Generali e Affinion selam parceria para ofertar solução de proteção digital para seguros massificados

Release

A Generali Brasil Seguros anuncia nova parceria com a unidade de Negócios de Customer Engagement Solutions da Affinion. A seguradora será a primeira no mercado brasileiro a fornecer gratuitamente aos seus clientes de seguros massificados a solução de monitoramento de dados digitais conhecida como ProtegeWeb.

O recurso é um modo de proteger os dados dos usuários na internet e conscientizar os consumidores a manterem-se preservados, minimizando o risco de fraudes e exposição indevida de suas informações pessoais.

“A Generali tem um grande orgulho de ser a primeira seguradora no Brasil a oferecer aos seus clientes, sem custo adicional, o monitoramento de dados digitais. Essa parceria com a Affinion só ratifica o nosso compromisso em prestar os melhores serviços para ser, a cada dia, mais essencial na vida de quem utiliza os nossos serviços. Sabemos que cada vez mais é necessário disponibilizar informações pessoais na internet e muitas vezes isso é feito de uma forma não segura, por isso, oferecer essa proteção digital é motivo de orgulho para nós”, afirma Claudia Papa, Head of Mass Channels Américas da Generali.

Após a compra de um dos seguros mencionados, o cliente deve ativar a conta através de um link, enviado por e-mail ou mensagem de texto, que leva ao site do ProtegeWeb. Em seguida, o consumidor deve incluir os dados que deseja controlar, como documentos, cartão de crédito, endereço, conta corrente,etc. A partir desse momento, o monitoramento é iniciado. Em caso de qualquer identificação de risco, um alerta do serviço é enviado com informações sobre o site onde seus dados foram encontrados e as possíveis implicações, permitindo ação imediata para prevenir que não sejam utilizados indevidamente. O suporte ao cliente estará disponível 24 horas por dia.

“Esta parceria é um marco para o setor de seguros no Brasil, especialmente ao se tratar de segurança online. A Generali acredita na importância de construir um relacionamento próximo com seus clientes, que estão cada dia mais digitais. Essa parceria mostra que a Generali quer ser parte integrante da “vida digital” de seus clientes”, acrescenta Cesar Medeiros, Country Head da unidade de Customer Engagement Solutions da Affinion no Brasil. “Dito isto, concluímos que existe um alto potencial de ampliar o engajamento com a Generali, gerando assim novas oportunidades de negócios com seus produtos e serviços”.

Wiz divulga resultados fortes, mas analistas estão atentos a negociação com a Caixa

A Wiz, corretora de seguros da Caixa, divulgou lucro líquido de R$ 51 milhões no terceiro trimestre deste ano, 38% acima do resultado obtido em mesmo período do ano anterior. Segundo o balanço, disponível no portal do grupo, o crescimento foi impulsionado por bons resultados da venda bancassurance, ou seja, por meio do canal bancário Caixa. Além disso, foi a primeira contribuição da Finanseg, recentemente adquirida, somando R$ 16 milhões na receita líquida no terceiro trimestre.

“Apesar dos bons resultados, as incertezas quanto às renegociações de contratos com a Caixa Econômica Federal (CEF) ainda permanecem em vigor e devem pesar sobre o nome no curto prazo”, comentam os analistas da BBI Investimentos, em relatório divulgado para clientes, mas que o blog Sonho Seguro teve acesso. Além disso, notícias recentes sobre as restrições de capital da Caixa anunciadas na mídia na semana passada, poderiam aumentar a incerteza sobre o crescimento futuro das operações bancárias e de seguros. “No entanto, mantemos a nossa classificação Outperform, pois acreditamos que a avaliação atual já incorpora a maior parte disso”, afirmam os analistas.

No relatório divulgado em outubro os analistas citam a ZIM, plataforma lançada em parceria com a Federação dos Corretores (Fenacor). Nele, os analistas do BBI avaliaram o lançamento da ZIM como sendo um movimento estratégico interessante. “Pode ser uma nova fonte de crescimento no futuro, mas ganhar escala será um grande desafio. Os lucros provavelmente não serão significativos no curto prazo, podendo aparecer somente em 18 a 24 meses”, afirma o relatório.

O relatório avalia que ao trazer inclusão digital para um mercado fragmentado, a ZIM tem como objetivo promover e incorporar a inclusão digital para pequenas empresas de corretagem. Seu alvo potencial são 109 mil corretores, “que são altamente fragmentados, não capitalizados e sem tecnologia adequada”, informa o relatório do BBI. A ZIM pretende aumentar o uso de tecnologia, redes sociais e grandes dados para melhorar o alcance desses corretores e sua qualidade de serviço. Além disso, um dos seus objetivos é reduzir a ineficiência do segmento, uma vez que atualmente 65% do tempo dos corretores são alocados para atividades, processos e trabalhos de papelaria, acrescentam os analistas.

Atrair o tráfego para a plataforma será um desafio, segundo o estudo. O principal desafio para garantir o sucesso do produto é estabelecer uma escala para a plataforma através de downloads de aplicativos. Nesse sentido, segue o analista, a ZIM deve demonstrar sua proposição de valor a diferentes jogadores neste meio ambiente: os corretores que estão mostrando alguma resistência para se juntar à plataforma – devido a preocupações com a perda de seus clientes para Wiz ou Caixa; os clientes de corretores; e as empresas de seguros que podem ver a ZIM como concorrente de seus próprios canais digitais.

“Vemos o lançamento da ZIM como positivo, pois poderia trazer uma fonte adicional de crescimento no futuro. Além disso, reforça a recente estratégia da Wiz de se posicionar como um provedor de serviços de seguros tecnológicos em vez de um corretor de seguros regular. No entanto, a empresa observou que a plataforma provavelmente não gerará lucros significativos antes de 18 a 24 meses. Além disso, acreditamos que a atenção dos investidores continuará focada nas renegociações dos contratos da Caixa Seguros, para continuar com a preferência no canal bancário do banco estatal.

Nesta semana o Clube dos Corretores de Seguros de São Paulo e também do Rio de Janeiro promoveram debates sobre a Zim com o objetivo de esclarecer questões polêmicas entre os profissionais da categoria, entre elas a participação da Youse entre os acionistas da Wiz. “A Caixa Seguradora, dona da Youse, não tem vínculo societário com a Wiz, é apenas um investidor: possui 25% de suas ações, o que não permite que haja nenhuma interferência em sua gestão, muito menos troca de dados entre as duas”, afirmou Everton Peixoto, da Wiz.

O presidente da Fenacor, Armando Vergilio, garantiu que Federação tomou todos os cuidados jurídicos antes de fechar a parceira para garantir a total privacidade dos dados, além de exigir uma apólice de seguro para qualquer quebra de contrato ou vazamento de dados. “Como será a vida do corretor se ele precisar baixar as plataformas de cada seguradora? Isso não simplifica sua vida, e sim o contrário. Por isso buscamos essa solução”. Ele frisou também que a utilização do Zim é opcional, portanto, o corretor pode escolher não aderir. Mas acredita que ele precisará buscar, então, alguma outra ferramenta do tipo. “Nós não vamos vencer a tecnologia, temos que nos aliar a ela”, avaliou.

BNDES prevê gastar até R$ 11,2 milhões com seguro para dirigentes

Fonte: Coluna Murilo Ramos, Revista Época

O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) abriu licitação a fim de contratar seguradora para emitir apólices para conselheiros, diretores e administradores. A cobertura, de R$ 300 milhões, está relacionada a decisões tomadas por eles no exercício do cargo. O banco prevê gastar até R$ 11,2 milhões com a contratação, que terá vigência de 12 meses.

Na cobertura, que está prevista também para dirigentes lotados no exterior, estão inclusos custos com a contratação de advogados, pagamento de indenizações e despesas com condenações e acordos judiciais. Não está prevista, entretanto, a cobertura de despesas para defendê-los de acusações envolvendo pagamento de propina e crimes contra a administração pública.

Minuto Seguros é eleita uma das empresas mais disruptivas do Brasil

Release

Uma das principais corretoras do País e líder no segmento de seguros online, a Minuto Seguros agora também é a quinta empresa mais disruptiva do Brasil. Ou seja, a companhia está entre aquelas que vão mudar a lógica do mercado – e isso pode estar relacionado tanto à tecnologia quanto ao modelo de negócio.

Esse marco, mais do que relevante para a história da empresa, tem como base o estudo produzido pela revista Consumidor Moderno, chamado MVP (Mais Valor Produzido). A Minuto Seguros ficou atrás apenas de Netflix, 99Taxi, Adama e Reserva. E à frente de outras como Nubank, Movile, Dr. Consulta, Bullguer e Banco Neon, dentre outras.

