Canal Seguro: Ministro da Saúde defende a importância de regulamentar planos de saúde populares

O plano de saúde popular, que visa a oferecer coberturas básicas à população brasileira a preços acessíveis, segue necessitando de regulamentação. Um documento sugerindo a flexibilização do rol mínimo exigido pelos seguros saúde e o estabelecimento dos planos de copagamento, foi elaborado por um grupo de trabalho do Ministério da Saúde e encaminhado à ANS. É o que explica o ministro da Saúde, Ricardo Barros, em entrevista ao Canal Seguro, no YouTube.

“O objetivo é ampliar ao máximo a cobertura de planos à população para que a responsabilidade sobre o financiamento da Saúde seja dividida. Hoje, 55% do investimento é do setor privado e 45% do setor público”, esclarece Barros. Para ele, quanto mais brasileiros tiverem os planos pagos pelos respectivos patrões, patrocinadores ou por si mesmos, menor será a demanda de atendimento pelo SUS.

“Ou seja, quanto mais tivermos a cooperação de empresários financiando planos individuais aos seus funcionários, mais qualidade poderemos oferecer aos que dependem exclusivamente do sistema público de saúde. Inclusive, já solicitei à presidente da FenaSaúde, Solange Beatriz Palheiro Mendes, que encaminhe uma proposta de regulamentação à ANS”.

A dificuldade dos brasileiros em contratar planos individuais é um dos fatores que desacelera a ampliação do acesso ao sistema de saúde privado. “As empresas se afastaram dos planos individuais porque não estavam sendo remuneradas de acordo com os custos que têm. Isso porque o reajuste é regulado pela ANS e, como a inflação da Saúde é muito maior do que a inflação média do IPCA, é preciso que ele acompanhe os custos”, diz o ministro.

Antonio Cassio do Santos, CEO regional America da Generali, assume operações no sul da Europa

Muito orgulho de saber desta notícia. Antonio Cassio do Santos, CEO regional America da Generali, assume operações no sul da Europa. Em entrevista ao blog Sonho Seguro ele disse que está muito otimista com o mercado segurador brasileiro, mesmo com as possíveis turbulências previstas para o mundo em 2018.

“As companhias brasileiras não têm ativos dolarizados. Entao nao estarão expostas à volatilidade. Mas certamente terão de lidar com outro desafio, que é a carteira de automóvel, com alta da sinistralidade e perda da receita financeira com o declínio das taxas de juros. Quanto ao mundo, Santos citou que o principal desafio são as taxas de juros muito baixas ou negativas. “Mas com crescimento do PIB da Europa, Estados Unidos e dos principais países emergentes, vejo um céu de brigadeiro para as companhias internacionais”.

Neste ano, a seguradora Generali investiu R$ 160 milhões para crescer no mercado brasileiro. Seu CEO mundial, Philippe Donnet, conta à revista IstoÉ Dinheiro quais os próximos passos dessa estratégia. “Sempre buscamos uma associação com um parceiro que fica responsável pela distribuição junto ao cliente final”, cita, lembrando da parceria com a TIM. As leis italianas restringem participações cruzadas no sistema financeiro.

Festa de confraternização do CCS-SP revive os Anos 60

por Márcia Alves

O Clube dos Corretores de Seguros de São Paulo (CCS-SP) promoveu uma volta ao passado na sua festa de confraternização, realizada no dia 15 de dezembro, no Circolo Italiano, com a participação de 200 pessoas, entre associados e convidados. Inspirada nos Anos 60, a festa encantou a todos não apenas pela decoração caprichada, como também pela performance da Banda Sant’Anna, que garantiu a animação com um repertório de vários hits da época.

Sob a coordenação da diretora Luciana Ferreira, alguns detalhes da decoração ajudaram a relembrar os Incríveis Anos 60, como o display de uma Kombi, estrategicamente colocado na entrada do salão para a produção de fotos dos convidados. Nas mesas, além de um belo arranjo de rosas vermelhas, as toalhas com estampa de bolinhas trouxeram um revival nostálgico ao evento.

