CNseg lança estudo sobre seguro de transporte de cargas

Fonte: CNseg

Com o objetivo de orientar a população, a CNseg e a FenSeg lançam o estudo “Retrato do Seguro de Transporte de Cargas no Brasil”, da série Tópicos Especiais, do Programa Educação em Seguros. Produzido pela Rating de Seguros, de Francisco Galiza, a publicação aborda as características do produto.

O estudo aponta que no Brasil existem três produtos que se destacam no ramo, dois de responsabilidade civil, e um feito pelo comprador ou vendedor da carga. “Esses produtos representam mais do que 80% do faturamento de tal setor, alcançando o montante de R$ 2 bilhões ao ano, aproximadamente o dobro do seguro de transporte internacional”.

Dividida em quatro capítulos, a publicação ainda traz o contexto econômico em que o seguro está envolvido, a importância do gerenciamento de risco, bem como os principais desafios do segmento no País.

Setor de seguros supera com folga taxa de inflação e cresce cerca de 9%

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A queda sistemática de diferentes indicadores, que têm resultado na queda da inflação e nas taxas de juros, tem aumentado a confiança em diversos setores da economia – indústria e comércio. A melhora destes índices tem sido o propulsor para o crescimento que o setor de seguros estima para o mercado em 2017. Segundo dados apresentados na Carta de Conjuntura do Sindicato dos Corretores no Estado de São Paulo (Sincor-SP), do mês de agosto, descontando o seguro DPVAT que teve uma queda de receita expressiva, o setor de seguros já cresce a quase 10%, o que irá proporcionar ganho real, superando com folgas as taxas de inflação de 2017.

Nos ramos típicos de seguros – onde estão incluídos os seguros de auto, residencial e empresarial, mas sem considerar as operações de saúde suplementar, a variação acumulada foi de mais de 6% em valores até julho de 2017, contra valores até julho de 2016. Nessa perspectiva o faturamento em 2016 foi de R$ 55,8 bilhões frente a R$ 59,4 bilhões em 2017.

Esse valor está fortemente influenciado pela queda da receita do seguro DPVAT nesse exercício. Caso esse ramo fosse excluído, a variação acumulada subiria para 9%. Ou seja, somente o comportamento do DPVAT em 2017 resulta em uma perda de dois a três pontos percentuais. “Sem o DPVAT a receita estabelece um acréscimo de R$ 4,6 bilhões”, comenta o presidente do Sincor-SP, Alexandre Camillo.

Segundo ele, apesar de todos os pontos favoráveis, não podemos esquecer a necessidade de reformas no País, condição básica para a continuidade desse cenário em médio e longo prazo. “De qualquer maneira, hoje há mais otimismo na economia, quando comparado ao retrato de 2016”, diz Camillo.

Em 2017, nos dados acumulados até julho, o ramo de pessoas cresceu 11%, um destaque até agora nesse exercício. Foram R$ 17,5 bilhões de faturamento em 2016 diante de R$ 19,5 bilhões em 2017.

Reflexos do crescimento na corretagem

Anualmente, a evolução da quantidade de corretores tem sido praticamente constante. Ao final de 2014, eram 36 mil; ao final de 2015, 38 mil; ao final de 2016, o total de corretores de seguros no Estado de São Paulo foi de 40,3 mil. “Em média, temos dois mil novas empresas corretoras ou corretores, com uma taxa de crescimento, aproximadamente de 5% a 6% ao ano”.

Atualmente, 63% são corretores pessoas físicas e 37% corretoras pessoas jurídicas. Dos corretores existentes no Estado, 80% se especializam em todos os ramos; e 20% em vida, previdência ou saúde. Outra característica importante é que, na cidade de São Paulo, estão localizadas 48% das corretoras existentes em todo o Estado.

AIG debate o papel da família e da escola no respeito à diversidade

Cerca de 100 convidados estiveram presentes ao evento organizado para discutir o papel da família e da escola no respeito à diversidade, no painel “Diversidade, Educação e Respeito: o que os pais têm a ver com isso?”, promovido pela AIG Seguros na tarde de quarta-feira, 27 de setembro, em São Paulo. O evento fez parte do Festival de Diversidade Dive In, iniciativa global que conta com o patrocínio da AIG, que reúne as principais empresas do segmento de seguros (corretoras, seguradoras e resseguradoras) em torno do tema.

