Travelers Seguros expande sua plataforma de cotação online para pequenas indústrias

Comunicado

A Travelers Seguros acaba de expandir sua plataforma de cotação online, permitindo agora que os corretores façam cotação de seguros patrimoniais para 22 atividades industriais. A plataforma permite que o corretor faça a cotação, gere a proposta e a apólice online, para que possa enviá-la ao segurado de maneira imediata, proporcionando assim mais velocidade em seu ciclo de vendas.

Dentre as atividades incluídas na plataforma de cotação online encontram-se gráficas, fábrica de massas alimentícias, de autopeças e acessórios, de eletrodomésticos/eletroeletrônicos, entre outras. São amparados riscos com limite máximo de garantia de até 5 milhões de reais sendo que, para algumas dessas atividades, a Travelers é a única seguradora a oferecer o serviço de cotação online.

“O objetivo da Travelers com esta ferramenta é ir além do usual, cobrindo algumas atividades que estão fora daquelas que tradicionalmente já possuem bom nível de oferta para cotação online, como por exemplo a indústria de massas”, afirma Leonardo Semenovitch, Diretor Presidente da Travelers no Brasil. “Ofertar cotações online para atividades que frequentemente só são calculadas manualmente, por subscritores, é um diferencial de mercado”.

Nossa solução para pequenas indústrias disponibiliza coberturas como: incêndio, queda de raio, explosão, implosão e queda de aeronaves, despesas fixas causadas por danos materiais, interrupção de negócios consequente de danos materiais, entre outras.

“As empresas de pequeno e médio porte poderão se beneficiar com coberturas e indenizações bastante adequadas para a proteção dos seus negócios”, completa Leonardo Semenovitch.

O cotador online da Travelers também disponibiliza a cotação de seguros patrimoniais para o setor de comércio e serviços de pequeno e médio porte, contratação de responsabilidade civil (E&O) para Empresa Credenciada de Vistoria (ECV) e seguro de Responsabilidade Civil Geral.

Com esta inclusão, a Travelers amplia sua gama de serviços online. Atualmente os corretores parceiros já utilizam os serviços de Cotações Online, Extrato de Comissionamento e Apólice Digital por meio do site institucional: http://www.travelers.com.br/corretores-de-seguros. Estas funcionalidades podem ser utilizadas também em smartphones e tablets.

Fundos fechados somam R$ 808 bi em ativos no primeiro semestre

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As entidades fechadas de previdência complementar (EFPCs) obtiveram uma rentabilidade de 4,24% ficando próxima à taxa padrão que foi de 4,44%, e acumularam R$ 808 bilhões de ativos, o que representa 12,7% do PIB, no primeiro semestre de 2017. Os dados são do consolidado estatístico da Associação Brasileira das Entidades Fechadas de Previdência Complementar (ABRAPP).

No longo prazo o resultado foi positivo: a rentabilidade no acumulado (2003 a jun/17) foi de 594,03%, superior à meta atuarial do período, que foi de 452,80.

O levantamento destaca também a evolução da categoria instituídos, fundos de pensão formados pelas instituições de classe como cooperativas, sindicatos e associações, que passaram a somar 250 mil participantes ativos e R$ 8,872 bilhões de ativos.

O valor médio mensal da aposentadoria programada foi de R$ 5.137, segundo o levantamento, enquanto a média da aposentadoria por invalidez foi de R$ 2.091 e o valor das pensões chegou à média de R$ 2.443.

O total de participantes ativos das EFPCs supera 2,5 milhões e os assistidos chegam a mais de 735 mil, enquanto o número de dependentes fica acima de 3,9 milhões de pessoas.

Dos participantes ativos das EFPCs 66,1% são homens e 33,9% são mulheres. A faixa etária predominante na carteira é de 35 a 45 anos (31,9% homens e 14,4% mulheres). Entretanto, vale destacar também a faixa etária de 25 a 34 anos (20,4% homens e 11,8% mulheres).

A distribuição por tipo de aplicação no primeiro semestre mostra que a maior parcela dos investimentos foi em Renda Fixa, totalizando 74,1% no semestre, somando R$ 571 bilhões, ante R$ 546 bilhões em 2016. A modalidade Renda Variável totalizando 16,9%, recuando de R$ 137 bi em 2016 para R$ 130 bi este ano no período. A rentabilidade maior da Renda Fixa no semestre (4,92%) ante os 2,14% da Renda Variável, reflete a performance do portfólio da carteira das EFPCs.