Para completar, muitos associados do CCS-SP também entraram no clima retrô, vestindo-se a caráter. As mulheres preferiram os vestidos ou saias rodadas no elegante estilo petit poà, com direito a acessórios típicos do figurino, como luvas, sapatilhas, laços no cabelo etc.

Para os homens, o Clube dos Corretores estimulou a brincadeira, oferecendo acessórios lúdicos que remetem ao movimento hippie do final dos anos 60, como óculos coloridos e perucas black power.

Os diretores do CCS-SP também entraram no clima. O mentor Adevaldo Calegari e o secretário Evaldir Barboza de Paula fizeram questão de percorrer todas as mesas, devidamente paramentados com as perucas.

Duas importantes homenagens marcaram a comemoração. A Suhai Seguradora, representada pelo diretor Robson Tricarico e equipe, dedicou uma placa ao CCS-SP em homenagem aos seus 45 anos. Também homenageando essa marca histórica do Clube, a Tokio Marine, representada pelo diretor George Dutra e equipe, entregou uma placa ao mentor Calegari.

Depois do jantar, foi a vez da Banda Sant’Anna entrar em ação. Com um estilo eclético, um time de cantores e um repertório variado, a banda fez a pista de dança lotar até o final da festa.

“A festa de confraternização do Clube dos Corretores é sempre um momento de alegria, de confraternização e de celebração da amizade. Estamos muito felizes não apenas por proporcionar esse momento de descontração, como também por contar com a participação dos associados. Em nome da diretoria, desejo a todos boas festas e um Ano Novo de muita paz e prosperidade”, disse Calegari.

CNseg muda estrutura organizacional a partir de janeiro de 2018

O Presidente da CNseg, Marcio Coriolano, anunciou que Marco Antonio Barros pediu para deixar o cargo de Diretor-Geral Executivo da Confederação (DGEX), que acumulava com as funções de Presidente da FenaCap, de Vice-Presidente nato do Conselho Diretor e de Presidente da CNsegPar.

Marco Barros permanecerá exercendo todas as suas demais funções, e, agora, na administração interna da CNseg, integrará o recém-criado Comitê de Negócios para continuar a colaborar com a sua experiência.

Com a extinção da DGEX, foram criadas duas novas Diretorias para garantir a descentralização da governança e promover a “prata da casa”. A Diretoria de Administração, Finanças e Controle fica com Paulo Annes, que já comandava a Superintendência de Controladoria e Compliance. A Diretoria Técnica fica sob a responsabilidade de Alexandre Leal, que liderava essa função como Superintendente Executivo Técnico.

O Presidente da CNseg também unificou as áreas de comunicação e de imprensa. A nova Superintendência Executiva de Comunicação e Imprensa fica sob a responsabilidade de Vera Soares, ex-Bradesco Seguros, que contará com a colaboração da Superintendente de Comunicação Angela Cunha para fortalecer a interação com todos os públicos.

Essas mudanças valerão a partir de 02.01.2018.

CNSP aprova mudanças de várias normas do mercado segurador; DPVAT fica 35% mais barato

Entre as principais mudanças, mercado de seguros encerrará 2017 com novas regras para os seguros auto popular, funeral e Dpvat, além de meios remotos e resseguro

“Mesmo diante de um ano desafiador, a Superintendência de Seguros Privados (Susep), por meio da sua diretoria colegiada e do seu quadro técnico de alta qualidade, conseguiu, em 2017, superar diversos desafios tanto no âmbito da regulação como no da supervisão. Prova disso é o resultado deste encontro”, afirmou o superintendente da Susep, Joaquim Mendanha de Ataídes, ao término da última reunião do ano do Conselho Nacional de Seguros Privados (CNSP), que ocorreu na tarde desta terça-feira, 19 de dezembro, em Brasília. À ocasião, o CNSP acatou oito importantes votos da autarquia para a agenda regulatória do setor de seguros.

