Vanderlei Moreira assume presidência da ABGR

A ABGR (Associação Brasileira de Gerentes de Risco) tem nova diretoria para o biênio 2018/2019, eleita no ultimo dia18. Vanderlei Pires Moreira, gestor de riscos da WEG, com quase US$ 4 bilhões de patrimônio, assume como presidente, cargo ocupado por Criatiane França Alves, agora diretora secretaria. Álvaro Luiz Sores Trilho assume como vice-presidente; Jabor Descio Sobrinho como diretor financeiro, e Marcelo D’Alessandro como diretor administrativo.

Em recente entrevista ao blog Sonho Seguro, durante festa de confraternização da corretora JLT, Moreira disse que o maior desafio do gestor de risco em 2018 é lidar com ataques cibernéticos. “Os ataques, que atingem empresas de todos os setores em todo o mundo têm crescido de forma assustadora e considero que esse é o maior desafio para os gestores de riscos. O mercado segurador oferece cobertura, mas para uma parte da perda. O gestor tem de traçar estratégias para evitar o ataque e suas graves consequências para as empresas”.

Felipe Smith, da Tokio Marine, presidirá a Comissão Estratégica de Seguros Corporativos da FenSeg

Fonte: CNseg

A FenSeg conta com nova comissão técnica, a Comissão Estratégica de Seguros Corporativos – CESC, criada para atender às demandas de seguros corporativos, que precisam estar em conformidade com uma série de normas e programas mundiais.

Criada no início de outubro pela diretoria da Federação, a Comissão já conta com presidente, Felipe Smith, da Tokio Marine, indicado pela diretoria e, vice-presidente, Thisiani Martins, da XL Catlin, eleita por unanimidade na primeira reunião realizada em 22 de novembro, além do coordenador, Danilo Sobreira, da FenSeg.

Entre os objetivos da Comissão estão o fortalecimento dos canais de comunicação entre o mercado segurador, o de resseguros, o supervisor e os demais atores da indústria, além do debate sobre os riscos e oportunidades para o segmento de Seguros Corporativos que envolvem valores substanciais e características diferenciadas.

As reuniões da Comissão Estratégica de Seguros Corporativos serão mensais e deverão ocorrer sempre às terceiras terças-feiras, das 09h30 às 11h30, na sede do SINDSEG/SP, em São Paulo.

A FenSeg conta com nova comissão técnica, a Comissão Estratégica de Seguros Corporativos – CESC, criada para atender às demandas de seguros corporativos, que precisam estar em conformidade com uma série de normas e programas mundiais.

Criada no início de outubro pela diretoria da Federação, a Comissão já conta com presidente, Felipe Smith, da Tokio Marine, indicado pela diretoria e, vice-presidente, Thisiani Martins, da XL Catlin, eleita por unanimidade na primeira reunião realizada em 22 de novembro, além do coordenador, Danilo Sobreira, da FenSeg.

Entre os objetivos da Comissão estão o fortalecimento dos canais de comunicação entre o mercado segurador, o de resseguros, o supervisor e os demais atores da indústria, além do debate sobre os riscos e oportunidades para o segmento de Seguros Corporativos que envolvem valores substanciais e características diferenciadas.

As reuniões da Comissão Estratégica de Seguros Corporativos serão mensais e deverão ocorrer sempre às terceiras terças-feiras, das 09h30 às 11h30, na sede do SINDSEG/SP, em São Paulo.

Seguro para óculos? Existe…

A Seguros SURA, uma das maiores seguradoras da América Latina, em parceria com a GrandVision by Fototica, líder global do varejo ótico, lançaram em outubro o Proteção Total GrandVision by Fototica para casos de danos acidentais para óculos de grau nas 66 lojas próprias da rede varejista. O seguro custa em média 10% do valor do óculos, que por sua vez tem preço médio de R$ 600. Assim, a apólice, que vale por dois anos, sai por R$ 60 no período, ou R$ 2,50 por mês.

A apólice cobre dano acidental do produto e a seguradora promete reposição imediata nas próprias lojas GrandVision by Fototica. “Inovação no mercado de seguros também está relacionada à forma de pensar e executar novas parcerias e acordos. O que fizemos, ao olhar para este setor varejista, foi nos antecipar às necessidades dos clientes e do mercado, entendendo como poderíamos oferecer um serviço de alta qualidade e relevância, que ainda não era oferecido aos consumidores desse meio”, diz Thiago Machado, superintendente de massificados da SURA. Ainda de acordo com o executivo, o contrato tem duração de cinco anos e, futuramente, a previsão é expandir o projeto também aos franqueados.

Santander e HDI se unem para criar seguradora de automóveis totalmente digital

HDI Corretor é um aplicativo móvel que permite acessar todos os dados do seu negócio em poucos cliques

O Santander Brasil, banco líder em financiamento de veículos no País, e a HDI Seguros, sexta maior seguradora de automóveis do mercado, assinaram hoje uma parceria para a emissão, oferta e comercialização de seguros de veículos. A operação prevê a criação de uma joint venture, que receberá o nome de Santander Auto. A nova empresa será detida 50% pela SANCAP Investimentos e Participações, sociedade controlada pelo Banco, e 50% pela HDI.

Para Murilo Riedel, presidente da HDI Seguros, a joint venture representa o fortalecimento da companhia no ramo automotivo. “Somos especialistas em seguro para automóvel e um dos principais players do mercado. Nosso desafio para os próximos anos é elevar à máxima potência os negócios nesse ramo, com um olhar atento para o novo, e a parceria com o Santander é um importante passo nesta direção. As pessoas querem cada vez mais mobilidade e simplicidade. A nova seguradora traz esses atributos com muita força e de forma totalmente digital”, explica Riedel.

A Santander Auto irá funcionar de forma 100% digital e reforçará a posição líder do Banco no mercado de crédito para a compra e venda de veículos e na comercialização digital, com a Webmotors. O Santander detém 22,5% de market share no financiamento de veículos. E, até o fim de setembro, sua carteira de crédito de veículos para pessoa física registrou de crescimento de 16,3%, em 12 meses, e de 5,4% no trimestre, para R$ 34,4 bilhões. A HDI seguros, por sua vez, tem se destacado no mercado segurador como uma das mais inovadoras e digitais empresas do setor, registrando um crescimento médio anual de 13,8% nos últimos 5 anos.

“A parceria com a HDI nos permitirá lançar uma nova empresa, que oferecerá aos clientes produtos inovadores e utilizará a força dos canais de venda do Santander para comercializá-los, de forma a estimular ainda mais o segmento”, afirma Angel Santodomingo, vice-presidente executivo e CFO do Santander Brasil. “Queremos estabelecer novos patamares de serviços neste mercado e disponibilizar aos clientes uma forma mais simples de contratar e utilizar o seguro.”

A conclusão da operação está sujeita ao cumprimento de determinadas condições, entre elas a obtenção das autorizações regulatórias pertinentes.

Previdencia aberta registra aportes de R$ 94,5 bi até outubro

Release

O setor de previdência complementar aberta fechou o mês de outubro com uma expressiva evolução no volume de novos aportes, na comparação com o mesmo mês do ano anterior. As contribuições aos planos somaram R$ 10,32 bilhões e o resultado foi 16,29% superior ao verificado no mesmo mês do ano anterior, quando os aportes totalizaram R$ 8,87 bilhões, de acordo com dados do balanço da FenaPrevi (Federação Nacional de Previdência Privada e Vida), entidade que representa 67 seguradoras e entidades abertas de previdência complementar no país.

A captação líquida de R$ 5,35 bilhões no período, apresentou um saldo 31,80% superior aos R$ 4,05 bilhões verificados em outubro do ano passado. Segundo dados da federação, no décimo mês do ano os resgates totalizaram R$ 4,97 bilhões. Em outubro do ano passado, o saldo foi de R$ 4,81 bilhões.

Segundo a FenaPrevi, o setor fechou outubro com R$ 752,22 bilhões em ativos administrados, volume 18,94% superior aos R$ 632,42 bilhões registrados no mesmo mês do ano passado. “Alguns sinais positivos de recuperação econômica refletiram também no setor de previdência privada aberta”, diz Edson Franco, presidente da FenaPrevi. “O crescimento de dois dígitos no volume de novos aportes, mostra maior disposição dos investidores e o desejo dos brasileiros de ter uma renda complementar no futuro, e assim manter o padrão de vida na aposentadoria”, analisa o executivo.

Em relação ao número de participantes, o setor fechou outubro com 13.438.134 milhões de pessoas, com o ingresso de 472.958 mil participantes, quando comparado aos R$ 12.965.176 milhões que tinham plano no mesmo mês em 2016.

Dos 13.438.134 milhões de pessoas com planos, 10.201.846 são titulares de planos individuais (incluindo planos para menores) e 3.236.288 estão inseridos em planos coletivos contratados por empresas, em favor de seus empregados e dirigentes, ou por sindicatos e associações de classe, para adesão de seus associados.

