Saab.

No aniversário de 50 anos, Unimed promove ações de saúde em todo o País

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Em 2017, a Unimed – maior cooperativa na área de saúde no mundo – completa 50 anos. Para marcar essa data, a Unimed do Brasil, que representa institucionalmente as 348 cooperativas que atuam sob a marca, convida as cooperativas do Sistema a promover uma série de ações nacionais envolvendo meio ambiente, atividades físicas, cultura e alimentação saudável. Uma dessas ações é a abertura de academias gratuitas e ao ar livre em diversas cidades do País.

Com o objetivo de estimular a realização de atividades físicas e ainda oferecer opção de lazer à população local, a Unimed já patrocina mais de 200 academias ao ar livre, implantadas por mais de 40 cooperativas nas cinco regiões brasileiras. A ação está alinhada com a campanha Mude1Hábito, lançada neste ano e que incentiva as pessoas a adotarem práticas mais saudáveis de vida por meio de pequenas mudanças no dia a dia.

Para Darival Bringel de Olinda, diretor de Desenvolvimento de Mercado da Unimed do Brasil e presidente da Federação Unimed Ceará, que congrega nove Unimeds locais e disponibiliza 13 academias ao ar livre para o público, a iniciativa é uma ótima opção para quem quer começar a praticar atividade física, principalmente na terceira idade. “Hoje, temos inúmeras comprovações científicas que demonstram que o sedentarismo pode causar ou agravar problemas de saúde. A Unimed está comprometida em promover a conscientização da população sobre a importância da adoção de hábitos saudáveis e as academias ao ar livre permitem que fiquemos mais próximos do cotidiano das pessoas”.

Além das academias, as Unimeds de todo o País estão promovendo ações comemorativas dentro de quatro pilares: meio ambiente, atividades físicas, cultura e alimentação saudável. Entre as ações propostas estão cursos, oficinas, corridas, entre outras.

FenaSaúde divulga dados assistenciais e de beneficiários durante 3º Fórum de Saúde Suplementar

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As estatísticas mais relevantes da produção assistencial e de beneficiários dos segmentos de planos de saúde e exclusivamente odontológicos serão apresentadas durante o 3º Fórum de Saúde Suplementar, dias 05 e 06 de outubro, em São Paulo. As informações irão mostrar um panorama do setor, que, nos dois últimos anos, perdeu 2,5 milhões de beneficiários de planos de saúde e atualmente registra 70,0 milhões de beneficiários na Saúde Suplementar.

“O levantamento da Federação mostra, entre outras informações, que os planos exclusivamente odontológicos alavancam o crescimento do setor em número de beneficiários. Atualmente, são 22,6 milhões de beneficiários, com expansão de 7,6% nos dozes meses anteriores a julho de 2017. Trata-se do maior crescimento desde março de 2013. Atualmente, a participação de beneficiários desse setor é de 32,3% do total do sistema de saúde privado”, destaca Solange Beatriz Palheiro Mendes, presidente da FenaSaúde.

Em relação à produção assistencial de planos de saúde, o aumento de 37,5% na quantidade de consultas de beneficiários de planos de saúde com psicólogos, na comparação entre 2015 e 2016, chama a atenção. Além disso, as internações psiquiátricas registraram aumento de 10,7% no mesmo período, sendo que foi o único tipo de internação que apresentou aumento. “Cada vez mais, os beneficiários vêm procurando ajuda para cuidar da saúde mental, como combater a depressão que, infelizmente, afeta 11,5 milhões de brasileiros, segundo a OMS”, ressalta a presidente da FenaSaúde.

Planos de saúde: experiências internacionais e a realidade brasileira

Além do raio-x do setor, o 3º Fórum de Saúde Suplementar promoverá o debate a partir de experiências nacionais e internacionais sobre os principais desafios do setor: Órteses, Próteses e Materiais Especiais (OPME); combate à fraude em saúde; escolhas e comportamentos do consumidor; cobertura e concorrência de mercado; inflação médica; judicialização e legislação.

No primeiro dia do evento, o painel ‘Experiências e desafios com Órteses, Próteses e Materiais Especiais (OPME): EUA e Brasil’ terá a conselheira sênior da Associação Norte-Americana de Planos de Saúde (AHIP), Carmella Bocchino; o presidente da Intermédica NotreDame, Irlau Machado Filho; e o diretor-geral da Bradesco Saúde, Manoel Peres, que irão debater com Jarbas Barbosa, diretor-presidente da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa); e Edmond Barras, chefe do Serviço de Clínica e Cirurgia da Coluna Vertebral da Beneficência Portuguesa de São Paulo.

No mesmo dia, o presidente do Conselho de Diretores da National Health Care Anti-Fraud Association (NHCAA), Rick Munson, faz a palestra ‘Cooperação Público-Privada no Combate a Fraudes e Abusos em Saúde’, com as participações dos debatedores Sérgio Ricardo, CEO da Amil; Sidney Klajner, presidente do hospital Albert Einstein; e Claudia Cohn, presidente da Abramed (Associação Brasileira de Medicina de Diagnóstico).

Já no segundo dia, a apresentação de abertura é do ministro da Saúde, Ricardo Barros. Em seguida, a palestrante Rachel David, CEO da Private HealthCare Australia (PHA), apresenta o painel ‘Cobertura, Concorrência e Escolhas’, com as presenças de Karla Coelho, diretora da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), Emmanuel Lacerda, gerente-executivo de qualidade de vida do SESI/CNI e Luiz Augusto Carneiro, CEO do Instituto de Estudos de Saúde Suplementar (IESS). Por fim, o presidente e CEO do Instituto Norte-Americano de Custos da Saúde Suplementar (HCCI) aborda ‘Custos crescentes da saúde. O que fazer?’, com a participação de Luiz Roberto Cunha, professor da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio).