| A SulAmérica lança um novo fundo de previdência em parceria com a Ibiuna Investimentos. Trata-se do SulAmérica Ibiuna Long Biased PREV FIM, fundo com análise fundamentalista e estratégia onde o gestor possui flexibilidade na exposição da carteira. O novo produto será ofertado via SulAmérica Prestige, um plano de previdência com caráter de diversificação de carteira e sucessão patrimonial. Fundada em maio de 2010, a Ibiuna Investimentos é um grupo de gestão de investimentos sediado em São Paulo, atualmente com R$ 6,3 bilhões em ativos sob gestão em estratégias líquidas distribuídos em 3 famílias de fundos: multimercado macro, ações e previdência. O objetivo dessa associação é complementar o portfólio da asset e proporcionar ganhos de capital no longo prazo aos cotistas. Com opções em VGBL e PGBL, o cliente poderá alocar o investimento no fundo multimercado, que será composto de ativos nos mercados de juros, moedas e ações. “Estamos sempre atentos às necessidades do mercado e às expectativas de nossos clientes. No momento que a taxa básica de juros está em constante queda, é natural que se procure por outras fontes de ganho. Nesse quadro, a parceria com a Ibiuna nos garante diversidade da grade e permite que nossos clientes tenham mais opções de investimentos, com a mesma segurança de que terão retorno com qualidade”, afirma Marcelo Mello, vice-presidente de Vida, Investimentos e Previdência da SulAmérica. O aporte inicial requerido pelo novo fundo é de R$ 10.000,00 ou aportes regulares de R$ 800,00. A associação com a Ibiuna Investimentos está alinhada à estratégia de expansão de portfólio da companhia, que ano passado também realizou parceria com a JGP Gestão de Recursos e lançou um fundo com foco em melhores oportunidades existentes nos mercados de renda fixa e variável, cambial, crédito privado e de investimentos no exterior, reforçando o perfil fundamentalista e multiproduto da SulAmérica Investimentos. |
SulAmérica Previdência diversifica o portfólio de fundos em parceria com a Ibiuna Investimentos
Europ Assistance Grupo passa a deter 100% da empresa em Portugal
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O Grupo Europ Assistance fechou acordo com a Seguradoras Unidas para adquirir a participação que esta tinha na Europ Assistance Portugal, passando a deter 100% da empresa, que opera no país há 25 anos.
Essa aquisição reforça a aposta estratégica do grupo em Portugal, onde presta assistência a mais de meio milhão de portugueses. A Europ Assistance iniciou a sua atividade na assistência em viagem e assistência automóvel, mas nos últimos anos tem desenvolvido outras áreas de negócio, como assistência saúde e lar & família.
Para o CEO do Grupo Europ Assistance, Antoine Parisi, “essa operação confirma o compromisso do grupo com Portugal. Além disso, a Europ Assistance Portugal tem participações importantes nas operações do Brasil, Chile e Argentina, consolidando a atuação do grupo nos mercados da América do Sul”.
Paula Casa Nova, CEO da empresa em Portugal, reforça: “Portugal é uma oportunidade para o crescimento da Europ Assistance, em um mercado cada vez mais competitivo e em constante evolução, graças aos avanços da tecnologia, mas onde a componente humana continua a ser decisiva para o nosso sucesso no futuro”.
2017: 25 mil roubos de cargas, com prejuízos de R$ 1,5 bilhão
De acordo com estudo da Associação Nacional de Transporte Rodoviário de Cargas e Logística (NTC&Logística), em 2017 foram registrados 25.790 casos de roubos de cargas no Brasil, o que totaliza um prejuízo de R$ 1,570 bilhão. Rio de Janeiro e São Paulo, juntos, são responsáveis por 81,56% das ocorrências.
De acordo com Cyro Buonavoglia, presidente da Buonny, gerenciadora de riscos na área de transportes e logística do Brasil, “de maneira geral, as estatísticas mostram um quadro pessimista sem melhorias em curto prazo, porém as empresas que têm inserido programas de gerenciamento de riscos em suas operações desafiam os números conquistando melhores resultados”.
Comissão pode votar parecer sobre cooperativas de proteção veicular
Fonte: Agência Câmara Notícias
A comissão especial encarregada de analisar o Projeto de Lei 3139/15, do deputado Lucas Vergilio (PSD-GO), vota nesta terça-feira (22) o parecer do deputado Vinicius Carvalho (PRB-SP).
