thinkseg é o novo patrocinador máster do basquete do Flamengo

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O marketplace mobile de seguros thinkseg estreia sua marca na frente da camisa do time de basquete do Flamengo, como patrocinador máster, nesta terça-feira (14/10), durante jogo contra Paulistano, no Club Athletico Paulistano, em São Paulo. A apresentação ocorre durante o primeiro jogo da temporada do Novo Basquete Brasil (NBB), com jogos previstos até a metade de 2018. A estreia da thinkseg na camisa de basquete do time carioca rubro-negro é mais uma das iniciativas da thinkseg para nacionalização da marca e inserção dela junto às comunidades esportivas.

“A presença da marca thinkseg na camisa do time de basquete do Flamengo é mais uma etapa do planejamento da empresa em investir na comunidade esportiva. Queremos levar ao público da thinkseg nosso apoio ao esporte, ao bem-estar e às atividades físicas. Isso tem uma explicação. O estilo de vida saudável, quando aliado à inovação tecnológica da thinkseg, vai permitir propostas de seguros personalizadas no nosso modelo de negócios”, explica o CEO da thinkseg, Andre Gregori.

“A vinda de um novo patrocinador nos permitirá reforçar a equipe e retomar o rumo das conquistas e vitórias. Ficamos felizes que esse patrocinador seja a thinkseg, uma empresa séria, que já está presente nos esportes e que sabe o quanto esse tipo de apoio é importante para o clube e vantajoso para sua marca”, afirma o vice-presidente de Marketing do Flamengo, Daniel Orlean.

O plano de investimentos da marca thinkseg na área de esportes foi iniciado em abril de 2017, quando o marketplace mobile de seguros iniciou sua primeira ação como um dos patrocinadores do Fluminense durante a final do Campeonato Carioca (FlaFlu). Em seguida, foi a vez do patrocínio do Santos Futebol Clube e, depois, a marca firmou contrato com o Fluminense Futebol Clube por 1 ano. Em um primeiro momento, o público vai ver o nome thinkseg na camisa dos jogadores de basquete por no mínimo 28 jogos, até março de 2018, enquanto o time participa da fase classificatória.

Parcerias com outros times, de diferentes esportes, estão em andamento pela thinkseg para 2018 e anos seguintes. A agência de marketing esportivo Go Sports, que tem como objetivo ajudar as empresas a ativar suas marcas junto às comunidades esportivas, cuida desses projetos atualmente para a thinkseg, sendo responsável pelo planejamento esportivo do marketplace.

A Go Sports Marketing e Assessoria Esportiva negociou um contrato de quatro anos de parceria com o Flamengo, sendo que, no patrocínio máster do basquete, a empresa ativará marcas pelo prazo de dois anos, além de outras propriedades e produtos do clube que serão anunciadas posteriormente.

Pelo contrato fechado, o nome thinkseg ainda será visualizado pelos milhões de seguidores das mídias sociais do Clube de Regatas do Flamengo no Facebook, Twitter, Instagram e YouTube. Segundo dados do Flamengo, nas redes sociais, o clube tem 19,3 milhões de seguidores. É líder no Brasil em redes sociais. “Nos últimos cinco anos, conquistas nacionais e internacionais mostraram a força do esporte e arregimentaram uma legião de fãs que apoiam o Flamengo em diversas frentes”, afirma Daniel Orlean.

A escolha da thinkseg pela camisa rubro-negra carioca de basquete se justifica pelo histórico de conquistas do time, explica Andre Gregori. Em 2016, o time de basquete do Flamengo conquistou o pentacampeonato do Novo Basquete Brasil (NBB). Também foi campeão invicto pela Liga das Américas, obtendo o direito de disputar o Campeonato Mundial da Federação Internacional de Basquete (FIBA), torneio em que o Flamengo também acabou sagrando-se campeão. No Rio de Janeiro, o basquete rubro-negro é 12 vezes campeão estadual consecutivo.

É importante ressaltar os nomes grandiosos do time de basquete do Flamengo ao longo dos últimos anos. Vários jogadores de destaque passaram pelo clube e, depois, seguiram para NBA (National Basketball Association), que é principal liga de basquetebol profissional da América do Norte. Entre eles, está Nicolás Laprovittola e Cristiano Felício. Já Leandrinho Barbosa veio da NBA para o basquete do Flamengo. No momento, um dos ídolos é Marcelinho Machado, capitão do time, que deve se aposentar após o final da temporada.

Bradesco Seguros lança Portal de Negócios voltado para corretores, assessorias e produtores

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Buscando levar aos seus parceiros uma experiência cada vez mais prática e produtiva, o Grupo Bradesco Seguros lança o Portal de Negócios (www.bradescoseguros.com.br/portaldenegocios), uma versão mais moderna do atual site. Atualmente, os canais on-line do Grupo Segurador recebem mensalmente mais de 1,5 milhão de acessos, de mais de 40 mil usuários cadastrados.

Com novas páginas e layout mais arrojado, o Portal conta com ícones específicos que ajudam a diferenciar as funcionalidades de cada negócio oferecido pelo Grupo Bradesco Seguros. Criado com base em pesquisa realizada com os corretores, o Portal de Negócios é ainda mais moderno e dinâmico, e segue a atuação multirramo do Grupo Bradesco Seguros, especializado em oferecer soluções completas em seguros em um só lugar.

“Com base na pesquisa, implementamos mudanças para tornar a operação dos corretores mais ágil e agradável. O Portal de Negócios é mais uma entrega do Grupo Bradesco Seguros para melhorar o dia a dia desses parceiros comerciais tão importantes para o nosso negócio. Essa mudança está alinhada à visão multirramo adotada pelos corretores, que cada vez mais se especializam para oferecer todas as soluções em seguros, em sintonia com o posicionamento de disponibilizar várias soluções em um único local”, explica Marco Antonio Gonçalves, Diretor-Geral da Organização de Vendas.

Outro destaque do Portal, que irá facilitar a navegação no novo ambiente, é a divisão do menu principal, que, agora, passa a ser organizado por serviços: Produtos, Cotação, Sinistros, Apoio à Venda, Oportunidades, Campanhas e Demais Serviços.

Agora, os usuários poderão se logar em um mesmo ambiente, por meio do endereço www.bradescoseguros.com.br/portaldenegocios ou pelo acesso direto ao portal do Grupo Bradesco Seguros. O Portal de Negócios identificará os dados de cadastro de corretores, assessorias ou produtores e direcionará o usuário para o ambiente personalizado correspondente.

O layout do Portal de Negócios facilita a navegação do usuário que, de forma intuitiva, encontrará todas as informações necessárias para o seu trabalho. O ambiente do Portal se assemelha ao portal do Grupo Bradesco Seguros, criando uma unidade em termos de linguagem e identificação. Para usufruir de todas as facilidades que o Portal de Negócios oferece, é importante que os usuários mantenham seus dados sempre atualizados.

Rádio CNseg: Modernização trabalhista é o tema de Marcio Coriolano no ´Fala Presidente`

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A modernização trabalhista, que entrou em vigor no último sábado, é o assunto do programa “Fala Presidente” desta segunda-feira (13). O presidente da CNseg (Confederação Nacional das Empresas de Seguros Gerais, Previdência Privada e Vida, Saúde Suplementar e Capitalização), Marcio Serôa de Araujo Coriolano, destaca os principais pontos da reforma, como a prevalência do negociado sobre o legislado, a regulamentação do trabalho intermitente e o fim do imposto sindical. “É um grande avanço. Mesmo aqueles que podem ser contrários por razões corporativas não esquecem que a legislação tem mais de 70 anos, quando o Estado tinha um poder enorme, absurdo, preponderante e que não cabe mais na atualidade”, afirma Coriolano.