Thinkseg promove encontros com parceiros nacionais durante ‘InsurTech Connect 2017’

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Ao longo de três dias, o InsurTech Connect 2017, um dos mais importantes encontros de start-ups de seguros (insurtechs) do mundo, promoveu apresentações e discussões sobre inovação tecnológica no setor. O evento, que encerra-se hoje (04/10) em Las Vegas, Estados Unidos, contou com a presença da insurtech brasileira thinkseg que acompanhou os palestras e ainda promoveu encontros à parte com empresas brasileiras do setor de seguros. O InsurTech Connect 2017 envolveu 200 palestrantes, que apresentaram temas relacionados ao dia-a-dia das insurtechs, e contou com cerca de 3 mil pessoas presentes nas salas de conferência do Caesars Palace Las Vegas Hotel.

Diante dos painéis apresentados, a thinkseg pretende estudar iniciativas já praticadas em algumas insurtechs de outros países, como por exemplo, na área de atendimento ao cliente. “Vamos levar inovação tecnológica para partes isoladas do nosso negócio. O importante é ressaltar que não vimos em nenhuma outra start-up de seguros do ‘InsurTech Connect 2017’ integração em 100% do processo como o existente na thinkseg. Nosso modelo é muito diferenciado. Nossa tecnologia envolve todas as partes, desde seguradoras, assistências, corretores, prestadores de serviços até os consumidores”, diz o CEO da thinkseg, Andre Gregori.

Responsável por promover encontros à parte com agentes do mercado de seguros, presentes no ‘InsurTech Connect 2017’, a thinkseg ouviu dúvidas e sugestões sobre suas inovações. Participaram dos encontros com a thinkseg as consultorias Ernest & Young, Bain & Company; as entidades representativas do mercado Sindicato dos Corretores de Seguros (Sincor), Federação Nacional dos Corretores de Seguros (Fenacor), Clube dos Corretores de Seguros do Rio de Janeiro (CCS-RJ), THB BRASIL Corretora de Seguros. Também houve diálogos com profissionais das seguradoras Bradesco e Icatu Seguros.

“As trocas de ideias, durante os encontros que promovemos, servem para aperfeiçoarmos, cada vez mais, nosso modelo. Vemos que estamos na direção certa. Ainda há muitas dúvidas dos diferentes públicos sobre esse modelo diferenciado de digitalização do seguro proposto pela thinkseg. Por isso, sempre nos dispomos a mostrar as soluções para os casos que nos apresentam”, explica Gregori.

Para o CEO da thinkseg, o mercado de seguros brasileiro está tomando consciência de que a tecnologia pode ajudar todos. “Não somos um modelo de digitalização isolado no setor de seguro. O processo de digitalização envolve uma transformação em todo segmento, desde seguradoras, corretoras, prestadores de serviços e ainda mudança de comportamento de empresas e consumidores”, diz.

Amil lança simulador de coparticipação

A Amil acaba de lançar para seus clientes de planos com coparticipação um simulador que permite conhecer previamente os custos de um atendimento. Com o novo sistema, os beneficiários que possuem esse modelo de plano – no qual o usuário paga uma parte do valor de um procedimento – terão acesso a mais informações para escolher o local de atendimento, com base no custo de coparticipação, na localização geográfica e nas características do credenciado. A ferramenta estará disponível para as linhas de planos Amil, One Health e NEXT Saúde.

“Com essa inovação, podemos proporcionar mais transparência aos nossos beneficiários e empoderá-los quanto à decisão sobre sua assistência”, afirma Sergio Ricardo Santos, CEO da Amil. Atualmente, a operadora possui cerca de 1,4 milhão de clientes com planos de custos compartilhados.