“Estamos muito felizes com essa oportunidade de incluirmos uma iniciativa da AIG Brasil no Dive in. Assim como já acontece nas outras operações da companhia, nós temos trabalhado muito próximos a entidades do setor de seguros para fomentar e disseminar os conceitos e informações sobre diversidade e inclusão. E não poderíamos ficar de fora deste festival que mobiliza o segmento em todo o mundo”, disse Fabio Oliveira, CEO da AIG, na abertura do evento.

Daniel Moraes, psicólogo, e Nayla Pereira, enfermeira, ambos pesquisadores da UNIFESP e integrantes do Programa de Saúde Coletiva da instituição, Eliane Malteze, diretora da ETEC Pirituba, Leandro de Abreu, estudante universitário, Neivia Justa, executiva da empresa Johnson & Johnson, foram os painelistas convidados a discutir os temas de empoderamento dos jovens, questões ligadas ao feminismo e etnia, expressão de gênero e orientação sexual, a partir de suas experiências e visões. A moderação do evento ficou por conta de Kaue Macedo, corretor sênior da Aon, que já participou do Dive In em anos anteriores, em Londres.

Os painelistas compartilharam suas visões sobre os vários temas e responderam a questionamentos do público. E para fortalecer as discussões, foram exibidos dois vídeos sobre os desafios dos pais diante de novos paradigmas de famílias e da nova geração.

O Dive In. Reunindo grandes empresas do setor de seguros, o evento nasceu em 2015, em Londres, na Inglaterra, por iniciativa da Inclusion@Lloyds. No ano seguinte, ganhou proporção, chegando a 10 países. Agora, em 2017, juntaram-se à agenda inclusiva importantes centros, como Nova York, Zurique, Pequim, Melbourne, Mumbai, São Paulo e Rio de Janeiro.

Diversidade na AIG. A seguradora é um exemplo de que a força de trabalho diversificada promove a criatividade, levando as pessoas e a organização à inovação e ao crescimento. “Estimulamos nosso time para que criem discussões sobre pluralidade na companhia, inclusive sobre a minoria dentro das minorias”, comenta Nélia Soares, Diretora de Recursos Humanos da AIG Brasil.

A empresa apoia grupos voluntários de funcionários criados com o objetivo de promover um ambiente de trabalho mais inclusivo. No mundo, já são mais de 90 grupos focados nas mais variadas causas inclusivas, como os “Líderes Asiáticos”, “Profissionais Negros na AIG”, “Deficientes e Aliados”, “Profissionais Veteranos de Guerra”, entre outros. No Brasil, as iniciativas de diversidade na AIG são lideradas pelos grupos Todos Pelas Mulheres & Aliados e Diversitas LGBT & Aliados.

Sompo lança websérie Todos Diferentes e Todos Iguais

Todos Diferentes e Todos Iguais é a terceira Websérie lançada pela Sompo Seguros. A companhia passou a trabalhar com novas ferramentas narrativas em seus canais de comunicação a fim de estabelecer um ciclo de comunicação com o consumidor, traduzindo o conceito da companhia “Você Sempre Bem” por meio de histórias de empoderamento, que estimulem atitudes positivas que mudam o mundo.

A primeira Websérie de oito episódios, lançados entre novembro e dezembro de 2015, apresentou histórias reais de seis pessoas que fazem a diferença na vida do próximo com atitudes simples, mas essenciais. Os seis personagens são pessoas comuns que decidiram realizar ações voluntárias em prol de uma causa. Estimulados por diferentes motivações, mas tendo em comum a ideia de que pequenas atitudes podem gerar grandes transformações, os personagens são exemplos de que uma pessoa com vontade e iniciativa para se dedicar parte de seu tempo em benefício do próximo pode influenciar seu entorno e contribuir com mudanças fundamentais na sociedade e na vida de outras pessoas.

