Bradesco Seguros lucra R$ 4,1 bi, equivalente a 29,1% do ganho do banco

O lucro líquido ajustado do Bradesco é composto por R$ 10 bilhões provenientes das atividades financeiras, correspondendo a 70,9% do total, e por R$ 4,1 bilhões gerados pelas atividades de seguros, previdência e capitalização, representando 29,1% do total. 
Os prêmios emitidos de seguros, contribuição de previdência e receitas de capitalização atingiram o R$ 55 bilhões em nove meses, evolução de 9,8% em relação ao mesmo período de 2016. O crescimento foi creditado aos produtos de vida e previdência, com alta de 13,8%, saúde, com avanço de 7,5%, capitalização, com 5,6% e automóveis e riscos patrimoniais, com 2,1%. As provisões técnicas alcançaram R$ 239,2 bilhões, apresentando uma evolução de 12% em relação ao saldo de setembro de 2016.

Octávio de Lazari, CEO do grupo Bradesco, contou ao blog Sonho Seguro que a menina dos olhos em 2018 é a área de saúde e também de grandes riscos em razão da consolidação da joint venture com a Swiss Re Corporate Solutions. Em grandes riscos, o executivo ressaltou que espera bons frutos já em 2018 da joint venture. “Tinhamos uma operação tímida em grandes riscos, pois nao era nosso core business. Temos os clientes e vamos buscar alguem que tenha a expertise e encontramos a Swiss Re, que é uma gigante mundial, tem conhecimento e juntou a fome com a vontade de comer. São duas empresas que tem muita complementariedade, com o conhecimento do ramo da Swiss Re e a força de vendas da Bradesco Seguros”, afirmou Lazari ao blog Sonho Seguro.

Já em saúde, ele citou que essa é uma carteira que potencializa o poder de ofertar outros seguros aos clientes. Bradesco Saúde e Medservice possuem mais de 3,7 milhões de clientes. Aproximadamente 141 mil empresas no Brasil possuem seguros da Bradesco Saúde e planos da Mediservice. Dentre as 100 maiores empresas em faturamento no País, 43 são clientes da Bradesco Saúde e Mediservice.

Outra frente para o grupo segurador é a plataforma Next, banco digital do Bradesco, que também vai comercializar produtos do braço segurador do grupo. “A venda vai obedecer a jornada do cliente. É uma nova comunicação, que visa atender as necessidades do cliente em todos os seus momentos de vida”, afirmou.

Quanto ao ciclo declinante da taxa básica de juros, Lazari afirmou que certamente terá impacto para todos no mercado financeiro, inclusive para as seguradoras. “Temos mais de R$ 260 bilhões em reservas técnicas aplicadas em boa parte em títulos remunerados pela Selic. Não tem como fugir disso. O ganho faz parte da composição do preço do seguro. Temos margem para obter ganhos operacionais, o que já tem sido feito há tempos no grupo. Certamente um dia a taxa de juro iria cair, como temos visto agora e como prevemos que continuará acontecendo em 2018 com a retomada da economia, e vamos ganhar dinheiro com aquilo que sabemos fazer, que é vendendo seguro, atendendo clientes, protegendo vida e patrimônio”, afirmou.

IRB lucra R$ 232 milhões no terceiro trimestre e vendas chegam a R$ 1,7 bi

O IRB Brasil RE divulgou ontem lucro líquido de R$ 222 milhões, aumento de 237% em comparação ao mesmo período do ano passado. O resultado da subscrição (underwriting) somou R$ 167 milhões. Entre os meses de julho e setembro, a receita com prêmios emitidos atingiu R$ 1,7 bilhão, alta de 34% quando comparado ao mesmo período de 2016. O volume total de prêmios emitidos no Brasil foi de R$ 1,1 bilhão.

Desse montante, o segmento que liderou a emissão foi o rural, com 37%, seguido por Property, que ficou com uma fatia de 31%. No exterior, os prêmios emitidos totalizaram R$ 601 milhões. O ramo de vida respondeu por 36%, enquanto rural teve 11% de participação fora do país.

O índice de sinistralidade foi de 66,1% contra 79,3% no terceiro trimestre de 2016, redução de 13 pontos percentuais. Já o índice de despesas administrativas segue em queda e passou de 5,7% para 4,9% na comparação entre os trimestres. A rentabilidade da carteira global de ativos, que somou R$ 6,2 bilhões até setembro, passou de 116% do CDI para 133% do CDI. O retorno sobre o patrimônio líquido médio (ROAE) avançou 17 pontos percentuais no terceiro trimestre, passando de 8%, contabilizado em 2016, para 25%.