Para utilizar o simulador, o cliente Amil deve acessar a área logada do site www.amil.com.br (inserindo o seu login e a sua senha pessoal) e efetuar a busca por especialidade, procedimento e região na qual deseja ser atendido. A ferramenta então reconhece o tipo de plano e mostra, em um mapa, a localização geográfica dos profissionais e os respectivos valores de coparticipação – os prestadores isentos desses custos também aparecem no mapa. Ao selecionar o credenciado de sua preferência, o beneficiário visualiza o endereço e o telefone de contato do profissional, além de características como especialização e residência médica. Outra facilidade do sistema é o agendamento online, que pode ser efetuado caso o credenciado escolhido pelo cliente integre a rede assistencial própria da operadora.

Caixa Seguradora lança canal no YouTube para explicar previdência privada

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A Caixa Seguradora lança nesta quarta-feira (4) canal no YouTube para mobilizar os brasileiros para a importância de planejar o futuro e cuidar das conquistas. Na primeira etapa, o canal “Amanhã tem mais” trará conteúdo com informação e entretenimento sobre previdência privada.

“O canal foi criado para trazer conteúdo, e não publicidade”, explica o gerente de marketing digital da Caixa Seguradora, Rodrigo Fraga. “Nossa marca nem será exposta nos vídeos. A intenção é alertar o público, principalmente os jovens, para a importância de planejar o futuro”, completa.

Criado pela Snack, uma das principais redes multiplataformas do país, o canal terá conteúdo feito exclusivamente para o YouTube. “O projeto usará a linguagem e os formatos já consagrados no YouTube, como a criação de desafios e listas, para informar de maneira mais agradável e direta”, afirma Vitor Knijik, sócio fundador da Snack.

Serão dois vídeos por semana nos próximos seis meses. O conteúdo foi separado em duas playlists. Na “Previdencês”, os economistas do canal Econoweek explicarão sobre previdência de maneira simples e didática. Perfis de investimento, tipos de plano e modelos de tributação serão alguns dos temas discutidos. Na playlist “Desafio do amanhã”, o humorista Rafael Cortez comandará jogos e desafios com a presença de youtubers famosos, tudo com muito bom humor e descontração.

Robo Alexa, da Amazon, ajuda clientes da Liberty Mutual durante temporada de furacões

Veja quais as práticas de uma seguradora como a Liberty Mutual, que convive com a temporada de furações nos Estados Unidos, que começa oficialmente no dia 1 de junho e vai até 30 de novembro, ajudando seus clientes a gerenciar riscos.

O objetivo do post é sinalizar aos leitores como o gerenciamento de risco é vital para manter todos seguros, fisicamente e financeiramente, mesmo diante de forças da natureza tão avassaladoras. Mas sempre algo pode ser feito para prevenir e depois tudo deve ser feito para remediar.

Após a passagem do furacão/fim da inundação, a seguradora espera o contato do cliente ou envia equipe aos locais com maior número de clientes?

Nada prova mais o nosso valor para nossos clientes do que nossa resposta após uma catástrofe. Devemos estar prontos com os nossos recursos para responder rapidamente às necessidades de nossos clientes em momentos devastadores – com maior apoio a avisos de sinistros, uma lista de avaliadores talentosos e dedicados e força financeira para que nossos clientes possam retomar suas vidas novamente o mais rápido possível. Imediatamente após a tempestade, os avisos de sinistros começam a ser recebidos diretamente de clientes por meio dos nossos inúmeros meios de contato. Os clientes podem ligar para um número gratuito, fazer um aviso de sinistro on-line e até mesmo iniciar o processo de pedidos usando um dispositivo habilitado para Amazon Alexa.

É montado um posto de atendimento no local?

Para facilitar o processo, nós muitas vezes implantamos uma unidade de resposta de catástrofe móvel para a região afetada. Esta unidade fica situada o mais próximo possível de uma região afetada, dependendo das condições das estradas e das autoridades e, em muitos casos, o departamento de seguros do estado estabelece uma “aldeia segura” como um local centralizado para as empresas instalarem suas unidades. Essas unidades estão em uma localização conveniente para que nossos clientes se encontrem com um avaliador de sinistros, discutam suas solicitações, façam perguntas e até recebam pagamentos iniciais por coisas como despesas de vida adicionais enquanto eles estão deslocados de suas casas.

Usou drones para agilizar?