Também nesta segunda, o consultor da FenaCap Álvaro Modernell aborda no “Minuto da Capitalização” o que as pessoas devem priorizar ao receber o 13º salário e como devem se preparar para os gastos típicos do fim de ano, como as compras natalinas. “Um bom número da população está endividado. Não há dúvida de que a melhor destinação para a primeira parte do 13º e, se for necessário, também a próxima é amortizar dívidas para terminar o ano com as contas em dia e o orçamento organizado”, afirma.

Já nesta terça (14), na “Entrevista Especial”, a presidente da seção brasileira da Associação Internacional de Direito de Seguro (AIDA), Ana Rita Petrarolli, fala sobre as relações entre seguradoras e consumidores no Brasil. “Acredito que esteja havendo um amadurecimento desse relacionamento, porque o consumidor tem agora uma preocupação extrema em manter aquilo que conquistou. É através do seguro que ele consegue proteger seu patrimônio, sua sobrevida, sua família. Então vê no seguro um aliado”, diz.

Também amanhã, o quadro “Qual é a Dúvida?” esclarece quais são e como funcionam os diversos tipos de cobertura no Seguro de Automóvel. No mesmo dia, vai ao ar “O Seguro na sua Região”. Na quarta-feira (15), é a vez dos programas “Conheça os Seguros Gerais” e “Inovação e Sustentabilidade”.

Já na quinta-feira (16), o “Momento Jurídico” faz um balanço do I Congresso Internacional CBMA de Mediação, promovido pelo Centro Brasileiro de Mediação e Arbitragem. Ainda na quinta, entram o “Por Dentro da Saúde Suplementar” e o “Seguro Internacional”. Fechando a semana, na sexta-feira (17), vão ao ar os quadros “Dicas do Consultor” e “Entenda os Seguros de Pessoas”.

Diariamente, a Rádio CNseg traz ainda boletins de serviço, notícias do setor, da economia e da política do país, além da programação musical. A grade completa está disponível em http://radio.cnseg.org.br.

eBook: Conexão e Inovação em Seguros foi feito para você

Aqui está o seu eBook. Clique

Este livro é fruto de uma aliança da Travelers Seguros com a prestigiada jornalista Denise Bueno.

Ela analisou tendências e ouviu depoimentos de Empresários e Corretores de Seguros que trabalham com produtos e públicos diversos – e se surpreendeu com novas práticas de corretagem criativas, muitas vezes simples.

Fique à vontade para mandar Conexão e Inovação em Seguros para os seus colegas. Queremos ajudar o setor de maneira ativa, ouvindo e dividindo ideias atuais.

Abraços,

Cintia Klein
Marketing – Travelers Seguros
marketingbr@travelers.com

Dois anos sem Marco Antonio Rossi

Um clima de nostalgia marca a missa de dois anos da morte de Marco Antonio Rossi, que poderia ter em seu sobrenome mais dois: Bradesco e Seguros.

Rossi. Um nome pequeno e simples para representar um ser humano gigantesco. Hoje faz dois anos que todos o perderam. Família, amigos, simpatizantes e todo o mercado segurador. Este último ainda se recupera da perda do maior líder que o setor teve nesses 20 e poucos anos que acompanho a rotina “off” e “on” desta indústria que se aproxima da casa do trilhão de reais em reservas. Um número que ele se empenhava para conquistar no ano de sua trágica morte ao lado do amigo Lucio Flavio Conduru, que presidia a Bradesco Vida e Previdência, e dois tripulantes da aeronave, Ivan e Francisco, no meio do caminho entre Brasília e São Paulo.

Todos gostavam dele. Sabia ouvir e agir para solucionar problemas. Esse era seu grande mérito. Sempre que o via falar e negociar pensava: esse cara veio com um chip diferenciado entre todos os CEOs que acompanho. Não que desdenhasse o poder e o dinheiro, dois atributos de quem vive a rotina dos mercados financeiros. Apenas sabia que isso é uma consequência da boa gestão e de ter equipes motivadas.