O texto original da proposta criminaliza as cooperativas de proteção veicular, que funcionam por meio de rateio, entre os associados, dos prejuízos gerados por roubos e acidentes com os seus veículos — sem o pagamento de apólices como nos seguros tradicionais. Já o substitutivo de Vinicius Carvalho, lido no último dia 15, autoriza o funcionamento das cooperativas, mas estabelece regras para que elas possam atuar.
Essas associações foram criadas como uma alternativa aos altos custos dos seguros tradicionais. Os críticos das cooperativas, entre eles o autor do projeto de lei, elas deveriam ser proibidas de funcionar porque estariam oferecendo seguros veladamente sem pagar impostos e sem oferecer aos consumidores as mesmas garantias dos seguros tradicionais.
Os representantes das cooperativas, no entanto, argumentam que elas não podem ser equiparadas a empresas, pois não visam ao lucro e têm apenas o objetivo de ratear despesas dos associados, em uma forma de “socorro mútuo”.
A reunião está marcada para as 14h30, no plenário 4.
ÍNTEGRA DA PROPOSTA: PL-3139/2015
SulAmérica lança seguro para imóveis de contêiner
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A SulAmérica lançou seguro pioneiro que oferece proteção e serviços de Assistência 24h para imóveis de contêiner, uma forma sustentável de construção que vem ganhando cada vez mais adeptos no Brasil.
“O lançamento do seguro para contêineres reflete a atenção da SulAmérica às transformações e demandas do mercado”, explica o vice-presidente de Auto e Massificados da companhia, Eduardo Dal Ri. “Nosso objetivo é garantir que os proprietários desses espaços possam usufruir de toda a proteção que um seguro oferece”.
O seguro pode ser contratado por proprietários de imóveis que sejam construídos com mais de 25% de contêiner, instalado de forma fixa e que seja adaptado para habitação ou utilização comercial. Atualmente, além de moradia, os contêineres são reaproveitados em diferentes usos comerciais, como bares, lojas, hamburguerias, restaurantes, e para abrigar unidades culturais e esportivas.
Os clientes que contratarem o seguro para residências de contêiner contam com as mesmas coberturas e serviços de assistência do produto para imóveis de alvenaria. Com isso, o contêiner poderá contar com garantias para cobrir sinistros tais como incêndios, explosões, danos elétricos, roubo e responsabilidade civil familiar.
Além disso, poderá contar com serviços de chaveiro, eletricista, encanador, conserto de eletrodomésticos, entre outros, todos integrantes dos planos de assistência 24 horas.
Os responsáveis por abrigar empresas montadas nessas estruturas metálicas também podem contratar as mesmas coberturas voltadas ao uso residencial, além de escolher garantias específicas de cada tipo de negócio. Entre elas estão cobertura contra roubo de bens e valores de clientes no estabelecimento e deterioração de mercadorias em ambiente frigorificado.
Avanço
Dados da Câmara Brasileira e Contêineres, Transporte Ferroviário e Multimodal (CBC), dão conta de que só nos últimos dez anos mais de 200 mil estruturas foram reaproveitadas em diferentes usos. Segundo a entidade, o reaproveitamento dos contêineres evitou que eles virassem sucata, trouxe uma inovação ecologicamente correta e a amplamente sustentável, além de gerar emprego e renda.
Seguro de crédito: proteção em caso de inadimplência
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O momento econômico que ainda vivemos demanda muito apoio do mercado de seguro de crédito no Brasil. Utilizado com frequência por empresas americanas e europeias, esse modelo ainda é pouco popular entre as companhias brasileiras, mas pode ser uma solução importante para o desenvolvimento de vários negócios.
O seguro de crédito tem como objetivo a proteção de parte importante dos ativos da empresa, protegendo o negócio em caso de inadimplência dos compradores decorrente de mora, falência ou outro risco coberto indenizando à empresa pelas perdas sofridas. No entanto, um dos principais motivos para a baixa penetração desse seguro no Brasil é o fato de as companhias o considerarem como um custo financeiro adicional e não uma ferramenta de gestão do setor de contas a receber com benefícios que vão desde o monitoramento da carteira, passando pela expansão das vendas e chegando, é claro, à cobrança dos clientes inadimplentes e nas indenizações.
“O apelo é forte e é também por conta disso que a modalidade vem crescendo no Brasil nos últimos dois anos. E não é para menos, afinal 30% a 40% dos ativos de uma companhia são recebíveis. Ter uma proteção para garantir o recebimento dos ativos torna-se uma ferramenta importante, com a vantagem adicional de se tornarem elegíveis aos benefícios fiscais concedidos”, aconselha Thiago Tristão, diretor de riscos empresariais da MDS Brasil.