A Liberty Mutual começou a usar drones para alguns avisos de sinistros de propriedade comercial e pessoal desde que recebeu a aprovação da FAA em agosto de 2016. Do ponto de vista de uma seguradora de residências, estamos entusiasmados com a tecnologia que permite que nossos profissionais ajudem nossos clientes da forma mais segura possível após uma perda. Como uma empresa cuja história está profundamente enraizada em segurança, evitar riscos desnecessários aos nossos avaliadores, contratados ou inspetores, mantendo-os fora de telhados e escadas altas não pode ser ignorado. Além disso, esta tecnologia permite captura de imagens de alta qualidade que ajudam nossa equipe e nossos clientes a entenderem melhor os danos às propriedades.

Allianz Seguros promove lounge Alliadoz durante show do Guns n’ Roses

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Com camisetas personalizadas e atrações exclusivas, a Allianz Seguros recebeu os 200 corretores com maior pontuação da campanha Alliadoz no lounge do show da banda californiana Guns n’ Roses, na última terça-feira, 26.

O evento, que aconteceu no Allianz Parque, contou com a presença de Miguel Pérez Jaime, presidente da seguradora. “Esta é uma oportunidade de agradecermos e reconhecermos a parceria dos corretores. Acredito que nos próximos anos teremos ainda mais parceiros engajados comemorando resultados em um evento como esse”, conta.

Para Eduardo Grillo, diretor executivo Comercial e Market Management, o evento serviu para preparar o clima para as viagens ao deserto do Atacama e Croácia, próximos prêmios da campanha Alliadoz. “Nosso objetivo é investir cada vez mais nos corretores e, para isso, estamos preparando a companhia para entregar o melhor produto e solução para o cliente final”, pontua.

Já Marcio Caran, corretor da Vida Nova Corretora de Seguros, localizada em São Paulo, ressalta que a parceria e os produtos da seguradora são seus principais diferenciais. “É importante ter no meu portfólio uma marca global como a Allianz e, principalmente, como um grande parceiro meu”, afirma.

Entendendo o mundo das Insurtechs, segundo a Oliver Wyman

A Oliver Wyman, empresa irmã da Mercer focada em consultoria estratégica, foi responsável por recente relatório que analisa as principais iniciativas para o setor e qualifica seu potencial de mudança e chance de sucesso. A Guy Carpenter, outra empresa irmã especialista em seguros e resseguros, também desenvolveu em 2017 um estudo focado nas oportunidades existentes no segmento.

Veja um resumo publicado pelo grupo na Congresso da Abrapp:

Entendendo o mundo das Insurtechs

Ao analisar o setor, a Oliver Wyman classificou as Insurtechs em três divisões:

Proposição: iniciativas responsáveis por gerar novos produtos ou serviços de seguros, em exemplo, soluções situacionais, colaborativas e de riscos digitais;

Distribuição: empresas que buscam facilitar a venda de produtos e serviços a clientes, tais como plataformas B2C digitais (business to consumer / empresas para clientes) e PCW (price comparison websites / sites de comparação de preços);

Operação: iniciativas ligadas ao aumento da eficiência das companhias de seguro, como gestão de sinistros, subscrição e administração de serviços.
No gráfico abaixo, vemos que, mundialmente, os últimos seis anos foram de franco crescimento para o setor de Insurtechs, com um pico de quase 200 vendas de empresas (number of deals) em 2016 e de US$ 2.8 bi em valores desses negócios no ano de 2015.

Fonte: CBInsights / OW Global Insurtech Report 2017

Possíveis soluções para a previdência

Agora que entendemos o conceito geral de Insurtechs, vamos realizar um exercício de futurologia e pensar nas possibilidades de inovação que podem impactar a previdência complementar nos próximos anos.

Transformar cobertura em proteção personalizada, com uso de inteligência artificial: o conceito por detrás deste segmento de Insurtechs é romper a fronteira da simples cobertura – no caso da previdência, a promessa ou a efetiva concessão de um benefício – para alcançar um novo patamar de proteção ao cliente. Ao incluir orientações personalizadas sobre como melhor usar o seguro e ao propor soluções de parceiros que estejam relacionadas às necessidades dos usuários, esta categoria de Insurtechs busca transformar riscos negativos em promessas positivas, elevando o bem-estar dos mesmos.