“Sentimo-nos honrados pelo reconhecimento entre companhias gigantes como essas. A Minuto está constantemente em busca do novo, mas o foco no cliente e o atendimento humanizado continuam sendo fatores fundamentais para o nosso sucesso” , diz o CEO da Minuto Seguros, Marcelo Blay.

O estudo do MVP é desenvolvido pela DOM Strategy Partners em parceria com o Grupo Padrão e identifica quais empresas mais apresentam capacidade de proteger e gerar valor em um horizonte de 18 meses (os últimos 12 e os próximos seis). Neste ano, além de produzir o ranking tradicional MVP, separado por áreas e segmentos, a revista destacou também as empresas disruptivas que mais geram e protegem valor para os stakeholders.

Na opinião da Consumidor Moderno, as empresas disruptivas são aquelas que vão mudar a lógica do mercado – e isso pode estar relacionado tanto à tecnologia quanto ao modelo de negócio implementado. A Minuto Seguros, neste caso, entra como uma corretora que faz venda de seguros online, mas oferece um atendimento humano, que faz parte do processo, além de oferecer uma variedade enorme de seguradoras que incluem os principais players do mercado.

Cenário aponta crescente procura por seguro contra ameaças cibernéticas

Release

Impulsionada pela ocorrência de diversos eventos envolvendo diferentes segmentos da economia em 2017, a procura por seguro contra ameaças cibernéticas passa por um momento de crescimento. A informação foi apresentada por executivos da Zurich, seguradora global com mais de 78 anos de atuação no mercado brasileiro, durante o debate “Inovação, Seguros Cibernéticos e as Soluções de Conflitos nos Novos Tempos da oferta virtual dos seguros”, promovido pela AIDA – Associação Internacional de Direito do Seguro, no último dia 26, em São Paulo.

Os executivos Hellen Fernandes, especialista em Riscos Cibernéticos; Tiago Santana, engenheiro de Riscos especializado em Riscos Cibernéticos; e Roberto E. Hernandez Martinez, Chef Claims Officer Brasil and Large & Complex Claims Manager Latin America participaram do painel “Seguros Cibernéticos – O que há e o que esperar” e traçaram um panorama deste segmento.

Segundo os especialistas, o Brasil é um dos países mais vulneráveis a ataques cibernéticos e 80% destes problemas poderiam ser prevenidos por meio de simples ações. Uma dica dos executivos é adotar boas práticas para governança de riscos cibernéticos.

Na última edição do Fórum Econômico Mundial, em Davos, a Zurich colaborou para a elaboração de um documento com uma relação destas boas práticas a serem adotadas pelas empresas, que incluem: Empoderar-se de assuntos de Segurança Cibernética; Liderar os assuntos de Segurança Cibernética; Definir Responsável (CISO, CIO, CSP); Garantir as práticas de Segurança Cibernética no dia a dia da operação; Definir a tolerância ao Risco; Gerenciar e assegurar a qualidade do Risk Assesement da organização; Definir planos de DRP e IRP; Gerenciar o risco na cadeia de suprimentos; Auditoria independente e PCI (Payment Card Industry); Assegurar a efetividade e a revisão constante dos planos apresentados.

Os executivos ainda explicam que o risco cibernético é uma preocupação crescente para as empresas e seu custo potencial aumenta devido à conectividade das empresas e profissionalização dos hackers. Além de gerenciar as consequências de violação de dados, as empresas também precisam considerar danos possíveis que envolvem: reputação, propriedade intelectual, propriedade de dados e perda financeira.

Com isso, o cenário atual do segmento apresenta uma crescente procura por informações de coberturas, gerada pela preocupação com a proteção de dados pela alta gestão das empresas. Segundo os executivos, está ocorrendo um despertar positivo da sociedade pela conscientização do risco cibernético, uma maior discussão na imprensa sobre o assunto e uma especialização do mercado de seguros como um todo.

Para o futuro, a perspectiva é que haja uma conscientização maior ainda do risco pelas empresas e sociedade em função da evolução da legislação de proteção de dados e privacidade e, com o aumento dessa conscientização, sobre o produto, será natural o aumento da contratação de apólices.