Na análise por tipo de contratação, os planos individuais (incluindo planos para menores) responderam por 87,95% dos novos aportes em outubro, ou seja R$ 9,08 bilhões. O restante (10,54%) dos aportes (R$ 1,08 bilhão) foi destinado aos planos coletivos (oferecidos em forma de benefícios aos colaboradores, e planos contratados por sindicatos e associações de classes para adesão de seus associados).

Os planos VGBL, os mais representativos da indústria, responderam, em outubro, por 92,29% (R$ 9,52 bilhões) do total dos aportes. O PGBL respondeu por 7,08% (R$ 730,91 milhões) do total de novos depósitos. Já os planos tradicionais de acumulação receberam aportes de R$ 65,10 milhões, 0,63% do total verificado no período.

Na avaliação do acumulado até outubro, o setor apresentou resultado positivo no volume de novos aportes, segundo dados da FenaPrevi. As contribuições somaram R$ 94,56 bilhões, e o total foi 8,80% maior que o montante registrado no acumulado em 2016. O resultado da captação líquida no período ficou com saldo positivo de R$ 44,43 bilhões, apresentando resultado nominal 3,51% superior ao computado de janeiro a outubro do ano passado.

Na análise por tipo de contratação, os aportes nos planos individuais somaram R$ 81,97 bilhões (incluindo planos para menores), com representatividade de 86,69% das contribuições totais no período.

O restante dos aportes de R$ 11,04 bilhões, foi destinado a planos coletivos, os quais responderam por 11,68% dos novos investimentos.

Segundo a FenaPrevi, os planos VGBL receberam contribuições de R$ 86,81 bilhões no acumulado do ano. Já no PGBL o volume de aportes foi de R$ 7,05 bilhões no mesmo período.

Porto Seguro, Allianz e Itaú são as três primeiras seguradoras do ranking elaborado pelo Estadão

Porto Seguro, Allianz e Itaú são as três primeiras seguradoras do ranking elaborado pelo Estadão no especial Melhores Serviços.

Estudo da Liberty Seguros revela que jovens são responsáveis pela maior parte dos acidentes de carro

Fonte: Estudo

Um estudo realizado pela Liberty Seguros com sua base de clientes revela que, quando comparados a condutores de outras faixas etárias, os motoristas de 18 a 25 anos são responsáveis pela maior parte dos acidentes com indenização total e essa porcentagem sobe ainda mais quando são considerados os acidentes que ocorrem de madrugada.

O objetivo do compilado é mapear quem são os maiores causadores de acidentes no trânsito, o horário durante o qual eles ocorrem e quais as particularidades de cada sinistro – se envolvem perda total, perda parcial ou se foram consequência de roubos e furtos. Para tanto, foram avaliados 154.053 sinistros em todo o país, no período entre agosto de 2016 e julho de 2017.

Gravidade de acidentes na madrugada – Dentro da amostra avaliada pela seguradora, os acidentes durante a madrugada representam apenas 4,62% do total, porém nesse período do dia a porcentagem de acidentes graves, com Indenização Integral, cresce. Dos acidentes ocorridos na madrugada, 28% são caracterizados como indenização Integral, contra a média geral correspondente a 9,19%. Por outro lado, quando o foco é acidentes em geral, a maior parte deles, 39,22% do total, ocorrem no período da tarde e 24,41% dessas ocorrências são ocasionadas por condutores de 55 anos ou mais.

Sinistros causados por jovens – Condutores entre 18 e 25 anos, quando comparados à outras faixas etárias, são responsáveis pela menor porcentagem dos acidentes como um todo (11,50%), no entanto, segundo informações levantadas pela Liberty Seguros, se tratando de acidentes graves, que resultam em Indenização integral, o grupo é responsável pela maior porcentagem dessas eventualidades. Entre jovens de 18 a 25 anos, 10,42% das ocorrências são no período da madrugada, contra a média geral correspondente a 4,62%. Dos acidentes neste período, 37,47% são caracterizados como Indenização integral. Essa porcentagem diminui para 27,94% dentre pessoas com mais de 55 anos.

Roubos e Sinistros – Os indicadores de roubos e furtos também fazem parte do estudo. Independentemente da faixa etária do segurado e quando comparada a outras faixas horárias, a incidência deste tipo de ocorrência é maior no período da noite (41%), seguida pela tarde (26%), manhã (25%) e madrugada (8%).

Tendência de indenizações gerais por estado – A pesquisa de acidentes de trânsito da Liberty Seguros também traz uma análise das ocorrências em cada estado do Brasil. Dos cinco estados com maior incidência de ocorrências, São Paulo sai na frente com 43.153 casos (28% do total), seguido do Rio Grande do Sul com 20.112 sinistros (13%), Santa Catarina com 19.871 acidentes (12%), Minas Gerais, com 16.896 (11%) e, por fim, Paraná, com 12.525 casos (que correspondem a 8% do total).

ANS repassa valor recorde ao SUS em 2017

Release

A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) repassou em 2017 valor recorde ao Sistema Único de Saúde (SUS). A informação é apresentada na quarta edição do Boletim Informativo, que mostra os principais dados sobre o ressarcimento obrigatório feito pelas operadoras de planos de saúde ao SUS, lançados até outubro deste ano. A publicação semestral, disponível no site da reguladora, informa a quantidade e valor de procedimentos realizados por beneficiários na rede pública de saúde, os procedimentos mais onerosos, a distribuição por estados e municípios e outros dados do setor.

Este ano, o valor arrecadado foi de R$ 458,81 milhões, calculado até o fim de outubro. É o maior número desde a criação da ANS, em 2000, e representa um aumento de 46% em comparação ao valor repassado em 2016. Até o fim do ano, a ANS espera que o valor de ressarcimento ultrapasse a marca dos R$ 500 milhões. Os valores arrecadados são integralmente repassados ao Fundo Nacional de Saúde (FNS), que, desde 2013, foi ressarcido pelas operadoras em R$ 1,7 bilhão.

“A ANS vem atuando de forma cada vez mais produtiva para notificar as operadoras e garantir o reembolso do sistema público de saúde. Esse ganho é fruto de um conjunto de medidas implementadas pela reguladora, que incluem aprimoramento de sistema, adoção de mecanismos processuais padronizados e a abertura de processos exclusivamente eletrônicos, reduzindo os custos e a alocação de recursos na abertura, tramitação e movimentação de processos físicos geralmente muito volumosos”, explica o diretor de Desenvolvimento Setorial da ANS, Rodrigo Aguiar, lembrando que a medida busca a correta prestação do serviço pela empresa de saúde.

Houve ainda um aumento na quantidade de procedimentos notificados, através do número de Avisos de Beneficiários Identificados (ABIs) lançados pela ANS. Em 2017, a Agência gerou os maiores volumes e valores de atendimentos identificados de sua história, apesar de apenas terem sido lançados, até o momento, 6 dos 8 ABIs programados para este ano. Nesse período (até outubro), foram notificados 852.089 atendimentos, cujo valor soma R$ 1,1 bilhão. Em 2016, foram notificados 577.194 atendimentos, o equivalente a R$ 894 milhões.

Até outubro de 2017, a ANS analisou 466.418 atendimentos em primeira instância e 303.593 atendimentos em 2ª instância. A expectativa é que até o final do ano sejam analisados mais de 550 mil atendimentos, ultrapassando a quantidade total de análises de 2016 – melhor ano da série histórica apresentada – em 3,21%. Quanto aos atendimentos analisados em segunda instância, se for mantida a média mensal deste ano, estima-se que sejam analisados mais de 350 mil atendimentos em 2017, ultrapassando a quantidade total de análises de 2014 – melhor ano da série história apresentada – em 147,86%.

“A atividade de análise consiste no julgamento individualizado dos atendimentos impugnados pelas operadoras. Embora esta atividade seja identificada como um dos gargalos no processo de ressarcimento ao SUS, esforços são constantemente empreendidos para aprimorar a metodologia de análise, promover a uniformização dos entendimentos e gerar mais eficiência no processo de ressarcimento”, explica o diretor.

A identificação de atendimentos de beneficiários é obtida após um cruzamento de dados da ANS e informações registradas no SUS por Autorização de Internação Hospitalar (AIH) e Autorização de Procedimento Ambulatorial (APAC). O resultado do cruzamento é enviado por ABI para as operadoras, que podem acatar a cobrança ou contestá-la. O não pagamento do ressarcimento comprovadamente devido pela operadora resulta na inscrição em dívida ativa e no Cadastro Informativo de Créditos não Quitados do Setor Público Federal (CADIN), bem como a cobrança judicial. Em 2017, foram encaminhados R$ 137,07 milhões para inscrição em dívida ativa.