Já a segunda Websérie, também apresentou em seis episódios veiculados entre 25 de janeiro e 1 de março deste ano, relatos de seis pessoas que superaram dificuldades, conquistaram objetivos que não só mudaram suas vidas, mas também os estimularam a fazer do próprio exemplo uma ferramenta de transformação.

“A ideia é mostrar que somos todos agentes de transformação, que podemos contribuir com nossas atitudes com uma sociedade mais inclusiva, justa e que propicie o bem-estar das pessoas”, ressalta Gouw.

Todos os episódios das Webséries podem ser conferidos no Canal do Youtube da Sompo Seguros.

XL Catlin nomeia Flavio Zoppello como Líder de Clientes e Distribuição no Brasil

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A XL Catlin nomeou Flavio Zoppello como Líder de Clientes e Distribuição -responsável pelo relacionamento com clientes e corretores, com a missão de continuar a impulsionar o crescimento de sua carteira de seguros no Brasil.

Comentando sobre a nomeação de Zoppello, Renato Rodrigues, Country Manager da XL Catlin – Brasil, disse: “o Brasil continua sendo um mercado importante e crescente para nós e, como tal, estamos focados em recrutar os melhores talentos para cada função. Como Líder de Clientes e Distribuição para o Brasil, Flavio direcionará nossos esforços de desenvolvimento de clientes, mantendo o pulso nas necessidades do mercado e de nossos clientes”.

Renato acrescentou: “a experiência de Flavio será muito benéfica, já que continuaremos a trabalhar em parceria com corretores e clientes, para fornecer soluções de risco sob medida para empresas em todo o país e também para suas operações em todo o mundo. Sua nomeação reflete nosso compromisso permanente de investir nos melhores talentos do setor para nossa equipe no Brasil e de nos mantermos próximos a nossos clientes”.

Zoppello tem 22 anos de experiência no setor de seguros, onde trabalhou com corretoras pequenas, médias e grandes, incluindo a multinacional Mega Brokers. Antes de ingressar na XL Catlin, ele estava no Mitsui Sumitomo Insurance Group, onde atuou como Diretor Regional para o Brasil. Anteriormente, trabalhou na Allianz, onde liderou o portfólio de Grandes Riscos, que inclui produtos das linhas Patrimoniais, Responsabilidade Civil, Financeiras, Transportes e Pessoais. Zoppello é formado em Administração de Empresas com bacharelado em Tecnologias da Informação.

Travelers Seguros inaugura escritório em Goiânia

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A Travelers Seguros acaba de inaugurar um escritório na cidade de Goiânia, em Goiás. Liderado pelo gerente comercial Juliano Silveira, a nova unidade oferta todos os produtos e serviços que a Travelers oferece no Brasil. São seguros de Riscos Patrimoniais, Responsabilidade Civil, Riscos de Engenharia e Linhas Financeiras.

Goiânia é a oitava cidade brasileira em que a Travelers está presente. As outras sete são: São Paulo, Rio de Janeiro, Ribeirão Preto, Curitiba, Porto Alegre, Belo Horizonte e Salvador.

Para marcar a abertura do escritório de Goiânia, Leonardo Semenovitch, o executivo que lidera a operação da Travelers no Brasil, participou do Café com Seguros, um dos eventos de seguros mais importantes da cidade, estreitando o relacionamento com os corretores de seguros da região.

“É importante para nós oferecer serviços personalizados aos corretores e clientes locais”, disse Semenovitch. “É isso que nos ajuda a construir relações sólidas e colabora para a conscientização do mercado em relação à importância de um planejamento em seguros para todos os tipos de negócios”.

Lucas Vergilio é relator de projeto para fortalecimento da Economia Criativa aprovado em comissão da Câmara

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Principal representante do mercado de seguros na Câmara, Lucas Vergílio, deputado federal por Goiás (SD/GO) e vice-presidente Institucional e de Relações com o Corretor de Seguros do SINCOR-GO, é o relator do Projeto de Lei 3396/2015, que institui a Política Nacional de Incentivo à Economia Criativa, aprovado nesta quarta-feira, dia 27, pela Comissão de Desenvolvimento Econômico, Indústria, Comércio e Serviços (CDEICS).