Outro fator que deve influenciar as empresas a contratarem seguro de crédito é o acordo de Basileia 3, que a partir de 2019 vai exigir que os bancos tenham volumes maiores de capital para operações mais arriscadas. Essas exigências serão menores para as empresas que tiverem um seguro de crédito.
“A perda do grau de investimento do Brasil também colabora para o crescimento da contratação, visto que a demanda dos bancos internacionais aumenta justamente para compensar a falta do selo de bom pagador do Brasil. Até lá, as empresas não podem ficar descobertas, arcando sozinhas com a inadimplência de fornecedores e colocando em jogo a sustentabilidade do negócio”, analisou Thiago.
O seguro traz outra vantagem às companhias: o poder de negociar melhores taxas de financiamento e com maiores limites, ficando livres para focar no crescimento do próprio negócio e diminuindo a preocupação em relação à possibilidade de não pagamento de seus clientes.
De maneira geral, corretoras e seguradoras que atuam com o produto podem ajudar o empresário a escolher os clientes, mercados e limites de crédito corretos de maneira a evitar e minimizar o não pagamento da dívida comercial. Dando subsídios para que ele se sinta mais confiante para conceder crédito adicional aos clientes atuais e para buscar novos clientes maiores que, de outra forma, poderiam parecer muito arriscados.
Segmento de Óleo e Gás reage, mas precisa ainda de mudanças
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Após anos de incertezas na economia, a indústria de óleo e gás no Brasil mostra sinais de recuperação. Durante o Seminário de O&G realizado pela corretora de seguros e resseguros JLT Brasil, no Rio de Janeiro, os debatedores convidados foram unânimes em afirmar que o recente anúncio do lucro de R$ 6,9 bilhões da Petrobras, a arrecadação recorde na 15ª Rodada de Licitações da Agência Nacional do Petróleo (ANP) e o grande número de inscritos para a participação da 4ª Rodada do pré-sal, marcada para junho deste ano, são exemplos de que as empresas voltaram seus interesses para investimentos no país.
A retomada do crescimento da indústria de óleo e gás foi um dos temas discutidos no evento, que reuniu autoridades, empresas do setor de óleo e gás e mercado segurador. Segundo Tiago Macedo, Senior Council da Mayer Brown e Tauil e Chequer Advogados, as mudanças legislativas, políticas e regulatórias elevaram a atratividade dos investimentos. “O próximo governo não pode interromper esse crescimento. O que foi feito em tão pouco tempo teve um impacto enorme e é necessário manter a interlocução com a indústria, pois ainda há muito o que evoluir. Creio que não vamos retroceder, independentemente de quem seja eleito”, disse.
Adriano Bastos, presidente da BP Energia, e Karine Fragoso, gerente de Petróleo, Gás e Naval da FIRJAN, também enalteceram os recentes movimentos do governo federal. “O que foi feito em 18 meses não conseguiram fazer em 20 anos e isso permitiu a retomada da nossa indústria. Precisamos fazer mais, como abrir portas para o crescimento dos produtores independentes, que são grandes geradores de empregos em localidades onde os grandes operadores não vão alcançar”, afirmou Bastos. “Estamos com expectativa elevada diante do cenário atual. É necessário consolidar essas mudanças para ir além”, complementa Karine.
O mercado de resseguros também comemora. “O mercado segurador vê com bons olhos essa retomada. Este é um segmento muito importante e poucas empresas têm interesse nessa atividade, já que envolve risco de grande complexidade. O aumento dos investimentos estimula nosso setor”, explicou Elias Junior, head de óleo e gás da Austral RE.
O desafio do licenciamento ambiental foi o tema do segundo painel e reuniu representantes de diversos atores do processo. Eles acreditam que é necessário aprimoramento em todas as áreas – Ibama, ANP, empresas – para que as mudanças aconteçam e tragam as melhoras esperadas. “Se o mercado muda, a legislação tem que acompanhar. Hoje o mercado possui um mix de operadores e é necessário integrar todos os stakeholders para podermos aprimorar o processo de licenciamento ambiental diante desse novo cenário”, afirmou Marcelo Mafra, gerente executivo de segurança operacional e meio ambiente da ANP.