Proteção digital – No início do ano, a Zurich passou a comercializar no Brasil um seguro que protege as empresas contra riscos e ameaças cibernéticas. O Zurich Proteção Digital oferece proteção financeira à empresa em casos de responsabilidade civil decorrente de ameaças cibernéticas ou atos de violação de segurança ou de privacidade, incluindo proteção em casos de investigações formais e inquéritos. A cobertura é ampla e inclui desde a ameaça de inclusão de vírus, interrupção do sistema, divulgação de informações confidenciais (pessoais ou corporativas) até os erros e omissões da empresa por divulgação não autorizada de informações pessoais sob sua custódia e de seus provedores de serviço.

Novembro Azul: mês de conscientização para o câncer de próstata

Release

Novembro é o mês dedicado à prevenção do câncer de próstata. De acordo com as estimativas do INCA – Instituto Nacional do Câncer -, são 69 mil novos casos diagnosticados ao ano, ou seja, cerca de 7,8 novos casos a cada hora. Segundo o Dr. Bruno Vargas, do Grupo CON, o risco para desenvolvimento de câncer de próstata vai aumentando com a idade, especificamente, homens mais velhos, a partir dos 50 anos, possuem risco maior. Aqueles com histórico de parentes de primeiro grau, que tiveram câncer de próstata, também reúnem fatores de risco maiores que os demais.

Para o Dr. Bruno Vargas, o diagnóstico precoce é essencial para o tratamento curativo; “é muito importante ressaltar a importância do diagnóstico precoce, e, para isso, é necessário realizar periodicamente os exames de PSA e toque retal com o urologista. Homens a partir dos 45 anos já devem iniciar esse acompanhamento, pois a próstata se desgasta naturalmente ao longo dos anos. Os principais, mas não os únicos sintomas, incluem dificuldade para urinar, jato de urina fraco, dor ao urinar, vontade de urinar com mais frequência, porém, conseguindo urinar pequenos volumes de cada vez, disfunção erétil, sangue na urina ou no líquido seminal.”

O câncer de próstata é considerado o segundo mais comum na população masculina em todo o mundo. O tratamento desta doença é avaliado de acordo com cada caso, mas, dentre as principais opções, além da cirurgia, existem a radioterapia, medicamentos que reduzem os níveis de testosterona no organismo e a quimioterapia, em casos mais avançados.

“Infelizmente, ainda há muita resistência por parte dos homens para realizar o exame do toque, por isso, é muito importante um trabalho de conscientização e desmistificação do mesmo, mostrando o quanto é importante o diagnóstico precoce para o sucesso do tratamento; ” explica Dr. Bruno. Com o aumento da expectativa de vida mundial, é esperado que o número de casos novos de câncer de próstata no país aumente cerca de 60%, segundo estudo realizado em 2016 pelo INCA.

A seguradora Mongeral Aegon orienta no sentido de realizar uma proteção financeira, através do seguro para doenças graves, do qual faz parte o diagnóstico de câncer da próstata. Segundo dados da companhia, entre julho de 2016 e julho de 2017, houve um aumento de 64% na procura por esse tipo de seguro. “Esse cenário nos mostra a preocupação de se estar preparado para situações inesperadas e que é preciso ter um ‘plano B’ para um bom planejamento financeiro”, diz Patrícia Costa , gerente de Produtos e Inteligência de Mercado da Mongeral Aegon.

“Programa Jovem Aprendiz Refugiado” forma a primeira turma em SP

Release

Jovens refugiados da Angola, República Democrática do Congo, Serra Leoa e Síria, com idade entre 16 e 24 anos, foram graduados na cerimônia de encerramento da 1ª turma do “Programa Jovem Aprendiz Refugiado”. A iniciativa promoveu dois meses de aulas gratuitas e agora inicia o processo de apoio na busca de oportunidades no mercado de trabalho brasileiro.

A ação é liderada pelo GRUPO SEGURADOR BANCO DO BRASIL E MAPFRE, em parceria com o Acnur (Agência da ONU para Refugiados), a EMDOC, o PARR (Programa de Apoio para Recolocação dos Refugiados), a Caritas Arquidiocesana de São Paulo, o Grupo Mulheres do Brasil e o Instituto Techmail.

“O evento confere o start de uma nova fase para esses jovens. O apoio a diversidade integra o nosso foco de trabalho e a reinserção de profissionais no mercado brasileiro deve estar na pauta de todas as grandes companhias. Estamos felizes com o resultado e esperançosos com o futuro dos participantes”, conta Cynthia Betti, diretora de RH do GRUPO e líder do projeto.