O PL 3396/2015 tem como objetivo preservar e fomentar as atividades que geram valor econômico por meio da criatividade humana. O projeto define Economia Criativa como “o conjunto de atividades produtivas que têm como processo principal um ato criativo gerador de um produto, bem ou serviço, cuja dimensão simbólica é determinante do seu valor”. O deputado comenta que a definição é abrangente, mas explica: “Inclui atividades como artesanato, danças, produção de livros, produção de moda, entre outros, que estariam segmentadas em cinco setores”.

Segundo o deputado, a proposta vai fomentar o setor que gerou riqueza de R$ 155,6 bilhões para a economia brasileira em 2015, de acordo com o último mapeamento realizado pela Firjan. Vergilio ressalta, no entanto, que há ainda a necessidade de valorizar mais essa produção: apesar de a área estar em crescimento no mundo todo, no Brasil ela representa 2,7% do PIB, enquanto a média mundial é de 7%.

Vergilio destaca ainda que o projeto que cria a Política Nacional de Incentivo à Economia Criativa definirá os princípios, objetivos, atuação, instrumentos e atividades do setor, além de possibilitar que sejam concedidas linhas de créditos especiais para os empreendimentos do setor. “Isso garantirá benefícios sociais aos pequenos empreendedores, o que incentiva a capacitação e gera empregos”, defende.

A proposta ainda passará pela Comissão de Cultura e, se aprovada, segue para a Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJC) da Câmara.

Lloyd’s of London lucra US$ 1,58 bi no 1º semestre de 2017

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O Lloyd’s, mercado mundial especializado em seguros e resseguros, anunciou hoje um lucro de USD 1,58 bilhão para o 1º semestre de 2017 com a publicação dos resultados parciais. O Lloyd’s também registrou uma redução no índice combinado para 96,9%, bem como um aumento nos prêmios brutos emitidos para USD 23,8 bilhões. Houve um retorno anual sobre o capital de 8,9% no mesmo período. Esses números não consideram as recentes tempestades enfrentadas pelo Caribe e Estados Unidos e, em vez disso, refletem o que foi, até recentemente, um período de perda relativamente brando. No entanto, apesar da pressão contínua sobre os preços causada pelo excesso de capital e baixas taxas de juros, o desenvolvimento de novos produtos tem apresentado um aumento no volume de negócios.

O período reportado também apresenta uma melhoria de 78% no resultado de subscrição de até USD 0,46 bilhão (Junho 2016: GBP 0,21 bilhão). Isso foi obtido pelos baixos incidentes de grandes sinistros, ações tomadas para abordar linhas de negócios de baixo desempenho, juntamente com a concorrência de preços e negociação em outras linhas de negócios.

A posição de capital do Lloyd’s continua forte e nossas classificações com as principais agências de rating foram reafirmadas, com Fitch na AA- (muito forte), Standard & Poor’s em A+ (forte) e A.M. Best em A (excelente).

A Presidente Mundial do Lloyd’s, Inga Beale, disse: “Esses resultados destacam a força contínua do mercado do Lloyd’s, mas refletem as condições desafiadoras que moldaram o setor nos últimos anos. Nosso foco em manter uma forte disciplina de subscrição e se concentrar em linhas de negócios lucrativas está mostrando sinais de sucesso, mas não podemos permitir que esse foco se perca se quisermos continuar a garantir que a plataforma Lloyd’s seja a opção mais atraente para os clientes”.

“Embora esses resultados não cubram a atual temporada de furacões no Caribe e nos Estados Unidos, nossas equipes da região já estão pagando sinistros para ajudar as comunidades locais e as empresas a se recuperarem o mais rápido possível. O que diferencia o mercado do Lloyd´s é nossa capacidade de responder de forma rápida e eficaz em tempos como esses, e isso é o que estamos aqui para fazer”.