Na prática, Entidades que oferecem programas de educação previdenciária já estão pavimentando o caminho para uma abordagem que vai além da concessão do benefício. Nesse sentido, próximos passos em potencial compreendem o uso de inteligência artificial para transformar a educação previdenciária generalista em instruções específicas para cada participante, bem como ampliar o leque de soluções oferecidas pelos planos de previdência através do oferecimento de seguros de invalidez, morte e sobrevivência, de acordo com o perfil de cada participante/assistido e seus respectivos hábitos;

Aprofundar o conhecimento a respeito dos participantes através de Big Data: em conexão ao item anterior, é cada vez mais importante conhecer intimamente os clientes cobertos pelos produtos oferecidos pelo mercado segurador. Mundialmente, a análise de perfis de risco já considera o CEP, os hábitos de utilização de produtos, o perfil familiar e outras variáveis além das tradicionais, como idade e gênero. Para os planos de previdência, a qualidade e profundidade da base cadastral é, sem dúvidas, passo chave para que os riscos sejam melhor dimensionados, agregando eficiência à gestão, e para que as soluções oferecidas sejam mais personalizadas e flexíveis;

Ampliar o uso de canais eletrônicos para busca e relacionamento com “clientes”: nos últimos anos, muitas seguradoras já lançaram mão de portais e aplicativos para atingir seus clientes, permitindo desde a contratação de produtos diretamente pela internet até a gestão de aspectos específicos da apólice.

Por analogia, Entidades poderiam se aproveitar das tecnologias já existentes para facilitar o processo de prospecção de novos clientes (adesão de participantes), gestão do plano, alteração de níveis de contribuição, de tipos de renda, de formatação de novos produtos, de contratação de coberturas adicionais, e muito mais.

Apesar de algumas Entidades já contarem com portais que permitem a realização de algumas dessas tarefas e de outras inclusive já oferecem aplicativos móveis a seus participantes, há muito a se evoluir na automação dos processos e no leque de funcionalidades que podem ser executadas totalmente online. Aqui, também, devemos observar a pertinência e oportunidade de adequar a legislação vigente para contemplar essa nova oferta de ferramentas ao público.

Empregar sistemas automatizados de gestão operacional e de riscos: com advento da tecnologia, já é possível monitorar em tempo real os principais processos operacionais e os fatores de exposição a riscos, permitindo tomada de ação tempestiva e a potencial economia de dinheiro a partir disso.

Na previdência complementar, já é corriqueiro em outros países o uso de softwares avançados que permitem a visualização em tempo real do nível de solvência de planos, através do cruzamento de informações como o valor dos ativos no mercado e a posição do passivo através da última avaliação atuarial projetada. Tais ferramentas permitem, inclusive, simular o impacto de decisões estruturais como compra e venda de ativos e alteração de premissas, ou mesmo de variáveis externas como oscilações de mercado por nível possível de ocorrência. Como resultado, participantes e assistidos poderão ter acesso a planos melhor geridos, com custos mais baixos e/ou retornos financeiros maiores e mais previsíveis.

Uso da economia comportamental no desenho de planos e soluções de previdência complementar: estudos indicam que pedir aos clientes que assinem uma declaração atestando ser verdadeira a informação que passarão a fornecer em um pedido de indenização de seguro aumenta dramaticamente a fidedignidade e veracidade das informações que fornecem, comparado a pedir que assinem essa declaração apenas no final do formulário.

Pergunte a um casal qual a chance de se divorciarem e dirão que é zero. No entanto, a probabilidade no mundo real é de 40%. Seres humanos são péssimos com probabilidade e riscos, frequentemente ignorando a realidade. As pessoas são menos inclinadas a trapacear quando dizemos a elas que 75% acham desonesto agir de forma errada. Segundo Dan Ariely, especialista em Psicologia Social e estudo do Comportamento Humano, na Duke University, nós somos seres racionais que não raro decidimos de forma irracional.

O contexto afeta a maneira que os seres humanos se comportam, então, é importante a forma como são desenhados os planos e produtos de previdência complementar. Um aplicativo chamado Digit liga a conta corrente do usuário diretamente a sua conta de poupança. Um algoritmo do aplicativo separa sobras de recursos na conta corrente e direciona automaticamente para a poupança, sem intervenção do usuário.