O ressarcimento ao SUS é um importante instrumento regulatório e compreende as atividades de controle do mercado setorial e de proteção dos consumidores de planos de saúde, impedindo a prática de condutas abusivas das operadoras ao zelar pelo cumprimento dos seus contratos.

Executivos de garantia judicial respiram aliviados com acordo de recuperação judicial da Oi

Os executivos que atuam com seguro garantia judicial acordaram nesta quarta-feira mais aliviados. Isso porque a Oi tem cerca de R$ 5 bilhões em garantias judiciais, que poderiam ser acionadas caso o plano de reestruturação judicial negociado durante todo o dia de ontem até a madrugada de hoje não desse certo.

A boa notícia de que o plano foi aceito ampla maioria dos credores representados em assembleia realizada no Rio de Janeiro fez todos respirarem aliviados, uma vez que o acerto abre caminho para a recuperação da operadora pressionada por dívidas de R$ 64 bilhões. Caso a assembleia rejeitasse o plano de recuperação, o futuro da operadora estaria ameaçado por um processo de falência. Com a aprovação, uma injeção de capital de R$ 4 bilhões poderá ser feita na operadora até o início de 2019.

Segundo executivos de seguros que pediram anonimato, a experiência com a venda de garantias judiciais para a Oi acendeu um farol amarelo sobre a importância da subscrição correta do risco. “Por ser um dos principais motores de vendas em 2017 e também em 2018 com a aprovação da lei trabalhista e também da Portaria 164/2014 da Fazenda Nacional, que equiparou o seguro garantia judicial a execuções fiscais, a concorrência está muito acirrada, levando a uma disputa as vezes perigosa”, contou.

O seguro garantia judicial é usado por em processos cíveis, tributários, trabalhistas e em recuperações judiciais como alternativa à alienação ou o congelamento de bens pelo juízo para garantir o pagamento de uma dívida em caso de derrota na corte. Atualmente, no Brasil, mais de 20 seguradoras atuam com esse tipo de garantia.

Em recente entrevista, Daniela Durán, gerente de Produtos Financeiros da consultoria e corretora de seguros Aon, destacou que a reforma trabalhista (Lei nº 13.467, de 13 de julho de 2017), que modifica a CLT (Consolidação das Leis do Trabalho), traz novidades sobre a aceitação do seguro garantia judicial em processos trabalhistas. O seguro passa a ser expressamente previsto nos artigos 882 e 899 da CLT, pacificando a aceitação da modalidade na esfera judicial.

“Desde 2007 o seguro garantia judicial é utilizado na esfera trabalhista devido à aplicação de maneira subsidiária do Código de Processo Civil”, diz. “A nova lei reafirma a validade e utilização do instrumento, sendo mais um marco legal na trajetória do seguro garantia judicial”, afirma.

Canal Seguro: Ministro da Saúde defende a importância de regulamentar planos de saúde populares

O plano de saúde popular, que visa a oferecer coberturas básicas à população brasileira a preços acessíveis, segue necessitando de regulamentação. Um documento sugerindo a flexibilização do rol mínimo exigido pelos seguros saúde e o estabelecimento dos planos de copagamento, foi elaborado por um grupo de trabalho do Ministério da Saúde e encaminhado à ANS. É o que explica o ministro da Saúde, Ricardo Barros, em entrevista ao Canal Seguro, no YouTube.

“O objetivo é ampliar ao máximo a cobertura de planos à população para que a responsabilidade sobre o financiamento da Saúde seja dividida. Hoje, 55% do investimento é do setor privado e 45% do setor público”, esclarece Barros. Para ele, quanto mais brasileiros tiverem os planos pagos pelos respectivos patrões, patrocinadores ou por si mesmos, menor será a demanda de atendimento pelo SUS.

“Ou seja, quanto mais tivermos a cooperação de empresários financiando planos individuais aos seus funcionários, mais qualidade poderemos oferecer aos que dependem exclusivamente do sistema público de saúde. Inclusive, já solicitei à presidente da FenaSaúde, Solange Beatriz Palheiro Mendes, que encaminhe uma proposta de regulamentação à ANS”.

A dificuldade dos brasileiros em contratar planos individuais é um dos fatores que desacelera a ampliação do acesso ao sistema de saúde privado. “As empresas se afastaram dos planos individuais porque não estavam sendo remuneradas de acordo com os custos que têm. Isso porque o reajuste é regulado pela ANS e, como a inflação da Saúde é muito maior do que a inflação média do IPCA, é preciso que ele acompanhe os custos”, diz o ministro.