Desde o IPO, em 31 de julho, até 30 de outubro, o desempenho das ações do IRB apresentou crescimento de 21%. Nesta data, o valor de mercado da Companhia estava em R$ 10,3 bilhões. O volume médio diário negociado com as ações da Companhia foi de R$ 39 milhões, totalizando 1,4 milhões de negócios.

O presidente do IRB Brasil RE, José Carlos Cardoso, afirma que o IRB deu continuidade à sua estratégia de crescimento, mantendo o foco em eficiência e rentabilidade. “Temos um posicionamento muito sólido no mercado brasileiro e perseguimos o objetivo de ser o líder também no mercado latino-americano, priorizando o crescimento em linhas menos expostas a riscos catastróficos, como nos segmentos de Vida, Rural e Aviação”, declarou o executivo.

Já o índice de despesas administrativas recuou de 6,1% de janeiro a setembro de 2016 para 6%, em 2017. A rentabilidade da carteira global de ativos teve um desempenho de 134% do CDI ante o desempenho de 127% do CDI para este período. Ainda no acumulado do ano, o ROAE registrou 26%, um avanço de 6 pontos percentuais sobre os nove meses de 2016.

Acumulado do ano – De janeiro a setembro deste ano, o lucro líquido do IRB atingiu R$ 676 milhões, com retorno sobre o patrimônio líquido médio (ROAE) de 26%, o maior dos últimos três anos para esse mesmo período. O resultado de underwriting totalizou R$ 557 milhões nos primeiros noves meses de 2017, 113% de crescimento em relação ao mesmo período de 2016.

O volume total de prêmios emitidos cresceu 20% no acumulado do ano, alcançando R$ 4,5 bilhões. Desse montante, R$ 3 bilhões foram prêmios emitidos no Brasil e R$ 1,5 bilhão no exterior, que ampliou sua participação de 24% para 34% na comparação entre os períodos.

Programa da Assurant possibilita troca de aparelhos para clientes Claro

A Assurant Seguros anuncia que disponibiliza seu programa de Trade In em parceria com a operadora Claro. O programa Claro Troca possibilita que o cliente utilize o seu smartphone usado como parte do pagamento para aquisição de um modelo novo. Dentro do programa, que está disponível para as modalidades Pós-Paga e Controle, o cliente tem à sua disposição mais de 140 modelos de diferentes marcas, como Samsung, Apple, Motorola e LG.

“Desenvolvemos o novo negócio para oferecer economia ao consumidor. A troca é vantajosa, pois ao invés de perder um aparelho em boas condições, o cliente ganha desconto na próxima compra, facilitando o acesso a smartphones. Nossa intenção com este lançamento é consolidar o sucesso da parceria com a Claro e promover melhor experiência para os consumidores da Claro nessa modalidade de serviço”, Vladimir Freneda, diretor Comercial da Assurant.

“A Claro está sempre em busca da satisfação do cliente. Sabemos o quanto é importante se manter conectado através do celular e, por isso, disponibilizaremos mais este serviço, junto à Assurant. O usuário ainda poderá ficar conectado ao 4G da Claro, considerado o mais rápido do país, e aproveitar, por exemplo, o benefício das ligações ilimitadas para qualquer operadora em qualquer lugar do Brasil. Além disso, a operadora também já está disponibilizando a tecnologia 4.5G – com velocidades médias de navegação chegam a ser até 10 vezes maiores do que o 4G convencional –, que chega ainda este ano para mais 10 cidades brasileiras”, explica Leandro Bueno, diretor de Canais e Vendas da Claro.

Além do Claro Troca, a Claro oferece desde 2014, em parceria com a Assurant, o Claro Up, programa exclusivo que auxilia aos clientes trocarem seu smartphone todos os anos. Além do benefício da TROCA o programa possui proteção contra roubo, furto qualificado, quebra acidental e oxidação. Ainda é possível o parcelamento em 24 vezes, sendo as 12 primeiras no cartão e as 12 restantes na fatura.