Esse é um pequeno exemplo de nova tecnologia desenvolvida a partir do conhecimento de nosso comportamento humano (não poupamos espontaneamente) . Cada vez mais veremos o uso dos conceitos de economia comportamental ser usado no desenvolvimento de aplicativos e soluções nessa área.

Estas são apenas algumas das possibilidades existentes. Nesta revolução tecnológica pela qual atravessamos, o céu e a criatividade humana parecem ser os limites.

Os investimentos em insurtech, de acordo com dados da CB Insights, somaram nos EUA algo em torno de US$ 4,4 bilhões entre 2010 e 2016. Na região da Ásia-Pacífico os investimentos foram de US$ 1,3 bilhões e na Europa de US$ 400 milhões nesse mesmo período.

Muito mais do que buscar uma modificação dos produtos de seguro, o objetivo principal dos empreendedores por trás das insurtech é transformar a experiência do consumidor, tornando a compra de seguros e os pedidos de indenização, mais fáceis, rápidos e mais transparentes. Foi isso que transmitiu o ano passado a maioria dos palestrantes do maior evento mundial sobre o assunto, a InsureTech Connect Conference, patrocinado pela Oliver Wyman.

Austral Re expande operação na América Latina

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A operação internacional da Austral Re deve somar 15% do prêmio bruto da resseguradora e chegar a cerca de R$ 65 milhões em 2017. Ano passado, o volume vindo do exterior foi de 9% e totalizou R$ 41,6 milhões. Com atividade em dez países da América Latina e negócios pontuais de retrocessão fora da região em programas globais, a Austral Re atua em todas as linhas de negócio com ênfase em contratos automáticos. Os segmentos de riscos patrimoniais, riscos agrícolas e garantias puxaram o crescimento lá fora.

“Nosso plano de longo prazo calcula que a operação internacional chegue a 50% da carteira em cinco anos”, adianta Bruno Freire, CEO da Austral Re. A decisão da companhia de ampliar as atividades para o exterior é baseada no potencial econômico e geográfico da América Latina, onde os prêmios de resseguro somaram 17 bilhões de dólares em 2016. 85% deste volume está fora do Brasil.

Freire aposta em tecnologia para o desenvolvimento de novos produtos como um diferencial da resseguradora para conquistar novos mercados, sobretudo nas linhas de Riscos Agrícolas, Garantias, Vida e Saúde. “Queremos estabelecer cada vez uma venda consultiva, tornando o resseguro mais abrangente e menos transacional”, explica o CEO da Austral Re. O processo de internacionalização inclui ainda negócios pontuais de retrocessão fora da região em programas globais.

A Austral Re é parte da holding Austral Participações, fundada pela Vinci Partners para atuar na área de seguros e resseguros. Em 2014, a International Finance Corporation (IFC), que integra o Grupo Banco Mundial, tornou-se acionista de 19,5% da holding.

CFA Society Brazil oferece treinamento para CVM e Susep

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A CFA Society Brazil oferece treinamento inédito para reguladores da CVM (Comissão de Valores Mobiliários) e da SUSEP (Superintendência de Seguros Privados). Composto por seis aulas de três horas e meia cada, o curso “Fundamentos de Finanças para Reguladores” é ministrado por membros voluntários da CFA Society Brazil, sem qualquer custo para os participantes ou para os órgãos públicos. A primeira edição do curso está sendo realizada no Rio de Janeiro, na sede da Susep. Mais de 45 profissionais daqueles órgãos participam do curso.

Segundo Mauro Miranda, CFA, presidente da CFA Society Brazil, o treinamento foi desenvolvido a partir da demanda dos reguladores pelo aprimoramento do conhecimento de seu corpo funcional a respeito de temas sobre os mercados de capitais e investimentos. “Um dos pilares do trabalho da CFA Society Brazil é o diálogo constante com reguladores. Estamos contentes em poder trabalhar com a CVM e a SUSEP nesta importante iniciativa e continuar nossa missão de promover um alto padrão de excelência educacional e profissional”, explica Miranda.

Entre os temas abordados estão renda fixa, renda variável, derivativos, gestão de carteiras, processos de gestão e política de investimentos. Em pauta no País, ética e compliance também fazem parte do conteúdo do curso.