Nunca ouvi um comentário sequer de qualquer pessoa que o desmerecesse. Não julgava, não fazia “panelinhas” e tinha a convicção de que o brasileiro e o Brasil estavam prestes a conquistar seu lugar no mundo guiados pelo propósito do trabalho e do lema “a união faz a força”. Sem saber, ele já praticava há anos o que está em moda hoje: a diversidade. Nunca ouvi ele fazer qualquer comentário que desmerecesse raças, opção sexual, gêneros ou credos.

Tinha a verdade no olhar. Passava confiança e por isso conseguia atrair todos em um único objetivo. Funcionários, corretores, seguradores, prestadores de serviços. Muitos contam como Rossi sabia negociar e envolver todos numa solução de conflito rapidamente. Tanto que negócios importantes, como a sucessão na presidência do Bradesco e a joint venture com a Swiss Re demoraram quase um ano e meio para serem retomadas. Fora outros negócios, como investimentos em tecnologia, algo que o fazia vibrar. Até mesmo o trilhão em reservas do mercado segurador ficou para 2018.

Era o candidato mais certo para suceder Luiz Carlos Trabuco na presidência de um dos maiores bancos privados do Brasil. Depois de Rossi, foi difícil escolher um executivo para liderar a Bradesco Seguros. Randal Zanetti assumiu provisoriamente. Somente depois de mais de um ano foi escolhido o definitivo.

Rossi preparava Cadu para presidir a Bradesco Seguros, como é conhecido Carlos Eduardo Sarkovas. “Cola nele pois ele é o menino da Cidade de Deus”, dizia Rossi com frequência ao se referir ao jovem que há 16 anos constrói sua carreira em seguros. Recentemente Cadu deixou o grupo Bradesco para liderar a thinkseg, uma startup de venda de seguro pelo celular.

“Rossi inspirava a todos. Comecei a trabalhar com ele como estagiário. Origem humilde e sem grandes mestrados, ele era um líder nato. Amigo de todos. Super pai, super marido, super irmão, super amigo, super executivo. Tinha a verdade no olhar. Ele vivia o que falava. Isso fazia com que ele colocasse qualquer projeto em um elevado patamar”, comenta Cadu.

O caminho certamente será longo para o atual presidente da Bradesco Seguros, Octavio de Lazari, um executivo preparado e carismático. O problema é que as pessoas insistem em comparar todos a Rossi, o que torna a missão do sucessor quase impossível.

Na CNseg, entidade que presidia, Rossi foi substituído pelo Marcio Coriolano, que conquistou a todos com o jeito Bradesco de ser, onde as relações são nutridas como uma extensão da família, diferente do mundo corporativo no qual o dinheiro e poder falam mais alto.

Sua página no Facebook continua ativa com quase 4 mil amigos, que vez ou outra entram lá para dizer que ele foi um grande homem e expressar “saudades”. Enquanto todo o mercado temia as redes sociais, ele foi o primeiro a abrir um perfil e aceitar todos que solicitavam sua amizade. Mas gostava mesmo era de postar sobre o Corinthians, churrasco e as vitórias do Bradesco, banco que certamente iria presidir se estivesse vivo.

Aparentemente apenas duas coisas incomodavam Rossi: queria ter mais tempo para passar com a família, o que incluía as cachorras, e a balança. Ganhou uns quilos extras ao jogar menos futebol do que queria com os amigos.

A equipe que fez o resgate disse que nada restou. Apenas uma foto de Jesus Cristo foi encontrada na cratera formada na terra. Lenda ou não, esse fato se junta ao mistério de Deus ou dos homens, sobre o motivo de uma pessoa tão do bem e dedicada a mudar a vida dos brasileiros ter perdido a vida de forma tão abrupta no ápice da consciência de que a vida é curta para não ser um cara do bem.