Foram propostas pela Susep e aprovadas pelo CNSP, novas regras para meios remotos, resseguro e para os seguros: popular de automóvel (auto popular), funeral, Seguro de Danos Pessoais Causados por Veículos Automotores de Via Terrestre (Dpvat) e para o seguro de Responsabilidade Civil do Explorador ou Transportador Aéreo (Reta). Além disso, a Resolução CNSP 321/2015, que aborda provisões técnicas, capital de risco baseado nos riscos de subscrição, capital mínimo requerido, entre outros aspectos relacionados à solvência, será alterada, bem como o normativo sobre a Nota Técnica Atuarial de Carteira (NTAC). De acordo com Joaquim Mendanha, “2017 foi um ano muito produtivo para autarquia, quando temas de extrema relevância para o desenvolvimento do setor foram levados à pauta do Estado, mas 2018 já começou”.

Em relação à votação de hoje, Joaquim Mendanha pontuou que o trabalho desenvolvido pela diretoria e pelo quadro técnico da autarquia desde o início da sua gestão, em julho de 2016, até hoje, já resultou em 19 resoluções junto ao CNSP e 21 circulares editadas ao mercado supervisionado. Ele destacou que o órgão conseguiu superar diversos obstáculos trabalhando de forma proativa e com foco em eficiência e desburocratização de processos. “Como consequência, a autarquia tem, em muitas das vezes, conseguido se antecipar às necessidades do consumidor de seguros e do mercado supervisionado. E com isso, tem sido possível disseminar um dos principais pilares da minha gestão: fazer com que a Susep seja um agente de fomento à indústria”, ressaltou.

Por fim, o titular da autarquia destacou que o primeiro grande desafio de 2018 é dar sequência ao trabalho árduo e de qualidade que tem sido desenvolvido ao longo de 2017 e antecipou temas prioritários que já estão na agenda da Susep para o próximo ano Entre eles, o seguro rural, importante mecanismo para o desenvolvimento do agronegócio no Brasil; o marco regulatório do microsseguro, que permitirá ampliar a capilaridade dos produtos de seguro às camadas mais pobres da população; o seguro de Responsabilidade Civil Obrigatório (RCO); o seguro prestamista; o Seguro de Acidente de Trabalho (SAT); o seguro garantia; o desenvolvimento do mercado de anuidades; o aprofundamento do estudo sobre o mercado marginal e sobre a autorregulação; o registro eletrônico de apólices; e o custo de regulação que, segundo Joaquim Mendanha, é uma orientação do Ministério da Fazenda.

SEGURO POPULAR DE AUTOMÓVEL: O ‘AUTO POPULAR’ – A alteração da Resolução CNSP 336/2016 permitirá que as seguradoras ofertem esse produto apenas com a opção de rede referenciada como escolha para a reparação de veículos sinistrados. Além disso, houve o acréscimo do artigo que dispõe que a seguradora poderá fixar uma idade mínima de veículo e a alteração do artigo que enfatiza a possibilidade de utilização de peças novas. Diante dessa revisão e no que tange os direitos e os deveres do consumidor, foram propostos outros dois artigos: 1) que exige a ciência do segurado quando o mesmo estiver contratando um produto que possua apenas a rede referenciada como opção de reparação; e 2) que reafirma a responsabilidade das companhias seguradoras quanto às informações e propagandas divulgadas a respeito dos produtos que comercializa.