Os destaques financeiros são:

Lucro antes dos impostos de USD1,58 bilhões (GBP1,22bi) (Junho 2016: GBP1,46bi)

Retorno sobre o capital de 8,9% (Junho 2016: 11,7%)

Índice combinado de 96,9% (Junho 2016: 98,0%)

Retorno sobre o investimento de 1,5% (Junho 2016: 1,8%)

Recursos Líquidos de USD36,4 bilhões (GBP28,0bi) (Junho 2016: GBP26,6bn)

Valor Econômico: Dinâmica digital

O Suplemento de Seguros do Valor Econômico traz um raio X da inovação que seguradoras, resseguradoras, corretores e prestadores de serviços ligados ao setor vem promovendo no último ano. As ações vão desde uma simples mudança no canal de atendimento incluindo WhatsApp até a implementação do cartório digital, conhecido como Blockchain.

O especial circula na edição de hoje do jornal e está disponível no portal para assinantes

Inovação – O uso da tecnologia chega aos poucos ao conservador mercado de seguros e começa a promover uma verdadeira revolução digital. Em julho, o mundo contava com mais de 1,6 mil insurtechs, empresas de tecnologia para seguros, segundo a consultoria CB Insights.

Estatísticas – A Confederação Nacional das Seguradoras, a CNseg, que reúne as federações de seguros gerais, vida e previdência, capitalização, além de saúde, reduziu a projeção de crescimento do mercado para 2017 depois de analisar os resultados de julho. A estimativa no inicio do ano era de crescimento entre 8% a 10%, agora está entre 6% e 7,5%. Em 2016 o setor chegou próximo de R$ 392 bilhões, considerando-se os R$ 156 bilhões da saúde suplementar.

Previdência – O cenário de juro baixo, comemorado por boa parte dos agentes econômicos, tem incomodado o investidor de longo prazo. Os produtos de previdência, que historicamente ficavam estacionados em títulos do Tesouro atrelados à inflação, e que pagavam prêmios de 7% ao ano, estão tendo que se mexer.

Vida – O seguro de vida individual registrou de janeiro a julho deste ano alta de 26%. Edson Franco, presidente da FenaPrevi, credita o crescimento a uma maior conscientização da população sobre os benefícios dos produtos disponíveis.

Saúde – O número de beneficiários de planos de saúde vem caindo de forma expressiva nos últimos anos, em consequência do desemprego e da recessão. Desde 2014, quando o setor alcançou o maior total de usuários ao longo do tempo, 50,4 milhões, mais de 3 milhões deixaram o sistema, cerca de metade deles em 2016.

Saúde 2 – Se depender da avaliação da maior parte das entidades e instâncias a que a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) submeteu a proposta de planos de saúde acessíveis do Ministério da Saúde, ela será rejeitada ou modificada de modo profundo.

Capitalização – A Superintendência de Seguros Privados (Susep) reavalia a regulamentação do segmento de títulos de capitalização para torná-lo mais atraente do ponto de vista do consumidor.

Atendimento Digital – Melhorar a experiência do cliente, acompanhar a jornada do consumidor ou simplesmente atingir melhores índices de qualidade no atendimento. Seja qual for o nome que se dá para o conjunto de iniciativas que buscam aperfeiçoar a relação das seguradoras com seu público, há uma importante aliada que promete importantes contribuições: a base de celulares no mercado brasileiro.

Grandes Riscos – O mercado brasileiro de seguros para as empresas cresceu 6,4%, para R$ 8,2 bilhões, no primeiro semestre deste ano, na comparação com o mesmo período de 2016, de acordo com dados da Superintendência de Seguros Privados (Susep), em levantamento divulgado pelo portal Risco Seguro, que analisa 39 linhas de seguros voltadas para empresas.

Infraestrutura – Apesar do cenário político incerto, o mercado de seguro e resseguro aguarda com ansiedade o deslanchar do Programa de Parcerias em Investimentos (PPI) do governo federal. A expectativa é que as obras possam reanimar os contratos em um segmento que vem sofrendo nos últimos anos com a crise econômica e falta de grandes projetos.