Programa Jovem Seguro terá jantar beneficente para arrecadar recursos

Release

Capacitar os jovens para o mercado de trabalho é um processo essencial para melhorar o futuro. Com esse objetivo, o Instituto Aon, entidade sem fins lucrativos da Aon, criou em 2014 o programa Jovem Seguro, que desperta o espírito empreendedor e posturas comportamentais dos jovens com o mercado corporativo. Desde sua concepção, o projeto já formou 150 jovens, inserindo 90 no mercado de trabalho.

Em 2017, serão capacitados 63 jovens sendo 30 em São Paulo, 15 no Rio de Janeiro, dez em Salvador e oito em Campinas. Já no ano passado, foram 55, com quatro turmas, sendo duas em São Paulo, uma turma no Rio de Janeiro e uma em Salvador.

O curso preparatório é realizado no contraturno escolar e tem duração de 300 horas, abordando temas gerais, como matemática e português, quesitos comportamentais e também é realizado um módulo de formação básica na área de seguros. Das turmas do primeiro semestre de 2017, 20% dos jovens já ocupam vagas na Aon, como menor aprendiz.

“É um orgulho imenso para nós proporcionar esse tipo de ação. A Aon é uma empresa que tem em seu DNA a preocupação social e fazer realmente a diferença na vida desses jovens é o mais importante”, afirma Renata Mendonça, Diretora Geral do Instituto Aon.

Para tornar esse projeto ainda mais forte, no próximo dia 13 de novembro, a Aon e o Instituto Aon promovem a quinta edição da Noite do Bem, um jantar beneficente com o objetivo de arrecadar fundos direcionados inteiramente para o Programa Jovem Seguro. O evento acontecerá no Buffet Villa Vérico, em São Paulo. Na edição anterior, a Noite do Bem arrecadou cerca de R$ 200 mil em diversar doações.

Este ano, a Noite do Bem traz a arte como tema. Dentro desse conceito, serão expostas imagens de sete fotógrafos, Paulo Guimarães, Júlio Rua, Raphael Macek, Marcio Gallinaro, Beatriz Castelo Branco, Pedro Pavanato e Renato Micheletti. As fotos, em preto e branco, serão coloridas pelas crianças do Coral da Instituição Benção de Paz, que conta com apoio do Instituto Aon. Os quadros finalizados serão leiloados e a renda revertida para o programa Jovem Seguro.

“É um projeto muito bonito, onde as crianças adicionam aos trabalhos de grandes artistas as suas próprias cores, compartilhando seus sentimentos e suas visões do mundo”, diz a executiva da Aon

Ao todo serão 13 imagens colocadas à disposição, com temas sobre paisagens, animais e objetos. “A Noite do Bem é um evento que apoia um projeto de educação, o Jovem Seguro. Nosso propósito é unir a educação, arte e cultura. Desta forma, promover temas que são bases fundamentais na construção de um ser humano”, comenta. “Os quadros que as crianças irão pintar e a música, são a união perfeita com o nosso projeto educacional”, acredita Renata.

A Noite do Bem é viabilizada 100% com doações de parceiros que apoiam o Instituto Aon e que possuem sinergia com o tema de desenvolvimento das novas gerações. Este ano, o evento conta com o apoio das empresas Amil, Argo, BTG, Careplus, Generali, HDI, Liberty, Mapfre, Mitsui, QBE, Sompo, SulAmerica, Sura, Tokio, XL e Zurich

CCS-SP recebe Fenacor e Sincor-SP para debater plataforma digital Zim

Só tenho duas perguntas: quais seguradoras vão aderir? Já perguntei para várias, que disseram não ser uma estratégica aderir a Zim neste momento. Se elas não aderirem, como fica a funcionalidade da plataforma?

Segue release do encontro que poderá responder a essas questões:

Na próxima terça-feira, 7 de novembro, o Clube dos Corretores de Seguros de São Paulo (CCS-SP) receberá em seu tradicional almoço mensal os dirigentes da Fenacor e do Sincor-SP. O tema em pauta será a plataforma digital Zim, que foi lançada pela Fenacor neste mês, durante o seu congresso, em Goiânia (GO), para oferecer aos corretores de seguros uma opção de aplicativo de gestão do negócio junto aos clientes.

De acordo com o mentor do CCS-SP, Adevaldo Calegari, a reunião das entidades representativas da categoria tem como objetivo debater e esclarecer as funções e as oportunidades da nova ferramenta. “Desde o seu lançamento, o Zim tem provocado opiniões divergentes entre os corretores. Por isso, o encontro promovido pelo Clube dos Corretores será uma ótima oportunidade para uma conversa transparente com a categoria sobre o tema”, diz.