SEGURO FUNERAL: REGULAMENTAÇÃO ESPECÍFICA PARA O RAMO – O produto, apesar de possuir previsão normativa e de ser comercializado no mercado, ainda não possuía uma regulamentação específica que caracterizasse as suas coberturas e tratasse de suas peculiaridades. Nesse sentido, foi elaborada uma minuta de resolução, destacando: que as coberturas terão como objetivo garantir a prestação de serviço ou o reembolso das despesas com o funeral; nos casos de reembolso, o beneficiário poderá optar por prestadores de serviço a sua livre escolha, desde que legalmente habilitados; os beneficiários do seguro serão aqueles que provarem que arcaram com as despesas do funeral do segurado; se prevista a indenização apenas na forma de prestação de serviço, no caso da impossibilidade de utilização da rede de serviços autorizada, o beneficiário poderá buscar outros prestadores de serviço, tendo direito ao reembolso das despesas efetuadas; além da inclusão das cláusulas de cônjuge e filhos, já previstas nos seguros de pessoas, os planos de seguro funeral poderão conter cláusula suplementar facultativa de membros da família, oferecendo cobertura aos parentes do segurado principal; as seguradoras serão responsáveis pelas obrigações assumidas quando as empresas forem contratadas como prestadoras do serviço do funeral; e, para a ofertar planos de seguro funeral, as empresas prestadoras do serviço deverão firmar contratos como representantes de seguros.

DPVAT: REDUÇÃO DE 35% NOS VALORES DOS PRÊMIOS TARIFÁRIOS COM EXCEÇÃO À CATEGORIA 9 (MOTOCICLETAS, MOTONETAS, CICLOMOTORES E SIMILARES), QUE NÃO SOFRERÁ REDUÇÃO – O CNSP aprovou a redução dos valores dos prêmios tarifários do seguro Dpvat em 35% com exceção à categoria 9 (motocicletas, motonetas, ciclomotores e similares), que não sofrerá redução para o exercício de 2018. A análise tarifária é realizada anualmente pela autarquia e baseou-se nas conclusões da avaliação atuarial do grupo de trabalho instituído no âmbito da própria Susep.

AVANÇO EM MEIOS REMOTOS – Entre as principais mudanças, a alteração da Resolução CNSP 294/2013 permitirá a utilização dos meios remotos para contratos coletivos de seguro e previdência. Além disso, possibilitará o uso de meios remotos para avisos de sinistro, solicitações de resgate, concessão de benefício, portabilidade, alteração de beneficiário (s) e outras solicitações que impliquem na alteração ou no encerramento da relação contratual. A edição do novo normativo promoverá a redução dos custos operacionais das seguradoras e das Entidades Aberta de Previdência Complementar (EAPCs), possibilitando a oferta de produtos menos custosos ao consumidor.

RESSEGURO: NOVAS REGRAS PARA RETROCESSÃO E INTERMEDIAÇÃO – A minuta de resolução modificará os artigos 14 e 15 da Resolução CNSP 168/2007, que dispõem, respectivamente, sobre a transferência de riscos para empresas ligadas ou pertencentes a um mesmo conglomerado financeiro sediadas no exterior (operações intragrupo) e sobre a reserva dos resseguradores locais – percentuais de oferta preferencial e contratação obrigatória de resseguros. A revisão é justificada em busca de melhorias e aprimoramento da regulamentação brasileira de resseguros em aderência às melhores práticas globais do setor. A alteração propõe também ajustar a regulamentação vigente, especialmente para os casos da oferta preferencial e contratação obrigatória de resseguros.

RETA: ATUALIZAÇÃO DO NORMATIVO VIGENTE – A Circular Susep vigente para o seguro de Responsabilidade Civil Reta foi publicada em 1975 e, desde então, ocorreram importantes mudanças com a edição de decretos e/ou leis relacionados a seguros. Em conjunto com a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) a minuta de resolução especificará, entre outros aspectos, a definição das coberturas de contratação obrigatória em consonância com a Lei nº 7.565/86 (Código Brasileiro de Aeronáutica); a inclusão, em conformidade com a Circular Susep 256/2004, de cláusulas relativas à forma de contratação, à renovação, a franquias e carências, ao foro, à perda de direitos, a riscos excluídos, à contribuição proporcional ou à concorrência de apólices, e à jurisdição ou âmbito geográfico. Além disso, a eliminação das disposições tarifárias, em conformidade com o Decreto Nº 3633/2000, e a consequente obrigação de as sociedades seguradoras submeterem Notas Técnicas Atuariais (NTAs).