Transporte – A diminuição no volume de mercadoria transportada e o aumento da incidência de roubos impuseram uma nova realidade para seguradoras e transportadoras no país. Nos dois últimos anos, o setor vem enfrentando aumento de custos com práticas de prevenção, gerenciamento de risco e seguro.

Drones – Parecem aviões de brinquedo, mas, na verdade, são máquinas poderosas que conseguem chegar, com precisão, em áreas inacessíveis. No Brasil, o uso das aeronaves remotamente tripuladas, mais conhecidas como drones, foi regulamentado pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) em maio. Entre as regras está o seguro obrigatório com cobertura contra danos a terceiros nas operações de drones com mais de 250 gramas.

Estilo de Vida – Para a advogada Érika Scudeler Paulino, fazer um seguro residencial não foi uma escolha, mas uma exigência da imobiliária. Para ela, o importante era encontrar um produto com o melhor custo benefício. Depois de analisar três orçamentos, optou por um seguro que, além do melhor preço, oferecia serviço de chaveiro, hidráulica, entre outros pequenos reparos.

Riscos Cibernéticos – A cibersegurança chegou ao topo das corporações. Antes um tema debatido apenas com os profissionais de tecnologia das empresas, agora é pauta de reuniões demandadas pelos CEOs e membros dos conselhos de administração de grandes grupos, conta a especialista em riscos cibernéticos da corretora JLT, Marta Helena Schuh: “A demanda pelo produto aumentou 100% neste ano”.

Segurança Cibernética – As elevadas perdas geradas por ataques de hackers tornaram o risco cibernético um tema prioritário nos conselhos de administração de grandes grupos. Fernando Saccon, especialista no assunto da Zurich, que acaba de lançar o produto para a área no Brasil após oito anos de atuação no mercado europeu e americano, afirma que a demanda por informações está muito aquecida no Brasil.

D&O – As seguradoras têm pouco mais de um mês para adaptar e protocolar os planos do “novo” D&O (sigla para Directors and Officers Liability Insurance), o seguro de responsabilidade civil de executivos, administradores e conselheiros de empresas, junto à Superintendência de Seguros Privados (Susep).

‘Millennials’ – A geração milênio quer todos os benefícios da tecnologia e não tolera esperas nem burocracias. Muitos, na compra de um produto, preferem não se preocupar com manutenções, taxas, impostos, não preenchem papéis e os compromissos que aceitam são todos virtuais. Quando se trata de pagamento, a preferência é pelo maior número de parcelas, sem juros. Uma seguradora de São Paulo testa uma solução que satisfaça a ânsia dessa geração, pelo menos quanto à sua mobilidade.

Carreira – Se os jovens da geração milênio sabem muito bem o que seus colegas buscam e a maneira como gostam de ser tratados, ninguém melhor do que eles para estar do outro lado do balcão. Nascidos após 1982 e conhecidos também como geração , eles têm características de consumo atreladas a atitudes como rapidez e praticidade.

Insurtech – Empresas de tecnologia começam a chacoalhar o mercado de seguros brasileiro. Realidade há mais tempo em outros países, como EUA e Inglaterra, as chamadas insurtechs ganham força por aqui.

Auto – Renovar o seguro de um veículo deixou de ser um gesto automático de pegar o telefone e ligar para o corretor quando se aproxima o vencimento da apólice. Na medida em que o valor do prêmio sobe além do orçamento doméstico, o consumidor tem buscado pesquisar modelos alternativos de manter o seu veículo segurado, mas em condições que não pesem no bolso.

Popular – Regulamentado no ano passado pela Susep, o Seguro Popular (que permite o uso de determinadas peças não originais) ainda é visto com ceticismo pelo mercado segurador. Até o momento, apenas duas seguradoras – Tokio Marine e Azul colocaram seus produtos na praça.

Sob Medida – Aumento da criminalidade nos grandes centros urbanos, queda na taxa de juros com impacto nas margens de lucro das aplicações financeiras das seguradoras, alta no preço das peças de reposição e números da indústria automotiva apontando recuo de 2,99% no volume de emplacamento em relação a agosto de 2016.