A cerimônia de graduação reuniu os 24 participantes, os professores do Instituto Techmail e convidados na sede da seguradora, em São Paulo (SP). Com o término do curso, o programa dará início ao encaminhamento dos currículos dos jovens para as empresas apoiadoras do projeto e demais organizações brasileiras.

O projeto – O programa de capacitação contou com 144 horas de aulas sobre atendimento ao cliente, língua portuguesa, matemática financeira básica, orientação profissional, empregabilidade, competências, rotinas administrativas, técnicas de vendas, sustentabilidade e autoimagem.

O curso foi totalmente gratuito, incluindo deslocamento e alimentação durante o período.

Lucro das seguradoras cai para R$ 9,8 bi até setembro, revela estudo da Siscorp

O lucro líquido do mercado segurador totalizou R$ 9,8 bilhões de janeiro a setembro de 2017, abaixo dos R$ 10,6 bilhões registrados em mesmo período do ano anterior, segundo estudo realizado pela consultoria Siscorp com base nas estatísticas enviadas pelas seguradoras para a Superintendência de Seguros Privados (Susep). A expectativa é de que o lucro mingue ainda mais com a queda da taxa básica de juros, que remunera praticamente a totalidade da carteira de investimentos das seguradoras, que se aproxima de R$ 1 trilhão.

Marcelo Picanço, diretor da Porto Seguro, a elevada taxa Selic trouxe um ganho financeiro extra para as companhias e que agora o ganho vem de outras frentes, como produtos inovadores, acesso a novos mercados e públicos bem como pela redução de custos administrativos com o uso da tecnologia que simplifica operações. “É preciso correr inovar e buscar novas frentes, pois tentar ganhar mercado com prática de preço sem amparo de uma boa subscrição será desastroso em tempos de mudanças de paradigmas como vemos hoje na carteira de automóvel”.

Quatro grupos formam o “clube do bilhão” e todos tem bancos como acionistas. Bradesco, BB Mapfre, Itaú e Caixa. A líder do ranking de lucro líquido é a Bradesco Seguros, com R$ 3,19 bilhões, valor inferior aos R$ 3,35 bilhões registrados em mesmo período de 2016. A BB Mapfre vem em segundo, com R$ 1,99 bilhão, abaixo dos R$ 2,35 bilhões de janeiro a setembro de 2016. Em terceiro vem a Caixa, a única que registrou avanço no lucro, de R$ 1,018 bilhão para R$ 1,141 bilhão. O Itaú registrou forte queda decorrente da reestruturação de foco em produtos, recuando de R$ 1,8 bilhão de janeiro a agosto de 2016 para R$ R$ 1,085 de janeiro a setembro deste ano.

O clube dos “milhões” começa com a Zurich na quinta colocação, com R$ 545 milhões. A Porto Seguro está na sexta colocação, com R$ 478 milhões. SulAmérica vem em sétimo lugar, com R$ 252 milhões, seguido pela Icatu, com R$ 212 milhões. Completando o ranking das 10 maiores temos Tokio Marine, com R$ 126 milhões, e AIG, com R$ 121 milhões.

No ranking de perdas temos Generali (R$ 66 milhões), AXA (R$ 53 milhões), Allianz (R$ 45 milhões), QBE (R$ 41 milhões), Swiss Re (R$ 13 milhões)e Sancor (R$ 10 milhões).

CESVI/MAPFRE oferece solução para aumentar produtividade na gestão de sinistros

Totalmente desenvolvido pelo CESVI BRASIL/MAPFRE (Centro de Experimentação e Segurança Viária da MAPFRE), o sistema ÓRION Orçamentos é uma solução integrada de gestão de sinistros de alta tecnologia, 100% em plataforma web. Para as oficinas, oferece a única ferramenta totalmente on-line de orçamento eletrônico de reparo do mercado e, para seguradoras e reguladoras, proporciona agilidade e mais produtividade na operação que se inicia quando o call center da companhia recebe uma comunicação de sinistro.

“Dessa forma, o Órion permite que o nosso cliente tenha velocidade e assertividade em suas decisões, além de proporcionar o melhor custo x benefício do mercado”, afirma Almir Fernandes, diretor executivo do CESVI BRASIL/MAPFRE. Atualmente, o Órion conta com mais de 3 mil oficinas, cerca de 23 reguladoras de sinistros e mais de 7.500 profissionais conectados.