ALTERAÇÃO DA RESOLUÇÃO CNSP 321/2015 – Alteração da Resolução CNSP 321/2015 que dispõe sobre provisões técnicas, ativos redutores da necessidade de cobertura das provisões técnicas, capital de risco baseado nos riscos de subscrição, de crédito, operacional e de mercado, patrimônio líquido ajustado, capital mínimo requerido, plano de regularização de solvência, limites de retenção, critérios para a realização de investimentos, normas contábeis, auditoria contábil e auditoria atuarial independentes e Comitê de Auditoria referentes a seguradoras, entidades abertas de previdência complementar, sociedades de capitalização e resseguradores. As mudanças estão pautadas basicamente em três pontos: 1) requerimento de capital; 2) planos de regularização de solvência; e 3) limite de retenção.

NOTA TÉCNICA ATUARIAL DE CARTEIRA: FIM DA OBRIGATORIEDADE – Proposta de resolução para revogar os normativos que tratam desse documento e pôr fim à obrigatoriedade de seu encaminhamento e à adequação aos requisitos para a conduta de negócios de seguro indicados pela International Association of Insurance Supervisors (IAIS).

Previsul oferece comunicação e regulação de sinistro 100% digital

Release

A Previsul Seguradora implantou o processo 100% digital na comunicação e regulação de sinistros. Para isso, foi inaugurada mais uma célula de Atendimento ao Cliente Previsul, que será responsável pelo Atendimento Sinistro e Assistências 24 horas. Com este novo formato, o envio de documentos passa a ser feito por meio de uma plataforma online, que trará mais agilidade para os corretores cadastrados na seguradora, segundo comunicado da companhia.

Além disso, houve a unificação das células de atendimento e de assistência que trará mais alinhamento no atendimento ao segurado. “Estamos sempre evoluindo, buscando trazer mais agilidade e inovação em nossos produtos e processos. Pensando nisso, apresentamos mais essa novidade digital, agora na parte de sinistro, que trará mais facilidade na hora da comunicação e acompanhamento de sinistros”, afirma o presidente Renato Pedroso.

O registro do sinistro continua sendo feito pelo 0800-7098059. Após a comunicação, o segurado receberá um e-mail e SMS com link para envio de toda a documentação digitalizada. O andamento do processo poderá ser acompanhado em tempo real pelo Portal do Corretor, Portal do Segurado, link enviado por e-mail e por SMS, trazendo mais transparência para o corretor como para o segurado.

A Previsul Seguradora possui 111 anos de atuação e é referência em seguro de pessoas no Brasil. Está presente em 12 estados brasileiros, 8 sucursais e 11 escritórios, além da matriz em Porto Alegre (RS).

Amtrak tem importância segurada de RC de US$ 294 milhões

A Amtrak, empresa estatal de transporte ferroviário, proprietária do trem que descarrilou nesta segunda-feira durante viagem inaugural em um viaduto no estado de Washington, nos Estados Unidos, tem um limite de responsabilidade de US$ 294,3 milhões, de acordo com o Departamento de Transportes dos EUA, informou a Reuters. Vagões caíram na rodovia. O acidente deixou mortos e feridos, mas até o fechamento deste post o número de vítimas não havia sido divulgado oficialmente. O trem transportava cerca de 78 passageiros e 5 tripulantes, segundo a Amtrak.

O limite foi arrecadado de US$ 200 milhões sob a Lei de Transporte de Superfícies da Fixing America de 2015 e vinculado à inflação. Um porta-voz da Amtrak, com base em D.C., não pode ser imediatamente localizado para comentar a cobertura de seguro da ferrovia.

Andrew J. Maloney III, um sócio de Nova York com a firma de advocacia Kreindler & Kreindler L.L.C, disse que é preciso saber se o novo limite seria adequado para cobrir todas as perdas associadas ao acidente.