Enfim, fica a saudade desse “cara”, que realmente tinha fé e a certeza de que Deus é brasileiro. Como lembrou bem o padre na missa, a frase de Santo Agostinho: você que ficou, siga em frente, pois a vida continua linda e bela como sempre foi.

Vamos fazer como Rossi: viver bem e fazer o bem.

Na hora de abraçar o mundo digital, quem o corretor de seguros vai escolher?

por Adriana Aguilar

A tecnologia no setor de seguros esta chacoalhando seguradoras e corretoras na disputa por clientes. Em 2017, as empresas de inovação tecnológica no setor de seguros, chamadas insuretechs, lançaram ferramentas com aplicativo (app) no celular para o consumidor cotar, fazer vistoria, contratar e pagar o seguro. Tudo online, por mobile ou site, até mesmo na hora de pedir socorro e indenização após imprevistos. Pelo menos, duas das ferramentas, apresentadas ao mercado neste ano, agregam uma área para o corretor gerenciar a própria carteira de clientes indicados. As duas estão na disputa por corretores que buscam, sim, facilidades no trabalho deles.

Para o sócio da LTSeg Corretora e Administradora de Seguros, Caio Timbó, de 31 anos, o setor necessita de automação de processos para facilitar o trabalho e o atendimento dentro do prazo aceito pelos cliente em meio online, como cotação imediata, pagamento e contratação. “O corretor que ficar distante das ferramentas modernas, presos a processos antigos, vai ter dificuldade de vender para os consumidores mais jovens”, afirma. Consumidores digitais querem acesso rápido, personalizado, com transparência e comprovantes imediatos em cada operação feita.

No entanto, tem de ficar claro que a digitalização e automação de processos não serve para todos os segmentos e ramos do setor de seguros. Timbó explica que, na LTSeg Corretora, as centenas de clientes do segmento jurídico (construtoras, fundos de investimentos, indústrias no setor de energia, óleo e gás, entre outras) demandam diferentes proteções. “Meus clientes gostam de ser tratados de modo personalizado. Têm necessidades diferentes. O mote da minha empresa é o trabalho consultivo”, afirma Timbó.

Essa é uma das vertentes da LTSeg Corretora. Outra vertente que a LTSeg já detectou foi a necessidade de uma proteção específica que poderia ser automatizada em uma ferramenta online. Foi o que ocorreu. A LTSeg desenvolveu uma plataforma voltada à oferta de seguro para esse nicho. “Ainda não posso divulgar detalhes da ferramenta online”, diz. Timbó apenas conta que a maior parte, 90% da plataforma, está concluída, na fase de integração com algumas seguradoras. A perspectiva é de lançamento dessa plataforma no início de 2018.

Proprietário da Amparo Seguros, o corretor Deivid Santos, de 35 anos, conta que tem procurado novas tecnologias para aproveitar todas as oportunidades que o mercado oferece. “A inovação tecnológica ajuda a desenvolver meu trabalho, seja de corretor, de vendedor, de captador de clientes”, afirma.

“A inovação tecnológica ajuda a desenvolver meu trabalho, seja de corretor, de vendedor, de captador de clientes”, afirma Deivid

Sem salário fixo, Santos diz que dá sim para atingir R$ 45 mil de vendas em um único dia, com a comissão de 10%, quando leva aos clientes produtos relacionados a um determinado produto. “Faço questão de me encontrar pessoalmente com clientes, olho no olho, para detalhar cada uma da tecnologias envolvidas no que ofereço: equipamento automotivo, seguro de carro, e serviço de gestão de frota e de carga. Quem não é visto, não é lembrado. De cada 10 clientes, pelo menos, um sela o negócio com aperto de mão”, explica.