Programe-se:

Almoço do CCS-SP com a Fenacor e o Sincor-SP

Tema: As funções e oportunidades da plataforma digital Zim

Data e horário: 7 de novembro, às 12h

Local: Circolo Italiano, na Av. Ipiranga, nº 344, 1º andar, Centro, S. Paulo (SP)

Inscrições: pelo e-mail: atendimento@ccssp.org.br ou telefone (11) 3104 0416, com Katia Freitas

Investimento: gratuito para associados. Convidados: R$ 180,00.

Liberty Seguros recebe Prêmio Reclame Aqui da Revista Época

Release

Na noite desta segunda-feira, 30, a Liberty Seguros foi ganhadora pelo segundo ano consecutivo na categoria de seguros do prêmio Época / Reclame Aqui, ranking que homenageia as empresas com a melhor reputação em atendimentos a serviços do Brasil, realizado anualmente pela Revista Época.

Das 200 mil empresas cadastradas no site do Reclame Aqui, 350 foram selecionadas para participar do prêmio – resultado das interações que tiveram com cerca de 15 milhões de consumidores por mês. As empresas indicadas foram divididas em 93 categorias de consumo, como turismo, finanças, eletrônicos, seguros, bebidas, higiene, PET, bebês etc. Este ano, foram computados 5,2 milhões de votos em 40 dias de votação, um recorde entre todas as edições. A Liberty foi eleita a melhor seguradora com 22,925 pontos do total de 57,430 pontos em sua categoria.

“Estamos muito felizes com mais essa vitória da Liberty Seguros, pois nos dedicamos todos os dias para oferecer um atendimento de excelência aos nossos clientes” diz Dennis Milan, diretor de operações e sinistros da Liberty Seguros. “Receber este prêmio pelo segundo ano consecutivo é um indicativo de que estamos no caminho certo para proporcionar a melhor experiência possível para nossos segurados. Agradecemos a dedicação de todos funcionários da Liberty Seguros e a confiança e qualidade de nossos corretores e parceiros de negócio”, completa.

A seguradora tem como parte de sua cultura organizacional o atendimento ao cliente, que está enraizada em toda a organização. Todas as áreas são responsáveis por oferecer uma experiência excepcional para os clientes e corretores. As áreas de produtos contam com equipes de qualidade, já o marketing tem a função de realizar iniciativas para encantar e fidelizar clientes e corretores, e a área de operações e sinistros é responsável pelos serviços e pelo contato direto e diário com os clientes e terceiros. As áreas de backoffice como Financeira, RH, e TI, entre outras, suportam todas as estratégias com foco nos clientes e por fim, as filiais comerciais, que também são responsáveis pelo relacionamento e atendimento dos parceiros de negócios da Liberty: os corretores.

Para mais informações sobre as outras empresas vencedoras, acesse: https://premio.reclameaqui.com.br/indicadas.

Porto Seguro lucra R$ R$ 839 milhões até setembro

A Porto Seguro registrou avanço de 3%, para R$ 4,3 bilhões, nas vendas do terceiro trimestre e de 2% no acumulado do ano, para R$ 12,5 bilhões. No seguro de automóvel, o crescimento de prêmios consolidado de 3% no 3T17, para R$ 2,4 bilhões, favorecido pelos reajustes de preços, enquanto o número de veículos segurados foi reduzido em 5%, impactado pela maior competitividade e menor demanda, totalizando 5.317 bens. No acumulado de janeiro a setembro, as vendas de seguro de carro totalizaram R$ 7 bilhões, alta de 1,4%.

O lucro líquido atingiu R$ 385 milhões no 3T17, correspondendo a um aumento de 88% em relação ao mesmo período do ano anterior e o ROAE alcançou 23,5%. No 9M17, o lucro líquido atingiu R$ 839 milhões, com um aumento de 35% e o ROAE atingiu 17,2%.

No trimestre o resultado foi favorecido pela venda da participação do IRB Brasil Re no valor líquido de R$ 126 milhões. Desconsiderando esse efeito e igualando a base tributária dos períodos (houve benefício fiscal no 2T17 devido a mudança no cronograma de crédito de JCP1), o lucro trimestral seria 27% maior e o lucro acumulado aumentaria em 5% (2017 x 2016).