O Órion Orçamentos disponibiliza para o cliente, em uma mesma tela, informações técnicas sobre os serviços e a consulta dos preços das peças para os veículos, em linha com as tabelas das principais montadoras do país; a possiblidade de acompanhar detalhadamente os processos do orçamento, com a discriminação dos tempos de reparo, funilaria e pintura, além da possibilidade de incluir e excluir itens de forma mais prática, com apenas um clique.

Entre os principais diferenciais do sistema estão a separação dos custos de insumos e materiais dos tempos de mão-de-obra; uma tabela de tempos que condiz com a realidade das oficinas brasileiras, incluindo atividades de reparação e pintura; utilização do banco de dados de peças oficiais das montadoras; classificação da intensidade dos danos que serão reparados em leve, médio e forte, e a diferenciação de todos os modelos e versões de cada veículo. O banco de dados, atualmente, é composto por 99,79% dos modelos de automóveis mais vendidos entre 2000 e 2018, segundo Informativo de Emplacamentos da Fenabrave.

Fernandes destaca que o Órion dispensa a instalação de um software específico. “O sistema permite que o orçamento seja feito de qualquer lugar, na hora em que o profissional desejar, trazendo mais mobilidade e rapidez no processo”, afirma o executivo. “O fato de contar com os tempos de reparo e preços de peças fornecidos pelas montadoras e confrontados com o mercado de revendas contribui ainda mais para a redução do tempo de permanência do carro na oficina”, ressalta. Almir Fernandes lembra também que, recentemente, o Órion Orçamentos passou a contar com a funcionalidade Smart, que permite um ganho de 47% em tempo e produtividade ao automatizar os orçamentos de reparos, além de ser a ferramenta com menor custo do mercado.

O sistema Órion oferece outros módulos independentes e específicos, entre eles:

Órion Peças, especializado no fornecimento de peças – com foco no aumento de produtividade, redução dos custos administrativos, aumento médio dos descontos de peças e redução do custo médio com os sinistros, a solução traz ainda mais eficiência ao processo de regulação de sinistros. Atualmente, conta com mais de mil fornecedores de peças plugados, além de quatro grandes mediadoras respondendo cotações em todo o Brasil.

Órion Nota Fiscal, módulo especializado na gestão de pagamento de notas fiscais – garante o recebimento de notas apenas de processos autorizados, aumenta a produtividade na liberação dos pagamentos, integra os dados e imagens das notas com os sistemas das companhias e elimina valores divergentes de notas fiscais recebidas.

Órion Revistoria, destinado à realização de revistorias de processos, com ajuste dos valores autorizados – possibilita a identificação de eventuais falhas e fraudes ocorridas ao longo da regulação do sinistro.

Órion Indenização Integral, módulo especializado na gestão de salvados. Por meio dele, é possível acompanhar o processo de remoção do salvado da oficina, controlar a presença do veículo no pátio, verificar se o veículo é recuperável, ter acesso a dados que apontem se o veículo teve danos de pequena, média ou grande monta, e identificar um valor possível para a venda do veículo.

Além da possibilidade de contratação dos módulos isoladamente, o sistema oferece também como diferencial o Órion Link, uma solução que permite o envio e recebimento de orçamentos individualizados por meio de um link de internet, que leva diretamente à agenda de vistorias do Órion sem a necessidade de contratação da licença por parte das oficinas. “O Órion Link gera agilidade em regiões com baixo fluxo de veículos ou de difícil acesso, e amplia o leque de atuação na área de regulação das oficinas, além de gerar redução de custos com prestadores e reguladoras”, completa Fernandes.

Revista de Seguros de cara nova. Linda, por sinal

A Revista de Seguros estreia seu novo desenho gráfico a partir desta edição, a nº 902. Tipografias de títulos e de fontes de matérias facilitam a leitura e criam um visual mais moderno da publicação – e dá sequência à mudança editorial iniciada este ano.

Ao se reinventar, a revista passa a incorporar mais conteúdo de públicos diversos e qualificados, consolidando-se como um veículo de notícias de interesse do setor segurador, com alcance ampliado para autoridades públicas, especialistas, estudiosos e formadores de opinião.

Vale a leitura. A editora chefe Angela Cunha e sua equipe capricharam. Visual e conteúdo excelentes!!! Leitura fácil digital, com páginas que viram com apenas um clique. Vale conferir.

Para acessar, segue o link