Para começar, Santos tem contrato com a marca Snap On, com sede nos Estados Unidos. A Snap On produz equipamentos automotivos ultrassofisticados (scanner de diagnóstico em carros, alinhador 3D, entre outros). Atuando como influenciador da empresa norte-americana no Brasil, quando visita o cliente interessado nesse equipamento, Santos já oferece o serviço de gestão de frotas e de monitoramento de veículos e de cargas. Ele também é o influenciador da Sascar, do grupo Michelin, recebimento comissão pelos contratos fechados.

Santos conta ainda que baixou em seu celular o app de um marketplace de seguros independente, criado por uma insuretech, que promete remunerar corretores que captarem clientes. “A cada conversão feita e a cada seguro auto contratado, vou ganhar pontos para serem trocados por dinheiro. Esse tipo de negócio me interessa”, conta. “Quanto mais parcerias relacionados a automóveis, maior o retorno financeiro. Tudo o que apresento de tecnologia relacionada a carros, as pessoas se interessam. Elas querem facilitar a vida delas. Eu ofereço essas facilidades”, completa.

Cliente e investidora de um banco sem uma agência física, Maria Fernanda Martins, de 34 anos, é outra fissurada por tecnologia. Fernanda se hospeda em residências compartilhadas pelo Airbnb e usa o serviço do Transferwise para transferência de dinheiro entre países. “Tenho pesquisados novas tecnologias para facilitar meu trabalho no setor de seguros, mas ainda não encontrei uma ferramenta eficiente com custo acessível a pequenas corretoras”, afirma. Faço a gestão dos clientes e das seguradoras sozinha. No máximo, uso a planilha do excel”, diz.

Em julho passado, Fernanda iniciou seu próprio negócio, a MFmais Soluções em Seguros, depois de deixar uma grande empresa na qual atuava com seguros. O corretor tem o importante papel de traduzir aos clientes detalhes do produto que eles não conseguem entender. Essa necessidade não vai acabar, mesmo com toda tecnologia envolvida no processo”, diz.

O vice-presidente de Relações de Mercado da Federação Nacional dos Corretores de Seguros (Fenacor), Dorival Alves de Sousa, também presidente do Sindicato dos Corretores de Seguros do Distrito Federal (Sincor-DF), reconhece que o corretor jovem, na faixa de 20 a 30 anos, já domina a tecnologia no dia a dia do trabalho. Enquanto que, os profissionais mais experientes, com conhecimento amplo dos produtos, precisam se aperfeiçoar no uso da tecnologia para se adaptarem à nova realidade do mercado.

Diante do crescente número de insuretechs no País, a Superintendência de Seguros Privados (Susep) afirma acompanhar a modernização do setor. Sabemos que o corretor que ficar preso aos processos burocráticos antigos, vai ter dificuldade de vender para consumidores mais jovens, com certeza. Mas, todos os avanços nesse setor devem respeitar as normas do órgão regulador”, afirmou o diretor de informações da Susep, Hugo Mentzingen, durante evento de insurtechs, realizado em 18 de agosto.

Susep cria grupo de trabalho para discutir proteção veicular

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Conforme antecipado pelo titular da Superintendência de Seguros Privados (Susep), Joaquim Mendanha de Ataídes, na primeira quinzena de outubro, por meio da Portaria nº 7018, de 24 de outubro de 2017, publicada nesta sexta-feira, dia 10 de novembro, a autarquia comunica a criação de um grupo de trabalho para discutir o mercado marginal. O objetivo é analisar as atividades exercidas por associações, entidades e cooperativas que oferecem, de forma irregular, coberturas securitárias e produtos com características da operação de seguros.

O superintendente da Susep explica que a iniciativa busca colocar em discussão o mercado marginal como um todo, não apenas a chamada proteção veicular, para que sejam adotadas medidas em prol dos consumidores e do setor de seguros supervisionado pela autarquia. “Essas empresas não cumprem as regras e os critérios preestabelecidos pelo Conselho Nacional de Seguros Privados (CNSP) e a prática ilegal causa prejuízos à população porque não há proteção jurídica para o consumidor”, alerta.