Eventos – Bem antes de Pete Townshend e Axl Rose pisarem no palco mundo, um dos quatro da edição de 2017 do Rock in Rio, a Cidade do Rock havia sido minuciosamente “varrida” por especialistas do setor de seguros, cuja atuação começa na avaliação dos riscos.

Viagem – Passagens compradas, hotel reservado, hora de embarcar. Mas e se acontecer algum imprevisto? Embora tenha ganhado força nos últimos anos, o seguro viagem ainda é um item que os brasileiros ignoram ou deixam para contratar na última hora, diz Ana Badaró, diretora de personal lines da corretora BR Insurance.

Viagem 2 – Mesmo com a crise, os brasileiros continuam a viajar, o que serve de combustível para o mercado de seguro viagem manter em 2017 o crescimento vigoroso dos últimos anos. De janeiro a julho, a modalidade atingiu R$ 317,32 milhões em prêmios, montante 55,5% superior ao volume registrado no mesmo intervalo de 2016, segundo dados da Federação Nacional de Previdência Privada e Vida (Fenaprevi).

Diversidade – A diversidade e a inclusão estão se transformando em temas permanentes na pauta de iniciativas do setor de seguros. Torna-se mais atrativa a perspectiva de que tanto a inovação quanto o entendimento do cliente podem ter como base o trabalho com grupos que permitem capturar mais amplamente as ideias, vivências e origens.

Susep prorroga prazo de recadastramento dos corretores para 15 de dezembro

Conforme disposto na Circular Susep 558, publicada hoje, quinta-feira, 28 de setembro, no Diário Oficial da União (DOU), a Superintendência de Seguros Privados alterou os prazos de recadastramento para os corretores de seguros pessoas físicas e para as sociedades corretoras. Com isso, os profissionais terão até o dia 15 de dezembro de 2017 para realizar o processo de recadastramento e manter seus registros ativos. Já para as pessoas jurídicas, o processo terá início no dia 1º de março de 2018 com data limite estipulada em 30 de agosto do mesmo ano. O não recadastramento no prazo estabelecido implica na suspensão do registro.

De acordo com o titular da autarquia, Joaquim Mendanha de Ataídes, a medida foi tomada porque a Susep precisa manter a sua base de dados organizada e segura. “Há nove anos esse processo não era realizado e, até o momento, já contamos com a adesão de 35.680 corretores, entre os que estão com seus pedidos deferidos, com solicitação de exigências ou em análise. Outros 4.224 profissionais não concluíram a solicitação e seus pedidos constam como não-finalizados. Ou seja, eles acessaram o site da Susep, mas não clicaram no link que receberam por e-mail. Com a ampliação do prazo, os corretores terão mais uma oportunidade para atender ao processo e manter seus registros ativos”, explicou.

Sociedades corretoras – Um outro ponto importante envolve os corretores de seguros que são os responsáveis técnicos em sociedades corretoras. Caso o corretor pessoa física não realize o processo de recadastramento este ano, o mesmo ficará impedido de atuar como corretor responsável.

Passo a passo do recadastramento

Ao dar entrada com o pedido de recadastramento no portal da Susep (http://www.susep.gov.br), o corretor precisa estar atento a todos os passos do processo: preencher seus dados nos campos indicados, salvar o cadastro e verificar o recebimento de dois e-mails da Susep. O primeiro e-mail informará o número do seu pedido e o segundo e-mail trará um link, no qual o solicitante deverá clicar para realizar a confirmação do seu pedido e poder continuar com o processo.

A Susep esclarece que os corretores que finalizarem o pedido de recadastramento dentro do prazo e o mesmo permanecer em análise por parte da autarquia, não serão prejudicados e os seus registros continuarão ativos até a conclusão da análise.

Em caso de dúvidas, o site do Instituto Brasileiro de Autorregulação do Mercado de Corretagem de Seguros, de Resseguros, de Capitalização e de Previdência Complementar Aberta (Ibracor) (http://www.ibracor.org.br) possui um passo a passo detalhado sobre o recadastramento e há linhas diretas para os corretores nos telefones (21) 3233-4146 e (21) 3233-4045, da Susep, e (21) 3509-7070, do Ibracor.