Tomas Bredariol, analista ambiental do Ibama, revelou que o tempo do licenciamento depende de muitas partes, citando como exemplo, as áreas na Foz do Amazonas, arrematadas em 2013 e ainda sem perspectiva para o início da exploração. “Da parte técnica, existem questões ainda não resolvidas e que são muito relevantes, como as condições fronteiriças, por exemplo”. Eduardo Bim, procurador da AGU, afirmou que o Brasil é muito tímido no que se refere às regras regulatórias comparado a outros países. A opinião é compartilhada por Carlos Henrique Mendes, do IBP, que aponta a grande necessidade de aperfeiçoamento das regras para minimizar as incertezas e viabilizar o planejamento das empresas. “Não vemos blocos ofertados fora do Brasil sem regras prévias, o que é essencial para o planejamento. Para o investidor, essa incerteza é horrível”, explicou Mendes.
Para Adriano Oka, Vice-Presidente da JLT Re e organizador do evento, o grande número de participantes da nona edição do Seminário de O&G demonstra que há um amplo espaço para debater melhorias que levem ao crescimento da indústria. “Há nove anos consecutivos nós promovemos esse encontro no intuito de fomentar uma discussão sobre como podemos aprimorar a indústria e oferecer novas soluções. Na primeira edição do evento, tivemos 30 participantes. Ver o auditório cheio hoje é muito satisfatório e mostra que estamos ocupando um espaço relevante como mediador de um debate estratégico para o país.
Philippe Jouvelot deixa AXA; Delphine Maisonneuve assume
A partir de julho de 2018, Delphine Maisonneuve, atualmente responsável pela área de P&C e Massificados na AXA França, será nomeada CEO da AXA no Brasil e membro do Conselho de Administração, após realizadas as aprovações de imigração e regulatória. Ela substitui Philippe Jouvelot, que deixou o cargo hoje, 18/06.
“Agradeço ao Philippe por ter liderado o começo da nossa operação no Brasil e por ter construído as fundações para o nosso crescimento. Temos uma grande ambição para o Brasil como um dos países de alto potencial de crescimento para o grupo AXA, comenta Benoît Claveranne, Membro do Comitê Executivo do Grupo AXA, CEO dos Mercados Internacionais e Mercados Emergentes e Presidente do Conselho Administrativo da AXA Seguros no Brasil.
E acrescenta: “Delphine Maisonneuve traz uma vasta experiência em seguros, com foco para o crescimento dos negócios, sustentada pela forte capacidade de liderança e seus valores profissionais. Acredito plenamente que essas qualidades credenciam Delphine a liderar, junto com o time a acelerarão da jornada da AXA no Brasil para tornar-se cada vez mais próxima dos seus clientes e parceiros, em consonância com a missão do Grupo AXA – “Empowering people to live a better life”.
“Estou muito feliz por liderar as operações da AXA no Brasil e minha ambição é contribuir com o time para fazer da AXA uma parceira ainda mais próxima de corretores e clientes.” afirma Delphine Maisonneuve.
Currículo
Delphine faz parte do Grupo AXA desde 1991, onde construiu uma sólida carreira principalmente na área comercial da AXA França e da AXA Espanha, assim como na matriz do Grupo. Liderou e executou com sucesso os projetos de transformação no modelo de distribuição, tanto em P&C como em Vida. Nos últimos sete anos, seu foco tem sido na área de Massificados e Varejo, sua atual área de responsabilidade na AXA França. Essa função inclui as áreas de Inovação em Produtos e Serviços, Precificação, Subscrição e Sinistros.
Qual será o futuro do seguro de vida e de saúde?, questiona Nuno David, da Mongeral Aegon
Qual será o Futuro do Seguro de Vida e de Saúde? Este foi o questionamento de Nuno Pedro David, diretor de Marketing da seguradora Mongeral Aegon durante o ECOA PUC-Rio, evento realizado no Rio de Janeiro.
Na fila de inovações que devem acontecer em pouco tempo e que certamente vão revolucionar estes mercados, o executivo pontuou a forte presença da medicina genética no dia a dia das seguradoras. Estes testes poderão contribuir desde o diagnóstico de doenças até a identificação de fatores genéticos que aumentam o risco da ocorrência de determinada enfermidade.
“Nesta perspectiva, seguradoras e clientes saem ganhando, uma vez que a precificação tende a ser cada vez mais acertada e personalizada, tendo em vista que as empresas podem levar em consideração as características de um indivíduo, e não de uma massa”, comenta o executivo.