Já o diretor de Supervisão de Conduta da Susep, Carlos de Paula, que será o responsável pela coordenação dos trabalhos do grupo, esclarece que a autarquia mantém uma força-tarefa constante no sentido de coibir a realização de operações de seguros por empresas sem autorização. “No campo da Diretoria de Supervisão de Conduta da Susep, hoje, há pelo menos 200 processos administrativos referentes à proteção veicular em apuração de indícios de irregularidades. Além disso, a diretoria está analisando outros 20 processos referentes a seguros de vida e acidentes pessoais”, destacou.

O grupo de trabalho será composto por representantes da própria Susep, por meio das suas coordenações-gerais de Monitoramento de Conduta e de Fiscalização de Conduta; da Secretaria de Política Econômica (SPE) do Ministério da Fazenda; da Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg), da Federação Nacional de Seguros Gerais (FenSeg); da Federação Nacional de Previdência Privada e Vida (FenaPrevi); da Federação Nacional dos Corretores de Seguros (Fenacor); da Escola Nacional de Seguros; e da Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB). O prazo para a conclusão dos trabalhos do grupo é de 90 dias a partir da data da publicação do normativo.

Sinistralidade na Saúde Suplementar

A equipe da Capitolio Consulting acaba de concluir o inédito Estudo sobre a Sinistralidade na Saúde Suplementar. As conclusões a que chegou o Estudo são alarmantes e a sinistralidade se tornou um dos fatores intensos, que podem minar o já cambaleante sistema de Saúde Suplementar no Brasil.

O estudo com histórico a partir de 2002, faz um comparativo dos últimos dois anos entre 820 empresas ativas do setor, classificando de forma consolidada, por porte e por modalidade.

Interessados devem se dirigir através do e-mail capitolio@capitolio.com.br

Reforma Trabalhista prevê utilização de Seguro Garantia Judicial para depósitos recursais

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Neste sábado, 11 de novembro, entra em vigor a reforma trabalhista (Lei nº 13.467, de 13 de julho de 2017), que modifica a CLT (Consolidação das Leis do Trabalho), trazendo novidades sobre a aceitação do Seguro Garantia Judicial em processos trabalhistas. O seguro passa a ser expressamente previsto nos artigos 882 e 899 da CLT, pacificando a aceitação da modalidade na esfera judicial.

“Desde 2007 o Seguro Garantia Judicial é utilizado na esfera trabalhista devido à aplicação de maneira subsidiária do Código de Processo Civil”, diz Daniela Durán, gerente de Produtos Financeiros da consultoria e corretora de seguros Aon. “A nova lei reafirma a validade e utilização do instrumento, sendo mais um marco legal na trajetória do seguro garantia judicial”, afirma.

A grande novidade da lei refere-se à possibilidade de utilização do seguro como garantia em depósitos recursais. Antes, ao entrar com um recurso depois de uma decisão desfavorável, as empresas precisavam fazer depósitos em dinheiro para garantir a admissibilidade do pedido perante os tribunais. Os custos desses depósitos são fixos, tabelados pelo próprio Tribunal Superior do Trabalho (TST).

Atualmente, os custos desses depósitos são tabelados pelo Tribunal Superior do Trabalho (TST), fixados em R$ 9.189 para a interposição de recurso ordinário, e em R$ 18.378 para recursos direcionados aos tribunais superiores. Em muitos casos, é necessário realizar múltiplos depósitos em uma única ação. “Se a empresa quiser entrar com recurso diante de uma decisão desfavorável, ela precisa fazer o depósito, que permanecerá vigente pelo tempo que perdurar a discussão judicial”, explica Daniela Durán.