A Amtrak informou em seu relatório do ano fiscal de 2016 que um descarrilamento ocorrido em maio de 2015, com trânsito de Nova York, no qual oito pessoas foram mortas e mais de 200 pessoas feridas, teve custo estimado de substituição do bem danificado de US$ 57,6 milhões. Ele disse que, a partir de outubro de 2016, chegou a um acordo com suas seguradoras por um pagamento total de US$ 50,8 milhões, menos uma retenção de auto seguro de US$ 10 milhões.

No momento do colapso de 2015, as seguradoras da Amtrak incluíram: AIG, Zurich, Swiss Re, WR Berkley e seguradora cativa Passenger Railroad Insurance Ltd, de acordo com Maloney, que representava passageiros envolvidos no acidente.

O National Transportation Safety Board disse em um relatório no mês passado que uma fraca cultura de segurança levou a um descarrilamento em 2016 de um trem Amtrak que matou dois funcionários.

BB Mapfre oferece vistoria do veículo por celular

Os segurados que renovarem ou contratarem a apólice de automóvel da BB Mapfre poderão realizar a vistoria do veículo pelo celular de forma rápida e simples. “Esta nova opção trará ainda mais comodidade e agilidade para os clientes, que não precisarão mais agendar a inspeção no carro e poderão fazê-la no momento que for mais conveniente”, comenta Nise Carmo, gerente executivo de Produtos e Subscrição Automóvel do grupo.

Após receber a proposta, a companhia enviará um SMS para o celular do segurado com um link do portal pelo qual ele deverá encaminhar as fotos do veículo e onde ele encontrará orientações sobre como devem ser realizadas as imagens.

“O grupo investe em inovação e tecnologia permanentemente. Nossos produtos e processos são sempre focados na experiência e usabilidade do cliente, oferecer serviços práticos e que facilitem a vida do consumidor”, complementa Nise.

O novo serviço é mais uma opção para os segurados do GRUPO, que hoje já contam com o apoio dos P.A.R.E.s (Postos de Atendimento Rápido especializado) espalhados por todo o País.

Ofertar produtos personalizados é a tônica das seguradoras em 2018

A plataforma Agility proporciona maior capacidade de aceitação de novos clientes, utilização de regras inteligentes e seleção contra fraudes

Uma das maiores tendências no segmento de seguro de vida para 2018 é o aperfeiçoamento da oferta de produtos e serviços por meio da telesubcrição que consiste em entrevista por telefone para coletar e analisar informações de saúde, fornecidas pelos clientes. As entrevistas feitas por enfermeiras substituem o questionário de saúde preenchido pelos corretores ou clientes. O processo potencializa a venda de seguro de vida por ajudar a criar um produto personalizado e com taxas diferenciadas, além de reduzir custos e fazer a subscrição de maneira criteriosa.

Uma das principais prestadoras de serviços de telesubscrição no Brasil é o grupo Samplemed Soluções Médicas, que entra numa nova fase motivada pelo crescimento da empresa diante da elevada demanda das seguradoras de vida e de saúde. “Nosso crescimento veio da oferta diferenciada da companhia, que busca inovações que atendam as necessidades de agilidade em subscrição que as seguradoras precisam para elevar as vendas sem perder rentabilidade”, diz o médico e proprietário do grupo, Jairo Waitman.

No mundo, a telesubscrição já está consolidada entre as principais empresas do setor. Praticamente todas já usam as entrevistas para precificar de forma mais justa o seguro, bem como poder vender apólices para pessoas até então excluídas pelas seguradoras. Nos Estados Unidos, o método já é usado há mais de 15 anos e está consolidado entre as maiores do ramo. No Brasil, seguradoras como Liberty, Mongeral Aegon, Tokio Marine, Mapfre e Zurich aplicam esta ferramenta.

Geralmente são as resseguradoras, que ofertam o serviço para que as companhias de seguros possam ampliar as vendas. IRB Brasil Re, o maior ressegurador do Brasil, aplica essa tecnologia com muito sucesso. “A telesubscrição mudou a perspectiva das seguradoras em aceitar pessoas com doenças crônicas, ao tornar as regras do contrato mais claras. Também deu respaldo para a oferta em diversas cobertas diversas, incluindo doenças graves, um dos mais vendidos no Brasil em 2017”, comenta o empresário.