Segundo o grupo, o mercado já mostra sinais de recuperação, com um aumento nas vendas dos veículos novos em 8% (fonte: Anfavea – acumulado até setembro vs. 2016). Nos outros seguros, os prêmios dos produtos de Saúde, Odontológico, Vida e Transporte apresentaram crescimento de mais de 10% no trimestre.

O índice combinado de seguros reduziu 1,5 p.p. no 3T17, atingindo 96,4%, devido ao decréscimo da sinistralidade em 1,7 p.p., principalmente no seguro de auto das marcas Azul e Itaú, em decorrência dos reajustes de preços realizados. Também, no segmento patrimonial, a sinistralidade foi menor, beneficiada pela baixa incidência de eventos climáticos. Por último, o índice consolidado de despesas administrativas e outras despesas/receitas operacionais permaneceu estável no trimestre.

As receitas das empresas Financeiras e de Serviços subiram 10% no terceiro trimestre, intensificadas essencialmente pela expansão dos negócios de Cartão de Crédito, Financiamento e Telefonia Móvel. O indicador de inadimplência das operações de crédito (> 90 dias) encerrou o trimestre em 4,9%, permanecendo 1,9 p.p. melhor em relação média de mercado.

O resultado financeiro sem considerar a venda das ações do IRB apresentou uma leve redução de 4% no trimestre (vs 3T2016), em consequência da queda do CDI médio em 35%. Contudo, as aplicações financeiras superaram o benchmarking, basicamente devido ao desempenho dos ativos de renda variável e posições atreladas a juros. A rentabilidade trimestral da carteira (ex. previdência) foi de 3,0% (134% do CDI) e de 8,8% (109% do CDI) nos nove primeiros meses do ano.

Chubb lança seguro para riscos cibernéticos

antonio trindade, Chubb
Trindade: serviço descreve em detalhes o atendimento aos sinistros

Release

A Chubb está lançando no Brasil o seguro para riscos cibernéticos. O produto oferece soluções diferenciadas e foi concebido com base na experiência pioneira que a companhia desenvolveu no setor ao longo de 15 anos em diversos países no mundo. Uma das principais novidades é o serviço de pronta resposta em caso de ataque virtual, prestado por uma equipe especializada parceira da companhia. “A rapidez de reação nessas situações, que normalmente acontecem de forma abrupta, é vital para uma gestão adequada dos eventos subsequentes”, afirma Antonio Trindade, Presidente da Chubb Brasil.

De acordo com o executivo, o atendimento ao segurado em caso de ataque cibernético concede apoio imediato em múltiplas tarefas, sobretudo na restauração das páginas web e de estruturas de comunicação. “Dessa forma, o seguro garante que as organizações afetadas retornem o mais rápido possível às atividades normais, minimizando perdas financeiras e de mercado”, observa Trindade. Segundo ele, os ataques podem partir de ações mal-intencionadas como malware, hacking, acesso não autorizado a instrumentos digitais e qualquer outro tipo de ação virtual criminosa que possa inibir o acesso às páginas da web.

Conforme Antonio Trindade, a apólice de riscos cibernéticos da Chubb também garante ao segurado a reparação de prejuízos que não puderam ser evitados no ataque, tais como tarefas de recuperação de arquivos e perdas digitais. O seguro ainda cobre perdas pela interrupção de negócios e uma infinidade de impactos a terceiros por conta do ataque, incluindo custos de defesa em caso de responsabilização. “Essa nova proteção é voltada para organizações de qualquer porte, pois as soluções podem ser customizadas em termos de coberturas e valores”, finaliza o Presidente da Chubb Brasil.

A área de Riscos Cibernéticos da Chubb está sendo liderada por Rafael Domingues, Diretor de Financial Lines da companhia. “O novo setor, que opera de modo especializado, se encontra à disposição de corretores e clientes que desejam tirar qualquer tipo de dúvida em seguros contra ataques cibernéticos”, afirma o executivo. Segundo ele, as consultas podem ser dirigidas por e-mail para comunicacaochubb@chubb.com

Lucro da SulAmérica cresce 2,1% e chega a R$ 151,4 milhões no terceiro trimestre

Release

A SulAmérica encerrou o terceiro trimestre de 2017 com alta de 7,6% nas receitas operacionais em relação ao mesmo período do ano passado, totalizando R$ 4,8 bilhões. O lucro líquido no período também apresentou aumento, atingindo a marca de R$ 151,4 milhões, crescimento de 2,1% em comparação ao mesmo trimestre de 2016.