“As empresas despendem milhões de reais para terem suas decisões judiciais revisadas pelos tribunais. Apesar do valor parecer pequeno, o impacto de sua somatória no médio e longo prazo pode ser devastador financeiramente.”, diz a executiva da Aon. Portanto, o Seguro Garantia Judicial vai simplificar, agilizar e principalmente desonerar os depósitos recursais que tem que ser oferecidos pelas empresas. Atualmente, as apólices são emitidas de forma eletrônica, em até 48 horas.

Dessa forma, a seguradora oferece ao tribunal a garantia de que o valor do depósito recursal será integralizado na condenação. “Se ela não cumprir a determinação judicial, a seguradora é acionada para efetuar o pagamento”, detalha Daniela.

Com as novas regras previstas na reforma trabalhista, a Aon estuda melhorias na oferta do Seguro Garantia Judicial em depósitos recursais para os seus clientes.

Sobre a Aon:

A Aon Plc (NYSE: AON) é uma empresa global líder de serviços profissionais, que oferece ampla gama de soluções em riscos, benefícios e saúde. Nossos 50 mil colegas em 120 países potencializam resultados para clientes utilizando dados e análises proprietários para fornecer perspectivas inovadoras, que reduzam a volatilidade e melhorem o desempenho.

No Brasil, temos mais de 2 mil colaboradores localizados em nove escritórios nas principais cidades do país.

Sinistros aeronáuticos reúnem seguradoras e resseguradores no Rio de Janeiro

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A JLT Resseguros recebeu, no dia 8 de novembro, no Rio de Janeiro, seguradoras, resseguradores, reguladores da indústria da aviação e um investigador de acidentes aéreos para compartilhar conhecimento e trocar experiência em relação a sinistros aeronáuticos.

Fernando Selestrino e Fernando Domingues, reguladores na McLarens Aviation Brasil, traçaram um panorama sobre o papel do regulador e apresentaram os aspectos e processos de um sinistro, desde pequenos incidentes, passando pelas ocorrências de grande porte, até os detalhes contemplados no relatório final que abrange todas as informações referentes ao sinistro.

A dupla elencou ainda os tipos de danos mais comuns na operação de aeroportos, como por exemplo, a ingestão de objetos, a colisão de pássaros e a saída de pista. As dificuldades criadas por questões políticas, barreiras culturais e influências locais que precisam ser enfrentadas durante a investigação de um acidente ou incidente também foram lembrados.

“Foi uma ótima oportunidade para transmitir o conhecimento do processo”, ressaltou Selestrino. Para ele, algumas situações no momento do sinistro podem ser evitadas com informação. “Em sete anos é a primeira vez que participo de um encontro promovido por uma corretora.”

Para o diretor da McLarens Aviation Brasil, Fernando Rodrigues, o mercado segurador deveria realizar mais seminários e workshops como forma de divulgar e atualizar os profissionais sobre todas as questões envolvidas em um sinistro.

Disseminação da informação foi como o Brigadeiro Carlos Alberto da Conceição, investigador master de acidentes aeronáuticos, pontuou toda a sua apresentação. Na avaliação do especialista, a prevenção de acidentes aéreos passa pelo conhecimento, atualização e treinamento constante de todos os que trabalham no setor aeronáutico. “Seriam poupadas mais vidas e as empresas otimizariam seus recursos financeiros”, afirma. De acordo com a National Business Aviation Association o prejuízo estimado com gasto por saída de pista é de US$ 900 bilhões. Com colisão de aves US$ 1, 4 bilhão.

Carlos Alberto, que também é gerente da McLarens Aviation Brasília, falou sobre as ferramentas de prevenção, a influência da cultura organizacional no risco das companhias aéreas, a importância da consciência situacional, o gerenciamento na manutenção, no handling e processos. O investigador ressalta que “é preciso elevar o estado de alerta para que a percepção do risco seja constante. É na queda da percepção que os incidentes e acidentes acontecem”.