Esse cenário vale para o mundo todo. Um dos principais desafios das seguradoras de vida é otimizar a rentabilidade dos produtos de vida, principalmente dos que oferecem garantia de retorno financeiro diante. Diante do panorama mundial de taxas de juros baixas, algumas até negativas, fazer uma boa subscrição é condição sine qua non para manter a rentabilidade do produto e também captar clientes até então excluídos por falta de análise do risco.

Enquanto as grandes seguradoras mundiais de vida estão à frente de um grande desafio, que é tornar a operação mais rentável diante da queda das taxas de juros, as que atuam no Brasil tem o desafio de elevar as vendas, já que o país figura entre os primeiros colocados do ranking mundial de maiores taxas de juros. “Somos o 46o. no ranking mundial de seguros totais, segundo dados do estudo mais recente da Swiss Re. Particularmente em vida, representamos apenas 1,57% das receitas totais de US$ 2,6 trilhões registradas em 2016. O consumo per capita foi de apenas US$ 195, bem abaixo da média mundial de US$ 353 e aquém da média dos países europeus, com US$ 961, ou dos US$ 1,7 mil contabilizados pelos Estados Unidos. Isso mostra que temos muito a conquistar”, comenta o médico e empresário comprometido em agregar valores para o mercado como transparência, ousadia, inovação e principalmente senso de servir.

A Samplemed Soluções Médicas está há mais de 30 anos no mercado, com atendimentos médicos para avaliação de riscos em seguros de vida. Há 30 anos, o grupo criou a área de exames médicos, exames diagnósticos e atualmente, além desses produtos atua na área de treinamento e elaboração de pareceres na área de subscrição. A tele-entrevista surgiu há seis anos e em 2017 os investimentos foram canalizados para a criação da Synergy, braço de tecnologia da Samplemed. O grupo também atua com atendimento a companhias recrutadoras na área de cruzeiros marítimos há 10 anos.

Marcos Couto assume a corretora BR Insurance

A BR Insurance anuncia a chegada do executivo Marcos Aurélio Couto como novo Presidente & CEO da companhia, como parte relevante do seu planejamento de longo prazo. “Chego entusiasmado com a possibilidade de atuar em uma companhia que possui um grande potencial de crescimento e desenvolvimento de novas linhas de negócios e seguros”.

Couto possui uma carreira de mais de 30 anos na indústria de seguros, tendo atuado em posições de destaque em seguradoras como Mitsui Sumitomo, BBM-Seguros da Bahia, CIGNA, INA, e como Diretor Presidente da ACE Seguradora entre 2006 e 2011. Nos últimos 5 anos, presidiu o Grupo Tempo Assist, do qual ainda é vice-presidente do Conselho de Administração.

O executivo também foi diretor do Sindicado das Empresas de Seguros e Resseguros (Sindseg), da Federação Nacional de Saúde Suplementar (Fenasaúde) e, é o atual diretor da ANSP – Academia Nacional de Seguros e Previdência.

Couto chega determinado a consolidar a BR Insurance entre as principais corretoras de seguros do país, com foco no desenvolvimento de novos negócios e da equipe, inovação e excelência no atendimento ao cliente.

O atual diretor presidente da companhia, Luiz Roberto Mesquita de Salles Oliveira, que vinha liderando de forma relevante o processo de turnaround e apresentando importantes conquistas para a companhia, participará ativamente de todo o processo de transição das suas atuais funções para Couto nos próximos meses. Depois, assumirá o cargo de COO de Benefícios, alinhado com o Planejamento Estratégico de Longo Prazo Companhia. “Estou entusiasmado com a chegada do Marcos Couto, e com o futuro da nossa companhia para os próximos anos, reforça Oliveira”.