“Em outubro, celebramos 10 anos de abertura de capital da SulAmérica na bolsa de valores de São Paulo. Desde então, e este trimestre não é exceção, seguimos mantendo um importante ritmo de crescimento sustentável, sem perder o foco na rentabilidade”, afirma o presidente da SulAmérica, Gabriel Portella. “O desempenho da companhia mostra que estamos preparados para capturar oportunidades em diversas linhas de negócios. Permanecemos otimistas com a melhora nos indicadores do cenário macroeconômico, como a redução da taxa de desemprego e o aumento da venda de veículos novos e da produção industrial, que têm relação direta com as nossas operações.”

A base de membros do segmento de planos de saúde e odontológicos continua apresentando crescimento, com bons níveis de retenção e vendas novas. Em relação ao terceiro trimestre de 2016, a alta do número de segurados foi de 3,4%, ultrapassando 3 milhões de beneficiários, e o aumento das receitas operacionais foi de 13,1%, totalizando R$3,6 bilhões. As ações da companhia em gestão de saúde e promoção de bem-estar também têm colaborado para uma sinistralidade controlada no período.

No segmento de seguro de automóveis, houve uma consolidação da recuperação do desempenho da carteira no terceiro trimestre de 2017, impulsionada pela redução de 4,5 pontos percentuais na sinistralidade da carteira, que chegou a 62,9% no período, apesar da elevada frequência de roubo e furto em várias regiões do País. O segmento de ramos elementares também mantém a tendência de melhoria de desempenho, com uma margem bruta de R$ 13,6 milhões no trimestre, alta de 9,9% em relação ao mesmo período do ano anterior. Considerando somente a carteira de seguros massificados (residencial, empresarial e condomínio), a sinistralidade apresentou forte melhora, de 8,3 p.p., no mesmo período comparativo.

Nas demais linhas de negócios, destaque para o desempenho do segmento de vida e previdência, que apresentou mais de 20% de crescimento de receita. As reservas de previdência privada cresceram 4,9%, atingindo R$ 6,1 bilhões, resultado, principalmente, da rentabilidade dos saldos dos fundos de previdência. Já as receitas operacionais de vida e acidentes pessoais alcançaram R$ 115,7 milhões no trimestre, aumento de 13,4% em relação ao mesmo período de 2016.

Na capitalização, as reservas aumentaram 2,5% na comparação com o terceiro trimestre do ano anterior, atingindo R$ 624,1 milhões. Um importante lançamento foi o CapOnline, uma nova plataforma de negócios do SulAmérica Garantia de Aluguel, nosso principal produto nesse segmento. Já a SulAmérica Investimentos também apresentou boa performance, e atingiu o volume recorde de R$ 37 bilhões em ativos sob gestão, crescimento de 14,6% em relação ao mesmo período anterior.

Paulo Henrique Gonçalves é o novo diretor executivo de TI da Allianz Worldwide Partners Brasil

Release

O novo diretor de TI da Allianz Worldwide Partners Brasil – líder em assistência 24h nos segmentos Automotivo, Viagem, Residencial, Saúde e Vida – foi apresentado este mês. Graduado em Processamento de Dados pela Universidade de São Paulo (USP), especializações em Marketing pela Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM) e Educação Executiva – Desenvolvimento de Competências de Liderança pela IESE Business School de Barcelona, Paulo Henrique possui mais de 28 anos de experiência na área de telecomunicações, indústrias automobilísticas e empresas de consultoria, liderando equipes de tecnologia, implantando projetos locais e globais e no desenvolvimento de sistemas.

O novo executivo, antes de chegar à Allianz Worldwide Partners Brasil, atuou nas empresas Telefônica Vivo, Qualicorp, Accenture e Mercedes Benz. Paulo Henrique vai liderar o desenvolvimento das áreas de tecnologia da informação e dará continuidade ao trabalho que vinha sendo desenvolvido fundamentado em uma cultura de excelência e avanços tecnológicos. Junto à equipe, será responsável pelo planejamento, organização e gerenciamento de toda a área de TI da empresa, atuando na elaboração de projetos, implantação, gestão de processos, desenvolvimento e integração de sistemas e novas tecnologias para a companhia e seus clientes.

Paulo Henrique substitui Luca Gallo, que assumirá o cargo de Diretor Regional de Tecnologia da Informação da Região Américas com coordenação regional, alocado na unidade de negócios da Allianz Worldwide Partners (AWP) USA. Será responsável pelas operações e coordenação da Região Américas.